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Olá viajante!

Bora viajar?

AFRICA DO SUL “AT OWN RISK” – Joburg, Kruger Park, Capetown e muito mais!

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"At your own risk" será explicado no fim do relato! 

POR ACASO... ÁFRICA DO SUL

Essa viagem pela África do Sul nasceu Europa, mas foi alterada por motivo de força maior (R$, kk) e hoje venho contar nossa aventura pelo quarto continente em que pisamos (só falta a Oceania)!

Digo que ela nasceu Europa pq nos planos originais eu e o marido viajaríamos para o leste Europeu... uma viagem romântica, no verão europeu (agosto) pra comemorar nossos 10 anos de casados! Nesta viagem nosso filho João não iria nos acompanhar, combinamos de viajar só nós dois a cada 5 anos, reedição da Lua de Mel.

Ocorre que o preço das passagens para a Europa estava ridiculamente alto, e não costuma rolar promoção pra Eslovênia, rs. E eu, overplanning que sou, estava meio nervosa sabendo que faltava só seis meses pra agosto e eu ainda não tinha passagens nem pra onde ir.

Cotei outros destinos da Europa... tudo caro! Eu tinha menos de 5k pra comprar duas passagens, rs. Aí comecei a cotar destinos aleatórios... Rússia... Austrália... África... e achei passagens em preços bons para a África do Sul! Não estavam em promoção, estavam com preço pagável, coisa de 2 mil e poucos cada, saindo de Londrina, pela Latam.

Eu nunca compro passagem saindo de Londrina pq sempre fica muito mais caro... mas desta vez como encaixava na grana que eu tinha disponível, e considerando que é bem melhor comprar a passagem inteira unida, a animação tomou conta de mim... “Marido... a Lua de Mel pode ser na África?”. Eu estava radiante!

 

POR ACASO... COMPANHEIROS!

Antes de fechar as passagens pra AS, conversei com o filho. Tá certo que era pra ser só eu e Gui, mas fiquei com remorso de deixá-lo pra trás em um destino tão diferente. As perguntas dele foram: vai estar frio lá? (Sim) Vamos acordar cedo todo dia? (Sim) Vai ter internet? (Não sempre)... “então mamãe, não quero ir não”. Confirmei se ele tinha certeza... que provavelmente íamos fazer safáris... e mesmo assim ele não quis. Quem leu meu último relato (CEARÁ, abril de 2018) viu que ele reclamou muito do frio do Japão em dezembro do ano passado (2017) e pediu pra ficar um tempo indo só pra onde fosse calor e tivesse água, rs! Ai essa adolescência... paciência!

Mas aí temos um casal de amigos do peito... e desde o ano passado estávamos pentelhando eles pra viajarem conosco este ano! Eu tinha dito pra eles ano passado que se topassem ir pra Itália este ano nós desistiríamos do leste europeu... mas como eles iam se casar no início deste ano e estavam segurando grana, não toparam. Depois de comprar nossas passagens eu mandei “Tata... vamos pra África com a gente! Vai ser Lua de Mel de vcs tb... a gente precisa dirigir juntas na mão inglesa no meio da savana...” (obs. Nós duas somos biólogas!)... e depois de enrolar uns 2 dias, Thais e Ezequiel iam com a gente! Que feliz!

 

PLANEJAMENTO

O casal de amigos mora em Curitiba, então nos falávamos pelo whatsapp, pessoalmente quando dava e montamos uma pasta compartilhada no Drive. Foi a primeira vez que eu tive ajuda pra montar uma viagem, pois geralmente me encarrego de montar sozinha! Adorei!

Decidimos que dividiríamos a viagem de 22 de agosto a 7 de setembro (17 dias) em 3 locais: Joburg (22 a 26 de agosto), Kruger (26 a 30 de agosto) e Capetown (30 de agosto a 7 de setembro). Queríamos muito fazer a rota jardins, mas achamos que ficaria corrido e ela ficou pra próxima! Com as datas decididas pudemos começar a pesquisar passagens internas, hospedagens, locomoção e etc.

Documentação: passaporte, certificado internacional de vacinação contra febre amarela e seguro viagem

Além do passaporte, é necessário o certificado internacional de vacinação contra febre amarela. Foi bem tranqüilo pegar, pelo site da ANVISA se preenche um pré-cadastro e na agência foi bem rapidinho pegar... cada cidade tem seu método.

Embora não seja obrigatório, solicitamos seguro viagem do cartão de crédito (gratuito para platinum ou superiores). Não tenho coragem de viajar sem não, se seu cartão não oferece, procure comprar!

Clima: inverno!

Em agosto é inverno na AS, assim como no Brasil. É a melhor época para avistar baleias, mergulhar com tubarão e fazer safáris! E como a gente ama frio, achamos perfeito! Em Joburg pegamos dias ensolarados e noites frias, no Kruger idem, já em Capetown, o tempo muda a cada 5 minutos e faz vento com sol e chuva e frio e calor tudo ao mesmo tempo. Mais detalhes no relato da cidade.

Deslocamentos internos: passagens aéreas internas e aluguel de carros

Nossa passagem aérea foi multidestinos, chegamos por Joburg e saímos por Capetown, então tínhamos que decidir como ir de Joburg para o Kruger (26 de agosto), e como ir do Kruger para Capetown (30 de agosto).

Depois de ler muita coisa e avaliar custos e liberdades, compramos passagem aérea pela empresa Mango (Lowcost da SAA) de Joburg para Capetown em 30 de agosto, e para o Kruger alugamos carro. Em Capetown tb alugamos carro pq não queríamos ficar dependendo de agências e queríamos andar muito pelos arredores! Então resumindo ficou assim:

22 de agosto – aéreo Brasil para Joburg

23-26 de agosto – a pé, de Uber e etc por Joburg

26-30 de agosto – de carro de Joburg para o Kruger

30 de agosto – de carro do Kruger para Joburg e aéreo para Capetown

30 de agosto a 7 de setembro – de carro em Capetown

7 de setembro – aéreo de volta pra casa.

A passagem interna compramos direto pelo site da Mango (3200 rands para os 4, cerca de 200 reais por pessoa) e os carros alugamos na rentalcars. 110 dólares por 4 diárias em Joburg (Kia Rio automático na Bidvest Stnd – MUITO BOM) e 150 dólares por 8 diárias em Capetown (Ford Fiesta Ecoboost automático na Budget – MEIA BOCA).

Sobre carros na AS: como alugamos os carros na rentalcars, site gringo, vem cobrado IOF. Diz que se alugar na rentacar, site nacional, não cobra, mas nem cheguei a ver. Outra coisa é que não coloquei nenhum adicional de seguro no site, e no balcão não odereceram nenhum outro seguro da empresa como de costume... e se vc tem um cartão platinum ou superior verifique se ele não oferece cobertura de seguro veicular. E por fim, preferimos gastar um pouco mais em carros automáticos pq ia ser a primeira vez que todos nós íamos dirigir na mão direita! Sobre a PID, há informações de que precisa e informações de que não precisa mas é bom ter. Pra não arriscar resolvemos fazer, até pq pretendemos usar de novo em breve. Mas não precisou.

Devolvemos o primeiro carro muito sujo e com tanque pela metade, além de ter pedágios debitados... cobraram coisa de 50 dólares a mais no cartão. O segundo ainda não cobraram nada. Devolvemos limpo e com tanque cheio, e os pedágios foram pagos a parte.

Mais detalhes sobre estradas, pedágios e direção na mão direita no relato de cada cidade.

Hospedagens

Muita pesquisa sobre melhores locais pra ficar depois, fechamos Joburg pelo Booking (hostel), no Kruger ficamos dentro do parque (detalhes no próximo tópico) e em Capetown pegamos uma casinha fofa pelo airbnb. Como sabíamos que a hospedagem dentro do Kruger ia ficar salgada, pegamos uma opção mega barata em Joburg, e deu tudo certo:

Joburg: Westmoreland Lodge, quarto família (para 4) com banheiro privativo! 320 reais para 3 pernoites, que lindo! Cerca de 50 reais por casal por dia! Localização e internet ruim, mas por este preço valeu.

Capetown: nossa casinha fofa, muito confortável e bem localizada, adoramos! Anfitrião super gente fina! Não foi baratinho, mas achamos um ótimo custo benefício! 2250 reais por 8 noites – 1125 reais por casal, o que dá uma média de 140 reais por casal por noite!

https://www.airbnb.com.br/rooms/8403731

Gente, amo muito airbnb! Pra mim é como estar em casa, ter vizinhos, e ainda possibilita fazer algumas refeições em casa, ir ao mercado, e sentir mais o que é morar ali! Caso vc tenha vontade experimentar, faça o cadastro com o link abaixo que eu e vc ganhamos desconto na próxima hospedagem:

www.airbnb.com.br/c/jcarneiro3

 

Kruger National Park: hospedagem, games e self-drive

Ai, que trabalho que deu esse Kruger. Tanto pras hospedagens quanto pras demais atividades! Mas antes, vamos introduzir o tema “Safari na África do Sul”!

Informações gerais têm em milhões de blogs, não tivemos dificuldade em “nos situar”, mas fazer as escolhas é que pega! Existem muitas formas e locais para se fazer safáris na AS, vários parques privados e nacionais, vários tamanhos, vários preços. O Kruger National Park é o maior da AS, com uma estrutura gigante, e foi a nossa escolha. Mas tenha em mente que na região do Kruger tem várias reservas privadas que podem oferecer experiências mais “private”, como dirigir off-road pelas trilhas, safáris de luxo entre outros.

Uma boa opção, me pareceu, pra quem não tem dias suficientes para se deslocar até o Kruger, que fica a umas 5-6h de Joburg de carro (tb tem opções de aeroportos próximos), é o Parque Pilanesberg, bem menor, mas bem mais próximo de Joburg. Tenho amigos que fizeram safáris guiados por lá e gostaram muito, só não sei se tem opção de self-drive.

Se a sua viagem não inclui Joburg, próximo a Porto Elizabeth, pra quem vai fazer a rota jardins, tem o Addo Elephant Park que tb é muito bem recomendado! Opções é o que não falta!

O site abaixo é o site oficial de todos os parques nacionais da AS, mas já adianto que é um pouco confuso!

https://www.sanparks.org/

Mas, como já disse, escolhemos o Kruger! E escolhemos ficar dentro dele! Lemos muito sobre os tipos de acomodação, a localização dos camps, as regras do parque e tínhamos decidido alugar a opção “family cottage”, casinha para 4 pessoas, em 2 camps diferentes, um no sul e um próximo ao centro do parque! Só que quando fomos fechar as opções de campings escolhidos já estavam esgotadas 4 meses antes da viagem!!

Apesar de imenso, muita coisa esgota rápido e com bastante antecedência, então não marque bobeira! Depois de reavaliar tudo pegamos 2 bangalôs para duas pessoas cada nos camps de Skukusa (sul) e Letaba (centro-norte). O preço ficou mais ou menos o mesmo da “family cottage”, mas quem disse que a gente conseguia reservar pelo site? Dava erro. Pedimos ajuda do suporte e já pedimos pra incluir todas as taxas de entrada e conservação aplicáveis, e no fim das contas deu cerca de 2000,00 reais por casal para 4 dias. Salgadinho né? Achei... mas enfim.

Eles mandaram a “carta de reserva” e depois de mais alguns erros conseguimos pagar, mas foi cobrado duas vezes no cartão e tivemos que ligar lá no Parque (pelo skype!)... depois de alguma demora tudo resolvido!

*Sobre as taxas: tem taxa de permanência diária, taxa de permanência do carro, taxa de tudo quanto é coisa, só de taxa foi mais de 1000 reais desse total de 4000 para todos!

*Sobre os camps: tem vários, vc vai ter que entrar no site, olhar no mapa e ver as características de cada um. O parque é mais “movimentado” ao sul, e o Skukusa é o maior e melhor estruturado... se vc quiser algo mais exclusivo fuja dele. Ao norte tudo fica mais vazio, inclusive tem menos bicho dizem... então é avaliar o gosto de cada um. Quando se verifica a distância entre um camp e outro parece pouco, mas como a velocidade é limitada a 50km/h, 150km podem levar muitas horas. Além do que enquanto vc se desloca dentro do parque vc vai parando pra ver tudo né!

Pra quem quer baratear um pouco, dá pra ficar fora do parque, há opções de hospedagem mais em conta. A parte ruim é que não se pode fazer as atividades que começam antes de abrirem e depois de fecharem os portões, limitando um pouco a experiência.

*Sobre os games: independente de ficar dentro ou fora do parque, vc tem a opção de fazer os games guiados ou por conta. Nós, dentro do parque, resolvemos fazer dos dois.

Com alguma dificuldade e novamente tendo que solicitar ajuda do suporte já que não conseguíamos fechar direto pelo site, decidimos por 4 games: night drive (dia 26/08), sunrise drive (dia 27/08), morning walking e sunset drive (ambos dia 29 de agosto). Tínhamos outras opções antes destas mas algumas atividades no Skukusa já estavam esgotadas faltando dois meses! Mais uma vez, atenção aos prazos!

Vantagens dos games guiados: carros abertos, experiência dos guias, liberdade para fotografar, conhecimento. Desvantagem: preço, embora não sejam caros... os drives são cerca de 75 reais e o walking cerca de 125 por pessoa.

Vantagens do self-drive: liberdade de ir onde quiser (desde que se mantenha nos locais pré-estabelecidos), frio na barriga, baixo custo. Desvantagens: vc não sabe onde estão os bichos, é bom seguir os carros guiados, e só pode andar das 6h da manhã as 18h.

O relato de como foi a nossa experiência com os games guiados e os self-drives está no texto por cidade.

O que comprar antes

Verificamos que algumas coisas poderiam se esgotar antes da nossa chegada, mas não queríamos ficar amarrando tudo antes de ir! Dentre todas as atividades, destacam-se o passeio por Robben Island em Capetown e o mergulho com tubarão em Gansbaai.

*Robben Island: é difícil comprar esta atividade pro próprio dia, mas é possível comprar pro dia seguinte, tanto presencialmente no V&A Waterfont, de onde saem os barcos, quanto pelo site. Não é necessário apresentar o voucher impresso. Deixamos pra comprar lá na véspera, deu xerto.

*Mergulho com tubarão: pode arriscar reservar lá ou comprar antes. O preço por pessoa é cerca de 150 dólares, bem caro... mas em poucos lugares do mundo vc pode ter esta experiência. Fizemos uma super avaliação de empresas que oferecem o passeio e acabamos deixando pra fechar lá. Um casal fez, outro não, mais detalhes em Capetown.

Internet

Chip local comprado na chegada em Joburg com pacote de dados de 5GB (500 rands) roteado nos 4 celulares com foco em deslocamentos, mas usamos muito já que a internet do hostel era ruim. Em Capetown compramos mais 3GB (150 rands). E como nos separamos um dia acabamos comprando um outro chip com 1GB de internet, mais 150 rands. Total internet 800 rands, cerca de 200 reais, 100 reais por casal.

Money... que é good nóis num have!

Levamos 2000 dólares por casal e cartão de crédito para eventuais despesas extras.

Para efeito de conversão, tome-se que 1 real = 3,50 rands (já descontados taxas e tarifas de conversões)

Trocamos dinheiro duas vezes, uma no aeroporto de Joburg que cobrou taxas absurdas e uma em um shopping de Capetown que foi mais honesto.

Como apertamos bastante o orçamento em Joburg, acabou sobrando 500 dólares de cada casal. No cartão foram pagos a subida da Table Montain que é carinha, as entradas da Robben Island que compramos pela internet na véspera, UBER em Joburg e a Tata e Eze pagaram parte do mergulho com os tubas!

Arrumando malas

Tínhamos franquia de 23k por passageiro na internacional pela Latam e 20k por passageiro na Mango, então não tivemos problemas com peso pq gostamos de viajar leves! Mas era inverno... levamos roupas de frio e impermeáveis. Para os safáris pedem roupas de cores neutras e é bom ter calçado impermeável pq pode molhar.

Chegou a hora!

Embarcamos em Londrina com destino a Guarulhos, onde encontraríamos nossos parceiros de viagem, e pontualmente às 17:55, horário de Brasília, decolamos em direção à mamaafrica! (FOTO 1)

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FOTO 1: os viajantes - eu, marido Gui e amigos Thais e Ezequiel!

 

CONTINUA...

Editado por Juliana Champi

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Em 25/01/2019 em 16:21, Elder Walker disse:

Conforme havia previsto, fechamos nossa viagem para a África do Sul! haha! Vamos dia 13 de março e ficamos até dia 29. Nosso roteiro ficou parecido com o seu, porém preferimos cortar Joanesburgo e investir mais nos destinos de paisagens e atividades ao ar livre que são mais nosso estilo. 

Que legal que vai dar mesmo certo! Vamos lá!

1) Sobre o aluguel de carro, foi tranquilo pelo site da Rentalcars? Já fiz reservas com "mediadores" antes mas parece que no balcão da locadora de verdade sempre olham torto ou tentam dificultar algo quando a reserva vem por estes meios. O pagamento foi antecipado? Em dólares? Pergunto pois, realmente, pela Rentalcars, a tarifa mais barata de carro automático está legal até, na faixa de 100 reais por dia com km ilimitada, enquanto que diretamente nos sites das locadoras, o preço está consideravelmente pior. Eu preferia fazer a reserva direto pela locadora e recusar todos os seguros para usar o do meu cartão Platinum, mas a Rentalcars está mais barata e ainda inclui já alguns seguros básicos...

Foi super tranquilo! Nos EAU por exemplo, a locadora fez a gente contratar vários outros seguros no balcão... na África do Sul isso não aconteceu. Recusei o seguro inclusive do site (pq aquele seguro incluso é do rentalcars não da locadora) pq tb utilizei o do cartão, e no balcão não me ofereceram nada. Foi tranquilo tanto na Bidvest (Joburg) quando na Budget (CPT), mas com a Budget tive que chamar um fiscal da empresa para marcar umas avarias no carro que não estavam relacionadas no relatório inicial. Paguei antes pelo site, na hora só bloquearam a franquia que depois foi estornada rapidamente.

 

2) Você menciona que a taxa de câmbio no aeroporto foi ruim. Li o relato faz um tempo e não lembro se durante o relato diário você comenta algum outro local para trocar dólares por rands. Alguma dica neste sentido? Viu locais para fazer câmbio no Kruger e em Cape Town? Tenho acesso à câmbio de reais x dólares um pouco mais barato por morar perto de Foz do Iguaçu, e lá rola bastante câmbio informal, sem IOF etc, então preferia levar o máximo possível de dólares em espécie para trocar rands lá, evitando um pouco o uso de cartão.

A cotação em si foi ok no aeroporto de Joburg, o problema é que cobraram uma taxa administrativa de 80 dólares... achei um puta assalto! Na ocasião troquei 1000 dólares. Depois disso só precisei trocar mais 500 em CPT, troquei num shopping perto de casa, o Garden Shopping, numa casa de câmbio que nosso anfitrião airbnb nos indicou! Foi bem melhor que no aeroporto. No Kruger não sei se oferecem câmbio e não sei das taxas, pois não precisei trocar lá. Vale a pena dar uma pesquisada pq os preços do Kruger não são proibitivos, no mercado por exemplo, então se tiver câmbio talvez ainda fique melhor que no aeroporto.

 

3) Com relação a hospedagem em Cape Town, estamos pensando ficar em Sea Point ou Gardens, já que consegue-se casa de temporada bem bacanas com preços melhores do que em Waterfront. Olhando pelo mapa, tudo parece perto e tranquilo, mas o que você me diz após ter passado uns dias lá? Vi que seu airbnb era num bairro vizinho ao Gardens, achou legal ficar por lá? Os deslocamentos são tranquilos? Estando de carro, consegue estacionar fácil perto dos pontos de interesse? 

Adoramos o bairro em que ficamos! Muito tranquilo. Tinha mercadinho, bar, restaurante, loja de bebidas... e ali no Gardens tb tem shopping com mercado e tudo que vc vai precisar. Para deslocamentos, a Cidade do Cabo é muito boa... tem lá seus períodos de congestionamento, mas o trânsito flui muito bem. Vários viadutos, pistas triplas e quádruplas, o acesso a qualquer ponto ficando em Gardens não vai ser complicado, acho uma boa! Não tivemos problemas pra estacionar em nenhum lugar, sempre tinha vaga e muitas vezes gratuitas!

Vai dar tudo certo! Depois quero ver seu relato! :)

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@Juliana Champi

Muitíssimo obrigado pelas respostas. 

Ficamos entre 3 airbnbs bem bonitos, sendo um no centro, próximo a Long Street, um no bairro vizinho ao Gardens, próximo ao Devil's Peak, e outro em Sea Point. Após muita indecisão, acabamos fechando no de Sea Point. Parece bem localizado, tinha comentários de brasileiros e muitos elogios ao host. Vamos ver como será.

Sobre o aluguel do carro, vou fechar essa semana. Poderia comentar como fez para recusar o seguro incluso da Rentalcars? Quando vai para fechar a compra tem como desmarcar essa opção? Pois é necessário fazer algo assim mesmo para poder emitir o certificado do seguro do cartão, né?

E nossa, que chato essa taxa de 80 dólares para fazer o câmbio no aeroporto, heim? Vou tentar pesquisar outras opções, porque é muita grana! Tenho ainda um fator complicador que é sair direto do aeroporto rumo a Panorama Route, que apesar de turística, não deve ter tanta estrutura, casas de câmbio etc. Mas enfim, vou tentar encontrar algo. Mas muito obrigado por alertar sobre a tal taxa!

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@Elder Walker

Isso mesmo, vc desmarca a opção de seguro que já vem marotamente marcada no rentalcars, rs! Mesmo assim ainda fica alguma coisa automática inclusa, mas o importante é não ter seguro da locadora, que é um critério para que o do cartão possa ser acionado!

Com relação a hospedagem, creio que tb não vá ter nenhum problema com locomoção a partir de sea point, principalmente pq vai acabar fazendo tudo de carro mesmo, e sem contar que o lugar é lindo né!

@Diogo Souza Fontes

Meninos, quanto ao câmbio, pode ter sido desatenção nossa tb, vale a pena pesquisar bem antes pela internet e lá na hora sobre estas taxas... Quando chegamos ficamos um tempão na loja de simcard (tava cheia) e estávamos ansiosos pra "chegar logo" rs. Demos uma olhada por cima nas taxas de câmbio de todas as lojas que ficam uma ao lado da outra e optamos pela melhor taxa de câmbio, mas acabamos não perguntando taxa de administração, o que é um erro. Trocamos juntos (nós e o casal de amigos que estava conosco) 1000 dólares cada casal, ou seja, 2000 dólares no total, o que pode ter contribuído por esta taxa mais alta.

Deve ter algum estabelecimento melhor de câmbio no aeroporto.

E Elder, na rota panorâmica, como eu só passei por ela, sem me hospedar na região (tem quem fique uns 3 dias por lá), não reparei em casas de câmbio e não acho que tenha ali na beira da estrada... melhor garantir no aeroporto mesmo. Mas vc pode trocar pouco pq se já estiver com games e reservas do kruger pagos, não vai gastar rios de dinheiro no Kruger, hahaha, a não ser que surte com as fofurices vendidas nos mercados lá dentro, kkkk, mas tb aceita cartão em tudo na pior das hipóteses! 

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@Juliana Champi

Obrigado mais uma vez pelas dicas.

Vou pesquisar mais sobre o câmbio no aeroporto de Joanesburgo e verificar lá no dia essa questão da taxa. Também pensei dessa forma, em trocar poucos Rands nessa primeira parte da viagem, que já estará quase toda paga, e usar mais o cartão de crédito, mas se essa taxa de 80 dólares for fixa por cada vez que fizer o câmbio (e não vinculada como % do valor trocado), aí que não compensa trocar pouco mesmo! haha! Se for proporcional, troco só um pouco para não ficar na mão e depois troco o resto em Cape Town.

  • 3 meses depois...
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Em 26/05/2019 em 23:46, Juliana Champi disse:

E ai @Elder Walker como foi a viagem de vcs? Foram em março deste ano certo? Já tem relato?

Oi, Juliana. Foi ótima! Fomos em março sim e deu tudo certo! Ainda não escrevi o relato pois estou num momento bastante agitado aqui com troca de emprego e de cidade, mas pretendo contar tudo certinho depois num relato bacana.

De qualquer forma, apenas para antecipar e compartilhar com quem for pesquisar pelo seu tópico, ficou assim: chegamos em Joanesburgo num vôo pela manhã, pegamos o carro e já partimos para Graskop, sem nem entrar em Joanesburgo. No dia seguinte, saímos de Graskop e passamos em praticamente todas as paradas da Panorama Route e depois pernoitamos em Hoedspruit. De lá, pegamos o Orpen Gate e fizemos no self-drive até o Skukuza, onde ficamos 2 noites e fizemos alguns dos drives com o próprio parque. Depois saímos pelo Malelane Gate e fomos até Joanesburgo, pernoitamos perto do aeroporto e no dia seguinte pegamos um vôo para Cape Town, onde ficamos num Air BnB por 4 noites (ótimo, por sinal!). Fizemos o básico lá pela cidade e deu vontade de morar lá! haha! Depois partimos para a Garden Route, pegando um desvio bem bacana pela região de Gordons Bay, numa estrada belíssima. Pernoitamos em Mossel Bay, passamos por Knysna e pernoitamos também em Plett. Bay. Fomos até a Bloukrans Bridge mas o tempo estava ruim e não rolou bungee-jump! Voltamos e pernoitamos em Swellendam, muito acolhedora! De lá, pegamos uma estradinha fantástica também até Franschhoek e pernoitamos 1 noite, mas também gostaria de morar lá! haha! Coisa mais linda a cidade! Pra nós, nem se compara com a vizinha Stellenbosh. Visitamos algumas vinícolas nos 2 dias que ficamos e fomos direto para o aeroporto no final do segundo dia, onde pegamos o voo de volta para Joanesburgo e depois para o Brasil.

Para o nooooosso gosto, gostaríamos de ficar mais tempo no Kruger (minha namorada não queria muitos dias porque tinha medo e porque achava que não teria tanta graça, no final ela já parecia uma "spotter" tentando achar os bichos e querendo ficar muitos dias a mais por lá), mais tempo em Cape Town e mais tempo em Franschhoek. A Garden Route realmente não tem nada de mais na estrada, bem sem graça. Tem cidades legais pelo caminho, mas aí é necessário bastante tempo para fazer as trilhas etc, que são o que tem de bonito, ou as atividades de ação que também atraem bastante gente. A passagem mais tranquila pela Panorama Route valeu MUITO a pena, ficamos realmente maravilhados pelo cânion e pelas paisagens de lá. Todo o caminho para fazer "a volta" nele é legal. Enfim, em resumo são estes os altos e baixos, mas depois posto mais detalhadamente...

Abraço e obrigado mais uma vez pelas dicas!

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Ficou demais este roteiro! Quero ver este detalhamento da rota panorâmica sim que deve ser demais! E as cidades da rota jardins que não conheci!!!

O Kruger é muito massa, que bom que sua namorada gostou tb! Não vejo a hora de voltar pra África!

:)

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