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marseei

Viagem Rishikesh/Varanasi/Jaipur/Kathmandu(Nepal)

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Olá pessoal!

Vou viajar para a India do dia 29.01.2019 ate o dia 22.3.2019. 

Vou passar o mes de Fevereiro inteiro estudando yoga em Rishikesh. Apartir do dia 3.03.2019  vou viajar Varanasi por alguns dias, Nova Deli (passar uns dois dias), Agra para visitar o Taj Mahal (tour de 1 dia) e talvez Jaipur. Tambem irei passar 1 semana e meia em Kathmandu. Se alguem tiver interesse no roteiro, so mandar uma mensage.

 

Beijos

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Olá

Também sou estudante de yoga. Este é o roteiro que procuro fazer e  nestas datas tenho disponibilidade .Caso queira companhia poderemos conversar para nos conhecermos melhor e acertar mais alguns pormenores.

Beijinhos

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Entao, meu voo sai dia 29/01 mas so chega dia 30/01 de madrugada, dai acabei ja comprando a passagem para Rishikesh pro mesmo dia cedo. Quanto tempo voce vai ficar la?@Claudia Bavagnoli 

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Eu ainda não tenho roteiro feito não... Chego em Delhi e meu interesse é fazer o triângulo dourado, Rishikesh e, se der, Nepal. Ainda to pesquisando muito e to beeeem perdida. Mas as passagens são do dia 28/01 ao dia 16/02. Vamos tentar se conectar por lá :)

 

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Eu vou chegar em Delhi no dia 30/01 e ja vou direito para Rishikesh, vou fazer um curso de yoga por um mês la. Depois vou para Bodh Gaya depois Varanasi, volto para Delhi para pegar o voo para Nepal, depois retorno para Delhi e vou a Agra conhecer o Taj Mahal e depois volto para casa. Fico na India ate 22/03.

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      Olá, pessoal. Vou fazer um relato detalhado da minha viagem para a Índia, com os gastos. Aqui vou colocar o geral, e embaixo vou acrescentando os posts com detalhes. 
       
      Foram 35 dias na Índia, 11 cidades. 
       
      29.01.18: voo São Paulo - Adis Abeba ET (Ethiopian Airlines) 
      30.01: voo Adis Abeba - New Delhi 
      31.01: New Delhi 
      01.02: New Delhi (trem nutorno para Amritsar)
      02.02: Amritsar 
      03.02: Amritsar 
      04.02: carro de Amritsar para McLeod Ganj
      05.02: McLeod Ganj
      06.02: McLeod Ganj
      07.02: McLeod Ganj
      08.02: McLeod Ganj
      09.02: McLeod Ganj
      10.02: trem de McLeodGanj para Rishikesh 
      11.02: Rishikesh
      12.02: Rishikesh 
      13.02: Rishikesh 
      14.02: trem de Rishikesh para Agra 
      15.02: Agra 
      16.02: Agra (trem noturno para Varanasi)
      17.02: Varanasi 
      18.02: Varanasi 
      19.02: Varanasi 
      20.02: Varanasi 
      21.02: trem de Varanasi para Jaipur 
      22.02: Jaipur 
      23.02: trem de Jaipur para Pushkar (1 dia em Pushkar)
      24.02: trem de Pushkar para Jodhpur (1 dia em Jodhpur)
      25.02: trem de Jodhpur para Jaisalmer 
      26.02: Jaisalmer 
      27.02: Jaisalmer 
      28.02: Jaisalmer  (ônibus noturno de Jaisalmer para Udaipur)
      01.03: Udaipur 
      02.03: Udaipur 
      03.03: Udaipur 
      04.03: Udaipur (trem noturno de Udaipur para New Delhi)
      05.03: New Delhi
      06.03: New Delhi
      07.03: voo New Delhi - Adis Abeba 
      08.03: voo Adis Abeba - São Paulo 
       
      Total de gastos: R$8.485 por pessoa (incluindo tudo, até passagem aérea e seguro saúde)
      Valor da passagem aérea Ethiopian Airlines Sp-Delhi: R$ 3.700 por pessoa
      Média de gastos por dia, excluindo-se passagem aérea internacional e seguro saúde: R$ 121 por pessoa
      Seguro saúde: Bradesco, R$ 544 por pessoa
       
    • Por mochilandosozinha
      Visitar a Índia sempre foi um grande sonho, pois sempre me interessei por Yoga, meditação e pela cultura Hindu.
      Porém sempre ouvi muitas coisas negativas sobre viajar para a Índia, coisas do tipo “é muito sujo”, “você vai passar mal”, “é perigoso para as mulheres”.
      Como eu já tinha ido viajar sozinha para outros países da Ásia (Tailândia e Vietnan) e eu simplesmente AMEI, decidi encarar essa aventura pela Índia.
      Esta acabou sendo uma viagem mais bem planejada que as anteriores, mas também com algumas surpresas devido a sincronicidades que foram acontecendo.
      Nunca tinha fechado pacotes com agência, mas todos que foram para a Índia me recomendaram esta opção para evitar ficar perdida por lá. Acabei fechando os serviços locais (transfers/guia/carro) com uma agência indiana e não me arrependo. Me senti bem segura e adorei a experiência de ter guias incríveis explicando TUDO sobre o local e a cultura.
      Também acabei optando por fazer um curso próximo a Chennai, este fechei tudo sozinha (apesar de ter a opção de uma assessoria no Brasil).
      Mais detalhes no BLOG www.mochilandosozinha.com.br 
      Mais fotos no Instagram @MochilandoSozinha
      Visto na mão, vacina OK. Bora acompanhar a aventura?
      Seguindo viagem (Dia 1)
      Sai de casa com uma única mochila pesando 8 kilos apenas, o que me permitiria voar sem despachar nada.
      Já havia voado com a Ethiopian Airlines quando fui para Tailândia e Vietnam e gostei muito, então decidi repetir a dose, já que o preço compensa bastante. Além disso, consegui taxas mais baratas por embarcar no dia de Natal. Exatamente a meia noite do dia 25 de dezembro de 2017 estava na fila do Raio X do aeroporto e me preparava para uma viagem beeeeeem longa, de quase 25 horas contando a conexão na Etiópia.

      Desembarcando em Delhi (Dia 2)
      A minha chegada na Índia foi através do aeroporto de Delhi. Aeroporto bem simpático cheio de Mudras (Símbolos com as mãos) me dando as boas vindas. Como já havia tirado o Visto no Brasil (optei pelo Visto no passaporte e não o e-Visa), a minha liberação foi bem tranquila e rapidamente já estava fora do aeroporto, sendo recepcionada por uma pessoa que segurava uma plaquinha com o meu nome (Esse é o lado bom de fechar uma agência)

      No dia da chegada ainda deu para fazer um city tour com o carro da agência, com um motorista super querido e um guia, que me levou a Old Delhi, onde pude vivenciar o trânsito caótico típico da Índia.
      Também visitei um templo muçulmano bem conhecido em Delhi, o Jama Masjid, onde não é permitido entrar com celular, ao menos que você pague (ou tenha uma guia esperto hehe)

      Ainda passamos em uma loja de roupas onde comprei os primeiros trajes indianos. A receptividade dos lojistas é incrível, sempre oferecendo chás e garrafinhas de água mineral (Aceitava tudo, sem problemas).
      Depois do passeio, estava esgotada por causa da viagem e do Jet Lag. Finalizei o primeiro dia com um jantar indiano incrível no próprio Hotel (Fiquei hospedada no Novotel Aerocity – um conforto pós viagem cai bem)
      Partiu Taj Mahal (dia 3)
      Já no dia seguinte da minha chegada acordei bem cedo rumo à estação de trem de Delhi e parti com destino a Agra, cidade onde fica uma das maravilhas do mundo, o Taj Mahal.
      Confesso que fiquei um pouco perdidinha na estação de trem, cheia de plataformas e pouca informação. Mas mais uma vez a comodidade da agência me salvou: ticket impresso e um guia que acompanhou até a minha poltrona dentro do trem hehe.
      Adorei a viagem de trem, super tranquila, confortável e com um ótimo café da manhã a bordo. O preço bem acessível (em torno de 30 reais, convertido – se não me engano).
      Chegando em Agra, mais um guia me recepcionava com uma plaquinha escrito meu nome (gente, isso é vida !!! Ainda mais na Ìndia, com aquele tanto de gente )
      Foi o guia mais incrível de toda a viagem, pois além de super gente boa, ele que tirou todas as minhas fotos e sempre procurava o melhor ângulo hehe

      O Taj Mahal é realmente fantástico e toda a história envolvida é fascinante! Conseguimos entrar para visualizar de perto toda a estrutura e seus detalhes.

      Lá no Taj Mahal foi a minha primeira (de váaaaaaarias) abordagens me pedindo para tirar uma selfie. Eles achavam engraçado uma loira toda vestida com os trajes deles e eu tentei atender todas as fotos que me pediam e tirava com meu celular também (tenho um álbum só com as pessoas que me pediram fotos hehe)

      Informação Importante: O Taj Mahal fica fechado às sextas-feiras.
      Durante os outros dias, você poderá visita-lo ao longo do dia e também ao pôr do sol. O interessante é que dependendo do horário ele vai sair de uma cor diferente nas fotos, conforme o sol reflete no mármore. Acabei indo perto do horário do almoço.
      Saindo do Taj Mahal almocei em um restaurante muito bom, e segui o meu protocolo: Pedir recomendação ao guia ou ao garçom do prato mais pedido. Aceitar a recomendação e confirmar que sim, quero apimentado!
      Comi comida indiana em todos os dias da viagem, com toda a pimenta que tinha direito e não passei mal. muito pelo contrário, eu amava!!!
      Depois do almoço, segui para conhecer o Forte de Agra, a 2,5 kms de distância do Taj Mahal.

      O forte constitui-se numa cidade-palácio fortificada, e na mais importante fortificação do país. É um dos Patrimônios da Unesco e foi habitado por importantes personalidades e imperadores.
      De lá é possível ainda visualizar a beleza do incrível Taj Mahal.

      Depois dos passeios, fui para um Hotel em Agra, onde fiquei hospedada por uma noite (Hotel Four Points by Sheraton).
      Mais uma vez o jantar foi no próprio hotel, pela comodidade e por evitar sair sozinha a noite (o guia nos deixava por volta das 18-19hs). Mas as comidas dos hotéis foram todas incríveis !
      Os templos de Delhi (dia 4)
      Mais uma vez acordei beeeem cedo e peguei 3 horas e meia de estrada com o querido motorista de cabelo laranja que conheci no primeiro dia e voltei para Delhi.
      Fomos direto conhecer o templo Akshardham e infelizmente não é possível levar câmera e celular.  Infelizmente pois foi um dos lugares mais incríveis que visitei !!!! Ele é o maior templo Hindu do mundo, cheio de imagens, detalhes e foi construído em tempo recorde.
      Segue uma foto que peguei na Internet para ter uma noção da grandeza. Vale MUITO a pena a visita.

      Depois deste passeio, seguimos a outra parte de Delhi (mais trânsito) e conheci o Templo de Lótus,que recebe este nome pois a sua construção forma uma flor de lótus, tão famosa na India e um dos símbolos do Hinduísmo.
      Este templo é aberto à todos, independente da religião e serve como um lugar para meditação, além de ter um parque. Estava bem cheio, mas valeu a pena!

      Neste dia também conheci um templo Sikh (Outra religião da Índia, bem menos popular que a religião Hindu, que corresponde a mais de 80% da população)
      Fui muito bem recebida no templo Bangla Sahib em Delhi, com cantos de mantras e doce que te dão na mão na hora da saída. Como todos os templos, você entra descalço e neste ainda tem que lavar os pés antes de entrar, demonstrando respeito. Nós também temos que vestir lenço na cabeça para poder visitar o templo.
      Os Sikh’s são reconhecidos pelos turbantes na cabeça e longas barbas.

      Rumo à Rishikesh (dia 5)
      Mais um dia madrugando pela India, para mais uma viagem de trem, desta vez para Haridwar (cerca de 4 horas e meia de viagem).
      A viagem foi novamente muito boa e confortável, com café da manhã e almoço no trem. As estações que são meio bagunçadas, mas a facilidade de ter alguém da agência me acompanhando no embarque e no desembarque deixa tudo mais tranquilo.
      Depois do trem, mais 1 hora de carro por paisagens incríveis até chegar na cidadezinha que é a terra do Yoga na Índia. Estava super animada para conhecer o lugar mais esperado da viagem e sem dúvida foi amor à primeira vista!
      A cidadezinha é pacata, cheia de vacas pelas ruas e sem aquele trânsito caótico.

      No final do dia, fui acompanhar a cerimônia mais tradicional da cidade, que é um ritual do fogo na beira do Rio Ganges ao pôr do sol, acompanhado de cantos de mantras.

      Nesta cerimônia você pode fazer um Puja (oferenda) ao Rio Ganges (Ganga River, como é chamado na India).
      O ritual foi incrível e eu amei ter participado, fechando o primeiro dia nesta cidade com chave de ouro!

      Nascer do Sol nos Himalaias e Beatles (dia 6)
      Rishikesh me aguardava com uma dose extra de aventura e no dia seguinte após a minha chegada acordei às 4hs da manhã para me preparar para chegar ao templo mais alto da cidade (Templo Kunjapuri), localizado em cima de uma montanha a mais de 1500 mts de altitude.
      Próximo das 6hs da manhã, a luz do sol já começava a dar o ar da graça e da sua encantadora beleza.
      Foi uma experiência incrível ver o nascer do Sol em meio aos Himalaias, cantando mantras e vibrando tanta energia boa.

      Depois do espetáculo, uma celebração no templo e depois preparar as pernas para a descida!
      Foram mais de 5 horas de trekking descendo, descendo, descendo por quase 10 kms montanha abaixo. Tudo acompanhado por um guia incrível que contava com detalhes as histórias do local, dos deuses, da cultura e de toda a India. o guia ainda providenciou lanchinhos, bebidas e muitaaaa atenção!
      Passamos por vilarejos, povoados e vacas, muitas vacas.

      Até chegarmos em uma exuberante queda d’água onde era possível nadar.

      Cheguei no fim desta jornada quase sem sentir as minhas pernas, direto para o Ashram onde fiquei hospedada (falarei sobre esta experiência mais adiante). Tomei um banho, me troquei e já parti para mais uma parte do passeio, conhecer o Ashram onde os Beatles ficaram hospedados e que serviu de inspiração para a fase mais “zen” deles.

      Ashram é uma espécie de colônia espiritual onde as pessoas que ali se hospedam buscam algum tipo de evolução espiritual. Este tipo de hospedagem é mais simples, com atividades que podem incluir yoga e meditação, além de refeições comunitárias.
      Em 1968 os integrantes do Beatles se hospedaram no Ashram Chaurasi Kutiya, ficando em uma caverna de pedras onde buscavam os conhecimentos da Meditação Transcendental.

      Hoje o Ashram está em ruínas, mas ainda é um passeio bem interessante, pois tem inúmeras pinturas de artistas locais e a energia ainda permanece no local, que é lindo.

      Eis que acaba o ano (dia 7)
      Último dia do ano, aproveitando para curtir as atividades do Ashram onde fiquei hospedada. Já expliquei anteriormente do que se trata um Ashram e foi uma experiência incrível. Me hospedei no Parmarth Niketan, que é um dos principais de Rishikesh e fica com uma localização privilegiada bem em frente ao Ganges, onde ocorre a cerimônia ao pôr do sol. A experiência foi tão mágica que vai merecer um post dedicado à isso, até mesmo para explicar as diferenças entre um hotel, que são muitas (O Ashram é uma hospedagem mais simples, sem muito conforto)

      Acordei 5 e pouco da manhã para praticar Yoga às 6hs e depois apreciar um café da manhã no refeitório comunitário, onde tem pessoas do mundo inteiro com o mesmo propósito: evolução espiritual.
      Às 9hs o guia já me aguardava para irmos de moto cruzar a famosa ponte de Rishikesh e depois pegar um carro até uma caverna que também é um Ashram e onde se praticava meditação.

      Meditar nesta caverna (Vashishta cave) foi uma experiência e tanto e ao finalizar pudemos apreciar a beleza do Rio Ganges bem no “quintal” do Ashram.

      Foi ai que entrei no rio mais abençoado do mundo e fiquei horas contemplando toda a beleza!!!
      Nesta parte (norte) da Índia o Rio Ganges é bem limpo e cristalino, nada daquela poluição que se vê na televisão, conforme ele vai descendo para áreas mais populosas. E também não é nesta região onde tem as cremações dos corpos (isso ocorre em Varanasi, lugar que não conheci).
      Dá para entrar no rio sem medo de ser feliz e pedir toda a benção à ele!!! Se você ainda curte aventuras radicais, dá até para fazer rafting nesta parte do rio.
      Depois de tanta benção, segui para o centro da cidade, onde tem vários comércios e um estúdio de tatuagem que eu já estava paquerando pelo instagram, o Kalka Tattoo.

      Para fechar o ano com chave de ouro, fiz uma tatuagem no braço que tem tudo a ver com esta viagem: o símbolo do OM formando uma tromba de elefante, representando o Deus Hindu Ganesha.
      ANO NOVO !!! (dia
      Nada melhor do que começar o Ano Novo em Rishikesh, hospedada em um Ashram. No fim do dia de ontem ainda participei de um ritual do fogo lindo, cantos de mantra e uma “balada de Reveillon” para Krishna super animada!
      Porém dormi muto cedo, pois os dias estão sendo intensos e novamente acordei bem cedo para aproveitar o primeiro dia do ano.
      Segui para o Rio Ganges, que é de frente ao Ashram e levei comigo todos os meus Japamalas (uma espécie de terço indiano) para “benzer” no rio sagrado no primeiro dia do ano.

      Como se não bastasse tanta benção, ainda fui convidada para presenciar mais um ritual do fogo, bem menor do que os turísticos que havia presenciado nos dias anteriores. Ganhei um potinho de coisas para ir jogando na fogueira e fui mentalizando tudo aquilo que não queria mais comigo neste ano e fui queimando. Foi sensacional !

      Depois começa a correria para o aeroporto, pois eu já tinha passagem confirmada para Chennai, sul da Índia.
      Este voo atrasou pra caramba e não pude aproveitar praticamente nada o primeiro dia em Chennai, só descansar no Hotel, onde fiz uma massagem sensacional e tive um jantar incrível. (Fiquei hospedada no Courtyard by Marriott – um hotel bem confortável – Confesso que estava merecendo isso, pois estava esgotada de tanto acordar cedo e pelo trekking que fiz.  Já era também um preparo para a próxima etapa da viagem – a do curso – pois não teria luxo NENHUM – vai ter um post a parte depois sobre a estadia no Campus Universitário)
      Chennai (dia 9)
      O dia começou cedo desbravando Chennai, cidade ao sul da Índia.
      A princípio bem mais bonita e organizada que as visitadas anteriormente, mas sem grandes atrativos que me fizeram brilhar os olhos como as outras cidades. Também foi o lugar onde tive a guia (aqui foi uma mulher) menos simpática de toda a viagem. Juntando tudo isso, não gostei tanto de Chennai e nem tirei tantas fotos assim.
      Basicamente visitei:
      Basílica de São Tomé – Igreja católica onde São Tomé está enterrado.
      Umas galerias que são museus – O mais interessante foi a galeria de bronze, com várias estátuas das representações dos deuses Hindus.
      Templo de Shiva (Este nem estava na programação da guia meio sem graça). Fui por conta e foi o lugar que mais adorei. cada detalhe do templo é impressionante. Detalhe que dentro do templo não é permitida a entrada de pessoas “não hindus”.

      Pausa para um curso (dia 10 ao dia 19)
      Embarquei em um ônibus para uma Universidade a cerca de 2 horas de distância de Chennai. Nos próximos 10 dias ficaria hospedada em um dos Campus desta Universidade para um curso chamado “Jornada da Abundância”, que foi uma experiência única!
      Foram tantas vivências, emoções e acontecimentos nesta parte da viagem que merece um relato a parte.
      Acompanhe o próximo post “Relato de 10 dias na Oneness University – Jornada da Abundância”

      Fechando com chave de ouro (dia 20)
      Já havia comprado as minhas passagens antes mesmo de saber que iria fazer o curso e como a volta estava programada por Mumbai, foi lá que passei o último dia da viagem e eu AMEI a cidade.
      A “cidade que não dorme” me encantou demais, apesar do pouco tempo que tive para visita-la, conhecendo apenas os pontos principais, como:
      Portal da India, que é um monumento criado no período colonial britânico, onde desembarcavam as personalidades que chegavam ao país.

      Em frente ao portal, tem um hotel super luxuoso e centenário, o Taj Mahal Palace & Tower.

      Também fiz um passeio de carro bem legal com o guia, que foi fantástico! Notei grande influência britânica nos prédios e construções de Mumbai, como mostra a foto da estação de trem da cidade. (O show de luzes é um espetáculo a parte)

      Já tinha o voo programado para as 5hs da manhã no aeroporto de Mumbai, então aproveitei as últimas horas da viagem fazendo uma massagem incrível com direito a um banho delicioso em um hotel (Não precisei me hospedar para poder contratar estes serviços, então foi ótimo) e apreciei o meu último jantar indiano na Índia (essa parte vai fazer muita falta!!!)
      Revigorada para mais um voo de mais de 20 horas.
      Resumo da viagem
      A Índia que eu conheci foi uma Índia bem diferente daquela Índia negativa que me falavam antes da viagem.
      Desde o primeiro dia me alimentei 100% com comida indiana e vegetariana e não tive nenhum “piriri”. Aceitei chá de várias lojas, templos e de onde mais me ofereciam e também não tive nenhum contratempo.
      Dá para usar qualquer banheiro tranquilamente desde que você tenha em mãos um “kit higiene”, com papel higiênico, lencinho ou álcool gel.
      Não vi nenhum rato na rua nem fui atropelada. Muito menos violentada.
      Optei por me vestir com roupas indianas, mais folgadas e que não marcam tanto o corpo. Também tinha sempre comigo um guia local, o que me fez sentir segura 100% do tempo.
      Optei por andar de trem e não de avião quando era possível, para absorver mais os costumes locais. Entrei no clima em diversas situações, andava de “pin” na testa, dava beijo em vaca e entrei no Ganges.
      O meu objetivo nesta viagem era de crescimento pessoal, auto conhecimento e imersão na cultura. Cumpri todos os meus objetivos e sai de lá muito melhor do que cheguei.
      Se eu recomendo a Índia? Sem sombra de dúvidas, SIM
      Se eu voltaria? Não vejo a hora! Principalmente para Rishikesh, que eu amei.
       

      Precisa de agência? Se você é mulher e está indo sozinha, talvez isto te faça se sentir mais segura como eu me senti. Foi a minha primeira experiência contratando agências e confesso que isso me passou uma certa tranquilidade. Não sei se seria tão tranquilo embarcar nas estações de trem sozinha ou percorrer alguns trajetos que percorri. Em uma situação estava sem o guia e sem o carro e tive que recorrer sozinha a um Tuk Tuk e foi bem mais difícil do que foi na Tailândia, por exemplo.
      Também foi minha primeira experiência com guias locais e foi incrível. Eles me passaram conhecimentos riquíssimos sobre o país, a cultura, o povo, os costumes. Informações que eu jamais teria obtido sem nenhum auxílio nesta parte.
      Quem quiser informações sobre a agência, ficarei honrada em responder através dos seguintes canais:
      www.mochilandosozinha.com.br
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      Instagram @mochilandosozinha
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