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Samarah

Do Egito a Israel

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Gente, alguém já fez o trecho Egito a Israel de ônibus? Sabe mais ou menos quanto deu ou se está de boa fazer?

Achei alguns relatos mas as informações estão confusas!

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    • Por rafa_con
      Olá viajantes!
      Esse vai ser meu primeiro relato oficial aqui no fórum. Eu costumava ter (ou tenho?) um blog de viagens pra escrever minhas experiências, mas sinto que será mais útil se eu escrever aqui. Acabei escrevendo algumas várias páginas e já peço desculpas de antemão.
      Mas vamos aqui ao que interessa! Egito. Li muitas coisas (até um pouco assustadoras) aqui no fórum sobre o Egito e deixo aqui um agradecimento especial para a usuária deborah.wakin que tem um relato completíssimo sobre o país e foi por indicação dela que fique no Dahab Hostel e comprei todos os passeios com eles!
      INTRODUÇÃO
      Antes de qualquer coisa, quero falar que essa foi a viagem mais difícil que eu já fiz. Assim, eu não sou uma viajante tãããão leiga, já tinha visitados alguns países, inclusive mulçumanos, como a Turquia e os Emirados Árabes. Além disso, eu costumava viajar sozinha, mas casei o ano passado e essa foi a primeira viagem que fiz acompanhada, no caso, com o meu marido. Aliás, foi a primeira vez que ele saiu do Brasil (eu não peguei nem um pouco leve, né?) Massss... Foi o maior choque cultural que tive na vida e lidar com o povo egípcio não foi NADA FÁCIL PARA MIM. Eu acho que não tava preparada psicologicamente e principalmente, devido as inúmeras coisas ruins que li sobre, eu fui já com um preconceito estabelecido e isso prejudicou bastante a experiência.
      CUSTOS
      De forma geral foi o seguinte, a passagem aérea para duas pessoas ficou em R$ 7.957,52 pela Emirates.
      Levei US$ 1.450,00 e paguei tudo por lá. Não usei cartão de crédito e ainda teria sobrado umas 100 doletas. Se você entrar no site do Dahab Hostel (http://www.dahabhostel.com/) lá já tem o preço para todos os passeios (que já devem ter sido atualizados por que já faz um ano) no mais, o que eu for lembrando de valor, vou colocando aqui. Por exemplo, me lembro que a cotação estava 1 dólar para 18 liras egípcias (LE). E também me lembro que a cotação era a mesma em todos os lugares, só dentro do navio do Nilo que era um pouco mais cara.
      ROTEIRO
      11/Out/18 – Chegada no Cairo, check-in.
      12/Out/18 – Pirâmides, Saqarah, Dashur
      13/Out/18 – Khan El Kalili, Trem para Aswan
      14/Out/18 – Templo de Isis, represa de Aswan
      15/Out/18 – Abu Simbel, embarque no Cruzeiro do Nilo
      16/Out/18 – Kom Ombo, Edfu
      17/Out/18 – Luxor, vôo de balão, Vale dos Reis, Templo Hatshepsut
      18/Out/18 –  Templo de Karnak e Templo de Luxor, ônibus para Dahab
      19/Out/18 – Chegada em Dahab, descanso, de madrugada partida para o Monte Sinai
      20/Out/18 – Subida ao Monte Sinai, assistir ao nascer do sol. Volta para o hotel e descanso.
      21/Out/18 – Blue Hole, ônibus para o Cairo
      22/Out/18 – Chegada no Cairo pela manhã, Khan El Kalili e Voo de retorno na madrugada para o dia 23
      TEMPERATURA
      Eu fui em Outubro. Estava bem quente (mas poderia ser mais quente). Pegamos aí temperaturas entre 25 (a noite) a 38 graus (de dia). Então busque roupas leves, mas que cubram bastante o corpo pra não atrair muitos olhares. Aquelas calças de malha bem larguinhas são uma boa pedida.
      COMIDA E BEBIDA
      Eu tenho um paladar extremamente infantil, mas vou descrever mais ou menos o que se come em cada refeição:
      - Café da manhã: café com leite, pão daquele tipo árabe, feijão (beeeeem temperado), uma espécie de cream cheese e salada.
      - Almoço: arroz, katfa, frango assado, o mesmo pão árabe, salada, homus.
      - Jantar: a mesma coisa do almoço, ou fast food, ou coisas tipo shawarma, kebab, etc.
      Achei bem curioso eles comerem feijão no café da manhã e arroz como item de almoço ou jantar. Perguntei pra Selvia, uma moça que trabalhava no Hostel, “vocês já pensaram em comer feijão com arroz?” e isso foi seguido de uma cara de nojinho da parte dela HAHAHAHA que coisa não?
      Desnecessário falar que você precisa ter água com você o tempo todo né? É, então tenha água com você O TEMPO TODO. Mas ao mesmo tempo, se for fazer algum percurso de ônibus, lembre-se que não tem banheiro.
      CHIP DE CELULAR
      Não compramos. Talvez teria sido necessário sim, mas achamos algumas boas pessoas no nosso caminho que nos ajudaram. No mais, usamos apenas o wi-fi dos hotéis ou restaurantes.
      ASSÉDIO, NEGOCIAÇÕES E BARGANHAS
      O Egito é um país pobre. Quando o cara vê um turista ele vê ali também uma chance de ganhar dinheiro. É triste o desespero deles, mas ao mesmo tempo uma importunação para nós. Em cidades pequenas e turísticas, como Luxor, é quase impossível andar na rua em paz sem que muitas pessoas tentem te vender alguma coisa.
      Além disso, quando for comprar qualquer coisa é preciso suspeitar de primeira se aquele preço é justo. Muitas vezes eles triplicam o preço para turista, mesmo numa garrafa de água. Tem que ter muita, MAS MUITA paciência para lidar com essas situações. Outra coisa bem chata é que em nenhum lugar, nem em loja, nem em mercado, eles colocam os preços das coisas. Isso que ferra porque a pessoa pode por o preço que quiser quando você for pagar.
      TRANSPORTES
      No Cairo usamos apenas Uber (o pessoal do Hostel que chamou pra gente) e táxi (antes de entrar o táxi já mando o preço que quero pagar pra não ter surpresa e repito mais umas 5 vezes o preço pro cara entender bem o quanto vou pagar). Entre as cidades usamos trem e ônibus. Ônibus pode ser uma ótima ou uma péssima ideia (veja o relato do percurso entre Luxor e Dahab). Além disso, os ônibus não têm banheiro, você precisa usar nas paradas que ele fizer.
      GORJETAS?
      É... Então. Eu tinha lido muitos relatos aqui sobre essa ‘cultura’ e isso era o que mais me atormentava. Eu já cheguei no país com uma barreira com qualquer um que chegasse perto de mim achando que ia pedir dinheiro por qualquer mínima coisa. Eu fiquei com um preconceito tão grande que passava mais tempo preocupada se alguém ia querer me extorquir de alguma forma do que curtindo a viagem em si.
      Sim, tivemos algumas situações chatinhas, mas elas foram bem menos do que eu esperava. Eu podia ter ido mais tranquila. Devia ter me preparado mais mentalmente, devia ter feito muitas coisas, mas não fiz. E isso definitivamente prejudicou a minha experiência como um todo. Meu conselho é... Não seja como eu 🤦‍♀️
      ENTRADA NO EGITO (VISTO)
      Uma preocupação sobre a viagem foi o visto. Se você entra em contato com a embaixada eles dizem que você deve mandar o passaporte POR CORREIO COM DINHEIRO DENTRO DO ENVELOPE PARA PAGAR O VISTO E OS CUSTOS DE SEDEX. Isso pra mim foi absurdo num nível que nem sei explicar. Mas aqui no fórum e em outros lugares, muita gente falava que dava pra comprar o visto lá no aeroporto, na chegada. Pra confirmar essa info, um tempo antes da viagem fui até o aeroporto de GRU (moro perto) perguntar no check-in da Emirates o que precisava para embarcar pro Egito. Eles falaram que só o passaporte mesmo e tirava o visto lá. Então fiquei mais tranquila e foi isso que aconteceu.
      Chegando lá no Cairo é o seguinte, antes de passar pela imigração tem uns guichês de bancos. Qualquer um deles vende o visto, na época, custava 25 dólares pagos em espécie. É bem simples essa transação. Passamos pelos guichês da imigração também até que tranquilo, mas na saída deles tinha um cara que parou a gente. Daí lá vamos nós... Sim, eles encanam com a galera sul americana. Encontrei outros brasileiros e colombianos por lá que passaram pela mesma coisa. Primeiro um chá de cadeira básico. Daí vieram algumas perguntas clássicas e o fato de sermos casados no papel deixou eles bem surpresos. Depois, levam a gente prum espaço aberto por ali mesmo no aeroporto e abriram as nossas malas, fuçaram em absolutamente todos os bolsos e roupas e necessaires, depois levaram a gente pra uma salinha (mulher vai com mulher e homem com homem) faz a gente ficar semi-nu e ainda a moça pediu pra eu agachar pra ver se não tinha nada no fiofó. Na boa, nunca tinha passado por isso e fiquei indignada. Achei bem humilhante. Mas no geral estávamos bem calmos e não tínhamos nada a esconder. Duas horas depois, fomos liberados.
    • Por _Julia
      De todos, um dos eventos mais impressionantes que presenciei durante minha estadia em Israel foi o show das luzes. Não estou falando do show que acontece durante à noite na Torre de David, o Night Spectacular, mas de um que toma a Cidade Velha INTEIRA. 

       
      O Festival das Luzes acontece durante as noites de verão, em junho e julho, e é simplesmente imperdível se você estiver em Israel na época.
      São montadas árvores e flores gigantes no lado de fora das muralhas e, nelas, são exibidas imagens que se movimentam. Dentro dos portões, músicos tocam harpas e, nas ruas de dentro, tocam seus instrumentos vestidos com coletes que lembram vagalumes.
       

       
      Em cada parede, um tema diferente é projetado: de líderes de Israel  à águas-vivas coloridas penduradas em sua parte mais alta.
        
      Para você não se perder na cidade já escura, iluminada apenas pelas atrações, mapas com as principais atrações são distribuídas em hebraico, árabe e inglês. 
      O melhor de tudo é que o evento é totalmente de graça e aberto ao público! 
      De acordo com o site do evento, ele acontece entre 20h e 23h nos dias normais e entre 21h e 00h no shabat (sábado). 

      Site do evento: https://www.lightinjerusalem.com/
      Vídeo promocional: 
      Portão de Damasco na edição de 2014:
       
      obs.: perdão pelas fotos... a qualidade da câmera e a paciência da fotógrafa não era das melhores... no youtube e no site do evento dá para ter uma noção melhor do quão incrível o festival é. 
    • Por _Julia
      Olá! Meu primeiro relato de viagem vai ser sobre Jerusalém, cidade onde morei por alguns meses.
      Como não sou uma pessoa religiosa, antes de ir, e até mesmo lá, fiquei caçando dicas do que fazer na cidade, e vi que a maioria era de turismo religioso. Acredito que muita gente também não tenha essa prioridade no roteiro, então resolvi fazer algo com um foco novo. Então, como dizemos em hebraico: YALLA!
      Como estava no bairro de Ramot, o meu ponto de partida basicamente era a Tachaná HaMerkazit, literalmente Estação Central. Nela, você pode comprar chip de celular na loja Bug (o símbolo é uma joaninha), comer, fazer seu Rav Kav (o RioCard da cia de ônibus Egged) e viajar para várias cidades dentro do país. 
      Site da Egged: http://www.egged.co.il/HomePage.aspx
      No lado de fora da estação, no outro lado da rua, tem um prático VLT, que viaja para dois sentidos: Har Herzl (Mount Herzl) ou Heil HaVir. Dividi os pontos de interesse de acordo com cada um deles.
      .
       
      Mount Herzl: São dois os principais pontos turísticos: o cemitério homônimo e o Yad VaShem, o Museu do Holocausto. Um fica literalmente ao lado do outro e dá para visitar gratuitamente os dois no mesmo dia. O cemitério do Mount Herzl é o cemitério nacional de Israel. Nele, estão enterrados personalidades como a maioria dos chefes de Estado e governo do país, o pai fundador do sionismo - o próprio Herzl -, vítimas do terrorismo, soldados mortos durante as guerras e até os que perderam suas vidas lutando pelos exércitos britânico e soviético durante a Segunda Guerra Mundial. O lugar é lindo, silencioso, calmo e cheio de monumentos. 

      Túmulo de Theodor Herzl. 
      O Yad VaShem dispensa explicações. Apesar de pesado, acredito que deve ser uma visita obrigatória. O complexo é bem grande, contendo não apenas o "museu principal", mas o lindo e triste memorial das crianças, a avenida dos Justos Entre as Nações, monumentos às comunidades judaicas europeias, à resistência e o hall onde fica a chama eterna, cercada pelos nomes dos campos de extermínio cravados no chão em hebraico e em inglês. 

      Heil HaVir: são muitos rsrsrs Se quiser andar mais um pouco e explorar a cidade, desça na Machané Yehuda, o shuk. É simplesmente incrível a quantidade de produtos frescos, restaurantes, aromas e cores. Quinta e sexta ela fica LOTADA e fica fechada durante o shabat. 

      Doces árabes no Machané Yehuda. 
      Siga andando pela Reehov Yaffo, ou a Jaffa Street. Há várias lojas, pedestres e ruas interessantes. Uma das mais famosas é a clássica Ben Yehuda. Aproveite para almoçar na rua de cima, a King George. No outro lado da calçada, tem um podrão chamado HaMelech Falafel ve Schawarma, literalmente O Rei do Falafel e do Schwarma. É barato e gostoso. Se quiser uma opção mais turística - e cara - coma no Moshiko que fica bem na Ben Yehuda. 
      Continue pela Yaffo e passe pela prefeitura, atravesse a rua e pronto: você chegou no portão de Jaffa. Ele dá acesso aos bairros muçulmano (siga em frente) e ao armênio (à direita) e você de quebra dá de cara com a Torre de David (de preferência vá a noite nela! Tem um show de luzes lindo que conta a história da cidade https://www.tod.org.il/en/the-night-spectacular/).
      Ambos os bairros são incríveis, mas a calmaria e o artesanato dos armênios me conquistou de primeira. O muçulmano é mais caótico e você se torna mais passível de assédio comercial por parte dos vendedores das lojas de artefatos e souvenirs, algo que enche mais o saco. Ele é consideravelmente mais movimentado também. 
      Siga as placas - ou o fluxo - e chegue ou no Muro das Lamentações, acessível pelos dois bairros mencionados, ou ao Santo Sepulcro. A entrada de ambos é gratuita e os dois são lotados, mas lindos e obrigatórios. 
      Ainda sobre os bairros, há o católico e o judaico, que também são bons para bater perna e admirar. 
       
      Mapa da Cidade Velha 
      Esplanada das Mesquitas: só consegui ir uma vez, e de forma rápida. Sugiro que vá vestidx adequadamente (mulheres cobrindo os ombros, a cabeça e as pernas - e isso vale para o Muro das Lamentações tb) e verifique os horários (cuidado com o Ramadã e as preces).
      Outro lugar interessante é a Ir/Cidade de David: fica no lado de fora da cidade velha murada e onde tem cisternas subterrâneas acessíveis para  o público. Recomendo bastante! Menos para os claustrofóbicos. 
      Também do lado de fora da cidade murada é Mamila: fica no lado de fora do portão de Jaffa. É um shopping com marcas de grife a céu aberto, bem lindo.
      Há lugares acessíveis de ônibus que são incríveis também: o Museu de Israel, o Knesset (Parlamento) - precisa agendar horário para visitas internas - e até o zoológico bíblico. Desses, eu acho o Museu de Israel o mais incrível. O acervo é gigante, principalmente se tratando das comunidades judaicas ao redor do mundo: do Suriname à Índia há até sinagogas replicadas. site: https://www.imj.org.il/en verifique nele os dias de gratuidade. Se não me engano, é as quintas. 
       
      Sobre comidas: Israel é um país CARO, mas há opções mais em conta. 
      COFIX, OU COFIZZ: qualquer uma das duas vende quase tudo por 6 NIS. A comida é boa, é servida rápida e take off. Ou seja, um café da manhã com um ice (o tradicional e febre é o ice coffee, mas tem de morango, chocolate, maracujá, baunilha…) e uma focaccia sai por 12 NIS. É barato, bom e alimenta. Lá vende também refeições prontas. 
       
       
      Falafel & Shawarma: não passa dos 30 NIS e a maioria vem com um refrigerante. Vende por todo o país, principalmente nos shuks. É literalmente a marca registrada de Israel.

      Um clássico shawarma 
      Outros lugares bons, mas nem tão baratos: as sorveterias Aldo e Ketsefet (essa fica na Ben Yehuda e vende outros doces, como crepe), o Aroma, a hamburgueria Burgers Bar e a padaria sensacional com uma inconfundível fachada vinho Maafe Neeman (מאפה נאמן). 
      Sobre casa de câmbio: ou eu sacava nos vários ATM disponíveis na Machané Yehuda, ou trocava os euros (sempre dou preferência aos euros por causa das escalas na Europa) nas casas de câmbio perto da Ben Yehuda. 
       

       
    • Por Taciana Soares
      Oi! Estou em Poa e queria fazer um bate e volta para São Miguel das Missões. Tá valendo agência de turismo, também!
       
      Alguém sabe como chegar lá?
    • Por silvio alpendre
      Ao final de fevereiro de 2019 minha esposa e eu decidimos mergulhar no Mar Vermelho e passar por Luxor e Cairo.
      Uma operadora de mergulho de São Paulo cobra, sem o aéreo, taxa do parque e caixinha, aproximadamente U$ 3.500. Mas estão incluídos os hotéis, traslados e guias para Luxor e Cairo.
      Fizemos as contas e para nós o valor é muito alto. Nunca digo que é caro. Viajar em grupo tem suas vantagens e seu preço, o qual nem todos podem ou estão dispostos a pagar.
      Diante disso começamos a planejar a nossa viajem,
      Contatamos a equipe Rojo Dive Safari (RDS). Trata-se de um casal de espanhóis (Rebeca e Charlí), apaixonados incansáveis pelo mergulho,  proprietários do barco VitaXplorer. https://www.rojodivesafari.com/  Zap Zap 34 910 851702.  Nosso sobrinho conheceu essa empresa numa feira da PADI, em Madri, no início de 2018.
      A rota mais indicada para a primeira viagem ao Mar Vermelho (lado egípcio) é a Norte+Ilhas Brothers. Foi o que nos disseram e acho que é fato.
      A Rebeca (RDS) foi muito prestativa. A meu pedido ela tentou fechar os nossos passeios no Egito. Mas como demoraram a responder para ela, acabei fechando com o Faty. Não obstante , ela contratou todos os traslados (Hurghada, Luxor e Cairo), os quais foram controlados a distância por uma pessoa de sua equipe desde Hurghada, e me passou os hotéis comumente reservados pelos turistas/mergulhadores em Hurghada, Luxor e Cairo.
      Aqui no Mochileiros obtive o contato do guia Faty (WhatsApp 20 100 1982074). Ele fala Português. Mas a sua contratação não garante que ele será o seu guia. Mas se você quer alguém que fale português, por exemplo, se ele não puder acompanhar, ele arrumará um guia que falará português.
      Não foi o meu caso, mas vale pesquisar com o Faty as hospedagens no Cairo. Ele pode arrumar bons hotéis num preço melhor do que arrumamos nos aplicativos. O cara pode acertar todo o terrestre no Cairo. Ele nos arrumou um guia em Luxor que falava castelhano.
      Nossos hotéis em Hurghada, luxor e Cairo eram espetaculares. No Cairo procure um hotel no centro. Não se hospede próximo das pirâmides, caso você planeje ficar mais do que uma noite.
      Nosso roteiro:
      São Paulo - escala Lisboa - Madrid (4 noites-ninguém é de ferro) - Hurghada (partimos de carro) - Luxor(chegando de carro) - Cairo - Madri (2 noites) - Lisboa(escala) - São Paulo.
      Conseguimos pegar uma super promoção da TAP com pouco tempo de escala em Lisboa.
      A parada em Madri pode ser considerada para fazer umas comprinhas na Casco Antiguo (https://www.cascoantiguo.com/es/buceo/). Dá vontade de comprar tudo. Os preços são imbatíveis. Caso seja o seu caso, sugiro entrar em contato antecipadamente para reservarem o que você deseja. A loja fica próximo a uma estação de Metrô o que facilita a visita. O pagamento pode ser feito em dinheiro ou cartão. Só fique atendo para o horário da siesta.
      Foi o que fizemos.
      Quanto gastamos? Nós dois,  aproximadamente, o valor de um viajante por uma operadora de mergulho.
      Valor por pessoa, em euros: 860 (barco) + 85 (taxa do parque) + 60 (caixinha recomendada mas não obrigatória).
      Hotéis. Reservados pelo Hoteis.com 
      Aéreo: TAP e Egypt Air
      Guia: Faty (tudo tratado pelo zap zap)
      O barco é fantástico. A equipe espetacular. A semana passou voando. A Rebeca e o Charlí eram os guias. Os caras mergulham até o talo. Fizemos vários mergulhos com mais de 60 minutos. Por eles fica-se o tempo todo embaixo d'água (rsrsrsrs).
      Vale lembrar que eles são muito rigorosos com a segurança. Para aproveitar ao máximo é importante que a pessoa tenha experiência, certificação Avançada e Nitrox. (O curso de Nitrox pode ser feito com eles, na nossa turma três pessoas fizeram sem prejuízo dos mergulhos). O curso avançado também pode ser feito, mas não sei se não haveria algum prejuízo nos mergulhos.
      Se possível  não vá na alta temporada de mergulho. Fomos em maio, água de 24 a 26 graus, fria, mas com uma roupa de 5mm não passa nada. Temperatura do ar agradável durante a navegação e o mais importante: poucos mergulhadores. Na alta temporada chega a juntar 30 barcos num único ponto e como cada barco tem de 20 a 24 mergulhadores....é de arrepiar.
      Na parte terrestre (Luxor e Cairo) tudo transcorreu super bem. Em Luxor o calor foi implacável. No Cairo a temperatura era mais baixa e ganhamos uma brisa durante toda a nossa estadia o que ajudou bastante nas nossas caminhadas noturnas pela cidade à procura de uma heyneken (achamos no Café Riche). 
      Caminhamos tranquilamente nas ruas de Hurghada, Luxor e Cairo. Por vezes éramos assediados por vendedores, mas nada que um turista não esteja acostumado. 
      Hotéis:
      Hurghada: Hurghada Marriott Beach Resort (fica junto à marina de onde o barco atraca)
      Luxor: Steigenberger Nile Palace Luxor Hotel
      Cairo: Kempinski Nile Hotel Cairo
      Meios de pagamento: Levei euros, dólares e cartão. O barco e o guia foram pagos em euros e dólares, respectivamente. No Egito o câmbio é feito por caixas eletrônicos facilmente encontrados. No Cairo, não sei pq, a máquina que ficava no hotel não fazia o câmbio mas a recepção fez pela mesma taxa.
       
       
       
       
       


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