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Diogo Rodrigues

Cachoeira do Jamil - Praia e Cachoeira em SP capital (fotos e vídeo)

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Visitei a Cachoeira do Jamil, em São Paulo (capital). Ela está em uma propriedade particular, e é cobrada uma taxa de 25 reais para o acesso. Pode-se também acampar, pagando 50 reais.

Vídeo da Cachoeira do Jamil:

Saí de São Bernardo, e segui as orientações que os proprietários me passaram por whatsapp. Segui até a Marginal Pinheiros, e de lá coloquei no GPS “Cachoeira do Jamil”, pois se colocasse direto daqui, ele iria indicar um caminho muito mais difícil.

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dsc0309.jpg

Você anda muito, pega trânsito, muito farol, e bairros residenciais. Depois entra na estrada de terra, e o mais indicado é ir pela 2ª opção de estrada, que está melhor para o carro. Aí você atravessa trilho de trem, uma subida cheia de pedras que foi difícil fazer o carro 1.0 passar, mas descendo todo mundo do carro, e deixando ele mais leve, subiu.Na entrada o próprio Jamil te dá um “termo de responsabilidade” (um caderno que você assina seu nome, e explica que é perigoso entrar na água em alguns lugares, e fala da correnteza. Já ouvi relato de mortes ali. dsc0384.jpg

dsc0305.jpg Chegamos bem cedo, e ela estava praticamente vazia, e tive uma surpresa com o tamanho de uma queda. O que também impressiona é como a paisagem da cachoeira parece ter saído de algum outro país, como Canadá ou Estados Unidos, pois o entorno da cachoeira é repleta de Pinheiros. A trilha dura uns 20 minutos, e indo até o final dela, chega-se a uma prainha, que é uma parte que o rio fica mais calmo, e tem um espaço maior para nadar. Ali realmente parece uma praia, pois tem uma faixa de areia para ficar. Na minha opinião, a trilha sendo curta, e com as “regras” dos proprietários, a cachoeira só é legal de ser visitada enquanto está vazia, pois depois chegou muita gente com churrasqueira, e uma família levou uma caixa de som enorme, fazendo um barulho que me deu vontade de ir embora. dsc0322.jpg

dsc0311.jpg

A trilha e a cachoeira são bem limpas. Existem avisos de levar seu lixo em todo lugar, mas quando ela fica lotada, o lixo começa a aparecer. Como lá só pode ser visitado em fim de semanas, provavelmente durante a semana eles fazem uma limpeza. Dá para chegar de transporte público, mas você vai andar bastante. Viajar me fez perceber que todo local tem seus atrativos, inclusive com natureza.

E São Paulo tem vários assim.
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    • Por Carlosfuca
      Cachoeira da Usina Capivari via Jamil - Marsilac - SP

       
      Ainda é verão na parte sul do hemisfério, e por ser a estação mais quente consegui pegar um dia típico de verão, ainda tive a sorte de não contar com as pancadas de chuva à tarde. Digo sorte principalmente devido a uma parte da trilha ter que ser cruzada pelo leito do rio e se chovesse aumentaria o nível d'água.
       
      O plano era basicamente conhecer e acampar na Cachoeira do Jamil e no dia seguinte ir pra Cachoeira da Usina, ambos em Marsilac, distrito de Parelheiros. Perdi um dia para resolver algumas coisas que estavam pendentes então ao invés de dois dias e meio, tive um dia e meio. Mas correu tudo tranquilo, aproveitei em um dia pra ir aos dois destinos e retornar ao camping pra descansar.
       
      Cachoeira do Jamil
       
      A Cachoeira do Jamil é na verdade um complexo com cachoeira, corredeiras e conta ainda com uma prainha bem tranquila no final da propriedade. De infraestrutura bem simples, com ar típico de interior e paisagens belas, o camping é um bom lugar pra contemplar a natureza na paz.
       
      Por volta das 09h00 de uma terça-feira, fui recepcionado pelo Jamil e após as apresentações fiquei sabendo um pouco da história do local e um pouco do que já ocorrera por ali. Na minha estadia por lá fui bem recebido e fiquei de boa até umas 13h00.
       
      Pra chegar no camping eu desci no final do ônibus "6L05-Barragem" que saiu do Terminal Parelheiros. As 07h30 comecei a caminhada depois de ter comido um lanche no bar de esquina bem de frente onde desci, abandonei o asfalto pra já se ter uma estrada de terra e após duas placas indicativas das cachoeiras e antes de passar a terceira placa virei a direita pra seguir por uma estrada bem mais 'tranquila' por durante uma hora até sair na linha da EE sorocabana que vai pra Santos. Ao chegar nessa ferrovia, segui sentido a estação Evangelista de Souza (desativada), antes de chegar na estação virei a esquerda e após uma subida de 10 minutos vi mais placas indicativas dizendo faltar apenas 2km até a cachoeira do Jamil. A partir daí foi só seguir as placas sem erro. É sempre bom levar um mapa junto.
       
      Cachoeira da Usina
       
      Já sem muito peso nas costas, mas sob um sol forte comecei minha caminha pelos trilhos do trem, no mapa apontava em torno de 7km até a cachoeira. De início um pouco de receio e também dificuldade pra se acostumar a andar pelos trilhos, coisa que depois de 15 minutos já estava bem apampa, só bem atento onde eu pisava. No inicio teve alguns acostamentos, mas logo se acabou e teve que ir pelos trilhos mesmo. A paisagem é sem palavras, um contraste muito loko entre os trilhos e as arvores, até quando se passava algum trem de carga era bacana, apesar de fazer um baita barulhão e ter vagão que não acaba mais. Após passar a primeira ponte tinha um pessoal trabalhando na manutenção do trilhos, passei rapidamente deixando um breve salve.
       
      Depois de uns 40 minutos a caminhada se torna cansativa, pois o sol tava rachando, mas foi questão de 10 minutos e cheguei no inicio da trilha (foto 9), quando se avista a parte direita do túnel já se vê a trilha à direita com um corredeira ao lado. Um pouco antes teve uma placa dizendo que faltava 200 metros para chegar no túnel, ao avistar essa placa já fiquei atento.
       
      Depois de me embocar na trilha a sensação foi demais, trilha bem batida e um ar bem típico da serra do mar, um frescor tomou conta do corpo e o fôlego renovou. Eu pensava a todo momento de como estaria o rio que eu teria que cruzar mais à frente. Foi coisa de 20 minutos e chegou a hora da ponte, por cima não dava pra passar então fui por baixo mesmo, algumas cordas ajudavam a travessia que apesar de perigosa foi tranquila. Agora, o risco de escorregar ali é bem visível, atravessei no cagaço e depois que atravessei fiquei pensando na volta que não poderia chover rs.
       
      Logo fui passando por uma casas abandonadas, após passar por uma clareira pra acampar, segui a trilha da esquerda, o som do rio já estava a mil e de primeira já presenciei algumas quedas, uma delas parecia ser uma barragem e as outras naturais. Fui seguindo o leito do rio pelas rochas com muita cautela, pois escorregar ali é risco de morte na certa. A tranquilidade do canto dos pássaros teve espaço para o alto som das águas do rio capivari, bem forte!
       
      Ao chegar no topo da cachoeira o visual era esplendido, olhar aquela baita queda de lado formando um arco-iris bem lá embaixo onde as águas batiam com toda agressividade natural nas rochas, foi a recompensa de todo o esforço. Ao visualizar a natureza de frente tem todo panorama da paisagem local com diversos picos arborizados.
       
      Fiz a pausa pra um lanche e pras fotos. Voltei e fui pra outra trilha e ao enxergar a cachoeira por uma fresta me contentei e evitei de descer a trilha aquela tarde, já fica uma pedida pra próxima. Pois a pressa ali poderia causar um escorregão e sozinho ali seria difícil se recuperar. E sempre o receio da chuva que por sorte não veio.
       
      Na volta fiz o mesmo caminho, foi tudo sob controle, só o cansaço que veio então diminui o ritmo e fiz mais paradas de descanso. Esse lugar com certeza foi uma aventura bem bacana, pretendo voltar mais vezes, pois querendo ou não moro aqui no extremo sul da cidade de São Paulo. Sim, tudo isso foi em sampa ainda.
       
      Preços: Condução ida e volta- R$07,60 / Camping R$30,00
       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

    • Por Raffa
      Fim de semana em Sampa, nada programado. Marcamos de acampar no Jamil e ir na Cachoeira da Usina no Bairro da Barragem em São Paulo. Sim, é São Paulo. Já fui duas vezes (agora é a terceira) e não conhecia o Jamil. Missão cumprida. Agora é retornar para lá e fazer a travessia até Itanhaém.
       
      Nadamos nos últimos rios limpos de São Paulo: Monos e Capivari.
       
      Saímos as 7h da manhã do metrô Vergueiro e seguimos via 23 de maio, Teotonio Vilela, até Parelheiros aonde pegamos a placa sentido Barragem. Depois virou estrada de terra, pegamos um caminho diferente, passamos por varios buracos e o Minduim mandou bem com a Atoladinha (Kombi).
       
      Chegamos na propriedade do Jamil por volta das 10h da manhâ (paramos antes no supermercado). Lá estavam o Paraná e o Sr. André caseiros. A Dani minha amiga que trabalha com a recepção e visitas não estava. Liberaram a gente, montamos as barracas embaixo de um telhado, tinha banheiros, churrasqueira e tipo um balcão e pronto, estávamos instalados.
       
      Propriedade do Jamil

       
      Dali, é só pegar a trilha e 1km já da para ver a Cachoeira do Jamil. A Cachoeira do Jamil é a junção dos dois rios, Monos e Capivari. OooO Agua gelada. Nem peixe tem nesse rio. Seguimos rio abaixo e chegamos na Prainha, local gostoso para tomar sol e nadar. Só que cuidado nessa piscina natural. O rio tem uma correnteza forte por baixo e é perigoso ele te jogar para o fundo. Nade próximo ao banco de areia e não deixe que a agua cubra sua cabeça.
       
      Rio

       
      Ponte

       
      Prainha:

       
       
      Cachu do Jamil

       
      Depois de uma hora por ali, voltamos pela trilha, passamos nas pedras, ali mais algumas piscinas e voltamos para o QG para fazer almoço.
       
      Almoço, nem falo nada, Minduim, assumiu as panelas, saiu aquele rango: Arroz integral, tabule, feijão com linguiça, batata palha e ate umas jalapengos.
       
      Almoço:

       
      Depois ficamos ali de bobeira tomando cervejinha, Marcelo tocando o violão, Cris cantando e esperando a noite chegar.
       

       

       
      Batatas

       
      Jantar

       
      A noite chegou para mim, o minduim e a Cris, para o Marcelo não. PT. queimou a largada antes das 21h. rsss Nessa hora estavamos escutando o sonzinho via ipod, comendo batata assada com molho de requeijão, alho e tomate seco e acompanhado de vinho.
       
       
      Viajamos com os vaga-lumes dos olhos iluminados e por volta da meia noite todos estavam dormindo. O bom que não colocamos o teto nas barracas, então deu para dormir bem frescos.
       

       
      Domingão de sol, acordamos 8h da manhã e após o café, fomos conhecer a cachoeira da Usina. Só seguir pelo trilhos, antes do túnel 27 tem a entrada a direita para a trilha. Do Jamil até a Usina dá umas 2h. Rolou umas emoções até chegar lá. Passamos entre os vagões de trem parados que podiam andar a qualquer momento.
       

       
      Ponte

       
      Outra ponte

       
      Travessia por baixo da ponte

       
      Chegando na usina, aquela velha ponte que um dia passavamos por cima, está só a carcaça. Optamos ir por baixo, atravessando o rio. A Usina está totalmente com o mato dominando, pessoal que acampa por ali destruiu tudo infelizmente, só sobraram os muros das casas. Calor estava forte, agua refrescante. Encontramos um pessoal por ali, nos despedimos e fomos até a casa das maquinas, trilha que segue por trás das casas. Agora tinha uma bela pirambeira para descer.
       
      O que sobrou da Usina, infelizmente

       
      Usina

       

       
      A casa se já estava destruída a uns 4 anos atrás quando fiz essa trilha, agora estava destruída² e cheia de lama. Uma pena. Fomos em outra queda d agua, descemos pelas pedras lisas e avistamos a queda principal da Cachoeira da Usina. Fantástico.
       
       
      Descida para ver a queda principal

       
      Queda Principal

       

       
       
      Ficamos ali parados alguns minutos, escalamos as pedras e voltamos a subir a pirambeira. Ops. Cobra no caminho ?? nem reparamos, mas era um reptil, tinha pernas. mas na hora parecia uma cobra mesmo... Marcelo tomou um susto, mas foi tudo tranquilo, ela voltou para o mato e seguimos a trilha.
       
      Que bonitinho

       
      A volta é bem chatinha, caminhar pelas pedras nos trilhos enche o saco. rs O visual é bonito, não tem sombra e tem que ficar esperto com os trens. Eu e o Minduim fomos na frente, conseguimos sair dos trilhos quando um trem estava parado e vinha outro descendo. O marcelo e a cris, não tiveram a mesma sorte e ficaram parados encostados numa mureta. Bem perto dos vagões descendo.
       
       
      Depois de uns 3/4km andando nos trilhos, chegamos no Jamil. Paraná estava acordado e sentando em frente a nossas barracas. Tomamos uma ducha, e para variar Minduim foi para cozinha fazer o rango. 25minutos depois chegaram a Cris e o Marcelo. Almoçamos e ficamos morgando por ali.
       
      Depois desmontamos o acampamento, e seguimos rumo a nossas casas. baterias carregadas, novas histórias, muitas risadas e esperando a próxima.
       
      Custo: +ou- 40 reais o fim de semana.
       
      Em breve o tracklog da cachoeira do jamil e da Usina
       
      Album do Marcelo: https://picasaweb.google.com/104688595237238766461/APA_CapivariMonos_0211#
      Album do Minduim:http://www.orkut.com.br/Main#Album?uid=18077518749167150875&aid=1297010820
      Album da Cris:https://picasaweb.google.com/negrabela/ApaCapivariMonos#
       
      Minhas Fotos dessa trilha: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.10150562662024812.404756.576754811&type=3



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