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Vinícius Zanata

BARILOCHE - DICAS PRÁTICAS [+AGOSTO/2019] [+SKIANDO PELA 1ª VEZ]

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Olá!

Mais um post de dicas rápidas. Como já adotei em outros tópicos, não vou postar fotos pq:

1.  já existem mtas fotos dos passeios e paisagens de bariloche em blogs e relatos

2.  as fotos diminuem a sensação de estar indo pela primeira vez a um local especial.

A ideia é passar dicas práticas que tive com a viagem, e que podem auxiliar os próximos viajantes do destino.
 

Considerações gerais

Fui com minha esposa, ficamos por 9 dias na cidade, no mês de agosto (inverno). Sim, é bem um número de diárias bem acima da média para Bariloche. Mas assim como qualquer passeio para a Patagônia, é sempre bom considerar que o tempo na região é bastante ruim no inverno, com grande chance de tempo nublado ou chuvoso e ir com dias contados pode te privar de conhecer a cidade da forma que gostaria.

Por isso, inclusive, é interessante não marcar ou pagar qualquer passeio ou atividade com antecedência. No nosso caso, fui sem agendar nada e fui fazendo os roteiros de acordo com o clima. Claro que nem assim as coisas saem perfeitas, mas ajuda bastante a aproveitar melhor alguns passeios que ficam bem mais interessantes em dias bonitos.

Nós fomos para Argentina dois dias antes de o Macri figurar bem mal nas prévias eleitorais do país, o que fez o peso argentino despencar diante do dólar. Isso normalmente seria um bom sinal para nós, que íamos levar dólar, mas não é tão automático assim. Apesar de estar com a moeda bem desvalorizada, o dólar alto tem aumentado a inflação no país, o que acaba compensando o câmbio favorável. Fiquei um pouco ansioso, mas os preços estavam dentro do esperado, ainda não havia tido repasse.

Por falar em câmbio, sim, é possível viver só com reais por lá. Mas é preciso ficar atento às cotações dos estabelecimentos pra não levar prejuízo. As cotações variam até 30% entre os estabelecimentos! Na chegada ao aeroporto, o remise (táxi com valor fechado por viagem) nos cobrou 550 pesos ou 55 reais para ir até nossa hospedagem no centro. Ou seja, fez a taxa real - peso em 1 pra 10, quando a cotação oficial  do Banco de la Nácion (BNA) estava 1 - 13. Paguei pq não tive como fazer câmbio antes, já que nosso vôo só teve escala em SP. 

Para quem vai levar dólar e não tem escala em Buenos Aires, o melhor lugar para cambiar em Bariloche é o BNA do centro, mas, como um banco de varejo, está sempre cheio e com filas. Por isso acabei fazendo câmbio na Western Union. A cotação tava praticamente igual ao do BNA. 

O lugar para ficar é sempre mto subjetivo e do perfil de cada um. O centro é ótimo para quem quer comodidade e transporte fácil. Fiquei num airbnb na Avenida San Martin, que é uma ótima localização, próximo ao centro cívico. Quem quer ficar mais afastado pode procurar os hotéis da Av. Bustillo, geralmente mais modernos e caros. Como nós usamos muito transporte público e remises, era mais vantajoso ficar pelo Centro.

Dia 1 - Chegada ao apartamento e janta

No aeroporto existem diversas formas de transporte para chegar ao centro: remise, táxi, van e ônibus público.

Pegamos um remise, que era mais rápido. Pagamos R$ 55 , como disse, mas vale 550 pesos. Do lado de fora vi a van compartilhada e alguns táxis. O ponto do ônibus não vi, mas ele esta previsto no site da empresa de ônibus da cidade, chamada MiBus. No site da empresa tem as rotas e os horários. Salvei os principais números no evernote e foi bastante útil. É bom ter contato de remises tb.

Chegamos ao airbnb, deixamos as malas e fomos para almoçar num restaurante próximo chamado Rock Chicken. Lugar simples, com comida barata e quantidade razoável. Também aceitava reais, mas em cotação ruim.

Dia 2 - Cerro Campanário, Puerto Panuelo e Chao Chao

No outro dia pela manhã fez um belo dia de sol, e então aproveitamos para fazer os passeios de vista aberta. Pela previsão do tempo, os demais dias seriam nublados, então era a oportunidade de fazer esse passeio. Passamos antes no centro de informações turísticas para pegar mapas e informações e fomos fazer uma parte do passeio conhecido como Circuito Chico. 

Existem muitas formas de fazer o circuito chico, que é o passeio mais tradicional de Bariloche. É um passeio de diversas paradas, e a maioria das pessoas faz com agência. Eu particularmente tenho problemas em fazer aquele turismo meio gado, com o guia ditando o tempo das paradas e todo mundo entrando e descendo da van ao mesmo tempo. Por outro lado, sem carro alugado não é muito fácil fazer o circuito, pois as paradas ficam distantes e o transporte público não cobre todo o circuito. Então eu resolvi fazer o que dava pra fazer de ônibus e o que não dava fazer com remise. A parte mais tranquila de fazer é Cerro Campanário, Puerto Panuelo e Chao Chao, pois a linha 20 passa bastante (contei menos de 20 min) e passa exatamente por esses trechos. A maioria das linhas passam pelo Centro, na Avenida Perito Moreno, em frente ao antigo supermercado Uno.

Paramos primeiro no Cerro Campanário, que é um ponto lindo de fotos. Subimos por teleférico (para os mais aventureiros, há uma trilha à esquerda da entrada que leva até o topo), que custava 400 pesos por adulto. Lá de cima é bem bonito e precisa ser visto em dia de céu limpo para ficar mais legal. Uma das coisas que vc descobre em pouco tempo é que aquele cenário da cidade e as árvores todas cobertas de branco da neve é bem raro. A maior parte da neve só ocorre no topo das montanhas mesmo. A neve em pó para chegar na cidade, só com uma grande nevasca, coisa que acontece poucos dias do inverno. Mas mesmo assim a paisagem é deslumbrante.

Voltamos ao ponto de ônibus e continuamos o passeio rumo ao puerto panuelo. Chegamos lá juntos com centenas de estudantes e descobrimos um mistério que já tinha nos chamado a atenção: a quantidade de estudantes com casacos iguais carregando sacolas plásticas pelo centro da cidade. Trata-se do turismo para egressados, como eles chamam. Bariloche é o destino de formandos secundaristas da classe média argentina. Existem algumas empresas que levam, todos os anos, milhares de estudantes para lá. Eu achava que só rolava em julho, mas eles estavam aos montes mesmo em agosto. Estavam indo fazer um passeio de barco.

Passamos na lanchonete do porto e almoçamos por lá mesmo. Depois fomos visitar o hotel Chao Chao. É necessário subir uma ladeirinha pra chegar lá. Achei que era mais tranquilo adentrar o local, mas os funcionários não permitem transitar por mtos lugares, nem tirar foto. Antes do hotel, ainda na estrada, tem uma capela histórica, mas acabei não indo lá. De lá tentei um remise para fazer a volta, mas tive problemas para conseguir ligar para um e acabamos voltando para o centro de ônibus mesmo.

Nesse dia fizemos algumas compras no La anónima (supermercado) e comemos em casa mesmo.

Dia 3 - Centro cívico, museus e catedral Nuestra Señora Nahuel Huapi.

Dia bem frio e nublado. Aproveitamos para fazer passeios mais tranquilos. Acordamos um pouco tarde, fomos fazer um passeio no centro cívico e no museu da patagônia. Ele é bem simplesinho, mas com bastante documento histórico da cidade e uma sala com animais da fauna e descrição da flora regional. Vale a pena para quem gosta de história. Depois passeamos pela orla, fomos andando até a catedral nuestra señora e a plaza catedral. Por ali almoçamos antes de ir ao museu paleontólogo, que abria a partir das 15h. Ninguém dá nada por ele, pois é bem pequeno e escondido, mas tem uma ossada completa de um ictiosauro. Visita feita, voltamos e passamos na confentaria da chocolateria Mamuschka. Os doces lá são incríveis. Provamos vários doces, um a cada dia, até o fim da viagem rs.

 

Continua...Se tiverem dúvidas que possa esclarecer, podem deixar a pergunta.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Dia 04 - Cerro catedral sem esquiar 

Bom, umas dos objetivos dessa viagem era aprender a esquiar e ver neve de verdade. E pra fazer isso de uma forma original, só mesmo na montanha. A estação do Cerro Catedral é imensa e chega a ser complexo entender como funciona, pois há várias atividades, passes e formas de explorar a montanha.

Existem alguns poucos sites que tentam explicar como funciona lá, então vou tentar resumir aqui pra facilitar.

Diante da complexidade, fomos para a estação para entender melhor, tirar dúvidas, etc, e fazer algumas atividades que a montanha oferece para quem não quer esquiar. Na verdade, a maioria dos brasileiros, pelo que pude perceber, vão para lá apenas para se divertir na neve, descer com culipatines (pequenas pranchas para deslizar), etc. Essa é uma escolha que vc terá que fazer: quer ou não aprender a esquiar ?

Se a resposta for não, vc será um peatone (pedestre em espanhol) e seus locais de acesso à montanha são indicados, pois há lugares que não tem nenhuma estrutura para pedestres. As indicações podem ser vistas no mapa disponível no site oficial do cerro catedral. Lá é o principal local para ter informações seguras de valores. ( https://www.catedralaltapatagonia.com/

No dia anterior fizemos alguns lanches e levamos, pois ouvi dizer que as coisas lá eram bem caras. Acordamos cedo no dia e pegamos o ônibus no ponto que comentei aqui. É a linha 55 (A e B). Ouvi muito que as linhas para o Cerro Catedral sempre iam cheia durante a temporada, e é verdade. Mas saquei que o ônibus chegava vazio até àquela parada principal onde todos os turistas esperavam em fila e que se antecipasse duas paradas antes dele, poderia pegar o ônibus bem vazio, com lugares livres para ir sentado. 

A minha estratégia então era pegar um remise até a plaza españa, onde havia uma parada antes. Da nossa hospedagem até lá dava 110 pesos (menos de 10 reais). Vale bastante à pena.

Outra informação importante é que nos horários marcados mandam dois ônibus,e não apenas um, para reforçar a linha. Então no primeiro dia estávamos na fila e, enquanto estávamos esperando pra entrar, vinha outro 55 lá atrás. Como forma uma fila única, tem que ficar de olho no que vem atrás pra conseguir pegar. Essa informação é importante para a volta do Cerro, pois lá não tem como se antecipar, já que é a parada final.

O ônibus custa 90 pesos por aí, e passa de hora em hora (ver horários no site da MiBus). Nem cheguei a ver quanto custaria um remise, mas imagino que não saia por menos do que 800 pesos. Talvez valha a pena se vc encontrar mais pessoas para compartilhar.

Ao chegar lá, parece que chegamos à cidade do rock, no Rock in Rio , rs. É um sem fim de lojas de comida, equipamentos, roupas e guichês para comprar passes. Tem até um shopping lá! 

A nossa ideia nesse dia era fazer algumas das atividades que eles oferecem para quem não vai esquiar, como caminhada com raquetas (uma espécie de calçado para caminhar na neve sem escorregar) ou snowbmx (bicicleta adaptada para a neve). Pedi as informações, e o snowbmx não poderia ser feito no dia, pois a pista base (onde ficam as pessoas que estão aprendendo) estava mto cheia de estudantes naquele dia. O snowbmx acontece nessa mesma pista e não rolou. 

Sem essa possibilidade, subimos no teleférico para tentar fazer outras atividades e ver/brincar com a neve de verdade - sim, tem neve que é artificial. Boa parte da neve da pista base é feita por uma máquina de neve! Pra subir, compramos o passe tour naturaleza (para pedestres), que nos permite pegar o teleférico amancay e subir até a Punta Princesa. Esse passe é limitado a subir esse teleférico. Nada mais. E custa caro, 810 pesos (quase 80 reais). 

Ante de ir subir, fomos almoçar por lá. Os preços são relativamente mais altos na montanha. Se no centro de bariloche conseguíamos um bom almoço para dois com bebida por 500-600 pesos, na montanha esse valor dobra para 1000-1200 pesos para dois. Isso um almoço bom. Se vc for fazer um lanche pode sair bem mais barato.

O dia tava bem neblinado, e a vista não tava tão boa mas foi bem legal ainda assim. Não conseguimos também fazer a caminhada com as raquetas, mas ficamos lá brincando na neve na área própria pra isso. Acho que todos os brasileiros estavam lá rs. Mta gente leva seu próprio culipatines (ou skybunda) pra ficar lá descendo no gelo. 

Aqui vale falar um pouco sobre roupas para neve. Eu levei, pois já tinha, um casaco 3x1 impermeável e uma calça impermeável tb. Tudo da decathlon. Achei que poderia ter problema, mas elas seguraram. E olha que no final deste dia pegamos bastante neve úmida. Sim, a nem toda neve é em pó. Na verdade essa é a neve mais rara, que vc só consegue ver bem lá no alto. Nas partes intermediárias e baixas da montanha, em geral, ocorrem neves que são quase gotas d'água. Então, se vc for sem uma roupa impermeável para Bariloche, é bom alugar lá, mesmo que seja só para brincar. E a bota também é importante. Fui com uma bota impermeável, mas imprópria para a neve. Escorrega mto, e tombei pelo menos um grande tombo! E mais importante de tudo: luva de neve! Aluguel todos os dias. A neve em certos estados corta mto a mão e queima bastante tb. 

Eu aluguel tudo que precisei na patagônia showroom. Os preços eram bastante razoável e eram bem limpas, em geral. Talvez valha a pena comprar um no brasil, pois não ocupam mto espaço na mala. Acabei gastando mais de 100 reais lá só no aluguel de luvas.

Depois de algumas horinhas lá brincando na neve, passamos no café que existe por lá, mas estava mto cheio e resolvemos descer. Enfrentamos uma fila imensa com os esquiadores todos descendo juntos, já que já estava na hora das pistas fecharem. Depois descobrimos que existem filas próprias para pedestres nos teleféricos. rs

Na volta foi um pequeno sufoco no ônibus, pois estava bem cheio, e não quisemos esperar o ônibus de reforço. Fomos no estilo sardinha em lata mesmo, para chegar mais rápido. Passamos na loja para deixar as luvas, e fomos mais um dia tomar chocolate quente e comer doce da mamuschka. 

Acabou por aí o dia!

A dica é planejar bem o que vc pretende fazer na montanha de acordo com o clima do dia. Não vale a pena ir lá pra tirar fotos em dia mto nublado. O site do cerro catedral tem câmeras ao vivo e um confiável sistema de previsão do tempo. Vale a pena sempre consultar.

Nos próximos dias vou falar sobre como foi nossa ida como esquiador iniciante e com o passe diário.

 

 

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Oi Vinícius... Você parou no dia 04. Estou aguardando o restante de seu relato. Muito bom por sinal.

Estou planejando Bariloche para agosto 2020. Suas informações serão primordiais.

Parabéns pelo relato.

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Faço coro ao leogoyanna, muito bom o relato.

Também estou planejando uma viagem para lá, não vejo a hora do restante da narrativa.

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      -  Qual melhor roteiro para este viagem?
      - O que devo levar de roupa para o clima da época?
      - Há perigo neste roteiro?
      - Está valendo apena ir a argentina de bike?
      Deixo meu e-mail e agradeço quem quiser me ajudar:
      [email protected]
    • Por Alan karleno
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      Procuro dicas para aperfeiçoar o meu roteiro e a quantidade de dias que se faz interessante para cada local. Planejo o roteiro entrando pela Argentina (buenos Aires), saindo pelo Chile (Santiago), em junho de 2020. Tenho 25 dias disponíveis. 
      Vôo. Teresina & buenos Aires (buenos Aires 3 dias).
      Vôo. Buenos Aires & Bariloche (Bariloche  + Villa la angostura 5 dias). 
      Vôo. Bariloche & Buenos Aires e Buenos Aires Ushuaia. (Dia para viagem). 
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      Ônibus. Puerto Natales & Puta Arena (2 dias Puta Arena).
      Vôo. Punta arenas & Santiago ( 4 dias Santiago) + VALLE NEVADO ou FARELLONES.
      Vôo. Santiago & Teresina. 
      1 dias para emprevisto.
      Quero aproveitar ao máximo o tempo em viagem.
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      abraço!


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