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Tô passando pra avisar que mês que vem "outubro" vou fazer uma trip épica rumo a Argentina bem "mão de vaca" pegando caronas, barraca e etc ..

Já te adianto que vai ser tri 🛣️🌄⛰️

Fico pilhado? Ta afim de ir? van bora!! 

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E esse ''dialeto'' de gaúcho ae?? shuashua Sou de SC, vou fazer um mochilão no mesmo estilo, pretendo sair em Novembro dia 8... Que dia tu vai ir em outubro ag?

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Opaaa, ta saindo da onde tchê? Sou de Porto Alegre e tenho muito interesse em viajar pra qualquer lugar. Quero muito ir pro RJ na virada do ano. Mas ir pra Argentina e patagônia é um sonho.. se vc for do Sul, como eu acho q é, ta ótimo, pois ta dificl de encontrar parceirias, gente louca o bastante pra ir cmg nesse tipo de coisa. Meu whats 51 998782433.

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    • Por @duane.santo
      Esse é o meu relato de viagem sobre meu mochilão de 17 dias pela patagônia argentina e chilena. Não liguem pro tempo verbal, tem coisa que estou escrevendo ao vivo e tem coisa que estou escrevendo depois que aconteceu.

      Roteiro:

      18/10 - Rio x Santiago (escala de madrugada em Santiago)
      19/10 - Santiago x Punta Arenas x Puerto Natales
      20/10 - Punta Arenas x Torres del Paine
      21/10 - Torres del Paine
      22/10 - Torres del Paine
      23/10 - Torres del paine x Puerto Natales
      24/10 - Puerto Natales x El Calafate
      25/10 - El Calafate
      26/10 - El Calafate x El Chalten
      27/10 - El Chalten
      28/10 - El Chalten
      29/10 - El Chalten
      30/10 - El Chalten x El Calafate
      31/10 - El Calafate x ushuaia (avião)
      01/11 - Ushuaia
      02/11 - Ushuaia
      03/11 - Ushuaia x Brasil

      A escolha do roteiro:

      Por que vou fazer nessa ordem, já que começar pela Argentina é mais barato?
      Meu motivo principal da viagem é conhecer Torres del Paine, então minha ideia foi começar por lá, já que eu chegaria com o corpo descansado pra fazer as trilhas do parque.

      Por que eu não vou direto para El Chalten depois de Torres, daí vou pra El Calafate de uma vez e pego o voo direto?
      Como calafate não tem trilhas seria o meu descanso entre as duas cidades que mais vou fazer trilhas. Então preferi colocar no meio para descansar (entre torres del Paine e El Chalten).

      O que eu reservei antes? Quanto paguei? Por que?

      1 - Reservei os campings em maio, pq sou ansiosa e fico com medo de não conseguir depois. Reservei no cartão de crédito em única parcela (não lembro se dá pra parcelar), com a cotação pro real de 4,60 aproximadamente.
      Farei o circuito W, optei por 4 dias e escolhi reservar a barraca com eles.
      Camping Central - 25 dólares (21 dólares barraca alugada e montada)
      Camping Francês - 25 dólares (21dólares barraca alugada e montada)
      Camping Paine Grande - 11 (30 dólares barraca alugada e montada)
      Total aproximadamente: 611,80 reais.

      2 - Paguei o mini trekking com a hielo y aventura no Brasil também: 6500 pesos argentinos, que no cartão de crédito veio por uma cotação de 4,60 e no final paguei 543,83 reais. Esse valor está incluso apenas o transfer e o mini trekking. Chegando no parque tenho que pagar minha entrada: 800 pesos argentinos.

      3 - Paguei o passeio que vou fazer em ushuaia com a Piratur. Tá sentado? Total de 746,26 reais. Está incluso o transfer e pelo preço pensei que eu poderia levar um pinguim pra casa. Além do transfer tem a navegação do canal beagle e a entrada na estância. O nome do passeio é: caminhada + navegação.

      Os passeios 2 e 3 eu reservei com antecedência pelo motivo de eu ter pouco tempo nas cidades e roteiro apertado e eu não queria correr o risco de não ter vaga (apenas essas empresas fazem estes passeios, então não tem a opção de pesquisar preços).

      4- ônibus que sai do aeroporto Punta Arenas para a rodoviária de puerto natales. Foi 47 reais. 7400 CLP se foi na hora.

      Quanto estou levando de dinheiro?
      Troquei meu dinheiro duas vezes:
      1 vez = 1684 reais = 400 dólares
      2 vez = 1281 reais = 300 dólares
      O dólar estava super em alta esse ano então eu juntei o dinheiro e fiquei de olho na cotação todo dia, toda hora em desespero mode on.

      Planejamento
      Antes de iniciar a viagem eu fiz uma planilha com todos os gastos de hospedagens e transportes que eu achei na internet, fiz o câmbio pra dolar e decidi levar esse valor citado.

      Início do relato:
      18/01 - A caminho

      Meu vôo tava marcado pra 17:10. Cheguei no aeroporto com bastante antecedência, pois eu tinha que consertar meu nome no bilhete de embarque do voo que eu faria no meio do mochilão (calafate-ushuaia). Separei meu líquidos no zip lock, mas como sempre ninguém viu. Tava na tensão sem saber se conseguiria embarcar com meu bastão de caminhada e meu pau de selfie, segundo as regras é proibido, mas coloquei eles na parte de dentro da minha mochila (50l _quechua) e deu tudo certo. Como meu voo estava cheio a companhia ofereceu despachar as bagagens, eu aceitei, não tava querendo procurar vaga pra ela no avião mesmo. Comi um bolinho Ana Maria na sala de embarque e esperei meu momento. Embarquei.
      Tô levando comigo alguns itens de comida, dizem que no Chile é um pouco chato a imigração. Então no papelzinho de imigração que a gente ganha no avião eu declarei que estava levando coisas de origem vegetal e/ou animal.

      O que eu levei de comida:
      1 pacotinho de chá mate
      1 pacote de cappuccino em sachês
      2 pacotes de amendoim grandes
      12 barras de proteína com bom valor nutricional
      09 snickers
      04 latas de atum
      02 pacote de cookies integral
      12 bananadas
      03 pacotes de bolo Ana Maria
      02 sopas com bom valor nutricional da essential nutrition (soup lift)
      03 barras de cereal
      01 pacote traquinas
      01 pacote de biscoito de arroz
      01 pacote de Club social
      01 caixa do chocolate talento versão mini
      19 quadradinhos de polenguinho
      05 geleinhas estilo cesta de café da manhã
      02 pacotinhos equilibri, estilo torradinhas

      Rolou tudo bem. Passei na parte de itens a declarar, a moça perguntou o que eu levava, eu contei, ela mandou passar no raio x e me liberou. Simples assim.

      Troquei 150 dólares no aeroporto de Santiago, pq tô com medo da cotação na patagônia ser pior.
      150 dólares = 101.574 CLP

      Gastos do dia (a partir do momento que entrei no aeroporto):
      "Janta" de Mc donalds: 5640 CLP

      Dica:
      Sempre comprar voo com uma conexão grande, pra dar tempo de se alimentar, trocar dinheiro, fazer tudo sem pressa. Meu voo aterrissou as 21:50 e terminei de fazer tudo as 23:40.
      Agora estou aguardando o próximo voo no aeroporto.
    • Por Mari D'Angelo
      A experiência de conhecer o Uruguay foi especialmente interessante, pois exceto uma pisadinha no Paraguay e na Argentina em uma viagem à Foz do Iguaçu, quando ainda era criança, nunca tinha viajado para outro país da América do Sul.
       
      Chegamos em um sábado de manhã no pequeno e moderno aeroporto de Carrasco. No começo foi engraçado pedir informações pois não falo espanhol (e pra ser sincera, não é uma língua que me agrada muito) e a técnica do “portunhol” soa ridícula demais! Enfim, com o tempo passamos a usar o português mesmo, que eles conseguem entender se falamos devagar, as poucas palavras que sabemos em espanhol e as vezes até alguma coisa em inglês para ajudar.
       
      É bem simples chegar ao centro, não acho que seja necessário taxi ou van, a não ser que você tenha muitas malas ou prefira algo mais confortável. Bem em frente à saída do aeroporto tem um ponto onde passam vários ônibus com os nomes dos destinos finais, no nosso caso pegamos o “Montevideo” mesmo, caso não vá para o centro é só se informar por lá. O valor é 45 pesos uruguaios (R$4,50) e demora menos de 1h. Ah, caso o motorista não abra a porta quando você der o sinal, grite “Puerta!”, funciona como o “Vai descer!” que usamos aqui em São Paulo rs.
       
      Escolhemos ficar no Hotel California (claro que eu cantei mentalmente a música cada vez que li o nome em algum lugar! Rs), achei o custo benefício bastante bom! A localização é ótima, paralela à principal avenida e apenas alguns minutos da Cidade Velha (onde tinham algumas opções menos caras mas pelos comentários no Booking.com não é uma região muito segura à noite.).
       
      Sábado a tarde e domingo quase tudo fecha na cidade (inclusive casas de câmbio e locadoras de carro), então caminhamos pela avenida 18 de Julio até o Teatro Solís, que fica aberto. A primeira parada foi na Fuente de los Candados, a tradição é a mesma de alguns lugares da Europa, como a Pont des Arts em Paris, onde casais colocam cadeados com seus nomes para que o amor seja eterno.
       
      A arquitetura da capital Uruguaia me chamou muito a atenção, a mistura de estilos arquitetônicos do moderno com o antigo é muito interessante, vale parar alguns minutos diante de alguns prédios só para observar todos os detalhes. Inclusive um dos melhores lugares para notar esse contraste é chegando na Plaza Independencia, onde se encontra o Palácio Salvo, um dos prédios mais lindos de Montevideo, que funciona tanto para escritórios quanto para fins residenciais. Essa praça, que tem como monumento central uma homenagem ao general José Artigas, divide a área central e a Cidade Velha. Na entrada da área mais antiga da capital está a Puerta de la Ciudadela, único resquício de uma antiga fortaleza que protegia a cidade. É bastante interessante pela história, mas não me empolgou muito como ponto turístico.
       

       
      Continuando o caminho, agora já dentro da Cidade Velha, seguimos pela rua Sarandi, onde ficam algumas banquinhas de artesanato, lojas, cafés e restaurantes. A Plaza Constitución, que abriga uma feira de antiguidades, é a mais antiga da cidade. Logo em frente está a Catedral Metropolitana de Montevideo. Na rua da catedral há um lugar chamado Café Brasilero, havia lido em alguns lugares como algo imperdível mas quando cheguei lá não me empolguei em entrar, não sei se seria diferente de qualquer outro café.
       
      Finalmente chegamos ao nosso destino, o Teatro Solís. Às 16h há uma visita guiada por 50 pesos (R$5,00), três jovens funcionários super simpáticos nos apresentaram, em português, aos pontos mais importantes do local. Com certeza a sala principal de espetáculos é a parte mais incrível, inclusive suas cadeiras são feitas com uma tecnologia brasileira que se auto-destrói em caso de incêndio para que o fogo não se espalhe. Os guias contam a história do teatro e curiosidades como essa numa visita que dura aproximadamente 1 hora.
       

       
      A Cidade Velha também é um pólo interessante de arte de rua, eu como apaixonada por grafites, não resisti e tive que registrar alguns.
       
      Como em outubro o sol se põe lá pelas 20h, aproveitamos para caminhar mais um pouco pela Cidade Velha. Entramos para conhecer o famoso Mercado del Puerto (onde estava passando um Palmeiras x Corinthians na TV!), a estrutura é semelhante ao Mercadão de São Paulo, porém dentro (e ao redor) funcionam diversos restaurantes, mas achei bastante caro. Aliás, comer e beber em Montevideo não é exatamente uma pechincha. Acabamos parando para uma cerveja em um simpático café + loja de design chamado Sinestesia, que fica pelos arredores do mercado.
       
      Descemos então para a Rambla (avenida que beira o Rio da Prata) e encontramos um lugarzinho para admirar o fantástico pôr-do-sol entre os uruguaios com suas cuias de chimarrão (todos eles vivem tomando seu chimarrão, em qualquer lugar, à qualquer hora).
       

       
      Como a viagem foi para comemorar o aniversário do namor(i)do, fomos procurar um lugar legal para jantar, pegamos a dica da Avenida Dr. L. A. de Herrera, no bairro de Buceo e fomos de ônibus até lá (uma curiosidade sobre os ônibus, geralmente eles deixam tocando música ou notícias, é como se o motorista tivesse no carro dele, aumentando e diminuindo o som de acordo com seu gosto, chega a ser engraçado! Rs). Bom, essa rua tem diversas opções que parecem bem legais, escolhemos o Barba Roja, uma mistura de bar e restaurante. A dica aqui é, peça um prato para 2, sério, o tamanho deles é realmente absurdo, dá até dó pois não conseguimos comer nem metade.
       
      No segundo dia fizemos um bate e volta em Punta del Este, mas isso será assunto para outro texto. Era domingo de eleições por lá também e foi muito interessante ver o comportamento deles em relação a isso. Desde que chegamos no aeroporto, vimos pelo caminho bandeiras, propagandas, muros pintados, manifestações (pacíficas), enfim, a cidade respirava campanha política. Quando voltamos ao hotel, passando pela 18 de Julio, ficamos impressionados com a festa! Já haviam saído as parciais e o sucessor de Mujica (o atual presidente, que na minha opinião é um exemplo a ser seguido) ganharia. A impressão que dava é que eles realmente estavam felizes e satisfeitos com sua escolha, que tinham confiança no partido que apoiavam, e não eram apenas os mais velhos, crianças e muitos adolescentes e jovens comemoravam efusivamente, o clima era leve, de alegria e paz. Olhando tudo aquilo fiquei com inveja (no bom sentido), eu gostaria muito de poder apoiar um partido que me representasse desta maneira.
       

       
      No fim da noite, caímos sem querer no Facal, um café-restaurante em frente à fonte dos cadeados que diz ser o mais antigo da cidade. Recomendo muito comer as empanadas de lá, são deliciosas! Além delas, outra iguaria típica do país é o Chivitos, que não passa de um sanduíche com diversos recheios para escolher, como não como carne, não posso dizer se é algo que vale a pena ou não.
       
      No dia seguinte começamos pelo Mirador de la intendencia, um mirante 360º que fica no último andar do prédio da prefeitura e é de graça, basta retirar a entrada no centro de informações turísticas que fica bem em frente.
       
      De lá seguimos para o Parque Rodó, bastante agradável e bem cuidado. Nossa ideia era continuar a pé pelas Ramblas até a Playa Pocitos, mas o calor estava insuportável e foi realmente impossível completar o trajeto, acabamos conhecendo apenas a Playa Ramirez e passando em frente ao Memorial del Holocausto.
       

       
      Não dá pra ir embora sem trazer na mala vinhos e alfajores né? Então pegamos a indicação do Ta-ta, um mercado barato onde encontramos bons vinhos por uma média de R$15,00 e uma infinidade de opções de alfajores e doces de leite, ficamos com os da marca Lapataia, indicação de uma brasileira (e são mesmo muito bons!).
       
      Esse é o tipo de viagem diferente que é possível fazer em um fim de semana, fique de olho nas promoções de passagens aéreas e vá aproveitar toda a simpatia do Uruguay.
       
      Texto original e mais fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/uma-escapadinha-para-montevideo/
    • Por Mari D'Angelo
      Dia 1
       
      Texto original com fotos e mapa dos lugares: http://www.queroirla.com.br/um-aniversario-em-buenos-aires/
       

       
      Este ano comemorei meu aniversário um pouco diferente, ganhei de presente do namor(i)do uma viagem à Buenos Aires! Agora que já estou mais perto dos 30 do que dos 20, não anda sendo assim tão divertido ver os anos passando tão rápido, mas posso dizer que foi o aniversário mais bem comemorado de todos! Afinal, com tango, vinho, doce de leite… como não ser né? =)
       
      Chegamos pelo aeroporto de Ezeiza, sei que existe um ônibus que demora aproximadamente 1:30 mas como chegamos de madrugada não tivemos muita opção, fomos de taxi. Logo ao desembarcar, há vários guichês oferecendo o serviço, mas o balcão de taxi oficial do aeroporto saiu mais barato, 400 pesos (mais ou menos R$130,00) até o centro. Eles oferecem um desconto na volta se você já fechar na hora, mas acabamos não fechando e o taxi que pedimos pelo hotel deu o mesmo valor, então não sei se compensa fazer isso.
       
      Ah, vale dizer que desde 2014 a Argentina vem sofrendo com uma inflação meteórica, achamos a maioria das coisas extremamente caras, especialmente ingressos para atrações turísticas. Mesmo com o câmbio favorável ao real (1 Real = 3 Pesos), as coisas estão bem fora da realidade por lá.
       
      Ficamos no Hotel Mundial, achei bem bom! O quarto é simples, mas limpo e funcional e a localização é ótima, na Avenida de Mayo, bem perto de alguns pontos turísticos e do metrô (Estación Lima). O café da manhã era excelente, com uma grande variedade de doces e salgados (especialmente a tradicional mezzaluna, que é como um croissant menor e mais “massudo”). E ainda tinha um parzinho de alfajores e uma garrifinha d’água como um “welcome kit”, adorei!
       
      No primeiro dia, fizemos tudo a pé. Começamos pelo Palacio Barolo, sua arquitetura é incrível e todo ele foi construído com referências à Divina Comédia, de Dante. Os dias e horários para conhecê-lo são bem limitados, por isso não conseguimos entrar, mas deve ser bem interessante! Seguimos para a Plaza de los Dos Congresos com algumas esculturas como um original de “O pensador”, de Rodin, um simpático senhor de bigode e o imponente Monumento a los Dos Congresos. Ao fundo da praça fica o Palacio del Congresso, um maravilhoso edifício neoclássico inaugurado em 1906, dá pra “perder” uns bons momentos por lá admirando os detalhes da fachada.
       
      O próximo ponto foi o famoso Obelisco, dele em si não há muito a dizer, o que é mais interessante é a avenida onde está situado, a 9 de Julio. Com 6 pistas de cada lado, ela é considerada a avenida mais larga do mundo e realmente merece o título, é necessário esperar o farol abrir por pelo menos 2 vezes para conseguir atravessá-la inteira.
       
      Na Plaza General Lavalle, entre outros belos e super bem conservados prédios, fica o Teatro Colón. A ideia era fazermos a visita, mas com um ingresso a quase R$60,00, não foi possível!
       
      Um lugar que vale (muito) a visita é a Livraria El Ateneo Grand Splendid. Você pode até não ser um grande fã de livros ou pensar “Pra que vou numa livraria com livros em espanhol?” Bom, porque esta é uma livraria dentro de um antigo teatro! O lugar é fantástico, foi construído em 1919 e personalidades como Carlos Gardel passaram por seu palco, onde hoje você pode se sentar e tomar um café. É um dos lugares mais interessantes da cidade!
       
      Seguimos para a agradável Plaza General San Martín, onde há um enorme monumento em homenagem ao homem que participou da independência de alguns países da América do Sul e seus exércitos. De lá é possível também avistar a Torre Monumental (ou Torre dos Ingleses).
       
      Bem perto de lá, começa a Calle Florida, uma rua só de pedestres com lojas e mais lojas, uma legião de turistas e muita, muita gente tentando vender passeios, shows, trocar moeda etc, extremamente irritante! Se sua ideia não for comprar (o que não está mesmo valendo muito a pena), nem perca seu tempo por lá.
       
      Pra não dizer que foi um momento perdido da viagem, foi lá que fechamos o tango que iríamos a noite, a agência foi a Lisantour, fica bem no comecinho da rua e quem nos atendeu foi o brasileiro Amilton. Além disso paramos para comer as famosas empanadas, a essa altura já estava quase desmaiando de fome e não tem muitos lugares pra comer nesta rua, acabamos parando em um restaurante/bar chamado Barista, as empanadas (especialmente as de roquefort e queijo e cebola) e a Quilmes estavam ótimas, mas o valor pago não compensa, em outros lugares da cidade é infinitamente mais barato. Outra coisa que valeu a pena foi visitar as Galerias Pacifico, o prédio que começou a ser construído em 1888, remete um pouco a uma mini Galeria Lafayette em Paris, ou a Vittorio Emanuele em Milão, com algumas lojas famosas (geralmente caras) e uma linda arquitetura. O ponto alto é a cúpula central com maravilhosas pinturas murais de 5 artistas argentinos: Berni, Castagnino, Colmeiro, Spilimbergo e Urruchúa.
       
      Já no fim da tarde fomos conhecer a Plaza de Mayo, histórico ponto de encontro para manifestações na capital portenha. Lá se encontram prédios importantes como a Catedral Metropolitana, o Banco de la Nacion Argentina e a Casa Rosada, que funciona como palácio presidencial. Ela foi construída em estilo renascentista entre 1862 e 1885 e tem essa cor devido a uma mistura de cal e sangue de boi, materiais comuns nas construções daquela época.
       
      Depois desse dia cheio só nos restava curtir o famoso tango argentino! Escolhemos o Complejo Tango que incluia além do show, e do transfer, entrada, prato principal, sobremesa e uma garrafa de vinho ou cerveja pra cada um. Essa é a parte mais cara da viagem, pode se preparar! Pagamos 1.000 pesos (aproximadamente R$330,00), e era um dos menos caros. Mas vale super a pena, a comida é ótima e o show maravilhoso!
       
       
      Dia 2
       
      Texto original com fotos e mapa dos lugares: http://http://www.queroirla.com.br/um-aniversario-em-buenos-aires-parte-ii//
       

       
      Depois de um primeiro dia intenso na capital portenha, partimos para descoberta dos bairros da Recoleta e Palermo Soho, ambos super agradáveis, daqueles que te dão vontade de morar por lá (aliás, fiquei mesmo com essa vontade, se não fosse o espanhol -que detesto- pensaria sériamente no caso).
      Dessa vez foi necessário usar o metrô, pois os lugares são relativamente longe do centro. A passagem custa 5 pesos (aproximadamente R$2,00) e é bem simples de se entender por lá. Descemos na estação Pueyrredón (linha D) pra dar uma passadinha na Galeria Patio del Liceo, uma combinação de lojas, espaço artístico e um simpático café, adorei muito!
       
      De lá partimos a pé para o Cemeterio de la Recoleta, no caminho encontramos esse prédio da faculdade de engenharia, maravilhoso!
       
      Não sou grande fã de cemitérios, mas confesso que esse é bastante interessante, alguns túmulos são verdadeiras maravilhas arquitetônicas, gostamos em especial de um com tema orgânico, bem ao estilo Gaudí (as fotos dele não ficaram legais, por isso não estão aqui). O ponto mais visitado (e meio escondido) é o mausoléu da família Duarte, onde está Evita, ele é bastante simples, com algumas placas homenageando a mulher que é um ícone argentino.
       
      Não quisemos nos demorar muito por lá, logo fugimos para um delicioso sorvete de doce de leite com brownie (que delícia!) na Freddo, bem em frente a linda saída neoclássica do cemitério.
       
      Seguimos a pé para a Floralis Generica, uma escultura metálica com pétalas que se abrem durante o dia e fecham no fim da tarde. Não é algo que eu tenha achado incrível, talvez pelo fato de ela estar envolta por tapumes, tirando um pouco da beleza do conjunto, mas enfim, foi interessante conhecer. Vale reparar no belo prédio da Faculdade de direito , bem ao lado do parque onde ela fica.
       
      Próxima parada, MALBA (Museu de Arte Latino Americana de Buenos Aires) – 60 pesos. Fiquei super em dúvida entre visitar este ou o Museu Nacional de Belas Artes, ambos tinham obras que eu gostaria de ver. Optei por ele por ter coisas menos conhecidas (pelo menos pra mim, por enquanto) e não me arrependi nem um pouco, o lugar é fantástico! Destaque para o famoso Abaporu da brasileira Tarsila do Amaral e pinturas de Frida, Diego Rivera e Antonio Berni (um dos que trabalhou no incrível teto das Galerias Pacifico). De quebra ainda estava tendo uma mostra sensorial e interativa chamada Experiencia infinita, quem estiver por lá até o dia 08/06/2015 vale a pena conferir!
       
      Depois de andar mais um bom tanto, chegamos ao Jardím Japonés. Sinceramente, acho que foi a furada da viagem, o lugar até é bonito, mas achei artificial demais, com pontes, esculturas e ilhas construídas para os visitantes sentirem um clima oriental. Talvez se não tivesse pago absurdos 50 pesos pra entrar, teria sido menos mal, mas fiquei com a sensação de ter perdido tempo (e dinheiro).
       
      De lá pegamos um taxi até a feirinha de Palermo Soho, pra quem mora em São Paulo, é bem parecida com a Benedito Calixto, roupas descoladas, objetos de design e arte de rua dividem espaço com vários bares e restaurantes, uma das áreas mais interessantes da cidade! (queria comprar tudo, mas como disse no primeiro post, as coisas estão caríssimas por lá, voltei de mãos vazias rs). Paramos para almoçar no Cronico, me arrependi um pouco da milanesa de soja com fritas que pedi (sim, foi uma viagem gordinha!) mas ainda assim foi gostoso ver a noite cair observando o movimento do lugar.
       
      Caminhamos até a estação de metrô Plaza Italia (linha B), que é linda, rumo a outra furada, o Museu dos Beatles. Quando encontrei essa dica achei demais pois o Dani é super fã da banda, mas a real é que o museu do colecionador Rodolfo Vásquez é caríssimo (70 pesos!) e expõe basicamente objetos temáticos como jogos, brindes, brinquedos, réplicas e cópias de documentos. Pra não ser injusta, tem coisas interessantes como discos autografados e um tijolo do lendário Cavern em Liverpool, aliás, há um bar anexado ao museu, chamado The Cavern Club, a ideia é que ele fizesse referência ao original, mas digamos que pra quem já esteve lá, este aqui não retrata minimamente o estilo nem o clima do lugar.
       
      Não recomendo a visita ao museu, mas valeu por conhecer o Complejo La Plaza, onde ele fica, uma galeria a céu aberto com várias salas de teatro e restaurantes que é massivamente frequentada por moradores (aliás, tem muito teatro naquela cidade, muito mesmo!).
       
      E assim terminamos mais um dia cheio e delicioso! Achei que conseguiria condensar aqui também o último dia, mas deixa pra próxima!
       
       
      Dia 3
       
      Texto original com fotos e mapa dos lugares: http://http://www.queroirla.com.br/um-aniversario-em-buenos-aires-parte-iii//
       

       
      Enfim, chegamos ao último dia!
       
      Começamos por uma caminhada por Puerto Madero, onde ficam a moderna Puente de La Mujer e a Fragata Sarmiento, uma embarcação que servia como navio-escola para a Escuela Naval Militar e hoje funciona como museu.
       
      Subimos para o bairro de San Telmo pela Avenida Belgrano, onde começa uma rota divertida de esculturas de personagens de quadrinhos argentinos chamada de Paseo de la Historieta, o caminho continua na Rua Chile até chegar no cruzamento com a Defensa, onde fica a famosa estátua da Mafalda. É óbvio que peguei uma fila cheia de crianças pra tirar minha foto ao lado dela! Bem em frente há uma lojinha cheia de Mafaldices, me controlei muito pra sair de lá só com um imã de geladeira (os preços absurdos ajudaram).
       
      Aos domingos, na própria Rua Defensa (que é enorme) funciona uma feira de antiguidades, souvenirs e afins, meio ao estilo Embu das Artes. Prepare-se, é bem lotado! Encontramos uma barraquinha na rua vendendo uma cerveja não absurdamente cara e pegamos uma pra ir tomando no caminho, era bem gostosa, chama Isenbeck e o lugar é o Debar.
       
      Continuamos até o fim da feirinha e seguimos em frente pois eu tinha colocado no roteiro a Igreja Ortodoxa Russa, vi umas fotos e fiquei super curiosa pra conhecer, mas chegando lá, estava fechada! Enfim, não vale a caminhada, mas a fachada já é bem bonita! Pensando no próximo longo trecho que iríamos andar (até o bairro de La Boca), resolvemos parar pra comer alguma coisa. Encontramos o restaurante Da vinci, sua decoração é bem interessante, tudo fazendo referência ao mestre renascentista italiano, nos pareceu um lugar mais frequentado por locais (o que preferimos) e tem empanadas maravilhosas (humm, só de lembrar me dá água na boca!), além de uma entrada com uns pãezinhos deliciosos!
       
      Todos dizem que não é muito interessante andar pela região de La Boca, de fato não é mesmo muito bonita, mas não me senti insegura por lá (de dia, à noite a garçonete do restaurante nos falou que realmente é meio perigoso). Passamos pelo estádio do Boca Juniors, o famoso La Bombonera, onde teria um clássico mais tarde, o clima estava bem legal, famílias, crianças e muita segurança. É possível visitá-lo mas não era nossa ideia, seguimos para o cartão postal da cidade, o Caminito.
       
      Vou ser super sincera, achei o lugar bem sem graça! Até é bonito, tem seu charme, tem casinhas coloridas… mas é tão, mas tãooo turístico que pra mim perde o sentido. A ideia de restaurar o local que inspirou o famoso tango homônimo, foi do artista Quinquela Martin, morador do bairro que o transformou as duas pequenas ruas do Caminito em espaços artísticos. Hoje o lugar é basicamente composto de restaurantes (caros) e lojas de souvenirs. Para voltar de transporte público ao centro, tivemos que entrar num lugar como uma garagem de ônibus e comprar nosso passe num guichê lá no fundo, meio estranho. Você paga proporcional ao trajeto, até a Plaza de Mayo pagamos 6,50 pesos por pessoa.
       
      Antes de voltar ao hotel passamos num mercadinho para comprar alguns vinhos, alfajores (compramos algumas variedades da marca El Cachafaz, recomendo o tradicional e o de maisena, mas não muito o mousse) e doce de leite (levamos o La Serenissima, que sei que é bom)!
       
      À noite quis conhecer um lugar que nunca tinha ido na vida, um cassino! Escolhemos o Casino Buenos Aires, em Puerto Madero, que funciona dentro de dois barcos ancorados no Rio da Prata, não cobra entrada e tem transfers que buscam os apostadores em dois pontos da cidade. A experiência foi engraçada, primeiro só observamos, atônitos, as roletas e mesas de pôker, as pessoas apostavam bolos de dinheiro e muitas vezes perdiam tudo em questão de segundos, super bizarro! Depois fomos para as salas de caça-níqueis, e ali o que víamos eram senhoras frenéticas apertando botõezinhos sem nem perceber o tempo passar. Escolhemos “brincar” nestes, que eram mais simples e menos arriscados, e acho que tivemos a famosa sorte de principiante, pois entre perdas e ganhos faturamos uns 50 pesos (ok, não é nada, mas foi uma primeira experiência feliz). Confesso que é meio tentador ficar horas jogando, você sempre acha que vai recuperar aquilo que perdeu e assim vai, mas conseguimos parar enquanto estávamos positivos rs.
       
      Paramos pra jantar no La Clac, na Avenida de Mayo, outro restaurante não-turístico que gostamos bastante. Nem aprovei tanto a comida, mas o lugar era super interessante, todo cheio de quinquilharias penduradas, móveis antigos e até uma sala de teatro onde rolam espetáculos de vez em quando.
       
      No dia seguinte foi acordar e ir embora. Pedimos o taxi pelo hotel (deu preguiça de passar umas 2h no ônibus), que deu o mesmo preço do aeroporto, e partimos de volta pra São Paulo.
    • Por Mari D'Angelo
      Post original com fotos e mapas aqui: http://www.queroirla.com.br/bate-volta-em-punta-del-este/
       
      Durante nossa viagem à Montevidéu, resolvemos fazer um bate-volta para Punta del Este, afinal, é quase obrigatório já que é tão pertinho e fácil de chegar. A maioria das pessoas vai atrás das praias, cassinos (que são liberados por lá) e badalação. Eu confesso que a parte da cidade que mais me chamou atenção foi justamente a que era o oposto disso. Não foi um lugar que me encantou, mas tem lá seu charme!
       
      Saímos no domingo cedo e pegamos um ônibus até o aeroporto para buscar o carro alugado na Budget. A estrada é bem tranquila e o caminho é basicamente uma reta só, o trajeto dura aproximadamente 1h30. Ah, uma dica importante, logo que chegamos no hotel em Montevidéu, um funcionário já nos alertou sobre a lei seca, disse que haveriam muitos comandos na estrada e que lá não há tolerância, qualquer sinal de álcool (e até maconha) no bafômetro é problema e para jamais propormos “dar um jeitinho”, pelo jeito lá as coisas funcionam um pouco diferentes daqui… Bom, o fato é que tinham mesmo muitas blitz, então se for beber, vá de ônibus!
       
      O primeiro lugar que paramos foi uma mega furada! Um conjunto de esculturas de sereias sobre as pedras na beira do mar na Plazoleta Gran Bretania. Com todo respeito ao artista, aquilo é horrível! Fala a verdade, dá medo, não dá??? Mas o interessante desse lugar é que ele fica bem na pontinha da península, onde ocorre o encontro do Rio da Prata com o mar.
       
      Ali pertinho fica a parte mais fofa da cidade, a que mais gostei! Pra começar, as casas não tem números, e sim nomes. Elas são enormes e lindas, mas sem ostentação. Os atrativos desse simpático e aconchegante “bairrinho” são o farol e a Parroquia Nuestra Señora de la Candelaria, uma graça de igrejinha em homenagem à padroeira da cidade.
       
      Seguimos para o porto pois a ideia era pegar um barco até a Isla de Lobos para ver leões marinhos, mas chegamos um pouco tarde e os barcos só saiam até 12h se não me engano. Queria taaanto fazer esse passeio, fiquei decepcionada, se quiser ir, lembre-se de chegar cedo! Ah, e verificar a época também, não é sempre que os animais aparecem na ilha. Pelo menos chegamos a ver alguns deles ali mesmo, perto das bancas de peixes esperando pra ganhar as sobras (e rola uma briga pra ver quem vai ficar com elas!).
       
      Paramos para almoçar no El Pobre Marino, o ambiente do restaurante é bem kisth, mas até que combina com o clima de Punta rs. Meu prato estava meio sem graça, pedi panquecas de espinafre, mas o Dan pediu carne e gostou. O valor era Ok então saímos satisfeitos.
       
      O próximo ponto foi o cartão postal de Punta, o Monumento ao afogado, ou popularmente conhecido como Los dedos. A escultura é do artista chileno Mario Irarrázabal e fica na primeira parada da Playa Brava (as praias são todas divididas assim, P1, P2, P3…). Apesar de clichê, achei bem interessante e lógico que quis fazer umas fotos ali também, mas é preciso paciência pra conseguir clicar os dedinhos sem ninguém na frente!
       
      Um pouco mais afastado do centro fica a Puente Leonel Vieira, seu diferencial é ser ondulada, dando um friozinho na barriga de quem passa de carro por lá, mas também nada de tão interessante, não sei se vale a visita.
       
      Antes de ir embora ainda passamos pelo bairro de Beverly Hills, dominado por enormes mansões com lindos jardins, mas sinceramente, prefiro mil vezes a parte mais simples da cidade, que falei aqui no começo do post!
       
      Na volta para Montevidéu paramos para ver o pôr-do-sol na Casapueblo, em Punta Ballena, um dos mais incríveis que já vi!


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