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Estou escrevendo um livro !!!


Mochileiro Peregrino

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Legal Juliana, tb sou jornalista e escrevi um livro-reportagem gonzo sobre minha trip pela América do Sul, aspectos políticos das cidades e "causos". Ainda não publiquei pois as propotas são sempre indecentes... 1% pra você, 99 pra editora. Fui até pauta do blog patagônico Klamahama http://klamahama.blogspot.com/2008/12/diario-de-un-mochilero-bahiano.html

 

abraço

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Legal Juliana, tb sou jornalista e escrevi um livro-reportagem gonzo sobre minha trip pela América do Sul, aspectos políticos das cidades e "causos". Ainda não publiquei pois as propotas são sempre indecentes... 1% pra você, 99 pra editora. Fui até pauta do blog patagônico Klamahama http://klamahama.blogspot.com/2008/12/diario-de-un-mochilero-bahiano.html

 

abraço

 

 

de fato eh complicado mesmo o lance da editora e tal ::carai::::carai::::carai::

a uma exploracao mesmo ::toma::::toma::

eu sou grafico, se quiser conversar a respeito de publicacoes fique a vontade ::otemo::::otemo::::otemo::

 

a publicacao de um livro depende muito de como vc vai querer ele no mercado, no meu caso nao publicarei como um trabalho remunerado e sim por prazer, meu livro ja foi pré avaliado num valor bem superior ao que vou colocar no mercado,

mas isso eh um outro assunto ::lol4::::lol4::::lol4::::lol4::::lol4::::lol4::::lol4::

por isso eu tomo muito cuidado do valor do livro para o consumidor final, porque quero um preco justo !!!!

 

 

:arrow::arrow::arrow: conforme o caso se alguem for publicar uma obra literaria, me disponibilizo para avaliacao da impressao do mesmo no processo grafico. ::cool:::'> ::cool:::'> ::cool:::'>

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  • 3 meses depois...
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Mochileiro Pelegrino,

 

talvez eu tenha entendido errado o que li. Se for o caso, me perdoe, por favor.

 

Mas se entendi direito, você teve uma infância infeliz, ou problemática, ou os dois, e um dia decidiu recomeçar, escrever a tua própria história, deixar para o passado a história que os outros tinham escrito para você. OK. Eu também.

 

Eu tenho um irmão que decidiu desaparecer. Sumiu. Mesmo "respeitando" a decisão dele, eu a acho muito errada, e, perdoei-me o jeito de falar, muito covarde.

 

A gente pode se afastar, cortar relações e tudo, sem "desaparecer", sem essa coisa de "sem deixar rastros". Minha família sabe como se comunicar comigo. Se meu irmão se comunicasse, se tivesse deixado um email, sei lá, ninguém iria pedir para que voltasse para casa, pois, de qualquer forma, estamos todos espalhados pelo mundo. Mas saberíamos aonde está, se está bem, estas coisas.

 

Eu te peço para que se comunique com a tua mãe, ou pessoa que te criou (se ela estiver viva, espero que sim) e diga que vai bem. Uma ligaçãozinha algumas vezes por ano não vai te custar muito dinheiro, mas vai ser um mundo de diferença para ela. Essa mulher (a tua mãe, ou a pessoa que te criou) pode não ser perfeita, mas quem é perfeito? Se falar com ela for demais para você, mande um cartãozinho postal para dizer que está bem, com saúde, vivendo a vida que quer. Se você foi abandonado num orfanato, coisa assim, o mundo todo não tem culpa. Alguém que você deixou para trás, sem rastro teu, pode estar sofrendo, pensando que você foi assassinado, sequestrado, ferido, preso... tanta coisa ruim...

 

Eu sou atéia e vivo segundo aquela coisa do "não faças ao outro o que não gostarias que fizessem com você", ou "amar ao próximo". Minhas dores, eu as encaro como adulta (sofri de depressão clinica, problemas de saúde, etc), mas evito que outro ser humano, seja ele(a) quem for, mesmo se for muito imperfeito(a) sofra um segundo sequer por alguma coisa que eu possa evitar.

 

Vingança, amargura... não sei. Eu não entendo estes sentimentos. Quando os tenho (somos todos humanos), me acordo e me pergunto se estou sendo a pessoa que imaginei para mim mesma. Eu quero ser melhor do que os que me fizeram tanto mal.

 

De novo: perdoe-me se entendi mal. Mas se deixou alguém para trás, pense em enviar um cartão dizendo que está bem, que foi-se porque quis, que não foi sequestrado, etc.

 

Mesmo se foi tratado como cachorro no passado (espero que não, que tenha sido amado por alguém, como todos merecemos de ser), eu não vejo isso como razão para menosprezar o sofrimento alheio.

 

Viva em paz, e com compaixão, e com humildade... se sobreviveu até os 20 anos, alguém te alimentou quando tinha cinco meses, seis meses, sete meses, um ano... dois anos...

 

Todo mundo é imperfeito, erra... uns mais do que os outros. Ter compaixão é respeitar a humanidade de outro cidadão do planeta. Quando morrer, vou virar comida de verme e minhoca, mas enquanto estiver viva, quero viver com dignidade e compaixão.

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