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Truque para ter SINAL de TELEFONIA e INTERNET no celular em QUALQUER LUGAR


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Segue vídeo e abaixo, texto no que é falado, caso não consiga abrir:

E aí Rezenhadores de plantão beleza? Sua VIVO está mais morta que viva? Sua CLARO está mais escura que clara? Sua TIM está mais maia que tim? Sua OI está mais tchau que oi? Vai viajar para algum lugar isolado (rancho, pesqueiro, sítio, praia deserta, etc) e não quer ficar desconectado do mundo, seja pelos dados móveis ou sinal de telefonia, para que receba ou faça alguma ligação de emergência? Aprenda esta solução custo zero e que pode LITERALMENTE salvar sua vida.

Você vai precisar de:

✔ 1 garrafa PET;

✔ 1 punhado de pedregulhos;

✔ 1 punhado de areia;

Recorte a garrafa PET na lateral em um formato que seu celular caiba de pé dentro. No fundo da garrafa por dentro, coloque a areia. Por cima o pedregulho. Pronto! Agora é só apoiar seu celular dentro, de uma maneira que ele fique de pé e seu sinal de telefonia e dados móveis vai funcionar. Não será igual como que estivesse em centros urbanos, mas já vai dar para quebrar o galho ou até salvar sua vida em uma emergência!

Até mais e obrigado pelos peixes!

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Antena caseira celular

Como fazer o SINAL e DADOS MÓVEIS do seu celular FUNCIONAR em QUALQUER LUGAR isolado

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4 horas atrás, Birovisky disse:

Segue vídeo e abaixo, texto no que é falado, caso não consiga abrir:

E aí Rezenhadores de plantão beleza? Sua VIVO está mais morta que viva? Sua CLARO está mais escura que clara? Sua TIM está mais maia que tim? Sua OI está mais tchau que oi? Vai viajar para algum lugar isolado (rancho, pesqueiro, sítio, praia deserta, etc) e não quer ficar desconectado do mundo, seja pelos dados móveis ou sinal de telefonia, para que receba ou faça alguma ligação de emergência? Aprenda esta solução custo zero e que pode LITERALMENTE salvar sua vida.

Você vai precisar de:

✔ 1 garrafa PET;

✔ 1 punhado de pedregulhos;

✔ 1 punhado de areia;

Recorte a garrafa PET na lateral em um formato que seu celular caiba de pé dentro. No fundo da garrafa por dentro, coloque a areia. Por cima o pedregulho. Pronto! Agora é só apoiar seu celular dentro, de uma maneira que ele fique de pé e seu sinal de telefonia e dados móveis vai funcionar. Não será igual como que estivesse em centros urbanos, mas já vai dar para quebrar o galho ou até salvar sua vida em uma emergência!

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Como fazer o SINAL e DADOS MÓVEIS do seu celular FUNCIONAR em QUALQUER LUGAR isolado

Que dica mateira fantástica!

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    • Por Fora da Zona de Conforto
      Você gosta de viajar mas está se sentindo mal porque acha que é uma atividade muito poluidora? Bom, não se desespere! Há atitudes que você pode tomar durante as suas férias ou viagens em geral para torná-las mais sustentáveis!
      A sustentabilidade tem se tornado um assunto cada vez mais recorrente e necessário. Isso porque é muito importante que tomemos consciência da nossa relação com o meio ambiente. Precisamos pensar na forma como produzimos, consumimos e descartamos coisas diariamente. Muitas pessoas já se acostumaram a reduzir, reutilizar e reciclar no dia a dia, mas e durante as viagens? Você sabe como fazer uma viagem sustentável?

      Continue lendo: 10 Dicas Simples para Fazer uma Viagem Mais Sustentável (reduzir emissões durante suas férias)

    • Por Paulonishi
      A intenção da viagem é a de conhecer os sítios arqueológicos da civilização maia, pois o tema Arqueologia é a minha principal motivação para as viagens pelas Américas 🤠 (Peru, Bolívia, Chile e agora México). Cancún foi escolhida como a porta de acesso e, assim, comecei a fazer um roteiro e a pesquisar os sítios arqueológicos que seriam possíveis de serem visitados durante os 10 dias em que permaneceria no México. Comprei as passagens de São Paulo (Congonhas) x Cancún pela empresa Gol, que fez uma boa promoção ao preço de R$ 1600,00, já com todas as taxas. As passagens de Florianópolis x São Paulo, incluindo o retorno, consegui comprar com as minhas milhas no programa Smiles.
      Algumas passagens de ônibus do roteiro comprei no site da empresa de ônibus ADO e, por terem sido compradas com antecedência, garanti um bom desconto que chegou a mais de 60%, como foi o caso dos trechos de Valladolid x Chichén Itzá (ida e volta) e Mérida x Cancún (somente ida). Vale muito a pena pesquisar e comprar mesmo com a taxa de IOF e variação do câmbio no cartão de crédito.
      Comprei dólares para levar, aguardando até o último momento para ver se baixava, mas não teve jeito... A cotação que peguei em 03/03/20 foi a de R$ 4,75 por doleta, e mesmo assim, com a disparada que aconteceu nas semana seguintes, chegando a R$ 5,25, até que me dei bem.
       
      O roteiro estabelecido foi o seguinte:
      07/03 - Embarque em Florianópolis com destino a São Paulo (Congonhas), para, de lá, pegar outro vôo até Brasília;
      08/03 - Embarque em Brasília com destino a Cancún
      10/03 - Deslocamento de Cancún a Tulum;
                  - Visita ao sítio arqueológico de Tulum
                 - Pernoite na cidade.
      11/03 - Visita ao sítio arqueológico de Cobá;
                  - deslocamento de Tulum a Valladolid;
      12/03 - Visita ao sítio arqueológico de Chichén Itzá;
      13/03 - Visita ao sítio arquelógico de Ek Balam e Cenote X-Canche;
      14/03 - Deslocamento de Valladolid para Mérida
      15/03 - Visita ao sítio arqueológico de Mayapán e Cenote de Telchaquillo;
      16/03 - Visita ao sítio arqueológico de Uxmal
      17/03 - Deslocamento de Mérida para Cancún
      18/03 - Compras no Walmart e Mercado 28
                  - Embarque de retorno de Cancún para São Paulo (Congonhas)
       
      Assim sendo, com todos os lugares definidos, hostels reservados (mas não pagos) pelo Booking e U$ 500 no bolso, estava pronto para mais um mochilão... Desta vez pelo México!
       
      07/03/20 - sábado
      Minha viagem teve início em Florianópolis, mais precisamente no bairro de Canasvieiras, norte da Ilha.
      Cheguei no terminal urbano de Canasvieiras, carreguei o cartão de transporte com 20 reais e fui para a fila do ônibus direto ao centro, linha TICAN x TICEN (210) . Como tenho o cartão, a viagem ficou R$ 4,18, senão seriam R$ 4,25. Saímos às 07:50h e chegamos às 08:20h sem pegar trânsito, pois era um sábado. No terminal do centro (TICEN), vi o que horário do próximo ônibus direto e seria só às 09:20h e, para não ficar esperando muito, perguntei e foi indicado ir ao Terminal do Rio Tavares, pegando o ônibus da linha 410 TICEN x TIRIO, que saiu logo em seguida e em menos de 30 minutos, já chegamos no TIRIO.  O próximo ônibus para o Aeroporto sairia às 09:00h (Aeroporto x Via Tapera 477) e saiu quase vazio o que foi muito bom para poder escolher um lugar e acomodar a mochila maior. 

      Apenas 15 minutos depois e já estávamos no Aeroporto, descendo bem em frente ao terminal de embarque.

      Olhei os voos para São Paulo, na intenção de pedir a antecipação se fosse o caso e tinha um que sairia em menos de 40 minutos. Até fui para a fila do balcão para tentar antecipar, mas demorou tanto que já não teria mais tempo hábil. Fui para o embarque e utilizei o cartão gerado na reserva pelo celuar, funcionando sem problema. No raio x, devido às diversas baterias dos equipamentos (power bank, gopro, gimbal, câmera fotográfica...), pediram para olhar a bagagem mais detalhadamente, mas já liberaram em seguida. Fui direto para o portão 11, pois sabia que existem algumas poltronas grandes e macias que muita gente não conhece...

      Consegui pegar uma, me instalando para o carregamento dias equipamentos, backup das fotos e também adiantar o upload, pois o wi-fi deste aeroporto é muito bom e permite conexão por até 3 horas.  Chamaram meu nome no alto falante e fui até o balcão ver do que se tratava. A fileira 13, na qual havia feito a reserva do assento, não existe nesse avião e me alocaram na 10A. O avião chegou atrasado, já às 11:45h, e ainda tivemos que aguardar o desembarque das pessoas que chegaram nela. Aproveitei que sou cliente ouro e entrei logo após os idosos. Para a minha surpresa, na minha poltrona não tinha janela! Justamente reservei para poder filmar a decolagem... Mas, ainda assim, com certo contorcionismo, consegui registrar com a GOPRO a bela visão da decolagem, que passa muito próximo à Ilha do Campeche.

      Durante o vôo serviram biscoito e peguei um suco junto, para enganar a fome, pois infelizmente o serviço da Gol nos destinos nacionais têm se resumido somente a isso...
      Chegamos a Congonhas por volta das 13:25h, tive que sair no desembarque e fazer novo embarque. Facilita bastante o fato de não ter bagagem despachada. O preço das comidas até que estavam razoáveis, com promoção no McDonald's de 2 sanduíches por R$ 15,00 e rodízio na Pizza Hut por R$ 30,00. Preferi ficar com meu lanche e chocolate mesmo. Achei um lugar com carregamento de energia e ocupei os bancos. A internet gratuita é boa, mas só permite o acesso a páginas da web e Facebook, não sendo possível fazer backup das fotos que tirei durante a viagem com a GoPro.
      Longa espera... Por volta das 17h vi a previsão de portão 12 para o vôo a Brasília (já fazendo parte da viagem comprada de São Paulo x Cancún), porém, chegando lá, já havia outro para o Rio quase no mesmo horário.
      Fiquei atento até que anunciaram a mudança para o portão 17, que fica no final do piso térreo. Tive que voltar quase todo o aeroporto para ir a esse portão!

      Embarquei rápido e fui o segundo a entrar no avião. Hoje, como todo mundo leva bagagem de mão, quanto mais rápido pudermos entrar, mais garantido fica o espaço no bagageiro. Nem podia pensar em despachar a mochila pois tinha todo o meu equipamento fotográfico dentro dela. O embarque demorou e a decolagem se deu com atraso, às 18:40h. Preferi sentar na poltrona 9D, corredor, para agilizar o desembarque.
      A surpresa boa foi o lanche que serviram, pois além do tradicional biscoito e suco, deram também uma barra de chocolate da Lacta 60% de cacau... 😋

      Ao pousarmos às 20:17h estava chovendo forte e na saída do finger perguntei ao funcionário da Gol se realmente poderia sair do aeroporto e embarcar amanhã, haja visto que seriam 14h de espera, e ele confirmou que sim. Quando saí do aeroporto já não chovia e fui me hospedar para o pernoite. Pensei em parar no restaurante do Posto Shell, mas segui em frente tendo em mente pedir algo pelo Ifood. Chegando no hotel, pedi uma pizza grande e aproveitando o desconto que tinha no Ifood, saiu por R$ 10,99 🤪. Às 22h chegou a pizza que não era muito recheada, mas matou bem a fome.

      Fiz os backups das imagens da Gopro e fui dormir por volta das 23h, com a intenção de acordar cedo para estar no Aeroporto por volta das 07:30h.
      Gastos no dia:
      R$ 4,18 (ônibus urbano em Florianópolis)
      R$ 4,50 (ônibus em Brasília)
      R$ 10,99 - pizza no Ifood
       
      08/03
      Acordei por volta das 5h e fiquei deitado até às 06:28h. Tomei o café da manhã e já me pus a caminho do aeroporto. Cheguei bem rápido e fui perguntar a respeito do meu acesso à área de embarque pois o cartão emitido no celular não tinha informações e  no totem a viagem não foi localizada. Fui até o balcão e emitiram a passagem do segundo trecho, Brasília x Cancún, mas só pude entrar no embarque internacional após às 07:30h. Depois disso, passei pelo raio x sem problema e depois pela migração, acessando a parte do embarque internacional. Estava no portão já às 07:40h.

      Uma mulher sentou-se atrás do meu banco e ficou espirrando e fungando atrás de mim. Depois, uma velha sentou quase ao meu lado e começou a tossir e assoar o nariz... Aí, não vi outra alternativa senão colocar uma máscara, nem por conta do Corona vírus, mas por proteção a qualquer outro vírus, pois perder a viagem por conta de uma gripe seria um desastre.
      Fui ao banheiro e às 09:20h já estava na fila de embarque preferencial, entrando no avião em pouco tempo. Era um Boeing 737-800, apertado e sem tela multimídia, com tomadas quebradas... Meu assento era lá no fundo, na 31D corredor (cancelaram a minha reserva e emitiram outra poltrona), porém, quando anunciaram que o embarque estava encerado, pulei para uma poltrona vazia na janela. Dica importante, mesmo não estando lotado o vôo, os bagageiros depois da fileira 30 estavam lotados.
      O avião era muito pequeno para uma viagem tão longa. Ainda bem que, como viajo frequentemente, já havia instalado o APP para assistir aos vídeos da Gol e pude me distrair um pouco. A revista da companhia está cada vez mais pobre de conteúdo e nem dá para ver algo interessante nela.
      Foi anunciado que o voo faria uma escala em Manaus, o que será ótimo para filmar também esse pouso também. Comi uma maçã que trouxe e já senti o cheiro da bóia...😛  Espero que pelo menos seja boa!
      Pior que não era a refeição, mas sim um lanche... Foi servido um misto quente de queijo com peito de frango (bem gostoso)  e tomei um suco. Fui assistindo ao filme Ford vs Ferrari, que é muito bom.

      Por volta das 13h (12h local devido ao fuso horário) pousamos em Manaus para o reabastecimento da aeronave. Consegui capturar boas imagens da aproximação e pouso.

       
      Uma fila enorme se fez para o banheiro, que estava bem pertinho de mim. Continuei usando máscara. Decolamos, terminei o filme mas não havia nenhum outro interessante para assistir. Senti um cheiro de comida e acho que vai sair mais alguma coisa para comer. Realmente, começaram o serviço às 14:42h (13:42 local) e até chegar em mim, que estou nas últimas, vai demorou um monte... Pois bem, 15 minutos depois recebi o meu almoço, que era arroz, sobrecoxa desossada de frango, alguns legumes e um pão de mel como sobremesa. Para beber tomei suco de pêssego sem açúcar e peguei água na minha garrafa. Até que estava gostoso. E o tempo não passa, pior ainda com crianças berrando no ouvido.

      Distribuíram formulário de migração e, prevenido como sempre, peguei a minha caneta na mochila para o preenchimento. Foi servido um bolinho doce e água ou café, enquanto o avião já iniciava o procedimento de descida. Pousamos às 17h locais (-2 horas em relação à Brasília) e o táxi foi bem longo, tendo o avião aguardar por vários minutos uma posição no finger. O tempo estava nublado e fazia 26 graus.

      Não paramos no finger e o deslocamento até o terminal foi de ônibus com ar bem gelado. Já ganhei várias posições ao entrar na migração, que foi bem rápida. O senhor que me atendeu perguntou minha profissão, quanto tempo ficaria no México e onde estaria hospedado. Carimbou o formulário mas não o passaporte... Fiquei meio apreensivo, não sabendo se ele havia esquecido ou se era um procedimento normal. Dali, fui direito para a alfândega, levando grande vantagem por não ter despachado a bagagem, pois avisaram que a inspeção levaria uns 20 minutos até liberarem na esteira.
      No saguão do aeroporto já peguei um mapa gratuito e vi uma casa de câmbio com cotação de $17,50 (pesos)  por dólar, o que era muito baixo pela cotação que havia pesquisado pela manhã. Logo a diante já vi o balcão da ADO, a empresa de ônibus que tem rotas para Playa del Carmen e ao centro de Cancún, este ao preço era $94. Como não havia feito o câmbio da moeda, perguntei se aceitava cartão de crédito e a senhora disse que sim, mas aí lembrei e perguntei se também se aceitava dólar e qual seria a cotação. Resposta afirmativa, os $94 sairiam US$5 e como eu tinha trocadinho na carteira (levei 5 notas de U$100, uma de US$ 10 e outra de US$5 para essas eventualidades), aceitei de imediato, pois também a cotação deu $18,50 por dólar.

      Peguei as informações e fui atrás do ônibus, que sairia em 20 minutos. Tive que perguntar numa lanchonete e o rapaz me explicou com boa vontade. A posição era no extremo oposto do terminal, mas cheguei em pouco tempo. Aguardando a chegada do ônibus pesquisei wi-fi e, para a minha surpresa, tinha uma do Google gratuita. Consegui enviar mensagens para todos e logo o ônibus chegou.

      Coloquei a mochila no bagageiro, apresentei o ticket e entrei. Muito boa a qualidade e conforto, com ar condicionado e televisão. Só faltou um wi-fi para ter nota máxima. A viagem é bem curta, mas ainda pegamos um pouco de trânsito nas proximidades do centro da cidade. Chegamos no terminal e usei o wi-fi gratuito, que é muito bom,  para enviar mensagens. Verifiquei o rumo do hostel no celular, usando o Google Maps offline (havia feito o download dos mapas ainda no Brasil) e parti para lá. Passei por uma praça grande e estava bem animada, com várias barraquinhas de lanche e também um show acontecendo.

      Cheguei rapidinho no hostel e fui bem recebido. Fiz o check in e já fui para o quarto, escolhendo uma cama na parte de cima e verificando as tomadas elétricas por perto para o carregamento dos equipamentos. O dono permitiu que eu fizesse o pagamento no dia seguinte, pois não havia feito o câmbio e também pagar em dólares ou no cartão não seria vantajoso para mim. Nesse hostel o diferencial é oferecer também o jantar gratuito e, como estava cansado de toda essa maratona para chegar até Cancún, resolvi não sair nesta noite para aguardar o jantar, pegar a fila do chuveiro e depois descansar, pois no dia seguinte a programação seria bem extensa.

      E assim, encerrei essa primeira etapa da viagem...
      Gastos no dia:
      R$ 4,50 - ônibus em Brasília
      R$ 26,25/US$ 5,00 - ônibus do Aeroporto ao centro de Cancún
       
      Para aqueles que quiserem acompanhar os detalhes, podem acessar o vídeo detalhado da viagem no Youtube:
      É isso aí!!!! 😉
    • Por Victor_Carvalho
      Fala, pessoal.
      Mais um vídeo no canal, e desta vez eu retomo um vídeo falando sobre campismo: como escolher seu saco de dormir.
      Espero que gostem e gostando não esqueçam de se inscrever no canal! 😉
       
    • Por rafaelmarques91
      Olá,
      Como amante de turismo de natureza no passado mês fiz uma viagem com a minha namorada, à ilha de São Miguel, nos Açores / Portugal. Esta viagem fez-me pensar no impacto que o turismo em massa está a causar ao nosso planeta, fez-me pensar nas gerações futuras e se vão ter oportunidade de ver um local com tamanha beleza natural como os Açores.
      Somos influenciados pelo que vemos, somos movidos pela aceitação de terceiros e pelo bem-estar que isso nos proporciona. Até que ponto a era dos influencers, a era da busca pela foto perfeita, no local perfeito, está a destruir as nossas emoções e a destruir o ambiente?
      Vamos perceber... Não é novidade que a partilha de locais de sonho, de fotos impossíveis em locais outrora inalcançáveis e desconhecidos, causa nos influenciados uma sede de movimento. Este movimento chama-se turismo, está a crescer e a tornar-se insustentável. Locais remotos passaram a ser banais, locais onde chegavam 10 pessoas ao ano, agora chegam 100.000. As consequências? Visíveis e devastadoras: Poluição, destruição de características únicas da flora do nosso planeta, extinção em massa de espécies animais e mais uma centena de consequências que não vou enumerar agora. Falamos de consequências graves para a sustentabilidade do Planeta. 
      Mas as minhas emoções também estão a ser destruídas. Recuando vários anos, quando o nosso conhecimento sobre o planeta quase que se igualava ao nosso conhecimento atual face ao mundo extraterrestre, quais seriam as emoções dos navegadores ao rumarem para um mundo longínquo, ao explorar locais remotos, ao encontrar as belezas que hoje em dia consideramos apenas aquela foto incrível. Conseguem imaginar? Conseguimos ter este tipo de emoções agora? A resposta é um claro, NÃO! As emoções que falamos continuam a existir, é certo, no entanto, a mistura de emoções, a possibilidade de ver e estar num local novo, não existe mais. Está quase tudo espremido, está praticamente tudo exposto, está tudo à distância de um click!
      O avançar do tempo e da tecnologia destruiu esse misto de emoções, destruiu a surpresa juntamente com a felicidade, com o medo, com a desconfiança, juntamente com.… sei lá. São tantas as emoções que já não consigo ter, estão irremediavelmente perdidas. Os influencers vierem dar apenas o golpe final, vieram destruir o resto de imaginação e especulação sobre locais remotos. Não os posso culpar de tudo, mas posso pedir-lhes uma coisa, uma coisa importante. Criem movimentos, influenciem positivamente as pessoas, façam-nas crer que temos de mudar de hábitos e que é necessário dar mais de nós. Viajem, sim. Mas viajem de maneira sustentável, levem convosco uma moeda de troca. Mais do que uma simbiose entre pessoas, tem de haver uma simbiose entre pessoas e meio ambiente. Reflitam no impacto das vossas viagens, reflitam no impacto dos vossos posts. Transformem isso em algo poderoso, criem movimentos porque esses movimentos conseguem ser mais impactantes do que as ditas leis. Vamos aproveitar esta arma potente e vamos apontá-la para o caminho correto.
       
      Vídeo: AÇORES - Viajar de forma sustentável
      Partilho este vídeo, em jeito de desabafo, com a esperança que os Açores continuem a manter todas as características naturais e não cedam à sede do turismo em massa. Na descrição do vídeo tem uma breve explicação e algumas ideias de como tornar as nossas viagens mais sustentáveis. A pegada de Carbono desta viagem foi convertida numa taxa voluntária e doada à associação açoriana, "Amigos dos Açores". Calculem as vossas pegadas, convertam-nas em algo sustentável, como por exemplo, plantação de árvores, doações monetárias a associações de proteção ambiental.
      Obrigado :)
      LINK: Calcular pegada de carbono
       
       

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