Essa subida da Pedra do Baú foi inesperada. Minha intenção e da Márcia era fazermos a travessia Marins-Itaguaré, mas devido a alguns pequenos problemas não pudemos realizar.
Então surgiu a Pedra do Baú, em São Bento do Sapucaí. Subida muito tranquila e como já a conhecia de alguns anos atrás, sabia como chegar lá.
Apenas no paredão da Pedra era que tínhamos de tomar um pouco de cuidado.
Saímos de Sampa no dia 22/05 (Sábado) no ônibus das 07h30min em direção a S. Bento do Sapucaí, pela empresa Expresso Mantiqueira.
Já na subida da Serra notamos que o tempo não estava tão bom e só torcíamos para que pelo menos não chovesse.
Chegamos em S. Bento por volta das 10h30min e logo compramos nossa passagem de volta para as 15:00 hrs do dia seguinte (Domingo).
Passamos na Lanchonete/Restaurante “Ocê qui sabe” que fica ao lado da Rodoviária e comemos alguma coisa, pois teríamos uma longa caminhada de cerca de 5 horas até o topo da Pedra do Baú.
Assim que saímos da cidade (por volta das 11h15min), caminhamos cerca de 5 Km pela estrada que leva a Pedra do Baú e ao Paiol Grande.
Ao passarmos pela Placa do Km 5 e pela Casa de Cultura do Paiol Grande (do lado direito) saímos do asfalto à direita e iniciamos a longa subida íngreme até a base da Pedra.
Logo nos deparamos com uma estrada de asfalto (era novidade para mim) que conduz ao estacionamento próximo da entrada da trilha.
Quem quiser vir de carro da cidade só vai pegar trecho asfaltado.
Essa subida pela estrada não tem como errar e é sempre subindo.
Depois de passar por algumas casas do lado esquerdo, chegamos no início da trilha (junto ao um estacionamento) por volta das 15:00 hrs e notamos vários escaladores na Pedra da Ana Chata.
Na Pedra do Baú, nenhum, o que era muito bom.
Tínhamos a pretensão de pernoitar no topo e existiam poucos lugares para montar barracas.
Pegamos cerca de 5 litros de água junto a uma bica de água e seguimos em frente pela trilha.
Depois de uns 30 minutos chegamos em uma enorme clareira e nesse ponto existem 3 bifurcações (à esquerda leva a parte norte da Pedra do Baú, no centro leva até o topo da Pedra da Ana Chata e a parte sul da Pedra do Baú e ao Bauzinho e na bifurcação da direita leva à base da Ana Chata).
Aqui também existe uma bica de água, descendo por uma trilha.
Depois de um pequeno descanso, tomamos a bifurcação do meio, que leva a parte sul do Baú, voltada para Campos de Jordão.
A trilha é um pouco íngreme no início, mas bem tranquila e em poucos minutos chegamos na escada de acesso ao topo do Baú pelo lado sul.
Em um primeiro momento, existem degraus que tendem a ficar mais íngremes conforme se vai subindo.
Alguns bairros de Campos do Jordão surgem ao fundo com suas enormes mansões.
O Bairro do Baú aparece no fundo vale.
Logo vão surgindo as escadas de metal que estão encravadas no paredão da rocha.
Daqui até o topo todo cuidado é pouco, pois a inclinação das escadas chega a quase 90°.
Existem alguns trechos mais tranquilos e com corrimão, mas a subida é sempre pelas escadas de metal e por alguns grampos fixados na rocha.
Levamos pouco mais de 30 minutos nesse trecho de subida íngreme pela rocha, chegando pouco depois das 17:00 hrs no topo, na altitude de 1950 mts.
Aqui sai uma trilha para esquerda que leva a uma pequena gruta um pouco mais abaixo de frente para a Pedra da Ana Chata, mas pelo horário resolvemos seguir direto para o local onde íamos montar a barraca à direita.
Junto aos vestígios do antigo refúgio montamos nossa barraca e fomos preparar nossa comida, que tínhamos de sobra.
O tempo estava totalmente aberto, mas o Sol estava se pondo rapidamente e quando anoiteceu o tempo fechou completamente.
Depois que anoiteceu, entramos na barraca e não saímos mais porque estávamos bem cansados da caminhada.
Pouco depois das 01h30min da madrugada levantei e fui ver o termômetro do lado de fora da barraca que marcava temperatura um pouco abaixo de +5 ºC.
E logo depois voltei a dormir tranquilamente.
Acordamos com o sol esquentando nossa barraca e fomos preparar nosso café da manhã.
Tínhamos trazido muita coisa também com direito a capuccino e queijo.
Agora era desmontar a barraca e preparar para descer, mas antes disso batemos fotos em alguns pontos do topo e nem chegamos a ir na pequena gruta a oeste da Pedra.
Como era um Domingo, logo o Bauzinho e talvez o lugar onde estávamos ia se encher de gente.
Pelo tempo que levamos da cidade até o topo no dia anterior, deveríamos sair por volta das 10h30min para chegar na Rodoviária pouco antes das 15:00 hrs a tempo de comer alguma coisa e embarcar de volta para SP.
Mochilas nas costas, agora era descer até a base da Pedra.
Tínhamos duas opções: voltar pela mesmo caminho ou descer pelo lado norte.
Eu já conhecia os dois lados, mas a Márcia ainda não, por isso resolvemos descer pelo lado norte, voltado para São Bento.
O início dessa descida é por uma escada de metal fixada na rocha e depois começa a ser feita pela canaleta, mas na minha opinião um pouco mais perigosa que o outro lado, pois qualquer escorregão é fatal.
Pelo lado sul existe muita vegetação, que pode ajudar numa eventual queda, mas nesse lado não. A descida é sempre pela rocha exposta, mas sem maiores dificuldades.
Sendo bem mais rápida que o outro lado, a descida permite um belo visual de todo o lado norte.
Em vários momentos parei para alguns clics.
O trecho final da descida demora um pouco mais porque são grampos fixados na rocha e que temos de descer segurando neles.
A inclinação diminui bastante, mas não dá para descer em pé.
Depois que terminamos a descida, ainda paramos na bifurcação para pegar um pouco de água, mas não ficamos muito tempo.
Depois que chegamos no asfalto foi a parte mais chata de toda essa caminhada, pois são longos 5 Km ou mais até a cidade.
Chegamos na cidade por volta das 14:00 hrs e ainda fomos almoçar no Restaurante “Oce qui sabe”.
Comida muito boa e relativamente barata e depois seguimos para Rodoviária que fica em frente.
Já dentro do ônibus, dormimos a maior parte da viagem e chegamos em SP pouco antes das 18:00 hrs descansados e prontos para a Segunda-Feira.
Essa subida da Pedra do Baú foi inesperada. Minha intenção e da Márcia era fazermos a travessia Marins-Itaguaré, mas devido a alguns pequenos problemas não pudemos realizar.
Então surgiu a Pedra do Baú, em São Bento do Sapucaí. Subida muito tranquila e como já a conhecia de alguns anos atrás, sabia como chegar lá.
Apenas no paredão da Pedra era que tínhamos de tomar um pouco de cuidado.
Saímos de Sampa no dia 22/05 (Sábado) no ônibus das 07h30min em direção a S. Bento do Sapucaí, pela empresa Expresso Mantiqueira.
Já na subida da Serra notamos que o tempo não estava tão bom e só torcíamos para que pelo menos não chovesse.
Chegamos em S. Bento por volta das 10h30min e logo compramos nossa passagem de volta para as 15:00 hrs do dia seguinte (Domingo).
Passamos na Lanchonete/Restaurante “Ocê qui sabe” que fica ao lado da Rodoviária e comemos alguma coisa, pois teríamos uma longa caminhada de cerca de 5 horas até o topo da Pedra do Baú.
Assim que saímos da cidade (por volta das 11h15min), caminhamos cerca de 5 Km pela estrada que leva a Pedra do Baú e ao Paiol Grande.
Ao passarmos pela Placa do Km 5 e pela Casa de Cultura do Paiol Grande (do lado direito) saímos do asfalto à direita e iniciamos a longa subida íngreme até a base da Pedra.
Logo nos deparamos com uma estrada de asfalto (era novidade para mim) que conduz ao estacionamento próximo da entrada da trilha.
Quem quiser vir de carro da cidade só vai pegar trecho asfaltado.
Essa subida pela estrada não tem como errar e é sempre subindo.
Depois de passar por algumas casas do lado esquerdo, chegamos no início da trilha (junto ao um estacionamento) por volta das 15:00 hrs e notamos vários escaladores na Pedra da Ana Chata.
Na Pedra do Baú, nenhum, o que era muito bom.
Tínhamos a pretensão de pernoitar no topo e existiam poucos lugares para montar barracas.
Pegamos cerca de 5 litros de água junto a uma bica de água e seguimos em frente pela trilha.
Depois de uns 30 minutos chegamos em uma enorme clareira e nesse ponto existem 3 bifurcações (à esquerda leva a parte norte da Pedra do Baú, no centro leva até o topo da Pedra da Ana Chata e a parte sul da Pedra do Baú e ao Bauzinho e na bifurcação da direita leva à base da Ana Chata).
Aqui também existe uma bica de água, descendo por uma trilha.
Depois de um pequeno descanso, tomamos a bifurcação do meio, que leva a parte sul do Baú, voltada para Campos de Jordão.
A trilha é um pouco íngreme no início, mas bem tranquila e em poucos minutos chegamos na escada de acesso ao topo do Baú pelo lado sul.
Em um primeiro momento, existem degraus que tendem a ficar mais íngremes conforme se vai subindo.
Alguns bairros de Campos do Jordão surgem ao fundo com suas enormes mansões.
O Bairro do Baú aparece no fundo vale.
Logo vão surgindo as escadas de metal que estão encravadas no paredão da rocha.
Daqui até o topo todo cuidado é pouco, pois a inclinação das escadas chega a quase 90°.
Existem alguns trechos mais tranquilos e com corrimão, mas a subida é sempre pelas escadas de metal e por alguns grampos fixados na rocha.
Levamos pouco mais de 30 minutos nesse trecho de subida íngreme pela rocha, chegando pouco depois das 17:00 hrs no topo, na altitude de 1950 mts.
Aqui sai uma trilha para esquerda que leva a uma pequena gruta um pouco mais abaixo de frente para a Pedra da Ana Chata, mas pelo horário resolvemos seguir direto para o local onde íamos montar a barraca à direita.
Junto aos vestígios do antigo refúgio montamos nossa barraca e fomos preparar nossa comida, que tínhamos de sobra.
O tempo estava totalmente aberto, mas o Sol estava se pondo rapidamente e quando anoiteceu o tempo fechou completamente.
Depois que anoiteceu, entramos na barraca e não saímos mais porque estávamos bem cansados da caminhada.
Pouco depois das 01h30min da madrugada levantei e fui ver o termômetro do lado de fora da barraca que marcava temperatura um pouco abaixo de +5 ºC.
E logo depois voltei a dormir tranquilamente.
Acordamos com o sol esquentando nossa barraca e fomos preparar nosso café da manhã.
Tínhamos trazido muita coisa também com direito a capuccino e queijo.
Agora era desmontar a barraca e preparar para descer, mas antes disso batemos fotos em alguns pontos do topo e nem chegamos a ir na pequena gruta a oeste da Pedra.
Como era um Domingo, logo o Bauzinho e talvez o lugar onde estávamos ia se encher de gente.
Pelo tempo que levamos da cidade até o topo no dia anterior, deveríamos sair por volta das 10h30min para chegar na Rodoviária pouco antes das 15:00 hrs a tempo de comer alguma coisa e embarcar de volta para SP.
Mochilas nas costas, agora era descer até a base da Pedra.
Tínhamos duas opções: voltar pela mesmo caminho ou descer pelo lado norte.
Eu já conhecia os dois lados, mas a Márcia ainda não, por isso resolvemos descer pelo lado norte, voltado para São Bento.
O início dessa descida é por uma escada de metal fixada na rocha e depois começa a ser feita pela canaleta, mas na minha opinião um pouco mais perigosa que o outro lado, pois qualquer escorregão é fatal.
Pelo lado sul existe muita vegetação, que pode ajudar numa eventual queda, mas nesse lado não. A descida é sempre pela rocha exposta, mas sem maiores dificuldades.
Sendo bem mais rápida que o outro lado, a descida permite um belo visual de todo o lado norte.
Em vários momentos parei para alguns clics.
O trecho final da descida demora um pouco mais porque são grampos fixados na rocha e que temos de descer segurando neles.
A inclinação diminui bastante, mas não dá para descer em pé.
Depois que terminamos a descida, ainda paramos na bifurcação para pegar um pouco de água, mas não ficamos muito tempo.
Depois que chegamos no asfalto foi a parte mais chata de toda essa caminhada, pois são longos 5 Km ou mais até a cidade.
Chegamos na cidade por volta das 14:00 hrs e ainda fomos almoçar no Restaurante “Oce qui sabe”.
Comida muito boa e relativamente barata e depois seguimos para Rodoviária que fica em frente.
Já dentro do ônibus, dormimos a maior parte da viagem e chegamos em SP pouco antes das 18:00 hrs descansados e prontos para a Segunda-Feira.
Abcs
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