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  1. INFORMAÇÕES GERAIS (2017) Visto: dispensa de visto por até 90 dias Passaporte: deve ser válido no momento de entrada Vacinas: exige vacina de febre amarela Quando ir: o ano inteiro Capital: Kralendijk Moeda: dólar americano ($) Idioma oficial: língua neerlandesa Cod. telefone: +599 Padrão bivolt: 127V Tomadas: A, C Bonaire, juntamente com Aruba e Curaçao, formam as ilhas ABC do Caribe. Com suas águas transparentes e rica vida aquática, é considerada a capital internacional do mergulho. Mas somente na ilha você entende por que Bonaire é a capital do mergulho. Inicialmente, os veículos disponibilizados para locação (eles são indispensáveis para se deslocar de um ponto a outro) são todos pickup´s. E no momento da locação, os usuários são orientados a deixar as chaves dos veículos na ignição, no momento dos mergulhos, e levar consigo todos os pertences de valor. Isso porque os meliantes da região podem quebrar os vidros para furtos, mas não roubam o veículo, em decorrência da impossibilidade de se deixar a ilha (o que somente ocorre por meio de avião ou embarcações). Portanto, a orientação é: cuidado com o furto dos objetos de dentro do veículo, não com o veículo. Assim, saíamos para mergulhar e os vidros ficavam abertos juntamente com a chave em seu interior. Hospedamo-nos no Dive Hut. O hotel possui estrutura satisfatória e um anexo, onde podem ser guardados os tanques e ainda, onde se pode lavar e guardar as roupas de mergulho para os dias subsequentes. Dive Hut Hotel Anexo para a guarda dos tanques e roupas de mergulho Todo o equipamento foi alugado no Wanna Dive, apenas um dos muitos estabelecimentos que existem na região para tal. Assim, de manhã, abastecíamos os carros com os cilindros necessários para os mergulhos do dia, e a noite deixávamos os cilindros vazios no anexo do hotel, os quais eram, posteriormente, coletados pela Wanna Dive no próprio hotel. No site de Bonaire, você encontra todas as agências credenciadas: Todos os pontos de mergulho em Bonaire estão devidamente sinalizados com uma pedra na cor amarela, como a da foto abaixo. É importante que você sempre use botas de borracha porque as praias são, na sua maioria, de pedra, e essas botas são essenciais para não machucar os pés. Dentro d´água, a sinalização fica por conta das boias flutuantes, que indicam onde estão os mergulhadores. Um dos pontos mais famosos de mergulho é o naufrágio Hilma Hooker, afundado há 33 metros de profundidade. Hilma Hooker Saindo de Bonaire, a 1,2km de distância, podemos encontrar uma pequena ilha desabitada chamada Klein Bonaire. Esse passeio somente é autorizado com agências credenciadas, o que se justifica por tratar-se de uma reserva natural protegida. Entretanto, a meu ver, não se diferencia muito do que vimos durante todos os mergulhos em Bonaire. Klein Bonaire Bonaire ainda conta com o Washington Slagbaai National Park, que abre todos os dias, de 8-17h, exceto em feriados, mediante o pagamento de uma taxa de 25 USD para não-residentes. É um parque nacional e reserva ecológica na parte noroeste da ilha de Bonaire, no Caribe Holanda. O parque possui 5.643 hectares, cobrindo cerca de um quinto da ilha de Bonaire. Fundada em 1969, o Parque Nacional de Washington Slagbaai foi a primeira reserva de natureza a ser estabelecido nas Antilhas. Boka Slagbaai No último dia de folga, antes do embarque, necessário após dias de mergulho com cilindro, pode-se aproveitar para visitar as Slave Huts, casas dos escravos que trabalhavam nas salinas, no século XVII, e ainda aproveitar as baladas com ritmos caribenhos, espalhados pela cidade. Roteiro de mergulho: Dia 01: mergulho noturno em Wind Sock 150 Dia 02: mergulho em Hilma Hooker e Salt Pier Dia 03: mergulho em Salt Pier no amanhecer, Playa Funchi, Boka Slagbaai e Playa Lechi Dia 04: Karpata e Klein Bonaire Dia 05: Alice in Wonderland, Punt Vierkant e novamente Hilma Hooker Dia 06: descanso Publicado em: https://mspriscila1.wixsite.com/meusite/blog/roteiro-mergulho-em-bonaire-06-dias
  2. Dia 1: Esse será meu primeiro diário de bordo de uma viagem internacional. Fiz essa viagem com uma amiga (Fabiana) e passamos 14 dias conhecendo as famosas ilhas ABC no Caribe. Na época já pensava em fazer um blog e sempre que viajava tentava fazer um relato da viagem. Essa foi uma das viagens que, por minha sorte, consegui fazer o relato diário durante a viagem. Vamos lá, dois anos se passaram e agora sim vou publicar as minhas experiências nesta viagem. Antecipo que o lugar é lindo, mas isso não é novidade, basta pesquisar por ilhas ABC na internet que todos vão entender do que estou falando. Comecei a viagem na noite do dia 25, esse trecho fiz sozinho pois passei o natal com minha família em Resende e a Fabiana com a família dela em São Paulo. Encontrei com a Fabiana no aeroporto de Guarulhos e de lá voamos com destino à Curaçao, mas antes uma pequena parada em Bogotá (Colômbia) de apenas 8h. Optamos por ficar esse tempo todo no aeroporto pois a passagem saiu por quase a metade do preço. Aí vai uma dica, para nós cariocas, antes de comprar as passagens saindo do aeroporto do Galeão, vale a pena pesquisar saindo por Guarulhos, em alguns casos sai bem mais em conta. O aeroporto de Bogotá tem uma ótima infra estrutura e bons "free shops". Com 8 horas de espera rodamos todas as lojas, tomamos café, dormimos no banco do aeroporto (tipo o filme "O Terminal"), almoçamos e quando não aguentávamos mais uma simpática funcionária da United chamada Carolina nos deu algumas dicas de compras e passeios por Bogotá, mas optamos por ficar no aeroporto mesmo. A hora chegou e embarcamos para Curaçao, não tivemos atraso no voo. Depois de algumas horas de sono durante o voo, pra variar..rs.. pousamos no aeroporto internacional de Hato, na capital de Curaçao, Willemstad. Chegamos a tarde e, ainda no aeroporto, ficou nítido que a infra estrutura da ilha era bem simples, apesar de tudo funcionar perfeitamente, inclusive a internet wifi livre no aeroporto. Esse é o tipo de coisa que me faz pensar: Porque o Brasil, um país tão prospero, não consegue implantar ferramentas para facilitar o cidadão local e o turista? Mas esse é um blog de viagem e não de política, vamos voltar ao tema. Aeroporto Internacional de Hato Curaçao é a maior ilha do antigo arquipélago das Antilhas Holandesas e hoje é um país autônomo dentro do Reino dos Países Baixos. O nome "Curaçao" vem de "arte de curar" e a ilha produzia um licor a partir de cascas de laranja da terra, cravo e canela que muitos portugueses encontravam a cura dos doentes atacados pelo escorbuto, provavelmente pela ingestão de vitaminas existentes na ilha. Curaçao também já se chamou "ilha do gigantes" devido à estatura dos indígenas que a habitavam na época que foi descoberta (1499). A população local fala pelo menos 3 línguas, aprendem na escola o papiamento (língua local), o holandês (por fazerem parte da colônia holandesa) e o inglês. Isso é o básico deles. O país tem a presença muito forte dos holandeses que moram e fazem turismo por lá. Sofremos um pouco para utilizar o terminal eletrônico e sacar dinheiro na moeda local, mas conseguimos. Recomendo que façam isso pois os taxistas só aceitam pagamento em dinheiro e se pagar em dólar o câmbio não é favorável. Pegamos um táxi e fomos em direção ao Ritz Studios, o visual da cidade de dentro do táxi já nos deixava com vontade de descer e rodar por tudo. O Ritz Studios fica no bairro histórico de Scharloo na área de Punda. Fomos recebido por uma holandesa muita atenciosa que fez nossa ficha e nos apresentou o hotel. Nosso quarto era limpo, novo e bem organizado, mas só com um detalhe, o banho é frio..rs.. Ritz Studios A cidade é dividida em duas áreas: Punda e Otrobanda, do nosso hotel até a ponte "Queen Emma" são 10 minutos de caminhada pelas ruas históricas. As principais atividades na cidade são o turismo, as atividades portuárias e o comércio com uma vasta opção de lojas de grife e bons preços. Para quem gosta de compras, vale a pena passear pelo centro histórico, pois das 3 ilhas ABC, Curaçao foi a que encontramos o melhor preço. A zona histórica de Willemstad, cidade antiga e porto, é Patrimônio Mundial da Humanidade, incluído pela UNESCO em 1997. A noite saímos para conhecer um pouco o centro da cidade e jantar por lá. As construções no estilo colonial holandês e o povo bem amistoso são algumas atrações a parte. Jantamos em um bar na beira do canal que separa as áreas da cidade, o bar se chama Iguana Bar e com boa comida e música ao vivo o bar retrata a animação do povo de Curaçao. Iguana Bar O centro histórico estava vazio, acho que ainda devido as comemorações natalinas. Depois do jantar passeamos pelas ruas principais e voltamos para o hotel. Iguana Bar - Otrobanda ao fundo Gastos do dia: café da manhã Orleans (aeroporto Bogotá) - 12.325 pesos colombianos adaptador tomada - 1600 pesos colombianos almoço - 26100 pesos colombianos compras free shop Bogotá - U$209 The Ritz Studios - U$160 (6 diárias) Táxi aeroporto p/ hotel - 50 florins Iguana Bar - U$15,83 Câmbio: 1 Real = 833,33 Pesos colombianos 1 Real = 0,80 Florim das Antilhas holandesas
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