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mspriscila

Roteiro Mergulho em Bonaire (06 dias)

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INFORMAÇÕES GERAIS (2017)

Visto: dispensa de visto por até 90 dias

Passaporte:  deve ser válido no momento de entrada

Vacinas:  exige vacina de febre amarela

Quando ir: o ano inteiro

Capital: Kralendijk

Moeda: dólar americano ($)

Idioma oficial: língua neerlandesa

Cod. telefone: +599

Padrão bivolt: 127V

Tomadas: A, C

 

Bonaire, juntamente com Aruba e Curaçao, formam as ilhas ABC do Caribe. Com suas águas transparentes e rica vida aquática, é considerada a capital internacional do mergulho.

 

Mas somente na ilha você entende por que Bonaire é a capital do mergulho. Inicialmente, os veículos disponibilizados para locação (eles são indispensáveis para se deslocar de um ponto a outro) são todos pickup´s. E no momento da locação, os usuários são orientados a deixar as chaves dos veículos na ignição, no momento dos mergulhos, e levar consigo todos os pertences de valor. Isso porque os meliantes da região podem quebrar os vidros para furtos, mas não roubam o veículo, em decorrência da impossibilidade de se deixar a ilha (o que somente ocorre por meio de avião ou embarcações). Portanto, a orientação é: cuidado com o furto dos objetos de dentro do veículo, não com o veículo. Assim, saíamos para mergulhar e os vidros ficavam abertos juntamente com a chave em seu interior.

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Hospedamo-nos no Dive Hut. O hotel possui estrutura satisfatória e um anexo, onde podem ser guardados os tanques e ainda, onde se pode lavar e guardar as roupas de mergulho para os dias subsequentes.

 
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Dive Hut Hotel
 
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Anexo para a guarda dos tanques e roupas de mergulho

Todo o equipamento foi alugado no Wanna Dive, apenas um dos muitos estabelecimentos que existem na região para tal. Assim, de manhã, abastecíamos os carros com os cilindros necessários para os mergulhos do dia, e a noite deixávamos os cilindros vazios no anexo do hotel, os quais eram, posteriormente, coletados pela Wanna Dive no próprio hotel.

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No site de Bonaire, você encontra todas as agências credenciadas:

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Todos os pontos de mergulho em Bonaire estão devidamente sinalizados com uma pedra na cor amarela, como a da foto abaixo.

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É importante que você sempre use botas de borracha porque as praias são, na sua maioria, de pedra, e essas botas são essenciais para não machucar os pés.

 

Dentro d´água, a sinalização fica por conta das boias flutuantes, que indicam onde estão os mergulhadores.

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Um dos pontos mais famosos de mergulho é o naufrágio Hilma Hooker, afundado há 33 metros de profundidade.

 
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Hilma Hooker
 

Saindo de Bonaire, a 1,2km de distância, podemos encontrar uma pequena ilha desabitada chamada Klein Bonaire. Esse passeio somente é autorizado com agências credenciadas, o que se justifica por tratar-se de uma reserva natural protegida. Entretanto, a meu ver, não se diferencia muito do que vimos durante todos os mergulhos em Bonaire.

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Klein Bonaire

Bonaire ainda conta com o Washington Slagbaai National Park, que abre todos os dias, de 8-17h, exceto em feriados, mediante o pagamento de uma taxa de 25 USD para não-residentes. É um parque nacional e reserva ecológica na parte noroeste da ilha de Bonaire, no Caribe Holanda. O parque possui 5.643 hectares, cobrindo cerca de um quinto da ilha de Bonaire. Fundada em 1969, o Parque Nacional de Washington Slagbaai foi a primeira reserva de natureza a ser estabelecido nas Antilhas.

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Boka Slagbaai

No último dia de folga, antes do embarque, necessário após dias de mergulho com cilindro, pode-se aproveitar para visitar as Slave Huts, casas dos escravos que trabalhavam nas salinas, no século XVII, e ainda aproveitar as baladas com ritmos caribenhos, espalhados pela cidade.

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Roteiro de mergulho:

Dia 01: mergulho noturno em Wind Sock 150

Dia 02: mergulho em Hilma Hooker e Salt Pier

Dia 03: mergulho em Salt Pier no amanhecer, Playa Funchi, Boka Slagbaai e Playa Lechi

Dia 04: Karpata e Klein Bonaire

Dia 05: Alice in Wonderland, Punt Vierkant e novamente Hilma Hooker

Dia 06: descanso

 

Publicado em: https://mspriscila1.wixsite.com/meusite/blog/roteiro-mergulho-em-bonaire-06-dias

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Exato, Di Fabiano! Bonaire não tem transporte público; sendo assim, a locomoção só se dá através de transportes alugados! As praias tem poucas faixas de areia; na maioria são cobertas de pedras! A ilha é, em sua maioria, voltada para o mergulho...toda mapeada com pedras amarelas e lugar de treino para competidores internacionais nas mais variadas formas de mergulho! 

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    • Por Mari Moraes
      como muitos aqui, uso o mochileiros desde 2012 mas nunca tinha feito um relato. vergonhaaaa. esse forum já me ajudou demais e espero contribuir.
      obs: escrevo tudo em minusculo porque estou acostumada a fazer assim no trabalho, se tiver ruim de ler, avisem que eu tento melhorar.
      SOBRE A VIAGEM
      fui só pras ilhas de honduras. gostaria de ter conhecido copan, mas era muito fora de mão. não sei muito bem se posso dizer que "conheci" o país porque a realidade do continente é bem diferente do que você vai ver nas ilhas.
      a moeda oficial é a lempira mas todos os lugares aceitam dolar na cotação $1 = 24 lempiras (em maio/2019)
      baleadas. baleada é barata ($1) baleada é bem servida. comam baleadas 
      o jeito mais barato de chegar é pela avianca, e é o mais longo também: são pelo menos duas conexões. uma em algum país da américa do sul e outra obrigatoriamente em são salvador. minha viagem era bem no meio da falência da avianca brasil e mudaram meu voo no trecho GRU-BOG pra mais cedo pq cancelaram todos os outros horários, e acabei tendo que passar um dia na colômbia. 
      SOBRE UTILA
      apesar de ter lido em muitos lugares que utila só serve pra quem vai mergulhar, discordo. vou colocar no relato (dia 24/4) as praias incríveis que tem por lá também. mas, fora isso, a cidade respira mergulho. você vai dormir e acordar falando sobre o último e o próximo, vai fazer amigos em lugares improváveis só de ouvir eles contarem alguma história, vai ter invejinha de algumas e vai se orgulhar de outras próprias < 3
      então, estando lá, por que não fazer?
      importante: todas as escolas em utila dão dois fun dives de presente pra quem faz o curso, em roatan não
      SOBRE CAYOS COCHINOS
      quase todas as ilhas lá são privadas, pelo que entendi conversando com o pessoal local, só existe uma ilha pública (minuscula) que é onde toda a população mora. elas ficam bem próximas do continente e longe das outras ilhas maiores.
      tem pouquíssimas informações sobre lá e isso foi o que mais me motivou a escrever o relato. tudo que encontrei era day tour. de roatan custa $180 (!!!) e nunca é garantido, por causa da distancia e do mar bravo, a viagem pode ser cancelada a qualquer minuto. de sambo creek, $39, é mais garantido mas pra ir e voltar de lá, você precisa estar no continente e cada perna do ferry das ilhas pra la ceiba custa $30. o day tour sai as 8h da manhã, volta as 15h e visita a ilha pública.
      a alternativa que encontrei foi me hospedar em uma das ilhas privadas, por incríveis $50 a diária, pra duas pessoas, em um bungalow por cima das águas (!!!). conversei com o proprietário da ilha e, com os contatos dele, conseguimos organizar toda a logística pra chegar lá. adianto: é puxado (literalmente - tivemos que desencalhar o barco da areia no meio do caminho). precisa ter disposição pra perrengue & grana. nunca paguei tão caro por um perrengue. mas quando você chega lá, esquece de tudo, prometo. só lembrei agora pra contar pra vocês 😂
      ao todo gastamos, por pessoa pra ficar lá:
      hospedagem 2 noites: $50
      ferry ida e volta: $64
      taxi la ceiba: $37
      barco cayos cochinos ida e volta: $80 
      passei duas noites e três dias. pensei que ia ser o lugar pra relaxar e que ficaria até entediada depois de tanto tempo sem "fazer nada". mas estava enganada, passaria mais uns dias lá tranquilamente. até porque se soubesse que gastaria tanto de transporte só pra chegar, teria estendido a estadia com certeza.
      SOBRE ROATAN
      igual que nem uma ilha na flórida 😂 tem muito gringo e é uma das maiores cidades do país  cerca de 10% da população mora lá mas ainda tem a vibe tranquila de ilha (antes das 10h da manhã as ruas ficam praticamente vazias). 
      ficamos em west end depois de pesquisar bastante, chegando lá tive certeza que escolhi certo (pelo menos, pra mim). tem tudo bem pertinho: restaurantes, dive shops, bares, mercados e farmácias. as distancias em roatan são graaaaaandes, então o lugar que você se hospeda vai otimizar o tempo que você estaria no transporte ao invés de curtir a praia, acredite!
      SOBRE O CURSO DE MERGULHO
      vou contar mais detalhado no relato diário, mas já pra adiantar: optei pela utila dive center ($350 - transferência de $200 pra garantir sua vaga antes e $150 em dinheiro quando chega lá), que é um pouco mais cara que as outras da ilha ($300) pelo nível de profissionalismo deles. sério, experimenta fazer uma cotação pelo site. respondem rápido e detalhadamente todas as duvidas mais esdruxulas. além  disso, a hospedagem deles é no mango inn, tipo um resort com piscina (tenho um sentimento meio contraditório sobre o hotel),  a estrutura deles é a melhor da ilha: tem 4 barcos e isso faz toda diferença na hora de agendar os seus fun dives, sempre tem espaço pra você. a localização também é excelente, bem no meio da rua principal de utila.
      acabei de tirar minha carteirinha padi então não sou nenhuma profissional kkk mas a impressão geral que eu tive, é que o utila dive center é o lugar mais respeitado, com os instrutores mais qualificados (meu instrutor era um biólogo marinho que já tinha morado desde as maldivas, até na antártica!!), e as outras são boas, mas é meio pra americano no spring break.
      uma opção boa se não couber no orçamento os $50 mais caro que o udc cobra, seria o underwater vision, que fica literalmente colado na parede do udc. mas enfim, como eu disse, só passei nas outras, não fiz o curso lá, então vou parar de opinar.
      ROTEIRO
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      19/04 - VOO BOG - SAL - RTB + Ferry Utila + Inicio Curso de Mergulho
      20/04 - Dia 1 PADI Open Water - Utila Dive Center - Teoria
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      22/04 - Dia 3 PADI Open Water - Utila Dive Center - prova física + Mergulhos Treinamento
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      24/04 - Praia Pública + Neptunes Coral Beach + Fun Dives Extra
      25/04 - Ferry La Ceiba + Taxi Nueva Armenia + Barco Cayos Cochinos + Cayo Chachahuate
      26/04 - Mergulho El Avion e Pelican Town
      27/04 - Barco Sambo Creek + Taxi La Ceiba + Ferry Roatan
      28/04 - Snorkel Half Moon Bay em West End + Lands End + Sundowners Game of Thrones
      29/04 - Mergulho + Festa Coconut Tree Divers West Bay
      30/04 - Ressaca + Teste de Subblue + Roatan Chocolate Factory
      01/05 - Voo RTB - SAL - LIM - GRU
    • Por Jamile Moreira
      Fala galera mochileira! Já tem um tempo que eu tento dar alguma colaboração aqui, mas nunca rola. O fórum mochileiros.com sempre é minha primeira opção na hora de buscar informações fresquinhas e dicas pra economizar nos rolês. Dessa vez, vou fazer esse relato sair da imaginação e espero que ajude alguém, já que são bem poucos os relatos de viagem pra Oceania por aqui, não é?
      No final, eu vou colocar uma planilha com todos os custos previstos, gastos reais, roteiro e check-list da viagem, ok?
      Se você chegou até aqui, já deve saber que praticamente qualquer viagem pra esse continente não faz exatamente o estilo backpacker para nós brasileiros, mas se tiver a oportunidade de vir pra cá, se planeje e se jogue! Ainda que isso te custe "an arm and a leg", ou, no bom e velho português, os olhos da cara.🤑
      Acabei de chegar em Sydney, então esse relato será talvez o mais "brand-new" que você lerá hoje. Aqui são 13h a mais que o horário de Brasília. E não, eu não senti jet-leg. Mas o meu ritmo de trabalho já é meio louco, então isso pode ter contribuído.
      PREPARATIVOS
      Conhecer a Austrália sempre foi um sonho pra mim. Só que o custo dessa viagem era o impeditivo pra torná-lo realidade. Até que, em novembro passado, achei uma "promoção" para conhecer a Austrália (AU) e Nova Zelândia (NZ) pelo preço de um destino. Caro ainda, mas dava pra matar dois coelhos de uma vez só. Não resisti. O dedo de clicar em "concluir pagamento" até coçou. Mas eu não tinha férias marcadas ainda, então tive que esperar até confirmar minhas datas. E quando comecei a pesquisar o destino, surpresa: era tanta coisa interessante pra fazer, tanto lugar legal pra conhecer que pela primeira vez eu senti a necessidade de ter um roteiro definido antes mesmo de comprar as passagens, pra otimizar o tempo.

      E lá fui eu: pesquisar, pesquisar e pesquisar.
      Roteiro finalmente montado, era hora de aguardar os preços caírem de novo, porque a promoção já tinha acabado. E aí vai uma dica pra quem gosta de acompanhar o Melhores Destinos e sites correlatos: fiquem de olho nas promoções que eles publicam mas não deixem de pesquisar também nos metabuscadores (eu uso Skyscanner e Kayak) e nas próprias Cias aéreas. Às vezes a promoção tá lá, escondidinha, esperando por você, mas não é publicada nos sites jornalísticos (MD, PI etc). Foi assim que eu encontrei a minha. Olhava todos os dias (naquele macete da navegação anônima) até encontrar um preço que cabia no meu orçamento. E achei. Comprei as passagens pela Viajanet e logo liguei pras Cias para obter o código de reserva deles. O voo, GRU- SYD- CHC-GRU, vendido pela Qantas e parcialmente operado pela Latam, saiu a R$ 3.800.
      Depois, de acordo com o roteiro que eu montei, tive que comprar mais dois trechos internos na Austrália e mais o voo de ida e volta daqui de Salvador pra São Paulo. No total, os trechos foram:
      SSA → GRU (Gol)
      22/04 - 19:25 →21:55
      GRU → SCL (Latam)
      23/04 09:15 → 12:25
      SCL → SYD (Qantas)
      23/04 - 13:30 → 17:50 (dia seguinte)
      BNE → GLD (Virgin Australia)
      03/05 - 06:25 → 07:35
      GLD → SYD (Virgin Australia)
      06/05 - 16:45 →20:40
      SYD → CHC (Emirates)
      07/05  - 07:50 → 12:55
      CHC →AKL (Jetstar)
      AKL → SCL (Latam)
      SCL → GRU (Latam)
      17/05 - 11:10 → 21:35
      GRU → SSA (Gol)
      18/05 - 08:25→10:40
      E, por todos os relatos que eu li, decidi por fazer uma road trip na Austrália (de Sydney até Brisbane, de onde eu pegarei um voo para Gladstone, e de lá um ferry para Heron Island, ponto alto da viagem), e outra road trip na Ilha Sul da Nova Zelândia, num roteiro circular saindo de e voltando para Christchurch.
      Aí vcs me perguntam: mas porque não ir de carro direto de Sydney pra Gladstone? Nera melhor que pegar o voo BNE - GLD? Em teoria sim, mas com a taxa de One Way (a taxa que vc paga pra pegar o carro num lugar e devolver em outro, muito usada na Austrália), e mais a impopularidade do destino (Gladstone), ficaria ainda mais caro deixar o carro lá do que deixar em Brisbane e ir de avião até Gladstone.
      Dica: Algumas locadoras fazem um acordo com os clientes que querem devolver o carro em um local diferente da retirada. Muitas cobram um valor irrisório (AUD 1,00/dia, AUD 5,00/dia) ou até alugam de graça por uns dias pra quem queria levar o carro de um canto a outro. É um ganha-ganha, já que eles teriam que pagar um motorista pra fazer esse serviço, e o locatário teria que pagar uma taxa absurda (em torno de AUD 300 na maioria das locadoras) no método convencional. Esse tipo de negócio vale muito à pena pra quem tem datas flexíveis, já que as oportunidades ficam disponíveis conforme a necessidade da locadora. Se tiver interesse nesse tipo de "deal" (acordo), pesquise por "car rental relocation" no Google e não esqueça de checar as condições de locação. No meu caso, não consegui fazer isso porque não tinha flexibilidade com as datas. Uma pena! Paguei uma grana com aluguel de carro na AU.
      Voltando ao relato, de passagens em mãos eu me senti mais segura pra solicitar o visto australiano (pra Nova Zelândia não precisa). Processo rápido, totalmente online e autoexplicativo na medida do possível. Custou AUD 140 e eu demorei mais tempo para preencher o formulário do que eles levaram pra me conceder o visto. Sem exageros, entre a submissão da solicitação e a aprovação, levou UM MINUTO! Mais rápido impossível.
      As hospedagens eu reservei quase todas pelo Booking.com e os passeios eu deixei pra comprar aqui mesmo.
      Agora vem a hora dos imprevistos, pq o que é um mochilão sem um perrengue básico, né? E os perrengues começaram antes mesmo da viagem kkkkkkkk. Primeiro, deixei pra solicitar a PID (permissão internacional para dirigir) muito em cima da hora. Olhava todos os dias no site do Detran e a impressão da PID ainda estava pendente na véspera da viagem! Dei uma de João-sem-braço e fui no SAC assim mesmo, pois dos dez dias úteis de prazo que me deram, nove já tinham se passado. Qual não foi a surpresa quando encontrei o meu documento lá? 🎊🎉🎊🎉🎊🎉 Ufa! Foi por pouco... Tava uma pilha de ansiedade por causa disso. Sem ele, provavelmente não ia conseguir alugar o carro e... adeus road trip. Precisaria de um plano B. Então aprendam do meu erro e não façam o mesmo, tá?
      Outro perrengue aconteceu apenas uma semana antes da viagem. Meu celular quebrou e eu comprei outro pela internet (sim, eu fiz isso faltando poucos dias pra decolar kkkkk) e o aparelho chegou duas horas antes de eu sair pro aeroporto 😱. Haja emoção! Quase abracei o carteiro.
      Voo pra Guarulhos foi tranquilinho. Hotel maneiro (Casa dos Gattos), dormi super bem. Cama confortabilíssima, deu trabalho acordar cedo pra ir pro aeroporto. Planejava sair às 06:00, mas só consegui sair às 06:30. Peguei Uber pro Terminal 3 de GRU, despachei a backpack e lá vamos pra Santiago, de onde sairia a conexão pra Sydney. Voo da Latam maneiro também (tava no avião, inclusive, escrevendo isso, com um pestinha gringo do lado e várias cotoveladas no meu braço direito. 😠 Se o pai não estivesse ali, eu dava um beliscão, kkkkkkk). O tempo de conexão era muito curto (55 minutos), então eu já tinha me informado se precisaria passar pela imigração em SCL. Resposta negativa, mas, porém, contudo, todavia, entretanto, não consegui fazer o check-in da Qantas pela internet. No site deles, informam que o check-in é no aeroporto de Santiago. Aguenta coração!
      Quase chegando no Chile, o piloto anunciou o sobrevoo pela Cordilheira dos Andes. Lindo até pra quem já viu.
      Desembarcando em SCL, fui direto pro balcão da Qantas. Segui as placas indicando conexão e cheguei até eles. Fiz o check-in no balcão e a atendente informou que o voo estava vinte minutos atrasado. Um tempo a mais pra mim. Eba! Mas alegria de pobre dura pouco, e ela logo apontou pra a fila que eu teria que pegar pra passar no raio-X na área de conexão. A maior da minha vida inteira! Sério. Todo o mundo revoltado por uma fila tão grande, dando voltas e voltas nos corredores, uma coisa inadmissível em se tratando de conexão. Mas vida que segue. Se é pra pegar fila, vamos pegar a fila, né?
       

      VID_20190423_140931.mp4 E a hora passava, o xixi apertava pra sair, e a fila seguia esplêndida. Às vezes uma funcionária passava avisando quem podia passar à frente pq o voo já ia sair. Simples assim. Não sabia se ria ou se chorava.
      Mas no fim tudo dá certo e se não deu certo é porque ainda não chegou ao fim, né? E não é que deu certo mesmo? O voo atrasou mais um pouco e deu tempo de superar a fila do SUS (digo, da conexão) e chegar no portão de embarque (looooooooooonge, no terminal novo... Prestem atenção se o seu portão começa com a letra C (ex. C1, C2 etc). Esses são os portões do terminal novo e vc vai ter que andar mais um bocadinho).
      Bem... Embarque efetuado, era hora de relaxar e esperar a decolagem. A partida, prevista para as 13:30, só ocorreu pouco mais de uma hora depois.
      O voo mais demorado da minha vida e provavelmente vai ser o da sua também, rsrsrs. Dormi, acordei, liguei a TV e ouvi música umas 48 vezes. Duas refeições, na primeira escolhi um frango que veio aguado parecendo sopa e com ranço de peixe 🤢. Na segunda, peguei um bife que já estava bem melhorzinho de sabor, mas tinha uns 10cm de largura e foi difícil de cortar com faca de plástico.
      O mousse de chocolate que veio na sobremesa não me caiu muito bem, e no final do voo o estômago já estava revirando.
      Vão te dar um formulário de praxe pra entregar na imigração. Tem em inglês e em espanhol. Peça o que você entende melhor, pra não ocorrer nenhum engano. São poucas perguntas, mas atente que é frente e verso. Perguntam o endereço em que você vai estar na Austrália (eu forneci o do primeiro hostel), qual o motivo da viagem, alguns dados pessoais e sobre alguns itens específicos na bagagem. Na dúvida, responda SIM. Evite multas desnecessárias.
      DIA 01: A CHEGADA EM SYDNEY
      Desembarquei e a fila da imigração estava razoável. O senhorzinho da minha frente era chileno e não falava nada em inglês. Tava sozinho. O agente da imigração não falava espanhol e eu me ofereci pra ajudar. Seja lá o que eu tinha respondido no formulário (coloquei uns três SIM), o agente desconsiderou por conta da ajuda que eu dei. Viva! Ah... Ele pediu pra ver a carteirinha internacional de vacinação para febre amarela. Mas nem abriu. Só viu a capa. Depois, peguei a mochila cargueira e então passei pela inspeção alfandegária Só fizeram olhar o formulário de novo, que ficou retido lá, e me liberaram. Na saída, simulei um Uber pro hostel e tava no valor de AUD 45. Achei um pouco caro e decidi ir de metrô. Tem uma estação na saída do aeroporto. Em vez de pegar a saída normal de pedestres, vire à direita e desça as escadas. Quando ainda estava olhando o mapa do metrô, um senhorzinho parou e me ofereceu ajuda. Desconfiei, mas como ele era velho, qqr coisa era só dar um soco ou um grito kkkkk. Ele insistiu pra comprar um Opal Card pra mim (tem um balcão de venda e recarga na estação do aeroporto) e pegou o primeiro trecho comigo. Depois saltamos na estação Central e ele me ensinou a chegar no hostel. Já fui praticando o inglês com ele, já que o meu estava bem enferrujado kkkkk. No final, ele só queria ajudar mesmo. Thank God!
      Dor de barriga seguia firme e forte. Fiz check-in no hostel (Mad Monkey Backpackers Kings Cross) e subi as escadas até o quarto, vários lances, de cargueira nas costas, e piriri. Gente, sejam mais inteligentes que eu e reservem um quarto individual pelo menos nos primeiros dias. O voo já é cansativo o suficiente; o que você vai precisar é paz e silêncio pra descansar bem, e não dividir o quarto com gringas mulambentas que vão ficar acordadas até tarde. Pronto, falei!
      Sobre o hostel, nada a reclamar. O quarto compartilhado feminino é pequeno, mas o banheiro é relativamente grande. Um banheiro por quarto. Café da manhã é servido num estabelecimento ao lado. Só vou poder opinar amanhã.
      Banho tomado, número 02 feito, fui comer alguma coisa nos arredores do hostel. Viajei com dólares americanos, porque deixei pra comprar dinheiro na última hora e não achei onde vendesse dólares australianos e neo-zelandeses. Não troquei dinheiro no aeroporto pq a cotação tava muito ruim (USD 1,00 = AUD 0,82), então tive que pagar o lanche (e o hostel tbm) com cartão, pq já era tarde e as casas de câmbio estavam fechadas. Um lanchinho simples, hambúrguer pequeno e coca pequena, saiu a AUD 9,50. Na maquininha do cartão, eu nem precisei digitar a senha! Alguém já viu isso? Tomei um susto quando saiu o comprovante. Tenho é medo dessa tecnologia.
      Andei uns dois quarteirões apenas e deu pra sentir o clima da cidade à noite. Muitas casas de festas e shows noturnos. Isso em dois quarteirões. De resto, pareceu uma cidade grande como outra qualquer. Amanhã conhecerei um pouco mais.
      See ya!
       
      DIA 2: SYDNEY (Coastal Walk)
      Dormi mal à noite. Tive cólica, acordei às 04:30h pra tomar remédio e não dormi mais. O hostel fica próximo a uma rua movimentada, então eu ouvi todos os carros, motos e caminhões que passaram na madrugada. Esperei clarear pra tomar banho. Peguei o café da manhã na esquina, bem basiquinho. Voltei pro hostel, escovei os dentes e fui trocar dinheiro. Tem uma casa de câmbio literalmente do lado do hostel. Troquei USD 1.500. Taxa melhor (USD 1,00 = AUD 0,75), e essa casa de câmbio não cobra comissão. É... Tem disso por aqui.
      Os planos para hoje eram fazer a Coastal Walk, uma caminhada bem famosinha da praia de Bondi (pronuncia-se "Bondai") até a praia de Coogee ("Cúdji") e depois visitar os animaizinhos característicos da Austrália no zoo Featherdale Wildlife Park.
      Fui até a estação do metrô de Kings Cross, coloquei um pouco mais de dinheiro no Opal Card e peguei o metrô até Bondi Junction, seguindo as instruções do Google Maps e da recepcionista do hostel. O povo australiano me pareceu mais reservado a princípio, mas se você pedir ajuda ou alguma informação, eles se mostram super prestativos. De Kings Cross até Bondi Junction são só duas estações. Saindo dela, peguei o buzu 333 na seção A e fui acompanhando pelo Maps até o ponto em que eu deveria descer. Lembre de passar o Opal Card no leitor na subida e na descida, pois a tarifa varia de acordo com o percurso. Isso tanto para ônibus como para o metrô. Na entrada, ele mostra seu saldo, e na saída ele mostra o valor gasto em cima e o saldo (balance) embaixo. Eu não olhei atentamente pro leitor, mas lembro de ter cobrado AUD 2 e fração nesse trecho. Transporte público em Sydney é muito eficiente. Rápido, limpo e leva a todo lugar.
      Ah... Recomendo um chip internacional com internet (eu comprei o da EasySim4You). Ajuda muito nos deslocamentos.
      Descendo em Bondi Beach, atravesse a pista e siga pra a direita. A trilha até Coogee Beach é toda sinalizada e bem estruturada. Se não quiser comprar água em Bondi, tem bebedouros no meio do caminho. Água potável a zero dólares. 

      O visual das praias durante a trilha é uma coisa linda! Águas transparentíssimas. E o movimento de gente, dentro e fora da água, era uma atração à parte. Parecia que a cidade toda estava na praia. Incrível a relação dos Aussies (é assim que o povo australiano gosta de ser chamado) com o mar! Era gente caminhando na praia, correndo na trilha, mergulhando no mar, surfando, pescando, de caiaque, de bote, uma loucura bonita de se ver. Biotipo? Loiros, sarados e bronzeados. T-o-d-o-s. Quem não era era turista, hehehehehe.


      Achei engraçado que em algumas praias eles levam pequenas barracas de acampamento pra se proteger do sol. Literalmente, os Aussies vivem na praia!

      Em Bondi, não pude apreciar a piscina à beira mar. Tava seca. Mas em outra praia ao longo da trilha também tem uma piscina, só que menor.
      Final da trilha acho que eu me perdi um pouco. Peguei o lado errado de uma bifurcação e fui parar numa zona residencial de alto padrão. Mas não voltei porque faltava pouco quase nada pra terminar. Procurei um ponto de ônibus no mapa da trilha (cada praia tem um totem com um mapa) e achei um restaurante perto do ponto. Gordons o nome. Aproveitei que tava com fome e fiquei lá mesmo. Comida deliciosa! Risoto de camarão de Itu, rsrsrs. Contei uns sete camarões gigantes que foram mais do que suficientes pra matar minha fome. Pra acompanhar, um kombucha (eca!) só porque não tinha suco.

      (Na foto não parecem tão grandes, mas eram enoooormes!)
      Paguei a conta, AUD 29,40, usei o banheiro e fui pro ponto de ônibus, esquecendo lá a garrafinha d'água ainda pelo meio. Dãããã. Ela seria meu refil pelos próximos dias.
      O caminho até o Featherdale seria longo, mais de uma hora. No ponto do outro lado do Gordons, peguei o buzu 339 até a Central Station e de lá, na plataforma 18, metrô até Doonside Station, de onde eu andaria mais vinte minutos voltando até o zoológico. Fiz como o Google Maps mandou, mas o trem seguiu em outra direção, não sei porquê. Talvez eu tenha pego o trem errado. Não tava atenta a isso. Então eu desci duas estações depois de perceber que ele desviou do meu caminho, peguei mais dois trens voltando e pegaria mais um ônibus até o parque. Ainda assim, pedi informação a uma moça na estação, pq a plataforma que o Google informava não batia com o trem que eu precisava pegar. Fiquem ligados nisso também.
      Desci na Blacktown Station e fui pra estação de ônibus esperar o que saía pro zoo, mas o próximo buzu saía aproximadamente meia hora antes de o parque fechar. Não ia dar tempo. Ou seja, tanta volta só serviu pra gastar os créditos que o senhorzinho colocou no meu Opal Card. Recarreguei o cartão e resolvi fazer o caminho de volta pro hostel e me aprontar pra reunião. Mas que reunião? Bem, eu sou Testemunha de Jeová e as nossas reuniões semanais acontecem do mesmo jeito em qualquer lugar do mundo. Assistir a elas é muito importante para mim e eu não deixo de fazer isso mesmo quando estou de férias. Já sabia o endereço de um Salão do Reino duma congregação em espanhol, então tomei banho, me preparei e fui.
      No caminho, enquanto eu ainda estava no metrô escrevendo isso, dois guardas surgiram sei lá de onde atrás dum cheiro de cigarro que eles tinham sentido. As meninas do meu lado apontaram pra o vagão aonde o cara tinha ido fumando e eles foram atrás. O negócio é sério aqui. Melhor não desobedecer as placas.
      Uma coisa que vocês vão notar é a quantidade de imigrantes em Sydney. Cada canto um idioma! Encontrei muitos indianos, falantes de espanhol, orientais e brazucas. Claro que, quando eles estão falando inglês, isso resulta numa mistura de sotaques no mínimo interessante, pra ser bem otimista. Na real, você terá que se esforçar um pouco mais pra entender todos eles.
      Pra amanhã, vou visitar o zoológico (tomara que dê certo) e a filial das Testemunhas de Jeová na Austrália.

      Obs.: Fora da praia, a água de 600 mL me custou AUD 2,00. Água de 1,5L, do lado do hostel, custou AUD 3,00. 
       
      DIA 03: BETEL E FEATHERDALE WILDLIFE PARK
      Hoje eu acordei mais cedo, tomei banho e saí rumo a Betel (a filial das Testemunhas de Jeová na Austrália). Quem quiser visitar, é só ligar e agendar a visita. Como eu não tinha plano de voz para usar aqui, pedi à recepcionista do hostel para usar o telefone. Muito gentilmente, ela aceitou. Tour agendado, peguei dois trens e caminhei o resto do percurso até lá. Vinte minutos. Não tem um caminho para pedestres, tu vai pelo acostamento. Deveria ter pego um Uber, mas insisti em ir no onze mesmo. Cheguei vinte minutos antes do horário agendado e deu tudo certo. Visita show de bola! Preferi o tour em espanhol e conheci uns irmãos muito gente boa.
      Terminado o tour guiado (dura 01h), aí sim peguei Uber de volta pra estação de trem (Edmondson Station) e de lá um trem até Blacktown Station, pra então pegar o ônibus até o Featherdale Wildlife Park. Cheguei na estação de ônibus às 13:30. Não sei o que acontece, mas aqui na AU o tempo parece passar bem mais depressa! Acho que o relógio oficial deles adianta sozinho, daí o porquê de eles estarem 13h à nossa frente kkkkkkkk.
      O Featherdale Wildlife é um zoo bem legal. Escolhi ele porque havia lido algumas avaliações de que lá se pode ter um contato mais direto com os animais. Mas programe bem o seu dia porque você vai querer demorar um pouco lá. A atmosfera é bem agradável e o tempo de deslocamento é longo. Ah... Tem ponto de ônibus bem na frente do zoológico. E pra quem estiver de carro alugado, tem um amplo estacionamento também.

      Os preços da entrada estavam nos seguintes valores:

      Se quiser tirar foto com coala mais de perto, vai desembolsar no mínimo AUD 25. Mas fica uma gracinha. Vc ganha três cópias impressas, sendo duas 10x15 e uma 15x21, e também uma cópia digital, que fica disponível no site deles para download.
      Eles vendem um copinho de comida pra canguru por AUD 3,00. Se comprar, deixe pra usar no final, onde vc pode ter contato mais direto com os bichinhos. Aproveite para tirar fotos ou gravar vídeos alimentando-os. Você vai querer essa recordação.






      Tem vários outros animais no Featherdale. Tem crocodilo, tem dingo (o cachorro do filme, lembram?), várias cobras, pinguins anões, uns bichinhos espinhosos etc. Divirta-se apreciando cada um deles.
      Na saída, há uma loja de souvenires. Vale à pena dar uma garimpada. Achei algumas promoções interessantes.
      Saí do zoo pra encarar mais 01h30 até o hostel. Já deu por hoje. Cansaço impera. 
      Chegaram umas meninas novas no hostel, mais simpáticas que as outras. Conversamos um pouco e fui dormir às 18:00 e pouquinho. 😴😯
       
       
       

      VID_20190423_140931.mp4
    • Por fernadascuba
      Diferente das profissões tradicionais, a profissão de Instrutor de Mergulho é reconhecida internacionalmente.
      Essa é uma ótima opção pra quem  quer viajar e trabalhar fora do Brasil!
      Você não precisa passar por nenhum processo burocrático para reconhecer sua formação, pois a certificação PADI tem reconhecimento internacional.
      Para ver as oportunidades de trabalho você pode acessar alguns dos sites abaixo:
      - https://200bar.co
      - https://divezone.net/jobs
      - http://www.diversjobs.com
      Existem diversas oportunidades reais de trabalho pelo mundo. E os salários são bem legais também.
      Para se formar como Instrutor de Mergulho é preciso passar por alguns cursos, que você pode ver com mais detalhes nesse link https://querotrabalharcommergulho.com.br/como-virar-instrutor-de-mergulho/.
      Se você não tem curso nenhum de mergulho, vai precisar de 6 meses para concluir sua formação.
      Se já tem o curso básico ou até o curso avançado, esse período reduz para 4 meses.
      Tenho amigos que estão atualmente trabalhando na Tailândia e no Caribe.
      Acho que esse é o melhor da profissão: morar em paraísos tropicais e ganhar para mergulhar todos os dias! 
      Lógico, que o trabalho não é moleza. Tem que acordar cedo, carregar cilindro, etc... Mas só de estar na praia e poder curtir mergulhos incrível já vale a pena.
      Muitos Dive centers no mundo buscam Instrutores de mergulho brasileiros, pois além do português, os brasileiros são famosos por atender bem os clientes e sabem resolver problemas! 
      Além disso, é possível até conseguir o visto de trabalho como instrutor de mergulho. 
      Na Austrália, onde conseguir visto é bem complicado, a profissão de Instrutor de Mergulho está na lista dos profissionais desejados. Isso por conta da Grande Barreira de Corais.
      Você já tinha pensado em viajar pelo mundo trabalhando com mergulho? 
       
    • Por Paulo Martinez
      Fala Galera, estarei na Tailândia durante Nov/Dez de 2018. Onde sugerem mergulhar, Koh Lipe ou Koh Phi Phi ? E qual o pacote de mergulho fechar?
      Abraços
    • Por Paulo Martinez
      Fala Galera, estarei na Tailândia durante Nov/Dez de 2018. Onde sugerem mergulhar, Koh Lipe ou Koh Phi Phi ? E qual o pacote de mergulho fechar?
      Abraços


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