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Schumacher

Índia, Maldivas, Nepal (Everest), Catar - 50 dias - 3 a 5/19

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Alteram sem custo, já que ocorre com frequência, mas a prioridade de embarque é de quem comprou o tal voo. Por isso que teve gente esperando por 3 dias.

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Parabéns pela viagem e por esse relato tão rico. Já está salvo nos meus favoritos. Abraço Eloisa 

  • Gostei! 1

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    • Por rubens.manoel
      Bom, finalmente consegui um tempinho para deixar meu relato sobre as duas semanas que passei na Índia.
      Vamos começar com os pontos básicos:
       
      • CUSTO
      A Índia é um país onde é tudo muito barato, você economiza com comida e hospedagem, porém o que irá pesar no custo total será o valor passagem que você encontra sempre na faixa de R$3500-4000. Eu consegui passagens pela Etihad por R$2800 com escala em Abu Dhabi.
      Assim o custo total da minha viagem foi de R$6000.
       
      • ROTEIRO
      A Índia possui cidades com características totalmente diferentes e o clima muda muito de uma região para outra. Viajei entre final de abril e começo de maio e peguei temperatura acima de 40 graus quase todos os dias, sendo a máxima de 45 graus.
      A minha entrada/saída no país seria por Nova Deli, assim pensei um roteiro que não fizesse viagens longas mais saísse um pouco do já manjado Triângulo Dourado dividindo assim:
      Nova Deli (3 dias ) – Agra (2 dias) – Jaipur (3 dias) – Jaisalmer (3 dias) – Jodhpur (3 dias)
       
      • TRANSPORTE
      No deslocamento entre cidades o melhor custo x benefício é o trem, mesmo com o grande número de acidentes ferroviários.
      No deslocamento dentro das cidades usa-se o tuk-tuk pra tudo é prático e barato. Em Delhi tem metro e em Jaipur estava para ser inaugurado.
      Para poder comprar passagens de trens regionais é preciso ter um cadastro no Sistema de Trens da Índia.
       
      • VISTO
      O visto é tirado pela internet através do preenchimento de formulário e pagamento de uma taxa de 60 dólares. É só imprimir o INDIAN TOURIST VISA ON ARRIVAL (TVoA) e apresentar no aeroporto. O visto não pode ser tirado com muita antecedência, consulte os prazos no site.
       
       
      Na próxima parte do relato colocarei minha percepção sobre cada uma das cidades que passei.
    • Por Tadeu Pereira
      Salve salve mochileiros!
      Segue o relato com algumas dicas para fazer uma bela trilha de nível médio onde irão encontrar duas grandes cachoeiras, uma bela floresta, uma natureza fantástica bem perto da cidade de São Paulo e de baixíssimo custo.
      --> 15km ida e volta (Iniciando a trilha na balança no Km77)
      --> Passagem metrô/trem/ônibus R$17,30
      --> Nível de dificuldade: DIFÍCIL (trilha com várias bifurcações)
       
       
      Partida - 18/02/19 - Partida 08:00am - São Paulo x Mogi das Cruzes x Biritiba Mirim (Serra do Mar) - Metrô e Trem R$4,30 - Ônibus R$4,50
         Partindo de São Paulo do bairro Perdizes Zona Oeste, peguei o Metrô na estação Vila Madalena (linha verde) até a estação Paraíso (linha Azul) para baldear para a linha vermelha seguindo até a estação Sé (linha Vermelha) sentido Itaquera e descendo na estação Brás (linha Vermelha) onde encontrei mais duas amigos para pegarmos o trem da CPTM sentido Guaianases (Linha Coral) e finalmente após a troca de trem pegamos para o sentido final e para nossa primeira parada, a Estação Estudantes (Linha Coral). 
           Na Estação Estudantes existem 3 formas de você chegar nesta trilha: A 1ª é de lotação de carros ou vans. Logo que você cruza as catracas da estação de trem você já irá ser abordado por alguém te perguntando se precisa descer para o litoral pela estrada Mogi x Bertioga. Essas pessoas lotam um carro ou uma van e descem até as cidades de Bertioga e do Guarujá cobrando o valor de R$25,00 a R$30,00 por pessoa. O único problema desta opção seria o valor que é mais alto e as vezes ter que ficar esperando lotar o carro ou van e isso levaria mais tempo para iniciar a trilha. Já a 2ª forma de chegar ao início desta trilha seria de ônibus. Saindo da estação de trem pelo lado esquerdo você encontrará um terminal de ônibus onde realizam também a descida pela rodovia Mogi x Bertioga feita pela empresa de ônibus Breda. O valor é aproximadamente R$29,00 e é só pedir para o motorista parar no KM81 para iniciar a trilha. A ª3 forma de chegar no início da trilha e foi a que nós escolhemos e é também de ônibus, porém de ônibus circulares. Saindo da estação você encontra uma passarela que te leva para o lado direito da estação Estudantes. Chegamos em uma rua e caminhamos para a esquerda por alguns metros e já de frente vimos um terminal de ônibus onde pegamos um ônibus circular de transporte público intermunicipal até o ponto final que fica no KM77. O ônibus é o NºE392 (Manoel Ferreira) que nos levou em 30 minutos até o KM77 seu ponto final.
        
           No ponto final do ônibus existe uma balança, um pequeno bar e uma feirinha com várias frutas, uma ótima opção pra levar pra trilha como bananas, mangas, uvas etc. Compramos água e algumas frutas e iniciamos a caminhada pela rodovia para iniciar a trilha mata a dentro. Neste trecho de 4km andamos pelo acostamento da rodovia até o KM81 onde fica a entrada da trilha. O inicio da trilha fica antes de uma placa amarela e preta escrito "DESCIDA DA SERRA DESÇA ENGRENADO". Quando ver esta placa após caminhar até o KM81 terá uma entrada à direita, e é ali que se inicia a trilha para cachoeira do elefante. 

        
       

      Entrada da trilha direita -->
       
           Andamos por aproximadamente 10 minutos e encontramos uma ponte destruída pela erosão onde demos a volta pelo lado e continuamos em frente até chegarmos na travessia do rio. A travessia é tranquila pois o rio é bem raso neste ponto, então conseguimos atravessar sem precisar molhar nada além dos nossos pés. Do outro lado do rio tem um bom local para camping pois o local é como uma praia de água doce. Tem areia, pedras e um ótimo local pra um mergulho.
       
        

       

           Após a travessia do rio seguimos pela trilha que segue atrás da área de camping onde nos levou a uma bifurcação que seguimos pela esquerda para a cachoeira do Elefante. Já a trilha que segue pela direita leva para as torres de energia elétrica.
       

           Então neste ponto da trilha após o rio Itapanhaú é preciso seguir a trilha atras da area de camping rente ao rio e continuar a trilha até a primeira bifurcação onde se seguirá também para esquerda pois pela direita se chega nas torres de energia elétrica que também tem uma vista fantástica das praias de Boracéia, São Lourenço, Juquei, Barra do Una etc,  mas o esforço nesta trilha é de nível alto pois as ladeiras são muito ingrimes e isso nos desgastou bastante. Entrar pela direita foi um erro que nos mostrou uma paisagem fantástica de cima da montanha mas aconselho a chegarem somente na primeira torre, as outras não são tão interessantes.  A trilha de modo geral é bem demarcada e contém algumas fitinhas amarradas nas arvores de cor azul e amarela informando a direção da trilha, então é só ficar ligado nelas para seguir a trilha corretamente.  

           Após este erro na trilha retornamos e fizemos a trilha corretamente pela esquerda onde a trilha segue do lado do rio e de algumas cachoeiras. Uma delas é a cachoeira do Limo que fica virando a esquerda logo depois da bifurcação que entramos a esquerda também.

        

      É uma cachoeira pequena mas muito legal de conhecer, ficamos por alguns minutos contemplando e retornamos pela mesma trilha que viemos e  logo seguimos em frente. Andando por mais alguns minutos do lado da trilha começamos a ouvir o som de uma enorme queda d'água. Seria a primeira queda da cachoeira que se chama Véu da Noiva. Resolvemos descer e contemplar também esta cachoeira. Ficamos pouco tempo pois o volume d'água estava muito grande neste dia impossibilitando de entrar na águas do véu da noiva. Mas vale a pena ir pois é uma queda muito bonita para contemplar. 
       
        
       
           Voltamos para a trilha principal e caminhamos por mais alguns bons minutos até que encontramos uma placa pequena escrito "Recicle Leve seu Lixo" de cor branca e verde e neste ponto da trilha seguimos as fitinhas coloridas que estão amarradas nas árvores e não descemos a trilha passando a placa, nós seguimos reto na trilha que segue ao lado direito.  
               

      Após mais 1 hora de caminhada de uma descida intensa chegamos em mais uma bifurcação do rio Rio Itapanhaú, para a direita a trilha segue junto da margem do rio e leva a um local conhecido como Casarão e para a esquerda a trilha segue para o nosso destino, a base da Cachoeira do Elefante. Neste ponto a trilha depois de alguns minutos a trilha ira atravessar o rio novamente e continuar do outro lado. A travessia no dia foi tranquilo sem precisar entrar na água, atravessamos por pedras e continuamos do outro lado.  Neste ponto da trilha passamos por diversos locais para camping e algumas grutas que até dá para abrigar algumas pessoas. Um lugar muito bacana para acampar.
       
           Andamos por alguns minutos e logo ouvimos o som ensurdecedor das gigantescas quedas da cachoeira e quando mais nós caminhávamos o som ia ficando mais alto. La estava ela, após aproximadamente quase três horas de trilha e duas tentativas sem sucesso em dias anteriores nós finalmente conseguimos encontrar a famosa Cachoeira do Elefante. A forte queda faz com que tudo fique molhado pelas gotículas d'água que ficam no forte vento que vem das fortes quedas. A cachoeira realmente é uma imponente obra da natureza com milhares de litros d'água descendo pelas pedras criando um cenário fantástico da natureza. A cachoeira oferece diversos locais para um bom banho. Do seu lado direito onde a correnteza é mais forte estava mais perigoso de se banhar mas mesmo assim conseguimos ficar debaixo de uma enorme pedra onde em um fenda se tem uma ótima cachoeira. Mas é do lado esquerda da cachoeira que aproveitamos melhor. Existem diversas quedas ótimas para banho e descendo mais um pouco contém um poço bom para mergulho.
       
       
       
       
       

       
       

           Ficamos por diversas horas contemplando o lugar, fizemos um lanche para recarregar as energias pois ainda teríamos a volta que já no começo nos aguardava a subida mais foda de toda a trilha ahahahha. Mas depois de lavar a alma, tirar as urucas, banhar os piolhos dos dreads rs e recarregar todas nossas energias nas águas da cachoeira do elefante nós estávamos dispostos a subir até na lua se for preciso hahahaha.
      Volta - 18/02/19 - Volta 18:00am - Biritiba Mirim (Serra do Mar) x Mogi das Cruzes x São Paulo - Ônibus R$4,30 - Metrô e Trem R$4,50
           Arrumamos nossas mochilas e começamos o caminho de volta, andamos por aproximadamente duas horas e meia e retornamos toda trilha até o início que fica na rodovia no KM 81, dali caminhamos pela rodovia até o bar no KM 77 onde aguardamos por alguns minutos o ônibus R$4,50 para retornar ao terminal urbano de Mogi das Cruzes e para a Estação Estudantes da CPTM R$4,30 onde finalizamos mais uma fantástica trilha. Vlw mundão!
       
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    • Por Birovisky
      E aí Rezenhadores de plantão beleza? Há tempos queria falar desta barraca que já tive a chance de acampar mas o tempo não permitia. Hoje venho tecer uma opinião sincera sobre esta barraca da marca Guepardo, marca esta que sou suspeito para falar e tenho uma queda, mas isso não impede de ser o mais imparcial e sincero possível. Confiram esta análise review com as vantagens e desvantagens para você leitor comprovar se vale a pena ou não comprar uma Barraca Camuflada Jungle  Savage Guepardo.
      Motivação
      Testar uma barraca diferente das que eu tenho e comprovar a confiança que sempre deposito nos produtos da marca Guepardo.
      Preço
      R$700,00 (Aproximadamente).
      Pontos Negativos
      No único fim de semana que utilizamos com uma chuva média, em suas pontas entrou um pouco de água pelas costuras do chão. Coisa mínima, mas entrou.
      Pontos Positivos
      Camuflagem perfeita, quando escurece, sem iluminação é  impossível notar a barraca; Sobreteto (Poliester 190T) bacana, vai até o chão (Piso de polietileno reforçado); Coluna d’água de 1500 mm. O mínimo para se ter alguma confiança é 1000mm; Respirador frontal e traseiro com duas portas com janelas enormes para ao acordar admirar a natureza sem sair da barraca, além de ser bastante espaçosa e com suporte para pendurar lanterna ou lâmpada; Costuras selada; Fácil e rápida de montar. Apesar do tamanho é leve (6,4Kg) comparada com  outros concorrentes de mesmo tamanho (Dimensões Aproximadas Do Produto (Cm) – AxLxP: 180x300x300cm); Resumo da Obra
      Por ter saído de linha você consegue encontrá-la em alguns sites com um preço bem abaixo do praticado quando estava em seu ápice de vendas. Mesmo a Guepardo tendo sido comprada pela Nautika ainda prefiro os produtos Guepardo. Entre uma Cherokee (Nautika)(Barraca Nautika NTK Cherokee GT é boa?) e uma Jungle (Guepardo), sou muito mais a Jungle!
    • Por Marco Trilho
      Novo episódio sobre equipamento de Trekking.
       
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