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  1. Oi, gente! Vim contar a 2ª parte da viagem de 24 dias que fiz em janeiro/2017 com meu marido e um amigo. Nosso roteiro de viagem foi basicamente esse: 30/12 - Chegada +- 12:00 na CDMX 31/12 - CDMX 01/01 - CDMX 02/01 - CDMX 03/01 - CDMX 04/01 - CDMX / bus para Puebla 05/01 - Puebla 06/01 - Puebla / bus para Oaxaca 07/01 - Oaxaca 08/01 - Oaxaca 09/01 - Voo para Mérida 10/01 - Mérida 11/01 - Chichén Itzá / bus para Tulum 12/01 - Tulum 13/01 - Tulum 14/01 - Tulum 15/01 - ferry para Cozumel pela manhã 16/01 - Cozumel / ferry para Playa del Carmen 17/01 - Playa del Carmen 18/01 - Playa del Carmen 19/01 - Playa del Carmen 20/01 - Playa del Carmen 21/01 - Playa del Carmen 22/01 - Playa del Carmen 23/01 - Voo de retorno pela manhã A primeira parte, CDMX, Puebla e Oaxaca, eu já relatei aqui: http://www.mochileiros.com/mexico-cdmx-puebla-e-oaxaca-t144367.html Vou contar agora sobre a parte que está em negrito aí em cima. Como dá para perceber, praia, praia e mais praia, com Chichén Itzá de bônus. Hospedagens: Como estávamos em 3 pessoas, em alguns casos o Airbnb ficou mais em conta do que hostel. Mérida: Hostal La Ermita - USD 38 por 2 diárias Valor de um quarto para duas pessoas com banheiro privativo (nosso amigo ficou em um quarto individual, banheiro compartilhado, USD 17,50 as duas pernoites). Café da manhã incluído, wi-fi, cozinha coletiva, piscina (que nem chegamos a usar). Fica a uns 15 minutos de caminhada do Zócalo, mas muito perto do terminal de ônibus da ADO, o que para nós fez bastante diferença pois o ônibus para Chichén Itzá era bem cedo. Tulum: Posada Malix Pek - USD 272 por 4 diárias (valor para 3 pessoas) Apartamento com um quarto com cama de casal, banheiro, sacada e mais um ambiente grande que era cozinha, sala de jantar e tinha outra cama de casal. Boa localização, wi-fi incluso, empréstimo de bicicletas para os hóspedes. Não oferecia café da manhã, mas a cozinha era bem equipada e usamos para fazer diversas refeições. Cozumel: https://www.airbnb.com.br/rooms/15253666?location=cozumel&s=0FDzRRy- - USD 62 uma diária para três pessoas. É uma casa de hóspedes no pátio da casa da anfitriã. Lugar muito bonito, com um quarto e um sofá-cama na sala. A proprietária foi muito simpática e gentil ao nos deixar entrar antes do horário de check-in e sair depois do horário de check-out, visto que não havia outras reservas. Playa del Carmen: https://www.airbnb.com.br/rooms/9923131?guests=3&adults=3&location=Suites%2034%3A40%2C%20Calle%2034%20Norte%2C%20Playa%20del%20Carmen%2C%20M%C3%A9xico&s=vlesiaR2&check_in=2017-10-16&check_out=2017-10-23 - USD 320 por 7 diárias Excelente apartamento. Dois quartos, cada um com ar-condicionado e banheiro. Cozinha equipada, wi-fi, perto de supermercados e restaurantes. Fica a uns 10 minutos de caminhada da praia, o que para nós não foi nenhum problema. Para quem estiver de carro, tem garagem. O proprietário foi muito gentil e atencioso conosco. Sobre as duas pernoites em Mérida Mérida entrou no nosso roteiro por dois motivos: 1º conseguimos uma passagem por 10.000 milhas Smiles a partir de Oaxaca e 2º tem um ônibus que sai bem cedo rumo a Chichén Itzá e que é perfeito para quem quer chegar lá antes das multidões. Entre a chegada e a partida deixamos um dia cheio para conhecer algo por lá, mas não diria que é imprescindível. Há o Gran Museu da Cultura Maya que dizem que é sensacional e eu gostaria de ter conhecido, mas infelizmente estivemos lá justo em uma terça-feira, dia em que está fechado. 1º dia Boa parte do dia foi tomada pelo voo vindo de Oaxaca, com conexão na Cidade do México. O que salvou nossos bolsos na zona de embarque do aeroporto da CDMX foi ter encontrado uma 7eleven para fazer um lanche bem barato. Chegamos em Mérida à tarde. A visão do Golfo do México enquanto o avião está próximo de pousar é maravilhosa! Pegamos um Uber para ir até o hostel, o ônibus não passa no aeroporto e teríamos que caminhar um bom trecho até a parada. O Uber saiu 48 pesos, muito barato. Depois de fazer check in, comprar umas coisinhas em um mercado próximo e fazer um lanche, fomos conhecer o Zócalo de Mérida. Já começava a anoitecer. Pesquisamos em algumas empresas de turismo sobre um passeio para o dia seguinte e depois de algumas opções fechamos o tour Charcas de Sal com a La Jarana Tours, por 600 pesos por pessoa. Deu tempo de conhecer o Palácio de Governo, construção bem bonita e com obras de arte expostas. Entrada gratuita. Estavam acontecendo umas apresentações em comemoração ao aniversário da cidade. Pegamos cervejas e salgadinhos na Oxxo e ficamos por ali curtindo. Depois, jantamos no Los Trompos - misto de fast food com comidas locais a bons preços. Comida gostosa, juntos gastamos 271 pesos. 2º dia Cedinho nosso guia nos buscou para o passeio do dia, uma simpatia ele! A primeira parada do dia foi na reserva ecológica El Corchito. Foi nosso primeiro contato com os ojos de agua, uma espécie de “introdução” antes de conhecermos os cenotes. A cor da água é incrível! Ela é fria, mas o banho é irresistível! Cuidem seus pertences e mochilas, pois diversos quatis vivem soltos ali e arrastam qualquer coisa que pareça de comer. Depois, conhecemos as tais charcas de sal. São lagunas rosadas, onde vivem dezenas de flamingos. A terceira e última parada do dia era em Progreso. Tempo livre para almoçar e aproveitar a praia. Olhamos o cardápio do restaurante onde o guia nos levou e nos pareceu interessante, pedimos um peixe achando que seria suficiente para dividirmos, mas quando veio, era porção para uma pessoa. Pedimos outros petiscos (nachos, guacamole) e cervejas e nessa brincadeira gastamos 375 pesos. Quem quiser fazer um lanchinho mais econômico por lá, tem uma Oxxo bem pertinho. O resto da tarde seria para aproveitar praia, mas quem disse? Ventão muito forte, mar agitado, ninguém se animou a entrar na água. Ficamos andando de um lado para o outro para matar tempo. Retornamos para Mérida. Mais tarde, jantamos novamente no Los Trompos, dessa vez deu 252 pesos. Compramos uns sanduíches e sucos para tomar café da manhã no ônibus no dia seguinte, pois sairíamos antes do horário do café no hostel Chichén Itzá: É tudo isso que falam? Sim! Tudo isso e muito mais! Sensacional! 3º dia O ônibus para Chichén Itzá saiu 6:30. A passagem já estava comprada há alguns dias, e custou 140 pesos por pessoa. Comemos nosso café da manhã e dormimos o restante das duas horas de trajeto. Chegando lá, deixamos nossas mochilas no guarda-volumes (pagamos 80 pesos por cada, para ficar o dia inteiro). O valor da entrada ao parque é de 237 pesos (70 tarifa nacional+167 tarifa estadual). Na entrada do sítio já há diversos guias oferecendo seus serviços e juntando pessoas com interesse em formar um grupo para rachar o valor, de modo geral eles cobram 800 pesos por grupo. Entramos para primeiro conhecer por conta. O lugar estava ainda bem vazio e deu para tirar várias fotos na Pirâmide de Kukulcán sem gaiatos aparecendo! Só mesmo chegando cedo para conseguir essa proeza! Depois de explorar bastante por conta, retornamos à entrada e contratamos uma guia. Ela nos propôs fazer um tour um pouco menor, com cerca de uma hora e meia de duração, por 650 pesos. Achamos ótimo, porque nossa intenção era pegar um guia exclusivo, sem dividir com pessoas desconhecidas (e com chance de vir de brinde algum mala ). A guia, Angélica, é descendente de maia e o passeio com ela foi excelente, suas explicações eram cheias de entusiasmo. A não ser que tu estejas fazendo um mochilão bem econômico e contando os trocados, recomendo muito fazer o passeio com guia. Enriqueceu demais a visita! No começo da tarde, o lugar já estava entupido de gente. Comemos em uma lancheria da entrada do parque, que não tinha preços tão abusivos quanto pensávamos que teria: hambúrguer+refri=112 pesos. Pegamos um táxi que nos levou ao cenote de Ik Kil. Marcamos com ele um horário para nos buscar e cada trecho saiu por 80 pesos. A entrada de Ik Kil custou 70 pesos. Para descer à área de banho do cenote, não é permitido levar mochilas. Alugamos um armário para deixar nossas coisas por 30 pesos. Além disso, eles também alugam máscara, snorkel e coletes flutuantes. O lugar é espetacular! A água é fria, pois fica em um buraco onde quase não bate sol. Para os friorentos -como eu- uma blusa de lycra ajuda. Quando cansamos de tomar banho, todas as pessoas que tinham chegado tarde em Chichén Itzá estavam chegando em Ik Kil, abarrotando o lugar. Na hora combinada, o taxista estava nos esperando. Retornamos a Chichén, retiramos nossas mochilas do guarda-volumes e ainda deu tempo de dar uma olhada nos artesanatos. Fica a dica para quem pretende fazer compras: as coisas aqui são bem mais baratas do que em Tulum, Cozumel ou Playa del Carmen. O ônibus levou cerca de duas para chegar em Tulum. A pousada onde nos hospedamos fica a uma quadra e meia do terminal. Deixamos nossas coisas e saímos para conhecer os arredores. Há diversos restaurantes, bares, lojinhas e alguns mercados e lojas de conveniência. Jantamos no La Nave, pizza bem gostosa e ceva gelada, cada um gastou 125 pesos. Tulum - 3 dias inteiros Deu tempo de fazer as principais coisas que queríamos, mas eu ficaria mais tempo ali fácil fácil. Tem um clima tranquilo, ar de cidade pequena. Apesar do centro de Tulum ficar um pouco afastado da praia, é bem tranquilo de chegar pedalando em praias públicas maravilhosas, próximas às ruínas. Muitas pousadas (como a que ficamos) oferecem empréstimo de bikes para seus hóspedes, e na avenida principal existem muitos estabelecimentos que oferecem aluguel. 4º dia Pegamos as magrelas e fomos direto para as ruínas de Tulum. O estacionamento para bikes, inclusive, deixa bem mais perto da entrada do que as pessoas que vem de ônibus de excursão, carro ou táxi, que precisam caminhar mais um pedaço. O ingresso para o sítio custou 70 pesos por pessoa. Tudo muito bonito e encantador, mas quando batemos o olho no mar… não deu mais para prestar atenção em ruínas. Eu e o Rodrigo estávamos vendo pela primeira vez na vida o mar do Caribe, e ele não parava de nos chamar para o mergulho! Terminamos a visita na correria, buscamos as bikes e pedalamos mais uns minutos em busca de um acesso à praia. No primeiro que pareceu ser público, entramos. Prendemos as magrelas em uma árvore mesmo. Havia alguns beach clubs, mas bastante espaço na areia para quem quiser chegar e ficar por ali. Corremos para o banho de mar. Delícia! Depois de muuitos banhos de mar, de sol e cervezitas à sombra dos coqueiros, fomos embora. No caminho de retorno, na Avenida Tulum, passamos por uma taquería do jeito que a gente gosta: simples e barata. E os tacos eram deliciosos. Chama-se Taquería El Arbolito, gastamos 138 pesos no almoço com bebida para nós três! Como nos hospedamos em uma espécie de quitinete, compramos coisas para cozinhar. Encontramos uma peixaria que vendia uns camarões enormes por ótimo preço, mas somente pacote de 2 quilos. Tivemos que fazer o “esforço” de consumir dois quilos de camarão em três dias! 5º dia Amanheceu chovendo, então ficamos pela pousada. Almoçamos ali perto em um restaurante bem simples, PF super bem servido a 75 pesos por pessoa. O tempo deu uma melhorada e saímos com as bikes. Nos enfiamos em umas ruas que, teoricamente, levariam à praia, mas depois de um tempo… a estrada não tinha saída! Como a beira-mar tem muitos estabelecimentos (hospedagens e restaurantes), as vias de acesso à praia são restritas. Voltamos tudo e fomos para a mesma praia do dia anterior, aproveitamos até o final da tarde. À noite, compramos um isopor para carregar nossas bebidas. As long necks nos quiosques de praia custam em média 55 pesos, enquanto nos mercadinhos pagávamos 15. É fácil de achar isopor à venda, tem até na Oxxo. Compramos um por 60 pesos. Queríamos muito ir ao cenote Sac Actun e pesquisamos em diversas agências de turismo, mas nenhuma fazia esse passeio (e, obviamente, tentavam nos convencer a comprar os outros passeios que eles ofereciam, que eram mucho mejores que o Sac Actun ). Consultamos alguns motoristas de táxi, que queriam nos cobrar 1400 pesos para levar, esperar e trazer de volta. Acabamos alugando um carro pelo site da Rental Cars, locadora Álamo. Entre diária e gasolina, gastamos cerca de 600 pesos. 6º dia Buscamos o carro na locadora e nos tocamos para o Sac Actun. Esse fica na mesma estrada que leva ao cenote Dos Ojos, mas uns quilômetros mais para dentro. A visitação ao Sac Actun acontece somente em passeios com guia, snorkel ou cilindro. Como não somos habilitados para mergulho em cavernas, fomos no tour de snorkel, custou 450 pesos para cada. Foi indescritível! O lugar é lindo! A água tem uma cor incrível! E os lugares que chegamos, saguões enormes repletos de estalagmites… uau! 45 minutos que passaram voando, mas que valeram muito a pena. A água é bem fria, até porque grande parte do tempo ficamos em locais sem nenhuma incidência de sol. Usei blusa de lycra e meias de neoprene e fiquei confortável. Almoçamos novamente na Taquería El Arbolito (de novo gastamos 138 pesos, para os três, com bebida). Decidimos aproveitar que estávamos de carro e conhecer um lugar mais distante. Tínhamos lido uma recomendação a respeito de Boca Paila e fomos até lá. Essa praia fica dentro de uma reserva ecológica (entrada paga, 32 pesos por pessoa). Andamos bastante até chegar em um ponto com acesso à praia, boa parte do tempo em estrada de terra. Quando chegamos lá, o vento estava forte e as árvores faziam sombra na minúscula faixa de areia... Enfim, claro que o lugar é bonito, mas não vale o trabalho para chegar até lá… Final de tarde devolvemos o carro. À noite, demos mais uma passeada pela Avenida Tulum e jantamos no apê, para dar fim ao nosso pacotão de camarões. Cozumel - dois dias e uma noite Fomos para Cozumel com o mesmo objetivo de milhares de pessoas que vão para lá: mergulhar. E foi espetacular. Mas para curtir praia, não é dos melhores lugares, a não ser que o ser humano vá ficar em um resort. Há poucas praias públicas e os deslocamentos na ilha são complicadinhos. Mas sem dúvida o mergulho fez tudo valer a pena! 7º dia Cedo pegamos uma van rumo a Playa del Carmen (45 pesos para cada). Descemos no ponto final (fica na Calle 2 Norte, entre as Avenidas 15 e 20) e caminhamos até o píer, de onde saem as balsas para Cozumel. Compramos na hora o bilhete de ida e volta (100 pesos por cabeça) com a México Waterjets. Saímos no ferry seguinte, das nove horas, e o horário da volta ficou em aberto. A travessia dura uma meia hora. Chegando, fomos direto à sede da Blue Magic, fechar o mergulho para o dia seguinte. Cozumel tem dúzias de operadoras de mergulho, pesquisamos uma bem conceituada porque não temos muita experiência e estávamos há muito tempo sem mergulhar. Justamente por causa desse período de tempo grande sem praticar, o proprietário nos disse que ou a gente pagava para um dive master nos acompanhar, ou a gente fazia um curso de “refresh” (onde a gente ia gastar bem mais grana) ou ele não nos atenderia porque estaria nos colocando em risco. Apesar de termos que desembolsar mais, nos sentimos muito seguros e achamos que ele foi muito profissional. O pacote dois tanques, aluguel de regulador, neoprene e colete custou USD 104 para cada, e para o acompanhamento da dive master nós três rachamos o valor de USD 75. Caro? Sim. Mas é mergulho em Cozumel! Não é pouca porcaria! Fomos levar nossas coisas para a casa que pegamos pelo Airbnb e em seguida já saímos para aproveitar praia. Tínhamos lido um relato aqui mesmo no Mochileiros de uma moça que ficou no Money Bar, e que ela pôde usar a estrutura de espreguiçadeira, banheiro etc desde que consumisse algo no bar. Pegamos um táxi (deu 120 pesos, valor combinado antes de entrar no táxi), mas chegando lá não foi bem assim. Talvez as coisas tenham mudado, ou talvez foi porque estávamos em mais pessoas, ou talvez ele não foi mesmo com a nossa cara… mas nos cobraram 500 pesos em consumo (para nós três). Não ficamos muito felizes com a ideia, mas já que estávamos ali… Pedimos logo um baldinho de cervejas, o jeito era relaxar e aproveitar o lugar maravilhoso onde estávamos! Ali tem snorkel e máscara para alugar, mas levamos os nossos. Caímos na água e já ficamos encantados. Que transparência! Isso que estava nublado. Um tempo depois, começou a chover e a ventar forte. Ainda fizemos um lanche dentro do bar, na esperança de que o tempo melhorasse, mas não rolou. Pegamos outro táxi para ir embora (outros 120 pesos). Mais tarde, saímos para conhecer o centrinho de Cozumel. Aquela coisa de sempre: lojinhas, artesanatos, restaurantes… só que tudo mais inflacionado. Jantamos no Los Otates, a poucas quadras da beira-mar, saindo um pouco da parte mais badalada. Lugar simples, ceva gelada e comida típica mexicana, boa e barata. Precisa mais que isso? Comemos guacamole, tacos e burritos e gastamos ao todo 400 pesos. 8º dia Nos encontramos na sede da Blue Magic com nossa dive master, a Cris, que para sorte nossa era brasileira e super querida. O primeiro ponto do mergulho foi Palankar Jardines. UAU! Muitos corais coloridos. Vimos uma arraia imensa e uma tartaruga. Visibilidade de aproximadamente 50 metros! Demais! Passou em um piscar de olhos. Voltamos para o píer para trocar os cilindros, e fomos para a segunda caída na água: Tormentos. Igualmente espetacular! Como comentei antes, o mergulho fez valer a pena a ida para Cozumel e os vários dólares desembolsados, a fama do mergulho lá não é de graça! Para almoçar, fomos novamente no Los Otates, que comida gostosa! Deu tempo ainda de tirar um soninho, e pegamos o ferry das seis da tarde para voltar à Playa del Carmen. Na saída do terminal dos ferrys, o assédio dos taxistas é grande, assim como o preço. Queriam nos cobrar 100 pesos até o apartamento em que ficaríamos. Andamos mais três quadras e abordamos outro taxista, que nos cobrou 35 pesos! Aí sim! Largamos nossas coisas e fomos em um supermercado próximo fazer praticamente um rancho, pois a estadia seria de sete noites. Jantamos no apê e ficamos por lá. Playa del Carmen - 7 noites Escolhemos ficar bastante tempo em Playa porque é um lugar de onde se chega a muitos pontos de interesse dos arredores com facilidade e para curtir praia, sem programação nenhuma, na hora que desse vontade. E foi uma ótima escolha. Intercalamos passeios com dias completamente à toa, que era exatamente nosso objetivo. 9º dia Enchemos nosso isopor de Coronas e fomos para a Praia de Mamitas, a uns dez minutos do apartamento onde ficamos. É uma das mais conhecidas de Playa del Carmen. Cheia de hotéis à beira-mar e clubes de praia. É um lugar muito legal e ponto de encontro de tudo que é tipo de gente: famílias com crianças, hippies, mulheres de top less, homens de sunga fio dental, todo mundo convivendo na boa, curtindo a praia. Como era o primeiro dia, demos uma caminhada de reconhecimento e nos ajeitamos em um lugar na areia. Apesar dos diversos estabelecimentos na praia, há uma faixa de areia livre, qualquer um pode chegar ali, colocar sua toalha ou canga e ser feliz! Basicamente, nosso dia se resumiu a intercalar chimarrões com banhos de mar, e a partir de um certo momento, intercalar cervejinhas com banhos de mar. Lanchamos uns petiscos que levamos (Sabritas e amendoins). À noite, fomos conhecer a famosa 5ª avenida. É legal para passear, mas é uma rua cheia de lojas de grife caras, restaurantes das mais variadas cozinhas -caros- e até as lojas de artesanato são caras. Novamente jantamos no apartamento. 10º dia Pegamos um táxi do apartamento até o ponto de onde saem as vans em direção a Tulum, na Calle 2 Norte, entre as Avenidas 15 e 20. A van custou 40 pesos por pessoa, ela deixa na estrada e de lá dá uns dez minutos de caminhada até chegar em Akumal. Mal colocamos os pés na areia e fomos abordados por um homem que se apresentou como guia. Disse que Akumal atualmente é uma reserva protegida por leis, e que para mergulhar com as tartarugas é obrigatório estar acompanhado de guia e usar colete flutuante. Nos cobrou a bagatela, se estou bem lembrada, de 400 pesos por pessoa. Tínhamos lido diversas informações desencontradas na internet, algumas pessoas disseram ser obrigatório acompanhamento de guia enquanto outras relataram que fizeram tudo por conta própria. Mencionamos que gostaríamos de entrar no mar sozinhos, que já tínhamos nossas máscaras e snorkels, então ele mudou um pouco o discurso e disse que só era permitido entrar acompanhado de guias na área delimitadas por bóias, mas que para o lado direito da praia, após umas pedras, o acesso era livre. Bom, fomos para a tal parte livre, e… não era bem assim. A parte “pertence” a um resort e o segurança não queria de jeito nenhum a gente ficar ali “perturbando” seus ricos hóspedes. Discutimos, batemos pé, até que coloquei a canga e sentamos ali, aí o bonito se plantou atrás de nós e ficou nos vigiando. Fui para a água, puta da cara, enquanto os guris ficaram cuidando das nossas coisas. Dentro da água, a história foi bem diferente. Não demorou quase nada para dar de cara com uma bela arraia! Logo em seguida, a primeira tartaruga. Linda! Mais pessoas se aproximaram dela, saí de perto e logo encontrei outra. E isso se repetiu por algumas vezes. Sempre que mais alguém se aproximava, eu me afastava e não demorava para encontrar outra, para que ficássemos “a sós”. É simplesmente fantástico nadar junto com o bicho, no seu habitat natural, acompanhando seus movimentos. Ela sobe para respirar, depois mergulha de novo, se alimenta do capim que tem no fundo… e assim vai. É a coisa mais fofa! Bom, saí da água para deixar um deles ir mergulhar, e o nosso “guarda-costas” seguia lá! O Rodrigo foi para a água, e eu e o Rico desistimos de ficar ali com um vigia em cima de nós. Ele nos constrangeu até conseguir o que queria: pegamos nossas coisas e fomos para uma parte que não “pertencia” ao resort (coisa mais irritante um resort ou hotel possuir uma praia, lugar que sempre deveria ser público). Depois disso, aproveitamos o resto da manhã com mergulhos e sempre encontrando as tartarugas. Antes de ir embora, ainda fui perguntar em uma tenda que tem na entrada da praia como funcionavam os mergulhos com guia. A moça disse que não era obrigatório acompanhamento do guia, que na área demarcada era obrigatório somente o uso do colete (para proteção dos corais e das tartarugas), e que o serviço de guia “garantia que a pessoa veria tartarugas, porque os guias conhecem o lugar e sabem onde achá-las”. Enfim, como deu para ver, diversas informações desencontradas. Esse quiosque aluga todos os equipamentos para quem quer mergulhar por conta, e há inclusive lockers para alugar e deixar os pertences. Saímos de lá com um sentimento misto. Tivemos uma experiência maravilhosa com as tartarugas, mas por outro lado sentimos que eles tentam enrolar os turistas com esse papo de guia obrigatório. Sem contar o episódio do resort… Ficamos chateados porque é um lugar maravilhoso, que deve sim ter um controle de acesso para a sua preservação, mas de maneira organizada, com informações claras e operadores autorizados. Escrevendo este post, li algumas notícias de que Akumal esteve fechada para os mergulhos com tartarugas (no período logo após a nossa viagem), mas que já foi liberada novamente. Para quem está pretendo ir para lá, acho que vale a pena acompanhar a situação por aqui: http://www.ceakumal.org/ . Fizemos um lanche no Oxxo que tem junto à saída da praia e voltamos até a estrada para pegar uma van até o Cenote Azul. A van deixa na entrada do cenote, a entrada custa 80 pesos. O cara que nos vendeu as entradas disse que a gente não podia entrar com nosso isopor, mas que não havia problemas em deixar ali com ele. Que lugar lindo e agradável! Que cor da água incrível! Há desde uma parte funda, onde a galera pula de cima da pedra, até pontos bem rasinhos. As pedras no fundo, em diferentes profundidades, dão à água variados tons de azul e de verde. Sensacional! Tinha muitas famílias, grupos de amigos, pessoas com crianças, casais. Apesar de ter bastante gente, o lugar é muito tranquilo. Sensação de paz! Ficamos lá o resto da tarde. Na hora de ir embora, estávamos na estrada esperando a van e de repente encosta um busão com a placa indicando que estava indo até Cancun. Nos olhamos e… porque não. Entramos no ônibus. Era um pinga-pinga, mas nos deixou na esquina do nosso apartamento! Tentei descobrir algo mais sobre esse ônibus, tipo frequência e horários, mas não encontrei nada. A empresa era Rutas del Sol. No térreo do prédio onde estávamos, tinha uma loja de uma família argentina. Comemos umas empanadas bem gostosas, e ainda havia produtos para chimarrão (erva-mate, cuia e bomba). Fica a dica para algum gaúcho, argentino ou uruguaio que estiver por lá: Calle 34 Norte esquina com Avenida 40. 11º dia Para economizar, tínhamos comprado um protetor solar vagabundo, mas… ele não deu conta, então estávamos bem vermelhos e ardidos. Resolvemos ficar em um beach club, para poder ficar sob um guarda-sol (e a economia foi por água abaixo... hehehe). Escolhemos o Mamita’s Beach Club, um ombrelone com três espreguiçadeiras por 100 pesos em consumo por pessoa. Um detalhe importante é que eles não permitem que as pessoas levem bebidas ou alimentos de fora, então nesse dia deixamos nosso isopor em casa. Consumimos umas cervejas e uns petiscos lá, porque tínhamos que gastar esse valor, mas fora isso tem uma loja da Oxxo bem pertinho e dá para ir lá lanchar ou bebericar algo. O dia foi completamente à toa, aproveitando aquela praia maravilhosa. 12º dia Mais um dia de praia e sem grandes acontecimentos. Pela manhã ficamos em um lado um pouco mais afastado da Praia de Mamitas, mas estava um pouco ventoso. Depois de almoçar em uma hamburgueria (Hamburgueria Brontos, um hambúrguer + um suco saiu 60 pesos), voltamos para o apê para tirar um cochilinho básico. Saímos para conhecer mais um pedaço da 5ª Avenida. Lojas e restaurantes bodosos, enfim, não é a nossa. À noite fomos ao Walmart. Aqui é o lugar para comprar souvenirs e bugigangas em geral em Playa del Carmen! A grande maioria dos souvenirs que tem à venda nas lojas da 5ª Avenida tem aqui por metade ou até um terço do preço! Tem tudo o que se pode pensar em comprar para levar de lembranças: ímas, bolsas de praia, camisetas, chaveiros, canetas, garrafinhas de tequila etc. Bugigangas variadas para aproveitar a praia também tem: bóias, máscara e snorkel, cadeira, guarda-sol, até colete salva-vidas. Todas as compras de souvenirs que queríamos, fizemos nesse dia. 13º dia Queríamos ir a um lugar não tão turístico dos arredores e pedimos uma dica para o Edgar (proprietário do apê), ele nos indicou XCacel. Pegamos um táxi até o ponto das vans (30 pesos) e depois uma van até lá (45 pesos por pessoa). É um lugar bem interessante porque combina praia (Xcacel) com cenote (Xcacelito). Dá para tomar banho de mar, caminhar poucos minutos e mergulhar no cenote. É uma área protegida e para entrar é necessário pagar uma contribuição. O valor sugerido é de 20 pesos. Como qualquer praia da Riviera Maya, essa não decepcionou: é linda! É completamente roots, não tem estrutura nenhuma de quiosques, vendedores, resorts infernizando a vida alheia ou coisas do tipo. Possivelmente por isso, a praia estava bem vazia. As poucas pessoas por ali ficavam a muitos metros de distância umas das outras. Porém, o vento nesse dia estava muito forte e o mar bastante agitado. A ventania estava tão desagradável que resolvemos juntar folhas e pedaços de pau e construir um abrigo . Foi engraçado! Ficamos amontoados na nossa “casinha”, tomando chimarrão e curtindo o visual da praia. As poucas pessoas que se animavam a entrar no mar saíam em poucos minutos, porque ele estava muito forte e com repuxo. Nós não encaramos. Depois de um tempo, resolvemos ir para o cenote. Mas, se a praia estava ruim, o que todas as pessoas que estavam em Xcacel pensaram? Exato. Que no cenote estaria melhor. O cenote é bem pequeno, está mais para um olho de água. E tinha um número de pessoas maior do que as que estavam espalhadas por toda a extensão da praia. Como o Edgar havia falado, é um local onde os moradores dos arredores vão para passar o dia, especialmente nos fins de semana. Estivemos lá em um sábado, então acredito que durante a semana seja melhor de conhecer. Bom, o número de pessoas dentro da água levantou bastante areia e sedimentos do fundo, e a água não estava tão límpida como nos outros cenotes. Nos banhamos um pouco e decidimos voltar para Playa Del Carmen. Descemos no ponto final das vans e fomos conhecer o Portal Maya. Depois, ficamos na praia por ali mesmo. Havia uns barcos na areia, sentamos à sombra, comemos os sanduíches que tínhamos levado e tiramos até um cochilo. Caminhamos pela beira do mar até Mamitas, que estava bombando! Cheia mesmo, espaços na areia estavam disputados. Como em Xcacel, o mar também estava bastante agitado e os banhos foram curtos. Já era final de tarde e fomos embora. À noite, compramos uns produtos típicos no supermercado e fizemos uma janta mexicana. Guacamole, tortillas, quesadillas, frijoles… Nós três adoramos cozinhar, e curtimos muito comprar os ingredientes locais e fazer tudo! No fim das contas, não saímos para jantar nenhum dia em PDC, todo dia rolava uma janta deliciosa feita por um de nós! 14º dia Último dia das férias! Contamos nossos pesos restantes e havia o suficiente para ficar novamente no Mamita’s Beach Club. Passamos o dia lá, de boas, entre banhos de sol, de mar, descanso à sombra, cervezitas, nachos… Enfim, um dia no esquema-patrão! Fomos presenteados pelo melhor mar das férias todas: a água estava calma e a temperatura, perfeita. Tomamos longos banhos. Chegamos tão cedo que o caixa do Beach Club ainda não estava aberto (para pagar pelas espreguiçadeiras), e ficamos até o sol começar a se pôr. Não queríamos ir embora… Mas… voltamos ao apê, arrumamos nossas bagagens e fizemos nossa última janta. Ligamos para um taxista indicado pelo Edgar, combinamos para ele nos levar ao aeroporto de Cancún no dia seguinte. Nos cobrou 600 pesos. Existem ônibus da ADO que fazem esse trajeto, mas entre três pessoas a diferença fica tão pequena que não compensa. 15º dia O José estava nos esperando no horário combinado, e lá fomos nós até o aeroporto. Figura simpática, foi conversando o caminho todo. E assim, pegamos nosso voo de retorno ao Brasil. Foi uma viagem incrível! Os mexicanos são uns queridos! A comida é deliciosa! As praias... (suspiro) são paradisíacas! Sem contar o patrimônio histórico-cultural, riquíssimo. Destino para encantar diversos perfis (e bolsos) de viajantes. Deixo aqui o vídeo que resume a trip: Quem quiser ler em mais detalhes e ver mais fotos, está no meu blog: https://recordacoesdeviagens.wordpress.com/category/americas/mexico/ . Se alguém tiver alguma dúvida, pergunta lá ou aqui, fico muito feliz em ajudar! Abraços a todos e ótimas viagens!
  2. Chegou a tão esperada viagem à Cuba. Me baseei em muitos relatos daqui, também do mulambo (cuba-mochilao-mulambo-2015-ponta-ponta-havana-cienfuegos-trinidad-baracoa-santiago-cayo-guilhermo-vinales-t117960.html) que foi bem útil para os preços mínimos das coisas. Hehehe Sou do RJ, mas quando comprei a passagem estava 3500 ida e volta por aqui... De Brasília estava 1900 reais já incluindo a passagem e taxas da tam de ida e volta por lá... Então, mais uma perna e passagem por aeroporto pra economizar essa budega aí. Hehehehe Vôo saindo sexta, após trabalho, 20h35 pra Brasília, de lá pra Havana às 2h25. CUIDADO NA ORA DE COMPRAR trechos na madrugada, quase errei o dia. Hehehe Cotações da viagem: 1 dólar = 3.37 reais 1 euro = 3.79 reais 1 euro = 1.09 CUCs 1 CUC = 24 pesos cubanos Dia 1 - 27/08 - sábado - Habana Chegamos à La Havana e fomos pra casa da Sra. Augustina, muito comentada aqui nos fóruns. Ao tocarmos a campainha, descobrimos que ela tinha falecido dia 11/08 e a casa não mais hospedaria ninguém. Antes que pensássemos em procurar outro lugar, a sra . que nos atendeu informou que seu vizinho debaixo também recepcionava turistas. Felizmente tinha disponibilidade e ficamos lá, pelos 25 CUCs pra 2 pessoas + 5 CUCS por pessoa de café da manhã. Pegamos um bus até Miranmar e Rodamos pelos pontos turísticos lá. O bus é bem barato 1 peso. Demos sorte pra ir, mas não a tivemos para voltar... veio lotado e ficamos distante do centro. Rsrs Jantamos numa pizzaria perto da casa por 5 CUCS/pessoa. Chuva fim de tarde forte e depois parou. Dia 2 - 28/08 - domingo - Havana Fomos conhecer a praça revolucionário de táxi por 6 CUCs. A praça é imensa e por todo canto tem sinais "gloriosos" da revolução. Depois voltamos a pé até o centro e caminhamos até a plaza vieja e agregados que são increíblemente preciosos! Almoçamos no La Narco por 10 CUCs/pessoa com limonada. La é muito bem servido. E voltamos para descansar um pouco. À noite jantamos no Mango por 3 CUC/pessoa que era perto da casa e caminhamos um pouco. Chuva fim de tarde forte e depois parou. À noite choveu direto até de manhã... Dia 3 - 29/08 - segunda - Havana x Varadero Despertamos temprano, desayunamos y fuimos tomar la famosa guagua hasta Varadero. No meio do caminho mudamos de idéia porque chovia e a guagua é meio aberta... Fomos à via azul de táxi por 7 CUCs . De la Fechamos um táxi por 40 CUCs porque o ônibus tinha acabado de sair às 9h. O próximo somente seria às 13h... ai, já era o dia em Varadero. O próprio taxista buscou uma hospedagem para gente em uma casa particular. Tivemos um pouco de dificuldade em encontrá-la. Quando o taxista achou uma, reparamos que Varadero era mais cara que Havana... 30 CUCs o quarto sem café da manhã. Ficamos em um espaço legal, mas a senhora não é muito cordial, então não recomendamos. O dia estava fechado e foi abrindo, mostrando a beleza da praia caribenha. Almoçamos "risoto" em um restaurante que tem cardápio em russo na calle 62 e não gostamos, porque parecia um miojo de arozz, pelo menos foi 5 CUCS/pessoa. Depois fomos à praia e ficamos até umas 19h, pois escurece umas 20h. Tem uns passeios saindo de Varadero, mas são bem caros, então não pegamos informações adicionais. Por ser mais estruturado, é mais fácil encontrar informações na internet. Decidimos ir para Trinidad no dia seguinte. Jantamos no restaurante Victoria perto da calle 36 que tem um bife duro de comer por 3 CUCs/pessoa. Rsrsrs Dia 4 - 30/8 - terça - Varadero x Trinidad Chegamos à Via Azul às 6h50 para pegar o bus às 7h30, pois segundo o atendente, já não tinha passagens disponíveis para comprar no dia anterior. Pagamos 20 CUCs/pessoa e deixamos uma chuva leve em Varadero. Ao chegarmos a Trindad, umas 14h20, encontramos o céu caindo e mini rios pela rua... Doideira total hehehehe fomos almoçar e depois pra hospedagem. Ficamos numa casa das diversas que nos ofereceriam na própria rodoviária, custou 10 CUCs/pessoa com café da manhã amigável. Endereço na rua Antonio Maceo, 652. A habitação é pequena e humilde, diferente das outras que ficamos, mas, pelo preço, tá excelente! Não fizemos nada além de rodar na cidade e tomar a primeira facada pra usar a internet no cel por 3 CUCs/hora. A noite rodamos pela cidade na chuva mesmo. Pelo menos, estava mais fraca e dando sinais de melhora. Dia 5 - 31/08 - quarta - Trinidad Sol!! Acordamos com o tempo abrindo e fechamos um táxi por 8 CUCs pra ir até a playa ancon, porque perdemos o (ou o último) ônibus que saia às (ou até) às 9h30. Achei a praia sem graça, quando comparada com Varadero, ainda mais porque tem umas plantas aquáticas na areia que ficam passando no pé. Talvez com a chuva dos dias anteriores alterou a agua, porque não estava tão clara também como vimos em fotos... Ficamos numa espreguiçadeira lá por 2 CUCs cada. Ofereciam coisas na praia, mas não comemos e o biscoito Bono chocolate serviu para enganar a fome. Hahaha Na volta, umas 16h, esperamos mais 2 pessoas para dividir o táxi 8 CUCs e fugimos da chuvarada que começou a cair enquanto entrávamos no carro. Segundo o taxista falou, tem uma piscina natural que é possível fazer snorkeling um pouco antes de chegar à entrada da praia de Ancon. Pra quem der sorte de não pegar chuva. Em Trinidad também é base de um passeio a cachoeiras Praticamente, levamos sol à região. Hehehehe Há também a possibilidade de fazer mergulho de cilindro em Trinidad na praia Ancon (algum ponto de mergulho) e também em Cayó Blanco. O mergulho seria 35 CUCs e o passeio não pegamos informações. Íamos descer pra Morron, mas a Via Azul estava fechada quando chegamos umas 17h30. Ela vai até cierro de Ávila e depois pegaríamos outro transporte. Almoço/jantar no restaurante Bella Trinidad, pizza (cansamos de comida com tempero mais ou menos hahahaha), que tem música ao vivo e um ambiente bem maneiro por 5 CUCS. A pizza não estava boa. Rsrs Disco Ayala é a discoteca que fica numa caverna, que parece maneira, mas não abriu porque tinha chovido muito e estava com água. Rsrs o pessoal fica na praça perto da plaza mayor, onde tem garçons servindo bebida (3 CUCs) ou outros lugares vendendo a 1.50 CUCs (de qualidade inferior, mas com uma relação custo x benefício melhor hehehe). Fica ao pé da casa de la música que é em céu aberto. Dia 6 - 1/09 - quinta - Trinidad Resolvemos fazer o passeio de cavalo com o Pollo (Tel 52901549) que é um cara bem tranquilo e divertido. Esse passeio custou 10 CUCs que achei bem razoável A cachoeira tem uma boa queda e um poço de 6m de profundidade que da pra dar uns saltos. ela me lembrou a cachoeira de Santa Bárbara, na chapada dos veadeiros, porém com um tom de azul menos aflorado, mesmo no sol. A entrada no "parque" é meio salgada 9 CUCs, mas valeu a pena. O passeio dura o dia todo, saímos umas 9h40 e retornamos umas 16h. Vale a pena sair mais cedo para fugir do sol. Até tentamos, mas uns franceses que iam no passeio atrasaram porque o cara da casa de onde eles ficaram queriam dar uma volta neles, alegando que nosso guia era ilegal. A propósito, eles tem que ter uma permissão para serem guias, como em todo lugar, mas nem ligamos pra isso. Hahaha Como vivemos no Brasil, país do jeitinho, acho que temos um "felling" de quando as pessoas querem dar uma volta... hehehehe Foi tudo tranquilo e recomendo o Pollo (apelido do cara na cidade). Almoçamos massa num "mexicano" que estava comível. Rsrs a noite, fomos para para a plaza mayor de novo e depois pra discoteca Ayala. As músicas lá são variadas. Detalhe: a discoteca tem umas goteiras mesmo. Então, cuidado na hora de andar porque vi geral caindo. ?? 5 CUCs pra entrar e ganha 1 mojito. Dia 7 - 2/09 - sexta - Trindad x Morrón Decidimos partir de Trindad para Cayó Guilhermo inicialmente, mas ouvimos histórias que lá só tinha resort, hospedagem que ultrapassaria nosso orçamento. No meio do caminho, decidimos ficar em Morrón mesmo, cidade mais próximas do Cayó Coco e Cayó Guilhermo. Fechamos um táxi mesmo de Trindad a Morrón por 25 CUCs/pessoa de porta a porta. O taxista era irmão do Pollo e em tese o carro era bom e tinha ar condicionado, porém, no meio do caminho o carro (Peugeot 405 de uns 20 anos) esquentava e tinha q botar água. Paramos umas 5 vezes na estrada pra isso... Mesmo assim, chegamos em 3h, saindo de Trindad por volta das 9h40. Quando saímos, ele queria nos cobrar 30 CUCs/pessoa, mas como já tínhamos fechado com o Pollo pelos 25 CUCs, permaneceu este valor após insistência e pedido pra ele ligar para o Pollo. Apesar de não ser tão barato, a idéia era ganhar tempo e rodar o menos possível de mochila na cidade (tava um sol digno de verão carioca). Como não tínhamos reserva, o taxista iria nos levar a uma casa. Ele descobriu uma que achamos SENSACIONAL, tanto pela receptividade da Dona Aleida, quanto pela estrutura, que era excelente, com banheiro no quarto, geladeira e TV (impressionante!!), fora ar condicionado, ventilador, serviço de lanche e água, suco e cerveja na geladeira a preços justos. Ah, a cama era extremamente confortável, era um colchão!! (Ficamos surpresos, porque só tínhamos encontrado camas que afundavam até então, fora que TV no quarto é item de MUITO luxo, pelo que vimos também). Ela queria 30 CUCs, mas negociamos por 25 CUCs/dia o quarto e o café da manhã era 5 CUCs/pessoa para ser completo. Contato: Dra Aleida Castillo - Calle Salomé Machado, #187 - A , Morrón / Tel fixo: 502-473 / celular : 5294-1219 / email: [email protected] / [email protected] Depois, almoçamos na Calle Martí num restaurante do governo por 4 CUCs/pessoa e tomamos o famoso sorvete cubano Coppelia. O sorvete é bom e o preço é ainda melhor. Pagamos em moeda nacional que seria 26 pesos!! Surreal!! Foram 3 sorvetes, 2 latas de refrigerante cubano de limão, fora a água que já dão. Para ter uma idéia, cada lata dessa no mercado custa 0,50 CUCs (24 pesos cubanos) no mercado. Rsrs A Dona Aleida fez nosso jantar com entrada, prato principal (forte), e sobremesa (arroz doce com salada de fruta) por 8 CUCs (frango) e 10 CUCs (peixe). Pode parecer caro, mas não reclamamos, porque o tempero estava bem saboroso. Fomos à Havana Club daqui e parecia uma festa estranha com gente esquisita. Rsrs resolvemos dormir. Dia 8 - 03/09 - sábado – Morrón - cayó Guilhermo - playa pilar Playa Pilar é a praia mais popular e famosa de Cuba. Fechamos o táxi por 55 CUCs para nos buscar às 8h30, levando 1h15 para chegar e retornar de lá. Como não encontramos outros turistas, não conseguimos reduzir o custo. Realmente, praticamente não vimos turistas nas ruas de Morrón, o que dificultou lotar o táxi. Rsrs A volta era até às 18h, mas saímos umas 16h porque o sol estava castigando. Hehehe A praia é bonita, mas não achei nada de mais mesmo. O mar é verde e não azul como em outras partes do Caribe. Temperatura excelente. Alugamos a espreguiçadeira por 2 CUCs/pessoa. Na volta, almoçamos no mesmo restaurante do dia anterior, La Fuente. Sobremesa na Coppelia de novo. Yessss! O snorkeling é feito numa ilha em frente da praia por 25 CUCs/pessoa e dura 1h30. Ficamos só na praia mesmo. Rsrsrs Dia 9 - 04/09 - domingo - Morrón x Santa Clara x Viñales Nossa idéia era chegar agora em Viñales no menor tempo possível de Morrón. Cómo pra pegar o via azul teria que sair de cierro de Ávila e assim ir pra outro canto, preferimos ir pra Santa Clara porque, pelo que ouvimos, teriam mais opções para ir pra Havana/Viñales. Fechamos com o taxista que nos levou ao Cayó por 80 CUCs. Apesar de alto, fica ainda mais barato que no Brasil. Rsrsrs Saimos de Morrón umas 8h40 e chegamos à Santa clara umas 11h40. Lá já tinham uns caras oferecendo transporte até Havana por 20 CUCs/pessoa. A via azul era 18 CUCs/pessoa e somente sairia às 17h. Não tivemos dúvida e partimos até Havana. Almoçamos na parada no posto de gasolina por 2 CUCs/pessoa (pizza e refrigerante) e o taxista nos deixou em um ponto lá onde tem outros taxistas coletivos por volta das 15h. Lá já tinha um casal esperando gente pra fechar um grupo pra Pinar del Río. Com isso, chegamos e já trocamos de táxi. O transporte custou 15 CUCs/pessoa até Viñales e ele já nos deixou na pousada por volta das 17h30. Negociamos por 25 CUCs/dia com café da manhã. Dia 10 - 05/09 - segunda - Viñales Resolvemos fazer o passeio a cavalo. Negociamos na pousada mesmo que ficamos. Descobrimos que "tínhamos que pegar um táxi até o início do passeio" quando a senhora da casa disse que o carro (?!?!) tinha chegado. Pra ir até o início da fazenda, gastamos 3 CUCs. O passeio consistia em passar pelas plantações da região, ir na gruta que tem a piscina e finalizar na fábrica de tabaco. Saímos da pousada umas 8h40 e o passeio durou umas 2h30. O preço meio tabelado era de 3 CUCs/hora/pessoa, então gastamos 7,50 CUCs para o passeio. O visual é muito bonito e vale a pena, ainda mais que pegamos uns cavalos meio malucos que corriam do nada. Hahaha Dia 11 - 06/09 - terça - Maria la Gorda De Viñales e Pinar del Río tem saídas com frequencia para Maria la Gorda. La é um centro internacional de mergulho, muito conhecido pela visibilidade e pela parede imensa que tem. Foi a 1ª vez que vimos água azul na viagem, apesar de que uns espanhóis deram sorte de ter visto algo assim em Playa Pilar. As agências de Viñales vendem o transporte de ida e volta pra La Gorda. Quando se chega a Maria la gorda, lá tem uns horários de mergulho já pré-definidos. A empresa que opera lá é a Transgaviota e também oferece serviço de hospedagem, refeições e etc, tudo bem caro. Vou colar as fotos que tirei para se programarem. O grande "bizu" que posso dar de lá é, pra quem quer mergulhar mais vezes e também ir lá pela noite é ficar na vila chamada La Bajada porque ali tem hospedagens a preços excelentes (10 CUCs/pessoa) e fica a uns 15km da base, que o pessoal costuma ir e voltar de carona dessa vila. O mergulho foi sensacional! Não imaginava que seria tão impressionante. Visibilidade excelente também. Valeu a pena. Gastos deste dia: Taxi ida e volta Maria la Gorda - 35 CUCs/pessoa Mergulho: 35 CUCs/pessoa com certificação open water + 14 CUCs aluguel dos equipamentos Entrada de 5 CUCs/pessoa no "complexo" dos quais 3,50 CUCs são revertidos em consumação. Neste valor já está incluída a "entrada", acesso a banheiros (sem chuveiros) e espreguiçadeira na praia com eventual sombra. Rsrsrs Na volta, jantamos na despedida de Viñales num "ristorante italliano" de um cubano que morou na Itália por 11 anos. Jantar meio caro para o padrão de Cuba e massa boa. Fomos à casa da música de novo por não ter o que fazer mesmo, mas lá é meio bizarro... cantores lá com qualidade estilo "karaoke". Hehehehe Dia 12 - 07/09 - quarta - Viñales x Havana x Cancun Um pessoal que encontramos no mergulho falou que tinha uns preços bons pra ir de Havana pra Cancun pela aeromexico direto e, pensei... por que não? Então, com a informação, dei uma pesquisada na cara internet e consegui comprar pro mesmo dia a passagem aérea ida e volta Havana x Cancun x Havana por 120 euros. O táxi de Viñales ao aeroporto foi 15 CUCs/pessoa e me deixou lá. Uma coisa excelente em Cuba são esses táxis coletivos. Hehehe Ao chegar à Cancun, não tinha hospedagem e não indiquei nenhum lugar pra ficar... Se não fosse o carimbo dos EUA no meu passaporte, acho que pensaram que eu ia ficar lá e não voltar mais hahahaha após isso, foi a vez dos charutos... Comprei 50 charutos (máximo pra sair de cuba) e os trouxe pro México. Mas, querendo dar uma entubada nos desavisados, o limite pra entrar no país é 25. Como não li o formulário de imigração direito, tive que pagar o excesso de charutos. O ônibus do aeroporto a playa del carmen custou 168 pesos mexicanos. Cotações 1 euro = 20,25 pesos mexicanos 1 CUC = 14,40 pesos mexicanos 1 dólar = 17,35 pesos mexicanos Chegando ao terminal de playa del carmen, fui procurar hospedagem e achei uma de argentinos (!?!?!). Paguei 12 dólares/dia pra dividir o quarto, no hostal Buena Vibra. O pessoal lá é legal, mas a limpeza não é tanta assim... Comi uns tacos numa praça ali perto por 15 pesos cada um. Dia 13 - 08/09 - quinta - Cozumel Fechei um snorkeling em Cozumel por 30 dóóares no dia anterior. Foi o menor preço que encontrei em Playa del carmen. Os mergulhos estavam variando entre 75 e 120 dólares (???). JAMAIS FAÇA SNORKELING PAGO EM COZUMEL! Eu me senti enganado. Eles te levam pra ver uns "corais artificiais" com umas cabeças de pedra e falam que cada um desses pontos são "diferentes". Na hora de vender o passeio, dizem que são 3 CAÍDAS na água... enfim. Além disso, em Playaéé mais caro que fechar em cozumel... paguei 5 dólares a mais... Sobre o snorkeling, o guia era engraçado e fazia umas graças na água, mas não vale em hipótese alguma os 30 dólares que cobram. Almocei por volta das 17h na indicação dos guias por 170 pesos (peixe, taco, mini arroz e mini feijão + 1 margarita incluída do passeio). Razoável. O transfer pra Cozumel de Playa del Carmen custa 135 pesos cada trecho. Paguei 270 ida e volta. O grande lance de ter ido a Cozumel foi achar uma empresa que fazia mergulho lá por 59 dólares! Pelo que vi, foi o melhor preço da ilha!! Então, com preço assim, tive que voltar no dia seguinte. Hehehehe Dia 14 - 09/09 - sexta - Cozumel Paguei o mesmo transfer ida e volta de 270 pesos mexicanos. E sai 8h. Quando cheguei na empresa, uma das saídas já tinha ido, para o principal ponto da ilha (Palancar e Colômbia). Como ficava muito longe pra ir sozinho, mergulhei em outros pontos que também eram bem interessantes e cheios de caverna (1o ponto) e vida marinha (2o ponto). Valeu a pena! Depois, descobri um restaurante por 70 pesos com entrada na rua a..... EXCELENTE custo x benefício! Além disso, o hostel hostelito tem preços bons também! Vale a indicação pra dormir na ilha e se planejar melhor. Se eu tivesse me planejado, teria economizado 270 de transferir adicional... rsrsrs A noite comi uns tacos na praça com suquinho por 50 pesos. Dia 15 - 10/09 - sábado - Cenote 2 ojos A atendente do hostel 3B falou muito bem desse local. Custou 500 pesos e inclui serviços no cenote. Cenote é uma espécie de poço formado por estalactites e estalagmites com água. É impressionante porque não parece que tem água efetivamente do "outro lado". No Brasil, tem vários lugares assim que não são a fortuna que é aqui na região... rsrs Mas, queria saber sobre o que falam tão bem aqui... Então, consiste num snorkeling dentro de uma "gruta" ou um mergulho com cilindro (95 dólares o mais barato que vi com 1 cilindro). O local é bonito e pra quem nunca foi ao abismo de anhumas, ou chapada Diamantina, vai gostar bastante (o que não é o meu caso) Rsrsrs Almocei no restaurante que tem logo na entrada. Burrito de carne de porco 75 pesos com um refrigerante de 15 pesos. Muito bem feito. Hehehe À noite, lanche na praça e arrumar malas pra viajar dia seguinte e voltar pra Cuba. Bati perna pela calle 12 e realmente ali é o point pra sair à noite. Dia 16 - 11/09 - domingo - Playa del Carmen x Havana Peguei o bus de Playa até o aeroporto às 7h30 por 168 pesos mexicanos. Esqueci que tinha que pagar de novo a entrada em Cuba... arghhh 20 dolares novamente (tenho que sentar e planejar uma viagem direito... rsrsrs). Ao chegar à Havana, parece que vários voos (uns 4 ou 5) chegaram ao mesmo tempo. Moral da história: 2 horas para pegar a bagagem e sair do aeroporto depois do avião pousar... Minha idéia era ir pro oriente e conhecer mais lugares em Cuba. Peguei um táxi que me levou por 15 CUCs (após negociação) até a Via Azul. Lá, como já não dava para pegar o bus das 15h pra Santiago (pousei 12h27, horário de Havana e fui sair do saguão do aeroporto 14h20, fora uma chuva surreal intensa no aeroporto), comprei o bus das 00h30 que chegou lá 16h. Bom que não precisei pagar uma diária de hospedagem. Detalhe do dia: o carro que me pegou, deixou que eu guardasse a mala na casa dele, que fica do lado do centro de Havana. Perfeito! Não ia ter condição de rodar de mochilão pela cidade... Julio Cel +53 5481-5348 Depois de deixar as coisas lá, parti pro farol e depois Coppelia a pé mesmo. 2h de fila e sorvete comido. Dia 17 - 12/09 - segunda - Santiago de Cuba Peguei o bus da via azul saindo de Havana às 00h30 por 51 CUCs. O bus chegou às 16h30. O bus faz um roteiro padrão e passa em várias cidades... numa delas "tomei café" às 12h e comi pizza com caldo de cana (garapa) por 1.60 CUCs. No terminal, fechei com um taxista pra ir ao castelo castillo e depois ao cetro (cespede) por 10 CUCs (antes era 20 CUCs). O castelo tem um visual legal, mas não a ponto de valer entrar por 4 CUCs pra mim. Hehehe o taxista foi ex-combatente na Revolução e tecia ótimos comentários, apesar de os jovens já verem diferente as coisas. Fiquei rodando pelas praças e comi onde parecia um preço bom (até 4 CUCs). Hehehe Fiz hora numa casa simples que ia tocar música variada (campesina, bolero e salsa). Acho que foi mais na sorte, porque a casa é simples também. Pra finalizar antes de ir pra Baracoa, mais uma pizza perto da praça cespede. O táxi desta praça até o terminal foi 5 CUCs. Dia 18 - 13/09 - terça - Santiago x Baracoa O bus saiu de Santiago às 1h50 por 15 CUCs. Lado bom, não gastei com hospedagem. Lado ruim, cheguei destruído. ?? Não tinha hospedagem, mas isso não é um problema... sempre tem gente oferendo lá na hora. Boa chance de fazer um bom negócio. Rsrs eu fechei com Sr. Arturo y Yamira. O quarto é bom e o café da manhã também, mas ficava a uns 8 quarteirões da praça principal que se chama Parque Central. Depois do banho, fui de táxi coletivo 15 MN até o rio Yamuri, onde tem um pessoal te oferecendo lá Trekking e almoço. Como já estava meio tarde, não pesquisei muito e fechei a trilha por 8 CUCs e o almoço com suco e sobremesa (doce que não comi) por 5 CUCS. Hehehe o Trekking foi bem interessante, não pelo visual em si, mas pelas frutas de diversos pés que íamos comendo pelo caminho (maracujá doce, conde, coco, mamilo, etc) e também pela aproximação que ele proporcionou com a vida de um autêntico campesino cubano e a casa onde moram também. Achei que valeu a pena. Fiz o passeio com Justo Manuel (algo parecido com isso) e ele foi contando histórias das dificuldades que passam, não de comida, mas de bermudas e calçados. Negociei com ele de me fazer o passeio a 4 CUCs e ele ficar com minha máscara de mergulho. Ele ficou contente porque poderia pescar e poder melhorar sua condição. Pra ele foi um ótimo negócio, tá? A máscara custa mais de 100 reais. Hehehehe Na volta, peguei pela primeira vez uma guagua. Na moral, não sei como o mulambo se empolgou tanto com essa guagua. O percurso de 22km que fiz indo com o carro coletivo foi de 30min. Com a guagua foi de 1h porque ela vai parando direto e ao longo da rodovia, fora o banco que, da guagua que andei, achei melhor ir em pé, porque já tava maltratando minha coluna. ?????? A guagua custou 2 MN, ou seja, ridículo de barato. Hehehe decidi preservar minha coluna pro resto da viagem e tentar não andar mais de guagua. O valor atrai mesmo, mas não tenho o fortalecimento natural dos cubanos e nem mais vinte e pouco anos de idade pra isso. Hahahaha Dica de refeição barata em Baracoa é o restaurante 1511. Não comi, mas acho que custa 1 CUC... com esse preço.... parece uma delícia já. ?? Dia 19 - 14/09 - quarta - Baracoa x Holguin x Camaguey Acordei cedo pra fazer o passeio ao Parque Nacional Alexandro Humboldt, mas ao chegar na agência (Cubatur), eles ligaram para o parque e informaram que estava chovendo... ai, pensei: ir a praia aqui ou ir a qualquer praia (já que praticamente todas são belíssimas) em uma cidade mais próxima de Havana? Rsrsrs Arranjei um táxi coletivo a Holguin por 20 CUCs e parti pra Holguin. Na hospedagem em Baracoa gastei 10 CUCs na diária e tomei 2 cafés da manhã a 3 CUCs/dia, que era muito bom por sinal. Fechei um transfer pra Holguin que pensei que era um táxi, mas era uma guagua (carro) por 20 CUCs. A estrada de Baracoa a Holguin tem um início horrível e foi sofrido. Rsrsrs Depois de Moa fica menos pior ir nesse carro na parte de trás. Saímos perto das 11h e chegamos a Holguin por volta das 16h. Que dureza ir de guagua. Hahahaha agora entendi porque a via azul não vai de Holguin pra Baracoa... a via azul passa por Santiago pra ir pra lá porque a estrada é menos horrível. Chegando a Holguin, tive que pegar um táxi por 3 CUCs até o terminal de ônibus, que ficava do outro lado de onde cheguei. No terminal, falei com o "líder dos gestores de passagem" que me mandou pra Camaguey (porque inicialmente eu iria pra Playa Santa Lucia), sob o pretexto de que era mais fácil de Camaguey que de Las Tunas. Ele "arrumou um carro" por 20 CUCs que, a principio, eu iria sozinho, mas depois surgiram outros 2. Moral da história: paguei mais caro (seria entre 12 e 15 CUCs normalmente) para chegar antes e já numa casa, porque pela a via azul só sairia 21h15 de Holguin. Em Camaguey fiquei numa casa que o pessoal do carro indicou que são bem receptivos por 18 CUCs/dia com café da manhã. Dia 20 - 15/09 - quinta - Playa Santa Lucía (Camaguey) Fui a playa santa lucía atrás do mergulho com os tubarões touro. Aqui eles alimentam os tubarões e você mergulha próximo a eles. Seria perfeito, se não tivesse pão-durado no carro. Rsrs a Sra da casa onde fiquei disse que os camiones (guagua) demoravam cerca de 2h para chegar, porém demora quase 3h. Além disso, o Sr. que ela me indicou não estava na praia, pois a mãe dele passou mal e ele teve que ir a Camaguey... Moral da história: nao mergulhei com os tubarões. Rsrsrs Minha rotina em vão foi: acordei 5h30, cheguei ao "terminal de camiones" às 6h, ela saiu às 7h (normalmente sai às 6h), cheguei às 10h, consegui contato com o Sr. Gemso às 10h20, peguei um "taxi" que na verdade era uma carrossa puxada a cavalo às 10h35, encontrei o "pescador-instrutor" às 10h50 e começamos o mergulho umas 11h15. Água mexida e visibilidade fora do padrão Cuba (no Brasil seria algo muito bom hahaha). Apesar dos pesares, o Gemso foi extremamente atencioso e esforçado em "me ajudar" diante do cenário adverso. Hehehe apesar de ele não ter certificado de mergulho, tenho certeza que tem mais experiência de mar e de possíveis problemas que um mergulhador certificado. Então, fui tranquilo. Seu equipamento era bom, melhor que em muitas agências que fui. O melhor de tudo foi a amizade que fizemos e o almoço de robalo fresco que me ofereceu e eu, gentilmente, paguei 7 CUCs. Deixo o contato para quem se interessar em mergulhar com ele. O mergulho em si, foi até mais divertido que se fosse com a empresa, pois ele "brincava" com os peixes. Hehehe Fiz contato inicial com Sr. Macau - que mora na Playa La Boca casa 20 A - Mobil - 5274-1173. Ele me repassou para o Gemso Mobil 53711704 - la chusmita. O contato precisa ser feito por telefone mesmo. Os preços deles (30 CUCs sem tubarões e 50 com tubarões) são mais econômicos que a agência daqui também (40 CUCs sem tubarões e 69 CUCs com). RECOMENDO pagar mais caro pra chegar a tempo de mergulhar com os tubarões e água limpa, porque mais tarde ela fica mexida com a movimentação marinha no canal que ocorrem os mergulhos. A volta foi melhor que a ida, pois utilizei o mesmo ônibus dos trabalhadores que vão e voltam todos os dias da playa a Camaguey, pelo menos foi a história que ouvi. Hehehe Esse bus custa 12 MN, mas, como estava num dia de mão aberta, paguei os mesmos 20 MN da ida na volta. Hehehehe Dia 21 - 16/09 - sexta - Camaguey x La Havana A Sra da casa onde fiquei arranjou um transporte pra Havana por 40 CUCs. O preço da via azul era de 33 CUCS, mas até o terminal, contando que o custo de deslocamento em Camaguey e Havana dos terminais seria maior, escolhi o táxi mesmo. A viagem é longa e chata. Rsrsrs Saimos às 9h40 e chegamos a Havana 16h 20. Fiquei hospedado no mesmo local de quando chegamos a Havana, no Fran(k) por 20 CUCs sem café da manhã e almocei no Lo Narco por 6 CUCs porque precisava comer bem e lá é muito bem servido. ?? Bati perna pra cansar e esperar o dia de retornar. Hehehe Dia 22 - 17/09 - sábado - Havana x Rio de Janeiro Chegou o dia de retornar e voltar a comer bem. Hehehe Meu retorno foi alterado direto pro Rio, porque o vôo para Brasília foi modificado. Bom que não precisei ficar em Brasília, ruim que não deu tempo de passar no freeshop porque só tinha 1h de conexão entre as aeronaves. Depois uber do galeão pra casa. OBSERVAÇÕES: 1. Demos sorte porque somos morenos e passávamos por Cubanos. Hehehe mas, o pessoal fica empurrando serviços diversos quando percebiam que éramos estrangeiros. 2. A internet custa 3 CUCs/hora (ou 2 CUCs se conseguir comprar diretamente na loja) e não é lá grandes coisas. Você não consegue fazer chamada pelo whatsup e o Apple store não funcionam. Não testei o play store. Instale todos os programas necessários antes de chegar aqui. Recomendo MUITO o "Map of Cuba offline" que você consegue usar em todo país com localização e também o "Cuba" que mostra os principais pontos turísticos de cada cidade. Com eles, já dá pra montar uma boa programação. Parece que o Viber não é bloqueado para conversar com vídeo. 3. Em Havana, recomendo usar o ônibus pra turista do City tour, pois ele roda bem a cidade. Como andamos pra cacete, fizemos quase tudo que ele faz. Com o bus ganharíamos tempo, fora que o transporte em Havana é bem ruim. Poucos ônibus e os táxis não circulam pela cidade... ficam só na área turística. Para sair de Miramar foi um sufoco e demoramos umas 2h pra chegar ao centro onde ficamos. 4. Demos azar, porque, como somos morenos, acho que a polícia não tem tanta certeza se éramos Cubanos ou não. Em Trinidad e em toda Cuba, o nativo não é bem visto quando está abordando um turista (basicamente europeus). Fomos abordados pela polícia em Trinidad, nos perguntando se éramos cubanos num tom suspeito, digamos assim. Caso se enquadrem na descrição, fica a dica. Hehehe 5. Não pensava que os cubanos fossem tão viciados em novelas brasileiras. Hahaha Como não as acompanho, não sabia falar sobre nada delas. Rsrsrs além disso, vale trazer umas revistas sobre isso e uns doces e chicles pras crianças... ai, elas ficam mais amigáveis e sempre rolam uns descontos. 6. A via azul tem um serviço de venda horroroso! Se tiver como, use o táxi coletivo. Não são tão confortáveis como o ônibus, mas chegam mais rápido e os "gestores de passagem" são mais atenciosos e esforçados que a via azul. Hehehe fora que o preço.... Praticamente iguais a via azul. Rsrsrs 7. O snorkeling em Cozumel é fraco demais e caríssimo pelo serviço que oferecem!! Detalhe, eles tem o hábito de pedir "propina" (gorjeta) pra tudo! 8. Cancun tem vários atrativos interessantes, porém caríssimos. Vale ter facilidade de deslocamento ou tempo pra isso pra procurar fechar passeio no local. Sempre será mais barato que por agência. Fica a dica pro snorkeling ou mergulho com o tubarão baleia, que não tive a chance de ir porque saia de umas ilhas (holbox ou isla mujeres) que não consegui uma boa logística pra ir... 9. Se pensa em mergulhar com os tubarões na Playa Santa Lucía em Camaguey, va de máquina (táxi antigo) ou outro meio de transporte mais ágil. Perdi essa chance porque os tubarões já tinham ido do ponto onde "esperam" os mergulhadores darem comida. Vou ter que mergulhar com eles em outra viagem. Hehehe 10. Se for alugar um carro, muita atenção na estrada. Toda hora tem carrossa, alguém andando de bicicleta, pessoas atravessando a estrada... Confesso se tivesse alugado um, teria sofrido. Hehehehe
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