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ROTEIRO ÁFRICA DO SUL (20 DIAS): ROTA JARDIM, ROTA PANORAMICA, SAFARIS E MERGULHO


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https://feitaprafugir.com.br/roteiro-africa-do-sul/

 

INFORMAÇÕES GERAIS

Visto: dispensa de visto por até 90 dias
Passaporte: deve ter validade de pelo menos 1 mês da data do retorno ao Brasil
Vacinas:  exige vacina de febre amarela
Quando ir: o ano inteiro
Capitais: Cidade do Cabo, a maior das três, é a capital legislativa; Pretória é a capital administrativa e Bloemfontein é a capital judiciária
Moeda: Rande (R)
Idioma oficial: 11 línguas oficiais, entre elas o inglês
Cod. telefone: +27
Padrão bivolt: 230V
Tomadas: C, D, M, N
Principais operadoras telefônicas: vodacom (data), MTN, Cell C e Telkom 
Empresas aéreas low cost: Kulula, Mango, Fly Safair (não é boa)


VISÃO GERAL DA ÁFRICA DO SUL

Os principais lugares para se conhecer na África do Sul são Cape Town, Rota Jardim, Rota Panorâmica, safáris e Johannesburgo, sendo que a rota panorâmica e safáris estão próximos a Johannesburgo (também chamada de Gauteng).

 

A Rota Jardim é ruma rota cênica que inicia-se em Cape Town até Port Elizabeth ou vice-versa. No caminho, passa-se por varias cidadezinhas, que guardam seus principais pontos turísticos: Stellenbosh e Franschhoeck (vinícolas), Gansbaai (mergulho com tubarão na gaiola), Outdshoorn (fazenda de avestruz e cango caves), Knysna (the heads), Plettenberg  Bay (Storms River National Park e Reserva Robberg), Tsitsikamma Park (face adrenalin: maior bung jumpee de ponte do mundo).

 

A Rota Panorâmica (ou Panorama Route), por sua vez, é um caminho ao longo do Blyde River Canyon, o terceiro maior canyon do mundo, em Mpumalanga, e que guarda paisagens incríveis. Está a apenas 1h30min do Kruger Park. A ideia é fazer o pernoite na cidadezinha de Graskop e reservar um a dois dias para percorrer a região. 


SOBRE OS SAFÁRIS

02 dias inteiros de safári são suficientes. Não conte o dia da chegada e da partida; gasta-se cerca de 7h de carro ou 1h de avião. Então isso geralmente soma 4 dias no total: 1 para ir + 2 no parque + 1 para voltar. Quem tem pouco tempo, pode apertar em 3 dias: sai cedo e já faz um safári noturno no dia da chegada + 1 dia de safári inteiro + safári de manhã e partida.

 
 
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O Kruger Park é um parque nacional e dentro dele estão vários acampamentos, sendo o Skukuza um dos principais por sua infraestrutura (restaurante, lojas, mercadinho, piscina e museu). Dentro do parque há varias estradas devidamente demarcadas, onde os turistas podem fazer os self drives ou os safáris organizados pelo local.

Também pode-se optar pelos game reserves, que são estabelecimentos privativos, ao redor do Kruger, e em sua maioria lodges de luxo e, obviamente, mais caros. Neles, diz-se que os safáris são mais rústicos, já que não percorrem as estradas já abertas, como ocorre no Kruger.

Optamos pelo parque nacional e não nos decepcionamos. Vimos vários animais na beira da pista e quatro dos chamados Big Five, os animais mais difíceis de serem visualizados.

Melhores lugares dentro do parque: Skukuza, Pretoriuskop.

Melhores lugares fora do parque: Hazyview, Sabie Sand Game Reserve (Elephants Plains Game Lodge).


SUGESTÃO DE ROTEIRO

05 dias: Cape Town

05 dias: rota jardim

02 dias: Johannesburgo

03 dias: Safari

02 dias: rota panorâmica 

03 dias: Durban (mergulho)


PONTOS TURÍSTICOS DE CAPE TOWN

Cidade do Cabo City Sightseeing:
Preço: R280 (R$81) 2 dias e R180 (R$52) 1 dia

Restaurante La Colombe (necessita reserva) 

Degustação de cervejas: Devil’s Peakn, Beer House, Woodstock Brewery

St. George catedral (ao lado do Company´s Garden)
Horário: 9-13h
Gratuito

Company´s Garden
Horário: todos os dias de 7-19h (inverno) e 7:30-20:30h (verão)
Gratuito

Jardim Botânico Kirstenbosch
Horário: todos os dias de 8-19h
Preço: R75 (R$25)

 
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Jardim Botânico Kirstenbosch


Long Street (a noite): Bar Beerhouse

Truth Coffee Roasting – indicado como melhor café do mundo pelo The Telegraph

V&A Waterfront: complexo de lojas, bares e restaurantes

Robben Island  
Horário: 9h, 11h, 13h, e 15h
Preço: R360 (R$116); obs.: onde Mandela ficou preso (passeio dura 4h); o passeio sai do W&A Waterfront
Obs.: procure fazer o passeio nos primeiros dias, pois este depende de condições climáticas.

Boates: Cocoon e Shimmy Beach Club

Table Mountain
Horário: todos os dias de 8-13h
Preço: R360 (R$116); obs.: ir de manhã por causa do tempo
Obs.: fora o funicular, a Table Mountain possui várias trilhas, que podem ser percorridas em 1h30min, 3h e até 4h. Percorremos a trilha Índia Venster, que durou 3h, com paisagens imperdíveis. Apesar de ser classificada como difícil, esta trilha pode ser feita por qualquer pessoa, que não tenha medo de altura e algum preparo físico. 

 

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Escalada da Table Mountain


 
A Renata Sarzi, do A Dream Overland, classifica as trilhas da seguinte forma:

Platteklip Gorge

Tempo: Pelo menos 1h30 (subida) e 1h (descida)
Grau de dificuldade (fôlego): Pesado (subida) e leve (descida)
Grau de dificuldade (técnica e exposição à altura): Leve
Vista e paisagem: ★★★★★
Avaliação da trilha: ★★★★★ Chata
Onde a trilha começa: Tafelberg Rd (na mesma rua do Cableway)
Custo: $ Gratuito


 

India Venster

Tempo: 3h00 (subida)
Grau de dificuldade (fôlego): Moderado a pesado (subida)
Grau de dificuldade (técnica e exposição à altura): Leve a moderado
Vista e paisagem: ★★★★★
Avaliação da trilha: ★★★★★
Onde a trilha começa: Tafelberg Rd (na mesma rua do Cableway)
Custo: $ Gratuito
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Skeleton Gorge

Tempo: 4h00 (subida)
Grau de dificuldade (fôlego): Moderado (trilha bem longa)
Grau de dificuldade (técnica e exposição à altura): Leve
Vista e paisagem: ★★★★★
Avaliação da trilha: ★★★★★
Onde a trilha começa: Jardim Botânico Kirstenbosch
Custo: $ Entrada no Jardim Botânico (cerca de R60)
 

Signal Hill (ao lado do bairro Bo Kaap): ir no pôr do sol (estação de ônibus mais próxima é Kloof Nek)

 
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Signal Hill


Galileo Open Air Cinema
Horário: os portões abrem de ter-sex as 17h e sab-dom as 16h; o cinema começa entre 19:30-20:30h; cinema ao ar livre
Preço: R105 (R$34)

Gold Restaurant
Jantar com danças típicas: R380 (R$123)

 
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Jantar no Gold Restaurant


Castelo da Boa Esperança
Horário: tour guiado 11:00 | 12:00 | 14:00 | 15:00 | 16:00; troca de guarda seg-sex de 10-12h
Preço: R50 (R$17)

District Six Museum
Horário: seg-sab de 9-16h
Preço: R45 (R$15)

Cape Point
Horário: 9-17:30h
Preço: R320 (R$103) e funicular  R85 (R$28 ida e volta) ou R70 (R$23 só ida)

 
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Cabo da Boa Esperança


ROTEIRO DIA A DIA EM CAPE TOWN

Dia 01: The Old Biscuit Mill Market (só aos sábados), Robben Island, V&A Waterfront; cinema ao ar livre; balada a noite

Dia 02: St. George catedral (ao lado do Company’s garden), Company´s Garden, Castelo da Boa Esperança, Jardim Botânico Kirstenbosch, degustação de cerveja na Beerhouse a noite

Dia 03: District Six Museum, bairro Ko Baap, Signal Hill (por do sol)

Dia 04: table mountain, praia de camps bay (fim de tarde) e clifton beach; jantar no Gold Restaurant

Dia 05: vá por Hout Bay; Chapman’s Peak; Cabo da Boa Esperança; Cape Point; Boulders Beach (alugue um carro)


VINÍCOLAS

Groot Constantia (mais antiga vinícola)
Horário: todos os dias de 9-17h
Preço: R115 (R$38); obs.: a 15 min de Cape Town

Stellenbosh (42 minutos de Cidade do Cabo): principal cidade do circuito de vinícolas da África do Sul, Stellenbosh é uma cidade universitária, com um centrinho bonito, agitado e cheio de bons cafés, bares e restaurantes. Existem dezenas de (ótimas) vinícolas pela região.

Franschhoeck (40 minutos de Stellenbosh): uma cidade bem pequenininha, situada no meio de um vale de montanhas. Bem romântica e ideal para descansar e para quem gosta de vinhos e belas paisagens. Os restaurantes também são muito bons.

Aqui pode-se encontrar o Wine Tram, um passeio em ônibus e trem, que percorre varias vinícolas da região, dependendo da linha que se escolhe, no momento da compra. São 08 linhas classificadas por diferentes cores e cada uma apresenta diferentes roteiros. Ideal para quem não quer ficar bebendo e dirigindo entre uma vinícola e outra. Esta foi nossa opção e adoramos. 

 
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Vinícola da rota da Wine Tram


ROTA JARDIM – Gansaai, Cabo das Agulhas, Oudtshoorn, Knysna, Tsitsikama/Storms River Plettemberg Bay 

obs.: algumas das informações abaixo foram retiradas do site I Love Trip.

Gansbaai (1h40min de Franschhoeck) – mergulho com tubarões: esse é o melhor lugar para você fazer o incrível mergulho com tubarão branco da África do Sul. Não deixe de incluir esse passeio no seu roteiro de viagem.  Quanto tempo: manhã

Existem várias empresas que realizam este passeio em Gansbaai, são elas:

1. Great White Shark Tours
2. Marine Dynamics
3. Shark Diving Unlimited
4. White Shark Ventures (R1750 ou R$488; nossa escolha e super recomendo)
5. White Shark Projects
6. White Shark Diving Company
7. African Shark Eco Charters

Obs.: caso não seja possível a visualização de tubarões, já que o local é apenas rota para esses animais, algumas escolas disponibilizam voucher para re-agendamento em outro dia.

Cabo das Agulhas (1h20min de Gansbaai) – o Cabo das Agulhas marca o encontro dos oceanos Índico e Atlântico, estando junto a um Farol, que também pode ser visitado.

 
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Cabo das Agulhas


Oudtshoorn (3h45min de Cabo das Agulhas) – muitos fazem um desvio na Garden Route para ir até Oudtshoorn, a capital mundial do avestruz, com diversas fazendas de avestruzes. Esse desvio só vale a pena se você fizer questão e tiver tempo. A principal atração turística da cidade é a Cango Caves, cavernas com tour para visitação.

Highgate Ostrich Show Farm (fazenda de avestruz)
Preço: R372 com almoço (R$120); tour parte de 8-16 e almoço de 11-14h

Cango Caves
Horário: 9-15:30h; o passeio dura 60 minutos (Heritage Tour) ou 90 minutos (Adventure Tour); a temperatura é de 18o
Preço: R120 (R$39) ou R180 (R$59)
 
 
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Cango Caves


Knysna (1h40min de Oudtshoorn) – uma das cidades mais importantes para o turismo na África do Sul, Knysna (a pronúncia é “Naisna”) tem um charme e elegância com seus morros de calcário e a lagoa formada pelas águas do Oceano Índico. Um píer charmoso, além de mirantes, passeios e bons hotéis e restaurantes tornam o lugar bastante agradável. Knysna também é conhecida como a capital mundial das ostras.

Plettenberg  Bay (30 min de Knysna) – uma das principais cidades turísticas da África do Sul que não pode ficar fora do seu roteiro. A cidade praiana é super charmosa, com bons restaurantes e hotéis e vistas incríveis do mar para observação de golfinhos; e ainda, com dois parques imperdíveis. Base para visitação das reservas Robberg e Storms River e para o salto de bung jumpee.

Reserva Robberg
Horário: 7-20h
Preço: R50 (R$16) day acess

Storms River National Park
Horário: 6-22h
Preço: R290 (R$94), incluídos passeio de caiaque, trilha até a ponte suspensa e trilha ao topo da montanha (1h30min).

Obs.: Você também pode dormir em um dos alojamentos do parque (faça essa escolha como base para visitação da Reserva Robberg, Storms River e bung jumpee).

Face Adrenalin (bungee jump) – nessa região fica uma das atrações turísticas mais conhecidas da África do Sul, o mais alto bungee jump de ponte do mundo, com 216 metros. O visual é incrível com muito verde e o Oceano Índico ao fundo. Quanto tempo: meio dia.
Horário: 9-16h
Preço: R1400 (R$453) + R400 (R$130 foto e vídeo)

Port Elizabeth (45min de Tsisikamma) – é uma cidade banhada pelo Oceano Índico, colonizada pelos ingleses e com grande valor histórico. Com praias, comércios e vida própria, a cidade é procurada para o turismo na África do Sul e é ponto de partida para iniciar ou finalizar a Garden Route. Se quiser conhecer mais a cidade fique um dia.

Obs.: em Port Elizabeth, na reserva Dorkin, pode-se visitar a Escultura da Fila da Votação, que marcou a primeira eleição democrática do país, gratuitamente.


PONTOS TURÍSTICOS DE JOHANNESBURGO

É necessário pegar um avião de Port Elizabeth para Johannesburgo (R$350 em 2018).

Joanesburgo City sightseeing: R320 (R$103) 2 dias e R255 (R$83) 1 dia; Ticket office: Tyrwhitt Avenue pedestrian zone, next to Hamleys; 9-19h

Museu do Apartheid
Horário: todos os dias de 9-17h
Preço: R100 (R$33)
Obs.: reserve ao menos 3h para visitação.

Soweto (bairro onde morou Mandela – passeio de bike)
Preço: R550 (R$178 por 2h)

Nelson Mandela Square e Sandton City: um grande complexo comercial em uma das regiões mais desenvolvidas de Johannesburgo

Constitution Hill (prisão onde ficou Mandela)
Horário: todos os dias de 9-17h
Preço: R100 (R$33)
Obs.: contratamos o serviço do guia Ruben, de Moçambique e que fala português. Ele cobrou o valor de R500 (R$140) por pessoa para percorrer os principais pontos turísticos da cidade de 9-16h, com parada para o almoço (não incluído no valor). Contato: +27 73 157 2611 / +27 60 507 4039.


HOSPEDAGENS DA VIAGEM AVALIADAS POSITIVAMENTE

Melhores bairros em Cape Town: Green Point, Waterkant e Beira mar 

Hospedagem em Cidade do Cabo – The Greenhouse Boutique Hotel

Hospedagem em Ganssai – 28 Kolgans

Hospedagem em Outdshoorn – Karoo Retreat

Hospedagem em Plettenberg  Bay – Riverclub Villa 4200 (melhor hospedagem da viagem)

Hospedagem em Graskop – Blyde Lodge

Hospedagem em Johannesburgo (pernoite para retorno ao Brasil) – Europrime Guesthouse (café e transfer gratuito)

Obs.: os carros foram alugados pela rentalcar.


SAFARI (O QUE LEVAR)

– Repelente: Use na pele exposta e nas roupas também. O mais eficaz é o repelente à base de dietiltoluamida (DEET). É importante reaplicá-lo a cada 3 horas (no caso de concentração de 20%), 6 horas (concentração de 30%) ou 12 horas (50% de DEET). Atenção! O repelente deve ser aplicado DEPOIS do filtro solar.

– Use roupas que protejam todas as áreas do corpo, com mangas compridas, calças compridas, roupas soltas, e sempre use meias (sei que às vezes pode estar calor… Mas tente!!!). Pulverize as roupas com permetrina (presente em inseticidas e repelentes) para reduzir o risco de mordida através da roupa. O site Extreme UV vende camisas anti-mosquito e com proteção UV (super frescas no calor).

– As recomendações são usar roupas de tons pastéis, não usar perfumes muito fortes, não levantar, não gritar e não falar alto, principalmente se estiver próximo dos animais; não fumar. Levar uma roupa de frio, levar óculos escuros, chapéu/boné, repelente e protetor solar. Não esquecer máquina fotográfica e, se puder, um binóculo.


PONTOS TURÍSTICOS DO BLYDE RIVER CANYON (Rota Panorâmica)

1. Lisbon Falls: 8-17h; R10 (R$3) e Berlim Falls
2. Bourke’s Luck Potholes: 7-17h; R63 (R$18)
3. Three Rondavels: 7-17h; R30 (R$9)
4. God’s Window: 7-17h; R17 (R$5)
5. The Pinnacle Rock: 7-17h; R17 (R$5)
 

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Three Rondavels

 
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Bourke’s Luck Potholes


Uma dica de restaurante na rota é o Kadisi Restaurant, dentro do Forever Blyde Canyon Resort; serve comida africana e tem uma vista espetacular. O restaurante está ao lado da Three Rondavels.


MERGULHO EM UNKOMAAS (40min de Durban)
Para quem pratica mergulho, em Unkomaas é possível mergulhar com os tubarões sem gaiola. A experiência é incrível. Esse mergulho é chamado de Baited Dive.

Contratamos o serviço da Blue Ocean Dive, que nos fez um pacote com 04 mergulhos (tubarão, naufrágio e dois arrecifes), todo o equipamento, transfer, café da manhã e hospedagem para 02 dias por R$1.500 por pessoa.

A estrutura do local é absurda. Trata-se de um prédio onde estão alocados o hotel, restaurante e dive center.

É necessário ser mergulhador avançado com o mínimo de 30 mhttp://www.feitaprafugir.com.brergulhos. Isso porque é realmente um mergulho bem independente. A DM repassa as informações e você cuida de si e do seu dupla dentro da água. 
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  • 4 semanas depois...
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@D FABIANOConfesso que a Africa do Sul é um dos meus roteiros mais especiais, justamente por não saber que encontraria todas essas maravilhas. Descobri os lugares fazendo as pesquisas para viajar. A principio a ideia era fazer safari, afinal é por isso que as pessoas viajam à Africa do Sul e conforme fui avançando nas pesquisas, fui descobrindo que havia muito mais pra ver.

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    • Por arielbrothers
      E estamos de volta pessoal! Para quem não nos conhece, eu e minha esposa recentemente aproveitamos a pandemia e a impossibilidade de viajar e lançamos um blog das nossas viagens antigas. O blog é osmochilinhas.com, mas também iremos postar na íntegra os relatos aqui. E chegou a hora de falarmos da nossa viagem para a África do Sul em 2017. Os relatos são em forma de diário e eu costumo escrever bastante hehehehe. Para quem quer só pegar as dicas, mapas e preços (embora defasados) das cidades e atrações visitadas, pode pular direto para o post de resumo. Sem mais delongas, segue o relato:
      ÁFRICA DO SUL 1º Dia - Chegando em Joanesburgo e partindo rumo à Neilspruit (14/11/2017)
       
      Começou em 2017, e nos anos posteriores, diversas promoções para a África do Sul. Desde antes da Copa do Mundo que ocorreu lá em 2010, por toda sua história, grande parte dela muito triste, era um país que entrou nos meus planos e, em 2017, aproveitamos o início das promoções para realizar esse sonho. A média das passagens estava em torno de R$1.700 ida e volta saindo de São Paulo. Como infelizmente não moramos em São Paulo e comprar o trecho até lá separado iria sair pelo mesmo preço, compramos a passagem inteira Porto Alegre - São Paulo - Joanesburgo por 2.100 reais. Mal sabíamos que alguns anos depois sairiam outras promoções com preços de até 1.200 reais ida e volta de São Paulo!
      Depois de um dia inteiro viajando, chegamos em Joanesburgo dia 14 de novembro às 9h da manhã no Aeroporto OR Tambo, um dos maiores aeroportos da África (que não é um país) e principal hub do continente, uma das diversas vezes que passaríamos por este aeroporto durante nossa viagem.
        Partindo para mais uma aventura!
      A imigração foi bem tranquila, brasileiros não precisam de visto para a África do Sul e, após algumas perguntas básicas pelo agente da imigração, depois que falei que era funcionário público nos passaram na hora com um grande sorriso: "welcome to south africa".     Welcome to South Africa!
        A fim de não perder nenhum dia no nosso corrido roteiro e também de economizar transporte do aeroporto para a cidade, visto que ele fica bem afastado do centro, já seguimos direto do aeroporto em direção ao Kruger Park, deixando pra conhecer Joanesburgo na volta de lá (e assim poupar ter que duas vezes até o aeroporto para retirar o carro alugado). O transporte intermunicipal público na África do Sul, além de não ser muito organizado em questão de horários das linhas de ônibus, não compensa em questão de valores para duas pessoas (às vezes até para uma), em comparação a alugar um carro. Alugar um carro na África do Sul é muito barato, gasolina também por lá é bastante barato, bem mais barato do que se fossemos utilizar o transporte público, além do que as rodovias na África do Sul são espetaculares, padrão de primeiro mundo e a prática de aluguel de carros é uma coisa bastante popular e utilizada por todos, principalmente estrangeiros que visitam o país.
      Já deixamos o carro reservado e pago aqui do Brasil mesmo pelo site rentalcars.com, o melhor site para aluguel de carros na África do Sul junto com o rentcars.com. E vale a pena reservar com antecedência e através do próprio site, que contempla diversas locadoras pelo mundo, tanto pelos descontos que se consegue, quanto pela praticidade.
      No aeroporto, trocamos alguns Dólares por Rands, a moeda sul-africana. Como a cotação era boa (embora cobrassem uma pequena taxa) e davam uma garantia de devolução dos Rands ao fim da viagem pela mesma cotação da compra, já trocamos o suficiente para nossas despesas até que voltássemos para Joanesburgo (no fim sobrou até chegarmos em Cape Town). Dinheiro trocado, nos dirigimos então para o guichê da locadora de carros da companhia Budget.
      Como dito, pela popularidade do aluguel de carros no país, a fila para retirar o carro é grande. A maioria do pessoal que desembarca no OR Tambo a primeira coisa que faz é se dirigir para as locadoras. Quando chegou nossa vez, já de cara nos deparamos com uma grande característica dos sul-africanos: o inglês com sotaque carregado. Acho que foi o país que visitamos que mais tivemos dificuldade de compreender o inglês de certas pessoas na rua, e isso que é a língua oficial do país (ou talvez exatamente por isso, já que o inglês deles foi se moldando ao longo dos anos à sua maneira de falar). Na verdade, o país conta com 11 línguas oficiais, além de outras tantas reconhecidas e, como ficamos sabendo mais tarde, o inglês é usado apenas como "língua comum", utilizada somente quando precisam se comunicar com alguém que não entende a mesma língua que a pessoa, praticamente os estrangeiros só (nota-se inclusive um certo desdém pelo inglês). Resumindo, tivemos bastante dificuldade de entender todas as instruções do atendente da locadora mas no fim deu tudo certo. Conseguimos inclusive escapar do golpe do GPS: o atendente informou que era 30 reais a mais o aluguel do GPS. Quando íamos fechar o valor, descobrimos que esse valor era por dia, e recusamos.
      Outra característica que nos chamou atenção na prestação de serviços sul-africana é a confiança. Quando nos passou os documentos do carro, já nos foi avisado os locais onde o carro tinha pequenos arranhões e, depois na devolução não há uma inspeção minuciosa, tu simplesmente estaciona o carro na garagem e põe a chave numa caixa de devolução. Também só nos foi informado o local do carro e fomos sozinhos até a garagem, onde ficam todas as chaves nas respectivas ignições (o que no fim fez a gente demorar um pouquinho para achar o nosso hehehehe).
      Dá pra fazer em qualquer DETRAN do Brasil, variando de estado para estado a forma de fazer e a taxa de emissão (no RS por exemplo, bastava na época somente pagar uma taxa de R$60,00). Superadas as tarefas burocráticas de início de viagem, iriamos enfrentar então um dos maiores desafios dessa viagem: dirigir um carro na mão inglesa pela primeira vez. O mais difícil não é nem trocar as marchas com a mão direita, e sim se orientar na faixa contrária do trânsito, com os cruzamentos invertidos (bem bizarro). Como a Juliana é motorista profissional, ela foi a que experimentou primeiro o desafio. Na infinidade de cruzamentos e viadutos da saída do aeroporto fomos se guiando somente pelas placas, já que nosso GPS off-line do maps.me ainda não havia carregado o mapa da cidade, mas foi tranquilo. Quando chegamos na auto estrada propriamente o GPS começou a funcionar e aí nos tranquilizamos e seguimos rumo à Neilspruit.     Rindo, mas de nervosos
      Mas porque Neilspruit se nosso objetivo em ir para o leste era visitar o Kruger Park? Os turistas mais experientes, chegando no horário que chegamos normalmente pegam o carro e fazem os 400 km que separam o aeroporto OR Tambo do Kruger Park em umas 3 horas (devido a excelente qualidade das estradas), chegando no parque ainda antes do horário do check in às 14 horas. Mas nós, sabendo dos nossos limites, tanto físicos quanto à questão de ter que se adaptar à mão inglesa, já prevíamos que iríamos chegar no parque lá pelo final da tarde e, embora o parque feche os portões às 17h, mesmo que chegássemos a tempo de pegar os portões abertos, iríamos "perder" um dia inteiro de parque e uma diária à toa, o que não é barato. Optamos então por pousar essa primeira noite em Neilspruit, umas das cidades bases de quem visita o Kruger e a que encontramos a hospedagem mais barata e, assim no outro dia sair bem cedo e aproveitar de bônus uma manhã inteira no parque. Inclusive, muitos viajantes fazem isso, não se hospedam dentro do parque e sim nas cidades ao redor, somente visitando-o durante o dia. Voltando à estrada, como já havia comentado, as auto estradas sul-africanas são espetaculares! Muito bem asfaltadas, sinalizadas e com várias pistas largas. O limite de velocidade é 120 km/h que dá pra se alcançar sem nem perceber, até com o nosso carrinho alugado Hyundai 1.0.
          Espetaculares estradas sul-africanas
      Também, a manutenção é ininterrupta. Cada mínima rachadura no asfalto que avistávamos no caminho já havia toda uma equipe de manutenção sempre numerosa a postos para consertar (o que acaba atrasando um pouco a viagem até hehehe).   Qualquer buraquinho na pista já tem uma galera pra consertar
      O problema é que conta com muitos e caros pedágios (chegamos a pagar o equivalente a 38 reais em um). Mas como o aluguel de carro e a gasolina é barata (na época estava na média de 13 Rands o litro, um pouco mais de 3 reais), nós brasileiros não podemos reclamar. A paisagem é plana com muitos campos e poucas belezas naturais como árvores e rio. O que mais nos chamou a atenção são as muitas usinas termoelétricas no caminho, com aquelas chaminés típicas de usinas nucleares e muitos conjuntos habitacionais que foram construídos por Nelson Mandela durante seu mandato presidencial, aos moldes dos conjuntos habitacionais do minha casa minha vida aqui no Brasil (bem parecidas as construções inclusive).
              Muitas usinas termoelétricas e conjuntos habitacionais pelo caminho
      Já com mais de duas horas de viagem, paramos para comer num paradouro na beira da estrada. O paradouro que parecia um mini shopping, nos revelou outra característica do país: a infestação de fast foods internacionais! Dificilmente se encontra algum restaurante ou lanchonete caseiro ou local, a não ser em nível bem rudimentar de bairro mesmo. A maioria ou é fast food ou é aqueles restaurantes gourmet (que acabam tendo preços em conta pra nós brasileiros). Sendo assim, comemos uma fatia de pizza numa lanchonete estilo domino´s de "almoço". Depois de almoçados, seguimos viagem agora com a minha vez de experimentar a direção. Se com carros "normais" já não tenho muita habilidade para dirigir, com mão inglesa então... Toda hora batia a minha mão esquerda no vidro procurando a manopla de câmbio para trocar a marcha hahahaha. Seguindo a 80 km/h numa estrada que permite até 120, umas 3 horas depois chegamos finalmente em Neilspruit.
      A cidade tem um certo ar de interior misturado com cidade grande. Para quem é do RS, pode-se comparar com a cidade de Caxias por exemplo. Apesar de contar com ruas limpas e bem organizadas, conseguimos achar nossa pousada somente com a ajuda do GPS, já que ficava numa zona residencial bem "escondida" e chegamos já quase no final da tarde. Com os ombros destroçados de tão tensos de dirigir do lado errado da estrada tantas horas, nem fizemos check in e já pedimos direto duas cervejas superfaturadas no bar do hostel para tomar.
      Experimentamos de cara as duas cervejas mais populares do país: a Castle e a Black Label. Muito boas! Aliás, as cervejas e vinhos da África do Sul estão ainda hoje em 1º lugar no nosso ranking das bebidas que tomamos fora do Brasil.
      Castle, principal cerveja da África do Sul   A pousada que escolhemos foi a Old Vic Travellers Inn, essencialmente pelo preço, já que iriamos só passar a noite mesmo. No entanto, essa pousada fica numa área com bastante verde, aos fundos da reserva natural de Neilspruit, com casas de madeira de vários andares que permitem uma vista privilegiada de toda a natureza da região e com bastante áreas comuns externas super agradáveis para se reunir, fazer um churrasco ou tomar uma coisinha em volta da fogueira à noite. Lugar perfeito para se relaxar por uns vários dias.
        Pousada Old Vic Travellers Inn
      E a pousada é mais voltada para relaxar mesmo, não tendo nenhuma pretensão de ser um hostel, contando somente com um quarto compartilhado, que foi o que nós ficamos. Pegamos nossos latões então (lá na África do Sul os latões vem com 500 ml) e sentamos numas espreguiçadeiras na varanda com vista para a área verde para desestressar da viagem de carro.     Descansando um pouquinho
      Feito o check in na pousada, perguntamos para o dono, Dave, um australiano (ou neo zelândes, não lembro) apaixonado por safáris, o que se percebe pelas milhares de fotos dele espalhados pelo local, se havia algum mercado próximo onde pudéssemos comprar nossa janta. Mostrando conhecer o Brasil, ele nos explicou que, diferente do nosso país, na África do Sul não existem mercadinhos de bairro a cada esquina. Na mesma linha dos restaurantes e lanchonetes no país, este nicho é dominado quase que exclusivamente por grandes franquias de supermercados (e são gigantes mesmo os supermercados na África do Sul) sendo estes as mega franquias SPAR, Checkers, Choppies, Pic n Pay (este o mais "popular"), entre outros. Além disso, lá tudo fecha muito cedo, em média 17h da tarde a maioria do comércio já encerrou suas atividades. Pensávamos que isso acontecia somente ali por se tratar de uma cidade do interior mas depois descobriríamos que é dessa forma em todo o país, inclusive em cidades grandes como Joanesburgo e Cape Town. Sabendo já que não teríamos janta, fomos conhecer o resto das áreas da pousada. Descendo a parte de trás da casa principal, mais área verde e, inclusive, descobrimos um "mini-zoológico" por ali com algumas aves, tartarugas, coelhos e vários filhotes de avestruzes, além de um lagarto gigantesco!
          "Mini zoo" dentro da área da pousada
      Também tinha uma piscina bem bonita e convidativa, com algumas fontes na borda e numa área bem privativa. Só que, como fica no meio das árvores, não batia sol, fazendo a água ser muito gelada ainda mais já no começo de noite. Mesmo assim, a Juju encarou o mergulho (já que estávamos pagando né hehehe).       Piscininha show de bola!
      Apesar dos vários recantos agradáveis na área externa, mal caiu a noite e a pousada parecia ter virado uma casa fantasma (pra quem tá acostumado com hostels né... estranha), inclusive com as luzes do pátio todas apagadas. Sem nada pra fazer e com o frio que fazia à noite, comemos umas barrinhas de cereais que trouxemos na mochila só pra não dizer que fomos dormir de barriga vazia e nos recolhemos, a ideia era acordar bem cedo para seguir rumo ao Kruger Park!
      Nosso Quarto
    • Por felipeffernandes
      Fala galera!
      Estava tentando montar um mochilão pela Europa neste ano, sendo que viajaria com a minha irmã. Mas, com esse lance todo da pandemia e a alta das moedas mais fortes, pensamos num outro destino: África do Sul.
      Pesquisando sobre as atrações e lendo alguns relatos aqui, também despertamos interesse por conhecer a Namíbia. 
      O que não está muito claro pra nós é se seria possível conhecer estes dois países, já que temos um orçamento meio limitado.
      A ideia seria fazer Safari na Namíbia (Etosha), dar um rolê no deserto e seguir para a África do Sul, Cape Town.
      Rola fazer isso? Se sim, quantos dias levaria, no mínimo? E quanto eu iria gastar? 
       
      Agradeco desde já! 
    • Por ms.priscila
      INFORMAÇÕES GERAIS

      Visto: dispensa de visto por até 180 dias
      Passaporte: passaporte com pelo menos seis meses de validade
      Vacinas:  não exige vacina de febre amarela
      Quando ir: o ano inteiro; entretanto dez-fev é alta temporada e mar-abr é período de spring break, portanto, fuja dessas datas
      Moeda: peso mexicano MXP ($)
      Idioma oficial: espanhol
      Cod. telefone: +52 (código de Cancun 998)
      Padrão bivolt: 127V
      Tomadas: A, B


      Dica 01: Escolha Playa del Carmen como sua base para a maioria dos passeios, já que eles estão muito mais perto de Playa do que de Cancun.

      Dica 02: Deixe Cancun para o final, apenas para descansar e curtir praia e balada.

      Dica 03: todos os passeios negociados diretamente em Cancun ou Playa foram mais baratos do que aqueles negociados pelos sites de internet, portanto, COMPRE TUDO LÁ.


      PLAYA DEL CARMEM
      Existem ônibus diários, da Empresa Ado, que saem do aeroporto para Playa de Carmem (1h de viagem), a partir das 08:30h até 23:59h por U$10 ou $225.

      Hospede-se na 5a Avenida.

      Playa Del Carmen é base para os passeios em X-caret (fica ao lado), Cenote Rio Secreto (museu de cristal), Tulum, Xel-Há e Cenotes Dos Ojos, todos a 50km, Cozumel (em frente, ferry-boat de hora em hora por 45min), Akumal (40km e point das tartarugas; tempo de passeio: 1,5-3h), ruínas Chichén-Itzá (2,9km).

      Não há necessidade de carro.

      As baladas em Playa ficam na Calle 12 entre a 5a avenida e a praia.

      Restaurante em Playa: Alux


      COMO LOCOMOVER-SE EM PLAYA, CANCUN OU TULUM:
      Existem VANS para a maioria dos pontos turísticos que custam entre 40 a 45 pesos ou R$7,50 a R$8,00.

      Em Playa, as vans passam na Calle 2, entre as avenidas 15 e 20; em Cancun, as vans ficam no centro urbano (não passam na Zona Hoteleira), na Avenida Tulum com a Avenida Uxmal (no estacionamento do supermercado Mega Comercial Mexicana, em frente ao Terminal da ADO; use a linha de ônibus R1 para ir da Zona Hoteleira até lá); em Tulum é na avenida principal da cidade.

      O caminho do colectivo, saindo de Playa, é mais ou menos o seguinte: Playa del Carmen -> Xcaret -> Xplor -> Praia Paa Mul -> Puerto Aventuras -> Cenote Cristalino -> Cenote Jardín del Éden -> Cenote Azul -> Xpu-Há Beach -> Akumal -> Xel Ha -> Ruinas Tulum -> Tulum (cidade).


      ROTEIRO DIA A DIA

      Dia 01: descanso

      Dia 02: Akumal (praia das tartarugas gigantes)
      Pegue uma van e desça em Akumal. Paga-se cerca de $600 (R$119) pesos pela entrada e aluguel do equipamento com guia (snorkel e colete).
        Playa de Akumal

      Dia 03: Cozumel
      A viagem para Cozumel pode ser realizada de Ferry, que dura cerca de 35min a partir de Playa. As operadoras são:
      Ultramar
      Preço: $400, U$18 ou R$100,00
      Endereço: Terminal Marítima NAVEGA, Av. Benito Juárez, de h em h de 7-22h

      Mexico Water Jets
      Preço: $440, U$20 ou R$110, de h em h de 8-20h

      Barcos Caribe
      Preço: $270, U$16 ou R$67, somente de Cozumel-Playa del Carmen
      Obs.: ponto mais famoso para mergulho é a praia de Palancar

      Operadora de mergulho:
      Blue Magic Scuba; U$90 mergulho com cilindro + U$25 equipamento (7:30/13h) ou U$80 com equipamento comprado no quiosque da 5a Avenida.
      Obs.: Ultramar é a mais confortável.
            Mergulho em Cozumel


      Dia 04: X-plo
      Ingresso X-plo: U$116,99 (transporte e alimentação no site do X-plo) ou U$109 com transporte e alimentação comprado no quiosque da 5a Avenida


      Dia 05: cenotes
      Cenote Dos Ojos: $550 (R$137) mergulho com colete e snorkel; fica na estrada entre Playa e Tulum; dá pra ir de van

      Cenote Rio Secreto: U$79 (R$440); dá pra ir de van
       
      Cenote Dos Ojos

      Dia 06: ruínas
      Tulum
      Horário: 8-16h
      Preço: $70 (R$18)
      Obs.: pode-se ir de van; reserve uma manhã ou uma tarde.

      Chichén-Itzá
      Horário: 8-16h
      Preço: $64 (R$16)
      Obs.: alugue um carro ou pague uma condução específica; reserve um dia, pois fica a cerca de 2h30min de Playa.
        Chichén-Itzá


      Dia 07: MUSA
      O mergulho com cilindro no MUSA, em Cancun, custa cerca de U$90 (R$500) e sai às 10:30am.
        MUSA


      Dia 08: Tubarão-baleia
      O mergulho para ver os tubarões-baleia saem tanto das Ilhas Holbox ou Contoy, como da Isla de las Mujeres, todas perto de Cancun.

      Opção de operadora de mergulho: Blue Magic (Cozumel), Phanton Divers, Solo Buceo.

      O mergulho com tubarão-baleia tem duração de 5h e custou cerca de U$165 (R$620) pela Solo Buceo. O passeio saiu às 6:30am.

      Obs.: tudo foi comprado e agendado no próprio hotel, durante a nossa estada.
       
      Mergulho com tubarão-baleia


      Dia 09: Isla de las Mujeres Ferry para Isla Las Mujeres: trajeto feito por Ultramar
      Horário: de h em h de 9-17:15h
      Preço: U$13,95 (R$78)
      Endereço: Cancún, Playa Caracol, Blvd.Kukulcán km 9.5, Hotel Zone Dia 10: retorno
      ROTEIRO CANCUN (10 DIAS)
       
      OBSERVAÇÕES DE CANCUN
      Baladas: Cocobongo, Daddy O., Señor Frogs.
      Melhores hoteis: na barra superior do 7 (Dream Sands, Riu Cancun e Riu Palace das America’s).


      DEMAIS PONTOS TURÍSTICOS DE CANCUN
      Paroquia de Cristo Resuscitado
      Horário: seg-sex de 7:30-20h
      Entrada gratuita

      Museo Maya de Cancun
      Horário: ter-dom de 9-18h
      Preço: $80 (R$20)

      La Isla Shopping Village: um shopping a céu aberto, bastante original, nos arredores de uma marina de onde partem vários passeios para ilhas adjacentes. Considerado um dos shoppings com o maior custo-benefício de Cancun, com preços que podem ser comparados aos que são praticados no Brasil.
    • Por Paulonishi
      13/03/2020
      Aproveitando o passeio ao Sítio Arqueológico de Ek Balam, depois emendei para conhecer o Cenote X-Canche, que fica nas proximidades e logo após a recepção principal.
      Cenotes são grandes reservatórios naturais de água doce e grandes responsáveis por sustentar a civilização Maia e a população atual no meio de lugares extremamente quentes e secos, como na região de Yucatan.
      No final do relato, deixei o link para o vídeo com dicas detalhadas dessa atração!

      A entrada custa $80 pesos e existe a opção de alugar uma bicicleta por $90 ou pagar um bici-táxi para evitar a caminhada de 2 km até o Cenote... 
      E é claro que fui à pé... 😂
      O sol estava terrível e soprava um vento quente, como se estivéssemos em um verdadeiro forno!

      Chegando ao local, encontramos a recepção e nos encaminham ao vestiário para tomar uma ducha. Para preservar as águas do Cenote é recomendável que não se usem protetores solares, salvo aqueles que vendem específicos para os parque aquáticos e que não deixam resíduos. Eu não uso, pois prefiro me proteger com as roupas com filtro solar.
      Feito isso, já em roupas de banho (fui de bermuda térmica mesmo 😜), chegamos ao Cenote... E a visão é impressionante!

      A descida se dá por escadas, mas também tem a opção de fazer um rapel (pago à parte).
      É uma experiência inesquecível... Não vá à região sem conhecer essas dádivas da natureza!

      A água é de um azul-turquesa muito transparente!
      Para aqueles que tem algum receio, haja visto que a profundidade é de mais de 30 metros 😬, tem a disposição coletes para aluguel. Atravessando colocaram uma corda para ajudar a quem fica na água e é muito útil mesmo.

      Passei um bom tempo me refrescando e apreciando o contato com a natureza... Existem até alguns peixinhos parecidos com bagres.
      Em alguns pontos, existem plataformas para quem quiser dar um mergulho... E é uma experiência fantástica!

      Saindo do Cenote tem um restaurante, local para acampamento e banheiro limpos. 
      Foi uma ótima experiência poder conhecer esse lugar!
      O único problema é voltar os 2 Km sob o sol... Mas, depois de me refrescar até que pareceu ter sido mais tranquila a volta.
      Para o retorno à Valladolid, tive que esperar o táxi atingir a sua lotação. Pouco tempo depois apareceram mais duas turistas e ficou faltando uma pessoa. Passou-se mais de 30 minutos e resolvemos rachar a diferença e cada um pagou $70 para voltar logo... Foi um gasto a mais, porém compensou o tempo que economizamos!
      Confira os detalhes no vídeo aqui abaixo...
      Mochilão pelo México: o Cenote X-Canche
       
    • Por MilenaSSoares
      Olá,
      Eu voltei de Cape Town e trouxe alguns Randes de volta, caso você seja da Capital de São Paulo ou região metropolitana me contate.
      Sei que esse ano está difícil e a normalidade de mochilhar por aí, e nossa rotina retome apenas em meados de 2021.
      Espero que estejam seguros e take care!
      WhatsApp: 11 967507797
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