Ir para conteúdo

Pesquisar na Comunidade

Mostrando resultados para as tags ''aruba''.



Mais opções de pesquisa

  • Pesquisar por Tags

    Digite tags separadas por vírgulas
  • Pesquisar por Autor

Tipo de Conteúdo


Mochileiros.com

  • Perguntas e Respostas
    • Perguntas Rápidas
    • Perguntas e Respostas & Roteiros
  • Relatos de Viagem
    • Relatos de Viagem
  • Companhia para Viajar
  • Equipamentos
  • Trilhas e Travessias
  • Nomadismo e Mochilão roots
  • Outras Formas de Viajar
  • Outros Fóruns

Encontrar resultados em...

Encontrar resultados que...


Data de Criação

  • Início

    FIM


Data de Atualização

  • Início

    FIM


Filtrar pelo número de...

Data de Registro

  • Início

    FIM


Grupo


Sobre mim


Ocupação


Próximo Destino

Encontrado 5 registros

  1. Dia 1: Esse será meu primeiro diário de bordo de uma viagem internacional. Fiz essa viagem com uma amiga (Fabiana) e passamos 14 dias conhecendo as famosas ilhas ABC no Caribe. Na época já pensava em fazer um blog e sempre que viajava tentava fazer um relato da viagem. Essa foi uma das viagens que, por minha sorte, consegui fazer o relato diário durante a viagem. Vamos lá, dois anos se passaram e agora sim vou publicar as minhas experiências nesta viagem. Antecipo que o lugar é lindo, mas isso não é novidade, basta pesquisar por ilhas ABC na internet que todos vão entender do que estou falando. Comecei a viagem na noite do dia 25, esse trecho fiz sozinho pois passei o natal com minha família em Resende e a Fabiana com a família dela em São Paulo. Encontrei com a Fabiana no aeroporto de Guarulhos e de lá voamos com destino à Curaçao, mas antes uma pequena parada em Bogotá (Colômbia) de apenas 8h. Optamos por ficar esse tempo todo no aeroporto pois a passagem saiu por quase a metade do preço. Aí vai uma dica, para nós cariocas, antes de comprar as passagens saindo do aeroporto do Galeão, vale a pena pesquisar saindo por Guarulhos, em alguns casos sai bem mais em conta. O aeroporto de Bogotá tem uma ótima infra estrutura e bons "free shops". Com 8 horas de espera rodamos todas as lojas, tomamos café, dormimos no banco do aeroporto (tipo o filme "O Terminal"), almoçamos e quando não aguentávamos mais uma simpática funcionária da United chamada Carolina nos deu algumas dicas de compras e passeios por Bogotá, mas optamos por ficar no aeroporto mesmo. A hora chegou e embarcamos para Curaçao, não tivemos atraso no voo. Depois de algumas horas de sono durante o voo, pra variar..rs.. pousamos no aeroporto internacional de Hato, na capital de Curaçao, Willemstad. Chegamos a tarde e, ainda no aeroporto, ficou nítido que a infra estrutura da ilha era bem simples, apesar de tudo funcionar perfeitamente, inclusive a internet wifi livre no aeroporto. Esse é o tipo de coisa que me faz pensar: Porque o Brasil, um país tão prospero, não consegue implantar ferramentas para facilitar o cidadão local e o turista? Mas esse é um blog de viagem e não de política, vamos voltar ao tema. Aeroporto Internacional de Hato Curaçao é a maior ilha do antigo arquipélago das Antilhas Holandesas e hoje é um país autônomo dentro do Reino dos Países Baixos. O nome "Curaçao" vem de "arte de curar" e a ilha produzia um licor a partir de cascas de laranja da terra, cravo e canela que muitos portugueses encontravam a cura dos doentes atacados pelo escorbuto, provavelmente pela ingestão de vitaminas existentes na ilha. Curaçao também já se chamou "ilha do gigantes" devido à estatura dos indígenas que a habitavam na época que foi descoberta (1499). A população local fala pelo menos 3 línguas, aprendem na escola o papiamento (língua local), o holandês (por fazerem parte da colônia holandesa) e o inglês. Isso é o básico deles. O país tem a presença muito forte dos holandeses que moram e fazem turismo por lá. Sofremos um pouco para utilizar o terminal eletrônico e sacar dinheiro na moeda local, mas conseguimos. Recomendo que façam isso pois os taxistas só aceitam pagamento em dinheiro e se pagar em dólar o câmbio não é favorável. Pegamos um táxi e fomos em direção ao Ritz Studios, o visual da cidade de dentro do táxi já nos deixava com vontade de descer e rodar por tudo. O Ritz Studios fica no bairro histórico de Scharloo na área de Punda. Fomos recebido por uma holandesa muita atenciosa que fez nossa ficha e nos apresentou o hotel. Nosso quarto era limpo, novo e bem organizado, mas só com um detalhe, o banho é frio..rs.. Ritz Studios A cidade é dividida em duas áreas: Punda e Otrobanda, do nosso hotel até a ponte "Queen Emma" são 10 minutos de caminhada pelas ruas históricas. As principais atividades na cidade são o turismo, as atividades portuárias e o comércio com uma vasta opção de lojas de grife e bons preços. Para quem gosta de compras, vale a pena passear pelo centro histórico, pois das 3 ilhas ABC, Curaçao foi a que encontramos o melhor preço. A zona histórica de Willemstad, cidade antiga e porto, é Patrimônio Mundial da Humanidade, incluído pela UNESCO em 1997. A noite saímos para conhecer um pouco o centro da cidade e jantar por lá. As construções no estilo colonial holandês e o povo bem amistoso são algumas atrações a parte. Jantamos em um bar na beira do canal que separa as áreas da cidade, o bar se chama Iguana Bar e com boa comida e música ao vivo o bar retrata a animação do povo de Curaçao. Iguana Bar O centro histórico estava vazio, acho que ainda devido as comemorações natalinas. Depois do jantar passeamos pelas ruas principais e voltamos para o hotel. Iguana Bar - Otrobanda ao fundo Gastos do dia: café da manhã Orleans (aeroporto Bogotá) - 12.325 pesos colombianos adaptador tomada - 1600 pesos colombianos almoço - 26100 pesos colombianos compras free shop Bogotá - U$209 The Ritz Studios - U$160 (6 diárias) Táxi aeroporto p/ hotel - 50 florins Iguana Bar - U$15,83 Câmbio: 1 Real = 833,33 Pesos colombianos 1 Real = 0,80 Florim das Antilhas holandesas
  2. Mochileiros!!!! Viajei para Aruba com a família inteira do meu pai (65 anos) a minha sobrinha (4 anos), curtimos uma semana de sol e mar no Hollyday Inn mas viu descrever aqui o dia em que saímos com nossos filhos adolescentes para um rolé na ilha!!! Alugamos um Jeep na Budget pertinho do hotel. Saímos de Palm Beach direto para Baby Beach confesso que nem entramos no mar porque a aventura seria grande e partimos para o arirok Park (acho que é esse o nome, rs) mas antes achamos essa âncora no meio do caminho... de lá entramos no parque, tem grutas, e picos também!! Se você gosta de trilhas, vai amar esse lado selvagem da ilha aqui, fizemos uma pequena pausa para o "almoço" , comprei no superfood pão, queijo, presunto,maçãs, refri (cerveja para os adultos, rs), e chocolates. Fizemos um picnic no deserto, rsrs. Depois entramos no trecho, diria mais punk, ou hard, ou difícil mesmo!!! O off road propriamente dito até Conchi Beach a piscina natural não percam a oportunidade de pular da pedra e fazer uma foto como essa, rsrs. De lá partimos para a Natural Bridge ela caiu, rs mas sobrou essa, depois fomos pelas estradas de terra até o extremo norte da ilha ( no farol), , paramos também na capelinha, que é linda!!!!, para terminar, paramos no shopping que fica em Palm Beach e comemoramos no TGI Fridays . Acredito que a maioria ficará hospedada em Palm Beach, o meu hotel tinha bicicletas , então , fui pedalando até o farol levando a minha caçulinha de 6 aninhos , lá descobri um lugar muito bom para mergulho, que acabei voltando com minha filha mais velha, não tem erro é uma parte cheia de corais , bom, é isso nos outros dias curtimos o hotel, e ainda fomos até Oranjestad (o centro) de van!!! Espero ter ajudado
  3. Aí vai mais um relato bem detalhado, dessa vez com nossas experiências em Aruba e Curaçao. [t3]Considerações iniciais[/t3] Mais uma vez viajando com a esposa, sempre ela, eterna companheira. A viagem ocorreu no recesso de fim de ano e pegamos uma promoção espetacular. Como sempre, economia é prioridade e isso só foi possível fazendo a reserva de tudo com muita antecedência – em fevereiro eu já tinha tudo reservado. Dispomos de 11 noites e inicialmente a ideia era dividir mais ou menos meio a meio. Mas pelas nossas pesquisas notamos que Curaçao fazia mais o nosso perfil e acabamos optando por 8 noites em Curaçao e 3 em Aruba. Creio que foi uma escolha acertada. [t3]Vôos[/t3] O vôo de ida pela Avianca foi relativamente tranqüilo, com pouca turbulência e sem atrasos. Ruim mesmo foi que a mala da minha esposa não chegou até Aruba, tendo ficado na conexão em Bogotá. Recebemos uma pequena compensação e vouchers de táxi para o aeroporto, pois no dia seguinte tivemos que ir lá só para pegar as malas. Nessa brincadeira, ficamos sem protetor solar, as roupas de banho dela, o snorkel, etc. Burrice nossa, a essa altura do campeonato eu já deveria saber que não se deve concentrar nada numa mala só. De Aruba para Curaçao fomos de Insel Air, que parecia ter a reputação menos pior das que fazem esse trecho. De fato, depois que fizemos a reserva ainda vimos acontecer a falência de um dos concorrentes, a DAE. Também reservamos tudo com antecedência pela internet, para não haver o risco de esgotar. Pagando pela net todas as taxas estão inclusas, caso contrário, você ainda tem que se dirigir a um guichê e pagar a taxa do aeroporto, que se não me engano era algo em torno de 40 dólares por pessoa. O avião assusta um pouco quem nunca voou num desses. Eu já voei, então pra mim foi tranqüilo e ainda fui filmando e fotografando a viagem toda, já minha esposa ficou com medo. A aeronave sente um pouco mais os efeitos da turbulência, mas não houve nenhuma que desse medo. Na maior parte do tempo não balançou. O vôo é curto, aproximadamente 40 minutos, sem serviço nenhum. Do lado esquerdo, para quem vem de Aruba para Curaçao, é a melhor: O vôo de volta foi por Curaçao, escolha feita justamente para evitar voltar para Aruba pelas cias locais. Escolha acertada. Fomos dormindo a viagem quase toda, com pouca turbulência. [t3]Transporte[/t3] Em Aruba não alugamos carro e realmente não achei necessário. Palm Beach é a praia com melhor estrutura e foi na região que nos hospedamos. Já em Curaçao carro é obrigatório. O transporte público é extremamente deficiente, pouco freqüente e não vai até todo lugar. As melhores praias estão no lado oeste, ao passo que a melhor estrutura da cidade está do lado leste, próximas ao centro. Alugamos o carro em conjunto com a hospedagem na All West Apartments, em Westpunt, da qual falarei adiante. O carro era 1.0 com câmbio automático. Não assinamos contrato, foi tudo na base da confiança. Em Curaçao, os postos de gasolina funcionam no esquema "self service". Você vai num guichê, diz a quantidade e eles liberam a bomba, você é o frentista! Mas foi tranquilo abastecer. [t3]Estradas e mapas[/t3] Em Aruba não precisei de mapa, as referências foram claras. Já em Curaçao estudei o mapa com antecedência, pois dizem que GPS não funciona bem por lá. De fato, não é absolutamente necessário. Só há duas estradas principais do Centro a Westpunt, a do lado direito do mapa e a do lado esquerdo, que passa bem próxima às praias. Só levei um mapa impresso do Google Maps, mas quase não o usei. Não adiantava muito. Os trechos principais possuem placas, como a ida do centro a Westpunt e vice-versa. O problema é chegar e sair de algumas praias, como falarei adiante. Vários trechos não possuem absolutamente nenhuma placa e você terá que confiar no seu senso de direção. Chegamos a nos perder uma vez, mas deu tudo certo. Adiante contarei com mais detalhes. [t3]Hospedagem[/t3] Em Aruba, optamos pelo Cariñas Apartments, fugindo do alto preço dos resorts e confiando na excelente reputação. Escolha acertadíssima! Dissemos que a viagem servia para comemorar aniversário de casamento e ganhamos chocolates e um espumante. Review completo: http://www.tripadvisor.com.br/ShowUserReviews-g147249-d3506514-r188731369-Carinas_Studio_Apartments-Palm_Eagle_Beach_Aruba.html#CHECK_RATES_CONT Em Curaçao, optamos pelo All West Apartments, na região chamada Westpunt. Outra ótima escolha, especialmente na localização. A maioria acaba se hospedando no centro, mas mesmo sendo um pouco remota, é em All West que estão as melhores praias e parques. A vista do All West é de morrer. Essa é a que tive logo assim que entramos no quarto: Review completo: http://www.tripadvisor.com.br/ShowUserReviews-g147277-d266609-r190261816-All_West_Apartments-Curacao.html#CHECK_RATES_CONT [t3]Clima e insetos[/t3] Tanto em Aruba quanto Curaçao fazia calor, mas muito menos que estamos vendo aqui no Rio de Janeiro. Ainda assim, recomendo alugar carro com ar. Fomos na época de chuvas, que vai de outubro a dezembro. O tempo ficou basicamente nublado com sol, com pancadas rápidas de chuva. Quando falo rápidas, são rápidas mesmo! Em Aruba, choveu por no máximo 5 minutos e chegamos a pegar uma pancada de 30 segundos! Já em Curaçao chegou a chover por uma ou duas horas em um ou dois dias, mas tivemos entre nuvens sol todos os dias. Há muitas moscas e alguns mosquitos, mas não chegamos a precisar de repelente na maioria dos lugares. Acho que só quando fui ao Christophel Park precisei usar, e assim mesmo muito pouco. Há relatos de problemas com vespas em alguns lugares, mas não tivemos problema. [t3]Refeições[/t3] Estávamos em contenção de despesas, então optamos basicamente por fast food e cozinhar no apartamento e acabou sobrando dinheiro. Uma rede excelente de fast food é o Wendy's, que infelizmente só vimos em Aruba e no aeroporto de Curaçao. Para quem gosta, peça salada em vez de batata frita, vem muita coisa. O hamburguer é bom, mas o refri, embora muito grande, não é muito bom. Você também pode pedir limonada, mas não gostei do sabor. O dia a dia nas ilhas ainda vou relatar, até agora foi só para sair da inércia e começar a escrever.
  4. Roteiro Aruba: Eu e o marido passamos a lua de mel em Aruba em agosto de 2014, e ficamos 7 dias por lá. Achei que o tempo foi suficiente para conhecer um pouco de tudo e para descansar e curtir a ilha. Ficamos no Radisson, e achei que valeu muuuito a pena! Super indico o hotel, pelo atendimento e localização. Ele fica de frente para a Praia de Palm Beach (que eu achei uma das melhores da ilha) e a entrada principal dá para o centrinho, com opções de muitos restaurantes e shopping... Vc faz tudo a pé, então não achamos que valia a pena alugar carro. Nos dia que quisemos conhecer as praias mais distantes fechamos passeios com guia. Foi ótimo pq a ilha é muito grande e seria impossível chegar em determinados lugares sem a ajuda deles (Baby Beach, Parque Nacional, etc). O preço tb compensou. Não indico alugar carro, achamos que n valia a pena, pq a maioria dos dia vc fica por Palm Beach mesmo, e o centrinho dali tem muitas opções... Vou colocar um relato dia a dia com um roteiro básico para conhecer bem a ilha. Opções de restaurantes legais que fomos: • Smokey Joe’s (Juan E. Irausquin Boulevard 87) – a melhor costela de Aruba!!!! O marido amou e jantamos lá dois dias. É tipo barzinho, ao ar livre, e não é muito caro! A costela é muuuito boa mesmo! Não deixe de ir! Há! E de sobremesa pedíamos um oreo frito com sorvete!! Muito bom tb!! Prove!! kkkk • Benihana – Eu já tinha ido ao Benihana de Miami e tinha amado o esquema da mesa tepan, então, quando vi que em Aruba tb tinha um, separei um dia para almoçar por lá! Foi o melhor drink da ilha (e olha que eu tomei muitos... kkk): O Margarita Coconut (ou Mojito Coconut, não lembro mais kkk) era divinoooooooooooooooo!! *Outras opções parecidas, tb no mesmo estilo, com tepan table, são o Blossoms e o J.H Yees. Nós íamos no J.H. Yees, mas era mais caro e acabamos no Benihana mesmo! Kkkk • Tast of Belgium – Fica dentro de um dos shoppings de Palm Beach. O ambiente é legal, tem várias cervejas importadas e o café: divino!!!!! Coisa rara da ilha! Kkkk • Salt and Pepper – É tipo um barzinho de tapas. Tudo delicia, mas pequenininho. Vale para petiscar sem muita fome. • T.G. I. Friday’s (dentro do Paseo Herencia Mall) – almoçamos lá no dia da volta. • Bugaloe – tipo barzinho, localizado em um píer quase em frente ao RIU. Muito legal para passar o dia e tomar uns drinks. Para curtir o fim da tarde com música ao vivo. Dicas Gerais: Praias: 1 – Arashi: Quase na esquininha norte da ilha. Água cristalina, profundidade perfeita para banho. O canto esquerdo tem seixos, mas é o preferido de quem faz snorkel. Tem barracas para guardar mochilas à sombra. Não tem vendedores de nada, nem de água; leve o que for precisar. Está a 10 minutos de carro de Palm Beach. Tem estacionamento. 2 – Boca Catalina e Malmok Beach: Escondidinha num bairro residencial um pouco antes de Arashi. Mar piscininha, algumas pedras, poucas barracas para guardar mochilas. O estacionamento é na rua. 3 - Palm Beach: Aqui ficam os hotéis verticais (você vai ver placa para “high rise hotels”) pé na areia. A faixa de areia não é muito larga e é bastante ocupada por espreguiçadeiras. Muitos hotéis agora estão alugando espreguiçadeiras flutuantes de borracha. Não há avenida beira-mar, só um calçadãozinho entre a areia e os hotéis. Você vai encontrar bares e restaurantes (num píer no canto esquerdo da praia, e também entre hotéis, mais para o canto direito) e operadores de passeios (incluindo a loja central da De Palm Tours). A quadra de trás da praia tem shoppings de todo tipo (incluindo um só de bares e restaurantes, o South Beach Centre). 4 – Eagle Beach: As placas dizem “low-rise hotels”. Tem faixa de areia mais larga e maior profundidade do que Palm Beach (por ser levemente de tombo). Boa parte da sua extensão é tomada por uma avenida beira-mar. Mas no canto esquerdo (antes da curva para Manchebo) os hotéis são pé na areia. Na área com avenida beira-mar, o hotel Amsterdam Manor mantém um bar de praia que atende passantes. No trecho pé-na-areia os hotéis são todos all-inclusive e atendem apenas aos seus hóspedes. 5 – Manchebo Beach e Druif Beach: Continuação de Eagle Beach, são mais recortadas e têm hotéis baixos pé-na-areia (todos all-inclusive). Por não terem acesso pela estrada nem serviços abertos ao público, são praias bem reservadas. A extremidade esquerda da praia (onde está o hotel Divi Dutch Village Resort) fica de frente para área portuária de depósito de containers - evite. 6 – Nikky Beach: É um bar de praia situado imediatamente ao sul de Oranjestad, perto do hotelzinho Talk of the Town. A entrada é paga. O público mistura passageiros dos cruzeiros e moradores de Oranjestad. 7 – Baby Beach e Rodgers Beach (e Coconut Beach): Na ponta sul da ilha, é um passeio que todo mundo que aluga carro acaba fazendo. É uma praia calmíssima e super rasinha, perfeita para crianças - uma espécie de Palm Beach só que menor e sem construções. Você pode alugar espreguiçadeiras e barracas. Há quiosques que vendem lanches e bebidas. O estacionamento é fácil. Ao lado você aproveita Rodgers Beach - outra praia perfeitinha, maculada apenas pela vista de uma refinaria de petróleo vizinha. Baby e Rodgers ficam a 40 minutos de Palm Beach. Na volta almoce no Charlie’s Bar no vilarejo de San Nicolas ou no Zee Roger Um aviso geral: parece que Aruba não é para quem gosta de jantar tarde. A maioria dos restaurantes fecha às 23h. E um detalhe: se você faz a reserva pela internet, muitos restaurantes perguntam se é lua de mel e oferecem cortesias. Pontos Turísticos: Alto Vista Chapel - Capela construída em 1952 com boa vista da cidade. Não deixe de visitar. California Lighthouse - Seguindo a estrada após Arashi Beach. É um ponto obrigatório a se visitar em Aruba. Natural Bridge - A Natural Bridge foi construída pela força da água. Mas a mesma força que a construiu a destruiu em 2 de setembro de 2005. No local ainda encontra-se uma ponte menor. Natural Pool - A Natural Pool ou "Conchi" é um local bastante afastado, sendo acessível apenas por veículos 4x4. Local para relaxamento e contemplação. Quadiriki Caves - Esta caverna é muito interessante. Você pode explorá-la por conta própria (leve lanterna) ou com ajuda dos guias do Parque Arikok. Caverna com duas câmaras iluminadas pelo sol. Está aberta para visitação diariamente das 10 às 18 hs. Fontein - Próxima a Quadiriki Cave se encontra a caverna Fontein, que é a mais popular da ilha por ser a única a possuir desenhos dos índios Arawak no seu teto. Guias do parque mostram e explicam os desenhos. Oranjestad - É a capital. Arquitetura holandesa colonial e mts lojas.
  5. Para nossos dez dias de férias do segundo semestre, tínhamos algumas opções. África do Sul, Equador América Central, Caribe. Ganharia a que aparecesse com desconto primeiro. Eis que em maio a Copa anuncia ótimos preços para Aruba. Vamos para lá! A promoção (menos de 1000 reais ida e volta) era para SP-Aruba. Até simulei saindo do Rio, indo para Curaçao, indo para Aruba e voltando por Curaçao (ou vice-versa), mas o preço dobrava (ou voltava ao “normal”, não sei). Então demos o tiro para SP-Aruba mesmo. Nunca havíamos feito viagem ao exterior para curtir praia. Chegamos a curtir pontualmente em alguns lugares (Santorini, San Andres, Cairns), no máximo. De alguma forma eu achava estranho, ou desnecessário, viajar para lugar de praia, tendo tantas praias espetaculares pelo Brasil. Mas vale a pena. Muito. Mais uma vez eu só comecei a pesquisar sobre o(s) destino(s) depois de ter comprado a passagem. E aqui no mochileiros.com há bons relatos desses lugares, geralmente (e muito felizmente!) fugindo do padrão resort-shopping-resort que vi em muitos cantos. Após rápidas leituras decidi quebrar os dias priorizando Curaçao. E praticamente não planejei mais nada até dias antes da viagem. Foi a viagem menos planejada de todas as últimas que fizemos. Embarquei na ideia de que não precisava planejar muita coisa e fui em frente, desleixadamente. Apenas memorizei as coisas macro (alugar carro em Curaçao, quantos dias em cada lugar, levar bolsa térmica, botas e snorkel para Curaçao, etc.). No fim das contas acho que eu teria feito somente uma ou outra coisa diferente, se tivesse planejado melhor as coisas antes. Saiu tudo bem. O roteiro era simples: 3 noites em Aruba 6 noites em Curaçao 1 noite em Aruba E ainda tivemos algumas horas para conhecer alguma coisa do Panamá (no caso, o Casco Viejo). Quando De 19/set/15 a 29/set/15 Onde ficamos [hospedagem – cidade – diária] Buffam’s – Aruba – 65 USD Rembrandt Apartments – Curaçao – 53 USD Arubiana – Aruba – 70 USD Gostei demais das nossas hospedagens em Aruba. Ficam na área de Eagle Beach, mas ambas requerem uma caminhada até a praia (10 minutos do Buffam’s e 15 minutos do Arubiana), e geralmente em áreas não muito amigáveis ao pedestre (sem calçada). Mas fizemos essas caminhadas numa boa, de dia, de tarde e de noite. São locais mais propensos, embora não limitados a, quem está de carro. O Buffam’s é como se você estivesse na casa dos tios, ou avós, ou amigos, mas com sua privacidade. O casal americano que cuida da pousada mora no próprio lugar. Há um nítido capricho na decoração, foi o lugar mais aconchegante da viagem. Tem piscina (curtíamos toda noite), cozinha amplamente equipada. Tem pack térmico, cadeiras, tudo o q você precisa para ir à praia. Aluga snorkel, mas levamos o nosso. Café americano incluso, preparado pelo casal, sempre muito saboroso. Simples, suficiente, saboroso. E com uma boa conversa de cada manhã. O Arubiana já é mais estilo pousada/hotel, com uma bela piscina no meio, funcionários e etc. As instalações são mais novas que as do Buffam’s. Mas não tem café da manhã (10 USD a mais). Também uma ótima opção econômica, em se tratando dos altos preços de Aruba. O Rembrandt Apartments foi também uma opção econômica, queríamos ficar no (ou perto do) centro para passear a pé por lá de noite. Fica a 10 minutos andando do ferry para Punda. É bem simples, mas nos atendeu muito bem. Usamos muito a cozinha do ap, foi muito bom para o bolso. E tinha estacionamento fechado (em Curaçao é bom ter). Orçamento Nosso orçamento era de 100 USD por dia, para cada um. Exclusive passagens aéreas. Ficamos um pouco abaixo disso, graças a algumas medidas de contenção: compramos coisas no mercado e cozinhamos duas noites no quarto em Curaçao, e fizemos nosso próprio café da manhã todos os dias. Em Aruba e Curaçao também é possível comprar coisas no mercado para baratear a viagem. Sobretudo com as incômodas notícias sobre a disparada do dólar que líamos enquanto estávamos lá. Fora isso, as passagens aéreas: SP-PTY-AUA-PTY-SP (Copa) = 930 BRL cada RJ-SP-RJ (TAM) = 250 BRL cada Aruba-Curaçao-Aruba (InselAir) = 215 USD cada A Copa vacilou feio conosco na ida. Nosso voo de conexão para Aruba foi cancelado e nos reacomodaram em um voo inexequível, que saia antes da chegada do nosso voo no Panamá. E ninguém me avisou, nem por telefone, nem por e-mail (por e-mail é básico, todas as cias aéreas fazem isso). Só descobri porque fui verificar a reserva uns 10 dias antes. Liguei imediatamente para lá e, num ótimo atendimento, nos reacomodaram num voo mais cedo. Foi até melhor, chegaríamos mais cedo em Aruba. Única coisa que não poderia ocorrer era algum atraso no nosso voo da TAM do RJ para SP (e felizmente não houve!), que havíamos comprado independentemente. Com exceção desse absurdo (imagine eu chegar para o check-in no aeroporto e descobrir que minha reserva tinha mudado, sem terem me avisado!), todas as pessoas da Copa que nos atenderam foram nota 10. Dos melhores atendimentos que já tivemos, com nítido esforço em agradar e sorrir. O avião em si é +- no mesmo padrão de Gol e TAM. Antes do relato, observações gerais sobre a viagem e os lugares: Carro, dirigir, trânsito, gasolina Isso deveria ser comum, mas eu realmente evito dirigir no exterior em férias. A rigor, só fiz isso nos meus 20 e poucos anos e por um motivo nobre: percorrer a Rota 66, nos EUA. Eu me lembro até hoje de como foi tenso o primeiro dia. Eu era novo, o carro era automático (e eu nunca havia dirigido um assim), era um esquema inteiramente diferente do que estávamos habituados no Brasil (muito mais civilizado). Depois do primeiro de dia de tensão, relaxei. Mas sigo evitando dirigir no exterior, prefiro usar o transporte público, não quero agregar essa responsabilidade, e gosto de tomar uma cerveja no meio do dia. No entanto, em Curaçao alugar carro é mais que recomendado: é imprescindível (para quem quer explorar as praias e não quer torrar uma fortuna com taxi). Dez entre dez recomendações enfatizavam isso. Ok, se tem de ser assim, que seja. O primeiro dia foi meio tenso, mas depois relaxei e foi muito melhor do que eu pensava. Com exceção do dia da chegada, quando levamos um pouco de tempo até encontrar nosso apartamento, não nos perdemos dia algum. Seja via placas, seja apenas via senso de direção, seja via google maps (viva!), deu tudo certo. Há sinalização boa para Westpunt, onde ficam as melhores praias. E as praias são sinalizadas também. Única exceção é Port-Marie, que você precisa entrar em direção a St. Willibrordus. As praias do leste não (ou ao menos eu não vi), para lá tivemos de usar GPS do google maps mesmo. Alugamos com o Michel Car Rental. Recomendo. Foi dica de uma amiga, acertei tudo por e-mail, não precisei adiantar nada e nem mesmo apresentar cartão de crédito – embora seja feito um contrato e o valor seja pago adiantadamente. Nos buscaram e levaram no aeroporto. Por 6 dias saiu por 222 USD. O trajeto de 30-40km desde Otrobanda até as praias a oeste é bem tranquilo. A coisa flui bem, não pegamos transito, chegaríamos em cerca de meia hora, não fossem as paradas constantes no Centrum ou outro mercadinho qualquer no caminho (pra encher a bolsa térmica!). Não precisa nem acelerar, basta fluir no ritmo local. Um dia que voltamos da praia, era sexta ou sábado, pegamos trânsito na volta. A estrada estava fechada para alguma festa, mas sem sinalização alguma de desvio. Felizmente sabíamos outro caminho e assim fomos. Depois que você pega o jeito, as coisas ficam mais tranquilas na ilha pra dirigir. O trânsito é tranquilo, galera dirige na paz, com eventuais e raras exceções. Para quem está habituado à selvageria do trânsito no Rio, é muita paz. Uma coisa que notei, no entanto, é que na estrada a galera não cai para o acostamento para entrar à esquerda: eles botam a seta e param na estrada mesmo. Atenção para isso! Colocar gasolina foi ok, já tendo lido relatos anteriores. Conforme já relatado, é importante saber que você paga antes e coloca por conta própria. Importante saber em que lado do carro fica a entrada da gasolina. E também importante saber qual a bomba de gasolina, para não dar mole de colocar diesel. Gastamos 15 USD + 15 ANG em gasolina em toda a viagem. Botas de borracha Levamos botas de borracha que compramos em San Andrés. Não me lembro exatamente quanto custaram na época, mas seguramente foi beeeem mais em conta do que vi em Aruba/Curaçao. As botinhas são muito uteis para entrar em algumas praias, que tem muitas pedras. Usei em Kenepa Chika e Cas Abao, Katia usou em mais praias. Geralmente as praias tinha algum ponto mais fácil para entrar (Kalki, por exemplo, tem uma “área de entrada” no canto direito de quem vê o mar). Mergulhar ou ficar de snorkel? Eu aprendi a mergulhar em 2013 porque 1) eu queria e 2) eu iria para a Grande Barreira de Corais, na Austrália. Na verdade eu teria aprendido um ano antes, para melhor curtir a viagem para San Andres, mas acabei não fazendo o curso. Aprendi, mergulhei algumas vezes em Arraial e uma vez no Rio, mergulhei na GBC e depois no Abismo Anhumas no Natal de 2013. E, vergonhosamente, nunca mais. Tivesse eu me preparado mais adequadamente para esta viagem, teria feito uns mergulhos de reciclagem e teria marcado ao menos um dia de mergulho em Curaçao, escolhendo com cuidado o lugar. Mas não fiz, e não mergulhei no Caribe. No entanto, não se iluda: o snorkel por lá é qualquer coisa de espetacular. É muito fácil mergulhar em Curaçao, não precisa de barco. Você chega na praia, se equipa e entra! Vi isso em algumas das praias. Aliás, sobre o snorkel, levei um que tenho desde que compramos em San Andres. É guerreiro e já está bastante usado. Inclusive arranhado no visor. Ou seja, um inaceitável desleixo de minha parte para um lugar tão espetacular como o Caribe (eu tenho máscara melhor em casa, e não levei!). Ainda assim, mesmo com máscara arranhada, é absolutamente espetacular fazer snorkel por lá. Era o que eu mais fazia em todas as praias em que estivemos, exceto Mambo Beach. Bolsa térmica O que muitos no Brasil discriminam como farofada, em Curaçao e Aruba é prática comum: levar um engradado térmico com bebida e comida. É prática comum tanto de locais quanto turistas. Vi vários grupos q me pareceram holandeses fazendo churrasco (nem sempre é permitido), picnic e o escambau nas praias de Curaçao. Habitualmente as pessoas passam no mercado e forram a bolsa térmica com comes e bebes (e gelo!) para levar para a praia. Fizemos isso todos os dias. Vale muito a pena: a cerveja, por exemplo, custava 1 USD no mercado e eventualmente chegava a custar mais de 4 USD na praia. Levei uma bolsa térmica dessas mais em conta que se compra na Casa e Vídeo. Bem compactada, coube na mochila numa boa. O povo de Aruba e Curaçao Uma coisa que reparei nas placas publicitarias em Curaçao é que eles usam modelos negros majoritariamente. Já difere do que estamos habituados a ver no restante da América Latina, onde os modelos adotados na publicidade são sempre padrão mais europeu, com pele mais clara. No Brasil inclusive, ainda que isso esteja mudando recentemente com ascensão da classe C. Palmas para Curaçao! Em Curaçao vimos mais negros que Aruba, bem ao estilo caribenho. No entanto, as atendentes da praia Jan Thiel, por exemplo, eram todas de feições europeias (holandesas?). Língua Acho admirável como o povo local fala 4 línguas (papiamento, inglês, holandês e espanhol). E falam mesmo, sempre mandava espanhol para iniciar conversa, meio que para me dissociar dos americanos (em algumas vezes que fiz isso, me perguntaram se era venezuelano – as ilhas são muito próximas de lá e recebem muitos venezuelanos), e era facilmente compreendido e respondido. Algumas vezes vieram falar conosco em holandês. As placas informativas variavam entre as línguas, mas geralmente o espanhol era excluso. As outras três línguas me parecem preponderar. Tempo Foram dias de sol, eventualmente com algumas nuvens. Havia previsão chuva nos dois primeiros dias em Aruba, mas deu sol. A chegada foi no dia mais nublado, ou menos ensolarado, da viagem. No Panamá havia previsão de chuva e trovoadas. Assim que chegamos, desabou a chuva. Mas parou quando saímos do aeroporto. Muito obrigado, São Pedro! Mais uma vez! Enquanto isso eu via notícias do Rio, relatando (além da volta dos arrastões) picos de 40 graus em pleno setembro. Embora não tanto assim, lá também fazia muito calor. Em Curaçao é necessário curtir praia paga? Não, as públicas já satisfazem e são espetaculares. Kenepas, Kalki, Lagun, Daaiboodaai são ótimas e já dão excelente panorama de Curaçao. Das pagas gostei mais de Port-Marie. Jan Thiel surpreendeu positivamente (esperava uma coisa mais de badalação), mesmo com esquema meio lounge. Mambo Beach não é nossa praia. Moeda Usa-se dólar em praticamente todas as transações, tanto em Aruba quanto em Curaçao. Em Curaçao o câmbio nos estabelecimentos é fixo em 1,75 ANG/USD. Eventualmente dão o troco, ou parte dele, em florins. Mas muitas vezes recebi em dólar mesmo. Pelo que li, bancos trocam a 1,77. Achei a diferença muito pequena e relaxei em usar dólares mesmo. Li que é complicado usar notas mais altas de dólar por lá. Levamos notas de 50 e não tivemos qualquer problema. Água Tanto em Aruba quanto em Curaçao bebíamos água da bica numa boa. Geralmente havia um frigobar ou geladeira no quarto com uma jarra para encher. Como eu faria hoje Em Aruba, teria alugado carro por um dia. Iria na Baby Beach e outros cantos da ilha (teria pesquisado mais e melhor as atrações!). Se eu voltar algum dia, ficaria hospedado ao norte (Noord), perto da Boca Catalina – minha praia preferida na área. Em Curaçao eu consideraria ficar em Westpunt, tal qual o Marcos Pereira fez. Eu não tenho certeza se ficaria por lá, pois era bem bacana passear de noite por Punda e Otrobanda. No fim das contas, a decisão depende muito do estilo de viagem. E seguramente teria mergulhado ao menos um dia. Eu e meus óculos de sol Levei um guerreiro de casa, desses que se ganha de brinde em eventos. Rachou e acabou, desfez-se em 2 dias. Comprei outro em Aruba por USD 10, no centro (em Palm Beach era 15-20). Durou quase uma semana, rachou e quebrou no mesmo lugar, no alto à direita. Comprei outro num fim de uma sexta-feira em Curaçao, por 15 ANG. No dia seguinte começou a rachar e quebrou logo pela manhã! No mesmo lugar dos outros dois. Entendi a mensagem: o Caribe não me quer de óculos escuros. Não insisti no erro. Música da viagem Set fire to the rain, da Adele. Eu não escolhi, a música é que nos seguia. Sei que já passou o tempo dela, mas ouvimos em Aruba e Curaçao, em locais públicos, e mais de uma vez em cada lugar. Geralmente isso é sinal de que é a música da viagem.
×
×
  • Criar Novo...