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  1. Bom dia, gostaria de montar um grupo de moto de Goiânia para compartilhar conhecimentos, amizades, rolês. Quem tiver interessado chama aí.
  2. Moro em Goiânia a 8 anos e sempre vejo o pessoal viajando para outros lugares nas suas férias ou em feriados, sem ao menos conhecer o estado onde moram. Goiás possui lugares incríveis que merecem uma chance de serem visitados. Por esse motivo resolvi criar esse tópico falando sobre alguns desses lugares. Começando por: GOIÂNIA A capital é tao cheia de atraçoes, lugares a ir, coisas a conhecer, eventos e festas a presenciar... Por onde quer que o visitante for, poderá ter a certeza de que será bem recebido e encontrará uma pessoa disposta a fazer uma nova amizade. Para os que gostam de natureza e de respirar ar puro, os parques, bosques, lagoas, trilhas e áreas de campings são uma ótima proposta. Alguns exemplos: Parque Vaca brava. ps. ótimos momentos nesse lugar Bosque dos Buritis Jardim Botânico Parque Zoológico Museu de Arte de Goiânia Feira Hippie Goiânia possui cerca de 22 patrimônios históricos tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional, são prédios e monumentos públicos muito antigos. Se você é do tipo de pessoa que gosta de conhecer a história da cidade, aconcelho a visitar alguns deles. Entre os restaurantes destacam-se: Cateretê, Piquiras, Kabanas, Carne de sol 1008(se você gosta de carne, aconcelho a visitar esse em especial)... Entre os bares: Cerrado, Jatobá, Mangueiras, Officina, Taurino, Bolshoi Pub(melhor em musica ao vivo), Diablo Pub, Belgian Dash(esse é pra quem aprecia cervejas nacionais e importadas), Bar do Peixe, Samauma... Entre as boates: Santa Fé Hall, Royal Club, Pacha, Villa Mix... E se depois disso tudo você for como eu, que gosta de um bom sanduiche depois da balada, existem dois imperdíveis em Gyn: Sacada e Mega Burguer's Continuação....
  3. Amigos, aqui segue um pequeno relato de uma visita relâmpago ao estado de Goiás. Essa viagem nasceu depois que percebi que tinha milhas vencendo e depois de várias simulações para passagens com menor pontuação a disputa ficou entre Floripa e Goiânia. Dois fatores me fizeram escolher GYN: 1) eu já estive em FLN mais de uma vez; 2) além da vontade antiga de conhecer Goiás Velho, descobri na internet a tradição da Procissão do Fogaréu na semana santa de Goiás e aí que a viagem foi decidida! Dia 1 (quarta, 12/04) Na quarta-feira, dia 12, madruguei porque o vôo de Congonhas para Goiânia sairia às 06h10. Cheguei em GYN às 07h45 e a missão (nem tão fácil assim) seria sair do aeroporto em direção ao centro. Após várias informações desencontradas na internet, vi no site da empresa de transportes coletivos de Goiânia que havia uma linha (a 913) que saia do aeroporto e ia pro centro. Pela informação do site, o primeiro ônibus sairia às 6 da manhã e depois disso em intervalos de 70 minutos (07h10, 08h20, 09h30...). Pelo horário que cheguei, esperava pegar o bus das 08h20. Por precaução fui confirmar no balcão de informação da Infraero, onde o funcionário puxou uma tabela de horários e disse que o ônibus na verdade passaria às 08h02. Ok, era ainda 07h50 e fui pro ponto e nada do ônibus chegar... Quando deu 08h30 cansei de esperar e chamei um táxi pelo aplicativo 99 Táxis, que dá 30% de desconto na corrida e ainda por cima eu tinha um cupom de desconto de 15 reais. A corrida deu 23 reais e eu paguei apenas 8 devido ao voucher. Cheguei na rodoviária, que é anexa a um shopping e troquei a passagem que havia comprado pela internet. A empresa que faz o trajeto para Goiás Velho é a Moreira. Viagem meio pinga-pinga, cheguei ao destino com meia hora de atraso e fui direto ao centro histórico. É uma cidade muito fácil de se apaixonar, principalmente quem gosta de cidades históricas como eu. Algumas imagens. Eu estava sem o endereço do hostel que havia reservado e a internet do celular não estava funcionando, então fui rodar a cidade até dar um jeito nessa situação. Passei no Museu de Cora Coralina, mas como estava tendo uma visita guiada de grupo, não dava pra entrar naquela hora (voltaria lá mais tarde, mas já havia fechado, fica para uma próxima). Parece ser um passeio bem agradável, e custa 8 reais a entrada. Passei pelas igrejas, pelas ruazinhas de pedra, a Cruz de Anhanguera (bandeirante paulista fundador da cidade), cheguei na pracinha central e seu simpático coreto. A praça estava decorada com vários bonecos dos farricocos, que são os encapuzados que perseguem Jesus na encenação da procissão do fogaréu. Embaixo do coreto tem uma sorveteria com vários sabores de frutas regionais, provei um picolé de cagaita. Passei pelo centro de informações turísticas, o que me salvou pois usei o wifi deles e consegui me comunicar com o contato do hostel e pegar o endereço. Minha hospedagem era no hostel do Breula, e me custou 70 reais via Airbnb. O preço normal dele é de 40 reais, mas como a procissão do fogaréu é uma das datas mais turísticas da cidade eles inflacionaram um pouco devido à procura. O local é muito simples, espartano até. Não recomendaria a quem tem algum tipo de frescura com hospedagem. Deixei a mala lá no hostel e estava com fome. Me lembrei que a cidade tem um mercado municipal, que geralmente é um ótimo lugar pra comer em todas as cidades que já estive. Lugar amplo, bonito e bem conservado (foi recém reformado) com várias lanchonetes, cachaçarias e artesanato. Passei por lá, provei alguns licores, comi o tradicional bolo de arroz de Goiás, que é muito gostosinho e tem aquele jeito de bolo feito pela avó no fim de tarde pra acompanhar um cafézinho passado na hora Mas a minha vontade era de algo salgado pra acompanhar uma cerveja, então como não fui muito com a cara dos empadões que estavam por ali, voltei à praça do coreto. Fui ao bar do Jusa, pedi o típico empadão goiano e uma cerva bem gelada pra acompanhar. Ele colocou uma mesa na calçada da praça, assim dava para apreciar melhor o movimento da cidade... o empadão é delicioso, vem com frango, queijo, azeitona e palmito ou guariroba e vale por uma refeição por ser grande. Fim de tarde, com a fome saciada voltei ao hostel para cochilar e voltar a cidade só a noite para a procissão. Antes da procissão em si, é encenada na praça da cidade a via-crúcis de Jesus. Eu não consegui ver muita porque sou baixinho e tinha bastante gente, muita gente emocionada... então ao toque dos tambores e com as luzes da cidade apagadas começa a procissão em si e surge a figura dos farricocos com tochas (que também são distribuídas ao público para aumentar o impacto visual da procissão). Os farricocos seguidos pelo público “perseguem” o ator que representa Jesus pelas ruas, passa pela ponte da casa de Cora, sobem até a Igreja do Rosário. Ali param e ocorre a encenação sobre a Última Ceia. Pena que as imagens que tirei no meu velho celular são horríveis, é melhor procurarem na internet Da Igreja do Rosário a procissão continua pelas ruas, passa rente ao Rio Vermelho, vira à esquerda, direita, sobe, desce e chega na Igreja São Francisco de Paula, que na simbologia da procissão representa o Monte das Oliveiras, e ao toque de um clarim e o surgimento com um estandarte com sua imagem é o sinal de que Cristo foi preso pelo soldados romanos. Faz-se um momento de silêncio e em seguida reza-se uma missa. A procissão está oficialmente encerrada. Mas a beleza daquelas imagens permanecem, independente se você é católico ou não. Voltei ao hostel para dormir, o que não foi tão fácil assim devido ao barulho do povo nas ruas. Dia 2 (quinta, 13/04) Acordei cedo e fui direto para a rodoviária, o ônibus para Goiânia sairia às 08h35. Com um pouquinho de atraso partimos, mas o motorista conseguiu compensar na estrada e chegamos em GYN dentro do horário. Saindo da rodoviária/shopping fui andando pela Avenida 44 e seguindo o Google Maps em quinze minutos cheguei em minha hospedagem. Reservei pelo Booking o Hostel Zampollo por apenas 35 reais a diária. O lugar é muito bom, são vários quitinetes independentes dentro do mesmo quintal. Tem banheiro privativo, ventilador, geladeira e TV (pequenininha, de 14” mas nem usei). Tomei uma ducha e fui andar pelos arredores, vi no mapa que o Parque Mutirama ficava pertinho e segui para lá. Achei que era um parque urbano normal, mas na verdade está mais para parque de diversões, com diversos brinquedos. Não me interessei, ainda mais porque tinha que pagar para entrar, então pedi pro Google Maps me levar para a Praça Cívica. Andei uns 20 minutos e cheguei a tal Praça Cívica. Que não tem nada de mais, é um local árido com muito cimento e poucas árvores, o prédio do governo estadual ali localizado também não é algo que possa ser chamado de belo e o monumento Às Três Raças, que deveria ser uma bela homenagem aos negros, índios e brancos que ergueram o estado de Goiás também não é lá muito bonita e muito menos imponente. Cinco minutos aqui, segui para o Bosque dos Buritis. Desse parque eu gostei! Embora não seja muito grande é bem conservado, tem um laguinho que pode se apreciar sentado em um dos bancos, pequenas trilhas no meio da mata... um bom lugar para relaxar e escapar um pouco do sol escaldante da capital goiana. Lá dentro também fica localizado o MAG, Museu de Arte de Goiânia com entrada gratuita. Estavam rolando duas exposições de artistas locais, a primeira eu não curti, já a segunda achei bem interessante e perdi um bom tempo por ali. Voltei à pousada, descansei um pouco e fui no Mercado Popular da 74. Achava ser um mercadão municipal cheio de barracas e lugares incríveis para comer mas não era nada disso. Tinha uns poucos lugares funcionando e fui direto na Pastelaria do Meu, que é super recomendada na internet. Não sei se dei azar, mas além de não venderem cerveja (estranho, pq na internet achei matérias que chamam esse lugar de pub) pedi um pastel que estava nadando em óleo. A cerveja, comprei numa lanchonete do lado. Meio decepcionado, saí dali e resolvi ir de novo ao shopping Araguaia (o da rodoviária), pois lembrei que lá tinha uma loja de lembranças e eu não tinha encontrado em lugar nenhum um imã de geladeira sobre Goiânia pra minha coleção. Mas chegando lá já estava fechada a loja. Ainda com fome depois de nem ter conseguido comer todo o pastel de óleo, lembrei de um boteco vendendo espetinhos na rua 68, voltei para lá então. Chama-se Primo Rico da 68 o local. Cerveja de garrafa a 6 reais e espetinhos a 2 reais. Ótimo! Ali sim comi bem, várias cervejas e espetinhos depois resolvi voltar ao Zampollo para deixar a mala arrumada para a partida. Ao lado do espetinho tem uma bodeguinha que vende bebidas e também é ponto de mototáxi. Questionei por valores, e uma corrida ao aeroporto sairia por 20 reais, bem melhor do que o valor de um táxi em bandeira 2. Quando eram quase 11 da noite voltei pra lá, matei mais duas brejas long neck e dois espetinhos e fui até o aeroporto Santa Genoveva, com uma longa espera até o vvo que seria às 03h15 da manhã. Com uma conexão no Galeão Depois de uma noite quase sem dormir ainda cheguei em casa a tempo de preparar o almoço da sexta-feira santa. Faz parte!
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