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Pontos turísticos/Lugares para se conhecer em Goiás - Goiânia


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Moro em Goiânia a 8 anos e sempre vejo o pessoal viajando para outros lugares nas suas férias ou em feriados, sem ao menos conhecer o estado onde moram. Goiás possui lugares incríveis que merecem uma chance de serem visitados. Por esse motivo resolvi criar esse tópico falando sobre alguns desses lugares. :wink:

Começando por: GOIÂNIA

A capital é tao cheia de atraçoes, lugares a ir, coisas a conhecer, eventos e festas a presenciar... Por onde quer que o visitante for, poderá ter a certeza de que será bem recebido e encontrará uma pessoa disposta a fazer uma nova amizade. Para os que gostam de natureza e de respirar ar puro, os parques, bosques, lagoas, trilhas e áreas de campings são uma ótima proposta. Alguns exemplos:

 

Parque Vaca brava. ps. ótimos momentos nesse lugar

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Bosque dos Buritis

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Jardim Botânico

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Parque Zoológico

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Museu de Arte de Goiânia

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Feira Hippie

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Goiânia possui cerca de 22 patrimônios históricos tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional, são prédios e monumentos públicos muito antigos. Se você é do tipo de pessoa que gosta de conhecer a história da cidade, aconcelho a visitar alguns deles.

 

Entre os restaurantes destacam-se: Cateretê, Piquiras, Kabanas, Carne de sol 1008(se você gosta de carne, aconcelho a visitar esse em especial)...

Entre os bares: Cerrado, Jatobá, Mangueiras, Officina, Taurino, Bolshoi Pub(melhor em musica ao vivo), Diablo Pub, Belgian Dash(esse é pra quem aprecia cervejas nacionais e importadas), Bar do Peixe, Samauma...

Entre as boates: Santa Fé Hall, Royal Club, Pacha, Villa Mix...

E se depois disso tudo você for como eu, que gosta de um bom sanduiche depois da balada, existem dois imperdíveis em Gyn: Sacada e Mega Burguer's ::otemo::

 

Continuação....

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Acabei de voltar de Goiás e adorei a cidade de Goiás Velho. Já Goiânia detestei, não tem nada turístico e de muito interessante na cidade. Só gostei mesmo da hospedagem boa e barata no Hostel Zampollo. Meu relato sobre esses dois destinos: procissao-do-fogareu-em-goias-velho-e-goiania-abr2017-t143078.html

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    • Por Iana Briaca
      Vou falar aqui no meu relato sobre formas de transporte que usei, hospedagem, duração da viagem e valores. Porque eu acho que é isso que uma pessoa procura quando busca informações sobre Mochilão. Sendo que na maioria das vezes é a primeira experiência da pessoa com um; 
      Resumo: 
      Tipo de transporte: ID JOVEM e carona pelas br da vida.  
      Hospedagem: Couchsurfing e voluntariado em hostel.
      Alimentação: Fazia compras para preparar minha própria comida ou às vezes eu comprava PF (mas comprar PF sai mais caro)
      Valor em dinheiro que levei: R$ 550,00.
      Duração da viagem: 54 dias.
      Quantidade de estados: 3 Estados e uma pequena parada em Brasília.
       
      SOBRE HOSPEDAGEM, TRANSPORTE PARA SAIR DO MEU ESTADO E ALIMENTAÇÃO NO PRIMEIRO DESTINO; PERNAMBUCO: Então, meu mochilão começou quando eu saí de Belém, que é a cidade que eu moro, no dia 04/07/2019, ruma à Pernambuco. Fui de ônibus usando o ID jovem, de passagem de Belém para Recife eu paguei 3,50. Isso, três reais e 50 centavos. Esse valor corresponde à taxa de pedágio que é cobrado pela empresa de ônibus, apenas. Quando eu cheguei em Recife fiquei hospedada na casa de um casal que consegui estadia pelo Couchsurfing. O tempo que passei na casa deles foi incrível, pessoas super legais. Com o mesmo aplicativo consegui estadia para passar um final de semana em Olinda, em uma pousada localizada bem no centro histórico. Também não paguei nada para ficar hospedada, apenas tinha que ajudar a moça que trabalhava na cozinha com serviços bem simples pela parte da manhã. Ah, e sobre alimentação, essa era por minha conta. (Talvez o seu anfitrião não tenha problema em ajudar nesse quesito com algumas coisas, mas também ninguém gosta de gente folgada né, se tu tiver condições de comprar a tua comida é muito melhor, caso contrário é bom você avisar à pessoa que vai te receber que vais precisar de alimentação também).
      OBS: Couchsurfing é uma plataforma que possibilita a troca de hospedagem em qualquer lugar do mundo. Na época era totalmente gratuita quando usei, agora o app tá cobrando uma contribuição de R$ 4,99 mensal ou R$ 29,99 anual por conta da crise do corona vírus.
      ROTEIRO: Quando estive em Pernambuco conheci Recife, Olinda, Porto de Galinhas, Praias do litoral de Cabo de Santo agostinho: Calhetas e Gaibu (caara, as praias mais lindas que conheci até hoje, e por não serem tão famosas quanto Porto de Galinhas, elas não são taão movimentadas, o que eu acho ótimo) e vila de Nazaré. Isso em uma semana, que foi o tempo que passei em Pernambuco. 
      TRANSPORTE PÚBLICO: Como eu fui com um amigo que sabia tocar banjo e eu enrolava no Maracá, optamos por não pagar passagens em transporte público e sim pedir para os motoristas deixarem a gente subir e tocar Carimbó nos ônibus. E assim, essa ideia deu super certo, tanto que a galera até ajudava com uns trocados, o que ajudou muito a gente na viagem. Sobre o valor de passagem de ônibus urbano não vou saber falar do custo, pois não tive essa experiência. Porém, fica a dica: Toquem nos ônibus ou subam pra vender algo. 
      SAÍDA DE PERNAMBUCO RUMO À BAHIA:  Saí de Pernambuco de carona, com a intenção de descer até a Bahia. Porém, no primeiro dia consegui carona com um caminhoneiro que tinha como destino Maceió, aceitei porque isso ia me deixar mais próxima do meu destino, né. Tive que ficar uma noite em Maceió para poder partir no outro dia. 
      Fiquei em uma Pousada de beira de estrada que custou R$ 40,00 no total pra dormir eu e meu amigo em um quarto com duas camas. 
      Jantei em um Restaurante que o PF custava R$ 10,00.
      No outro dia peguei mais duas caronas Alagoas-Sergipe Sergipe-Bahia e cheguei na Bahia, finalmente.  Passei uma semana em Salvador, consegui hospedagem no Couchsurfing, alimentação por minha conta, fazendo compras e preparando minha própria comida, de transporte usei o mangueio kk pedindo pra subir e tocar. Depois de uma semana, saí da bahia e voltei à br para pegar carona. Consegui diversas caronas no mesmo dia e cheguei na Chapada Diamantinaa. 
      NA CHAPADA DIAMANTINA:  Não consegui estadia com o couchsurfing na Chapada, tive que pagar uma semana de Hostel. 
      VALOR DO HOSTEL: 15 Reais a diária (pedindo desconto)
      ALIMENTAÇÃO: Comprava minha comida e preparava. 
      GUIA: É necessário guia apenas em algumas trilhas em outras tem como fazer de boas usando o gps. 
      DICA DE APP: MAPS ME Nele tem como usar o gps da localidade que tu se encontra sem internet. 
      SAINDO DA BAHIA RUMO GOIÂNIA: Saí da Chapada Diamantina de carona com inumeráveis pessoas, carona com caminhoneiro e carro particular, e passei perrengues, porque a Bahia é imensa. Levei 4 dias pra chegar em Goiânia.
      Nesse percurso nem sei quantas caronas peguei, foram muitas. Em nenhum momento precisei pagar pousada, até porquê nem tinha como, pois a grana já tava curta. Na primeira noite dormi na casa da família de um rapaz que me deu carona quando ainda estava indo para Chapada, Na segunda passei a noite em um posto de gasolina, Na terceira noite dormi na casa de um amigo que conheci com a experiência de carona também, isso em Brasília. (aproveitei pra comprar logo minha passagem de volta pra belém quando eu estava em Brasília) E por fim, no quarto dia consegui a carona para Goiânia. Em Goiânia passei quase algumas semanas, fiquei na casa de um amigo, apenas ajudando com a alimentação, no trasporte também não gastei nada.
      GOIÂNIA ATÉ A CHAPADA DOS VEADEIROS: De Goiânia até a Chapada dos Veadeiros, por muita sorte, tive só uma carona. Consegui carona com um fazendeiro que tinha uma propriedade próximo da cidade que eu ia ficar. Ele me deixou até a cidade que era meu destino, lá eu fiquei hospedada em um hostel onde trabalhei como voluntária em troca de estadia. Nos dias eu que trabalhava as minhas refeições eram por conta do hostel. A dinâmica de trabalho era a seguinte, eu trabalhava um dia e folgava dois. Passei uma semana na Chapada do Veadeiros, conheci a cidade de Cavalcante e Alto Paraíso. 
      FINAL DA VIAGEM: Saí da chapada dos Veadeiros de carona também, e fui até Brasilia. Lá eu passei apenas uma noite e no outro dia embarquei de volta pra Belém. A passagem que eu comprei foi com o ID Jovem, paguei apenas R$ 5,00. Ah, eu comprei com antecedência, sempre tens que comprar a passagem com usando o id com antecedência, não deixa pra comprar na hora senão vais te ferrar. 
      Enfim, minha experiência foi essa, espero ajudar em alguma coisa, é nooós!

    • Por luiiizsoares
      Bom dia, gostaria de montar um grupo de moto de Goiânia para compartilhar conhecimentos, amizades, rolês. Quem tiver interessado chama aí. 
    • Por Vale_do_Cafe_Guy
      Amigos, aqui segue um pequeno relato de uma visita relâmpago ao estado de Goiás. Essa viagem nasceu depois que percebi que tinha milhas vencendo e depois de várias simulações para passagens com menor pontuação a disputa ficou entre Floripa e Goiânia. Dois fatores me fizeram escolher GYN: 1) eu já estive em FLN mais de uma vez; 2) além da vontade antiga de conhecer Goiás Velho, descobri na internet a tradição da Procissão do Fogaréu na semana santa de Goiás e aí que a viagem foi decidida!
       
      Dia 1 (quarta, 12/04)
       
      Na quarta-feira, dia 12, madruguei porque o vôo de Congonhas para Goiânia sairia às 06h10. Cheguei em GYN às 07h45 e a missão (nem tão fácil assim) seria sair do aeroporto em direção ao centro. Após várias informações desencontradas na internet, vi no site da empresa de transportes coletivos de Goiânia que havia uma linha (a 913) que saia do aeroporto e ia pro centro. Pela informação do site, o primeiro ônibus sairia às 6 da manhã e depois disso em intervalos de 70 minutos (07h10, 08h20, 09h30...). Pelo horário que cheguei, esperava pegar o bus das 08h20. Por precaução fui confirmar no balcão de informação da Infraero, onde o funcionário puxou uma tabela de horários e disse que o ônibus na verdade passaria às 08h02. Ok, era ainda 07h50 e fui pro ponto e nada do ônibus chegar... Quando deu 08h30 cansei de esperar e chamei um táxi pelo aplicativo 99 Táxis, que dá 30% de desconto na corrida e ainda por cima eu tinha um cupom de desconto de 15 reais. A corrida deu 23 reais e eu paguei apenas 8 devido ao voucher.
      Cheguei na rodoviária, que é anexa a um shopping e troquei a passagem que havia comprado pela internet. A empresa que faz o trajeto para Goiás Velho é a Moreira. Viagem meio pinga-pinga, cheguei ao destino com meia hora de atraso e fui direto ao centro histórico. É uma cidade muito fácil de se apaixonar, principalmente quem gosta de cidades históricas como eu. Algumas imagens.




      Eu estava sem o endereço do hostel que havia reservado e a internet do celular não estava funcionando, então fui rodar a cidade até dar um jeito nessa situação. Passei no Museu de Cora Coralina, mas como estava tendo uma visita guiada de grupo, não dava pra entrar naquela hora (voltaria lá mais tarde, mas já havia fechado, fica para uma próxima). Parece ser um passeio bem agradável, e custa 8 reais a entrada.

      Passei pelas igrejas, pelas ruazinhas de pedra, a Cruz de Anhanguera (bandeirante paulista fundador da cidade), cheguei na pracinha central e seu simpático coreto. A praça estava decorada com vários bonecos dos farricocos, que são os encapuzados que perseguem Jesus na encenação da procissão do fogaréu. Embaixo do coreto tem uma sorveteria com vários sabores de frutas regionais, provei um picolé de cagaita.


      Passei pelo centro de informações turísticas, o que me salvou pois usei o wifi deles e consegui me comunicar com o contato do hostel e pegar o endereço. Minha hospedagem era no hostel do Breula, e me custou 70 reais via Airbnb. O preço normal dele é de 40 reais, mas como a procissão do fogaréu é uma das datas mais turísticas da cidade eles inflacionaram um pouco devido à procura. O local é muito simples, espartano até. Não recomendaria a quem tem algum tipo de frescura com hospedagem.
      Deixei a mala lá no hostel e estava com fome. Me lembrei que a cidade tem um mercado municipal, que geralmente é um ótimo lugar pra comer em todas as cidades que já estive. Lugar amplo, bonito e bem conservado (foi recém reformado) com várias lanchonetes, cachaçarias e artesanato. Passei por lá, provei alguns licores, comi o tradicional bolo de arroz de Goiás, que é muito gostosinho e tem aquele jeito de bolo feito pela avó no fim de tarde pra acompanhar um cafézinho passado na hora

      Mas a minha vontade era de algo salgado pra acompanhar uma cerveja, então como não fui muito com a cara dos empadões que estavam por ali, voltei à praça do coreto. Fui ao bar do Jusa, pedi o típico empadão goiano e uma cerva bem gelada pra acompanhar. Ele colocou uma mesa na calçada da praça, assim dava para apreciar melhor o movimento da cidade... o empadão é delicioso, vem com frango, queijo, azeitona e palmito ou guariroba e vale por uma refeição por ser grande.

      Fim de tarde, com a fome saciada voltei ao hostel para cochilar e voltar a cidade só a noite para a procissão.
      Antes da procissão em si, é encenada na praça da cidade a via-crúcis de Jesus. Eu não consegui ver muita porque sou baixinho e tinha bastante gente, muita gente emocionada... então ao toque dos tambores e com as luzes da cidade apagadas começa a procissão em si e surge a figura dos farricocos com tochas (que também são distribuídas ao público para aumentar o impacto visual da procissão). Os farricocos seguidos pelo público “perseguem” o ator que representa Jesus pelas ruas, passa pela ponte da casa de Cora, sobem até a Igreja do Rosário. Ali param e ocorre a encenação sobre a Última Ceia. Pena que as imagens que tirei no meu velho celular são horríveis, é melhor procurarem na internet


      Da Igreja do Rosário a procissão continua pelas ruas, passa rente ao Rio Vermelho, vira à esquerda, direita, sobe, desce e chega na Igreja São Francisco de Paula, que na simbologia da procissão representa o Monte das Oliveiras, e ao toque de um clarim e o surgimento com um estandarte com sua imagem é o sinal de que Cristo foi preso pelo soldados romanos. Faz-se um momento de silêncio e em seguida reza-se uma missa. A procissão está oficialmente encerrada. Mas a beleza daquelas imagens permanecem, independente se você é católico ou não. Voltei ao hostel para dormir, o que não foi tão fácil assim devido ao barulho do povo nas ruas.
       
      Dia 2 (quinta, 13/04)
       
      Acordei cedo e fui direto para a rodoviária, o ônibus para Goiânia sairia às 08h35. Com um pouquinho de atraso partimos, mas o motorista conseguiu compensar na estrada e chegamos em GYN dentro do horário. Saindo da rodoviária/shopping fui andando pela Avenida 44 e seguindo o Google Maps em quinze minutos cheguei em minha hospedagem. Reservei pelo Booking o Hostel Zampollo por apenas 35 reais a diária. O lugar é muito bom, são vários quitinetes independentes dentro do mesmo quintal. Tem banheiro privativo, ventilador, geladeira e TV (pequenininha, de 14” mas nem usei). Tomei uma ducha e fui andar pelos arredores, vi no mapa que o Parque Mutirama ficava pertinho e segui para lá. Achei que era um parque urbano normal, mas na verdade está mais para parque de diversões, com diversos brinquedos. Não me interessei, ainda mais porque tinha que pagar para entrar, então pedi pro Google Maps me levar para a Praça Cívica.

      Andei uns 20 minutos e cheguei a tal Praça Cívica. Que não tem nada de mais, é um local árido com muito cimento e poucas árvores, o prédio do governo estadual ali localizado também não é algo que possa ser chamado de belo e o monumento Às Três Raças, que deveria ser uma bela homenagem aos negros, índios e brancos que ergueram o estado de Goiás também não é lá muito bonita e muito menos imponente.

      Cinco minutos aqui, segui para o Bosque dos Buritis. Desse parque eu gostei! Embora não seja muito grande é bem conservado, tem um laguinho que pode se apreciar sentado em um dos bancos, pequenas trilhas no meio da mata... um bom lugar para relaxar e escapar um pouco do sol escaldante da capital goiana. Lá dentro também fica localizado o MAG, Museu de Arte de Goiânia com entrada gratuita. Estavam rolando duas exposições de artistas locais, a primeira eu não curti, já a segunda achei bem interessante e perdi um bom tempo por ali.

      Voltei à pousada, descansei um pouco e fui no Mercado Popular da 74. Achava ser um mercadão municipal cheio de barracas e lugares incríveis para comer mas não era nada disso. Tinha uns poucos lugares funcionando e fui direto na Pastelaria do Meu, que é super recomendada na internet. Não sei se dei azar, mas além de não venderem cerveja (estranho, pq na internet achei matérias que chamam esse lugar de pub) pedi um pastel que estava nadando em óleo. A cerveja, comprei numa lanchonete do lado. Meio decepcionado, saí dali e resolvi ir de novo ao shopping Araguaia (o da rodoviária), pois lembrei que lá tinha uma loja de lembranças e eu não tinha encontrado em lugar nenhum um imã de geladeira sobre Goiânia pra minha coleção. Mas chegando lá já estava fechada a loja. Ainda com fome depois de nem ter conseguido comer todo o pastel de óleo, lembrei de um boteco vendendo espetinhos na rua 68, voltei para lá então. Chama-se Primo Rico da 68 o local. Cerveja de garrafa a 6 reais e espetinhos a 2 reais. Ótimo! Ali sim comi bem, várias cervejas e espetinhos depois resolvi voltar ao Zampollo para deixar a mala arrumada para a partida. Ao lado do espetinho tem uma bodeguinha que vende bebidas e também é ponto de mototáxi. Questionei por valores, e uma corrida ao aeroporto sairia por 20 reais, bem melhor do que o valor de um táxi em bandeira 2.
      Quando eram quase 11 da noite voltei pra lá, matei mais duas brejas long neck e dois espetinhos e fui até o aeroporto Santa Genoveva, com uma longa espera até o vvo que seria às 03h15 da manhã. Com uma conexão no Galeão
      Depois de uma noite quase sem dormir ainda cheguei em casa a tempo de preparar o almoço da sexta-feira santa. Faz parte!
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