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  1. Na terceira semana de Setembro, eu e meu namorado pegamos o carro e partimos rumo à Serra de Penedo e Visconde de Mauá. Escolhemos ficar hospedados mais dias em Penedo, pelo acesso ser mais fácil às outras áreas que gostaríamos de visitar. Saímos do Rio de Janeiro umas 9h da manhã e não pegamos trânsito. Passamos por apenas um pedágio (R$15,20) na subida da Serra das Araras e chegamos em Penedo pelas 11:20h. HOSPEDAGEM Em Penedo, escolhemos ficar no Hotel da Cachoeira, que fica bem pertinho do centro (1,5km), mas possui mais tranquilidade por estar em uma área de preservação ambiental. O hotel não é da cachoeira à toa, logo atrás há uma linda cachoeira passando, porém não é apenas de utilização dos hóspedes, então sugiro aproveitar pela manhã, onde fica vazia. São 32 chalés equipados com lareira, ar-condicionado, TV Sky, wi-fi, frigobar, telefone e alguns com banheira de hidromassagem. Nós ficamos no Chalé 30 (com banheira), na parte de cima do hotel (R$290 por diária). Na área de lazer, duas piscinas (uma menor - aquecida -, e outra maior), um bar com petiscos, drinks e cervejas, saunas seca e à vapor, espaço com jogos, varandão para descanso, muito verde ao redor, e claro, a cachoeira. O hotel também disponibiliza de serviços terapêuticos opcionais e a parte, como: Reike, aula de Yoga, aromaterapia, banhos e massagens diversas, com custo à parte, além de um restaurante à La carte com carta de vinhos selecionados. O café da manhã é um amor a parte: pães, frios, bolos, frutas, salgados e doces diversos (rabanada, mini-churros, croissant de chocolate, pão de queijo, salsicha). Para beber: suco de laranja, chás, café com leite e achocolatado. Também havia iogurte com toppings: granola, cereais, etc. Caso não queira se hospedar, você pode passar o dia no Hotel da Cachoeira, desfrutando de todas as áreas de lazer com o pacote Day Use. Valores: (Seg a Qui, exceto feriados) Adulto - R$25/Criança* - R$12,50. (Sex a Dom) Adulto - R$40/Criança* - R$20 ✨ *Crianças de 03 a 12 anos. *Crianças até 02 anos não pagam (limitado para uma criança por adulto pagante). - Os consumos no bar e restaurante não estão incluídos no valor e serão cobrados separadamente. - Consulte disponibilidade para grupos e/ou feriados e datas comemorativas. PRIMEIRO DIA (16/09 - segunda-feira): Nós resolvemos aproveitar as cachoeiras de Penedo neste primeiro dia. Então, assim que chegamos em Penedo, fomos direto para elas. Eu já havia feito muitas trilhas para conhecer cachoeiras em Capitólio e São Thomé das Letras (Minas), mas não vá esperando a mesma facilidade. Falando sobre o acesso, é super tranquilo, tanto de carro ou de ônibus. As cachoeiras são lindas e, pra quem gosta de água gelada, são uma ótima opção para um dia inteiro. As cachoeiras de Penedo não são as melhores da região, na minha opinião, mas pra conhecer é válido. Visitamos: Cachoeira de Deus: Para chegar nela, você vai ter que estacionar e caminhar um pouco pela mata, mas não muito. Pergunte a alguém no caminho como faz para chegar lá, pois não tem indicação na pequena trilha (geralmente vai ter um senhor vendendo alguma coisa). Mas é a mais bonita de todas, pois a queda d'água é maior. Ela tem um poço para banho e um pequeno tobogã natural na saída das águas. Três Bacias: Formada por três pequenas quedas formando, em cada uma delas, uma bacia. Poço das Esmeraldas: Localizada a cinquenta metros das Três Bacias, há o Poço das Esmeraldas, de águas verdes, excelente para nadar. Três cachoeiras: É a cachoeira de mais fácil acesso, e por isso mesmo, mais frequentada. As Três Cachoeiras são formadas por quedas d´água seguidas. Fomos então, finalmente conhecer um pouquinho do Centro de Penedo, começando pela Pequena Finlândia e depois, paramos para tomar um chopp no Bar do Fritz (super recomendo a régua de chopps por R$12,90, nem eu acreditei no valor). À noite, escolhemos o rodízio de fondue na pedra do Restaurante Querência. Ele custa R$65,90 por pessoa e sua degustação inicia pelos fondues de queijo - com acompanhamentos como pão, cenoura, batata e couve-flor - e de carne - com dois tipos bovinos, frango, lombo suíno e diversos molhos. Quando você acha que não cabe mais nada na barriguinha, o fondue de chocolate chega acompanhado de biscoitinhos champanhe, uva, morango, banana e abacaxi. E sim, você pode comer quantas vezes quiser, basta solicitar a reposição do item desejado. O restaurante funciona todos os dias de 11h as 23h (Fondue a partir das 18h) e fica bem no centrinho de Penedo. Ele possui estacionamento próprio e espaço infantil. Além do Fondue, também servem diversos pratos com bons preços e atendimento impecável. Não deixem de visitar! SEGUNDO DIA (17/09 - terça-feira): No segundo dia, acordamos cedinho, tomamos café e fomos até o Parque Nacional do Itatiaia. Um dos melhores, se não, o melhor passeio que fizemos. Nós pagamos R$17 por pessoa + R$16 pelo estacionamento (R$50) e foi muito tranquilo circular de carro por lá. O Parque, que fica na Serra da Mantiqueira, tem altitude que varia entre 700 e 2791 metros acima do nível do mar, sendo este ponto mais alto o Pico das Agulhas Negras. Ele tem mais de 30 mil hectares e faz parte dos estados do Rio de Janeiro (que possui a maior parte do Parque) e Minas Gerais, chegando até a divisa com São Paulo. Além disso, ele é divido em duas partes, a Parte Baixa e a Parte Alta. Nós só visitamos a parte baixa, a parte alta é mais para trilheiros e aventureiros. Fomos seguindo o mapinha que nos foi entregue na portaria e parando o carro em cada atrativo. O caminho é muito gostoso, com muito verde ao redor. O forte da parte baixa do parque são as cachoeiras. O mergulho não é fácil, as águas são muito geladas, então precisa ter disposição. Mas as caminhadas pelas trilhas são leves, geralmente com menos de 600m de distância e, num ritmo bem tranquilo, você chega aos principais atrativos. Resolvemos fazer o caminho de trás para frente, então fomos em direção à Ponte do Maromba. Estacionamos por ali (há sanitários no local) e descemos um lance de escadas que nos levaria até a Piscinal Natural do Maromba. Que cenário maravilhoso! Logo após, seguimos a pé para o outro lado da ponte, subimos alguns lances de escadas e achamos uma bifurcação: Cachoeira Itaporani e Cachoeira Véu de Noiva. Escolhemos primeiro a Itaporani por ser mais longa (520m) e depois fomos visitar a Véu de Noiva (260m). Depois, voltamos pro carro e fomos até o Centro de Visitantes. No local há exposições com acervos botânico, zoológico e petrológico, além de outras informações sobre o parque. Então, seguimos para o Lago Azul, um lindo poço com águas cristalinas. Para acessá-lo deve-se percorrer uma curta trilha à pé e descer uma escadaria com aproximadamente 120 degraus. Há uma segunda opção de trilha, mais longa e sem degraus, mas optamos pelas escadas. A última parada foi no Mirante do Último Adeus, que oferece uma vista panorâmica do parque, do Vale do rio Campo Belo e da Serra do Mar. Como fomos no mês de setembro e durante a semana, a água estava gelada e atraía pouquíssimas pessoas para um mergulho. No verão deve ficar bem mais movimentado. Em contrapartida, chove mais nessa época e é preciso tomar cuidado com as perigosas trombas d’água. Além das cachoeiras e demais atrações relatadas, você também pode visitar os Três Picos, que é uma trilha mais pesada, por ser íngreme em quase toda sua extensão de 6km, por isso você precisa de um guia e quase o dia inteiro para fazer esta trilha. À noite, resolvemos conhecer o Sr. Duíche. Chegando em Penedo eu vi o restaurante e achei o nome super criativo, além de ser uma hamburgueria artesanal, coisa que eu amo. Lá, os hambúrgueres são criados a partir de experiências culturais e gastronômicas: histórias, pessoas e lugares fazem parte das receitas inspiradas em pratos típicos de todas as regiões do Brasil. São mais de 20 receitas diferentes! Eu pedi o Sr. Costela (R$35,90) e o Felipe, o Sr. Churrasco (R$36,90), acompanhados de batata rústica e mandioca frita. Destaque para o catchup de goiaba delicioso. Para beber, tomamos uma cerveja artesanal. Além do sabor inconfundível, o Chef João Fernandes criou o canal no Youtube Viajando no Hamburguer, onde apresenta suas viagens pelo Brasil e as criações das receitas de hambúrgueres inspiradas na culinária típica de cada região. O restaurante abre de terça a domingo, de 18h as 23h. TERCEIRO DIA (18/09 - quarta-feira): Na quarta-feira, resolvemos fazer um bate-volta na Serrinha do Alambari. A partir do pórtico de Penedo, seguimos por aproximadamente 5km pela estrada que leva a Mauá até encontrar uma placa indicando a Serrinha. A partir dela, percorremos mais 5km e chegamos a uma praça. Nesse trajeto, o Google Maps nos ajudou. Então, vêm outros 2km até o Camping Club do Brasil (onde ficam a maior parte das cachoeiras). Vale ressaltar que o caminho até ao camping não é dos melhores: há muitos buracos, mas estávamos de Celta 1.0 e rolou. Quem não vai acampar pode pagar R$14 (baixa temporada) pelo day use do espaço, que inclui, além das cachoeiras, um espaço para fazer lanches, usar o banheiro e descansar. Dentre as cachoeiras, visitamos o Poço das Esmeraldas, Poço Dourado e Poço do Bananal. A cerca de 2,5km de estrada de terra toda esburacada novamente, está a propriedade onde ficam os poços do Céu e dos Dinossauros. Nós não visitamos! A entrada sai a R$35 no mínimo (pagamento em dinheiro apenas/peguei valor em um blog). À noite resolvemos sair um pouco do convencional e ir experimentar um rodízio de comida japonesa. O Kazoku fica bem pertinho da Pequena Finlândia, ao lado do Bar da Brahma e do Shopping do Papai Noel. Um super diferencial é o estacionamento próprio, o que em Penedo é coisa rara. Nós comemos entradinhas, temakis, makimonos, e claro, sobremesas. O ponto alto foram as peças exclusivas do Kazoku, como o Kazoku Hot, que você só encontra lá, e tem um toque todo especial do chef. Nós também provamos o Harumaki Kit Kat Kazoku, que não consta no rodízio, mas ficamos curiosos e o sabor foi incrível. O rodízio custa R$68.90 no dinheiro/transferência e R$74.90 no débito e crédito. QUARTO DIA (19/09 - quinta-feira): Hoje foi dia de fazer check out em nosso hotel em Penedo e subir a Serra de Visconde de Mauá. Saímos bem cedinho, lá pelas 10h e chegamos em Visconde de Mauá pelas 11h. Não fomos direto para nossa pousada, mas sim, aproveitar as cachoeiras de Maromba e Maringá, que são duas vilas pertencentes à Mauá. ATENÇÃO: Leve dinheiro trocado e esqueça seu sinal de celular por aqui! Primeiro fomos na Cachoeira de Santa Clara, uma das mais bonitas que visitei. Há indicação de placas e o GPS (quando já atualizado) chega lá. Mas lá não tem sinal algum, então fique atento. Dá pra parar o carro bem em cima e seguir uns passos, sem dificuldade. Mas, claro, resolvemos escolher o lado difícil, então erramos o caminho e fomos pelo outro lado. "Invadimos" uma propriedade particular sem querer e saímos do outro lado da cachoeira. A vista foi incrível, valeu a pena! Logo depois, voltamos ao carro e seguimos em direção à cachoeira Véu de Noiva. Você chega numa rua sem saída (ao lado de uma pousadinha), estaciona e segue a trilha bem fácil até ela. Havia um arco-íris na água, estava linda! Então, finalmente, fomos conhecer as duas mais famosas da região! Primeiro fomos na Cachoeira do Escorrega, que é o cartão postal de Visconde de Mauá. Ela fica 3km acima da vila da Maromba. Há um estacionamento pago, mas paramos um pouco antes para não precisar pagar. Para quem está hospedado nos arredores da Maromba, dá para ir na caminhada. A cachoeira é um tobogã natural que foi esculpido pela natureza após uma forte tempestade em 1966, permitindo um deslizamento perfeito que desemboca numa piscina natural profunda de águas limpas e geladas. É muito divertido, mas apenas para os corajosos! Depois de aproveitar tudo e mais um pouco da Cachoeira do Escorrega, paramos num dos poucos bares do local para tomar uma cerveja artesanal e fomos conhecer o Poção 7 metros. O poço tem sim sete metros de profundidade e uma pedra serve de trampolim natural para o mergulho - mas é preciso ficar atento à correnteza e à profundidade. É no caminho para a Cachoeira do Escorrega, então, mesmo se não for pular (como eu), vale a visita. Ainda tinha muita coisa pra gente aproveitar, mas como só reservamos uma diária na pousada, fomos aproveitá-la. Porém, indico mais dois passeios legais para fazer por aqui: o Parque Ecológico Cachoeiras do Santuário e o Vale do Alcantilado. No Parque Ecológico Cachoeiras do Santuário há várias cachoeiras, dentre elas, as dos Milagres, Água Santa, Poço dos Anjos, da Fada, Mina de Ouro, do Santuário, das Cortinas. Há uma cobrança para visitá-lo, mas não foi dessa vez que conseguimos. O Vale do Alcantilado fica em uma propriedade particular localizada dentro do Sítio Cachoeiras do Alcantilado. É preciso pagar uma taxa de entrada. São nove cachoeiras e há chalés e restaurante. Faremos com certeza na próxima visita! HOSPEDAGEM Em meio à deslumbrante natureza de Visconde de Mauá, a Pousada Recanto da Serra oferece chalés e suítes charmosos e aconchegantes (em média R$350 por diária), cada um com uma decoração diferente, conforme o nome de origem. Eu fiquei no chalé China e a decoração era muito legal! Todas as acomodações possuem TV a cabo, DVD, frigobar, lareira, wifi, secador de cabelo, ar-condicionado e lençol térmico (os dias podem ser quentes, mas as noites são bem frias). Há opções de chalés com hidromassagem, sauna e ofurô, de acordo com a acomodação. O China tem os 3! Situada em local tranquilo e reservado (você só ouvirá o canto dos pássaros) a apenas 200m do centro de Maringá, onde você conta com várias opções de restaurantes e lojas. O café da manhã é colonial, oferece mais de 20 especialidades e é servido diretamente no chalé (chega numa cesta muito fofa), em horário previamente combinado. A pousada possui estacionamento próprio e recebe crianças de todas as idades, além de ser petfriendly! Com avaliações 5 e 4,9 no TripAdvisor e Booking, respectivamente, a pousada com certeza é a sua melhor opção em Visconde de Mauá. Procure a Cátia e diga que eu indiquei, ela com certeza irá fazer a sua experiência ainda melhor. À noite, fomos conhecer o Cogumelo Bistrô. O restaurante fica bem pertinho da pousada, podendo ir andando se desejar. E claro, os cogumelos são introduzidos em todos os pratos. Há opções para vegetarianos e veganos também. A experiência começou com um ritual: provamos uma cerveja de cogumelo (R$28) e, logo após, nos foi servida uma cachaça infusionada com jambu (R$9 a dose), que deixou nossas línguas levemente dormentes, o que serve para abrir as papilas gustativas e aguçar o paladar. De entrada, saboreamos o cogumelo na pedra (R$36). Para o prato principal, o Felipe foi de filé ao Barringon (R$69) e eu escolhi o bobó de cogumelos (R$54), que estava extremamente gostoso. A farofinha que acompanhava era espetacular! Para finalizar o ritual, tomamos um chazinho de cogumelos delicioso (R$15). Foi uma verdadeira experiência gastronômica! Para quem curte gastronomia, não deixe de ir. QUINTO DIA (20/09 - sexta-feira): Se pudéssemos, ficaríamos até sábado para voltar a visitar as cachoeiras de ontem, pois gostamos bastante. Mas, não deu, né?! Fica para a próxima. Siga-me no instagram para ficar por dentro de todas as minhas viagens e dicas: https://www.instagram.com/nani.etc/
  2. Olá pessoal. Acabei de voltar de um mochilão no nordeste, de ônibus e sozinha. Como há poucas informações sobre transportes e rolês sem sem agência, vou me ater às informações técnicas. Além disso, como ninguém fala sobre as vilas, falarei um pouco delas. Infos gerais _Data: 27/11/2018 a 28/12/2018 (32 dias e 31 noites) _Início: Salvador - BA _Fim: Natal - RN _Gastos com hospedagem (hostels, pousadinhas baratas ou airbnb): R$1624 (em média 52,5/noite) _Gastos com transporte intermunicipal: R$478 _Gastos gerais (sem passeios): R$1507 (em média 47/dia) Comentários gerais _Foi super tranquilo chegar nos lugares e fazer passeios por conta, embora as informações te direcionem pro contrário. _Só tive que pegar uma lotação entre Itanhi e Pontal (caminho para Mangue Seco). O resto tudo de ônibus ou van. _Alagoas foi o melhor lugar para viajar, pois eles possuem sistema de transporte complementar (vans) regulamentado. Os horários podem ser verificados no site: http://www.arsal.al.gov.br/servicos/transporte/quadro-de-horarios _Não peguei carona (só de barco em Mangue Seco). _Em relação a abusos, sofri apenas 1 explícito, em Mangue Seco. Tive mais 2 casos em que tive que ficar alerta, em Maragogi e em Tambaba. Explicarei depois. Dicas gerais _Se for pegar lotação (carros que param no meio da estrada para oferecer transporte/uber/carona): anote/fotografe a placa, na frente do motorista. Mande para alguém ou pelo menos finja que está combinando de encontrar alguém. Não passei nenhum perrengue em relação a isso, mas melhor se prevenir! _Se for viajar sozinho e não quiser gastar muito com comida: carregue uns 2 tapewares médios. Os PFs são muito grandes, e as vezes caros, então eu sempre pedia, comia um pouco e guardava o resto para os outros dias. Ou também quando fazia comida no hostel, fazia a mais e guardava pra depois. _Se sofrer algum tipo de assédio, fale que sua família está esperando logo ali. Não deixe claro que está sozinha. _Preferi usar calças e camisetas largas e confortáveis nos trajetos, tanto para não chamar a atenção, quanto para não grudar a perna no banco e para não machucar o ombro com a mochila. Linha Verde - BA (Praia do Forte e Imbassaí) _Transporte Salvador - Praia do Forte há ônibus da Linha Verde (LIS) saindo da rodoviária de Salvador, e passando pelo aeroporto. No aeroporto um passa 9h40 (mas não passa sempre) e outro às 13h40. Esses ônibus fazem sentido Sauípe, e param na maioria das entradas das cidades do caminho (mas não entram em todas). Acho que custa uns R$10 (não tenho certeza). há também vans da Linha Branca, que passam toda hora na frente do Shopping Salvador Norte. Custa R$8,40. Demora ~1h até a praia. (Para chegar ao ponto, é necessário pegar um ônibus convencional no aeroporto, por R$3,70, descer na frente do Shopping e atravessar a passarela. Nesse ponto também passam ônibus da LIS, em mais horários). os ônibus e as vans entram na Praia do Forte e param bem pertinho da rua principal. _Transporte Praia do Forte - Imbassaí pegar as mesmas vans ou ônibus que saem de Salvador e passam perto da rua principal de Praia do Forte quase toda hora. A van custa R$3 e demora ~0h30. eles não entram na cidade, param na estrada perto de um ponto de mototáxi, que custa R$5 até a vila. Eu acharia longe para ir a pé de mochila, mas é possível. _Transporte Imbassaí - Sauípe ou Conde (não fui) as vans que saem de Salvador em geral tem destino final em Sauípe, com as quais é possível fazer quase toda a Linha Verde. há apenas um ônibus (LIS) que vai para Itanhi, e passa na estrada de Imbassaí às 12h45. Entra em Sauípe e em Conde (o que peguei não foi até a praia de Conde, apenas até a vila, mas quando pedem ele vai até a praia). No restante das cidades só para na estrada. _Infos Praia do Forte Hostel Praia do Forte (Hi hostel) muito bom, com café ótimo, e dá entrada grátis ao Projeto Tamar. R$72/noite. vilazinha bem charmosa. Rua principal com muitas lojas chiques, mas também tem vida local, e algumas coisas não caras. Na rua ao lado já tem botecos e coisas mais simples. Dá pra passar horas caminhando ou sentando na rua, e super seguro. Há uns condomínios e hotel toscos que impedem o acesso a praia, mas pelo menos não são visualmente ofensivos. é possível fazer todas as praias a pé. para ir ao castelo, compensa alugar uma bike na vila (R$5/ 30 min). Tem ciclovia em todo o trajeto. _Infos Imbassaí Eco Hostel Imbassaí é legal, mas achei longe da cidade. Tem que passar por estrada de terra escura, com cobras e sapos, e por uma estrada meio erma, cheia de muros. Não dá pra ficar indo e voltando da cidade toda hora. Mas é perto de uma prainha do rio bem gostosinha. R$50/noite. vilazinha meio capenga de dia. A noite tem um pouco mais de vida na pracinha e na orla, mas não foi minha vila favorita. não gostei da praia, pois mar é bravo, não tem sombra e precisa ficar em bares. Mas orla do rio é bem bonita. restaurante Zôião, na beira do rio, é mara. Mangue Seco - BA e Pontal - SE _Transporte Imbassaí - Mangue Seco Imbassaí - Itanhi: ônibus LIS passa na estrada de Imbassaí às 12h45. Custa R$28,30. Demora 3h30. Itanhi - Indiaroba: van Coobase passa na estrada de Itanhi às 16h20. Custa R$5 (não peguei). Indiaroba - Pontal: há algumas vans, mas dizem que não passa aos domingos, e é necessário pegar táxi. (não peguei) quando eu estava na estrada de Itanhi passou uma lotação (carro particular) para Indiaroba por R$5. Peguei e comentei que estava indo para Pontal, e ele acabou me levando até lá por R$30. Demorou uns 0h30. Pontal - Mangue seco: há infinitos tipos e valores de barco. Aparentemente tem um de linha que custa uns R$15, mas não sei os horários. Sempre vão tentar te vender as lanchas caras (até R$130). Maaas tem várias famílias que fazem o trajeto todo dia (para trabalhar nos restaurantes) e dão carona de canoa R$0. _Transporte Mangue Seco - Aracaju Opção 1 - Mangue Seco - Pontal - Aracaju: há vans da Cooperbase que saem de Pontal e vão direto para Aracaju, pelo litoral, entrando em todas as cidades. Passam na Igreja de Pontal às 13h25 (parece que tem um às 5h30. e parece que as voltas de Aju - Pontal são às 9h e 17h. não tenho certeza!). Custa R$17. Tem opções para as 2 rodoviárias de Aju. Opção 2 - Mangue Seco - Ponta do Saco - Aracaju: é possível pegar a mesma van saindo da Ponta do Saco (deve passar umas 14h). Mas de Mangue para Pontal é necessário pegar lancha particular, e deve ser caro. Pelo que vi no caminho, não tem nada de interessante em Ponta do Saco, então acho que não vale a pena. (não fui) Opção 3 - Mangue Seco - Coqueirinho - Estância: há uma van para Estância que sai do vilarejo de Coqueirinho às 5h30. Para chegar em coqueirinhos é possível pegar o trator dos trabalhadores, que sai de Mangue no fim da tarde. Aparentemente há uma pousada em Coqueirinhos, mas ninguém soube informar. De Estância devem ter vários horários para Aju. (não fui) Opção 4 - Mangue Seco - Pontal - Estância: há vans da Cooperbase saindo de Pontal em alguns horários pela manhã. O último é 12h30. De Estância devem ter vários horários para Aju. (não fui) _Infos Pontal só tem a Pousada do Givaldo. Estava bem largada, e ele me cobrou R$60 sem café. Ele vai te dizer que só tem ônibus para Aracaju as 5h (pois assim vc terá que passar a noite lá), mas não é verdade! cheguei a noite em Pontal e não quis arriscar achar um barco para Mangue Seco, acabei pernoitando na cidade, mas se tiver como atravessar, não compensa ficar lá. vila é simplizinha e tem seu charme. Se resume em uma rua com vista linda para o rio e Mangue Seco, uma mercearia e uma igreja; e outra rua de casas. Pouca gente na rua. Na 'ponte' (cais) tem uns botecos e restaurantes, mas em geral só homens. Não tem caixa eletrônico. _Infos Mangue Seco Pousada Chão de Areia, na frente do rio, moças fofíssimas, super limpa, café ótimo. R$70/noite. vila muito charmosa, bem simples, com chão de areia e calçadão na frente do rio com golfinhos. eles vão tentar te vender passeio de buggy, mas é super tranquilo atravessar as dunas a pé. Com chapéu e protetor, claro. as infos dizem que não vale a pena pernoitar lá, mas eu adorei, e tem várias pousadinhas e hostel (estava fechado quando fui). Os restaurantes não são baratos, mas tem algumas opções de tapioca e pastel. Não tem caixa eletrônico e não vendem frutas no mercado. CUIDADO COM ASSÉDIO: fui bater perna pro lado do mangue, segui uma estradinha depois do Hotel Village Mangue Seco, com umas casinhas autoconstruídas, depois não tinha mais nada (era a estrada pra onde ficavam os quiosques antigamente). Quando percebi, um moleque que morava numa das casas (+-15 anos) começou a me seguir e a dizer coisas, eu não dei bola, e ele começou a gritar e se masturbar. Voltei rápido e falei que meus pais estavam me esperando. Aracaju - SE _Infos Aracaju: Aju Hostel (Hi hostel) muito bom, café sucessudo, quartos confortáveis e piscina. Perto da orla de atalaia e do terminal de ônibus. R$55/noite. Hóspedes do hostel tem acesso gratuito ao Projeto Tamar. possível fazer tudo de ônibus, tem bastante infos pelo App Moovit. tem um 'ônibus do forró' que sai às sextas (acho que 14h) da frente do Projeto Tamar, e faz o roteiro turístico, com paradas, e por R$0. Volta para o ponto de saída. (não peguei) tem 2 rodoviárias, uma no centro (antiga) e outra já na saída (nova). Em geral a nova tem mais opções para quem quer ir para São Cristóvão, Laranjeiras, e outros. (não fui) Penedo - AL e Piaçabuçu - SE (foz do Rio São Francisco) _Transporte Aracaju - Penedo: Opção 1 - Aracaju - Neópolis - Penedo: tem vans da Coopertalse para Neópolis saindo da Rodoviária Nova quase de hora em hora. Custa R$19, demora 3h. A van para no cais de onde saem barcos para Penedo R$3,5, demora 0h30. Ps: Se estiver com horário apertado e for de ônibus para a rodoviária, pode parar no ponto logo antes da rodo (fica do outro lado da pista, antes de ele fazer o retorno), pois a van passa lá também. Opção 2 - Aracaju - Penedo: tem ônibus da Águia Branca às 14h50, saindo da Rod. Nova. Não sei quanto custa e demora bem mais. _Transporte Penedo - Piaçabuçu: saem muitas vans ('transporte complementar') para Piaçabuçu. Em geral entram nas vilazinhas do caminho, bem simpáticas. Em Penedo as vans saem da rodoviária, mas param em alguns pontos do centro e da via principal (acho que Av. Getúlio Vargas).Custa R$4, demora 1h. _Transporte Penedo - Maceió: vans saem quase de hora em hora da rodoviária, entre 5h e 16h15. É possível pega-la de outros pontos da cidade, mas pode não conseguir ir sentado. O trajeto é pelo litoral, mas entra apenas em Piaçabuçu. Custa R$30, demora 3h30. _Transporte Penedo - Piranhas: meu plano inicial era ir margeando o rio São Francisco, mas não tem caminho direto. Teria que pegar uma van de Penedo para Arapiraca (tem muitos horários), e de lá outra para Piranhas. Como não tinha certeza dos horários de Arapiraca para Piranhas, preferi não arriscar, e fui via Maceió (com passadinha em Maragogi). _Infos Penedo Pousada do Lucena foi a mais barata que encontrei. É ainda no centro histórico, mas achei longinho dos principais pontos (pois a rua era meio vazia), então não dava pra ficar indo e voltando toda hora. A pousada é bem simples, não muito limpa, mas o cara é muito simpático e muito disposto a ajudar, fazendo várias comidas no café, disponibilizando frutas, sucos e pães ao longo do dia. Também usei a cozinha, como se estivesse num hostel, ele me deu inclusive ingredientes para usar. R$50/noite. a parte histórica é muito bem conservada, mas meio vazia durante o dia, e a prainha bem agitada. A noite fica bastante gente nas praças. Tem opções baratas de comida (R$12/kg). Depois do centro histórico a cidade é grande e normal. Não me empolguei de ficar lá. _Infos Piaçabuçu embora as fontes turísticas digam que não há hospedagem na cidade, eu vi uma na beira do rio, Pousada Santiago, mas não sei quanto custa. a orla é bonitinha, com restaurantes e botecos. Mas fora isso a cidade não tem nenhum charme, e não tive vontade de passar nenhum tempo lá. Não tinha nenhum movimento turístico na segunda-feira. Ruas asfaltadas, cheias e sem sombra. o passeio para a Foz custa entre R$70 e R$100. Eu não ia fazer, e nesse dia também não vi nenhum barco saindo. é possível pegar barco local até Brejo Grande - SE. O caminho é bem bonito (mas não tem nada de dunas, nada a vez com o passeio da Foz), e para em 3 cais, 2 deles bem bucólicos, e outro num restaurante, mas com uma micro prainha sombreada. O barco sai se tiver no mínimo 2 passageiros. Custa R$5 cada perna. Maragogi - AL _Transporte Maceió - Maragogi Opção 1 - Maceió - Maragogi: há vans saindo da rodoviária de Maceió às 5h30, 7h40, 11h20, 13h25, 16h30, 18h20. Custa R$22 e demora 3h30. Essa van vai pelo litoral só até certo ponto, e de lá sobe para Porto Calvo. Para a volta há vans saindo de Maragogi às 4h50, 5h50, 9h20, 12h, 14h40, 17h. Opção 2 - Maceió - Porto Calvo - Maragogi: há vans toda hora de Maceió para Porto Calvo e de lá para Maragogi. Custaria R$17 + R$7, mas se conversar eles fazem R$22 e te embarcam em Porto Calvo já na próxima van para Maragogi. Custa R$24 e demora 3h30. _Infos Maragogi Hostel da Praia bem simples, mas muito barato, pessoal muitíssimo simpático, café bom e à beira mar. R$35/noite. a vila é meio bagunçada fora da orla, e não tem charme, mas é super tranquilo caminhar por lá, tem comércios baratos, feiras, etc. Na orla estão todas as pousadas, lojas, restaurantes turísticos, mas também tem coisas bem baratas (self service por R$12). falam que não é possível ir da cidade para Antunes a pé, mas achei super viável. Demorou um pouco, mas o caminho é lindo. Necessário estar com maré baixa, pois tem uns pontos que não tem passagem, e tem um rio no caminho. tem várias vans saindo do centro que vão para as praias (Antunes, Xaréu...), custa R$3 e passa sempre. CUIDADO COM ASSEDIO, meninas: estava indo pra estrada, pela saída de Xaréu, pegar a van, não tinha mais ninguém por perto. Um cara de bike tinha acabado de passar de bike, e quando me viu sozinha, começou a voltar. Por sorte a van surgiu e ele 'desvoltou'. Então acho melhor pegar a van saindo de Antunes, que é mais movimentado, e não a noite. Piranhas - AL e Canindé - SE (Cânions do Xingó) _Transporte Maceió - Piranhas as informações dizem que há vans da rodoviária de Maceió para Piranhas às 11h30 e 12h40. Achei estranho, e no dia que fui (sábado) disseram que só tem o horário das 12h, e que de domingo não tem. É necessário, portanto, ligar para o Ricardo para combinar (82) 99986-6262. Custa R$49 e demora 5h30. Ela sai com destino 'Xingó'. em Piranhas a van deixa na porta do lugar em que você for ficar!!!! a van vai até Canindé - SE também, de onde saem os passeios para os Cânions. é possível também pegar a van para Delmiro Gouveia, descer no posto da entrada de Piranhas, e de lá pegar outra van ou mototaxi. _Transporte Aracaju - Canindé tem vans da Coopertalse de Aju para Canindé, mas não sei quanto custa e se vai para Piranhas também. _Transporte Piranhas - Recife Piranhas - Delmiro Gouveia: van sai de hora em hora, a partir das 6h até as 17h. Custa R$10 e demora 1h30. A van sai da rodoviária umas 6h30, mas ela passa de porta em porta buscando antes, necessário ligar para agendar (não tenho o número, pedir na hospedagem). Tem que pedir para entrar na rodoviária de Delmiro, que é bem na entrada da cidade. Delmiro Couveia - Recife: tem ônibus da viação Progresso às 7h50, 22h e 22h30 (leito). Custa R$99 e demora 7h. Esses ônibus saem de Paulo Afonso 1h antes, mas é mais longe de Piranhas. Eu fui de manhã, achando que a estrada seria mara, toda cheio de sertão, mas na verdade não tinha nada demais, então acho que compensa ir no da madrugada. _Infos Piranhas o hostel que vi era meio longe do centro, e bem caro (R$105/noite). preferi ficar num Airbnb (Aconchego Ramon e Alê), melhor lugar! Também longe do centro, mas perto dos mirantes, com quintal fofo, pessoas fofas, que estavam de férias e me levaram pros passeios, me mostraram coisas (pois além dos passeios turisticos, é bem dificil arranjar coisa pra fazer, necessário tem pessoas locais junto). R$65/noite, sem café. o centro histórico é muito bonito, mas não tem movimento nem serviço nenhum durante o dia, porque todo mundo sai para passeio. A prainha do centro é bem cheia de locais no fim de semana, e tem alguns restaurantes. não dá pra chegar na cidade histórica a pé (eu adoro andar a pé, mas é uma estrada sem acostamento e sem calçada). Então é necessário pegar mototáxi R$4. Tem sempre e dá pra chamar também. só tem caixa eletrônico na parte alta, e da caixa econômica. _Infos Canindé/ Cânions os passeios para os cânions saem de Canindé. Tem um que sai do Karranca's (R$110) e outro mais barato (R$90), mas este sai da praia da Dulce, e o táxi ia cobrar R$80 até lá. Para o Karrankas também é necessário pegar mototaxi, mas não sei quanto dá pois fui de carona. dei uma volta por Canindé (de carro com o pessoal da casa), mas não tinha nenhum charme. Tem serviços (bancos, lotéricas, etc), prainhas e botecos. vale tbm passar pelo mirante da hidrelétrica. possível também fazer visitas guiadas. um morador disse que é possível ir até a beira dos cânions de carro, mas não tenho certeza. João Pessoa e Conde/Jacumã - PB (Praias de Tambaba e Coqueiro) _Jacumã é um distrito do município de Conde. É onde ficam as praias. A sede de Conde não é no litoral. _Transporte Recife - Jacumã Recife-Conde: necessário pegar e pagar o ônibus até João Pessoa, que sai sempre, e custa R$44 e demora 2h30. Conde-Jacumã: dá para pedir para descer na entrada de Conde, mas é no meio da rodovia, e de lá entrar na outra estrada e pegar um ônibus (que sai de JP e vai para Jacumã). Os onibus de JP-Jacumã passam de hora em hora, já era noite, e preferi não arriscar, então dei uma passada em JP. Durante o dia ou acompanhado acho que é tranquilo. _Transporte João Pessoa - Jacumã tem um ônibus metropolitano 5301 que sai de trás da rodoviária de JP. Ele também passa pela lagoa e pela praça Evandro Neiva. Custa R$7,50 e dura 1h30. Desce no centro de Jacumã (perto da Praia do Amor). tem também um ônibus que sai do shopping Mangabeira. Este vai pela orla, mas eu só soube depois, e não peguei. para voltar para JP, no ponto do ônibus de Jacumã tem umas lotações, mas preferi não pegar. _Infos Jacumã/Tambaba Hostel Ruanda's bem simples, mas simpático e barato (pois todo o resto que vi era bem caro). Donos muito simpáticos. Achei longinho do centro, pois a rua é escura e deserta, mas é perto do maceiózinho. R$40/noite, sem café. Tem um tal de Pousada do Inglês, que é hostel, perto da praia do amor, mas não sei como é. o centrinho da cidade é fofo, mas o resto se resume a uma rodovia com pouco iluminada e meio erma. a praia do amor fica no centro, tem também uma prainha fofa com um maceiózinho, perto da cidade. O resto é tudo longe e necessário pegar mototáxi. é possível ir para Tambaba a pé, é bem longe e quente, mas o caminho é lindo. No dia que fui não tinha ninguém no caminho. Chegando na beira de tambaba parece que não tem saída, mas é só achar uma entradinha para uma micro trilha! voltei de Tambaba de mototáxi. O ideal é combinar antes, pois lá não tem sinal e eles não fazem ponto lá, mas consegui achar um. Cobram R$12. é possível ir e voltar de Tambaba também com um ônibus que vai as 6h e volta as 17h. CUIDADO COM ASSEDIO, meninas: em Tambaba, na praia de nudismo, a galera é bem tranquila, mas tem um funcionário do restaurante que ficou me cercando, me espiando e forçando para falar comigo. Me deu bebida, mas não convém aceitar, e fui embora antes de esvaziar e escurecer. _Infos João Pessoa fiquei aleatoreamente no Hostel Parahyba, numa casa muito linda, no Bessa. É perto da praia, mas muito ruim de serviços a noite (as 20h só consegui uma barraquinha de cachorro quente). Tem a praça do caju, com feira, mas não consegui chegar lá. Ruas desertas residenciais. R$40/noite. o ônibus 513 (e acho que o 510 também) é a alegria dos viajantes. Passa pelo Bessa e por Manaíra (onde ficam os hostels), pela parte turística (tambau, mercados), pela lagoa, pelo centro e pela rodoviária! Custa R$3,55. tentei descer do ônibus na lagoa e visitar o centro histórico de mochilão, mas as coisas são longe e tumultuadas, não consegui chegar. Tibau do Sul/Pipa - RN _Pipa é um distrito do município de Tibau do Sul. _Transporte João Pessoa - Pipa JP - Goianinha: necessário pegar e pagar ônibus da Viação Progresso para Natal. Custa R$35 e demora 2h até Goianinha. Outras empresas fazem também. São poucos horários. Goianinha - Pipa: descer em Goianinha, no meio da estrada. De lá, andar um tanto até a igreja (tem que ir pedindo informações sobre a van). Pegar a van para Pipa. Custa R$4,50 e demora 0h40. _Transporte Pipa - Natal Opção 1: Transfer Pipa - PontaNegra/Aeroporto: normalmente custa R$70, mas peguei promoção por R$35. Necessário agendar. São poucos horários (8h, 12h,18h e 22h). Demorou 2h30 até Ponta Negra e 3h30 até aeroporto. Pega na porta da hospedagem e deixa na porta da hospedagem ou do aeroporto. Pra quem não conhece Natal e vai pro aeroporto, a van é legal pois passa por toda a Ponta Negra, pelas dunas e por toda a orla! Opção 2: Pipa - Rodoviária de Natal: Tem alguns horários de vans de Pipa para a rodoviária de Natal, mas de lá tem que pegar outros ônibus para ir pra Ponta Negra ou para o Aeroporto. Deve custar uns R$15, não tenho certeza. Opção 3: Pipa - Goianinha - Natal: tem vans toda hora para Goianinha. Lá tem que andar até a estrada e pegar algum ônibus que esteja indo para Natal, ou alguma lotação. (não peguei) _Infos Pipa, Sibaúma e Tibau Hostel do Céu, muito bom, café maravilhoso, perto de tudo, piscina e lindo jardim. R$45/noite. a vila de Pipa é bem simpática, mas bem turística. Muitos comércios, vários preços de restaurantes (self service por R$16). Da pra ficar sassaricando com celular na mão, sem medo. aluguei uma bike (R$40) e fui para Sibaúma. Lá tem um rio, mas pouco charme nas construções, mas o caminho é lindo, dá pra ir pela praia (na maré baixa) e voltar pelas falésias. aconselho ir ao Santuário Ecológico. Ninguém fala dele, mas são trilhas muito bem cuidadas, com vistas maravilhosas para as praias e golfinhos, bem tranquilo, sem muvuca. Entrada custa R$15. Dá pra ir a pé ou de van (R$3). o parapente é maravilhoso, passa pelas falésias. É caro (R$200), mas vale a pena. A tenda fica perto do mirante de Cacimbinhas. vale a pena pegar van (R$3) para ir para Tibau. Vilazinha charmosinha e bem calma, com praia calma, sombra e piscinas naturais (à direita), rio e bares à esquerda, com por do sol maravilhoso. peguei uma balsa da praia do giz para o outro lado (dunas e caminho para Natal), mas não tinha nada, só vale pelo micro passeio no rio (R$8 cada trecho). Foi isso. Boas viagens.
  3. Olá, td bem?? Eu e meu marido fomos de carro para a região de Visconde de Mauá/RJ, partindo de Campinas/SP. Hospedagem: Ficamos na pousada Cantinho da Montanha (Maromba/RJ). A pousada é simples mas tem uma vista linda para as montanhas de minas e um café da manhã delicioso com td caseiro feito pela Iracema. Pegamos o quarto simples e tem mtas escadas pra subir , porém quanto mais alto mais linda é a vista. Foi um bom custo-benefício (R$90/dia). Dia 1: Partimos direto para Resende conhecer a Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN). É enorme, organizado e gratuito. Os cadetes acompanham a visita contando a história da academia que foi criada por D. João VI em 1810. Por sorte, teria formatura de cadetes no dia seguinte e pudemos acompanhar os ensaios. Foi uma grata experiência. De Resende fomos para Penedo. Almoçamos no restaurante Truta Viva (https://www.facebook.com/trutaviva/), fica láaaa em cima da montanha pertinho do céu kkkk... o local é lindo, com mto verde e com lagos de trutas. Vá sem pressa pra apreciar cada cantinho. A forma mais legal de degustar é pescar a truta!!! Sim, lá tbm é pesque e pague. Vc escolhe a forma de preparo e acompanhamentos e só resta apreciar a famosa trutinha nesse lugar mara. Nós começamos com uma entradinha de pães variados e 3 patês (truta defumada, truta marinada e trutella). Depois partimos para a truta grelhada (que pescamos) ao molho da casa e ao molho de pinhão + batata saute + pirão. Finalizamos com um strudel com sorvete. Que delícia de refeição. Anotem: pratos com trutas são a especialidade da região pois é um peixe de água gelada. Comemos em todos os restaurantes que fomos rsrsrsr Alimentados (mto bem kkk) fomos conhecer um pouquinho de Penedo. Que charme que é! Fomos na Pequena Finlândia, uma galeria a céu aberto que é a coisa mais fofa! Toda decorada, as lojas são lindas e os empórios de comida e chocolates são tentadores. Compramos a especialidade da região: patês de truta. Os patês são com diversas combinações mas levamos a de truta simples msm. Queijos, linguiças artesanais, licores etc tbm são deliciosos. Eles fazem degustação. Experimente o patê de mais de uma loja pois alguns tinham só gosto de maionese. Compramos o do Armazém da Vila. De Penedo para Maromba deu +- 1h montanha acima (com um pedacinho de estrada de terra entre Maringá e Maromba). O caminho parece um conto de fadas, é lindo, desfrute. Fomos direto para a pousada. Dia 2: Que lindo é amanhecer com a vista das montanhas! Coisa mais linda! Dia chuvoso... qdo deu uma estiadinha partimos conhecer as cachoeiras por perto. No caso foi só ver mesmo já que a cachoeira é gelada e estava friozinho. Fomos andando até Cachoeira Véu da Noiva e depois até o Poção dos 7 metros. Ambas dão pra ir à pé da pousada e são de facílimo acesso. Fim da tarde fomos para a Vila de Maringá. É lá onde se concentram os restaurantes e lojas. É lá tbm que tem a ponte de pedestres que interliga a Maringá do Rio com Maringá de Minas pois a cidade é cortada pelo Rio Preto. Vá dos dois lados e perceba a diferença entre elas. São lindas mas cada uma com sua personalidade... Jantamos no restaurante Zucchine (lado do RJ -https://www.facebook.com/zucchineristorante/). Vc come ouvindo o barulho do rio preto que passa ao lado do restaurante (no almoço deve ser ainda mais lindo). Gente, a experiência foi de estar participando de um ritual. Que comida maravilhosa!! Espia só: couvert com legumes assados, ricota temperada, focaccia, caldinho de 3 queijos/ entrada: polenta de frango com queijo minas e cogumelos/ prato principal: truta grelhada ao tapenade, fetuccine de brócolis, cebola crocante e outras coisas/ Sobremesa: merengue com redução de vinho. Foi demaissssss!!!!!!! Demais!!! Eles utilizam mtos ingredientes da região e de pequenos produtores. Só vá!!!!!!! Dia 3: Fomos ao Parque Trilha de Montanhas (https://www.facebook.com/trilhasdemontanhaparque/). É uma atração nova em uma propriedade particular. Paga-se R$15/pessoa para ir aos mirantes e cachoeiras/poços. O mirante mais alto fica a 1480m de altitude (mas fique tranquilo pois são apenas 545m de subida desde a base kkk). A paisagem lá de cima é de tirar o fôlego, linda demais. Pelo caminho tem pé de mexerica, azeda, mas tem kkk. Na descida vá passando pelos poços e cachoeira. Lá é mto bem estruturado: na base tem banheiros, para chegar nos poços tem cordas para auxiliar. Tranquilo e mto bacana...vale a pena. Vc fica lá o tempo que quiser, mas gastamos 2h sendo que ficamos um tempo lá em cima contemplando. Seguindo um pouco mais pra frente vc chega na Cachoeira do Escorrega. Uma pedra de uns 50m que os corajosos (sem juizo kkk) descem...quem conhece desce de pé...eu heim... lá tem restaurante e várias lojinhas Fomos almoçar em Maringá de minas no Café Maringá Bistrô (https://www.facebook.com/cafemaringabistro/). Um ambiente tão acolhedor que dá vontade de passar a tarde toda lá. Pensa numa música ambiente deliciosa e vc olhando para as montanhas através da janela. Ahhhh irresistível! De entrada pedimos panelinha de truta e bruschetta, td bem quentinho e delicioso. Prato principal: pedimos Truta a espanhola com arroz de açafrão, cogumelo e legumes e panqueca de truta (defumada+salmonada) com orapronobis e outros ingredientes e salada com flor comestível (PANC planta comestível não convencional). A panqueca participou da Temporada das Trutas que teve na região e como foi prato especial ainda não estava no cardápio mas foi sugestão deles. Amamos! Me senti mto phyna comendo PANC kkkkkkkkkk. De sobremesa torta de banana, sorvete artesanal e calda de chocolate. Coma rezando baby que é demais! Fomos para a Vila de Visconde de Mauá, uma vila charmosa, com casas antigas e igreja de 1912. É lá tbm onde fica a sede do Pq Estadual da Pedra Selada. Fim de tarde fomos tomar um café no Usina Zen (https://www.facebook.com/usinazen/). Fica numa linda casinha azul com decoração primorosa da Domitila. Tem mesas individuais e uma novidade para nós: uma mesa coletiva. Eu diria que mais que coletiva é uma mesa integrativa. Nos sentamos nessa mesa onde já se encontrava um casal, o Matias (filho da Domitila) tocando violão e a Domitila (depois foram chegando e saindo outros casais). Genteee que experiência incrível! Embalamos em vários papos enqto tomávamos o cafezinho! Aliás, a Domitila é uma atração a parte, que papo bom, qto talento (múltiplos: borda, costura, cozinha, tem blog etc etc etc), qto conhecimento que nos passou, nos contou histórias interessantíssimas de Visconde de Mauá e sua atuação na cidade. Ela tem 2 blogs: o Bem te Vi (https://bem-te-viviscondedemaua.blogspot.com.br/) relacionado ao turismo de Visconde e o Memórias da Vila (http://memoriasdavila.blogspot.com.br/), com histórias e informações da cidade. Foi de perder a noção do tempo. Fomos para um cafezinho e saímos de lá quase meia noite com mto conhecimento e novas amizades. Mas não ficamos só no café...Experimentamos uma sopinha delícia de legumes com torrada, manteiga e queijinho e as especialidades da casa: os famosos Vol au Vent. São massas folheadas com recheios. Pedimos o de frango e depois o de sorvete de creme com calda de pitanga e de maçã com chantily. Uma delícia francesa! Dia 4: Dia de ir embora, mas como Visconde era nosso caminho passamos novamente para conhecer a Aldeia dos Imigrantes lindo local com lojas, onde tbm fica o Centro Cultural de Visconde de Mauá. Iniciou-se nesse dia (03/12) o Bazar de Natal 2017 (até o início de janeiro) só com trabalhos de artesãos da região de Visconde. Obras de arte! Se estiver lá nessa época não deixe de ir. Planejamos uma viagem de exploração de cachoeiras. Diante do tempo não favorável para tal mudamos o rumo para gastronomia e experiências com os locais. Posso dizer que foi fantástico. Comidas de verdade com ingredientes naturais e da própria região, valorizando a cultura e economia local. Contato com moradores de forma tão prazerosa e descobrir que ali é um reduto de artistas das mais diversas áreas. Quanto aprendizado. Sou grata por tudo que vivemos esses dias! Acompanhe nossas viagens no Intagram @polymsousa.
  4. nnaomi

    Penedo e Itatiaia

    - Acesso: Pela Rod. Presidente Dutra, o acesso para Penedo é fácil e bem sinalizado, em Itatiaia - Existe ônibus circular em Penedo. Acho que é possível ir até as Três Cachoeiras e a Cachoeira de Deus, de ônibus - A Vila é bem pequena, mas sofisticada. Tem pousadas, restaurantes e lojas chiques, mas tem inúmeras opções de hospedagem e alimentação, procurando é possível encontrar algo mais razoável. Num final de semana comum, estava com certo movimento, mas ainda tranqüilo. Tinha bastante gente nas cachoeiras por conta do calor, aliás não sabia que fazia tanto calor em Penedo, achava que era mais fresco, mas uma pessoa da cidade disse que aquilo não era normal, talvez reflexo do aquecimento global. Mesmo a noite o calor não aliviou e foi necessário ligar o ar-condicionado. - Não sei se existe um artesanato típico da cidade, pois a maioria dos artigos que vi é de MG. Porém tem muitas lojas com artigos de decoração e várias fábricas de chocolate - Tem boa infra-estrutura, com posto de combustível, alguns caixas eletrônicos, farmácia, supermercado. - Não vi pernilongo. Tinha mosquito nas cachoeiras, mas não tenho certeza se era borrachudo, pois era muito grande para ser borrachudo. De qualquer forma, é bom sempre prevenir com repelente. - Para quem gosta de agito, o clima deve ficar bom no mês de julho. O local montanhoso, os chalés com lareiras, os restaurantes com fondues e as fábricas de chocolates indicam que é um roteiro típico para casais e que a alta temporada é o inverno. Porém para curtir as cachoeiras, só no verão, pois a água é bem gelada - A cidade é muito fofa, mas não tem muito que fazer, além de fazer compras e comer bem (chocolates, fondues, trutas, massas, comida alemã, etc.). Acredito que dê para conhecer o básico em um dia, curtir o centrinho charmoso e conhecer as cachoeiras. Porém, existem atrações interessantes por perto, como por exemplo, o PNI e Visconde de Mauá - Hospedagem: tem muitas opções, para todos os gostos e bolsos. Preferimos ficar perto do centrinho, mas quem quer sossego, pode ficar mais afastado, perto das cachoeiras, no meio das montanhas. Porém, com esse longo período de chuvas que tivemos esse ano, as estradas podem não estar muito boas, principalmente as mais afastadas. - Restaurantes são bons e normalmente à la carte. Porém vi uma opção self-service na avenida principal e acredito que deve ter outras opções mais em conta na Av. Brasil, na região de comércio local (não turístico) da cidade. A dica é perguntar aos moradores da cidade, bata um papo com um vendedor de alguma loja, que eles te indicam um restaurante BBB. - No geral, a cidade é cara. Artesanato e souvenir são caros
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