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  1. Olá viajantes, Em junho de 2019 aproveitei um feriadão para conhecer uma belíssima região de MG, famosa pelos seus queijos artesanais fenomenais. Mas se engana quem pensa que só tem queijo pra ver aqui. O lugar também é muito famoso pelo parque nacional da serra da canastra, onde se encontra a nascente do fundamental Rio São Francisco, o rio da integração nacional. Hospedagem: ficamos na principal cidade da região, que é São Roque de Minas, neste airbnb: https://www.airbnb.com.br/rooms/17631730, R$327 reais por 3 diárias; Casa simples, funcional, próximo a entrada da cidade, hospedagem sem frescura. Os principais atrativos do lugar são a visitação às fazendas produtoras de queijo e o passeio pelo parque nacional da serra da canastra. Além disso tem alguns lugares que tem cachoeiras e piscinass naturais deliciosas. Clima: seco e frio, frio demais! Em alguns momentos saia o sol mas só no máximo por 2 horas; Preço das atrações: vou ficar devendo, porque como já tem mais de 2 anos de viagem não lembro mesmo. DE qualquer modo estaria desatualizado. Carro: bem, li muito a respeito, pois o dilema era se a estrada do parque que vai até a parte alta da cachoeira casca d´anta era possível fazer de carro normal ou somente veículo 4x4. Após estudar bastante, chegamos a conclusao que na época seca era possível fazer o trajeto de veículo normal. O meu carro (Renault logan), é um pouco mais alto, então é mais tranquilo, mas vimos muita gente fazendo o trajeto com carro mais baixo (vi gente com honda civic). Claro que não é um percurso tranquilo, tem que ir bem devagar e estar preparado para as sacolejadas, mas chegamos sãos e salvos. Com certeza em época de chuva só é possível para 4x4; Você gosta de queijo? Se sim, prepare o bolso para levar cada queijo mais delicioso que o outro pra casa. É incrível como cada fazenda, mesmo próximas umas das outras, tem o seu queijo próprio, com sabor e características próprias. Como vários produtores falam, cada “mão tem um tempero diferente”. Aconselho a todo assistirem um documentário chamado “O Mineiro e o Queijo”, do Helvécio Ratton. É lindo, poético e emocionante. Ah, e se você não gosta de queijo, está mentindo, né? rs Dia 1: Chegada em São Roque + Fazenda Roça da Cidade; Viagem muito tranquila de BH até São Roque, a partir de BH feita em torno de 5 horas. É praticamente o mesmo trajeto até Capitólio, em Piumhi vira-se a direita e pega a rodovia até o destino. Chegamos e fomos procurar um local para almoçar, achamos um restaurante honesto com self service 20 reais por pessoa, de lá seguimos para a fazenda roça da cidade, que é logo na saída da cidade em direção a entrada do Parque Nacional. Ficamos admirando a paisagem daquela natureza exuberante e provando os queijos deliciosos e já compramos um para casa, rs. A noite saímos para comer um lanche dar uma voltinha na praça linda da cidade. Dia 2: Cachoeira Casca D´Anta (Parte Baixa) + Piscinas Naturais do Tio Zezico Nesse dia fizemos a trilha da parte baixa da cachoeira casca d´anta, que é partir da portaria 4 do parque, em vargem bonita. De São Roque até lá são cerca de 35km em estrada de terra em ótima condições, com um belo mirante para apreciar a serra maravilhosa. A trilha é bem tranquila e a cachoeira é algo surreal de tão imponente, com um paredão majestoso e a fina queda d´agua num enorme piscinão natural. Não havia ninguém nadando, até estranhei um pouco, porque mesmo em dias frios é comum a gente ver alguém na água. Quando ia tirando a blusa para entrar na água um grupo de turistas próximo olhou pra mim com uma cara espantada e perguntando se eu iria mesmo entrar. Claro, uai, vim até aqui pra que? Rsrs. Gente do céu, sem dúvida alguma foi a água mais gelada que já entrei na vida. Saí com o lábio quase roxo. E olha que estou bem acostumado com águas geladas de cachoeiras. Mas valeu a pena, posso me orgulhar de ter me banhado nas águas do Rio São Francisco! Após a trilha almoçamos num restaurante próximo a portaria do parque e fomos ao Morro do Carvão, cerca de 5 km a frente da portaria 4, que tem um belíssimo mirante da Serra da Canastra. Tiramos algumas fotos mas não ficamos muito tempo porque estava ventando demais. De lá descemos até uma propriedade privada ao lado da portaria, do Tio Zezico, onde corre um riacho que forma belas piscinas naturais, de água translúcida. Também aproveitamos para comprar mais um queijo que estava a venda por ali 😊 Voltamos para São Roque e a noite fizemos um churrasquinho no chalé que estávamos hospedados. Dia 3- Cachoeira Casca D´Anta – Parte Alta Dia inteirinho dedicado a rodar dentro do Parque a partir da portaria 1. Hora de por nosso carro a prova rs. Primeira parada é na famosa nascente do Rio São Francisco, onde há um monumento ao mesmo e visualizamos as primeiras águas do rio. Fica a 13 km do centro de São Roque. Seguimos pela estrada belíssima com vegetação extremamente fotogênica por mais 5km até um lugar chamado curral de pedras, que era um ponto de parada de tropeiros no período colonial. 17km a frente chegamos à parte alta da cachoeira casca d´anta, onde somos agraciados com aguas translucidas, grandes piscinas naturais, um precipício enorme e um belo mirante de toda a região. Um detalhe que não me agradou muito, achei o local um pouco inseguro, porque ali é muito alto e com um precipício enorme, acho que falta um pouco mais de sinalização. Na volta passamos em mais uma fazendo de queijo, que é uma mocinha de 13 anos (hoje deve estar já com uns 15-16, rs) a produtora. A noite saímos em um restaurante da cidade, que serve um contra-filé com queijo canastra( obvio, né?rs) delicioso. Dia 4 – Complexo do Capão Forro + Queijo do Seu Ivair + Retorno para casa Nesse dia fomos conhecer um completo de cachoeiras, chamado Capão Forro, que fica próximo à portaria 1 do Parque. Chegamos antes das 09:00 e ficamos lá um tempão esperando o funcionário chegar para abrir. O lugar é lindo, são varias cachoeiras no meio de uma vegetação verdinha maravilhosa. Se não me engano são 3 ou 4 cachoeiras e 2 poços, sendo um só acessado se você pular (rs) o que não encaramos. Ficamos neste local a manhã inteira e após o almoço fomos conhecer a fazenda do Seu Ivair, cujo queijo é famoso por se tratar de um queijo “mofado”, extremamente delicioso. Foi o melhor queijo que comi a viagem inteira e acabei comprando uns 2 ou 3 pra casa. Batemos um papo, ele foi muito solicito em nos explicar todo o funcionamento da produção, mostrou uma ala de queijos que já estão maturando há vários anos, inclusive já vendidos, os donos estão apenas esperando o queijo envelhecer mais alguns anos para buscar. Mostrou também com muita empolgação as obras de ampliação e melhoria que estavam em curso na fazenda para aumentar a produção. De lá rumamos pra casa felizes e satisfeitos por termos desbravado mais um cantinho do nosso estado e do nosso país. Até o próximo relato!
  2. Olá viajantes! Aproveitei o tempo livre durante a pandemia da Covid-19 para fazer o relato de uma viagem que fiz com minha companheira e mais 3 amigos em julho de 2019. Rodamos 1675 km por 4 estados nordestinos (PE, AL, BA e SE). Eu e os amigos somos todos professores de História no Estado do RJ e participamos de um simpósio em Recife na semana que antecedeu a viagem. Na verdade a nossa ideia inicial era alugar um carro e ir pelo litoral até Natal, passando por João Pessoa. No entanto a previsão era de muita chuva e decidimos viajar pelo interior, conhecendo as seguintes cidades: Caruaru - Garanhuns - União dos Palmares - Piranhas - Canudos. Aproveitamos para visitar uns parentes meus em Frei Paulo - SE e retornamos a Recife. Foram 6 dias de viagem, entre os dias 20 e 25 de julho de 2019. Dia 1: 20/07/19 (sábado) - Recife - Caruaru - Garanhuns Pela manhã fomos buscar o carro alugado no aeroporto. Já estava reservado pela Unidas. Pegamos um Sedã pois éramos 5 e precisávamos de espaço. Inicialmente queríamos um Nissan Versa, porém o rapaz da locadora nos indicou pegar um dos VW Voyage que estavam novos em folha. O que pegamos tinha menos de 2000 km e com central multimídia. Valeu bem a pena. Traçamos as rotas pelo Waze mesmo e onde não havia sinal pelo Here Maps (no Here é possível baixar mapas para a utilização off-line). Saímos no fim da manhã para almoçar em Caruaru. O caminho é pela BR-232, rodovia movimentada, porém toda duplicada. Há um trecho de serra. Como chovia, pegamos neblina na altura de Gravatá. Chegamos em Caruaru na hora do almoço, indo direto pra lendária feira, que é bem grande e movimentada. Artigos de couro são ótimos e bem em conta. Todo mundo saiu de lá com uma sandália de couro! Elisa com duas bolsas e sandalinhas para todas as afilhadas. Almoçamos numa barraca no cantinho da área de alimentação e fomos atendidos por um cara muito simpático que não lembro o nome. Lá comemos um Sarapatel sensacional! O Tiago repetiu a dose! As meninas comeram rabada. Pena não poder ficar mais um pouco na cidade para conhecer a obra do Mestre Vitalino. seguimos para Garanhuns para chegar ainda de dia. Garanhuns é frio, acreditem. Chegamos lá no fim da tarde, chovia fino e fazia uns 16 graus (Tolerável para cariocas, abaixo de zero para os padrões nordestinos). Por sorte todos tinham algum agasalho no carro. Estava acontecendo o Festival de Inverno de Garanhuns, a cidade estava completamente lotada e foi meio difícil achar hospedagem. Acabamos achando um Hostel que estava funcionando num hotel imenso, certamente o maior da cidade. O Hostel era temporário e um TCC de uma garota da cidade que se formava em turismo. Os quartos amplos e boas camas. O banheiro era estilo vestiário, com vários boxes. Ducha sensacional no frio nordestino! Estava caro: R$ 100 com café da manhã. Foi nossa hospedagem mais cara. A cidade apesar de lotada nos deu ótima impressão. Fomos direto pra festa, que acontece numa praça de eventos batizada em homenagem ao grande Dominguinhos, filho ilustre da terra. Curtimos o show de Zélia Duncan debaixo de chuva fina. Foi legal e inusitado encontrar uma festa imensa no meio do caminho. antes das 2 da manhã fomos pra cama. O dia seguinte era cheio. Dia 2: 21/07/19 (domingo) Garanhuns - União dos Palmares - Piranhas Acordamos um pouco tarde, antes das 9, e tomamos o café do Hostel com o clássico nordestino: Cuscuz recheado. Continuava frio e o tempo meia boca. Nosso destino do dia era visitar o sítio histórico da Serra da Barriga em União dos Palmares - AL. O trajeto era de uns 130 km, pegando uma rodovia estadual, a PE-177, até encontrar a BR-104, sentido sul até Palmares. Estradas simples, mas boas e pouco movimentadas, afinal era domingo. Chegamos em Palmares pelo meio-dia. A cidade estava completamente deserta. O parque fica bem próximo à cidade, com um acesso pavimentado (parecia recente). Até pq a Serra da Barriga é íngreme e subir por estrada de chão num dia chuvoso seria inviável. O sítio histórico fica bem no topo da serra. Pouco visitado e um pouco mal cuidado, infelizmente, fruto do severo corte de verbas que nossas instituições de educação e cultura enfrentam. O local está sob a administração do IPHAN e da UFAL. Ao menos existem guardas lá. Porém isso não foi um problema, já que todos estavam em êxtase por estarem na terra de Zumbi dos Palmares (imaginem 4 professores de história juntos em Palmares!!). A emoção foi geral. Susanna se debulhou em lágrimas do início ao fim. Foi comovente. Existem dois mirantes de onde podemos ver toda a planície entorno da serra. Aí percebemos a escolha daquele local pelos palmarinos. Existem algumas construções que remontam as originais, torres de observação e a barraquinha dos souvenirs. É bem simples, mas bastante simbólico. Todos gostaram bastante. No retorno buscamos algum lugar pra almoçar. Só tinha um restaurante aberto, bem no centro, numa praça onde parecem ocorrer os eventos da cidade. Era um Self-Service, não tinha muita coisa pela hora já alta e o pessoal da cozinha, super solícito, fez uma lasanha na hora pra nós. Estava ótima! Voltamos pelo mesmo caminho, alcançando a BR-423 em Garanhuns. Essa rodovia corre em direção sudoeste, de Caruaru a Paulo Afonso - BA. Seguimos por ela, avistando um belo pôr do sol até Delmiro Gouveia-AL, onde seguimos pelas estaduais AL-145 e AL-220 até chegar em Piranhas - AL. Lá achamos boa hospedagem no Hotel Mandacaru, fora do Centro Histórico (R$ 55 a diária por pessoa). Como chegamos no início da noite ainda deu pra visitar o centro da cidade, à beira do Velho Chico. Dia 3: 22/07/19 (segunda) - Piranhas: Pela manhã fomos à barragem da Usina de Xingó, do lado Sergipano, fazer o passeio de Catamarã pelos Canions do São Francisco. O passeio dura em média 4 horas, com direito à banho de rio. É um passeio caro (R$ 110 por pessoa. Uma lata de cerveja R$ 10) mas vale a pena. Almoçamos um peixe frito na beira do rio em Canindé do São Francisco - SE. No fim da tarde passeamos pelo centro de Piranhas e à noite por indicação do Henrique, da recepção do hotel, comemos uma deliciosa e barata carne de sol com feijão tropeiro num bar local. É o que o nordeste tem de melhor. Boa gente, comida e bebida boa e barata. Dia 4: 23/07/19 (terça) - Piranhas - Canudos - Frei Paulo: Após o café visitamos o Museu do Cangaço no centro de Piranhas e partimos rumo a Canudos - BA. Fizemos o mesmo caminho até alcançar novamente a BR-423, seguindo por ela até Paulo Afonso - BA. Vale uma parada na Ponte Metálica D. Pedro II para uma foto do São Francisco e da barragem de Paulo Afonso. Nessa cidade encontramos a BR-110 e seguimos por ela na direção sul até Jeremoabo - BA, pista simples e bem conservada. Lá alcançamos a BR-235, a Rodovia do Vaqueiro, sentido oeste, em direção à Juazeiro - BA. Nesse trecho é preciso mais atenção. A rodovia é mal sinalizada com um trecho de cerca de 10 km ainda em Jeremoabo na piçarra (barro). O asfalto retorna, mas logo desaparece novamente. Ao menos até Canudos a maior parte do trecho é no asfalto. A medida em que se avança rumo ao sertão profundo, mais deserto fica o caminho. Há que se ter muito cuidado com os Bodes que atravessam a pista o tempo todo. Não aconselho de forma alguma andar por esse trecho à noite. Alcançamos Canudos por volta das 12 horas e o Parque Estadual fica um pouco depois da cidade, à beira do Açude de Cocorobó. O Parque é administrado pela UNEB e precisa ser melhor sinalizado. Tem que ser visitado de carro, pois as distâncias são longas. O ponto alto do Parque é a vista do açude e de um trecho da Canudos Velha do alto do Morro da Favela, local onde as tropas do Exército ficaram estacionadas. Na seca é possível ver as ruínas da cidade velha. Em julho estavam submersas. A vista do sertão é espetacular! Todos ficaram pensativos tentando encontrar um porquê para tanto sangue derramado naquela terra extremamente seca. Estima-se que o Arraial do Belo Monte tinha 25.000 habitantes no início da guerra, o qual sobraram 400 pessoas, somente mulheres e crianças. O cenário é melancólico. Saímos do parque um pouco antes das 15 horas, buscando em Canudos algum lugar pro almoço. Não encontramos. O jeito foi parar numa padaria e comer uns salgadinhos. Meus tios já aguardavam ansiosos. Pegamos a BR-235, agora para leste, sentido Aracaju. Em Sergipe a rodovia melhora sensivelmente, mas é o caso andar na faixa dos 80 Km/h pelos buracos que surgem do nada. Antes das 19 horas estávamos junto à minha família em Frei Paulo. Dia 5: 24/07/19 (quarta-feira) - Frei Paulo - SE: Foi um dia de confraternização com minha família, com uma bela rabada de almoço. Mas antes fomos à Itabaiana para visitar o Parque dos Falcões. Custa R$ 20 por pessoa a entrada e lá podemos conhecer aves de rapina da nossa fauna que não podem mais viver na natureza, a maioria capturada de caçadores em ações de fiscalização dos órgãos ambientais. Vale a pena a visita. Passamos rapidamente na Feira de Itabaiana e fomos encarar o banquete. O dia foi calmo, com bate-papo e cerveja gelada no quintal. Matamos as saudades. Dia 6: 25/07/19 (quinta-feira) - Frei Paulo - Recife: Acordamos cedo e fomos encarar o café da manhã de Neguinho, no Povoado Alagadiço, em Frei Paulo. Na verdade é um rodízio de carnes com guarnições como rabada e queijo coalho com melado às 8 da manhã. É loucura! O preço, padrão nordestão: R$ 15 por cabeça! Antes das 10 estávamos na estrada para percorrer os 550 km finais até Recife. Depois do café hiper reforçado nem almoçamos. Chegamos em Recife no início da noite e ainda aproveitamos o finalzinho de viagem para repetir a dose no Aritana, em Olinda. Comemos um arrumadinho de charque e nos despedimos da simpática Juju, dona da casa. No dia seguinte foi entregar o carro e voltar pro Rio, sempre com saudades do nordeste! Sobre os custos: Não tenho os valores exatos anotados e nem me recordo de cabeça. As despesas de hospedagem, combustível e refeição eram dividas por todos os amigos na hora. Refeições em média R$ 30-40 por pessoa. Só sei dizer que foi barato e valeu demais. Lembrem-se: O nordeste não é só suas praias. Vale muito a pena um passeio pelo interior. Nossa galera já quer uma outra jornada, com destinos mais ousados: De Aracaju à Serra da Capivara, passando por Juazeiro e Petrolina. Seguem algumas fotos.
  3. Olá pessoal! Estou deixando aqui o meu primeiro relato de viagem. Já faz alguns anos que aproveito o período de carnaval pra viajar para destinos que ainda não conheço no Nordeste. Esse ano escolhi Sergipe, incluindo a capital Aracaju, a cidade histórica de São Cristóvão e os Cânions do Xingó em Canindé de São Francisco. Sai de Natal na quinta-feira (17h) de ônibus pela empresa Gontijo com destino a Aracaju. Só cheguei na capital sergipana às 9h da manhã do outro dia. O trajeto além de longo tem muitas paradas em outras rodoviárias da Paraíba, Pernambuco e Alagoas.
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