Fala galera, faço abaixo relato da minha primeira viagem à Europa, um total de 14 dias (incluindo períodos de viagem) que distribui entre Lisboa - 3 dias, Amsterdã - 4 dias, e Paris - 7 dias. O relato ficou um pouco longo, pois acabei detalhando o roteiro dia a dia da viagem. Mas vamos lá, sempre válido praquela pesquisada.
Para começar, algumas informações úteis/dicas iniciais:
- Visto: até então não é necessário visto para Europa, mas o que circula é que a partir de 2024 será necessário emitir on-line o ETIAS (Sistema Eletrônico para Autorização de Viagem), uma espécie de autorização de isenção de visto. Pelo que vi, terá um custo baixo (cerca de 7 euros) e válido por 90 dias. Logo, necessário atentar a isso no futuro.
- Seguro viagem: embora não me tenha sido questionado na imigração, aparentemente é necessário um seguro viagem válido aos membros da área Schengen, com valor mínimo do seguro de 30.000 euros. Mesmo não tendo sido questionado, não recomendo viajar sem um seguro viagem, para evitar maiores dores de cabeça em caso de imprevistos. Emiti o do cartão visa infinite que atende as condições, já que comprei as passagens usando o cartão.
- Dim dim: usei muito pouco dinheiro em espécie, mas sempre importante levar algum valor. Resolvi levar 200 euros em espécie, e o restante na conta multi-moeda Wise (afinal, muito mais cômodo andar com cartão do que ficar preocupado com grana em espécie, além do que há lugares que nem recebem dinheiro hoje em dia). Eu particularmente indico bastante a Wise, e felizmente nunca tive problema nas viagens que fiz em questão de segurança (por exemplo, de cartão ser clonado). Além disso, ao abrir a conta, você recebe o cartão físico de forma gratuita em poucos dias em casa, e pode emitir cartões virtuais no aplicativo para compras online. E quanto a aceitação nas máquinas, sempre foi sem dores de cabeça em minhas viagens. Nesta viagem, em Lisboa e Paris seguiu 100% de aceitação; APENAS em Amsterdã que não consegui passar em alguns estabelecimentos de auto-atendimento (por exemplo, nas redes de mercado Albert Heijn e Mc Donalds), assim como em algumas poucas lojas ou cafés (a grande maioria não tive problema, mas nestes casos que não passou, inclusive eles comentavam: não sei qual o problema, mas este cartão da américa do Sul nunca pega nestas máquinas haha). Foram poucos casos, mas sempre importante ter um cartão de crédito por segurança, como plano B. A quem interessar e que não tenha ainda conta Wise, deixo aqui meu link para abertura de conta: https://wise.com/invite/ihpe/maximilianowilliamd (DICA: não abra conta sem links de indicação como este, pois perderá a primeira transferência no valor de até 3 mil reais sem taxas, na moeda que você quiser abastecer sua conta).
- Chip de internet: resolvi testar um chip virtual da Airalo com 3GB de dados e funcionou super de boa, gostei. A vantagem é chegar no lugar e já ter um pacote de dados móveis disponível. Como é um chip virtual, não precisa tirar o seu chip físico pra colocar outro. Como fiz o cadastro com link de um colega, tive 3 dólares de desconto na compra do primeiro chip, então me saiu 10 dolares por este pacote de dados de 3 GB e que funcionava em cerca de 39 paises da Europa (você consegue ver qual a rede disponível para roaming em cada país, e conectá-la assim que chegar lá, não é complicado, basta ver o vídeo tutorial de ativação). Naturalmente, se você deseja um pacote de dados móveis maior (ex: 10 GB ou mais), possivelmente comprar um chip local na Europa deve sair mais em conta. Mas no meu caso, esses 3 GB foram suficientes, usando wi-fi nos lugares que fiquei hospedado para evitar maior consumo dos dados móveis. A conexão à internet móvel nestas três cidades com o Airalo foi super boa. A quem interessar, deixo aqui meu link para cadastrar no Airalo e ganhar o desconto de 3 USD na compra do primeiro chip virtual: https://ref.airalo.com/eVPc Code MAXIMI5863
- Hospedagem: tirando Lisboa que ficamos em um Ibis, em Amsterdã e Paris pegamos AirBnb. Viajei com um amigo, então nas minhas pesquisas saiu melhor custo-benefício pegar airbnb que hotel nestas duas últimas cidades (que são mais caras). OBS: fazia pesquisas pelo Booking, Airbnb e Hostelworld para as comparações.
- Língua: nenhum de nós falava francês, mas deu para desenrolar em Paris com um inglês nos estabelecimentos (restaurantes, bares, pontos turísticos) considerando que era basicamente uma viagem para turistar foi de boa, mas os franceses não são muito de falar inglês (e não parecem ter muito interesse também não rs). Em Amsterdã, 100% de inglês, então bem de boa. A nossa entrada foi por Lisboa, o que facilitou na imigração.
- Ingressos para atrações turísticas: quase tudo comprei antecipado no Brasil, usando o cartão Wise para pagar (de modo a evitar taxas de spread e IOF maior de cartão de crédito). Além do mais, há atrações que idealmente é melhor mesmo comprar antecipado, como a casa de Anne Frank em Amsterdã (esgota rápido), Museu do Louvre em Paris, etc. Vale lembrar que no primeiro domingo do mês há museus gratuitos em Paris, mas que também tem que reservar pelo site (logo, quanto mais rápido o fizer, maior chance de pegar uma vaguinha).
Fala galera, faço abaixo relato da minha primeira viagem à Europa, um total de 14 dias (incluindo períodos de viagem) que distribui entre Lisboa - 3 dias, Amsterdã - 4 dias, e Paris - 7 dias. O relato ficou um pouco longo, pois acabei detalhando o roteiro dia a dia da viagem. Mas vamos lá, sempre válido praquela pesquisada.
Para começar, algumas informações úteis/dicas iniciais:
- Visto: até então não é necessário visto para Europa, mas o que circula é que a partir de 2024 será necessário emitir on-line o ETIAS (Sistema Eletrônico para Autorização de Viagem), uma espécie de autorização de isenção de visto. Pelo que vi, terá um custo baixo (cerca de 7 euros) e válido por 90 dias. Logo, necessário atentar a isso no futuro.
- Seguro viagem: embora não me tenha sido questionado na imigração, aparentemente é necessário um seguro viagem válido aos membros da área Schengen, com valor mínimo do seguro de 30.000 euros. Mesmo não tendo sido questionado, não recomendo viajar sem um seguro viagem, para evitar maiores dores de cabeça em caso de imprevistos. Emiti o do cartão visa infinite que atende as condições, já que comprei as passagens usando o cartão.
- Dim dim: usei muito pouco dinheiro em espécie, mas sempre importante levar algum valor. Resolvi levar 200 euros em espécie, e o restante na conta multi-moeda Wise (afinal, muito mais cômodo andar com cartão do que ficar preocupado com grana em espécie, além do que há lugares que nem recebem dinheiro hoje em dia). Eu particularmente indico bastante a Wise, e felizmente nunca tive problema nas viagens que fiz em questão de segurança (por exemplo, de cartão ser clonado). Além disso, ao abrir a conta, você recebe o cartão físico de forma gratuita em poucos dias em casa, e pode emitir cartões virtuais no aplicativo para compras online. E quanto a aceitação nas máquinas, sempre foi sem dores de cabeça em minhas viagens. Nesta viagem, em Lisboa e Paris seguiu 100% de aceitação; APENAS em Amsterdã que não consegui passar em alguns estabelecimentos de auto-atendimento (por exemplo, nas redes de mercado Albert Heijn e Mc Donalds), assim como em algumas poucas lojas ou cafés (a grande maioria não tive problema, mas nestes casos que não passou, inclusive eles comentavam: não sei qual o problema, mas este cartão da américa do Sul nunca pega nestas máquinas haha). Foram poucos casos, mas sempre importante ter um cartão de crédito por segurança, como plano B. A quem interessar e que não tenha ainda conta Wise, deixo aqui meu link para abertura de conta: https://wise.com/invite/ihpe/maximilianowilliamd (DICA: não abra conta sem links de indicação como este, pois perderá a primeira transferência no valor de até 3 mil reais sem taxas, na moeda que você quiser abastecer sua conta).
- Chip de internet: resolvi testar um chip virtual da Airalo com 3GB de dados e funcionou super de boa, gostei. A vantagem é chegar no lugar e já ter um pacote de dados móveis disponível. Como é um chip virtual, não precisa tirar o seu chip físico pra colocar outro. Como fiz o cadastro com link de um colega, tive 3 dólares de desconto na compra do primeiro chip, então me saiu 10 dolares por este pacote de dados de 3 GB e que funcionava em cerca de 39 paises da Europa (você consegue ver qual a rede disponível para roaming em cada país, e conectá-la assim que chegar lá, não é complicado, basta ver o vídeo tutorial de ativação). Naturalmente, se você deseja um pacote de dados móveis maior (ex: 10 GB ou mais), possivelmente comprar um chip local na Europa deve sair mais em conta. Mas no meu caso, esses 3 GB foram suficientes, usando wi-fi nos lugares que fiquei hospedado para evitar maior consumo dos dados móveis. A conexão à internet móvel nestas três cidades com o Airalo foi super boa. A quem interessar, deixo aqui meu link para cadastrar no Airalo e ganhar o desconto de 3 USD na compra do primeiro chip virtual: https://ref.airalo.com/eVPc Code MAXIMI5863
- Hospedagem: tirando Lisboa que ficamos em um Ibis, em Amsterdã e Paris pegamos AirBnb. Viajei com um amigo, então nas minhas pesquisas saiu melhor custo-benefício pegar airbnb que hotel nestas duas últimas cidades (que são mais caras). OBS: fazia pesquisas pelo Booking, Airbnb e Hostelworld para as comparações.
- Língua: nenhum de nós falava francês, mas deu para desenrolar em Paris com um inglês nos estabelecimentos (restaurantes, bares, pontos turísticos) considerando que era basicamente uma viagem para turistar foi de boa, mas os franceses não são muito de falar inglês (e não parecem ter muito interesse também não rs). Em Amsterdã, 100% de inglês, então bem de boa. A nossa entrada foi por Lisboa, o que facilitou na imigração.
- Ingressos para atrações turísticas: quase tudo comprei antecipado no Brasil, usando o cartão Wise para pagar (de modo a evitar taxas de spread e IOF maior de cartão de crédito). Além do mais, há atrações que idealmente é melhor mesmo comprar antecipado, como a casa de Anne Frank em Amsterdã (esgota rápido), Museu do Louvre em Paris, etc. Vale lembrar que no primeiro domingo do mês há museus gratuitos em Paris, mas que também tem que reservar pelo site (logo, quanto mais rápido o fizer, maior chance de pegar uma vaguinha).
Agora vamos aos dias: