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Olá viajante!

Bora viajar?

Egito:Uma grande decepção com a falta de infraestrutura

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Passei todo o mês de fevereiro no Egito e fiquei muito decepcionado e triste, apesar de ter visto nos relatos aqui e da minha garota não querer ir comigo justamente por uma coisa que não esperava ser tanto:a falta de infraestrutura e a  consequente exploração de turistas decorrente dessa.

Voo pela Catar a Doha comprado no dia só consumidor do ano passado, quando a empresa fez a promoção do mês de Ramada, como faz também este ano,dando 30%de desconto,o que não precisei utilizar pontos(que teria de comprar e ficaria mais caro),mas sem a opção de stop over em Dubai, o que acabei me arrependendo,pois se a cidade for metade do que é o aeroporto(que considero o melhor que já conheci) deve ser muito bom.Foram 14h tranquilas,mas em preço normal não iria pela Catar que é para paulista, mas sim com a Emirates, que tem do Galeão. 

Mas,apesar de ser cercado por chineses no voo, foram 14h tranquilas e sem abrir a boca, pois eles só falavam mandarim.Ao chegar a Doha,na outra noite,peguei outro voo ao Cairo.Ao descer, tem uma escada rolante ou elevador e um balcão que vende o visto. Leve dinheiro 25 dólares,pois eles aceitam cartão, mas a conversão é no câmbio oficial que está 32 libras por dólar,enquanto no paralelo encontra-se ao menos 50 por dólar,sendo que encontrei em Alexandria 70 por dólar.E o cartão tem que ter o seu nome escrito. 

Terminando esta fase,tem um monte de guias esperando suas vítimas. Primeira vez que vejo esses espertinhos dentro da área se desembarque na área internacional, Egito é único mesmo. Há que entrar em uma grande fila para carimbar o visto caça níquel e,depois, há depois vai a um outro sujeito que implicou comigo por ter passaporte brasileiro. Ele chamou outro e disse do Brasil. Começava a história que já conheço.O cara indagou tudo que eu faria no país, perguntou se não tinha ido levar cocaína(para ver o nível deles)e que ia abrir minhas coisas.Ah,que maravilha, lembrar a entrada de Chile com 24h de voo Demorou, veio um outro de gravata e mexeu em tudo. Satisfeito?Saudei-os,que me indicaram a saída é disseram para eu tomar cuidado, pois estrangeiros são muito visados no país. Acabei fazendo dois amigos, o tempo diria se eles tinham razão e contarei no decorrer do relato. 

Abracei os dois, e fui pegar o taxi segundo orientação deles. Havia vários, mas fui a uma cabine e saí com o preço fixado em 35 dólares. O transfer cobrava 20,mas vale a segurança, pois estava chegando a um país de cultura e língua totalmente diferente. O aeroporto é distante da praça Tahrir, local aonde fiquei é o hotel é qualquer coisa simplesmente maravilhosa. Fui dormir 3h da madrugada, para no outro dia começar a minha surpresa do que é Egito. 

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  • Giza Passei 1 dia na cidade que está do outro lado do Nilo,porém praticamente ligada à Cairo com o rio Nilo como separação. Aqui concentra-se muitas favelas e o nível de vida deve ser baixo.Trans

  • Oásis de Fayoun Dia de sexta, primeira vez em um país árabe,aonde tudo é fechado. Sabia disso,mas não deixei de estranhar a calmaria da Praça Tahrir neste dia ao sair para também conhecer o Saara

  • Wadi el Natrum  Último passeio mostrou o cerne do país que só confirmou o atraso. O transfer veio buscar 10h e dei até nunca mais a Alexandria Uma cidade mundialmente conhecida mas,nos dias atuai

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Hugharda 

Cheguei a cidade vindo com o transfer privativo no final da tarde em que fiz um tour sensacional pelas ruinas de Edfu e Kom Ombo. No caminho passamos por um caminho lindíssimo de montanhas de areia, em pleno Saara,e feliz,fui ao hotel reservado por mim.Um dos piores lugares que já pisei,deve ser o motivo pelo qual não pedem número de cartão na reserva. O sujeito não tinha nem meu nome. Fui embora,claro.

Depois de mostrar conhecimento da cidade, o guia levou a um hotel novinho e,por incrível que pareça, barato.Bed Coin o nome. Lá é muito bom e fiquei 6 dias,a principio ficaria 3 aqui e outros 3 em Sharm el Sheik. Só que chegando aqui descobri que a informação da net estava errada e o ferry está suspenso e não tem como ir,só de avião. Como o hotel era ótimo, não pensei e fiquei. 

No outro dia era hora de conhecer. Mas tinha marcado o mini submarino Atlantis,parecia o atrativo principal da cidade. É parecido com o de Aruba,mas não desce tanto, chegando no máximo,a 120m de profundidade.O horário é que foi terrível. Tem saída as 11 e as 13h.Marquei as 11h,mas o transfer não apareceu, pois o hotel fica no 5 andar de um prédio e eles não devem saber ler,como o transfer da noite também e não apareceram para me buscar,sendo o letreiro do hotel imenso.Tjve que adiar. Pelo dia,fui no submarino das 13h,mas o da noite,que era o único show folclórico que encontrei no país,mas achei o péssimo,adiado para outro dia. 

Neverland night,nome do espetáculo que tem muito pouco de cultura egípcia,sim é americano, parecendo os filmes de NY(não sei porque não conheço). Só sei que paguei muito(60 dolares)pelo que,para mim,não tem valor afinal odeio yanki e a cultura deles.Como não apareceram para fazer o transfer, fui jantar a comida muito boa do único supermercado que pude entrar no país, o Metro,que fica ao lado do hotel. 

Outra manhã, hora de ir ao maior Aquário do país. Muitos taxi na rua,único meio de transporte, pois os locais usam vans caindo aos pedaços como em Cairo, mas que exploram os de fora.Antes passei no novíssimo museu. É pequeno, mas agradável. Como fecha para o almoço, fui antes e paguei 80 libras até o museu e 100 do museu ao Aquário.A entrada é caríssima,dizem que a manutençao da estrutura é cara,e tem que  pagar mais de 1500 libras. Fiquei umas 3h ali e voltei para almoçar tarde no supermercado. Mas,sabem quanto paguei de taxi apos muito reclamar?300 libras, pois o sujeito queria 400.Um absurdo!

Pela manhã, fui ao parque de miniaturas mini egypt.O transfer chegou na hora e paguei 25 dolares lá. É o Egito em miniatura e parece mesmo. Há tudo o que vi,mais Alexandria e Sharm em tamanho reduzido. A tarde,era o dia de City tour no quase fim de semana.O guia apenas mostrou a cidade e deu mais uma explicação do islamismo, não entrando na mesquita, pois estava na hora da oração. Parou em uma pequena parte moderna e organizada da cidade(a marina) ali parece um porto, mas tem restaurantes e outros para turistas e depois no mercado,aonde vi que as frutas e os legumes são poucos no deserto. Dali,fomos a igreja copta,aonde não há diferença da ortodoxa grega.

No sábado, chegou o grande dia do safari do deserto. Saímos às 14h após o almoço no supermercado, como sempre, e fomos a um lugar longe,aonde ficam os resorts e casas particulares. É um bairro super moderno e bem preparado. Fiquei esperando uma turma de chineses que lotaram o 4x4,mas quando apareceram, saímos.O dia acabava,o deserto mostrava a beleza do por do sol e chegavam as estrelas, cuja forma íamos observar com um dito astrônomo.Foi o melhor dia na cidade. 

Último dia, domingo, era para conhecer o mar vermelho propriamente dito, embora já não fosse novidade, pois havia estado nele no submarino.O barco saiu as 10h,passaram a me buscar as 9h e foi excelente para quem pode mergulhar.Nesse último dia com transfer e almoço incluso(barco)não teve abuso de táxi,apenas para ir embora o recepcionista foi a rua comigo com 25 libras nas mãos. E deu a um taxi.Se fosse sozinho e pedisse para me levar a parada de go bus me cobrariam 100 libras. São abusados!

 

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Editado por D FABIANO

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Alexandria

Para fazer os 500 km teria que ser de ônibus e,para esse trecho,há go bus.Tinha que experimentar, então vamos lá. Só há um horário as 13h.Cheguei um pouco antes,havia muita passagem disponível no dia e comprei. Aguardei e o embarque foi autorizado. Havia metade dos lugares ocupados. Saímos com pequeno atraso,mas a estrada é muito boa,com 2 faixas e nenhum tráfego. Só parou uma vez as 16h em um restaurante/pizzaria as margens da estrada.Quase ninguém entrou, foram fumar(mania nacional)e eu fiquei esperando no ônibus mesmo. Demorou muito, mas saimos não sei com quanto tempo de atraso. Mas,o imponderável ia acontecer ao cair da noite, o ônibus quebrou. Já estávamos perto do Cairo e essa foi a falha da empresa. Egito tem fábrica de foguete e remédios, mas não tem de ônibus. Motivo que eles são raros. Para chegar o reserva levou horas e o motorista não deu nenhuma satisfação, nem em árabe, nem em nenhuma língua. E veio quase as 21h.Dali fomos direto. Levou quase 1h para contornar Cairo e chegou mais de meia noite.

Chegando na madrugada fui logo extorquido por um taxi que esperava o ônibus chegar. Era o único com um Lada anos 70.Aqui há muitos Lada caindo aos pedaços como taxi,mas esse cobrou o dobro,mas tudo bem, ja estava acostumado em Hugarda com a exploração de turismo e não tinha escolha.O cara não sabia aonde era o hotel, parou,perguntou e chegou. Verdade?Não sei, apenas cheguei e dormi, embora o recepcionista não soube cobrar e deixou para receber no outro dia.

Tinha reservado 3 noites, faltavam 2 para acabar a viagem. Pelaao manhã ,conheci o dono do hotel e paguei as diárias a ele que me deu várias dicas da cidade. Segundo ele, era sair,que encontraria a avenida da praia e seguir para a direita que iria ao centro. Só não disse que o trânsito era louco e que o tram era da década de 50 ou mais velho ainda. Caminhei um pouco até a hora do almoço. Comi na rede Gad(que recomendo pois achei sensacional)e pensei em tomar um taxi até a ponta,aonde estava o ex presidente FDP(melhor dizendo o farol de Alexandria),que como o pior presidente da história do Brasil,caiu de vez e foi substituído por uma fortaleza, hoje museu, sem nada dentro, só as salas e a prisão. 

No último dia,seria dia do penúltimo tour,o City.Marcado para as 11h,veio uma menina como guia. É muito competente, mas deve ser uma das únicas no país que discrimina muito as mulheres. Ela me levou as catacumbas,que são mais recentes,ao anfiteatro romano,a moderna biblioteca de Alexandria(a 2 maior do mundo)e ao complexo de 3 mesquitas. Foi sensacional e fui para o hotel as 16.30h,passando em outro Gad e indo me preparar para o dia seguinte quando viajaria de volta ao Brasil.

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Editado por D FABIANO

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Relato top, Hurghada pareceu legal! Lembra o nome das empresas com quem fez o passeio do deserto e do mar vermelho e quanto pagou?

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@rapaulasoares Como só há 3 guias de espanhol na cidade,reservei tours privados pelo citativis,site especializado de Madrid, menos o barco que foi na agência localizada no térreo do hotel. 

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Wadi el Natrum 

Último passeio mostrou o cerne do país que só confirmou o atraso. O transfer veio buscar 10h e dei até nunca mais a Alexandria Uma cidade mundialmente conhecida mas,nos dias atuais, com muito lixo espalhado pela rua e sem nenhum turismo internacional, nem no FHC,ou melhor no farol (rsrs).Decepcionado, mas muito decepcionado com o atraso em que vivi durante 25 dias que pareceram meses,fui até o complexo de 40 mosteiros coptas,mas hoje só 4 estão em funcionamento. 

O motorista correu muito, 140-150km,mas chegou em segurança cerca de 13h.O guia fala um belo espanhol, então levou a 2 igrejas totalmente vazias.O cuidador de uma delas fez uma demonstração de como eles rezam.Eu não entendi nada e estava na hora do almoço.Será? De graça,nem injeção na testa,imagine na igreja. Um prato de feijão verde para cada.Imaginem o que estava ruim.O guia comeu um pouquinho, o motorista não quis. Eu foi quem mais comeu.Para quem é acostumado com mosteiros, nenhuma novidade, mas o que estava ruim...

Depois de comermos a gororoba fomos a fortaleza de Vadi el Natrum aonde ficam 2 igrejas com mais de 1000 anos e,uma delas, dizem que os poucos coptas que ainda existem,atribuem status de sagrado a alguns objetos ali.Encarei como fosse um museu a céu aberto com alguns visitantes vindo do Cairo. Acabou o tour era hora de almoçar de verdade.Fomos a um restaurante de estrada,porém muito bom,mas não caro como a rede Frango Assado no Brasil. Belo almoço com prato típico de despedida, Kafka. 

Dali,estávamos a uns 50 km de Cairo.O guia ficou na entrada das pirâmides, que também tive a oportunidade de vê-las pela última vez.Ele disse que o motorista sabia aonde me deixar no embarque da Qatar.Demorou mais de 2h para o aeroporto, mas o vôo era bem de noite. E ele me deixou no terminal 3 e a Qatar era no 2.Por sorte,o aeroporto é uma das poucas coisas boas que há no país, então fui caminhando. 

Mais dor de cabeça o cara da segurança inventou de criar caso querendo ver a passagem para depois passar no raios X.Eles são tão errados que colocam raios X na entrada do saguão e depois não mais. A amiga @Juliana Champi já tinha avisado e esfregue a passagem na cara dele já explodindo de raiva.Mas,ainda tinha. Lembram da gorjeta praticamente obrigatória?O guia mandou eu entregar o que tinha e ficar só com 300 libras ao motorista.Eu tinha 500,então dei 200.Tinha que gastar esses 300.Vi um sanduíche por 300,justo.Havia uma menina na minha frente e foi atendida normalmente. Chegou na minha vez,o cara disse que havia fechado. Eu,já fora do país, na área de embarque, explodi e descontei toda a minha raiva desse maldito lugar. Depois, ele foi atrás de mim levar o sanduíche e passei as 300 libras.

Depois, foi só esperar a hora de sumir desse país aonde ninguém age,não há educação ou lei, é só exploração. Pensava que Bolívia era o pior lugar que conhecia, nesses 25 dias descobri um pior. Se meu lema era Bolívia nunca mais, agora é Bolívia e Egito nunca mais!!!!!

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Editado por D FABIANO

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Fabiano, não tive tempo de ler seu relato ainda (vim pela citação - aliás, não tenho entrado aqui mais, rs), mas pelo pouco que vi acho que vc estava com empresas contratadas, e realmente esse tipo de experiência não me agrada em lugar nenhum do planeta!

Quando vc disse que vinha ao Egito, como eu amei o país, achei mesmo que ia odiar kk

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@Juliana Champi Não,empresa jamais,mas tinha que arranjar guia pois não falo árabe e sem guia você não faz nada lá,pois não há transporte.Agora vou a Europa,sem nenhuma empresa e sem guia também,mas lá certamente não tem o tipo de gente que encontrei no Egito,pois chamar alguns de mau caráter e pouco,são @!?$@ mesmo.kkkkk

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16 horas atrás, D FABIANO disse:

@Juliana Champi Não,empresa jamais,mas tinha que arranjar guia pois não falo árabe e sem guia você não faz nada lá,pois não há transporte.Agora vou a Europa,sem nenhuma empresa e sem guia também,mas lá certamente não tem o tipo de gente que encontrei no Egito,pois chamar alguns de mau caráter e pouco,são @!?$@ mesmo.kkkkk

Eu tb não falo árabe e fiz tudo sem guia e sem transporte, com transporte público uai! Peguei ônibus entre as cidades, avião, dentro da cidade vã, metrô, enfim! Essa foi a sua experiência, não é a de todo mundo! :D

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@Juliana Champi Não há metro no interior, você sabe muito bem e eu fiquei a maior parte desses 25 dias dias no interior.Te imitei e falo lá no começo do relato e fui a Aswan de avião,poderia ter voltado também de Hurgharda, mas tinha 5 dias ainda.Pensei em ir a Siwa,mas escolhi Alexandria,mais perto e aonde só encontrei a língua árabe e mais árabe na rua tomada por Lada anos 60.Muitos aqui nem sabem que carro é esse.Eu sei porque era pequeno e meu primo teve um moderno em 1990.Imagina hoje, cheguei a Alexandria e vi só carros de 30 anos fazendo o transporte como taxi. Esse trecho Hurgharda a Alexandria fiz em bus.O metro em Cairo não tive oportunidade de usar, pois fiquei no centro do centro, a Tahrir ao lado do museu egípcio. Mas não é disso que não gostei, mas sim da falta de lei de trânsito e lei em si.Lá é uma sociedade do vire-se e eu,comunista como sou, sou por outro modo de vida, aonde o governo tutela tudo ou,pelo menos, gera o bem estar social como na Europa. 

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