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22 dias pela Europa - Portugal - Italia - França - Holanda


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14/04 – VENEZA – PARIS

 

 

levantamos cedinho. O tempo estava um pouco nublado e frio. Não tomamos café no hotel, pois só começaria a ser servido depois da 8:00h. Fizemos nosso check-out. Saímos em direção ao terminal de ônibus. Gastamos uns 15 minutos. O pior foi atravessar a ponte depois da estação ferroviária. Ela é mais alta que as demais e ao contrário das menores, não tem degraus mais baixos nos cantos. Foi um martírio subir e descer. Mas conseguimos e vencemos. Chegamos no terminal, compramos o cartão (3,00 euros/cada). Já havia um ônibus parado. Era o número 5, na plataforma A1.Entramos, validamos o cartão dentro mesmo. Colocamos as malas no espaço para elas. Pontualmente as 07:25h o ônibus partiu. Vinte minutos depois estávamos no aeroporto Marcopolo de Veneza. O aeroporto é muito grande. Fomos ao check-in da cia aérea Esasyjet. Nào havia fila. Apenas poucas pessoas. Como é uma cia lowcost, devemos observar as suas regras. Uma delas e o tamanho das bagagens de mão e o peso das bagagens de porão (20 kg). Tudo ok. Porém perguntei a atendente sobre o número de nossos assentos, ela me disse que não são marcados !! Legal, quem entrar primeiro pega os melhores lugares, se é que existem. Saímos só balcão e fomos tomar então nosso café, pois não tomamos no hotel. Comprei 1 capuccino, 1 chocolate quente (que não vem nada) e 4 croissants. (9,40 euros/tudo). Comemos tranquilhos. Fomos para a sala de embarque. Apesar de ter tirado tudo para passar no detector de metais, mesmo assim a porcaria da máquina apitou comigo. Bom, não tem segunda chance. Vai para a revista novamente. Após uma minuciosa revista, abriram até a bagagem de mão que passou pelo raio-x, passei. A sala de embarque é um show a parte. É confortável, muito grande e com várias opções de lojas e restaurantes. Nem sei. Dá até vergonha se comparada com as de nossos aeroportos (muito apertadas). Ficamos esperando o nosso voo. Fizemos a fila e fomos para o avião.

 

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Como nosso embarque foi “remoto”, optamos por entrar pela porta dos fundos do avião. Pegamos nossos lugares. O avião era um Airbus A320 (ou A319). Porém os assentos não reclinam. Nada mesmo.

 

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Nào servem lanche gratuíto, vendem. Encaramos dois suco: 250ml. 3,00 euros/cada. E paga-se na hora. Outra coisa diferente: dentro do avião você recebe uma revista com vários produtos que são vendidos ali. (um verdadeiro comércio nas alturas). Vendem até os tickets dos trens de Paris. Juro que senti saudades da Gol !! Os avisos são em Inglês e francês apenas. Bom pelo menos o voo foi legal. Passamos por cima dos Alpes. Nunca imaginei que veria esta cena.

 

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Descemos no aeroporto Orly, que fica no sul de Paris.já na saída do avião conhecemos uma casal de brasileiros, por sinal mineiros, e que moram em BH. Estavam em lua-de-mel. Fomos conversando e descobrimos que ficaríamos em hotéis próximos. Eles em Invalidès e nós perto do Campo de Marte. Como havíamos lido a respeito de táxi-van, resolvemos arrumar um. O aeroporto é muito grande. Até chegarmos no local de despacho das bagagens foi uma longa caminhada. Basta ir seguindo as indicações que se chega lá. Tudo certo com as malas. Saímos e logo paramos no balcão de informações.

 

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Aqui vou fazer um parênteses para explicar o sistema de transporte sobre trilhos de Paris. Paris tem uma rede que se divide em 14 linhas de metrô (numeradas de 1 a 14 e com cores distintas – algumas ainda se dividem em “a”, “b”) e 5 linhas de trens regionais – chamado de RER (indicados pelas letras de “A” até “E” e com cores distintas também e da mesma forma que o metrô também se bifurcam em determinados locais, indicados por números após as letras), e 4 linhas de TRAM (ou mais conhecido como VLT). Também é dividida por “zonas”. Estas zonas vão de 1 (mais central) até 6 (nos subúrbios de Paris). Existe tarifação diferenciada para estas zonas, no RER. O metrô e o TRAM vão normalmente até a zona 3 e não há diferença de preço. Portanto ande a vontade. No RER é que você deve se localizar. Se você vai descer no aeroporto Charles De Gaulle, você está na zona 5. Se descer em Orly, esta na zona 4. A Eurodisney se não estou enganado também é na zona 5. Aí os preços variam. Nós já havíamos descoberto que o “Chateau de Versailles”está localizado na zona 4. Era o único fora da zona 3. Portanto compramos o “Paris visite” ticket de transporte que lhe permite andar livremente. Escolhemos o ticket de 3 dias de validade e com acesso até a zona 3. Sendo assim para irmos a Versailles teríamos que comprar um ticket avulso, o que fizemos no dia da visita. Pelo Paris Visite pagamos 20,70 euros/por pessoa (o que nos proporcionaria andar livremente nas zonas de 1 a 3 dos transportes). O dia começa a contar no momento da primeira utilização e não no dia da compra. Íanos ativá-lo no dia seguinte, pois já era mais de 12:00h e se ativássemos neste dia perderíamos já meio dia de utilização. A moça do balcão de informações me advertiu que estávamos na zona 4 e que o cartão não poderia ser utilizado ali. Isto eu já sabia de antemão, e agradeci a ela pela advertência. Aproveitamos e compramos também o “Paris Museum Pass”. Ele lhe dá acesso a mais de 60 museus e monumentos de Paris e Região (se você conseguir ver todos, me avise !!!!). por ele pagamos 35,00 euros/cada.

 

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Já havíamos feito as contas e vimos que compensava, além do que vai a comodidade de não enfrentar filas nas bilheterias e ter entradas diferenciadas em alguns lugares. Bom andar de metrô em Paris não é difícil, apesar das 14 linhas. Vai umas dicas ai: Eu peguei dois mapas. Um deixava com o mapa da rede de metrô/RER/TRAM, já no ponto de consulta. Assim eu não precisava ficar abrindo e virando mapas. O outro deixava com o mapa das ruas de Paris. Para quem mora em cidade com metrô, já conhece o sistema de indicação para o sentido do trem nas plataforma. Para quem não conhece, lembre-se que a indicação do sentido do trem é sempre dado como referência a última estação da linha. Bom, continuando, fomos para fora do aeroporto para procurarmos nosso táxi van.

 

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Eta povo animado. Aí começou a novela. Os taxitas não falavam inglês e nem portunhol. Só francês (pode uma coisa destas!!!). Eu e o meu concunhado fomos mais adiante e localizamos uma van. Porém o motorista não entendia inglês. Por sote o seu colega entendia, um pouco. Explicamos que éramos em 6 ( pois estávamos juntos com o outro casal de BH que conhecemos no avião) e que ficaríamos em dois hotéis próximos. Ele nos deu o preço de 15,00 euros pelas bagagens mais o valor do taxímetro. Não fechei o negócio, pois achei caro. Dispensei eles e voltamos. Porém acho que ele não entendeu. Como estávamos ainda na estaca zero, o nosso recém conhecido amigo foi atrás de outra van, encontrando um que falava inglês e que cobrava 50, 00 euros, mais nada. Fechamos com este. Fomos para o local indicado, e chegando lá encontramos a van do primeiro contato. O seu motorista ficou insistentemente nos chamando (em Francês) e nós fazendo sinal que não íamos. Não é que o cara ficou bravo e foi xingando alto (sei lá o quê, graças a Deus que não entendia). Passamos por ele e fomos esperar o outro. Ainda bem que ele arrumou um freguês rápido e saiu dali. Bom pegamos nossa van e fomos. Para quem está sozinho, tem o Orlybus (ônibus que vai até perto do centro) e o Orlyval (liga o aeroporto a linha do RER). Com certeza ficam mais baratos que táxi para 1 pessoa. Paris é realmente linda. Fomos observando tudo. Deixamos nossos recém conhecidos conterrâneos na porta do hotel deles, em Invalides. Seguimos pela Avenida de La Motte-Picquet, até nosso hotel. Antes de chegarmos ao hotel já passamos pelo Campo de Marte e tivemos a vista da Torre Eiffel. Magnífica!!!! Descemos no hotel,

 

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fizemos nosso check-in. Os funcionários falavam Inglês. O nosso quarto como já disse antes era excelente. Saímos e fomos pela La Motte-Picquet até depois do Campo de Marte, entramos na Rua Cler e almoçamos no restaurante Tribeca. La aconteceu algo engraçado também. A atendente, muito educada também, fala inglês. Nos deu o menu. Eu não quis me aventurar em nada diferente, pedi uma lasanha a “la Bolonhesa”. Minha esposa, pediu uma lasanha de legumes. Minha cunhada queria comer carne. Após escolher pediu um prato de carne de porco (porc em Francês), com batatas. Não demorou vieram as refeições.

 

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O meu prato e de minha esposa, sem surpresas. Porém o deles... ah meu Deus. O prato estava muito bonito. Quando comeram, veio a decepção. A carne e as batatas eram temperadas com molho doce. Imagine só. Carne com molho doce. Bom nem precisa explicar o retante. Sobrou no prato. Por esta refeição toda, ainda bebemos refrigerante e suco, pagamos 51,00 euros para os quatro ( lasanha era 9,00 euros/cada). Voltamos a caminho do hotel para pegarmos roupas de frio, pois íamos fazer o passeio de barco. No caminho, na av. La Motte-Picquet entramos no Carrefour. Lá compramos água e sanduíches, para comermos mais tarde. Saímos novamente do hotel e fomos em direção ao Campo de Marte – Torre Eiffel.

 

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A Torre é muito alta. Nós não compramos ingresso antecipado, portanto entramos na fila dos ingressos. Se você quiser ir até o segundo estágio, paga-se 8,00 euros por pessoa. Se você quiser ir até o topo paga-se 13,40 euros/pessoa. Compramos o ingresso até o topo. Você compra o ingresso e tem que subir. Já é direcionado para a outra fila. Você passa por duas revistas de bolsas. Objetos de vidro, cortantes e animais não não permitidos. A fila estava grande, mas andava com certa velocidade. Primeiro sobe-se até ao 2º estágio.

 

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Lá já tiramos bastante fotos. Depois pega-se novamente uma fila para outro elevador e sobe-se até o topo. A vista lá de cima é incrível. Você vê tudo. O Trocadero:

 

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A vista do Rio Sena:

 

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O Campo de Marte:

 

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Também é show. No topo do torre tem dois andares. O 1º é todo fechado com vidro. Já no segundo é aberto e com grades de proteção (faz um frio....). Após uma longa permanência lá em cima descemos para o 2º estágio. De lá pegamos novamente a fila para chegar a base da torre (fila grande). Já era quase 20:00h e fomos ao Rio Sena. Íamos fazer o passeio de barco. O embarque é bem em frente a torre. Basta atravessar a rua e já se vê o local. O barco saía as 20:00h. Compramos o ingresso da cia. “Vedetes de Paris”, custou 12,00 euros por pessoa e o passeio duraria 1 hora, com áudio sobre as pontes do Rio Sena e das principais atrações turísticas vistas do Rio.

 

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O áudio do barco era muito bom e bem claro.

 

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Falava-se em Inglês, Francês e Espanhol. Fomos na parte superior do barco.

 

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A medida que ia anoitecendo o frio ia aumentando e nós cada vez mais agasalhando-se.

 

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Meu Deus, que passeio !! Muito bom, mesmo com o frio que fez. O barco vai até bem depois da ilha de la Citè. Na volta, a cidade já estava escurecendo, você vai apreciando as luzes da cidade se ascendendo,das pontes e de longe já se vê a torre iluminada. Quando estávamos chegando a torre já eram 21:00h.

 

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Nesta hora ela, que já estava iluminada, começou a piscar, provocando um belo efeito. Descobrimos que ela repete este efeito de hora em hora. Muito bonito. Chegamos ao ponto final. Descemos e fomos ao outro lado do Rio Sena. De lá tivemos uma bela vista do torre iluminada.

 

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Aproveitamos e compramos algo para beber e comemos o lanche que tínhamos comprado no Carrefour e ainda comemos umas pipocas para arrematar.

 

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Quando voltamos passamos embaixo da Torre e fomos a caminho de nosso hotel. Antes porém ainda vimos novamente o espetáculo das luzes da Torre Eiffel brilhando novamente, já eram 22:00h. Voltamos para nosso hotel. O dia foi excelente, mas cansativo.

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15/04 – PARIS

 

Acordamos cedo. Tomamos nosso café da manhã. Comemos o autêntico "pão francês". O café estava muito bom mesmo.

 

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Saímos e fomos no supermercado Monoprix (do outro lada do avenida, perto do hotel). O dia estava belo. Compramos água mineral e também sanduíches, chocolates, para levarmos. Fomos para o metrô. De antemão já preenchemos o ticket Paris visit. Você deve colocar nele o nº do cartão e a data de início e fim da validade. Preenchemos também o ParisMuseum, com a data de início de sua utilização e nossos nomes. A estação é bem em frente do hotel. As estações do metrô de Paris quase não têm escadas rolantes. Pegamos metrô linha 10, descemos em Odeon, pegamos linha 4 e descemos na estação citè (ilha de Citè).

 

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Fomos visitar a Saint Chapelle. É uma igreja de estilo Gótico. Tinha uma fila para entrar. Na verdade esta fila era para passar no detector de metais. Depois é que se vai para a Igreja. Com o ParisMuseum não pagamos. Tem dois pavimentos. A igreja é maravilhosa.

 

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Na parte de cima vê-se os seus belíssimos vitrais e uma rosácea também maravilhosa.

 

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Os vitrais estão por toda a Igreja.

 

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Não estava muito cheia. Saímos dali e fomos ao Conciergerie. Porém antes passamos em frente ao Palácio da Justiça. La em cima, em seu alto estava a inscrição da revolução Francesa: Liberte, Egalite, Fraternite.

 

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Fica ao lado. Basta sair e andar um pouco. Mais a frente um pouco já esta a entrada para a Conciergerie. Consta que a Conciergerie foi desde Palácio Real até prisão.

 

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Nela ficaram presos maria Antonieta e outros condenados pela Revoluçào Francesa. Entramos também sem necessidade de pagar, pois usamos o ParisMuseum. Existe uma tela com apresentação de vídeo sobre a Revolução Francesa. Fomos conhecer o local, principalmente a cela de Maria Antonieta. Saímos dali. Andamos mais um pouco e já estávamos na Catedral de Notre-Dame (ou Nossa Senhora).

 

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É também muito bela. Tinha uma fila grande para entrar, porém andava rápido. A praça em frente a catedral estava cheia. Entramos sem problemas.

 

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Estava acontecendo uma missa na parte principal da catedral.

 

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Tem muito a ser visto lá dentro. Interessante são as máquinas que dispensam “medalhas”. Você coloca 2,00 euros e leva uma medalha (depois encontramos mais em outras igrejas). Ela tem uma rosácea de uns 10 metros . Muito bela também. Saímos, porém não fomos a torre. Para chegar ao topo tinha que subir uns 380 degraus (há aviso). Não encaramos esta. Tiramos mais fotos ao lado da catedral. Atravessamos o Rio Sena e fomos a um Subway, comprar sanduíches para comermos. Já era quase 13:00h. Por dois sanduíches pagamos 7,50 euros. Bem perto dali, em uma praça sentamos à sombra de árvores e fomos comer.

 

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Descansamos um pouco e fomos em direção ao Pantheon (de Paris). Seguimos pela Boulervar St. Michel ate'chegarmos a Universidade de Sorbonne. Viramos a esquerda e logo alcançamos o Pantheon.

 

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A sua fachada está bem decorada com colunas em estilo corintio. Lá dentro encontram-se os restos mortais de muitos famosos: Voltaire, Victor Hugo, Rousseau entre outros. O prédio é maravilhoso. Utilizamos o ParisMuseum para entrar.

 

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O seu interior está decorado com pinturas.

 

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No centro, do alto da cúpula existe um “Pendulo de Foucault”. Nele é possível demonstrar a rotação da reta em relação a um referencial.

 

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Existe dentro do Pantheon um vídeo onde mostra a construção deste pêndulo, bem como o seu funcionamento. É um local incrível e vale a pena visitar. Saímos dali e fomos em frente, para os Jardins de Luxemburgo. Entramos pelo portão da Rua dos Médicis.

 

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Lá dentro tem o Palácio de Luxemburgo. Os jardins são maravilhosos. Como todo parque de Paris, não há calçamento na área de se andar. Há uma areia fina e branca com pedrinhas. Gastamos bastante tempo lá. Sentamos como fazem os parisienses, nas muitas cadeiras esparramadas pelo jardim e ficamos observando as pessoas passarem.

 

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É incrível isto !!! os jardins com as flores, também são maravilhosos. Tudo é bonito nesta cidade !!! depois de um descanso, fomos saindo dos “Jardins”. Saímos pelo portão da Rua Guynemer e fomos em direção a Saint Sulpice. A catedral como as demais é imponente e bela.

 

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Cheia de detalhes. Entramos e não ficamos muito. Seguimos em direção ao metrô de St. Sulpice. Pegamos o trem (linha 4) e descemos na estação Chatelet. Trocamos para a linha1 e descemos em Tuileries. Estávamos na Rue de Rivoli. Fomos a uma lanchonete bem perto do Louvre (Rue de Rivoli, 176). Lá comemos torta salgada, croissants e tomamos café., 9,40 euros tudo, para os dois. Detalhe, o preço neste caso era o mesmo do balcão, então sentamos. Voltamos na rue de Rivole e entramos nos Jardins de Tuileries.

 

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O jardim é mutio belo. Tem umas esculturas ao tempo, cadeiras soltas para se sentar, fontes e muito verde. Lá sentamos e ficamos novamente apreciando o ambiente e as pessoas. Permanecemos lá um tempinho e fomos em direção a Place de la Concorde.

 

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Esta praça está no início da avenida Champs Élysées. É uma praça muito grande. Lá esta situado o obelisco de Luxor (Egito).

 

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Lá compramos em um carrinho de sanduíches algo para comer.

 

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Seguimos em direção a avenida Champs-Élysées. Esta parte inicial da avenida não tem as lojas.

 

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Tem muitas árvores. Fomos até a av. W. Churchil onde seguimos e fomos tirar umas fotos na ponte Alexandre III. É um aponte toda decorada com querubins, ninfas e cavalos alados.

 

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Voltamos a Champs-Élysées. Como estávamos já cansados, pegamos o metrô (Estação Champs-Élysées Clemenceau-linha 1) e descemos em Charles de Gaulle-Étoile. Saímos da estação e já nos deparamos com o Arco do Triunfo ou Arc de Triomphe.

 

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Já fizemos umas fotos. Para atravessar a via e ter acessoao arco use o túnel sob a praça.

 

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Não tente atravessar a via por cima. É muito larga e não para de passar carros. O túnel lhe dá acesso direto ao arco. O arco é uma construção feita em comemoração as vitórias de Napoleão. Realmente é algo muito belo.Não pagamos para entrar, usamos o ParisMuseum. Você tem acesso ao topo do arco. Para tanto existe uma escada em espiral de uns 200 degraus.

 

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A gente fica até tonto (além de cansado claro) ao subir estas escadas. Bom chegar-se em uma área interna ainda do arco onde você encontra um painel multimídia com informação de outros arcos espalhados pelo mundo. Subimos mais um pouco, uns 40 degraus e chegamos ao topo, na parte superior do arco (depois descobrimos que tem elevadores para portadores de necessidades especiais). Deve ter uns 50 metros de altura.

 

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Tem-se uma bela vista de lá. Vê todas as avenidas que chegam a praça.

 

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De lá vimos um belo por do sol. Já era mais de 20:30h. Ainda se avista o Grande Arco de La Defense.

 

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É realmente muito belo tudo nesta cidade. O tempo colaborou muito. Ainda vimos a torre Eiffel se iluminando e depois piscando quando chegou as 21:00h. Saímos, atravessamos novamente pelo túnel e tiramos mais fotos da Av. Champs-Élysées e do Arco.

 

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Pegamos o metrô na mesma estação (porém a linha 6) e descemos em La Motte-Piquet Grenelle, ao lado de nosso hotel. Fomos em uma pizzaria ali mesmo, pertinho do hotel. Comemos pizza (9,60 euros/cada) e tomamos sucos e vinho.

 

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De lá voltamos para o hotel. O dia foi exaustivo, porém ótimo.

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16/04 – PARIS – VERSAILES – PARIS

 

Acordamos cedo. O dia estava belo como nos anteriores. Tomamos nosso café da manhã. Subimos e nos preparamos para o dia. Iríamos a Versailes (Chateau de Versailles). Como de praxe arrumamos nossa mochila com roupas de frio, pois não sabíamos o que iríamos encontrar. Vale a pena dar uma olhadinha no jornal antes de sair (faz de conta que está entendendo....).

 

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Saímos, tomamos o metrô linha 6. Descemos em Bir-Hakeim. Esta estação faz conexão com o RER “C”. como já disse anteriormente, nosso passe de transporte (Paris Visit) não é permitido usar para viagens além da zona 3. Portanto, ao chegarmos na estação Champde Mars-Tour Eiffel do RER fomos comprar o ticket do RER. Não tinha ninguém no guichê. Bom sendo assim fomos encarar as máquinas de venda de bilhetes. Enquanto estávamos tentando entender, o funcionário do guichê apareceu e nos chamou para nos atender. Melhor assim. Compramos os tickets do RER para Versailes (3,05/cada), só para a ida. Da mesma forma que o outro ticket, este também é liberado pela máquina (mesmo sendo apenas de ida). Você deve mantê-lo consigo durante todo o trajeto para verificação do fiscal, caso ocorra. Nesta estação do RER passam 3 trens diferentes do RER C. Preste atenção!! Nós íamos pegar o para Versailes Rive Gauche. Tem na plataforma painéis com o horários dos trens e qual está próximo.

 

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Foi fácil. Logo veio o nosso. É um trem diferente do metrô.

 

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Confortável, nem de longe parece um trem que vai para o subúrbio de uma cidade. A viagem durou aproximadamente 30 minutos. Chegamos a Versailes já eram 9:30h. A estação de Versailes é a última da linha. Saímos, mas não vimos indicação do Castelo. Segue-se o fluxo então. Na verdade, saia da estação e vire a direita. Siga pela Av. Du Général de Gaulle até a av de Paris. Vire a esquerda e siga reto. Sai na frente do Castelo. É perto, uns 10 minutos a pé.

 

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Na frente do Castelo, ficam os carros e ônibus. Havia muitos ônibus e muita gente.

 

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Acho que por ser sábado, o movimento era maior. Seguimos e fomos a nossa esquerda. Havia uma fila de pessoas entrando e fomos nela. Parecia um túnel, passamos nos detectores de metal e logo entramos com nosso ParisMuseum. Fomos seguindo o caminho do mapa interno do castelo. Fomos da sala de Hércules até a sala dos espelhos.

 

 

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Porém havia muita gente dentro. Estava um calor insuportável e estava até difícil de ver as atrações. Acho que entra gente demais. Não estávamos nem conseguindo tirar fotos. Resolvemos sair de dentro do castelo e fomos para os jardins. Para ter acesso ao jardim tivemos que pagar 8,00 euros. Perguntei se com nosso cartão ParisMuseum teríamos acesso gratuito. Não !!! então pagamos. Os jardins são simplesmente maravilhosos.

 

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Há muitas fontes que em determinados horários funcionam.

 

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Há também um sistema de som que fica tocando música clássica. Isto nos faz sentir dentro de um filme.

 

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há muitas esculturas espalhadas por todo o jardim.

 

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Os jardins são todos certinhos, com topiaria.

 

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Há muitas flores em determinados jardins. Para quem quiser, pode alugar um carrinho, veículo elétrico. Para alugá-lo você deve apresentar sua carteira de motorista. Como eu não tinha levado a minha, não alugamos. O preço, se não me engano, era de 30,00 euros por 1 hora. Fomos descendo pelo jardim. Como é muito grande, escolhemos um caminho e seguimos por ele. Descemos até a parte do lago onde tem barcos. A gente saiu dos jardins pelo Portão Little Venice. Esta parte está fora do jardim. Existe muitas pessoas andando a pé, de bicicletas, correndo. Nesta parte também tem restaurantes e lanchonetes. Compramos uns paninis (sanduíches), refrigerante e sentamos a beira do lago para comermos e descansarmos.

 

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Depois do merecido “almoço” subimos até a portaria por onde saímos. Lá pedimos informação e descobrimos o trenzinho que te leva até o início dos jardins. Pagamos 1,70 euros por pessoa.

 

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Ele contorna as alamedas do parque e te deixa lá em cima. Como tínhamos o ingresso do jardim, não foi preciso pagar. Quem não tem paga para entrar no jardim. Fomos no jardim das tulipas, ao lado do castelo.

 

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Acho que foi uma prévia do que encontraríamos na Holanda.

 

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Já era mais de 15:00h e saímos do Chateau, em direção a estação do RER. Na saída existem vários vendedores ambulantes, vendendo muitas lembranças. Sem você pedir eles vão abaixando o preço. A gente fica até com dó. Compramos um monte de torre Eiffel (chaveiros) para trazermos. Nós ainda compramos algumas outras lembranças nas lojas no caminho da estação. Chegamos a estação, compramos os passes (3,05 euros por pessoa). O trem já estava na plataforma. Descemos na estação Musèe d'Orsay, pois íamos ao Louvre. Porém antes do Louvre fomos comer algo. Fomos a um restaurante (lanchonete) na Rue du Bac, 18, ali pertinho mesmo. Comemos brownies, torta e tomamos suco. Tudo ficou em 10,50 euros. Saímos de lá e fomos direto ao Louvre. Antes da entrada do Museu nós passamos no Arco do Trinfo do Carrossel, ou simplesmente Arco do Carrossel.

 

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Localiza-se na praça junto ao Museu do Louvre. Muito bonito. Detalhe interessante é observar que este arco está em linha reta com o famoso Arco do Triunfo e também com o Grande Arco de la Defense. Também já avistamos a “pirâmide do Louvre”.

 

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Tinha bastante gente na praça e muitos ainda iam entrar. Com o cartão ParisMuseum você tem acesso a uma entrada especial para grupos. É na Passagem Richilieu, que fica no lado esquerdo, bem em frente a pirâmide. Rapidamente passamos pelos vigilantes e pelos detectores de metais. De lá tem-se acesso a parte de baixo da pirâmide, onde estão as bilheterias, lanchonetes, banheiros. Pegamos um mapa no guichê. Passamos pelo fiscal da entrada e só mostramos nosso cartão ParisMuseum. Pronto, entramos. No mapa estão as indicações das principais atrações do museu. Logicamente fomos ver a “A Gioconda”, mais conhecida como Monalisa. Chegamos na ala das pinturas. São separadas por países dos pintores. Fomos nos italianos. Tinha muita gente lá dentro, mas é tanta arte que você nem se incomoda.

 

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Quando chegamos na sala da Monalisa, já estava bem cheia. E flash para todos os lados. Logicamente tiramos a nossa foto e fizemos um vídeo para registrar a quantidade de gente.

 

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Não deixe de observar o quadro “As bodas de Caná” bem a frente da Monalisa. É imenso. Continuamos pela ala das pinturas. Vimos a tela da “Coroação de Napoleão” e outras dezenas. Todas muito belas. Fomos na ala grega e tiramos uma foto da “Victoria de Samotracia”.

 

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Uma escultura grega, que segundo consta, é datada de 200 a.c. Está na escadaria de acesso a Ala grega, em lugar de destaque. Depois da ala grega fomos a ala Egípcia, do 1º andar.

 

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Lá encontramos a escultura do Ëscriba sentado” que representa um escriba em seu trabalho. Data de 2500 anos a.c. Preste atenção em seus olhos. Segundo informaram tem uns cones de cristal dentro dos olhos do escriba.

 

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Chegamos ao final desta ala Egípcia (pois existe outra) e o tempo já havia se esgotado. O museu fecha às 18:30h. Segundo pude ver na saída, nas terças e sextas-feiras ele fecha as 21:00h. É bom confirmar na dúvida. Fomos retornando para a saída devagar, aproveitando o tempo ainda. Saímos pela pirâmide.

 

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Quando saímos, a praça estava cheia de gente. Fomos na Rue de Rivoli comer algo. Comemos umas tortas, croissants e tomamos capuccino. Tudo por 9,40 euros (para dois). Saímos de lá e pegmaos o metrô linha 1 na estação Palais Royal, sentido La Defense. Fomos conhecer esta parte nova da cidade de Paris. Descemos na última estação da linha 1. (la Defense). Lá está o “Arche de la Défense”ou o Grande Arco.

 

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Um monumento com 110 metros de altura. Arquitetura moderna. É possível chegar ao topo do arco, porém como já eram mais de 20:00h os elevadores já não funcionavam (era o que constava no aviso !!). Andamos por ali e fomos conhecendo os arredores.

 

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Ali também tem um centro comercial, cinema (ou teatro).

 

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Já escurecendo, descemos para a estação e tomamos o metrô novamente. Já era 21:00h. Descemos em Charles de Goulle-Etoile, trocamos para a linha 6.

 

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Descemos perto de nosso hotel. Saímos e fomos ao Monoprix (supermercado perto do hotel). Depois de muito olhar e pouco comprar, voltamos para o hotel. O descanso merecido nos aguardava.

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17/04 – PARIS

 

Acordamos um pouco mais tarde neste domingo em Paris. Estávamos muito cansados do dia anterior. Tomamos nosso café e saímos. Já era próximo de 9:30h. Saímos e bem embaixo da linha 6 do metrô (que neste trecho é suspensa) estava acontecendo uma feira livre.

 

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Destas feiras que a gente vê aqui no Brasil. Tinha carne, frutas, flores (muitas flores) pães e outras coisas mais além de alimentos.

 

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A feira se estendia da estação La Motte Piquet-Grenelle até a estação Dupleix. Andamos nela toda. Ainda compramos umas frutas. Tomamos o metrô em Dupleix (linha 6).

 

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Descemos na estação Place d'Itale. Trocamos para a linha 5 e descemos na estação Bastille. Na praça da Bastilha está um monumento.

 

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Lá está também a Ópera da Bastilha. Um prédio novo que é a sede oficial da Ópera Nacional de Paris. Saímos de lá e fomos em direção a Praça das Vosges (pertinho a pé – uns 5 minutos). A place des Vosges é uma praça diferente. Todas as suas residências (36 ao todo) são iguais.

 

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Na casa de nº 6 morou Victor Hugo. A praça é muito charmosa. Estava cheia de pessoas entre turistas e Parisienses. Aproveitamos o sol, sentamos na grama, assim como muitas pessoas, e comemos as frutas que havíamos comprado na feira mais cedo e algumas bolachas doces.

 

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É muito bom curtir o local assim. Ficamos um tempo lá.

 

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Depois saímos em direção ao metrô Saint-Paul (linha 1). nesta estação aconteceu algo interessante e inesperado. Ela estava cheia. Na hora do embarque no trem acabei ficando para trás. Minha esposa, a irmã dela e o marida foram. Pra nossa sorte (mais deles do que minha pois eu estava com o mapa de Paris e eu é quem estava guiando eles) nós já tínhamos combinado de descer na próxima estação ( Hôtel de Ville). Bom sendo assim foi só esperar o próximo trem, embarcar e já próxima estação, ao descer lá estavam os 3 me esperando. Depois eles me contaram que enquanto estavam me esperando, conheceram uma americana, que falava português, que também havia deixado a filha para trás na mesma estação e também uma brasileira que diante do alvoroço deles para me esperarem se aproximou e começou a conversar. Então vai esta dica aí para quem viaja com acompanhante: já combine uma estratégia para caso ocorra este “desencontro”no metrô. Para quem leva o celular, aí não precisa né, basta ligar. Bom saimos da estação, passamos em frente ao hotel de Ville e sentamos na praça.

 

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A praça é muito bonita e com muitas fontes. De lá fomos até a estação do metrô Chatellet. Esta estação é muito grande, tem até esteira rolante. Lá pegamos o metrô linha 14 até a estação Madeleine. Nesta estação de Madeleine nos deparamos com os banheiros públicos. Até então não tínhamos utilizado nenhum banheiro público. Como todos estávamos com vontade de esvaziar a bexiga, decidimos encarar. Este banheiro, por estar dentro da estação do metrô, só liberava depois que você passasse o ticket do metrô. Até descobrirmos isto foi uma jornada de tentativas. Depois a porta se abre. E ai fomos, um por um. Sempre lembrando que a cada saída de uma pessoa, o banheiro vai fechar-se automaticamente e lavar-se. Portanto basta ir observando as luzes indicativas no lado de fora.

 

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Depois de nossa aventura nesta banheiro, saímos da estação. Na Place de la Madeleine, está uma construção que mais se parece com um templo Grego (ou Romano).

 

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Nada faz lembrar que ali é uma Igreja. Igreja de Madeleine (S. Maria Madalena). Como era domingo de ramos, estava com uma decoração por fora que lembrava a festividade. No entanto havia um grupo de pessoas vestidos de forma bem inusitada. Resolvemos entrar. Tão logo entramos, este grupo também entrou. Para nossa surpresa era um coral de cantores da Ucrânia.

 

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A apresentação foi magnífica. A acústica do local era excelente. Ficamos ali sentados, admirando esta apresentação, de graça, em pleno domingo de ramos.

 

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Saímos dali após muitas fotos e fomos conhecer a Ópera de Paris (a antiga e tradicional). Era pertinho, apenas uns 5 minutos de caminhada. Na praça da ópera entramos em um restaurante e comemos umas pizzas, quiches e tomamos sucos.

 

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Tudo por 19,00 euros. Após nosso almoço, saímos para a ópera de Paris. Já eram 16:00h.

 

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Como o prédio fechava as 16:30h achamos por bem não entrar, pois teríamos que pagar (8,00 euros/pessoa). Nosso cartão ParisMuseum já não valia mais. Porém minha esposa e o cunhado dela deram uma de “João sem braço”e foram entrando. Passaram pela revista, depois se embrenharam no meio de um grupo de turistas, pois não é que já estavam lá dentro. Ela foi até onde queria, nas escadarias e tirou as fotos.

 

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O lugar é bonito mesmo. Saíram de lá e nos encontramos lá fora. Pegamos o metrô (linha 3) na estação Ópera, bem em frente. Descemos em Villiers e trocamos para a linha 2. depois descemos em Anvers, estação mais perto da Basílica du Sacré Coeur (Sagrado Coração). Bom a primeira impressão que tive é que estava em Aparecida do Norte. É cheio de gente, romeiros, ônibus e muito, muito ambulante vendendo coisas. As ruas que dão acesso a basílica são cheias de lojas que vendem de tudo. Fomos subindo.

 

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Chegamos bem em frente. Tinha bastante gente tamém nas escadarias da Basílica.

 

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Como o nosso Paris Visit tivemos acesso gratuíto ao Funiculare (fica bem a esquerda da Basílica). Fomos entrando na Basílica. Estava muito cheia. É muito bonita. A sua cúpula central é enorme, deve ter uns 70 metros de atura. Em outra cúpula menor tem um Cristo feito em mosaico.

 

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Muito bonito mesmo. É toda de mármore branco. Nào se pode tirar fotos lá dentro. Porém fizemos umas escondidas. Também deve-se observar as roupas para entrar. Eu vi o segurança colocando para fora umas moças por conta do seus decotes. Não se pode entrar de bermuda também. Lá dentro tem também as maquinas de medalhas (2,00 euros/cada). Não resisti e comprei uma. Saímos e fomos conhecer o bairro Montmartre. Bem ali pertinho, na praça ao lado estão os pintores e retratistas que fazem seus quadros na hora (artistas de rua).

 

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Tem também artistas de todo tipo, tentando ganhar uns trocados demonstrando seus talentos.

 

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Tem muitos restaurantes (caros por sinal) e muitas lojas. Entramos em muitas e acabamos comprando lembranças ali mesmo. Andamos um pouco mais, porém não fomos até o Moulin Rouge.

 

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Voltamos até o funiculare, descemos. Já havíamos lido a respeito dos ambulantes que tentam colocar fitinhas no seu braço. Não é que um veio em minha direção. Instintivamente dei um grito “No”. O rapaz saiu até assustado e eu também como minha reação. Descemos até a estação do metrô. Antes porém resolvemos usar o banheiro público ali mesmo, pertinho da estação. Eram dois banheiros. Minha esposa entrou na fila de um e a irmã dela na outra fila. Não é que o sujeito na frente de minha cunhada entrou no banheiro sem esperar que o mesmo fosse limpo. Conclusão: enquanto o cara estava lá dentro começou um som de apito, vindo deste banheiro. Imediatamente a porta se abriu revelando para todos ali o cara lá em pé, bem fazendo seu xixi. Acho que ele não entendeu nada. O que ele fez foi sair dali sem dar muita atenção para nós. Vou lembrar: espere as luzes indicativas do banheiro mostrarem que já se pode utilizá-lo.

 

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Pegamos o metrô em Anvers (linha 2) e descemos em Charles de Gaulle-Etoile. Lá trocamos para a linha 6 e descemos na estação Trocadéro. Já era mais de 20:00h. Descemos lá e fomos procurar algo para comer. Achamos um restaurante de comida árabe, na avenue du PT Wilson, bem perto do trocadéro. Compramos esfirras, quibes. Ficou por menos de 10,00 euros. Voltamos para o trocadéro e compramos um refrigerante num quiosque lá mesmo. Comemos lá mesmo. De lá tem-se outra bela vista da Torre Eiffel.

 

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Estava ocorrendo uma manifestação para libertação do Kabylie, uma região de Argélia. Minha esposa até participou da manifestação junto com os manifestantes.

 

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Ficamos lá até às 20:50h. Pegamos o metrô (linha 6) e descemos em La Motte Piquet-Grenelle. Voltamos para o hotel pois ainda tínhamos que arrumar nossas malas. No outro dia íamos para Holanda.

 

18/04 - PARIS – AMSTERDAM

 

Acordamos cedo. Nosso trem para Amsterdam sairia da estação às 8:25h. Como somos mineiros, é claro que não íamos perder este trem. Para isto saímos do hotel por volta das 7:10h. Como não íamos tomar café, pois o café só seria servido após 7:30h, o hotel não cobrou os 14,00 euros. Fizemos nosso check-out. Saímos e pegamos o metrô linha 10. descemos na estação Odeóm e pegamos o metrô linha 4. O trem estava cheio de pessoas com malas. Descemos (nós e mais da metade das pessoas do trem) na estação Gare Du Nord. A estação é muito grande. Lá fomos tomar nosso café da manhã. Entramos em uma lanchonete, compramos café, croissants. Ficamos aguardando nosso trem ser anunciado no painel.

 

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Tão logo anunciou, fomos para plataforma. O nosso vagão era o de número 18. Era o último, fomos andando pela plataforma até acharmos o vagão. Eh "trem"grande...

 

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O trem é bem espaçoso e muito confortável, apesar de ser segunda classe.

 

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O espaço para bagagens fica no final do vagão. É pequeno. Colocamos nossas malas maiores lá. As mochilas colocamos em cima das poltronas, no espaço destinado e pequenas malas. O trem partiu bem cheio. Saímos na hora certa, 8:25h. Durante a viagem o fiscal passou, verificou nossos bilhetes. Tudo ok. A viagem é maravilhosa. Você vai apreciando as belas paisagens. O trem, em determinados trechos, vai super-rápido. Ele também tem um vagão restaurante. Passamos por Bruxelas, Antuérpia, Roterdam, Schiphol Airport, Amsterdam.

 

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Descemos na estação central de Amsterdam.

 

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O dia estava belo, com sol e um calor suportável. O Hotel Ibis Centre é literalmente ao lado da estação. Não gastamos nem 5 minutos. O interessante é observar já de cara a quantidade de bicicletas paradas bem pertinho do hotel. Como alguém consegue encontrar a sua ali, no meio a tantas é realmente uma façanha. Este hotel Ibis é bem maior do que os outros três que ficamos. Como chegamos antes do horário para o check-in, nosso quarto ainda não estava disponível. Fizemos nosso check-in. Feito os trâmites, deixamos nossas malas na sala reservada para este fim, já que ainda não estava disponível o quarto. Saímos e fomos na estação central comer algo. Comemos sanduíches em um fast food. Depois fomos dar uma voltinha pela estação. Voltamos para o hotel, subimos para o quarto. Apesar de estar ao lado e grudado na estação, quase não se ouve o som dos trens. Tomamos banho e saímos para o nosso passeio pela cidade. Bom, cuidado ao andar nesta cidade. Além de se preocupar em olhar os carros, temos que ter atenção com os Tram's (bondes ou VLT's) e com as bicicletas. Seguimos pela rua Damrak até a praça Damrak.

 

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Tem uma catedral, muito bonita. A praça fica cheio de pessoas.

 

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Seguimos andando, até waterlooplein.

 

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Amsterdam tem um arquitetura muito bomita. Apesar das casas nesta parte da cidade serem coladinhas umas das outras, dá um ar muito charmoso e bonito. Interessante também é observar que quase todas as casas têm roldanas na parte de fora (no alto). É porque os móveis normalmente entram pelas janelas.

 

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Atravessamos uma das pontes (amstel) e fomos voltando. Chegamos na rua Rokin, que margeia um dos canais.

 

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Lá tinha um passeio de barco, 9,00 euros por pessoa. O passeio dura 1 hora.

 

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Valeu a pena, dá para se ver bem a cidade, além disto tem áudio em inglês, francês, holandês. Descemos no mesmo ponto. Subimos a Rokin até a praça Dam. Entramos na Damstraat e sentamos em um restaurante argentino. Pedimos um prato com carne (tem que pedir bem passada, caso contrário vem até sangrando), arroz, saladas e fritas. Ficou em 74,00 euros para os 4. saímos de lá já noite. Voltamos para o o hotel observando a noite na cidade.

 

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Já era quase 22:00h. Estávamos cansados.

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19/04 – AMSTERDAM – KEUKENHOF – AMSTERDAM

 

Acordamos cedo. Descemos para nosso café da manhã. O hotel tinha muitos turistas. Depois do café arrumamos para irmos para o Keukenhof. Existem várias forma de se ir para o “Jardim”. Nós escolhemos pegar o ônibus no aeroporto. Como já disse anteriormente, comprei nossos ingressos pela internet. Ele já incluía o translado de ônibus do aeroporto até o Keukenhof, e vice-versa. Saímos do hotel e logo na estação compramos nossos tickets do trem. Existe uma sala de serviços e informações onde estão os guichês de venda. Optamos por comprar no guichê de venda apesar de ter máquinas de venda de bilhetes espalhadas pela estação. Compramos o tiket de ida e volta, 7,90 euros/por pessoa. As plataformas da estação são numeradas de 1 a 15. Subimos e descobrimos que ainda são divididas em “A” e “B”. é bom perguntar no guichê em qual delas é o seu embarque. Nós estávamos na plataforma B e nosso trem era na A . Perguntei e mostrei o bilhete a um funcionário que lá estava e este consultou no seu palm-top nos informando que o nosso trem partiria da plataforma A, mais adiante.

 

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Pegamos o trem. É bom observar pois eles também tem divisões entre 1a. Classe e 2a. Classe. Depois de partirmos é que passou o fiscal e verificou nosso bilhete. Sem problemas. Descemos na estação do aeroporto de Schiphol. Preste atenção pois no trem não avisam qual estação é a parada. Subimos e logo já estávamos no saguão do aeroporto. Saímos para o pátio e fomos no terminal de ônibus, na plataforma B1, pegar o ônibus 58 que nos levaria ao keukenhof. Havia uma fila.

 

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Uma pessoa veio e com um carimbo, marcou nosso bilhetes que já tínhamos comprado com antecedência. Embarcamos. O ônibus foi cheio, mas nada comparado aos nossos superlotados ônibus de transporte coletivo. A viagem dura um média 30 minutos. Fomos observando as paisagens. A autoestrada é uma coisa de louco. O ônibus para na porta do parque.

 

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Existe uma outra entrada por onde entram as pessoas que vão de carro e usam o estacionamento. Antes parecia algo tão longe e inacreditável mas já estávamos no Keukenhof.

 

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O Keukenhof situa-se na cidade de Lisse (Holanda). É conhecido como o jardim da Europa. É o maior jardim de flores do mundo. São quase 7,0 milhões de bulbos plantados no jardim, que na primavera florescem, dando ao parque cores em um espetáculo único. Normalmente fica aberto 2 meses por ano, entre março e maio, primavera na Europa. A principal flor que também é o símbolo do parque é a tulipa. Cada ano eles utilizam um tema para decoração. Neste ano fizeram referência a Alemanha.

 

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Já era mais de 10:00 h. Minha esposa tem um grande amiga (brasileira) que mora no sul da Holanda, em Vlaardingen. Haviámos combinado no dia anterior de nos encontrarmos na entrada por volta de 9:00h. Estávamos muito atrasados. Bom, após olharmos e procurarmos por ela, não a encontramos. Validamos nosso ingresso na entrada do parque, tudo certinho. Compramos um guia do parque junto com um mapa por 4,00 euros. Bom lá dentro você nem sabe por onde começa.

 

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É tudo bonito !!!

 

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fomos seguindo por um dos caminhos.

 

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Por cada caminho que passamos tinha cada canteiro mais bonito que o outro.

 

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Flores e mais flores, um perfume !!!

 

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Além do belo visual, ainda tem o perfume das flores, das tulipas.

 

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Realmente é de cair o queixo.

 

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As cores são tão vivas.

 

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Para que pudéssemos encontrar nossa anfitriã brasileira na Holanda, resolvemos nos separar. Eu e minha esposa fomos andando para um lado e a irmã dela e o marido para outro. Marcamos de nos encontrar às 16:00h no portão principal. Seguimos nosso caminho.

 

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Nós fomos em direção ao moinho de vento. Antes de chegarmos lá observamos, fora dos jardins do parque uma plantação de flores.

 

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O moinho que eles tem lá, dizem que ainda funciona. é muito belo.

 

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Depois de muito andar já estávamos com fome. Almoçamos em um dos restaurante do parque. Comemos penne a bolonhesa, 9,50 euros por pessoa. A comida estava muito boa. Quando saímos do restaurante somente ouvi um grito nos chamando. Era minha cunhada que acabara de encontrar nossa (agora nossa !!) amiga brasileira. Incrível !!! Encontramos bem ali, todos juntos. Vocês nem imaginam o alvoroço que foi. (e a gritaria também). Só via as pessoas olhando para nós. Afinal havia mais de 15 anos que minha esposa não via pessoalmente esta sua amiga. A partir daí, como estávamos todos juntos novamente, fomos conhecer mais partes do parque.

 

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Em determinada hora, para descansar sentamos em uma pequena sombra, embaixo de uma árvore.

 

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Após este merecido descanso, fomos andando e cada canteiro de flor chamava mais a atenção.

 

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Uns imitavam o desenho de uma tulipa

 

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Uma pequena pausa...

 

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Fomos ao moinho novamente.

 

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Tiramos fotos, no lago.

 

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Marcamos um passeio de barco, para às 17:30h (7,50 euros por pessoa). Da saída do barco já se observa a enorme plantação de flores.

 

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O barco passeia pelo canal que serve de irrigação para as plantações de flores.

 

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Não conheço o nome das flores, mas é cada uma mais bonita do que a outra.

 

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Acho que estávamos no paraíso...

 

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O passeio durou praticamente 1 hora. Quando chegamos o parque já estava quase vazio. Fomos andando devagar para a saída. Dentro do parque vendem muitas flores, bulbos e sementes. Não compramos nada para trazer, pois em Amsterdam era mais barato e além disso não tínhamos certeza se podíamos trazer para o Brasil. Despedimos de nossa amiga, pois ela pegaria outro ônibus e não o nosso. Pegamos o último ônibus para o aeroporto, às 19:22h (conforme indicado no nosso ingresso). Ele veio bem mais vazio. Chegamos ao aeroporto Schiphol por volta de 20:00h. Resolvemos conhecer o aeroporto, ver onde é o guichê da TAP, já que no dia seguinte íamos estar bem ali. Sabendo de antemão o lugar isto nos pouparia de ficar andando procurando o guichê com malas. O aeroporto é realmente muito grande. Perguntamos no balcão de informações sobre a localização do guichê. Depois de encontrado, voltamos para a saída em direção a estação de trem, que fica embaixo do aeroporto. Nos informamos em qual das plataformas passaria o próximo trem para Amsterdam que podíamos pegar com nosso bilhete (nós havíamos comprado o ida e volta). Pegamos o trem. Já estávamos cansados.

 

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Ddescemos na estação central. Resolvemos não voltar para o hotel. Fomos andando pela rua Damrak. Compramos umas lembranças. Já passava das 21:00h. Resolvemos comprar também um pacotinho de bulbos, mesmo sabendo que correríamos o risco de não entrar com eles no Brasil. Depois das compras, já estávamos com fome. Porém antes de comermos algo resolvemos encontrar o tal “Red light district”. Andamos um pouco (cerca de 15 minutos), seguindo o rumo que tinha lido, até chegarmos lá. Andamos por uma rua apenas, onde realmente tem luzes vermelhas. Não tinha muitas vitrines “abertas”. Pudemos ver as mulheres, com suas pouquíssimas roupas se mostrando, como uma mercadoria. No princípio é um pouco chocante. Tinha vitrines bem perto do chão, outras mais ao alto. Algumas fechadas, será que tinha freguês ali? Fomos por uma calçada e voltamos pela outra. Depois saímos dali e fomos em direção a estação central. Lá compramos um lanche para comer no hotel mesmo. Já passava das 22:30h. Estávamos cansados, pois andamos muito. Voltamos para o hotel.

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