Membros Marcelo Manente Postado Terça às 13:27 Autor Membros Postado Terça às 13:27 (editado) 3° Dia 28/12/2025 - Santiago del Estero a Fiambalá - 530 km. Acordamos cedo e fomos fazer o café da manhã, compramos pão numa padaria em frente. A seguir juntamos nossas coisas colocamos dentro do carro e partimos para a jornada do dia que era mais curta. Nosso caminho Seguiria em direção à Cuesta del Portezuelo. Um caminho sinuoso e magnífico na précordilheira dos Andes da Argentina. Seguimos pelas estradas estaduais que nos levavam até à Cuesta, começamos a subida e já começamos a ver também lindas paisagens. O local mais alto da Montanha De 1700 m de altitude lá temos lindos mirantes que revelam todo o vale de San Fernando del Vale de Catamarca. Estava tudo ótimo , O dia estava maravilhoso sol a pino, céu azul, porém na descida aconteceu um problema sério. A serra era cheia de curvas e muito fechadas de modo que temos que buzinar para que as pessoas façam uma curva de maneira mais segura, porém alguns argentinos que estavam subindo em velocidade numa curva muito fechada para a direita e vieram com o carro muito para dentro da curva. Eu me assustei e fechei mais a curva De modo que acabei pegando com o lado direito do carro no guard rail O que ocasionou o estouro do pneu dianteiro direito. Nossa sorte é que logo a seguir tinha um local bom para estacionar o carro e trocar o pneu. O complicado é que o pneu fica embaixo de todas as malas que tinham no carro então tivemos que tirar tudo de dentro do bagageiro para poder acessar o pneu. Após isso nós trocamos o pneu. Numa atitude irresponsável de minha parte eu não verifiquei qual era a calibragem do pneu naquele momento e acabei descobrindo depois que estava com baixa calibragem, acho que umas 10 libras. Saímos rodando com o step novo e logo mais abaixo o pneu acabou destalonando. Desse modo acabei ficando sem estepe nenhum. O jeito foi o André do Jeep pegar o step e ir até a cidade próxima para que fosse consertado. Ficamos lá esperando por pelo menos 1 hora para que o nosso amigo fosse e voltasse da borracharia. Após ele voltar da borracharia nós colocamos o step no local e descemos até essa mesma borracharia para ver se tinha como fazer algum conserto no pneu que tinha sido estragado com o impacto no guard-rail. O borracheiro nos falou que levaria pelo menos 6 horas para consertar o pneu pois ele teria que fazer uma vulcanização. Por acaso ele tinha um pneu do mesmo tamanho do que eu usava na Duster. Então eu acabei comprando um pneu usado e o André colocou o pneu que foi danificado em cima do seu carro para que nós fossemos até a próxima cidade consertá-lo. Perdemos cerca de 2 horas mais ou menos nesse problema . Depois disso pegamos umas empanadas e sanduíches e seguimos pela estrada para chegarmos até Fiambalá. Tínhamos reservado uma casa em Fiambalá, Então colocamos no GPS a localização e fomos direto até a casa que ficava bem perto do centro. A casa era grande e mais muito mal cuidada Cheia de gambiarras E mal distribuída. Justo na cozinha tinha um alçapão no chão de onde saíam algumas baratas de vez em quando. Por isso a partir daqui decidimos que iríamos chegar na cidade e procurar por hospedagens Para não pegar lugares muito ruins. Logo que chegamos na cidade tivemos notícias ruins , O paso San Francisco estava fechado por causa de um grande desmoronamento de terra ocasionado por uma chuva muito forte que teve naquela região. Por causa disso tivemos que mudar nossos planos pois no dia seguinte nós iríamos fazer um passeio até o balcão de Pissis. Decidimos que iríamos dar uma descansada no dia seguinte e à noite iríamos às termas de Fiambalá. Compramos mantimentos nos mercados e fizemos nossa janta. Nessa noite tivemos a primeira discussão da viagem com uma parte das pessoas pensando em seguir o caminho por dentro da Argentina até o próximo passo que estivesse aberto e outra parte querendo esperar a abertura do passo São Francisco. Também tivemos uma grande discussão sobre se deveríamos reservar hospedagens ou chegar na cidade e procurar locais para dormir. Combinamos de não mais fazer reservas e seguir por dentro da Argentina até o paso Pehuenche que ficava 1200 km de onde nós estávamos. Editado Terça às 23:37 por Marcelo Manente 2 1 Citar
Colaboradores Alisson&Ione Postado Terça às 18:44 Colaboradores Postado Terça às 18:44 Caracas que susto nessa parte da curva e do pneu . E esses perrengues 😱😱😱 Queremos fotos 🙃 e a continuação @Marcelo Manente 1 Citar
Colaboradores hlirajunior Postado 14 horas Colaboradores Postado 14 horas Que pena que não deu para fazer o Paso San Francisco. Em janeiro de 2018 quando tentei fazer ele, tinha fechado por causa da neve, cheguei até Fiambalá e resolvi voltar. 1 Citar
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