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rafaelxavier

Argentina e Chile em 22 dias e 12 cidades (fev. 2008)

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Eu e minha esposa reservamos em novembro de 2007 passagens Rio - Buenos Aires - Rio pela GOL pagando R$ 600 por pessoa já com as taxas. Colocamos um espaço de 3 semanas entre a ida e a volta e após muita pesquisa fizemos o roteiro para os 22 dias de férias:

 

Buenos Aires - Mendoza - Santiago - Viña Del Mar - Valparaíso - Pucón - Puerto Varas - Puerto Montt - Ilhas de Chiloé - Bariloche - El Calafate - Ushuaia - Buenos Aires

 

(16/02/2008) Dia 01 – Buenos Aires

 

Chegamos em Buenos Aires pelo vôo da GOL que teve escala em Cabo Frio. Foram 4h de viagem tranqüila e com um belo visual dos arredores de Arraial do Cabo e Cabo Frio. Após o freeshop, pegamos nossas mochilas e trocamos R$ 1000,00 em pesos no Banco La Nacion do aeroporto de Ezeiza. A cotação estava R$ 1,00 = AR$ 1,72. Conseguimos um táxi na porta do aeroporto e o transfer aumentou de AR$ 60 para AR$ 88.

 

Ficamos no Hostel Suítes Obelisco (http://www.hihostel.com) e fomos muito bem atendidos pelo Humberto. O quarto era simples, grande e bem limpo, mas pedimos para trocar por outro já que o que eles tinham nos reservado não tinha janelas. Trocamos de quarto e pagamos US$ 42 por cada diária com cama matrimonial e banheiro compartido. O banheiro era grande, limpo e compartilhado com outros 2 quartos apenas e nunca esbarrávamos com as outras pessoas. Fomos dar uma volta e comemos no Burguer King. Andamos por algumas lojas na Florida e depois voltamos ao Hostel para descansar.

 

Gastos:

 

Burguer King: AR$ 33,00

Diária quarto duplo com banheiro compartilhado: US$ 42,00

 

(17/02/2008) Dia 02 – Buenos Aires

 

Acordamos, tomamos café no Hostel e pegamos o metrô (que foi de graça, mas não sei o motivo) para ir à feira de San Telmo, que funciona somente aos domingos. A feira é grande e tem de tudo: antiguidades, quadros, lataria, quinquilharias e uma demonstração de tango.

 

Após San Telmo, pegamos um táxi, que é bem barato em Buenos Aires, para ir ao Caminito que fica no bairro La Boca. São apenas 100m de uma rua com casas muito coloridas e ótimas para tirar fotos. Pegamos outro táxi e fomos almoçar em Recoleta. Comemos o “menu do dia” que dá direito a prato principal e sobremesa no restaurante Mônaco, que por sinal foi muito bom. Gastamos uns AR$ 30 por pessoa.

 

Após o almoço, pegamos outro táxi para o Jardim Japonês, mas este já estava fechando às 18h em ponto. Voltamos andando para conhecer mais o bairro de Recoleta parando no museu MALBA e na praça onde existe o monumento da ROSA que se fecha no final do dia. Sentamos no jardim e ficamos contemplando o visual. Quando o sol de pôs, voltamos andando ao centro de Recoleta para conhecer as novidades no BUENOS AIRES DESIGN (loja estilo Tok & Stok), ver algumas exposições no MUSEU DE BELAS ARTES e em seguida paramos para tomar um sorvete no FREDDO.

 

Antes de voltar ao Hostel, paramos em um locutório (telefone), ligamos para casa e aproveitamos para imprimir os e-tickets da LAN Chile do vôo para Mendoza. Tomamos um táxi para o Hostel, arrumamos nossas coisas e fomos dormir, pois o vôo era bem cedo no dia seguinte.

 

Gastos:

 

Metrô para San Telmo: Grátis

Empanadas: AR$ 2,00 cada

Camisa da seleção argentina infantil: AR$ 25,00

Táxi de San Telmo para Recoleta: AR$ 17,00

Almoço no Mônaco (atrás do cemitério): AR$ 56,00 (2 pessoas)

Sorvete Freddo: AR$ 20,00 (aproximadamente)

Táxi para Jardim Japonês: AR$ 8,00

Telefone e acesso a internet: AR$ 19,00

Táxi para o hostel: AR$ 12,00

Diária quarto duplo com banheiro compartilhado: US$ 42,00

 

(18/02/2008) Dia 03 – Buenos Aires / Mendoza

 

Saímos cedo do Hostel e pegamos um táxi para o Aeroparque onde se realizam vôos domésticos. Mendoza é bonita e bem simples, com várias planícies, visual para a Cordilheira e acesso rápido ao aeroporto. Nos deparamos com alguns lugares meio sujo e muitas moscas! Existem várias bodegas (vinícolas) ao redor da cidade e várias fazem passeios com degustação. Não fizemos nenhum desses tour mas você pode se informar em agências e quiosques de info ao turista.

 

Ficamos no Hostel Álamo (http://www.hostelalamo.com) pagando em um quarto duplo com TV e banheiro AR$ 110, ou seja, US$ 33. O hostel é bastante limpo, fica em frente ao supermercado CARREFOUR, é organizado e existe uma área aberta com mesas, churrasqueira e ping-pong. O dono chama-se Fernando e o ajudante dele é o Max. Eles podem lhe dar todas as infos sobre a cidade e os passeios. Neste dia não fizemos muita coisa a não ser sair pra comer algo e pesquisar preços dos passeios para o dia seguinte. Existe muita coisa a se fazer mas fora da cidade como: trekking, rafting, escaladas, passeios aos lagos e o passeio a Alta Montana, o qual escolhemos para o dia seguinte.

 

Gastos:

 

Táxi Obelisco para aeroparque Jorge Newberry: AR$ 16,00

Passagens Buenos Aires – Mendoza pela LAN CHILE: R$ 420,00 (2 pessoas)

Táxi aeroporto de Mendoza – Centro: AR$ 17,00

Diária quarto duplo com banheiro – Hostel Álamo: AR$ 110,00

Almoço: AR$ 40,00 (2 pessoas)

Passeio Alta Montana para dia seguinte: AR$ 190,00 (2 pessoas)

Pizza + Cerveja: AR$ 24,00 (2 pessoas)

 

(19/02/2008) Dia 04 – Mendoza

 

Acordamos bem cedo, por volta das 7h, tomamos café a aguardamos a van nos buscar para o passeio a Alta Montana. Pagamos AR$ 95 por pessoa para um passeio full day. O passeio pega a mesma estrada que cruza os Andes em direção a Santiago e passa por diversos pontos turísticos.

 

A estrada serpenteia um rio que passa dentro de um cânion bem largo causado por uma inundação na década de 30 devido ao derretimento de um glaciar nos alpes. As montanhas são lindas e vale muitas fotos... o tour passa pelos locais: Dique de Potrerillos; cidade de Uspallata; abrigo Los Penitentes; Puente del Inca; caminho onde o exército de San Martin passou pelos Andes; subida ao Cerro Cristo Redentor (divisa a quase 4000 metros da Argentina com Chile) e vista do Aconcágua (meio longe mas vale a pena pelos picos com neve/gelo).

 

Voltamos no final do dia ao hostel muito cansado e resolvemos antecipar a nossa ida a Santiago já que os passeios que faltavam seriam full day também. Para quem quiser, existe um passeio a empresa de água VillaVicencio que dura 4h, um passeio aos cânion e lagos que dura o dia inteiro, aluguéis de bicicleta para rodar o enorme Parque San Martin e os passeios às vinícolas da região.

 

OBS: Perto do hostel existe uma rua mais movimentada chamada Callao, se não me engano. Lá os hostels, bares e restaurantes parecem ser mais agitados.

 

Gastos:

 

Lanches durante todo o passeio: AR$ 30,00 (aproximado)

Pilhas: AR$ 10,00

Compras no Carrefour (jantar, lanches e biscoitos): AR$ 60,00 (aproximado)

Passagens ônibus ANDESMAR para Santiago: AR$ 120,00 (2 pessoas)

 

(20/02/2008) Dia 05 – Mendoza / Santiago

 

Antecipamos nossos tickets da ANDESMAR (http://www.andesmar.com.ar) para Santiago e saímos às 08h30min da manhã. Pagamos AR$ 60 por cada passagem em um ônibus confortável e uma viagem bem tranqüila, passando pela mesma estrada do passeio do dia anterior. Demoramos umas 3h para chegar à fronteira com o Chile. Preenchemos papéis, comemos o lanche que a empresa nos forneceu, checaram documentos, vistoriaram malas e bolsas pelo raio-x e continuamos na estrada após 2h de alfândega.

 

Passado o momento chato, veio a emoção! Começamos a descer a Cordilheira pelo lado chileno na estrada chamada Los Caracoles com curvas de 180º, mão dupla e sem acostamento! O motorista pilotou certinho já que a estrada tinha várias cruzes indicando acidentes e mortos. Vimos até um carro todo amassado e destruído.

 

Fizemos amizade com um casal chileno que viajava com a filha de 4 anos. Figuraça a menina! Rimos muito com ela e cuidamos dela um pouco para os pais poderem dormir. Chegando a Santiago, o casal nos deu um super apoio para trocar dólares na rodoviária e nos deu também o cartão de passagem (tipo RioCARD) para pegar o metrô. Como se não bastasse a ajuda, eles ainda nos acompanharam até a estação e foram nos dando dicas de como andar em Santiago. Melhor impossível. Ficamos na estação LOS HEROES bem no centro de Santiago. O metrô é muito prático, limpo e vale a pena se locomover por ele já que custa algo em torno de R$ 1,00 nos horários com promoção (CH$ 380).

 

Andamos 4 quadras até o Hostel HI SANTIAGO. Como antecipamos a nossa chegada, a mulher da recepção não deu a mínima para nós já que a nossa reserva começa no dia seguinte. Tentei conversar falando que havia mandado um email no dia anterior explicando o motivo e nada. Realmente começava aí a decepção pela Rede Hi Hostel.

 

Sorte nossa que no caminho para o Hostel observamos um outro albergue perto. Resolvemos dar uma olhada e ficamos por lá mesmo. MELHOR HOSTEL DO MUNDO CHAMA-SE LUZ AZUL (http://www.luzazulhostel.com)!!! Atendimento do hostel foi nota mil! O local é novo (abriu em outubro de 2007) e possui ótimo ambiente, camas boas, preços perfeitos e astral maravilhoso. Café da manhã incluído, computador liberado, wifi zone, música tocando direto (mais de 120 Gb de mp3), lavanderia perto, etc. Pagamos US$ 40 pelo quarto duplo com cama de casal e banho privado, mas fora do quarto. Conhecemos uma galera gente boa (EUA, Austrália, França, Itália, México, Canadá, etc) e ficamos boa parte dentro do hostel já que o astral era ótimo.

 

Gastos:

 

Câmbio de US$ 200 = CH$ 96.000 (1 x 460)

Metrô Terminal Alameda (internacional) para Centro: CH$ 760 (2 pessoas)

Diária quarto duplo com banheiro privado Hostel Luz Azul: US$ 40,00

 

(21/02/2008) Dia 06 – Santiago

 

Ficamos de bobeira pelo hostel e batendo papo com um brasileiro de Campinas. Filipe tinha rodado 3 meses na Austrália e ficamos trocando idéias sobre viagem e etc. Na parte da tarde resolvemos fazer um tour pelo centro e conhecer algumas praças e o Palácio La Moneda.

 

Ficamos de fazer um tour pela vinícola de Concha y Toro como indicou o nosso amigo mexicano (Miguel), mas deu preguiça. Filipe tinha ido a Isla Negra com um pessoal do hostel no dia anterior para visitar uma das casas de Pablo Neruda. Pelas fotos que ele tirou eu acho que vale a pena conhecer o lugar. Fica para a próxima. Voltamos ao hostel e ficamos de papo com os gringos até a madrugada na varanda muito aconchegante tomando cerveja e comendo biscoitos.

 

Gastos:

 

Sorvete, água, cerveja e biscoitos: CH$ 10.000 (aproximadamente)

Diária quarto duplo com banheiro privado Hostel Luz Azul: US$ 40,00

 

(22/02/2008) Dia 07 – Santiago

Acordamos tarde (assim como todo o hostel) e ficamos batendo papo com o pessoal. Estávamos tomando café e eis que surge o Seth (americano) com cara de sono dizendo que perdeu o ônibus para Mendoza. Rimos muito quando ele nos parou e disse: “Tienes boleto?” e apontava para a passagem. O pessoal do Hostel deu uma ajuda e acho que conseguiram colocar ele em outra companhia de ônibus.

 

Aproveitei e após o café fui deixar algumas roupas para lavar perto do Hostel (CH$ 3.000 = R$ 12,00 para um cesto grande de roupa) e depois fui ao centro de metrô para comprar as passagens para Pucón. O metrô deixava quase dentro do Terminal Alameda e comprei 2 passagens SEMI-CAMA na TURBUS (http://www.turbus.cl) por CH$ 14.000 (algo em torno de R$ 50,00 por pessoa).

 

Na parte da tarde resolvemos conhecer alguns pontos como o Cerro St. Lucia e o Mercado Central. Comemos um peixe muito bom no Donde Augusto. Voltamos ao Hostel já a noite e o pessoal resolveu sair para comer algo. Comemos em um dos vários bares na Rua Brasil e compramos mais algumas cervejas.

 

Gastos:

 

Lavanderia (um cesto de roupa): CH$ 3.000 (R$ 12,00)

Passagens TURBUS em semi-leito para Pucón para dia seguinte: CH$ 28.000 (2 pessoas)

Almoço no Mercado Central: CH$ 5.800 (1 pessoa)

Jantar - 2 pratos simples e 1 vinho Casilero del Diablo: CH$ 12.000 (2 pessoas)

Cervejas: CH$ 4.000

Diária quarto duplo com banheiro privado Hostel Luz Azul: US$ 40,00

 

(23/02/2008) Dia 08 – Santiago / Valparaíso / Viña del Mar / Pucón

 

Pra variar acordamos tarde e ficamos esperando o check-out, pois todo mundo queria ir para Valparaíso. Demoramos um pouco, pois éramos 7 pessoas com mochilas, bolsas e muito peso. Pegamos o metrô e fomos ao Terminal Alameda. Compramos passagens para Valparaíso também pela TURBUS (CH$ 3.500 por pessoa), deixamos nossas mochilas em um locker que fica ao lado do Terminal e dentro de uma cafeteria. A viagem para Valparaíso foi tranqüila, durou um pouco mais que 1h.

 

Chegamos a Valparaíso eram 17h e pegamos um micro (ônibus pequeno) em frente ao Terminal para nos deixar próximo ao Ascensor Artílleria (elevador que leva ao mirante). No caminho vimos como a cidade é bem simples e um pouco pobre, com pessoas humildes e ruas pequenas. O motorista do micro nos alertou sobre a câmera fotográfica então ligamos os radares.

 

Após uma fila de 15 minutos, pagamos CH$ 250 por pessoa para subir no ascensor e tiramos algumas fotos do belo visual (falam que a noite é lindo e às vezes as estrelas se refletem no mar). Depois de uns 20 minutos pagamos outros CH$ 250 por pessoa para descer e voltamos para a rua para pegar um micro para Viña del Mar. A viagem durou uns 15 minutos e a paisagem muda completamente.

 

Viña del Mar parece aquelas cidades da Califórnia, cheia de lojas, pessoas bonitas, carrões na rua, praias lotadas, ruas limpas e floridas. Lá tem outro astral e totalmente diferente de Valparaíso. Como não tínhamos muito tempo, andamos por algumas ruas e depois fomos para o Terminal para pegar o ônibus de volta a Santiago.

 

Acredito que 1 dia inteiro seja suficiente para conhecer Valpo e Viña, pois uma é muito perto da outra. Existem alguns pontos turísticos que não vimos devido à falta de tempo e também por já estarem fechados. No Guia Rough Chile existem várias dicas de ambas cidades e me arrependo de não ter ficado mais tempo ou planejado de passar o dia nesse tempo que ficamos em Santiago. Fica para a próxima.

 

Chegamos ao Terminal Alameda faltando 15 minutos para o ônibus sair para Pucón e corremos para buscar as mochilas no locker, que fechava às 23h. Pagamos uns CH$ 1200 para deixar as 3 mochilas e entramos no ônibus.

 

DICA: As estradas do Chile são boas e as viagens longas é melhor fazer à noite, pois economiza dinheiro em hospedagem e descansa a noite inteira.

 

Gastos:

 

Metrô para Terminal Alameda: CH$ 760 (2 pessoas)

Passagens para Valparaíso: CH$ 7.000 (2 pessoas)

Micro para Ascensor: CH$ 640 ? (2 pessoas)

Ascensor Artílleria: CH$ 1.000 (2 pessoas para subir e descer)

Micro para Viña del Mar: CH$ 1.200 ? (2 pessoas)

Passagens para Santiago: CH$ 6.800

Locker Rodoviária: CH$ 1.200

Lanche: CH$ 3.500

 

(24/02/2008) Dia 09 – Pucón

 

Realmente a TURBUS é a MELHOR companhia de ônibus do Chile! As poltronas são largas, muito confortáveis e com direito a travesseiro e coberta. A viagem foi muito tranqüila e o ônibus nem balaçava e nem fazia barulho! Dormimos praticamente a viagem toda apesar de algumas poucas paradas (creio que apenas para controle ou pedágios).

 

Acordamos em Villarica e o “rodomoço” nos serviu um lanche simples como café da manhã. Chegamos em Pucón no Terminal da TURBUS às 8:30 da manhã. Estava frio e com um dia lindo, ainda mais com a vista para o vulcão Villarica e sua trilha de fumaça no topo. Nunca tínhamos visto um vulcão tão de perto e foi algo realmente muito novo, ainda mais com o visual do dia nascendo nas montanhas cobertas por gelo.

 

Saindo do Terminal conhecemos um casal de SP que estavam indo para o Hostel Ecole. Batemos um papo rápido e depois nos despedimos já que teríamos que procurar um local ainda para ficar na cidade... e esta estava em festa devido aos seus 125 anos de criação.

 

Andamos algumas quadras que nos cansaram um pouco devido ao peso das mochilas e chegamos ao centro da cidade. Como eram 9h da manhã, resolvemos sentar em um café com wifi zone, comer algo e nos revesar para encontrar um bom hostel ou cabanas por ali por perto.

 

Sandy encontrou um local que parecia um pequeno condomínio com 5 cabanas que estavam para alugar chamado PUCÓN BEACH CABAÑAS. Combinamos um preço com o José e o Jacob (os donos) que foi uma pechincha. A cabana tinha sala, cozinha, banheiro, TV e 3 quartos, tudo no estilo rústico, feita de madeira e a 1 quadra da rua principal. Pagamos metade do preço, ou seja, US$ 60,00 por diária para ficar com a cabana só para nós! O lugar era bem localizado, limpo e ficava a alguns metros de um café de onde conseguíamos sinal do wi-fi para conectar a internet.

 

Resolvemos dar uma volta para conhecer os lugares e sondar os preços dos passeios. Conhecemos as duas “praias” de Pucón e andamos pela rua. A cidade é linda, organizada e cheia de casas de madeiras. Existe uns 2 pontos de informação ao turista além do centro de turismo da cidade (Municipalidad de Pucón). Este centro de turismo lhe dá TODAS as informações sobre o que fazer na cidade e arredores, quais os passeios bons, quais os ônibus a pegar, etc.

 

Passamos no supermercado, compramos várias coisas para comer e cozinhar (muito barato por sinal) e voltamos para a cabana para pensar no que fazer no dia seguinte.

 

Gastos:

 

Um bom café da manhã: CH$ 11.000 (2 pessoas)

Café e água: CH$ 1.600

Wifi: Grátis

Diária da cabana: US$ 60,00

Almoço: CH$ 7.000 (2 pessoas)

Compras supermercado: CH$ 16.000

 

(25/02/2008) Dia 10 – Pucón

 

Acordamos umas 9h, tomamos café em casa com calma e fomos ao centro de turismo para conversar sobre os passeios. Resolvemos não subir o Villarica, pois se desistíssemos perderíamos um dia inteiro além da grana (CH$ 40.000 por pessoa, algo em torno de R$ 160).

 

Poderíamos fazer 3 passeios: Cuevas de Villarica, Tour pela Zona e algumas Termas da região. Os passeios eram separados e dariam algo em torno de CH$ 90.000 pesos para o casal. Combinamos então diretamente com um taxista que a senhora do centro de turismo indicou e que nos cobrou CH$ 40.000 para fazer isso tudo, sem incluir as taxas de entrada nos parques, nas termais e o guia.

 

Tomamos o táxi e fomos para a base do vulcão Villarica. O caminho é de terra (rípio) e com muita poeira, mas com um visual da mata e do vulcão muito lindos! Chegamos à entrada do parque e pagamos uma taxa para poder fazer a excursão guiada às covas subterrâneas por onde a lava do vulcão passou há milênios atrás. O passeio é incrível e a guia explica tudo sobre vulcões, formações rochosas, fotos da última erupção do VillaRica, etc. As covas chegam a 140 metros abaixo da terra e têm uns 500 metros de extensão. Vale muito a pena pois quase ninguém conhece esse passeio!

 

Após as covas pegamos a estrada e retornamos a Pucón para ir ao outro lado da cidade onde estão os Ojos de Caburga, Lagoa Azul e Lago Caburga. Os Ojos de Caburga são uma nascente de um rio que deságua no Lago Caburga. O local é bonito, mas não tem nada de tão exuberante, ao contrário da Lagoa Azul que apesar de pequena é linda e tem um tom de azul encantador! O Lago Caburga é imenso, assim como os lagos do Chile. Algumas pessoas tomando sol, algumas lanchas, algumas empanadas e fomos direto a Termas los Pozones.

 

Em Pucón existem várias termas e nos indicaram a Los Pozones por manter ainda o estilo natural e rústico ainda com pedras e terreno de areia. Alugamos uma toalha e descemos uma escada até uma cabana localizada ao lado de um rio para trocarmos de roupa. Dentro da cabana existe uma escada com acesso a primeira das sete termas naturais e as temperaturas variam de 28 graus, nesta primeira piscina, até quase 50 graus na última!

 

Regressamos a Pucón após 2h dentro das termas e aproveitamos o dia para andar pelas ruas da cidade. A noite ainda rolou o “Carnaval de Pucón” comemorando os 125 anos da cidade, que parou para ver o “desfile” de mulheres e homens fantasiados atrás de um carro de som e logo a frente de uma mini-bateria. As pessoas ficam encantadas e tiravam fotos impressionadas com o evento. Imaginem se eles fossem para a Sapucaí...

 

Gastos:

 

Diária da cabana: US$ 60,00

Tour com taxista Rigoberto: CH$ 40.000

Guia para as Cuevas Volcanicas: CH$ 10.000 ? (2 pessoas)

Lanche no Lago Caburga: CH$ 3.500 (2 pessoas)

Entrada para as Termas de los Pozones: CH$ 7.000 ? (2 pessoas)

 

(26/02/2008) Dia 11 – Pucón / Puerto Varas

 

Acordamos tarde e resolvemos pegar o ônibus para Puerto Varas a tarde. Telefonamos para uma pousada que estava indicada em uma comunidade no Orkut chamada EllenHaus em Puerto Varas ( http://www.ellenhaus.cl )e fizemos a reserva de um quarto duplo com banheiro. Por telefone, a recepcionista da pousada nos indicou comprar passagens na JAC BUS, pois o terminal ficava mais perto. Compramos as passagens na JAC BUS para 15:30, apesar de nós termos gostado mais da TURBUS. O ônibus da JAC era imundo, velho, janela fechadas, sem ar-condicionado, itinerário escrito com caneta BIC no vidro da frente e o motorista falava no celular o tempo todo! A Viagem durou umas 6h e fez umas 5 paradas (VillaRica, Lancao, Valdívia, Osorno, etc) para o entra e sai de passageiros, sendo que na última parada o motorista “acolheu” quase todos os outros passageiros do ônibus que quebrou e que ia na frete. As pessoas viajaram por 1 hora em pé nas auto-estradas no Chile e ainda bem que estávamos sentados logo na primeira cadeira. Só nos restava rir, pois chegamos a Puerto Varas às 22:30!

 

Aproveitamos e compramos as passagens para Bariloche no próprio terminal e andamos até a pousada, que ficava a umas 5 quadras distantes mas tranqüilo de chegar. A pousada EllenHaus fica bem localizada e adoramos o lugar por manter um aspecto simples, banheiro espaçoso, wifi no quarto e um bom café da manhã (pago a parte).

 

Rodamos por algumas ruas, que pareciam aquelas cidades americanas bem pequenas, curtindo o friozinho da noite e paramos em uma lanchonete para comer um hambúrguer. A cidade fica vazia quando a noite cai e todos os lugares fecham meia-noite. Achamos estranho e muito deserto, mas não perigoso apesar de alguns grupos de pessoas vagando pelas ruas. Voltamos a pousada, pois só poderíamos entrar até 2 da manhã!

 

Gastos:

 

Passagens JAC BUS de Pucón para Puerto Varas: CH$ 11.800 (2 pessoas)

Diária EllenHaus quarto duplo com banheiro privativo: CH$ 22.000

Hambúrguer e refrigerante: CH$ 8000 (2 pessoas)

 

(27/02/2008) Dia 12 – Puerto Varas

 

Acordamos e tomamos café da manhã na pousada. Enquanto Sandy resolvia coisas na Internet eu resolvi pesquisar preços de passeios pela região. Descobri que todos os passeios saem cedo e teríamos que fazer por conta própria pegando uns micros que saiam de um “terminal” no final de uma rua perto da pousada. Na principal praça da cidade existe um ponto de informação ao turista que pode dar mapas e dicas de passeios.

 

Pegamos um desses micros em direção a Petrohué. A viagem durou quase 1h e no caminho admiramos o lago que banha Puerto Varas e o imenso Vulcão Osorno! Muito lindo o visual! Mais lindo ainda eram os Saltos de Petrohué que são pequenos saltos de um rio verde esmeralda formado pelo degelo das montanhas e que corre entre as rochas vulcânicas formando um visual incrível com a floresta e o vulcão ao fundo.

 

Saímos do Parque e voltamos a mesma estrada para pegar o micro que nos levaria ao Lago de Todos os Santos, localizado a 6 km dali. Acabamos pegando carona num micro que fazia excursão e ainda fizemos uma parada com o guia para escutar informações da região. Chegamos ao Lago de Todos os Santos e fizemos um passeio de 30 minutos em um barco simples para conhecer. Deste lago é que sai o CRUCES DEL LAGO que é uma viagem de barco que te leva a Bariloche onde você troca de barco para ônibus e de ônibus para barco umas 4x até chegar no destino final. Dizem que é um passeio lindo mas um pouco cansativo por causa do troca-troca e também um pouco caro, algo em torno de US$ 160 por pessoa.

 

Regressamos a Puerto Varas através do micro que saia às 18h e chegamos às 19:20. Resolvemos ir a uma agência de turismo para ver passeio para a Ilha de Chiloé e depois fomos comer em um restaurante indicado pela atendente chamado Las Boas Brasas. Las Boas Brasas tem o melhor salmão do mundo e fomos muito bem atendidos pelo MAX, um brasileiro de Santos que mora em Puerto Varas há 1 ano! Trocamos algumas idéias sobre o local, passeios, vinhos, comidas e etc.

 

Regressamos a pousada e fomos dormir para acordar cedo no dia seguinte, já que o passeio a Ilha de Chiloé seria um pouco longo. Tentaríamos conhecer Frutillar no último dia de manhã, antes de pegar o ônibus para Bariloche.

 

Gastos:

 

Micros: Variam de CHS 300 a 1000 dependendo do trecho

Entrada no Parque dos Saltos de Petrohué: CH$ 2.400 (2 pessoas)

Passeio de barco: CH$ 3.000 (2 pessoas)

Las Boas Brasas: CH$ 17.000 (entrada, cerveja, 2 pratos principais e sobremesa)

 

(28/02/2008) Dia 13 – Ilha de Chiloé

 

Acordamos 7h da manhã e tomamos o café na rua para encontrar com a van que faria o passeio a Ilha de Chiloé. Pegamos a estrada e chegamos a Puerto Montt após 20 minutos. De lá tomamos outra via que após 60 km nos deixou na entrada do ferry boat, pois para chegar a Chiloé deve-se atravessar o Pacífico em uma viagem de aproximadamente 15 minutos. Em Chiloé conhecemos alguns pontos turísticos como o forte que protegia a Cidade de ANCUD e as casas palafitas da capital CASTRO. Conhecemos algumas igrejas (ao todo são mais de 100) todas feitas de madeiras e almoçamos um salmão que nada se comparava ao do nosso amigo MAX de Puerto Varas.

 

Como a ilha é muito grande (180 km de extensão) acreditamos que existem outros passeios mais interessantes, mas que não deu para se fazer nesta excursão como: Pinguinera, Parques e Reservas Florestais e etc.

 

A atividade na ilha é a pesca e artesanato logo você encontrará diversas feirinhas. Retornamos a Puerto Varas depois das 19h e esperávamos mais do passeio já que sempre nos falavam muito bem da Ilha de Chiloé, mas acho que o tempo ruim e a chuva não nos ajudaram muito.

 

Regressamos a pousada e Sandy foi rodar algumas lojas enquanto eu programava o restante do roteiro das próximas cidades. Mais tarde noite resolvemos jantar no Las Boas Brasas de novo, mas agora comendo um Bife de Lomo (tipo o filé mignon) maravilhoso e de quebra conversamos com os donos e com um garçon que em breve representará o melhor vinho chileno chamado MINCA (campeão de 2007) aqui no Brasil.

 

Gastos:

 

Passeio a Ilha de Chiloé pela Andina del Sur: CH$ 56.000 (2 pessoas)

Lanches e empanadas: CH$ 6.000

Almoço: CH$ 16.000 (2 pessoas)

Promoção de casacos de frio: CH$ 25.000 (2 casacos grandes)

Las Boas Brasas: CH$ 16.000 (entrada, 1 prato principal com 2 acompanhamentos e 2 cervejas)

 

(29/02/2008) Dia 14 – Puerto Varas / Bariloche

 

Amanheceu chovendo e não tínhamos como conhecer Frutillar. Deixamos as mochilas e bolsas na recepção e fomos a Puerto Montt pois a Sandy precisava de farmácia e eu pagar a reserva da Aerolineas Argentinas de Bariloche para El Calafate. Pegamos o micro e chegamos em Puerto Montt às 12:30. Não achamos a Aerolineas (depois fomos saber que não existe) e Sandy quase não achou o que ela procurava. Tomamos uma chuva pesada e conseguimos um táxi a duras penas para regressar a Puerto Varas faltando 15 minutos para o nosso ônibus sair para Bariloche. Usamos os nossos últimos CH$ 9.000 para pagar o táxi e enquanto a Sandy segurava o ônibus eu fui buscar as mochilas na pousada que nem um louco. O ônibus saiu com um pequeno atraso, mas conseguimos estar lá dentro a tempo, ensopados e cansados da correria.

 

A viagem foi tranqüila e pena que choveu por todo o caminho. Quando cruzamos a fronteira, que foi bem mais rápida e organizada do que a de Mendoza para Santiago, o visual era lindo, cheio de lagos e curvas até chegar à cidade de Villa Angostura. Já era noite (23h) quando chegamos em Bariloche e mal sabíamos que o pesadelo da rede Hi Hostel ia começar de novo.

 

Falaram-me que o hostel Tango Inn era perto do Terminal de ônibus... Mentira. Andamos muitas quadras grandes, creio que 1 km, até chegar no hostel. O hostel tinha uma fachada iluminada e era uma zona por dentro. Cachorro de rua dentro do hostel comendo comida dentro de um saco plástico, atendimento ruim e quarto péssimo, além de estar localizada a umas 15 quadra do centro de Bariloche!

 

Falamos que dormiríamos apenas aquela noite e após o banho usamos a rede wifi para encontrar uma outra opção de hostel em Bariloche. Sandy lembrou que viu um folheto do Hostel Condor Andino ( http://www.condorandinohostel.com.ar ) e achamos um quarto duplo disponível para o dia seguinte.

 

Gastos:

 

Micro para Puerto Montt: CH$ 1.200 (2 pessoas)

Táxi de Puerto Montt a Puerto Varas: CH$ 9.000

Passagens para Bariloche pela ANDESMAR: CH$ 24.000 (2 pessoas)

Diária quarto duplo com banheiro privativo: AR$ 120,00

 

(01/03/2008) Dia 15 – Bariloche

 

Acordamos 9h e fizemos o check-out no Hostel Tango Inn para pegar logo em frente o ônibus para o centro de Bariloche. Chegamos em 10 minutos e saltamos a 1 quadra do Hostel Condor Andino. Quem nos recebeu foi Felipe, o rapaz que falamos ao telefone na noite anterior. Junto com Felipe veio Horácio, o dono do hostel, e ambos nos receberam muito bem, informando que o quarto estava sendo limpo e nos convidando a tomar um café e conhecer as dependências do hostel.

 

Resolvi dar uma volta rápida pelas ruas e ir à loja da Aerolineas Argentinas para confirmar a reserva para El Calafate e também na Lade (Cia. Aérea da Força Aérea que possui vôos muito mais em conta), só que esta última estava fechada, pois era sábado. Pesquisei preços de passeios, saquei dinheiro nos caixas eletrônicos, comprei um sanduíche em uma padaria e retornei ao hostel para guardar as mochilas no quarto... E isso tudo eu fiz rodando apenas 4 quadras do hostel. Realmente o hostel era muito bem localizado!

 

O quarto era muito bom e o banheiro também (parece que os banheiros de Bariloche não possuem box, logo você toma banho ao lado da privada e usa um rodo para enxugar o excesso de água). Separamos algumas roupas sujas e molhadas pela chuva de Puerto Montt e deixamos no hostel para lavar. Horácio nos cobrou AR$ 20,00 pelo sacão de roupa e disse que no final do dia estaria limpo.

 

Andamos pelo centro e tiramos algumas fotos até pararmos em um restaurante para almoçarmos. Logo após o almoço a Sandy resolveu dar uma volta pelas ruas e lojas e eu fui visitar o Cerro Otto já que esse era o mirante mais perto. Peguei em frente ao hostel o ônibus da linha 51 e após 20 minutos estava em frente ao Cerro Otto. Paguei AR$ 35,00 e subi em uma gôndola até o topo do mirante. O visual valeu a grana e tirei muitas fotos dos lagos. Como o Cerro Otto fechava às 18:30 resolvi descer e voltar ao hostel.

 

Eram 19h e resolvemos sondar o aluguel do carro para daqui a dois dias. Conseguimos um Palio com quilometragem livre por AR$ 200 a diária. Saindo da locadora esbarramos com o Marcelo e a Jô, o casal de SP que conhecemos em Pucón, e batemos um papo sobre os nossos roteiros. Eles também alugaram um carro só que para o dia seguinte e queriam fazer o Circuito dos 7 Lagos (Bariloche – Villa Angostura – San Martin de los Andes – Bariloche). Eles também falaram que iam para El Calafate só que no dia 03 e nós iríamos no dia 05.

 

Voltamos ao hostel e fomos ao supermercado que fica ao lado e lá fizemos as compras para os jantares e lanches.

 

Gastos:

 

Ônibus: AR$ 1,30

Teleférico Cerro Otto: AR$ 35,00 por pessoa

Compras: AR$ 55,00

Diária quarto duplo com banheiro privativo: AR$ 130,00

 

(02/03/2008) Dia 16 – Bariloche

 

Acordamos e fomos a uma agência de turismo em frente ao hostel. Como os passeios de barco saem cedo (eram 9:30) resolvemos então fazer o Circuito Chico de ônibus. Este passeio poderia ser feito também de bicicleta, mas acho que seria pesado demais. Ficamos andando pelas ruas e lojas e depois regressamos ao hostel para descansar um pouco.

 

À tarde pegamos o ônibus para fazer o Circuito Chico que nos levava ao Cerro Campanário, Hotel Llao Llao e diversos outros pontos onde se tinha uma bela vista dos lagos da região. O passeio é básico e bem turístico, mas vale a pena pelas belas paisagens.

 

Voltando ao hostel resolvemos mudar o nosso roteiro. Como já estávamos vendo lagos desde o Chile, cancelamos o passeio de barco e também o aluguel do carro (o Circuito dos 7 Lagos fica para uma próxima viagem). Meio seco esse corte, mas antecipando a ida para El Calafate poderíamos ganhar 2 dias para conhecer Ushuaia antes de regressar a Buenos Aires. O problema é que não havia mais passagens para El Calafate tanto na Aerolineas Argentinas como na LADE (esta só tem vôos as quintas). Apostamos no risco e arrumamos as malas para o check-out no dia seguinte. Se não houvesse fila de espera voltaríamos para o hostel e continuaríamos o planejado anteriormente.

 

Existem várias companhias de ônibus que fazem o trecho Bariloche – Calafate pela famosa Ruta 40, mas a viagem dura 1 dia e meio e custa AR$ 300 por pessoa. Como não tínhamos tempo suficiente resolvemos ir de avião e deixamos a Ruta 40 para férias futuras.

 

Gastos:

 

Passeio Circuito Chico: AR$ 60,00 (2 pessoas)

Teleférico Cerro Campanário: AR$ 40,00 (2 pessoas)

 

(03/03/2008) Dia 17 – Bariloche / El Calafate

 

Arrumamos as mochilas, nos despedíamos do Horácio e Felipe avisando que se não tivesse vôo voltaríamos ao hostel e pegamos um táxi para o aeroporto. Encontramos com o casal de SP e ficamos na fila de espera do vôo para Calafate. A sorte estava ao nosso lado e após 2h de espera fomos chamados e embarcamos junto com o casal de SP para Calafate e já planejando o que faríamos por lá!

 

A viagem é cara, mas é rápida e com um visual incrível dos lagos e paisagens desérticas... uma mistura muito interessante. Chegamos em Calafate sem onde ficar, mas sondamos por telefone alguns hostels. Eu já havia anotado algumas opções na agenda e pegamos um táxi até o centro, onde encontramos o Hostel Calafate. O hostel é muito bom, grande e bem localizado a apenas 2 quadras da avenida principal.

 

Escolhemos um quarto quádruplo para dividirmos com o Marcelo e a Jô e saímos para sacar dinheiro e jantar. Voltamos ao hostel enquanto o Marcelo ia ao terminal rodoviário comprar passagens para Chaltén e Torres Del Paine.

 

Pagamos o minitrekking no Perito Moreno diretamente no hostel para o dia seguinte e ficamos de analisar o outro passeio a Upsalla para o outro dia. Pensamos em ir a Torres Del Paine, mas este passeio além de salgado seria muito cansativo, pois saía às 6h da manhã e regressando às 23h. Um dia apenas para Torres seria muito curto, além disso, algumas pessoas falaram que lá as coisas são muitos caras. Como o tempo estava curto, adiamos o plano.

 

Gastos:

 

Táxi para aeroporto: AR$ 30,00 (aproximadamente)

Passagem Aerolineas Argentinas Bariloche – El Calafate: AR$ 1760,00 (2 pessoas)

Táxi aeroporto – centro: AR$ 50,00

Restaurante: AR$ 90,00 (rodízio para 2 pessoas)

Diária quarto quádruplo com banheiro privativo no Hostel Calafate: AR$ 240,00 (4 pessoas)

 

(04/03/2008) Dia 18 – El Calafate (Glaciar Perito Moreno)

 

Acordamos e tomamos café da manhã no hostel e antes da saída para o passeio a Perito Moreno fomos na Aerolineas Argentinas pagar o próximo trecho de avião: El Calafate – Ushuaia – Buenos Aires.

 

Pegamos o ônibus da excursão e após uns 40 minutos entramos no Parque Nacional de Perito Moreno e logo em seguida tivemos a primeira visão do Glaciar. Sem palavras, pois é algo incrível pelo seu tamanho, cor e visual! Ao chegarmos mais perto, descemos por vários mirantes e tiramos muitas fotos antes de iniciar o trekking. Ficamos ansiosos atrás dos blocos de gelos que se soltavam, mas para a nossa infelicidade apenas alguns blocos pequenos caíram fazendo barulho... Imagina um bloco de gelo de 70 metros de altura!

 

Lanchamos alguns sanduíches e pegamos o ônibus da excursão em direção ao pequeno porto onde saiam os barcos para o outro lado do lago onde faríamos o trekking. O passeio foi de uns 20 minutos, bem tranqüilo e de onde pudemos ver o glaciar de outro ângulo. Chegando na margem, fomos orientados a colocar os casacos e luvas e caminhar até um ponto onde eles explicavam como se formava um glaciar e sua movimentação por cima da água do rio.

 

Logo após a curta palestra, andamos mais um pouco por uma trilha e chegamos à base do glaciar onde os guias estavam a postos para colocar os grampones em nossos tênis. Passsamos novamente por uma palestra de como andar pelo glaciar e depois começamos o trekking de 1 hora subindo e descendo as formações de gelo! Uma sensação incrível ver aquele gelo todo pois é algo que não existe aqui para nós no Brasil e é claro que tiramos inúmeras fotos! Em alguns pontos existiam furos onde alguma folha ou resto de madeira absorve o calor do sol e derrete o gelo formando um canal vertical cheio de água pura do degelo, sendo alguns com vários metros de profundidade. Os tons de azul e o reflexo no sol no gelo são coisas indescritíveis! No final do trekking fomos brindados com uma boa dose de uísque com gelo retirado direto do galciar e alguns alfajores!

 

Retiramos os grampones, os casacos, as luvas e retornamos ao abrigo pela mesma trilha para pegarmos nossas bolsas e logo depois o barco de volta ao porto. Entramos no ônibus da excursão novamente para regressar a El Calafate. Todos estavam cansados, felizes e doidos para conferir as fotos!

 

Achamos o restaurante La Vaca Atada que tanto falavam no orkut e comemos muito bem. Regressamos ao hostel já depois de 1h da manhã e nos despedimos do casal de SP já que eles viajariam para Chalten cedo no dia seguinte, e nós no meio da tarde para Ushuaia.

 

Gastos:

 

Diária quarto duplo com banheiro privativo: AR$ 150,00

Minitrekking Perito Moreno: AR$ 310 por pessoa + 40 de entrada no Parque Nacional

Jantar: AR$ 100 (entrada, 2 pratos principais deliciosos e bebidas)

 

(05/03/2008) Dia 19 – El Calafate / Ushuaia

 

Acordamos tarde, perdemos o café e fizemos o check-out deixando as mochilas na recepção. Fomos ao café da esquina chamado Casa Blanca e ficamos fazendo hora por lá até a hora do nosso vôo para Ushuaia. Tomamos café da manhã, depois algum lanche e acessamos a rede wi-fi, que por sinal era boa em comparação ao resto da cidade que era uma joça. Pior que linha discada!

 

Pegamos um táxi para o aeroporto, distante uns 15 km do centro. O vôo atrasou um pouco, mas valeu pelo visual ao chegar em Ushuaia. A cidade é uma mistura de cordilheiras, lagos, florestas, ilhotas, mar e nós ficamos impressionados com o visual visto do avião. Realmente de fim de mundo Ushuaia não tem nada e a cidade é pequena e bem organizada.

 

O aeroporto de Ushuaia fica a 5 min de carro do centro e no saguão onde se pegam as malas há um ponto de informação ao turista com um book de várias pousadas e hostels, além de uma lista com telefone de vários outros para você ligar e tentar reservar usando um telefone público logo na saída (os telefones na Argentina aceitam moedas).

 

Fizemos uma reserva no YAKUSH ( http://www.hostelyakush.com.ar ) que fica bem localizado no centro. O hostel é muito limpo, com café da manhã incluído e o clima bem legal, ficando apenas quatro quadras de um supermercado. Uma outra opção que vimos na internet mas não conseguimos vagas por estar lotado era o http://www.ushuaiafreestyle.com.

 

Andamos pelas ruas de Ushuaia e sondamos alguns passeios e fizemos compras no supermercado. Voltando ao hostel conversamos com uma mulher que já havia sido guia de excursão e nos indicou alguns passeios para aproveitar melhor o nosso tempo. Reservamos para o dia seguinte um passeio de veleiro até o farol do fim do mundo de manhã, um táxi à tarde para o tour dentro do Parque Nacional e um passeio a pingüineira para o outro dia.

 

Gastos:

 

Café da manhã e lanche: AR$ 60,00

2 Passagens Aerolineas Argentinas Calafate – Ushuaia – Buenos Aires: AR$ 2.250

Táxi para aeroporto de Calafate: AR$ 40,00

Taxa de embarque do aeroporto: AR$ 32,00 (2 pessoas)

Táxi do aeroporto para centro de Ushuaia: AR$ 16,00

Diária quarto duplo com banheiro compartilhado: AR$ 130,00

 

(06/03/2008) Dia 20 – Ushuaia

 

Acordamos 9h, tomamos café e fomos à marina, que fica bem na reta do hostel, pegar o veleiro. Como o tempo estava querendo mudar e com muito vento, o marinheiro cancelou o passeio, mas deu a dica de irmos ao porto de Ushuaia sondar preços dos passeios em barco maiores.

 

Fechamos para a parte da tarde um passeio de catamarã que sai do porto de Ushuaia e passa por algumas ilhotas de pássaros, leões marinhos, farol do fim do mundo e chegando às pingüineiras. São 6h de passeio (ida e volta) com um visual incrível! A pingüineira é uma pequena praia lotada de pingüins onde o catamarã praticamente “encalha” na beirinha e você fica a 3 metros dos pingüins para tirar fotos!

 

Existe em frente ao porto um quiosque da empresa PiraTour que é a única que faz o passeio a pingüineira com direito a andar no meio dos pingüins. Achamos o passeio dessa empresa caro (AR$ 265 por pessoa) por ser feito todo em estrada, pegando o barco apenas na altura da pingüineira. O passeio que nós fizemos foi todo pelo mar curtindo todos os pontos turísticos num único dia, ou seja, praticamente fizemos 2 passeios em 1.

 

Voltamos do passeio e fomos negociar um aluguel de carro para o dia seguinte no intuito de conhecer e rodar por dentro do Parque Nacional. Tiramos algumas fotos da famosa placa “Bem-vindo ao Fim do Mundo” e regressamos ao hostel para jantar e dormir.

 

Gastos:

 

Passeio de catamarã às ilhas, farol e pingüineira: AR$ 380,00 (2 pessoas)

Aluguel do carro para o dia seguinte (empresa Budget): AR$ 160,00

Diária quarto duplo com banheiro compartilhado: AR$ 130,00

 

(07/03/2008) Dia 21 – Ushuaia / Buenos Aires

 

Acordei cedo e pensei em pagar os US$ 100 por 1 hora de vôo panorâmico de avião que saia do aeroclube, bem perto do hostel, e fazia um tour sobre a cidade, os lagos e sobre o Parque Nacional, mas o dia amanheceu nublado e resolvi dormir mais um pouco.

 

Após o café da manhã arrumamos nossas mochilas, pegamos o carro alugado, colocamos nossas mochilas no carro, fizemos o check-out no hostel e fomos conhecer o Parque Nacional que fica a 8 km do centro de Ushuaia. Para entrar no Parque é cobrada uma taxa de AR$ 30 por pessoa. Antes da entrada do Parque você verá campos de golf e um trem chamado “Trem do Fim do Mundo”. O trem é caro, faz um passeio rápido e que não roda nem 10% do Parque, ou seja, não vale à pena. Você também pode pegar micros e vans que fazem alguns trajetos dentro do Parque, mas o chato é que você fica na mão dos horários que eles passam. De carro conhecemos todos os pontos turísticos do parque e umas 2 trilhas pequenas em menos de 4 horas.

 

Um passeio que não fizemos, mas acho que daria tempo se saísse mais cedo, era combinar os passeios aos lagos que ficam do outro lado da cidade como o Lago Escondido e mais um outro que estão a 60 km de Ushuaia e que não conhecemos por falta de tempo. Existe ainda um Glaciar que fica bem próximo ao centro da cidade. Bem perto do hostel existe um centro de informação ao turista que poderá dar dicas ou ajudar a combinar os passeios.

 

Devolvemos o carro e fomos para o aeroporto. Fizemos a reserva no site http://www.hihostel.com para o Suítes Obelisco, mas não sabíamos que tínhamos que re-confirmar a reserva por e-mail e só descobrimos isso minutos antes de pegamos o vôo para Buenos Aires. Mais uma “pérola” da rede Hi Hostel. Chegamos de madrugada e sem lugar para ficar, mas a sorte é que no saguão de desembarque do aeroparque existe um painel com 3 telefones de hotéis e hostels que pudemos ligar de graça. Como já era de madrugada não havia vaga em nenhum local a não ser no Hotel Sarmiento, o mesmo que ficamos no ano passado. Pagaríamos mais caro, mas era o que tínhamos disponível naquele momento.

 

Pegamos um táxi e fomos para o hotel, onde tomamos banho e dormimos. Para o dia seguinte estávamos planejando a visita ao Zoológico de Luzón, onde se pode entrar nas jaulas dos bichos.

 

Gastos:

 

Combustível: AR$ 8,00

Táxi para aeroporto de Ushuaia: AR$ 15,00

Taxa de embarque de Ushuaia: AR$ 36,00 (2 pessoas)

Táxi do aeroparque para o Hotel Sarmiento: AR$ 17,00

Diária quarto duplo com banheiro privado: US$ 72,00

 

(08/03/2008) Dia 22 – Buenos Aires

 

Tomamos um ótimo e imenso café da manhã após 20 dias ficando em albergues. Pesquisamos na Internet e no Orkut sobre o Zôo Luzón e conseguimos um táxi em frente ao hotel que nos fez um bom preço. Se fossemos de ônibus pagaríamos AR$ 18,00 por pessoa em uma viagem de quase 2h e ficaríamos na dependência de vans para voltar.

 

Acertamos AR$ 200 para o táxi ir ao Zôo de Luzón e voltar para Buenos Aires e ainda esperar por 2h por lá. Uma pechincha já que no Orkut falavam de AR$ 160,00 só para ir. Pagamos AR$ 25,00 de entrada por pessoa que dava acesso a todos os bichos e ao belo espaço onde se podia fazer piquenique, churrascos, etc. Levamos uns 40 minutos para chegar ao Zôo e retornamos no final do dia. Fizemos contato com o taxista, chamado Miguel, e combinamos dele nos levar no dia seguinte ao aeroporto de Ezeiza para voltar ao Brasil.

 

O Zôo não é muito grande e dá para conhecer tudo em 2h. O espaço é cheio de crianças, patos e gansos soltos e vários outros bichos em currais pequenos. Entramos nas jaulas dos filhotes de puma, dos leões, dos tigres e tiramos muitas fotos! Os bichos ficam quietos e pode-se passar a mão em determinados pontos conforme os funcionários do Zôo iam falando. Os fotógrafos do parque entram junto com a gente para depois vender as fotos em um quiosque. Tinha uma jaula de macacos e um leão marinho que saia do fosso para comer peixe que você pode dar na boca dele. Meu filho lá ia ficar louco e não ia querer ir embora. Sandy ainda andou no Elefante e tomou uma lambida de um dromedário bem simpático e que não cansava de tirar fotos.

 

Voltando para Buenos Aires paramos na Avenida Córdoba para fazer compras. Era época de promoções e rodamos as lojas na Levi´s, Nike, PUMA (esta fica a 5 quadras da Avenida Córdoba na Rua Gurruchaga) e outras. Após umas 2h andando pela avenida, voltamos ao hotel para arrumar as mochilas, tomar banho e sair para jantar já que era a nossa última noite em Buenos Aires.

 

Gastos:

 

Táxi para Zôo: AR$ 200,00

Compras na Avenida Córdoba: + AR$ 500,00

Táxi para hotel: AR$ 11,00

Táxi para o restaurante: AR$ 8,00

Jantar no restaurante La Cabaleriza: AR$ 100,00

Táxi de volta ao hotel: AR$ 10,00

Diária quarto duplo com banheiro privado: US$ 72,00

 

(09/03/2008) Dia 23 – Buenos Aires / Rio de Janeiro

 

Acordamos tarde, tomamos café da manhã no hotel e encontramos com Miguel nos esperando na porta do hotel para nos levar ao aeroporto. Combinamos AR$ 70,00 o transfer e ele foi contando no caminho que disse aos 4 filhos que foi no Zôo Luzón (ele não conhecia o Zôo assim como a maioria dos argentinos) e a esposa dele queria marcar uma nova visita só que com a trupe toda. Como não tínhamos trocado e o Miguel saiu de casa apenas para nos levar ao aeroporto, deixamos AR$ 100 como forma de agradecer e compensar o dia anterior onde ficamos no lucro. Pegamos o contato dele e quem quiser é só falar.

 

O aeroporto foi modernizado e o check-in da GOL fica em uma área reservada e bem mais tranqüila que o resto das companhias. Fizemos o check-in cedo, pagamos a taxa de embarque de US$ 18,00 por pessoa em um quiosque bem em frente e subimos para fazer o embarque. O raio-x foi rápido e a aduana também apesar na grande fila. Após as papeladas burocráticas ficamos livres para fazer o FreeShop ainda mais porque o vôo atrasou 1 hora e meia. O vôo estava cheio, a viagem foi bem tranqüila e chegamos ao Rio de Janeiro já a noite.

 

Gastos:

 

Táxi para aeroporto de Ezeiza: AR$ 70,00

Água no aeroporto: AR$ 6,00

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Rafael muito bom seu relato,

com detalhes e preços.

ja anotei algumas dicas de hostel e de passeios.

parabéns!

sueli

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Poxa Rafael, show de bola esse teu relato.

 

Interessante até mesmo pq o roteiro que vc percorreu é bem semelhante ao q estou planejando para fazer com minha mulher.

 

Poderia me passar se email para tirar algumas dúvidas? Realemente é difícil de encontrar alguém q tenha feito esse trajeto com esposa.

 

Agradeço desde logo.

 

Att.,

 

Fernando.

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Fala aí Rafael!!

 

Parabéns pelo relato, ficou muito bom! Cheio de detalhes, deu pra viajar com vocês neste relato, tive que ler parceladamente, hehe. Depois vou te perguntar algumas coisas de Pucón e Puerto Varas!

 

Abraço,

Leonardo

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Obrigado Sueli.

Precisando de mais info é só falar.

Tenho o roteiro em um arquivo DOC e se quiser mando pro grupo.

 

[ ]s

Rafael

 

 

Oi Rafael, se ainda tiver, manda o arquivo do roteiro em DOC!!

 

Valeu pela ajuda!!!

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Muito bom o relato...

Vou fazer Buenos Aires - Mendoza - Santiago agora em dezembro... e coincidentemente estava em dúvida entre o hostel Luz Azul e Bellavista (que ja esta lotado) e em Mendoza HI/Campo Base e Alamo... depois do seu comentario sobre o Luz Azul, decidi ficar la msm, heheheh, agora em Mendoza ainda nao decidi!!! Vc disse q numa rua x tem uns hostels q parecem mais animados e tal, la no Alamo eh mto paradao???

Valeu =)

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Mais uma dica : em Mendoza tem um passeio dos vinhos :museu mais almoco na vinicola Zucardi que é imperdivel , custa 160 pesos argentinos , valeu cada centavo !!

recomendo !!!

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Olá Rafael... adorei o seu relato... bem detalhado... e fiquei bastante interessando em fazer um roteiro parecido com o seu. minhas férias foram marcadas pra agosto... e pretendo viajar novamente.

 

Vc pode me enviar o "DOC"?

quanto vc estima que gastou na viagem inteira?

vc postou as tuas fotos em algum site?

 

 

desculpe pelas perguntas... heheheh

 

Abraços!

 

Fernando Peres

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Olá Rafael!

 

Obrigada pelas dicas e o detalhe dos preços pagos...

Graças a vc e tantos outros que relatam tão caprichosamente, fica mais fácil decidir algumas pendências em nossas futuras viagens... Pretendemos (eu e meu esposo) fazer em breve esse passeio, mas excluindo algumas cidades e em menos tempo.

Valeu...

 

Carla

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