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Olá viajante!

Bora viajar?

Peru e Bolívia: Lima, Cusco, Puno, Copacabana, Arequipa em 15 dias

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Olá, pessoal.

 

Como forma de agradecer a ajuda recebida aqui do Fórum, seja indiretamente, pelos posts lidos, seja diretamente, pelas respostas fornecidas pela Marina, posto aqui um relato da viagem. Agradecimentos especiais a ela e ao Peri.

 

O roteiro original faria um tour pelas cidades de Lima, Ica, Arequipa, Puno/Copacabana, Cusco e Lima novamente.

 

Contudo, após sugestões (que veremos acertadas), “inverti” o roteiro, fazendo Lima, Cusco, Puno/Copacabana, Arequipa e Lima. Ica acabou cortada do roteiro por razões de gripe. Um infortúnio.

 

A viagem ocorreu durante 15 dias, de 31.01 a 14.02.2012. No dia 14 o vôo saiu cedo de Lima, então foram 14 dias “cheios” e tivemos tempo de fazer as coisas com calma, sem correria, inclusive ficando um dia a mais em Cusco.

 

O relato é feito pela memória, pois não anotei nada, então desculpem se faltar algo. Qualquer coisa perguntem.

 

Algumas dicas prévias:

 

1)Se for levar dinheiro daqui, é mais negócio levar dólares do que reais, que estão desvalorizados por lá. Enquanto a cotação do dólar variou entre 2,56 (a menor, no aeroporto de Lima) a 2,69 (a melhor, em Cusco), o Real variou entre 1,30 e 1,34 – as duas em Cusco, tive até medo de perguntar em outros lugares e encontrar 1 por 1...

2)Em todas as cidades encontramos caixas eletrônicos Global Net (de cor amarela e bem identificados), onde você pode retirar dinheiro facilmente com seu cartão de crédito, mesmo sem conta nem nada (foi a única que testei, por isso falo dela, mas deve ser possível em outros caixas também). Pode retirar dólares ou soles. A taxa é de 10 soles independentemente do valor do saque e o máximo, aparentemente, são 400 soles por saque.

3)No Peru os taxis não possuem taxímetro, então o ideal é acertar o valor da corrida antes de entrar no mesmo.

4)Lá existem taxis, taxis e mais taxis. Passa um depois do outro. Ouso dizer que metade dos carros que vimos, seja em Lima, em Cusco ou em Arequipa, são taxis. Então se não sentir confiança em um, já terá outro chegando.

5)A maioria dos taxis de lá não possuem a tradicional placa em cima, mas apenas tarjas vermelhas e brancas nas laterais.

6)Lá deve ter bastante problema com notas falsas, então eles são chatos com elas. Notas de série mais antigas de dólares eles não aceitam, e tampouco cédulas muito amassadas ou com riscos. Se receber uma de troco ou no câmbio, recuse, peça uma mais nova. Melhor passar por chato.

7)Pechinche e conseguirás bons descontos. Uma boa tática é dar o seu preço, que será negado, dar uma insistida e então dizer que não e ir saindo. Por três vezes o pessoal foi atrás e disse que fechava pelo nosso preço. Facilmente se consegue uns 30%. Isto em Cusco e artesanatos. Não em lojas.

8)Você não terá problemas em conseguir os passeios que deseja, então não precisa reservar tudo com antecedência e pagar mais. Feche tudo por lá e pechinche.

9)Ande sempre com trocados para poder utilizar os banheiros. Uns custam 50 centavos de sol, outros, 1 sol.

10)A identidade é suficiente mas mais burocrática, em alguns lugares pedem xerox dela para ficar, inclusive na fronteira. Se tens passaporte, vá com ele e livre-se deste incômodo.

 

Mas vamos ao que interessa.

 

Lima 31.01 a 02.02.

 

Uma vez que nosso vôo para Lima saía às 07hs do dia 31.01 do aeroporto de Guarulhos, saímos de Porto Alegre no dia 30.01 e ficamos no Hotel Monaco Convention, em Guarulhos. Optamos por ficar em um hotel e pegarmos um vôo mais cedo para termos uma boa noite de sono e podermos aproveitar já no primeiro dia.

 

O vôo durou aproximadamente quatro horas e meia, mas chegamos em Lima às 09hs30min pois há duas horas de diferença do fuso horário que na ida atuam em nosso favor (duas horas a mais para aproveitar por lá). Fomos pela TACA e passaram dois filmes: A Dolphin Tale e Smurfs.

 

Chegamos em Lima e o motorista do Hostal Porta já estava nos esperando. Este serviço é pago à parte e custa 18 dólares ou 45 soles. Não busquei outra maneira de ir do Aeroporto até Miraflores, mas evidentemente deve haver. O trajeto é longo e, com o trânsito ajudando, leva uns 30 minutos. Mas facilmente leva mais que isso.

 

O Hostal tem TV a cabo, café da manhã, fica a umas três quadras da “praia” (logo vocês verão o porquê das aspas) e próximo de tudo em Miraflores. Custa 35 dólares a diária para casal em quarto com banheiro privativo. É pequeno e não achei barulhento. Limpo. Recomendo.

 

Fizemos o check in no Hostal, organizamos tudo e já saímos para conhecer a Plaza de Armas (taxi até lá: 25 soles, talvez se consiga mais barato pegando algum na rua, mas acabamos acertando com o mesmo que nos trouxe do aeroporto).

 

Neste dia conhecemos a Plaza Mayor (de Armas), a sede do Governo, a Catedral (10 soles por pessoa), San Francisco (7 soles por pessoa), a Plaza San Martin e andamos bastante por essa região.

 

Já cansados, voltamos a Miraflores, mais especificamente para o Shopping Larcomar, onde para jantarmos e vermos o por do sol no Pacífico. O shopping em si não tem muitas lojas para os mais consumistas, mas vale a pena conferir. Quanto à alimentação, há os fast food e os restaurantes com a vista para o mar, mais caros mas nem tanto e se come melhor, então compensa. Recomendo o Porto Fino.

 

No dia seguinte, passeamos pela praia (que não tem areia, mas pedras), fomos ao Parque do Amor, também com vista do Pacífico, e fomos para o Parque Kennedy e o Central (um ao lado do outro e pequenos, de um quarteirão). Próximos a eles há uma livraria muito boa, que infelizmente esqueci o nome, mas há uma filial menor dela no Larcomar, e vários bares e restaurantes. Almoçamos por lá. Recomento o El Parquetito.

 

Uma curiosidade a respeito destes parques é a quantidade de gatos que vivem por ali – não se preocupem que é tudo limpo e organizado. A comunidade os adotou e você os verá dormindo e passeando tranquilamente ao lado dos pedestres, sem serem importunados.

 

À noite fomos ao Circuito de Águas (4 soles por pessoa), muito bonito. Fomos e voltamos de busão (1 sol por pessoa o trecho, de taxi, creio que teria saído uns 15 ou 20 soles o trecho, que é longo, levou uns 40 min), indicado pelo funcionário do Hostal, que nos explicou como fazer. Bem tranquilo. O circuito funciona de quarta a domingo. Segunda e terça fica fechado.

 

Depois voltamos para o Hostal, pois no dia seguinte tínhamos o vôo para Cusco, um dos momentos mais aguardados da viagem. O vôo durou pouco mais de uma hora e estranhamente tinha sistema de entretenimento individual, coisa que no vôo de ida a Lima, mais longo, não havia.

 

Cusco, 02.02 a 06.02

 

Logo no desembarque você encontrará agências de turismo oferecendo pacotes. Você pode fechar com alguma delas ou deixar para fechar com alguma das muitas outras na Plaza de Armas ou até fazer por conta própria os passeios.

 

Como eu não havia comprado as passagens de trem, bateu um receio de não conseguir ir a Machu Picchu e fechei com uma das agências dali mesmo, o que pode ter me custado mais. O receio era infundado. A agência é a primeira que vocês encontrarão ao desembarcar no aeroporto: Peru Viajes o Globo. Deu tudo certo, mas eles podiam ser mais organizados. Maiores informações abaixo.

 

Algumas explicações. Os tours mais comuns por lá são o City, o Vale Sagrado e, claro, Machu Picchu.

 

O City, de city não tem nada. Ele não mostrará a cidade a vocês, mas sim ruínas ao redor da cidade: Sacsayhuamán (sexy woman, para os de língua presa), Quen'qo, Tambonchay e Puka Pukara. Dura cerca de 6 horas.

 

O do Vale Sagrado dura o dia todo, e os levará a Pisaq, Urubamba, Ollantaytambo e Chinchero.

 

Para conhecer estes lugares, você precisará do Boleto Turístico, que custa 130 soles e dá direito a visitar 16 lugares (estes mencionados e diversos museus e construções na cidade).

 

Para MP você não precisa desse boleto, apenas da entrada para lá, que custa 128 soles. O Boleto não dá direito à entrada em MP, então se quiser ver tudo, precisará dos dois.

 

Fechamos tudo por 400 dólares para os dois, com passagem de trem e ingresso a MP incluído, bem como uma noite em Águas Calientes e guia. Como só as passagens de trem me custariam 130 dólares para os dois, mais quase 100 dólares duas entradas para MP e o Hotel em AC 60 dólares para casal, achei o preço bom, pois incluiu também os transportes necessários e nos buscavam no hotel. Mas pechinchei, pois inicialmente queriam 600 dólares e falando com um casal colombiano que conhecemos descobrimos que eles pagaram 350 dólares por pessoa, mas estava incluído o boleto (aqui já se vai quase 100 dólares para o casal) e hotel em Cusco também.

 

Bom, pacote fechado, fomos para o Hostel Inti Wasi, que fica na Plaza de Armas, 35 dólares para casal, banheiro privativo. Tem TV a cabo e café da manhã. Recomendo. Ótima localização.

 

Demos uma passeada básica na Plaza, almoçamos e aguardamos o city tour, que saiu às 14hs. Retorno quase às 20hs, com o estômago já se corroendo. Jantamos em um dos muitos restaurantes da Plaza. Não lembro o nome do restaurante, mas em Cusco não encontrei nenhum digno de nota para recomendar. Para os fãs de fast food (eu gosto), há um McDonalds e até um KFC e Starbucks ali.

 

No outro dia já teríamos o tour pelo Vale Sagrado. No caminho o tour parou em lojas de artesanato. Não compre, não tem nada de diferente do que já há na cidade e é mais caro, provavelmente para pagar a comissão da agência.

 

O almoço estava incluído e foi em Urubamba. Chegamos em Ollantaytambo por volta das 16hs. Conhecemos as ruínas e fomos para a estação de trem. Aqui aconteceu o um dos dois únicos momentos tensos da viagem.

 

A agência disse que nos entregaria as passagens na noite anterior, no Hotel. Não deixou. No dia seguinte, pela manhã, nada também. O pessoal do Hotel ligou para lá e disseram que o guia do Vale Sagrado, quando nos buscasse para o tour, nos entregaria.

 

Ele chegou e nada. Disse que em Pisaq nos entregariam. Nada. Depois Ollantaytambo. Nada. Por fim, disseram que estariam na estação. Nada também. Os colombianos que mencionei acima estavam conosco e na mesma situação – haviam fechado com a mesma agência, bem como duas chilenas que conhecemos na hora.

 

A moça da estação, em nada prestativa e com muita má vontade, buscou no sistema se havia as passagens nos nossos nomes e encontrou as dos colombianos e a da minha esposa. Problema parcialmente resolvido.

 

Mas e eu? Por sorte encontramos a senhora Silvia Flores Subileta, que é guia em MP e nos ajudou, ligou para a agência, que nos deu um código, que deveria ser buscado pela mal amada acima, que também nada achou. Resolvi tentar em outro guichê e, surpresa, a outra moça, mais educada, encontrou a minha passagem e a imprimiu. Acho que além de mal educada, a outra era analfabeta e digitou errado meu nome na hora de procurar. Ela também trabalha com tours e foi bem atenciosa. Tenho o contato dela, se desejarem.

 

O problema foi causado pela agência, que comprou de fato as passagens mas não nos entregou, mas também a funcionária foi mal educada e rude, disse que não era problema dela, que ela não tinha obrigação de ver isso e imprimir as passagens.

 

Empregado ruim tem em todos os lugares. Depois a empresa fecha, ficam desempregados e a culpa é do governo...logo contarei uma que se passou em Copacabana.

 

Tudo resolvido, era só aguardar a hora do trem, que partiria às 19hs. A viagem foi tranquila, mas não muito confortável. As poltronas do trem não reclinam (eu sei, reclamação de velho, mas paciência...). E é lento, essas duas horas são para percorrer uns 20km. Isto não seria problema se fosse de dia e pudéssemos apreciar a paisagem. Mas à noite, com um breu lá fora, a monotonia deu o tom. O lanche era uma opção entre refrigerante, café ou chá de coca, com um salgadinho.

 

O ideal aqui é puxar conversa com os vizinhos de poltrona, que ficam de frente, mas ficamos separados dos colombianos e nossos novos vizinhos não eram de muita conversa.

 

Chegamos em Águas Calientes (MP Pueblo) e fomos direto para o Hotel. Bom, com cama confortável, TV a cabo, café da manhã. 60 dólares para casal, incluído no pacote. Já havíamos jantado em Ollanta, então só descansamos porque queríamos pegar o primeiro busão para MP, que sai às 05hs30min, para vermos o nascer do sol.

 

Aqui novo momento de tensão. Novamente estávamos sem o ingresso para MP – e isto é importante, NÃO VEDEM ingressos para MP em MP, então NÃO EMBARQUE para lá sem ele ou terá que voltar.

 

Quando chegamos em AC entregamos nossos passaportes para o guia, que compraria os ingressos e nos entregaria no dia seguinte, no terminal de saída dos ônibus. Os colombianos novamente estavam conosco, bem como duas chilenas, também na mesma situação. E se o sujeito não aparecer? Ficamos sem passaporte e sem ingresso. Mas correu tudo certo, no horário combinado o cara lá estava.

 

O ônibus custa 17 dólares e partem vários, um atrás do outro, então não precisa de desesperar. Em MP, você fica o tempo que quiser e para o retorno, pega qualquer desses ônibus que subiram. A viagem dura uns 40 min.

 

A infelicidade foi termos pego chuva justamente neste dia. E foi chuva. Só vi mais chuva no Rock in Rio ano passado, no show do Guns n' Roses.

 

Mas ela deu uma acalmada quando chegamos e pudemos aproveitar bem. Uma pena não termos podido apreciar a paisagem completa, devido ao nevoeiro. O guia ia nos explicando, muito interessante e bonito. Chegamos por volta das 06hs e ficamos até o meio dia.

 

Do lado de dentro de MP não vendem lanches nem água, então levem de fora. Vi várias placas dizendo que não podia entrar com comida mas vi muita gente passando normal, inclusive nós.

 

Chegamos a AC por volta das 13hs e tínhamos tempo até o trem, que só saía às 19hs. Como estava cansado – acordamos às 04hs, negociei 1/3 de diária no hotel e dormimos até às 17hs, quando saímos e demos uma volta pela cidade.

 

De volta ao trem, chegamos em Ollanta e havia um ônibus da agência nos esperando para nos levar de volta a Cusco. Neste retorno ocorreu o momento mais punk da viagem: um infeliz resolveu ultrapassar em uma curva e quase bateu no ônibus. Por sorte o motorista foi rápido e conseguiu desviar, mas o bus quase tombou.

 

Mas você não terá problemas para retornar, caso vá sem agências: na chegada, inúmeros carros e vans oferecem seus serviços para levá-lo a Cusco, cobrando 10 ou 20 soles apenas (não lembro se era 10 ou 20, mas de qualquer maneira é barato).

 

Chegamos em Cusco e fomos para o Hotel.

 

Para os mais apressados ou com menos tempo, percebam que estes tours principais de Cusco se fazem em dois dias e meio. Aqui se quiséssemos já poderíamos ir para Puno e seguir viagem.

 

Mas, para quem tem mais tempo e interesse por museus e prédios históricos, vale ficar mais um dia ou dois e apreciar tudo com calma. Foi o que fizemos. Nestes dois dias extras conhecemos diversos museus e atrações – todos com entrada garantida pelo boleto turístico, inclusive subimos na estátua de Pachakutec, para uma visão por cima da cidade.

 

Não vi nada nos outros relatos a respeito do Museu do Chocolate. Fica próximo à praça de armas e a entrada é franca, embora você vá gastar lá dentro comendo. Eles oferecem também tours para fazendas de cacau (dois dias) e também você pode fazer seu próprio chocolate, “do grão até a barra”, como eles dizem, por 70 soles por pessoa (mínimo 3 pessoas).

 

O tour era longo e não pudemos fazer. Quanto ao nosso chocolate, infelizmente não apareceu uma terceira pessoa e não saiu. O Museu vale uma conferida para quem tem tempo.

 

Compramos passagem para Puno à noite, para termos o dia inteiro livre. 45 soles por pessoa, semi leito, 55 o leito. Saímos às 22hs30min e chegamos às 05hs30min em Puno. Viagem tranquila, sem paradas. Íamos pela Cruz del Sur, mas chegando lá no guichê da agência nos informaram que eles não estavam mais fazendo este trajeto. Não sei se era temporário ou definitivo, mas eles nos indicaram a … . Acho que se consegue mais barato em outras, mas optei pelo conforto.

 

Puno, 07.02.2012.

 

Chegando em Puno você será assediado por agências que oferecem o tour pelas ilhas do Titicaca. São vários tours e várias agências. Como só ficaríamos em Puno pela manhã, fizemos apenas o das Ilhas Flutuantes de Uros, por 20 soles por pessoa, que saía às 09hs e retornava por volta das 13hs.

 

Aproveitamos para comprar as passagens para Copacabana, 25 soles por pessoa. Compramos pela agência mesmo, mas depois vi que tinha o guichê próprio da empresa, onde talvez fosse mais barato.

 

O tour é legal. Vi muitos reclamarem que é armação, teatro, mas e daí? Mesmo que seja, antes de fato haviam pessoas que viviam nestas ilhas, e andar em uma delas é também uma experiência. Além disso, eles explicam como foram construídas e como é (ou era) a vida ali. Depois você tem a opção de ir para outra ilha ou nos barcos de totora (10 soles, pago a parte) ou no barco da agência (não paga nada). Optamos pela totora.

 

Retornamos à Puno, almoçamos (aqui uma sugestão: saia da rodoviária para almoçar, um taxi até a Plaza de Armas sai por 3 soles. Almoce por lá.) A razão é que almoçamos na rodoviária e não recomendo nada de lá. A comida é ruim e o ambiente é sujo. Isso se der tempo, pois o busão saía às 14hs30min e a viagem dura umas 3 horas.

 

Na fronteira, enquanto uns tiravam xerox das identidades, já estávamos livres. Isto atuou em nosso desfavor, contudo, pois estávamos sozinhos e a polícia peruana nos pegou para exemplo e nos levou para dentro, onde tivemos que tirar tudo dos bolsos e da bolsa, inclusive da carteira. Perguntaram se levávamos droga, quanto dinheiro tínhamos, praxe, mas chato.

 

Depois nos liberaram. Interessante que as malas nem olharam. No retorno não ficamos isolados, ficamos sempre em volta de outros turistas e nada aconteceu. Ainda na fronteira, cambiamos bolivianos (1 dolar = 6,70 bolivianos, 1 real = 3 bolivianos).

 

Copacabana, 07 a 09.02.2012

 

Chegamos em Copa e já fechamos o tour pelas Islas do Sol e da Luna (dia inteiro, 35 bolivianos por pessoa – não lembro direito, mas foi mais ou menos isto). Leve, contudo, mais 10 bolivianos para a entrada na Isla de la Luna e mais 5 para a entrada na Isla del Sol.

 

Ficamos no Hotel El Mirador, 50 bolivianos por pessoa a diária, com TV a cabo, banheiro privativo, café da manhã e de frente para o lago.

 

Passeamos pela cidade e jantamos no restaurante Sabor Latino, de ambiente bem rústico. Quem nos apresentou foi um brasileiro, que há 3 anos mora lá.

 

Saímos para o tour às 09hs. Paisagens magníficas. Mesmo eu que não sou muito afeito à natureza e prefiro cidades, museus, prédios, fiquei impressionado. O tour foi primeiro à de la Luna, que achei mais bonita. Depois vai para a del Sol, onde almoçamos (não incluso, mas pagamos 65 bolivianos para duas trutas e duas cocas).

 

No retorno o barco ainda para em um criadouro de trutas, também feito de totoras, creio. Não desci. Uma dica: se quiser ir na parte de cima do barco, vá pela manhã ou leve roupa de frio. Passei frio. Se for dentro do barco não precisa de muita roupa.

 

Jantamos em um restaurante mexicano e fomos dormir, pois no dia seguinte, às 09hs, tínhamos ônibus para retornar a Puno. Copa não tem rodoviária, então o bus saiu da sede da agência. Enquanto aguardávamos, a atendente tricotava e chegou um casal perguntando a respeito dos tours. Ela nem levantou a cabeça e balbuciou algo inaudível. O casal fez mais umas perguntas e ela com a mesma “vontade”. Só podiam ir embora e foi o que fizeram. Neste ínterim eu vi que eles tinham um tour pelas vinícolas e perguntei para a mesma mulher como era e quanto custava: “não sei”.

 

E isto com “n” outras agências em volta. Um atendimento porco destes. Titicaca Tours. O seu bus provavelmente será deles.

 

Pegamos o bus, passamos a fronteira e por volta do meio dia estávamos em Puno. Chegando lá pegamos o primeiro bus para Arequipa, com a empresa Julsa, 25 soles o leito (cama, como eles chamam).

 

Arequipa, 09 a 11.02.2012.

 

O pior trecho da viagem. 7 horas para 320 km, sem ar condicionado, eu já gripado. Nem dormir podíamos pois o motorista ligou músicas típicas no bus, bem alto. Além disso, parou duas vezes para catar gente. O bus em si era confortável, mas o povo tem que saber usar, ligar o ar condicionado. Nos disseram que a viagem duraria 5 horas, levou 7. Este dia perdemos, pois chegamos em Arequipa às 20hs e ainda estava chovendo.

 

Fomos para o Hotel, taxi rodoviária-hotel, 10 soles: Pousada de Ugarte, 90 soles, a duas quadras da Plaza de Armas. Só saímos para jantar e retornamos, pois a peste (gripe) imperava.

 

No dia seguinte, ainda pesteado, saímos para conhecer a cidade. A Plaza é bonita e há diversos prédios históricos em volta, como a Catedral, Igreja de San Francisco, La Merced. Há um calcadão próximo também, com lojas e restaurantes.

 

O Museu com a múmia Juanita estava aberto mas a haviam levado para restauração/tratamento, e só em março voltarão a exibi-la.

 

À tarde fomos do Monastério Santa Catalina, 35 soles por pessoa. Aqui você passará umas duas horas ou mais. O lugar é imenso e quase um labirinto. Ele tem ruas internas com nome e tudo, para terem uma ideia. Vale a conferida.

 

Peri, o preço do tour pelo Colca era 60 soles para um dia ou 75 soles dois dias, caso tenha interesse. O rafting me informaram que não estavam fazendo momentaneamente por causa da cheia do rio, época de chuvas. Talvez em março já tenha voltado ao normal.

 

Pesteado e com a nova chuva caindo no fim da tarde, comemos e voltamos para o hotel, pois no dia seguinte tínhamos o vôo para Lima (taxi ao aeroporto, 20 soles).

 

Lima. 11 a 14.02.2012.

 

Aqui a ideia era irmos do aeroporto à agência Cruz del Sur, para comprarmos passagens para Ica. Contudo, a peste e o trauma com a viagem Puno-Arequipa pesaram e resolvemos aproveitar e conhecer melhor Lima mesmo.

 

Embora lamente não termos podido ir a Ica, fazer outros passeios por Lima, conhecemos outros lugares, foi bom. E Ica fica próximo a Lima, é só ir de novo algum dia.

 

Gostamos muito da viagem, aproveitamos, não achei corrido e recomendo a quem quiser conhecer, que vá. Fomos sempre bem recebidos e atendidos, principalmente quando descobriam que éramos brasileiros.

 

Bom, podem perguntar caso tenham alguma pergunta. Depois posto algumas fotos.

 

Mais uma vez agradeço à Marina e ao Peri.

 

Abraço.

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Oi, Hugo! Então vou de rodinhas mesmo! Tenho umas pequenas que seriam pra levar dentro do avião, mas dá pra serem despachadas!

Estamos aguardando as fotos!!!

 

Péri, mesmo saindo um pouco mais caro comprar as passagens por aqui e ficarmos "engessados" eu acho mais fácil. Tenho medo de não conseguir vagas nos dias desejados ou de acabar sendo enganada pelas agências. Será que esse receio procede? Será que dá pra pagar com cartão de crédito por lá?

 

Abraços!!!

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Pois é, Peri, só depois que vi você mora em Guarulhos. Mas teremos outras oportunidades. Se passares pelo RS, também está convidado. Que loucura essa experiência da Marina na Bolívia. O jeito é não passar mal por lá ou vão inventar algo para conseguir uma grana extra. Fica a dica: espere passar a fronteira para sentir alguma coisa :lol: . Brincadeira, o bom é que a Marina teve calma e soube sair-se bem desta.

 

Selecionei algumas fotos, não muitas para não mostrar demais pro pessoal que está indo e conhecerá com os próprios olhos. Só para terem uma ideia. Se quiseram alguma outra ou de outro lugar, é só falar que posto. Vamos lá.

 

Lima, vista do Shopping Larcomar:

 

 

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Lima, Parque do Amor, o dia começou com bastante neblina, como se percebe:

 

 

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Lima e sua praia:

 

 

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Lima, Circuito de Águas:

 

 

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Cusco, milho torrado:

 

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Cusco, estátua de Pachakutec:

 

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Cusco, museu:

 

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Cusco, mercado central:

 

20120219102408.JPG

 

Cusco, centro de artes (a entrada está incluída no Boleto Turístico, vale a conferida):

 

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Vale Sagrado:

 

 

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Machu Picchu, dia bastante chuvoso:

 

 

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20120219102218.JPG

 

Puno, Ilha de Uros:

 

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Puno, Ilha de Uros, mergulho no Titicaca:

 

 

20120219102709.JPG

 

Puno, Lago Titicaca:

 

 

 

20120219102819.JPG

 

Copacabana:

 

 

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Copacabana, vista do quarto do hotel (a janela não abria, por isso o reflexo):

 

 

20120219103016.JPG

 

 

Copacabana, Isla de la Luna (achei mais bonita que a del Sol, e talvez o local mais bonito que visitamos):

 

 

20120219103131.JPG

 

Copacabana, Isla del Sol:

 

 

20120219103259.JPG

 

Copacabana, Isla del Sol, truta - há vários restaurantes no local, com uma vista excelente do lago:

 

 

 

 

20120219103347.jpg

 

Fronteira Peru-Bolívia - após o arco, a Bolívia:

 

 

20120219103428.JPG

 

Arequipa, Plaza de Armas:

 

 

20120219103516.JPG

 

 

Arequipa, vista do terraço do hotel:

 

 

 

20120219103603.JPG

 

Arequipa, Santa Catalina:

 

 

20120219103700.jpg

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Hugo muito legais as fotos hein ::otemo:: .

Uma pena que o dia que vcs foram pra Mp tava muita chuva , mas mesmo assim tenho certeza que valeu a pena !!!

Ainda to meio confuso com a ida pra Machu pichu , decidir qual a melhor opção de ida , por agencia ou por conta , mas vc mesmo disse que talvez seja melhor fechar tudo na hora né?

Até mesmo pq no mes de março não deve ser tão cheio por lá...

Hugo to pensando em cortar Puno , vc lembra se tem onibus de cusco direto pra Copacabana? Se tiver deve ser umas 8 horas de viagem né? Puno vi muita gente dizendo que é suja , zuada e até mesmo a questão dos teatros rs , mas cortarei apenas pelo pouco tempo que terei , apenas 12 dias por lá .Aí darei preferencia a Copacabana certo?

Depois de Copacabana terei de dar um jeito pra voltar pra Arequipa , vou pesquisando aqui .

Hugão me fala uma coisa...Esses hoteis que vcs ficaram ??? Todos vc recomenda ? Ou viu algum mais interessante enquanto estava por lá ?

Acha necessário eu reservar algum antes ou na hora mesmo consigo?

Pelo que vi aqui os que vc ficou foram :

Lima - Hostal Porta = 35 dólares a diária (2 pessoas)

Cusco - Hotel Inti Wasi = 35 dólares a diária (2 pessoas)

Copacabana = El Mirador = 50 bolivianos por pessoa

Arequipa -Pousada de Ugarte = 90 sóles (2 pessoas)

 

E aí irmao o que me diz???

Abraço e obrigadooooo ::hahaha::

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Hugo outra coisa ...Voces nem subiram Wayana Picchu né?

Por causa do tempo ruim ?Ou por falta de coragem mesmo de escalar aquela sofrível ladeira?rs

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Peri, beleza?

 

Resolvi fechar MP com agência porque eu não tinha ainda as passagens de trem e fiquei com medo de não consegui-las. Há uma loja da Peru Rail no shopping Larcomar, em Lima, onde eu tentei comprar antes de ir, mas lá só aceitam pagamento com cartão e a máquina estava com problemas naquele dia. Então fui a Cusco sem passagens. Há lojinhas da Peru Rail também no aeroporto de Cusco e na Plaza de Armas, onde também há muitas outras agências. A todo momento, quando passávamos por lá, o pessoal nos oferecia os tours.

 

Existe também o tour de um dia Cusco-MP-Cusco, que sai de manhã cedo, inclui o trem e o retorno a Cusco, à noite.

 

Não diria que é melhor fazer com agência, mas me deu mais tranquilidade por eu não ter as passagens e não ter que sair à cata de transporte para retornar e nem hotel em Águas Calientes. Depois vi que nenhuma destas questões seria problema: na saída do trem, já na volta, dezenas de taxistas ou motoristas de vans oferecem o serviço para levá-lo a Cusco, por 10 soles. E hospedagem em AC é o que mais tem por lá.

 

Para resumir, a agência te dá praticidade, mas cobra por isso. Indo por conta, certamente será mais barato. E recomendo fortemente um guia em MP, para as explicações. O nosso estava incluído no pacote, mas se fores por conta própria, não se preocupe, há vários também na entrada de MP.

 

Quanto aos hoteis, os preços foram estes mesmo e recomendo todos, principalmente pela localização.

 

O Inti Wasi fica na Plaza de Armas em Cusco, não pegamos taxi por lá. Outra opção que vi, caso este estivesse lotado, foi o Tambo, que tem preços semelhantes mas não fica na Plaza - mas está próximo, umas três quadras. Não sei se já utilizaste o site booking. O link para reservas ou só para olhar preços e disponibilidade (não se assuste, ele dá o preço de todas as diárias somadas, e não individualmente):

 

http://www.booking.com/hotel/pe/hostal-intiwasi.en.html

 

Este eu reservei pelo site, quando já estava em Lima.

 

O Hostal Porta, em Lima, foi o único que reservei daqui do Brasil mesmo. Eles tem site, onde dão desconto de 5 dólares na diária (por isso ficou 35):

 

http://www.hostal.pe/

 

Em Arequipa, o Hotel La Posada de Ugarte, fica há umas 3 quadras da Plaza de Armas e ao lado de Santa Catalina. No caminho até a Plaza, passarás por diversas agências que fazem os tours. Chegamos a Arequipa sem hotel, este nos foi indicado por um taxista na rodoviária:

 

http://www.booking.com/hotel/pe/la-posadade-ugarte.en.html

 

Por fim, o Hotel El Mirador, em Copacabana, não encontrei nada na internet. Ele nos foi indicado pelo pessoal do bus, quando estávamos já indo para Copa. Ele fica de frente para o lago, há uns 100m do porto de onde saem os barcos para os tours lacustres.

 

Você consegue comprar passagens de Cusco para Copacabana, mas de qualquer maneira, terá de fazer "conexão" em Puno, trocando de bus. Neste caso, é bom ver com a agência os horários, para ver se fica "direto", chegando em Puno e já embarcando para Copa, ou se terás de esperar um tempo. O mesmo de Copa para Arequipa: é possível comprar a passagem em Copa, mas fará "conexão" em Puno.

 

Mas não se preocupe, na rodoviária de Puno, o que mais ouvirás é a palavra AREQUIPAAAAA, AREQUIPAAAA, acho que, como várias agências vendem as passagens, elas tentam ganhar o cliente no grito. A Julsa tem bus de hora em hora, então quando chegares de Copa, não terás problema em ir logo para Arequipa. Nós chegamos um pouco depois do meio dia. Compramos passagem para às 13hs. 25 soles o leito, vai praticamente deitado. O problema foram as 7 horas de viagem e o motorista que ligou o rádio, mas agora já dou risada disto.

 

Ah, quanto à Wayna, nem pensei em escalar. Não estou na minha melhor forma, basta ver as fotos ::lol4:: . Mas tinha gente subindo, mesmo com a chuvarada. Abaixo foto da "concentração" antes da subida:

 

 

20120220092053.JPG

 

Abraço,

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PÔ HUGO SEM PALAVRAS IRMÃO , MELHOR EXPLICAÇÃO IMPOSSÍVEL !!!OBRIGADOOOO

Então acho que vou reservar só o de Lima mesmo antecipado , o resto vai na raça , MP vou deixar pra resolver por lá tb , mesmo que tenha que fechar com alguma agencia , mas será tudo quando chegar em Cusco .

Subir a montanha tb to na dúvida pois nao to nada em forma , um pouco acima do peso e sem preparo fisico nenhum , véio é f.... rs .

Vi alguns relatos de pessoas fora de forma que resolveram abraçar o mundo por lá , fazendo escaladas , trilhas, etc e depois ficaram mortos no hotel 2 dias rs rs , aí nem vale a pena né?

Irmão vc já tinha feito alguma viagem nesse estilo?Fora do Brasil, américa latina , etc?

Eu conheço muita coisa aqui no Brasil , quase de norte a sul , mas nunca saí nem pro Paraguai , talvez por isso essa ansiedade toda .

E aí já tá pensando na próxima ? Pra voce que está aí no RS , acho uma boa a Patagônia .

Abraço e obrigado pelas informações !!!!

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Fala, Peri.

 

Realmente não vale a pensa sair se matando e depois ter que ficar dois dias de molho se recuperando. Mas vi relatos de pessoas que diziam não estar em forma e fizeram. Eu preferi evitar a fadiga mesmo, pois não estou acostumado a muitas andanças.

 

Já havia visitado o Uruguai (no tradicional trio Montevideu, Punta, Colônia), Argentina (Buenos Aires) e Chile (Santiago, Viña del Mar, Vale Nevado), mas são viagens onde se fica mais em cidades mesmo, que não exigem maior esforço físico. Então ano passado resolvemos variar e fizemos Atacama e o Salar de Uyuni, onde tivemos que caminhar bastante. Para a próxima, estava pensando na Patagônia mesmo, mais especificamente, Ushuaia e El Calafate. Ou Mendoza, onde além das vinícolas, ainda há o Aconcágua por perto.

 

Realmente, para nós aqui do RS, é mais fácil irmos ao Uruguai e Argentina que ao Nordeste brasileiro, que nem conheço (o mais ao norte que fui no País foi Brasília).

 

Antes de uma viagem sempre ficamos ansiosos, mas depois se percebe que as coisas são mais fáceis do que pensávamos. Felizmente, sempre que precisamos, pudemos contar com ajuda nas nossas viagens. Nesta, quem nos ajudou foi a Silvia, quando não encontravam nossas passagens de trem. Todos abrem um sorrisão quando falamos que somos brasileiros.

 

Stefano, acabei de voltar de lá e não tenho previsão de retorno.

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Hugo eu nunca saí do Brasil , mas como te disse conheço bastante aqui dentro , o nordeste é muito bom , já fui pra todos os estados , vale muito a pena , mas tem de gostar de sol , praia e calor , não sei se é o seu caso ...No momento to preferindo mais montanha ....

A opção da Patagônia deve ser bem interessante eu tenho vontade de conhecer El Chaltén que fica perto de El Calafate que voce citou ....

Abraço e obrigado pela ajuda irmao!!!!

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Meu Xará!!

 

Estarei fazendo Cusco, Puno, Copacabana e Arequipa agora em abril e adorei seu post. Meus parabéns!! Particularmente me ajudou bastante e pouquíssimas dúvidas me restaram. Gostaria de saber de você a respeito do passeio de Puno para ilha Amantani e também se sabe algo sobre a possibilidade de dormir na Isla del Sol. Me parece que há uma trilha para se fazer por lá. Você acha que vale a pena?

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