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8 dias em Foz do Iguaçu e vizinhanças - Parte 2: Puerto Iguazú


Posts Recomendados

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Puerto Iguazú, Argentina (DDI 54 3757)

 

Como chegar

 

Puerto Iguazú tem fácil acesso por meio de transporte rodoviário ou aéreo:

• Aeropuerto Internacional Cataratas del Iguazú Major Krawsse (IGR), Ruta Provincial, 101, Missiones, Argentina, 421-996, [email protected], [email protected], http://www.aa2000.com.ar

• Terminal de Omnibus, Av. Córdoba y Av. Misiones, 423-006

 

Transporte Foz do Iguaçu/Puerto Iguazú:

• Ônibus: se informe sobre o ponto mais próximo do seu hotel para pegar a linha internacional para Puerto Iguazú. É fácil identificar, pois é diferente dos circulares de Foz do Iguaçu. No CIT de Foz, informaram que as empresas Celeste e a Crucero del Norte fazem a linha Foz do Iguaçu-Puerto Iguazú, mas não vi nenhum onibus da Celeste circulando, pelo menos não que tivesse essa identificação. Fomos num ônibus que estava escrito Viaçao Itaipu, pintando sugestivamente com listras horizontais de cor azul, branca, verde e amarela. Se não me engano é da empresa Crucero del Norte e passa de hora em hora. Não sei se o primeiro horario é às 7h ou 8h. São R$ 4,00 ou P$ 8,00 a passagem. Aceitava dólares também, tem tabela com valores nas diferentes moedas aceitas pregada perto do motorista. Entre pesos e reais compensava pagar com pesos, mas a diferença era pequena

• IMPORTANTE: o último horário de Puerto Iguazú para Foz do Iguaçu é às 19h. Se resolver jantar em Puerto Iguazú terá que voltar de táxi

 

Transporte Puerto Iguazú/Parque Nacional Iguazú:

• Ônibus: na rodoviária de Puerto Iguazú, compre passagens para o El Práctico Cataratas, que é o circular de Puerto Iguazú que vai te levar ao parque, P$ 10,00 a passagem. Não perguntei se aceitava reais, mas um casal brasileiro sem pesos me disse que eles tiveram que pagar R$ 10,00 cada passagem, ou seja, o motorista fez câmbio de R$ 1,00 para P$ 1,00, bem salgado

• Horários de ônibus da rodoviária de Puerto Iguazú ao parque - saída: 7h10, 7h40 ... 18h40, 19h10 / retorno: 7h45, 8h15 ... 19h15, 19h45

 

Dicas de transporte:

• tem transporte gratuito ao Dutty Free Shop da Argentina. Sai às 18h30 e retorna às 20h30, todos os dias com exceção do domingo, informe-se no seu hotel. Disseram que há possibilidade de pegar o transporte em hotel próximo se o seu não disponibilizar

• tem transporte gratuito ao cassino da Argentina com dois horários, sai às 20h retornando às 22h e sai às 22h retornando à 1h, mas não experimentamos. Recomendaram ir à sexta ou sábado por causa do show de tango. Disseram que são aceitos pesos, reais e dólares. Parece que há transporte para o cassino do Paraguai também, informe-se no seu hotel. Disseram que há possibilidade de pegar o transporte em hotel próximo se o seu não disponibilizar

• disseram que era melhor comprar ida e volta do ônibus El Practico para o parque argentino, pois a volta poderia ficar lotada, mas não faz diferença. No retorno, o motorista vende a passagem normalmente e não checa quem já tem o bilhete. Acho que ninguém fica preso lá, pois uma espécie de fiscal nem deixa o ônibus partir lotado. A partir de uma determinada lotação ele manda o ônibus seguir e não é necessário esperar pelo próximo horário, pois logo em seguida sai outro ônibus do estacionamento ali em frente e termina de pegar os demais passageiros. Não sei se é sempre assim, mas estava muito bom e organizado

• no guichê do El Practico também vende os passeios do Iguazú Jungle. Acho que é o mesmo preço de dentro do parque, mas serve para adiantar e/ou facilitar o troco, principalmente se só tiver nota grande

• disseram que o ônibus do El Pratico vai até o marco de Três Fronteiras Argentino, e de lá é possível ir andando até a feira de acordo com o motorista

 

Dicas de imigração: aduana argentina

• Na ida, o ônibus para na aduana brasileira, mas os brasileiros não precisam descer. O motorista não espera, ele deixa os passageiros na aduana e segue viagem, mas ele dá um ticket para o embarque gratuito no próximo ônibus

• A próxima parada é na aduana argentina onde todos devem fazer a entrada na Argentina. É fácil, ele para bem frente à porta de entrada da aduana, é só entrar que logo tem a fila, basta esperar a vez e apresentar RG ou passaporte. Parece que aceita CNH também. O funcionário cadastra no sistema e não dá nenhum comprovante. Num dos dias ele perguntou para onde eu ia, na outra vez ele não perguntou nada. É sentido único, então saímos por uma porta mais a frente e o ônibus estava nos esperando. Deu tempo para todos fazerem a imigração, é só não enrolar que dá tempo

• Na volta, o ônibus para na aduana argentina para que todos possam efetuar a saída da Argentina. É tranquilo, do mesmo jeito que foi feita a entrada, basta apresentar um documento

• Normalmente a aduana brasileira não fiscaliza a saída da Argentina/entrada no Brasil

• A Casa de Câmbio Libres fica na aduana argentina. A fila estava enorme, sem chance nenhuma de fazer imigração, câmbio e embarcar no mesmo ônibus. Quem fica para fazer câmbio certamente fica para o próximo ônibus. O motorista não dá o ticket na segunda parada, não sei se você tem que pedir a ele, mas acho que não é necessário, pois todos embarcam pelas portas traseiras e ele não confere quem está subindo, afinal quem chegou até ali com certeza já pagou a sua passagem

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Parque Nacional Iguazú, acesso pela Rod. Nacional, 12, Puerto Iguazú, Misiones, diar das 8-18h / Intendência do Parque, Av. Victoria Aguirre, 66, Puerto Iguazú, Misiones, 420-722 / 423-252 / fax 420-382, Iguazú Argentina 491-469 / 491-470, [email protected], [email protected], Com estrutura de atendimento como restaurantes, sanitários, acesso a deficientes, informações turísticas e estacionamento

 

• Tren Ecológico de la Selva, movido a gás natural, importado da Inglaterra, desenhado pela empresa Alan Keef, especialista em trens de passeio, que construiu máquinas para Parques da Ásia e Europa, http://www.alankeef.co.uk Possui 3 estações, percurso de 14 km em 25min. Saídas a cada 30min, das 8h30 às 16h

 

• Estación Central: acesso às plataformas de embarque do trem

o Centro de Interpretación Yvyrá Retá, que em guarani significa "O país das árvores" ("El país de los árboles"): Duração do passeio 20min. Com area 870m2, tem recepção, sanitários e auditório

o Restaurante La Selva, Pizzeria Yacutinga, Havanna Café, Regalos y Artesanías

o Sendero Verde: Trilha de 600m, 10 a 15min, que liga a Estación Central a Estación Cataratas, permitindo observar aves, animais e a vegetação

o Sendero Macuco: Trilha de 7 km (ida + volta), 2h, leva ao Salto Arrechea

o Paseos de Luna Llena. Disponível 5 noites a cada mês, no período de lua cheia

 

• Estación Cataratas: a 10min de trem a partir da Estación Central. Funciona como um tipo de centro de distribuição, com uma pracinha, área de descanso, lanchonete e sanitários

o Paseo Superior, passarela com 650m com 6 mirantes oferece vista da ilha e do canion. Duração do passeio: 1h15

o Paseo Inferior, via escada e passarela, 1700m de extensão com 8 mirantes. Tem ponto de descanso, acesso a banheiros, telefones e lanchonete. Duração do passeio: 1h30

o Isla San Martín, acesso é feito através do embarcadouro no Circuito Inferior, onde lanchas efetuam o translado à Ilha. O desembarque é feito numa praia de areia em forma de ferradura, onde se pode tomar banho. Subindo uma escadaria de 172 degraus, chega-se à trilha que conduz ao mirante que fica sobre o Salto San Martín. Dentro da ilha, chega-se a uma formação geológica chamada "La Ventana" ("A Janela"), que permite ter à distância a visão panorâmica da Garganta do Diabo e das quedas brasileiras. Este passeio tem um alto grau de exigência física e seu percurso leva aproximadamente 2h. Travessia a cada 15min. Primeira travessia à ilha: 9h30, última travessia à ilha: 15h30min, última travessia da ilha ao continente: 16h30min. Sujeito a cancelamento s/ aviso prévio devido ao volume d'água do rio

 

• Estación Garganta del Diablo: 25min. Possui uma praça de distribuição com lanchonete e sanitários

o Garganta del Diablo, passarela de 2.080m (ida e volta), 3 mirantes em forma de leque, conjunto de saltos de 150m de largura por 80m de altura que caem em forma de ferradura. Outro espetáculo são os “los vencejos”, pássaros típicos do parque que atravessam os saltos, onde escondem seus ninhos. Duração do passeio: 2h

 

Iguazu Jungle, Parque Nacional Iguazú, 421-696, [email protected], http://www.iguazujungle.com Agência que oferece passeios dentro do parque:

o Gran Aventura. Passeio em veículo motorizado por 5,5 km pelo Sendero Yacaratiá, com acompanhameno de guia bilingue. Ao chegar ao Puerto Macuco ocorre o embarque em lanchas para realizar uma navegação de 6 km pelo Rio Iguazú Inferior, atravessando 2 km de águas rápidas até se aproximar dos Saltos Tres Mosqueteros e do Salto San Martín. Duração de 1h, P$ 260,00, com saídas a cada hora do Centro de Visitantes

o Aventura Náutica. Contempla a parte final do Gran Aventura. O embarque é feito em frente à Isla San Martín e as lanchas seguem até se aproximar dos Saltos Tres Mosqueteros e do Salto San Martín. Duração de 12min, P$ 125,00, com saída a cada 20min

o Paseo Ecológico. Navegação de 3 km pelas águas calmas do Rio Iguazú Superior, em barcos a remo. Duração de 30min, P$ 50,00, com saídas a cada 20min da Estación Garganta del Diablo

o Pasaporte Verde: Paseo Ecológico + Gran Aventura, P$ 290,00

o Pasaporte Cataratas: Paseo Ecológico + Aventura Náutica, P$ 160,00

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Outros atrativos:

• La Casa Ecológica de Botellas, Barrio Las Horquideas, Manzana B, Lote 7 (3370) Puerto Iguazu, https://sites.google.com/site/lacasadebotellas2/ [email protected]

• La Aripuca, na Ruta Nacional 12, km 4,5, 423-488, a 300m da Ruta 12, dá para ver da estrada, próximo ao trevo de entrada da cidade, a 15 km das Cataratas do Iguaçu, diar das 9-18h, http://www.aripuca.com.ar/ Visitas guiadas (guia incluso no valor do ingresso). Aceitam-se dólares e reais. O passeio tem duração média de 1h. Além da construção principal La Aripuca, formada por 500 toneladas de madeira, há outras construções temáticas, onde são comercializados produtos locais. Há uma lanchonete e um restaurante no local também

• Refugio GüiráOga (significa Casa dos Pássaros em Guarani) ou Casa dos Pájaros, Ruta Nacional 12, km 5, 423-980, horário de inverno das 9-16h45, horário de verão das 8h30-18h30, [email protected], [email protected], http://guiraoga.fundacionazara.org.ar/ http://www.guiraoga.com.ar/ Saídas a cada 30min desde a abertura do parque até aproximadamente 2h antes do horário de fechamento, duração aproximada do passeio de 2h, guia e transporte incluso no valor do ingresso que é de P$ 40,00

• Museo Imágenes de La Selva, Ruta Nacional 12, km 5, 420-800 / 422-938, diar das 8-18h. Entalhes em madeira, produzidos em parte pela natureza e envelhecidos por Teófilo Allou

• Hito Tres Fronteras (Marco das Três Fronteiras). Possui lojas de artesanato e mirante. No local é possível tirar fotos enquadrando os 3 países

• Casino Iguazú, Ruta Nacional 12, km 1640, 498-000 / direto de Foz: 557 498-000, na saída da Ponte Tancredo Neves, anexo ao Iguazú Grand Hotel. Possui ainda um café e um teatro, onde são realizados shows de tango nos finais de semana, [email protected], www.casinoiguazu.com

• Casino Panoramic, R. Paraguay, 372, 498-100 / direto de Foz: 557 498-100

• Casino Cafe Central, Av. Victoria Aguirre, 244, 425-020 / direto de Foz: 557 425-020

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• Compras, principalmente na Av. Brasil, diar das 8-20h. Couros, lãs, cosméticos, cristais, marroquins, especiarias, azeitonas

• Feira, no final da Av. Brasil. Tem muitas barracas com queijos, azeitonas e outras mercadorias, além dos bares onde o pessoal gosta de tomar uma Quilmes

• Dutty Free Shop, Ruta Nacional 12, km 1645,5, Paso de Frontera, 421-050, localizada após a aduana brasileira, do outro lado da ponte, mas antes da aduana argentina, diar das 9-21h, 3757-420151. Tem transporte gratuito da maioria dos hotéis até o Dutty Free Shop, informe-se e agende. Disseram ser possível pegar o transporte em outro hotel, se o seu não disponibilizar o serviço. Não sei se abre aos domingos, mas parece que não tem o transporte gratuito aos domingos

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• Parque Nacional Iguazú: só aceitam pesos no pagamento da entrada. Consegui ganhar 3 mapas diferentes do parque. Circuito completo leva 2 dias, então se tiver menos tempo precisa se programar para selecionar os passeios mais interessantes e aproveitá-los melhor. Vá cedo para pegar o parque abrindo às 8h, atente para o fuso horário e o horário de verão. Tem mais passarelas do que o lado brasileiro e mais longas também. Certos trechos tem muitas escadas, mas está sinalizado. Legal que no lado argentino, passamos por cima ou muito próximos aos saltos, que tem os seus nomes nos mapas e em placas nas passarelas. Dessa forma dá para exatamente por qual salto estamos passando. Leve capa e chinelo se não quiser se molhar na passarela da Garganta do Diabo. A passarela da Isla San Martin sobre o salto de mesmo nome também molha um pouquinho, mas deu para encarar sem a capa, mas não sei como é em outras condições climáticas. Leve proteção para a máquina fotográfica também, a maioria se arrisca, mas não recomendo, é muita umidade. Além das caixas estanque para mergulho, mais caras, há bolsas estanque a preços menores e que protegem a máquina. A Passarela da Garganta do Diabo é mais divertida do que panorâmica, pois com tanto vento e névoa, fica difícil admirar a paisagem e tirar fotos. É muito bonito o mergulho dos pássaros, “los vencejos”. Tome cuidado com os quatis, não coma próximo a eles, não alimente os bichos e não deixe nada dando sopa, se derrubar algo próximo a eles, eles vão roubar. É fácil fotografá-los, pois não são ariscos, muito pelo contrário, chegam bem perto. Eles não são violentos, mas podem te arranhar por causa de comida. Não experimentei o restaurante, mas parecia bom pelo panfleto e é bem mais barato que no lado brasileiro. Leve um lanche para ganhar tempo. Lojas de souvenir são muito caras. Na saída do parque tem que carimbar o ticket do dia para ganhar desconto de 50% no dia seguinte. Se não carimbar não vale. Acho que tinha que colocar nome e número do documento também. Ganhe um cupom de desconto para almoço no Restaurante La Selva, no quiosque de informações entre o Centro de Interpretación Yvyrá Retá e a Estación Central. É dado para quem não está em grupo de excursão

 

• Passeios/atividades da Agência Iguazú Jungle são mais baratos do que da agência do lado brasileiro. O Gran Aventura é comparável ao Macuco Safári por incluir selva + barco, é mais barato e parece mais completo por ir tanto ao Salto Tres Mosqueteros como ao Salto San Martín. A Aventura Náutica parece ser uma boa relação custo/benefício, pois é bem mais barata. Contempla apenas a parte de barco, mas esta é a parte mais interessante e também vai ao Salto Tres Mosqueteros e ao Salto San Martín. Entretanto, o acesso não é fácil, é necessário caminhar pelo Circuito Inferior, descendo por escadarias e no final descer pelas pedras por uma trilha íngreme até alcançar o embarcadouro. Lembrando que será preciso subir tudo na volta. Pode-se considerar que tudo faz parte do passeio, mas acesso não é bom para os vovôs e as crianças pequenas. É necessário esperar pelo embarque nos degraus, não há nenhum abrigo. Não experimentei, mas alguns afirmam que o lado argentino é mais arriscado, que a área do Salto Martín tem mais pedras. Incontestável é o fato de que o Salto Martín é bem maior do que o Salto Tres Mosqueteros, o que é bem visto por turistas que procuram mais “emoção”

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• Minimercado Dagú, em frente ao Terminal de Omnibus, 423-916 / Av. Missiones, 287, 425-881. Comprei alfajores de caixa, algumas com 6, outras com 12 unidades

• a famosa feira tem muitas barracas com queijos, azeitonas e outras mercadorias, além dos bares onde o pessoal gosta de tomar uma Quilmes, mas acabei não comprando nada lá, foi mais para conhecer mesmo

• as lojas funcionam num horário peculiar: de seg-sáb abrem de manhã por volta das 8-9h, fecham por volta das 12-13h, reabrem por voltas da 16-17h e seguem até às 20h, algumas até mais tarde. Aos domingos, depende na loja, algumas abrem de manhã e de tarde, outras só de manhã e outras não abrem. A maioria tem placas com o horário de funcionamento na porta e/ou vitrine

 

Dutty Free Shop - Dicas de compras:

• Comprei aqueles kits de perfume + creme pelo preço do perfume avulso, pois compensava. Costuma ter kits diversos, alguns são perfume + nécessaire, outros perfume + loção pós-barba, etc. Não sei se tinha esses kits nas perfumarias do Paraguai, não vi

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• El Quincho del Tio Querido, Bompland 110, Puerto Iguazú, 420-151 (carnes). É bom, ambiente agradável, preço médio, um pouco mais barato que no Brasil considerando um restaurante equivalente. Os pratos são individuais, então pedimos 1 surubi e 1 chorizo. A única ressalva é que o acompanhamento do chorizo eram umas bolinhas de batata frita e só, já o peixe tinha legumes salteados

 

Outras opções:

• La Rueda, Av. Córdoba, 28, 422-531 (carnes)

• Aqva, Av. Córdoba y Carlos Thays, 422-064 / Cel 1567-1939, (pescados)

• Feira, no final da Av. Brasil, tem queijo, azeitona, empanadas, palmito, alfajor. Recomendaram sentar lá, pedir uma quilmes e uma porção de queijo, salame, etc.

• há várias opções de restaurante na Av. Brasil entre a Av. Victoria Aguirres e Av. Missiones. Nas outras ruas próximas há outras opções também

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Contatos úteis:

• Municipalidad de Puerto Iguazu, Av. Tres Fronteras, 122, 420-147

• Dirección General de Turismo, Av. Victória Aguirre, 311, esquina com Balbino Brañas, 422-938, seg-sex das 8-13h e das 16-20h / sáb das 9-12h e das 16-20h. Centro de Informações: 420-800, [email protected], http://www.iguazuturismo.gov.ar

• Consulado de Brasil, Av. Córdoba 264, 421-348

• Consulado de Paraguay, Av. Córdoba 370, 424-230

 

Câmbio:

• Libres Cambios: Centro de Fronteras (Aduana Argentina), 421-566 / 422-354

• Banco de La Nacion Argentina, Av. Victoria Aguirre, 420-150 / 420-007

• Cambios Links: Av. Victoria Aguirre 226, 423-332

• Argencam: Av. Victoria Aguirre 1162, 420-273

• Argencam: Av. Victoria Aguirre 271, 420-273

 

Links úteis:

Puerto Iguazú

Argentina - Puerto Iguazú - Turismo

Iguazú Argentina - Portal de las Cataratas del Iguazú

 

Dicas gerais:

• só passei pela cidade de Puerto Iguazú, mas me pareceu bem simpática. Turística e pequena, agrega em poucas quadras a infraestrutura que o turista precisa como hospedagens, restaurantes e lojas. É fácil andar pelo centrinho, pois tudo fica perto a rodoviária, a feirinha, a Av. Brasil com muitas lojas e alguns restaurantes bem recomendados. Parece agradável para dar uma volta à noite, jantar, fazer compras, olhar artigos típicos, etc. Deve ser movimentado, pois a maioria das lojas fica aberta à noite, algumas até as 20h, outras até mais tarde

• passamos no Centro de Informações Turísticas e fomos muito bem atendidos, a funcionária falava português, me deu um mapa e dicas

• em Puerto Iguazú o fuso é o mesmo do Brasil, mas no horário de verão fica com uma hora a menos

• Roteiro: Depois das Cataratas Argentinas, dá para passar na Feira e no Casino. Da rodoviária, dá para ir à Feira a pé. Depois para ir ao Casino é aconselhável pegar táxi, pois ônibus entre Puerto Iguazú a Foz do Iguaçu para de circular cedo. O mesmo vale para sair do Casino e retornar a Foz do Iguaçu. Antes de ir ao Casino também dá para jantar num dos bons restaurantes da cidade

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Sábado, 25/02/2012 - manhã ensolarada/nublada, tarde com chuvas fracas e rápidas

Parque Nacional Iguazú: Sendero Verde, Circuito Inferior, Isla San Martín, Circuito Superior, Garganta del Diablo

 

Dia de conhecer o lado argentino do parque, de novo fomos ao ponto do Hotel Rouver. Pegamos um ônibus que tinha escrito "Viação Itaipu" pintado sugestivamente com listras horizontais de cor azul, branca, verde e amarela. Era um circular meio velho, mas disseram que há ônibus novos com ar condicionado. Pagamos em reais. Aceitava dólares também, tinha tabela com valores nas diferentes moedas aceitas pregada perto do motorista. Ele parou na aduana brasileira, alguns desceram, outros não. O motorista não espera, ele deixa os passageiros na aduana e segue viagem, mas ele dá um ticket para o embarque gratuito no próximo ônibus. Ele parou na aduana argentina e todo mundo tem que descer. É fácil, ele para bem frente à porta de entrada da aduana, é só entrar que logo tem a fila, basta esperar a vez e apresentar RG ou passaporte. O funcionário cadastra no sistema e não dá nenhum comprovante. Num dos dias ele perguntou para onde eu ia, na outra vez ele não perguntou nada. É sentido único, então saímos por uma porta mais a frente e o ônibus estava nos esperando. Deu tempo para todos fazerem a imigração. Vi a Casa de Câmbio Libres. A fila estava enorme, sem chance nenhuma de fazer imigração, câmbio e embarcar no mesmo ônibus. Quem fica para fazer câmbio certamente fica para o próximo ônibus. O motorista não dá o ticket na segunda parada, não sei se você tem que pedir a ele, mas acho que não é necessário, pois todos embarcam pelas portas traseiras e ele não confere quem está subindo, afinal quem chegou até ali com certeza já pagou a sua passagem. Embarcamos todos e seguimos até o Terminal de Omnibus de Puerto Iguazú. Do mesmo lado, o ultimo guichê à direita (de frente para os guichês) é o do El Practico. Compramos ida e volta para o parque argentino. Lá também vende os passeios do Iguazú Jungle. Acho que é o mesmo preço, mas serve para adiantar e/ou facilitar o troco, principalmente se só tiver nota grande. Lá mesmo em frente ao guichê saiu o circular amarelo, meio velho que foi lotado de turistas estrangeiros, os brasileiros eram poucos. Há várias atrações turísticas pelo caminho, como La Casa Ecológica de Botellas, La Aripuca, Refugio GüiráOga, Museo Imágenes de La Selva. Aos poucos só vemos mata de ambos os lados da estrada. Seguimos até o ponto final, o Parque Nacional Iguazú. Achei bem organizado, há vários mapas com versões em espanhol e inglês. Peguei 2 mapas no Centro de Interpretación Yvyrá Retá, sendo que um deles era grande e bem detalhado com informações tanto da parte brasileira, quanto da parte argentina. Tem um bebedouro ali, água grátis! Entre o Centro de Interpretación Yvyrá Retá e a Estación Central tem um quiosque de informações, onde ganhei mais um mapa e um cupom de desconto para o almoço no Restaurante La Selva que eles dão para quem não está em grupo de excursão. Um pouco antes da Estación Central, ficam as lojas de souvenir, lanchonetes, incluindo o Havanna Café. Tem uma interessante máquina de água quente para o chimarrão. Chegamos à estação, mas decidimos ir a pé pelo Sendero Verde. É uma trilha curta, toda pavimentada, segue pelo meio da mata, mas sem grandes visuais e o único animal avistado por ali são os quatis. Decidimos começar pelo mais longo, o Paseo Inferior. Legal que no lado argentino, passamos por cima ou muito próximos aos saltos, que tem os seus nomes nos mapas e em placas nas passarelas. Dessa forma dá para exatamente por qual salto estamos passando. Depois de curtir as passarelas e mirantes pelo caminho, fomos para a Isla San Martín, pois queríamos eliminar os mais longos primeiro. O percurso do circuito é longo, cheio de escadarias e o acesso ao embarcadouro não é muito fácil, é necessário descer pelas pedras por uma trilha íngreme. Lá forma-se uma fila para embarque nos degraus mesmo, o barco vai e volta com partidas frequentes, não precisa esperar muito. Do mesmo ponto sai a Aventura Náutica. Com colete embarcamos e atravessamos, é pertinho. Para os que querem tranquilidade tem uma área para banho na ilha, para os que têm pique, há uma trilha com uma longa escadaria que é necessário subir para alcançar os mirantes. "La Ventana" ("A Janela") oferece uma visão panorâmica da Garganta do Diabo e das quedas brasileiras. Tem um mirante bem legal para o Salto San Martín. Como o salto é grande e o mirante chega perto dá para molhar um pouco com a névoa formada. Retornamos pela trilha, descemos toda a escadaria e aguardamos o barco que não demorou. Coletes, travessia e voltamos para o outro lado. Terminamos o circuito e retornamos para iniciar o Paseo Superior, que é curto, mas oferece belos visuais. De volta à Estação Cataratas embarcamos para a Estación Garganta del Diablo no trenzinho que é mais charmoso do que os ônibus do lado brasileiro do parque. A viagem demora um pouquinho, pois o trem vai muito devagar. É preciso andar um bocadinho pelas passarelas que seguem sobre o rio. O pessoal parou para fotografar grandes peixes e até um filhote de jacaré, que foi a atração geral do circuito. No final da passarela fica o mirante. Paramos um pouco antes para trocar o tênis pelo chinelo e por as capas de chuva. Molha muito, venta muito, mas é o mirante mais legal de todos. É muita água, muito barulho. Não dá um visual panorâmico bom, mas é emocionante, senti nesse lugar o contato mais próximo com as cataratas. Vi as Cataratas dos "los vencejos" (em alusão ao Baixão das Andorinhas da Serra da Capivara). Os pássaros mergulham nas cataratas. Voltamos à estação de trem, embarcarmos e seguimos até a Estación Central. Na saída tem que carimbar o ticket do dia para ganhar desconto de 50% no dia seguinte. Saímos e pegamos o ônibus de volta ao centro de Puerto Iguazú. Andamos pelo centro e fomos até a Av. Brasil. Fomos à famosa feira que tem muitas barracas com queijos, azeitonas e outras mercadorias, além dos bares onde o pessoal gosta de tomar uma Quilmes. A única coisa que a gente queria era alfajor. Então foi apenas um passeio pela feira. Aproveitando, percorremos toda a Av. Brasil, olhamos algumas lojas. Passamos também no Minimercado Dagú na Av. Missiones que tinha vários tipos de alfajor. Decidimos que voltaríamos lá no dia seguinte, o segundo e o último dia em Puerto Iguazú, para torrar todos os pesos restantes em alfajor. Só passei pela cidade de Puerto Iguazú, mas me pareceu bem simpática. É fácil andar pelo centrinho, pois tudo fica perto a rodoviária, a feirinha, a Av. Brasil com muitas lojas e alguns famosos restaurantes. Passamos no Centro de Informações Turísticas e fomos muito bem atendidos por uma funcionária muito simpática que me deu um mapa e dicas. Fizemos hora até o Restaurante El Quincho del Tio Querido abrir. É bom, ambiente agradável, preço médio, um pouco mais barato que no Brasil considerando um restaurante equivalente. Os pratos são individuais, então pedimos 1 surubi e 1 chorizo. Voltamos de táxi.

 

Domingo, 26/02/2012 - manhã ensolarada/nublada, tarde com chuvas fracas e rápidas

Parque Nacional Iguazú: Sendero Macuco, CV, Circuito Superior (de novo)

 

Segundo dia de passeio nas cataratas argentinas. De novo o mesmo percurso. Era domingo, mas a Libres estava aberta e não tinha quase ninguém para cambiar no horário que passamos. Fomos para a rodoviária, mas acho que dá para economizar tempo, descendo antes no trevo/rotatória da Ruta Nacional 12, pois o El Practico sai da rodoviária e passa por ali para ir ao parque argentino, mas não tenho certeza. Seguimos o mesmo caminho do dia anterior, fomos para a rodoviária, compramos nossas passagens do El Practico, pegamos o mesmo circular amarelão e desembarcamos no Parque Nacional Iguazú. Apresentamos o ticket do dia anterior e ganhamos o desconto de 50% na entrada. Resolvemos fazer o que faltou no dia anterior. Começamos pelo mais demorado, fomos ao Sendero Macuco. No começo não vimos nada de diferente, era uma trilha no meio da mata, parecida com as outras trilhas do parque. Não tinha animal nenhum, nem quatis. Depois de caminhar um tanto, aparecem os primeiros quatis, muito curiosos um deles quis roubar o meu protetor solar. Depois vimos a estrela da trilha, um tucano que foi muito fotografado por nós e alguns outros poucos trilheiros. Encontramos poucas pessoas na trilha, acho que esse não é um passeio muito comum no parque e é até compreensível, pois só vale a pena para quem faz roteiro de 2 dias no parque. Chegamos a um mirante no topo do salto e depois descemos até a base. É fraquinho depois de ter olhado todas aqueles cataratas enormes. Logo retornamos e vimos mais dois tucanos. Fomos ao Centro de Interpretación Yvyrá Retá que é bem legal, tem vários paineis contando a história da ocupação da região desde o homem pré-histórico até a era atual. Fala sobre fauna e flora também. Como tínhamos tempo resolvemos fazer o Paseo Superior de novo. Foi uma das poucas vezes que pegamos sol nas cataratas e conseguimos ver muito arco-íris que foram amplamente fotografados. Saímos do parque. Tinha muita gente esperando o ônibus, mas não tinha fila e foi meio tumultuado. Entretanto uma espécie de fiscal que estava na porta do ônibus controlava o fluxo. Num dado momento, ele mandou o ônibus seguir e nós ficamos. Queria ter ido mesmo que fosse no ônibus cheio, pois achei que teria que esperar pelo próximo horário, mas logo em seguida saiu outro ônibus do estacionamento ali em frente e terminou de pegar os passageiros. Fomos confortavelmente num ônibus com pouco mais da metade de ocupação. Fizemos um pouco de hora no centro, pois a maioria das lojas estava fechada. Torramos os pesos restantes em alfajor. Depois das compras, voltamos ao Terminal de Omnibus e pegamos o ônibus, cuja passagem é paga diretamente ao motorista. Foi tranquilo passar pela aduana argentina, o mesmo processo de entrada, entrar na fila, apresentar documento, sair pela outra porta e entrar no ônibus de novo. Hotel, banho, descanso e jantar. Decidimos jantar no Restaurante Vó Bertila, que é uma cantina italiana bem aconchegante com decoração bonita, ambiente agradável e preço médio. A massa é bem servida e não é cara. Pedimos uma salada de entrada que veio muito caprichada, grande e cheia de palmito. Comemos muito bem. O único probleminha é que eu pedi talharim, mas veio espaguete. Como tudo é massa, comemos e não pedimos para trocar. Depois voltamos rapidamente ao hotel.

 

Segunda, 27/02/2012 - manhã ensolarada/nublada, tarde com chuvas fracas e rápidas

CDE, Dutty Free Shop

 

Continua no relato de Ciudad del Este...

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    • Por Felipao86
      Olá pessoal,
      Dando seguimento aos relatos de viagens que tenho feito desde 2013, vou relatar os 5 dias que passamos em Foz do Iguaçu, de 03 a 08 de fevereiro de 2015.
       
      Como já tem um tempo que fomos, não lembro de todos os detalhes, mas caso tenham alguma dúvida posso tentar olhar em anotações antigas.
      Meus relatos também são mais sucintos, fiquem a vontade para perguntar qualquer coisa.
      Voamos pela Gol com escala de 10 horas em Curitiba, tempo suficiente para uma esticada até o maravilhoso Jardim Botânico, arredores e também o Mercado Municipal, que fica ao lado da Rodoviária.
      Curitiba é muito linda, arborizada e fácil de locomover. No aeroporto você pega um mapinha da cidade. De lá tem um ônibus executivo (R$12,00) que te leva até a rodoviária dura em torno de 40 min o trajeto e de lá pegamos um taxi até o Jardim Botânico.
      Andamos bastante, tiramos muitas fotos admirando aquele lugar fantástico. Imagino que os jardins na Europa sejam nesse nível para cima!
       

       
      Ao final da tarde voltamos ao aeroporto e pegamos o vôo para Foz. Foi o pior vôo da minha vida, turbulência grave, muitos trancos, estava um tempo muito fechado e com muita chuva. O comandante avisou que talvez teríamos que ir para Maringá mas no final deu tudo certo. Foi a primeira vez que senti medo dentro de um avião (até hoje ainda não voltei 100% ao normal, rs).
      Lá no Aeroporto de Foz tem um ônibus coletivo que leva até o terminal da cidade (não lembro agora os nomes, mas é super tranquilo). Descemos perto do hotel e termimanos de chegar de taxi (agora que não deu nem 10,00).
      Ficamos hospedados no Hotel Blue Star II (reservas pelo booking): é um hotel bem simples, mas tem ar condicionado, bom chuveiro e frigobar. Café da manhã honesto. Pagamos 80,00 reais a diária. Ele fica próximo a um shopping onde fizemos muitas refeições (ruins né, comida de shopping).
       
      Dia 1: Cataratas do Iguaçu (lado brasileiro) e Parque das Aves
      Após o café da manhã, pegamos o ônibus perto do hotel até o terminal e de lá o ônibus que vai até o parque das Cataratas (é o mesmo que vai até o aeroporto);
      No terminal de ônibus tem um quiosque de informações turísticas.
      Ingressos para o parque comprados (24,00 por pessoa para brasileiros) vc pega um ônibus panorâmico e vai até a entrada da trilha. O restante do caminho é feito a pé e em vários pontos há mirantes para apreciar a beleza das cataratas.
      Realmente é algo indescritível, a beleza das quedas d´água, o vapor e o barulho da água é muito relaxante. Uma sensação de contato com a natureza muito intensa e tranquilizante.
      Durante toda a manhã fomos apreciando as cascatas e tirando muitas fotos.

       
      Nos divertimos com os quatis tentando roubar frutas da bolsa de uma francesa e os monitores do parque dando orientações.
      Aliás, a infraestrutura do parque brasileiro é fantástica, tudo muito limpo, organizado e bem sinalizado.
      No meio do caminho tem uma trilha para o Macuco Safari, que é um passeio de barco pelo rio com visita a quedas d´agua. Na época acho que custava 140 reais por pessoa. Não fizemos porque sabíamos que no lado argentino tem o mesmo passeio (mais completo na verdade, pois tem mais cascatas que a lancha te leva) pela metade do preço.
      O gran finale do passeio é chegar até a garganta do diabo por baixo, através daquele mirante. É impossível não se molhar todo, mas é muito gratificante.
      E vale a clássica foto do pica pau, rs
       

      Lanchamos na praça de alimentação (combo sanduba com fritas e refri, 25 reais cada);
      À tarde fomos ao parque das aves, é só atravessar a rua do outro lado do parque e já está na entrada.
      A entrada custa 24 reais por pessoa.
      Eu achei que ia curtir o parque porque vi por outros relatos, mas eu gostei demais! Demais mesmo! É cada pássaro mais lindo que o outro, é incrível ver como a natureza é diversificada.
      E outra coisa, o parque é imenso! Gastamos mais tempo nele do que no parque das Cataratas.
      A parte mais legal é quando você entra num viveiro de araras e elas ficam voando acima de você fazendo um barulho ensurdecedor.
      Uma pena que a bateria da minha câmera e do celular acabaram logo no início do passeio, não deu para tirar muitas fotos.


       
      Ao final do dia voltamos para o hotel e à noite comemos um japa (bem ruim) no shopping que fica perto.
       
      Dia 2 – Cataratas (lado argentino)
      Primeira coisa: se você quer conhecer bem as Cataratas a visita ao parque do lado argentino é indispensável. Primeiro porque o parque é muito maior, segundo porque você tem uma vista diferente (no lado brasileiro você vê bem as cascatas, do lado argentino você fica em cima delas) e porque a visão da garganta do diabo é incrível.
      Tínhamos lido como ir de ônibus até o parque, mas seria demorado e custoso. Ficamos sabendo de um hostel que fazia um transfer ida de volta por cerca d 30,00 reais e lá fomos nós!
      Por esse preço não esperava nenhum luxo, mas fomos numa van toda vandalizada (rs). O carro quase desmontou no meio do caminho. Fomos eu e minha esposa e um casal de franceses só.
      Demoramos demais na imigração argentina porque os funcionários estavam de greve no dia. Uma hora depois seguimos viagem.
      O parque argentino é mais rústico, sua infraestrutura é mais simples, porém nós gostamos muito mais do que o lado brasileiro. Você também tem maior contato com a fauna local. É bem maior e com 3 circuitos: inferios, superior e Garganta do Diabo.
       


       
      Fomos por todos eles, começando pelo Circuito Inferior. A todo momento você se vê acima das cascatas, a sensação de vertigem aumenta muito e vamos saboreando cada um desses momentos incríveis.
      Existem placas informativas (em espanhol e inglês) com a flora e fauna características.
      Prepare-se, é um dia inteiro de caminhada! Muitas, mas muitas trilhas de caminhada!
      Na hora do almoço fizemos o passeio com a Aventura Nautica, similar ao Macuco Safari, porém muito mais barato. Show de bola, você vai até debaixo de uma das cataratas, a sensação de refrescância naquele calor que fazia foi tudibom!
       


       
      O mais legal fica no final, que é a garganta do diabo. Você pega um trenzinho interno e depois tem que andar bastante até chegar na boca da garganta. A sensação é indescritível, parece que ela está nos sugando para baixo. Muita gente fica tonta no local.
      Ao final do passeio ainda passamos por um museu que conta a história da criação do parque e da colonização da região como um todo.
       

       
      Esse dia foi muito cansativo, fomos direto para o hotel dormir, exaustos!
       
      Dia 3 – Itaipu: A pedra que canta!
       
      Tinha grandes expectativas desse dia. Me lembro de ter estudado itaipu quando nas aulas de geografia do ensino médio e queria muito conhecer a estrutura do lugar. Gente, não tem cabimento aquilo, é uma obra gigantesca, própria mesmo de obras do regime militar. A imensidão de concreto a sua frente é difícil até de calcular.
      E o legal de itaipu é que o turismo lá deixou de ser simplesmente uma visita panorâmica à usina. O lugar virou um verdadeiro complexo de atrações.
      Nós fizemos 3 passeios durante o dia: circuito especial (é a visita mais completa na hidrelétrica, te leva até o centro de comando – 61,00), o polo astronômico (tem um planetário, mas achei bem fraquinho – 17,00) e o Ecomuseu (tem um museu contanto um ponto da construção da hidrelétrica e o impacto ambiental causado – 10,00). O site é bem organizado, dá pra comprar direitinho com os horários (http://www.turismoitaipu.com.br)
       


       
      O dia passa muito rápido nesse lugar. Realmente incrível.
       
      À noite fomos comer na churrascaria do Gaúcho (http://www.churrascariadogaucho.com.br), tinha um rodízio de carnes razoável mas com um bom preço (acho que era 25,00 reais por pessoa).
       
      Dia 4 – Ciudad Del Este e Puerto Iguazu
      O dia internacional da viagem. Decidimos ir a Ciudad Del Este ver o que era de tão barato lá. Na época que fomos estava acontecendo uma reforma na Ponte da Amizade de modo que era mais rápido atravessar andando do que de moto ou carro.
      No meio do caminho da ponte fui parando para tirar umas fotos e distraído meu celular caiu no chão. Por muito pouco ele caía no rio. A vantagem é que já estava mesmo indo ao Paraguai, mais fácil de comprar outro, rs.
      É realmente um local totalmente voltado par compras. Mil lojas e shoppings, vendedores ambulantes na rua e que não lhe deixam em paz nenhum minuto. Detestei. Tive a mesma sensação quando passei na Calle Florida em Buenos Aires. Só tinha um pouco de sossego quando entrava em algum shopping.
      Mas de fato é tudo bem mais em conta. Minha esposa comprou um celular pela metade do preço e perfumes com uns 40% de desconto. Ainda conseguimos pechinchar um massageador de “brinde”.
      À volta para o Brasil é aquela tensão, mesmo sabendo que não tínhamos extrapolado o limite de compras (acho que é 300 dólares), os fiscais da receita ficam de olho em qualquer um suspeito. A fiscal parou um cara bem na minha frente que parecia ter acabado de comprar um notebook.
      (Um detalhe que muita gente esquece: a fiscalização no retorno ao Brasil pela ponte é aleatória, porém no aeroporto de Foz é obrigatória para TODOS. Antes do check-in tem um Raio-X da receita e todos devem passar por ele. SE não me engano lá eles apreendem mesmo mercadorias suspeitas. Fiquem atentos).
       

       
      Voltamos ao hotel para descansar um pouco pois à noite iríamos conhecer Puerto Iguazu, cidade argentina fronteiriça.
      Fomos e voltamos com uma van combinada com o cara do hostel (o mesmo que arrumou nosso transporte para o parque das cataratas do lado argentino).
      Lá em Puerto Iguazu o lance é visitar as lojinhas de temperos, vinhos e alfajors e comer em alguns daqueles restaurantes. Ficamos em um e pedimos uma porção de bife de chorizo, que não estava muito boa e fez minha esposa passar mal à noite.
      No entanto, compramos um azeite delicioso que até hoje usamos em casa. Muito bom mesmo!
       
      (Vou ficar devendo fotos de Puerto Iguazu, esquecemos a câmera no hotel!).
       
      Voltamos ao hotel já de madrugada. No dia seguinte pela pegamos o vôo de volta para casa (e vimos muita gente tomando multa na fiscalização da Receita antes do Check-in).
       
      Resumão: um lugar incrível, que até hoje tenho vontade de voltar pelas belezas naturais. Realmente as cataratas são uma das maravilhas do mundo. Itaipu também foi bem surpreendente.
      Não voltaria a Puerto Iguazu nem Ciudad del Este.
      Faltou visitar o templo Budista, que dizem ser bem famoso, e o Marco das 3 Fronteiras.
      Obrigado pessoal. Qualquer dúvida estou a disposição.
    • Por Makukey
      Estoy saliendo del uruguay día 01/01/2021 de montevideo hasta Foz do Iguaçu y de foz hasta ushuaia de carona alguien quiere aventura?
      Whatsapp: +598096221755
    • Por MAQ1981
      Ola pessoal,

      Tenho 20 dias férias (sem chance de negociação) em Agosto/2020 e planejo viajar de carro (com esposa e filha de 18 meses) até Praia Grande-SC / Cambará do Sul-RS e depois Foz do Iguaçu.
      Sim. Só viajaremos se a questão do COVID19 tenha de fato amenizado. O que não parece ser o caso.
      Mas vou seguir com o planejamento e decidir na véspera...

      O trecho entre São Paulo e Floripa eu conheço bem.
      Planejo fazer uma parada de 1 noite em Curitiba e 3 noites em Florianópolis e então seguir para  Praia Grande-SC / Cambará do Sul-RS.

      A ideia é não fazer trechos muito longos de carro (> ~5hs) para não deixar minha filha muito irritada e cansada.

      Porém, o trecho entre Praia Grande-SC / Cambará do Sul-RS até Foz do Iguaçu está um quebra cabeça.

      A ideia a principio era sair de Praia Grande-SC / Cambará do Sul-RS e seguir até Chapecó e passar 1 noite para então seguir viagem.
      Porém os trechos de Praia Grande-SC / Cambará do Sul-RS até Chapecó e então Foz do Iguaçu são bem longos (~8hs)
      Tenho simulado diversas opções de caminho, cogitando 2 paradas antes de Foz do Iguaçu, mas as cidades mais promissoras ficam aproximadamente ~6hs.

      Alguém conhece essa região e poderia sugerir uma roteiro entre Praia Grande-SC / Cambará do Sul-RS até  Foz do Iguaçu?

      Obrigado. Grande Abraço!
      Marcelo
    • Por MatheusMTH
      Gente quando acabar esse infeliz episódio do coronavirus eu pretendo ir a Argentina, porém planejei ir de Fortaleza até Foz do Iguaçu e de Foz até Puerto Iguazu e me hospedar por lá, porém reparei agora que não existem linhas de ônibus direto de Fortaleza pra Foz, alguém com mais experiência pode me dar uma força? Uma ideia
    • Por Danilocnavarro11
      Já pensou em ir pra Ushuaia sem gastar 1 centavo com hospedagem e viajando a maior parte do tempo de carona?
      link do vídeo 1 da viagem no youtube: https://youtu.be/GpeOd9NBSKE
      Foi o que eu e minha namorada fizemos. Saímos do interior de SP com o único objetivo de chegar a Ushuaia aproveitando ao máximo o caminho. Sem muito dinheiro, precisávamos economizar de todas formas disponíveis. Os maiores gastos geralmente são: 
      A hospedagem, o transporte e a alimentação. 
       
      Para a hospedagem levamos uma barraca e usamos o couchsurfing. 
       
      Para o transporte pedimos carona ao longo de toda Ruta 3, o que nos rendeu experiências incríveis e amizades inesquecíveis.
       
      E para a alimentação simplesmente cozinhavamos sempre que possível e muitas vezes nossos anfitriões faziam comidas incríveis para a gente. Também pedimos frutas em hortifrutis (detalhes no texto).
       
      Nosso primeiro destino foi Foz do Iguaçu. Optamos por ir de avião para lá, pois no fim das contas sairia muito mais barato do que ônibus, além de mais rápido. Chegando lá a gente se hospedeu pelo couchsurfing com a María e seu gato Naru. Que foram muito receptivos. O couchsurfing é uma plataforma para pessoas apaixonadas por viajar que gostam de compartilhar suas experiências e ajudar o próximo. Se ainda não usa, procure para sua próxima viagem. Conhecer as pessoas locais dessa forma deixa tudo na viagem mais orgânica e imersiva. Ficamos uns cinco dias em Foz e depois partimos. 
      <iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/GpeOd9NBSKE" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe> Em Buenos aires novamente utilizamos o couchsurfing. Foi bem fácil encontrar hospedagem por lá. Quem nos hospedou foi a Eliana e sua família. Foi tudo tão bom que em poucos dias já nos sentíamos parte da família. Ela tinha aquele jeito mãezona, que nos deixa aconchegado e bem a vontade. Entre as conversas com eles, nos falaram e ressaltaram do frio que iria fazer em Ushuaia, pois o inverno estava chegando. E do quão mal equipados estávamos. Aliás, se fôssemos comprar tudo que aconselhavam para o frio intenso de lá, não nos sobraria um tostão para viajar. E além de uma bota de cem reais que achei na decatlhon, fomos apenas com o que já tínhamos. Na ignorância de dois Sorocabanos que mal conhecem o frio e que o mais perto de neve que já tinham visto era o gelo que acumula no congelador. Mal sabíamos que além de toda a beleza da neve, ela também pode doer. 
       
      Aqui vale ressaltar uma recomendação muito importante: Jamais, mas jamais vá de jaqueta de couro para Ushuaia ou para qualquer lugar frio. É simplesmente estúpido. Você vai sofrer. E no caminho tem cidades piores que Ushuaia. É frio, e venta muito no caminho. Então seja sensato, e gaste um pouco mais com uma boa blusa impermeável, térmica e sei lá mais o que. Se proteja do frio. Ele dói e a neve machuca! A gente precisou comprar lá em Ushuaia. 
       
      Voltando a Buenos Aires, demos uma volta por lá e a Eliana nos mostrou um pouco da cidade. Depois fomos a Puerto Madero, a Casa Rosada e outras partes turísticas da cidade que todo mundo já conhece. 
       
      Aqui vale dar outra dica importante também para alimentação. Em tempos de crise, ou como eles chamam na Argentina, Macrise, desperdício de alimento é de partir o coração. Então deixei a vergonha de lado, e como lá são muitos os hortifrutis e suas frutas estragam quando não são vendidas, amadurecem e vão direto para o lixo, e entre essas frutas têm muitas partes boas e comestíveis, resolvi tentar pedir, como diria em castellano, se eles não poderiam ajudar um casal de viajantes sem muitos recursos, mas com grandes sonhos, a nos darem “unas frutas más maduras”, e todas as vezes as respostas foram positivas. E na maioria das vezes conseguiamos umas frutas boas. Além da economia, a parte mais bacana disso e das caronas é sair da mesmice, da sua zona de conforto. Se abrir para novas possibilidades, sem julgamentos e confiar no simples altruísmo das pessoas. Isso nos dá certa motivação, sabe. Que o mundo pode ser um lugar bom.
       
      Então se você tem uma vontade de viajar, mas não tem muita grana, não tem problema, é importante, antes de mais nada, querer. E simplesmente ir. 
       
      Depois relato mais. Mas basicamente fomos depois para Bahia Blanca, Viedma, Puerto Madryn, Trelew, Comodoro Rivadavia, Rio Gallegos e Ushuaia.
       
      Infelizmente peguei um vírus que encriptou todos os vídeos da viagem e tô bem bolado com isso. Então será só esse vídeo mesmo. Mas logo faço de outros lugares. Estamos fazendo um canal, e tô querendo ir subindo bastante conteúdo de viagem
       
      Tô fazendo uma página no insta também junto com minha namorada que me acompanha nas loucuras. Ver se consigo produzir vídeos e quem sabe viajar de graça futuramente haha 
      https://www.instagram.com/viajandomais_/
       
       





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