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Um pulinho no Pacífico - Via Paso San Francisco/Los Libertadores (Argentina, Chile e Uruguai) 2012

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show o relato, estou acompanhando ele. 8)

 

Qual era o Hotel e o endereço dele em Posadas? Em outubro estou indo pro Atacama e pretendo dormir o primeiro dia em Posadas. Vou de Curitiba a Posadas via Barracão e seu relato vai ajudar muito ::otemo::

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Qual era o Hotel e o endereço dele em Posadas? Em outubro estou indo pro Atacama e pretendo dormir o primeiro dia em Posadas. Vou de Curitiba a Posadas via Barracão e seu relato vai ajudar muito ::otemo::

 

Fala Hlirajunior, blz ?

 

Cara o Hotel é o CityHotel que fica bem ao lado da praça central de Posadas..... lá tem vários opções, mas como a cidade é maior, tem que ter tempo e paciência para encontrá-las, numa próxima viagem para aquela cidade, devo ficar em outro hotel, só não sei ainda qual..... heheheheheheheheheeheheheh

 

Grande abraço e valeu.

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Fala galera, blz ?

 

Dia 6 - Pres. Roque Sanz Peña - ARGENTINA/ Santiago Del Estero - ARGENTINA

 

Acordamos cedo, fomos tomar o desayuno no hotel, que estava bem sortido, o preço da hospedagem foi de 200 Pesos Argentinos, o que nos custou 80 reais, um preço ridículo perto da qualidade do hotel e do desayuno que era de primeira para os padrões Argentinos (na média do desayuno na Argentina são duas medias lunas e umas torradas, às vezes nem isso), o quarto funcionou a noite inteira com o ar no máximo e um ventilador de teto junto.

 

Já sei que alguém deve me perguntar qual foi o hotel e já me adianto, ficamos novamente no Hotel Presidente, antigamente era o melhor hotel da cidade, hoje já não sei, pois inauguraram vários hotéis lá e acho que foi um dos fatores que diminuiu o preço da hospedagem.

 

Bom, depois de tomar o café da manhã, voltamos ao quarto e calmamente arrumamos nossa bagagem e depois fomos para a moto, foi a primeira vez que testei a Go PRO HD numa cidade, o número de scooter's circulando, cheio de gente sem capacete era grande e queria registrar isso, ficou sim gravado (já assistimos....heheheh) e muito mais, como a imensa fila na porta dos bancos (como em Posadas, o pessoal vai logo cedo para fugir do calor e receber os programas sociais do governo argentino).

 

Demos uma volta nas ruas movimentadas da cidade e busquei um YPF para abastecer a moto.

 

Encontrei um, só tinha a Fangio, abastecemos a moto, o preço foi meio salgado 6,90 pesos o litro, o que nos deu 2,76 reais, mais ou menos parecido com o nosso preço no Brasil, acho que os problemas com a YPF estavam tornando a gasolina cara na Argentina, ao menos tinha combustível no posto.

 

Como em Corrientes vimos as placas proibindo a circulação de Scooters na via expressa, o que na verdade era a Ruta 12, mas como iriamos circular poucos km's, resolvi arriscar, e saímos pela Ruta 12, até o entrocamento de Avia Teral, onde entramos a esquerda, e finalmente estavamos num caminho totalmente novo, dali pra frente até o retorno para o Brasil.

 

Entramos na Rua 94, e pelo mapa tudo asfaltado, como a estrada se mostrou, a dúvida seria se tivessemos continua em frente, se encontrariamos cidades com estrutura legal para nos hospedar.

 

Na primeira cidade, Campo Largo já vimos placas indicando hotéis.

 

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Portanto se vc passou por Pres. Roque Sanz Peña e vai nessa direção e está na dúvida se vai encontrar hospedagem, saiba que ao menos nessa cidade vai ter hospedagem

 

E a estrada realmente estava boa

 

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Ficamos comentando, eu e D. patroa como essa região, Chaco Argentino, tinha mudado tanto desde nossa última viagem final de 2008, especialmente nesse caminho, que não conheciamos, havia muitas plantações.

 

O Céu estava azul, exceto por uma curiosa nuvem que ficava em linha "reta" vindo de um lado do horizonte e indo até o outro lado, e fora dessa "faixa" de nuvens não havia nada além do céu azul

 

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Além disso havia ainda o que nos pareceu algumas áreas com a fragmentos da vegetação da região, mas como não conhecemos as árvores dessa região, não poderemos afirmar isso

 

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O calor era grande, porém menor do que o dia anterior, à medida que íamos nos afastando do Chaco a temperatura ia diminuindo.

 

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Um ventinho bem leve, nos ajudava a amenizar o calor

 

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E o calor realmente diminuiu no momento que "entramos" debaixo daquela faixa de nuvens

 

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Aqui tem uma "panorâmica" que de repente pode explicar essa nuvem

 

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Enfim, a medida que iamos seguindo encontramos várias plantações

 

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Em alguns momentos viamos também fornos de carvão

 

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Depois de algum tempo chegamos na cidade que imaginamos parar para nos hospedar caso tivessemos segui em frente ontem, a cidade se chamava Charata, e como sinalizava o mapa, era uma cidade maior

 

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em frente a esse portal há um Posto Shell, paramos lá para tomar um suco e dar uma esticada nas pernas.

 

Muitos carros grandes, pick ups e gente da região ia entrando e parando nas mesas também para tomar um café e trocar idéias, provavelmente aquele posto seja um dos "point's" dos fazendeiros da região.

 

Tomamos nosso suco calmamente, tentamos usar o wifi, mas a rede era fechada, então assistimos a TV5 que passa jornalismo o dia inteiro.

 

Arrumamos nossas coisas e voltamos para estrada, o calor estava forte, mas já suportável.

 

Não entramos na cidade para ver o tamanho dela, mas realmente era a maior da Ruta 94

 

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A plantação mudou, a gente acha que é algodão, havia vários e vários km's desse tipo de plantação, o engraçado era ver o vento que agora soprava mais forte e lateralmente arrancar essas bolas brancas e jogá-las na estrada

 

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Logo depois disso, entramos numa região nublada um pouco antes de pararmos para almoçar, tentamos parar num restaurante, mas estava cheio, e acabamos num posto Shell, com uma lanchonete tranquila.

 

Acho que a cidade era Gancedo, almoçamos um miga miga e um sanduba bem generoso, só que o gosto não era lá essas coisas... ao menos não saiu caro, não deu nem 10 reais....isso com uma gatorade (da cor azul e gosto de desinfetante....heheheheheheheheheeh) e um suco.... foi barato.

 

O meu erro foi ali na hora de ir embora, meio cansado do vento lateral e crente que os problemas de falta de combustível tinham acabado, resolvi seguir em frente e abastecer em Quimili que aparecia como uma cidade maior mais a frente.

 

O posto em que estava tinha nafta, mas ainda tinha umas barrinhas de gasosa na Fazer, então resolvi seguir.

 

Entramos na província de Santiago del Estero e como toda mudança de província havia lá um posto da polícia.

 

O oficial estava lá, sentado num dos cantos da estrada e nos viu chegar, não fez menção de levantar, mas como já conhecia a fama da província de Santiago del estero, fiz sinal de seguir e como ele não fez nenhum sinal de volta, prontamente parei na estrada, ele fez um movimento com a cabeça, levantou e veio conversar conosco.

 

Cortês ao extremo, super educado, nos desejou boa viagem e somente perguntou de onde vinhamos e para onde iamos.

 

Normalmente é assim, quanto mais no interior, mais o argentino é simpático, apesar de ser simples, normalmente fica feliz em saber que eramos do Brasil, esse nem pediu documentos, nem nada, somente sorriu e nos deu um tchau.

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O vento lateral aumentou a medida que avançavamos na estrada, a ponto de não podermos parar para medi-lo, não valia a pena.

 

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As nuvens foram ficando carregadas e em certo momento achei que iamos pegar aquela chuva, porém somente alguns pingos caíram e D. Patroa concordou em seguirmos sem parar para colocar as roupas imperméaveis, ao menos o calor foi substituído por uma temperatura beeeeeem mais agradável.

 

Não tiramos mais fotos, o vento e a possibilidade de chuva não deixava mais, mas a vegetação e o entorno era como as fotos anteriores.

 

Em Quimili, paramos no YPF, NO HAY COMBUSTIBLE.... Putz, daí f.... a moto tinha entrado um pouquinho na reserva e estavamos na maior cidade (ao menos era o que o mapa mostrava) dali até Suncho Corral, tinhamos combustível para ir até Suncho Corral, mas e se lá não tivesse combustível.

 

Quimili era uma cidade simples, bem simples..... o pessoal do YPF, prontamente nos avisaram que havia um outro posto na cidade e um deles ficou extremamente feliz em me indicar o caminho, com um sorriso no rosto nos desejou sorte e seguimos a sua orientação.

 

Realmente num posto Esso havia Nafta, mas estava com fila....

 

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perdemos sei lá 20/30 minutos na fila, foi bem rápido, perto dos relatos do vários amigos que foram para lá pouco antes da minha viagem.

 

Enchi o tanque e nem paguei ágio no preço do combustível, algo em torno de 5,90 pela Super, em reais 2,36.

 

De tanque cheio e com vários olhares curiosos, voltamos pela rua principal de Quimili e caimos novamente na estrada

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A estrada no sentido de Suncho Coral era bem vazia, não havia cidades e somente pequenos povoados, nessa hora, vc tem que ter confiança na sua moto.

 

Fiquei até conversando sobre isso com a D. patroa, de como ela tem sido tão valente conosco, mesmo com a km atual, ela não nos deixou na mão nenhuma vez e que realmente para andar naquela região somente com um veículo de confiança.

 

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paramos num acostamento para esticar as pernas, não havia estaciones de serviço (como previsto) e não tinhamos onde parar, o trânsito era tão tranquilo que pude tirar várias fotos do asfalto sem me preocupar, sinceramente não passou um veículo por nós o tempo que ficamos ali, e foram mais de 15 minutos.....

 

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A vegetação era rasteira e como não havia acostamento a Fazer teve que subir "no gramado" para descansar também.... hehehehehehehe com o vento tinha essa visual diferente

 

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Depois disso seguimos viagem, já mais descansados, o calor dos últimos dias tinham sido massacrantes e dali pra frente a temperatura ia ficar mais amena, o que não nos deixaria ficar tão exaustos no final do dia.

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Suncho Corral tinha cara de cidadezinha tirada direto dos filmes de faroeste, o que já imaginavamos, circular pelo interior da Argentina era dar de cara com lugares assim.

 

Porém ficamos mais receosos de bater umas fotos da cidade, não sei pq, mas não tiramos uma única foto sequer.

 

A não ser dessa ponte, já na saída de Suncho Corral, o rio que passa abaixo dela, estava praticamente seco.

 

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Pois é e daí veio a surpresa.

 

No nosso mapa a estrada que liga Suncho Corral até Taboada era do mesmo porte da estrada que vinha até aqui e como não achamos nenhuma informação diferente em nenhum relato, exceto um que mencionava que na época das chuvas tinha encontrado lama nos acostamentos, nos surprendemos muito ao vermos isso

 

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Seriam longos 31 km's seguindo assim, com caminhões, ônibus, carros, etc. nos "convidando" a dar passagem para eles..... no começo até "aceitei" o convite, mas a medida que avançavamos, resolvi dar um espaço para o carro que seguia no sentido contrário e seguir no asfalto também, pois é, nem todo mundo gostou da minha idéia....

 

Nem tentei fazer isso com caminhões, embora alguns realmente nos deixaram ficar no asfalto..... heheheheheheheeheheheheheh

 

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A boa notícia é que parece que vão asfaltar esse trecho, a má notícia é que "Aqui lá nácion tambíen si cresce".... pois é, vai saber quando esses 31 km's vão estar em ordem....

 

Ao menos, se vc chegou a ler até aqui, já sabe que entre Suncho Corral e Taboada a estrada está assim e se decidir vir por aqui, saberá o que vai encontrar, se vier na época das chuvas, terá bastante trabalho.... E agora vc imagina a minha alegria ao ver que aquela chuva que prometia, não caiu.... heheheheheheh

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Imagina se nos deixaram continua no asfalto ?? heheheheheheheheheheheheheh

 

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Bom as fotos da boa notícia são essas:

 

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O engraçado foi que já quase no final da estrada, encontramos um povoadinho mínimo e esses "3" porquinhos passeando na estrada, lutando por mais um tantim de leite

 

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E a mãe, tentando andar na estrada e eles indo atrás desesperados

 

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Dali seguimos em diante e saímos no asfalto razoável da Ruta 34 em Taboada.

 

paramos num YPF e fomos tomar uma gaseosa, una Sprite.

 

fomos ao banheiro e esticamos as pernas, foram bem uns 20 minutos..... e só vendo o movimento dos carros parando nas bombas de combustível e os frentistas falando NO, NO HAY NAFTA....... ainda bem que tinha combustível de sobra (e agora vc entende pq adoro os 19,6 L do tanque da Fazer, não ? Pois é quase 500 km's de autonomia.... Uhuuuuu!!)

 

Subimos na moto e seguimos viagem, chegando em Santiago del Estero, deixei o GPS nos guiar em busca de hospedagens

 

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Mesmo em Santiago del Estero dava pra ver o pessoal andar sem capacete.....

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