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Turquia (Selçuk, Pamukkale, Capadócia, Istambul)


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Marcos e Márcio,

Obrigado! Espero que o relato seja útil para vcs tb.

 

Alyneas,

O "valer a pena" varia muito de cada um. Para mim, 4 dias em Istambul foi ok para conhecer o que eu queria. Pamukkale eu sugiro passar um dia somente (a não ser que chova!), Capadócia requer mais tempo.

 

Meios de transporte mais em conta são os ônibus. Há ônibus noturno direto de Istambul para Goreme (Capadócia), mas eventualmente as passagens aéras são em conta -- eu comprei o trecho inverso com razoável antecedência e me custou 115 liras.

 

Para Pamukkale vc provavelmente vai ter de pegar um ônibus para Denizli e, de lá, pegar um dolmus (tipo van) para Pamukkale. Pela distância eu acredito que tb tenha ônibus noturno.

 

No site abaixo vc consegue ver algumas rotas de ônibus por lá:

http://www.neredennereye.com/buses/

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Para quem quiser ver os relatos de Istambul no blog da Katia, com MUITO mais fotos:

 

Primeiro dia

Segundo dia

Terceiro dia

Quarto dia e manhã seguinte

 

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Dia 7 – Istambul – Pegamos um voo cedo de Nevsehir para Istambul. Chegando lá, estava chovendo. Pegamos o metrô no Aeroporto (do início ao fim da linha!), depois o tram e logo chegamos ao hotel. A chuva parou quando chegamos em Sultanahmet, voltou enquanto fazíamos o check-in e parou de vez! Não choveu mais até o fim da nossa viagem. Novamente, muito obrigado, São Pedro!

 

Fomos passear pelo bairro velho de Istambul, Sultanahmet. A região estava MUITO cheia. Fico imaginando como deve ser no pico do verão -- ainda não era nem maio. Depois de passear e conhecer os monumentos da região do Hipódromo de Constantinopla (Hippodrome), decidimos entrar em alguns lugares. Havia uma longa fila para entrar na Basílica de Santa Sofia (Ayasofya), mas descobrimos que era para grupos de excursão. O problema é que também havia uma fila meio desagradável para individuais. Decidimos comer alguma coisa rápida, talvez a fila melhorasse.

 

E melhorou, na hora do almoço não havia mais fila para a Basílica de Santa Sofia! (mas a fila para excursão permanecia longa). Entramos e nos deparamos com um dos interiores mais espetaculares que já vimos. Monumental, belíssimo. Bem cheio, mas é tão grande que cabia todo mundo numa boa.

 

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O interior da espetacular Basílica de Santa Sofia

 

Parada seguinte foi na Cisterna Romana. Muito legal, lugar subterrâneo de paz, monumental. O destaque é para as colunas com figuras de Medusa no fim, mas acho que o lugar vale para dar uma relaxada também, pelo clima interior. De qualquer forma é uma visita rápida.

 

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Paz, refresco e beleza na Cisterna Romana

 

Já era fim de tarde, então nos dirigimos ao Grande Bazar (eu não queria comprar nada, só ver como é a coisa – portanto o melhor, nesse caso, é ir pouco antes de fechar!). Ficamos lá por +- uma hora, é interessante. Alguns lugares são muito cheios, há muitos turistas (é um lugar essencialmente turístico, como quase toda Sultanahmet) e os vendedores são divertidos, sem torrar sua paciência. Enquanto a Katia desenrolava uma compra lá que ela queria fazer, fiquei batendo papo com vendedores de uma loja, falando de futebol, comunidade europeia (!!) e até Grécia x Alemanha (!!!).

 

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Loja de luminárias no Grande Bazar

 

À noite, no bar do albergue, assistimos ao Real Madrid vencer o Barcelona.

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Dia 8 – Istambul

Era domingo, decidimos que era dia de fazer um caminhadão para “respirar” a cidade. Saímos cedo, passamos na Mesquita Azul, mas já tinha fila para entrar (!!). Deixamos para outra ocasião e seguimos em frente em direção à região de Beyoglu. Passamos e entramos na Mesquita Yemi, depois entramos no Mercado de Especiarias (é tipo o Grand Bazaar, só que mais focado em codimentos) e cruzamos a Ponte Galata, onde os pescadores ainda estavam se preparando para o dia. Do outro lado do rio, subimos por ruazinhas até a base da Torre Galata -- e, claro, fomos até lá em cima para curtir uma vista panorâmica da cidade.

 

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O belíssimo interior da Mesquita Camii

 

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Chegando na Torre Galata

 

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Panorâmica do alto da Torre Galata

 

De lá seguimos por toda a famosa Avenida Istikal (Istikal Caddesi), longa rua majoritariamente de pedestres da cidade. Ao longo da rua, pegamos uns desvios (pasaji) para interessantíssimas ruelas internas que, dizem, ficam lotadas à noite. São restaurantes, bares, todos grudados. Algumas são literalmente passagens, galerias. Passamos por lá e estava lotado de torcedores do Galatasaray fazendo o “pré-jogo” (=cerveja!). Era dia de Galatasaray x Fenerbahce, o maior clássico turco. A galera berrava, cantava, etc., bem divertido.

 

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Galera do Galatasaray fazendo o pré-jogo na região de restaurantes, em alguma pasaji da Avenida Istikal

 

Voltamos para a Istikal e seguimos até a Praça Taksim, uma das grandes referências da cidade. Poderíamos pegar o funicular para descer para a parte baixa, mas optamos por andar e seguir um caminho instintivo até lá, em direção ao Palácio Dolmabahce. No trajeto, avistamos um bondinho/teleférico, mas que apenas levava ao outro lado do parque Maçka. O correto seria descer a pé, mas curtimos pegar o bondinho e descer pelo outro lado.

 

Quando chegamos ao Palácio Dolmabahce, havia uma fila MUITO desagradável. Fui verificar no guichê como andavam as coisas e vi que estava fechado porque havia muita gente dentro do Palácio!! Deixamos o Dolmabahce para outro dia e decidimos seguir andando por Istambul rumo ao norte.

 

Passamos pelo bairro de Besiktas – sede do terceiro maior time do país --, onde paramos para recarga. De lá, subimos para o bairro de Orkatoy, que estava MUITO cheio. Era domingo, a galera estava toda nas ruas. O trânsito, em ambas as direções, parecia todo parado. Ainda bem que estávamos a pé!

 

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Ruazinha de Orkatoy

 

Orkatoy é um lugar muito maneiro, na beira do rio, cheio de restaurantes, lanchonetes, lojas e etc. Belíssima vista do rio e do lado asiático da cidade. A mesquita de lá (Oraktoy Camii) infelizmente estava fechada para reforma. Andamos muito na região, que parecia estar bem cheio de pessoas locais fazendo seu programa de tarde de domingo. Era muita gente para todos os lados, e, o mais interessante, muita gente comendo batata recheada!! Parecia ser a moda local.

 

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Uma família se deliciando com batata recheada -- havia muita gente comendo isso nas ruas

 

Procuramos um ferry para voltar, mas pelo visto não tinha. Só tinha ferry para fazer tour pelo Bósforo. Voltamos a pé até a estação de Kabatas para pegar o tram e retornar para Sultanahmet. O trânsito era tanto que acho que andávamos mais rápido do que os carros.

 

De volta à região velha de Istambul, ainda subimos para conhecer a bela mesquita Suleymaniye, antes de seguirmos para um evento que há algum tempo eu tinha interesse de assistir: trata-se de uma cerimônia de sufismo (“dervishes whirl”), uma coisa religiosa. Li sobre ela pela primeira vez aqui (me amarro nesse blog!), depois li em outros cantos (inclusive no livro do Zeca, citado no blog) e tornou-se uma das experiências que eu tinha curiosidade de conhecer em Istambul. Tínhamos reservado, e pago, o bilhete logo pela manhã, e ao longo do dia é que soube que rolaria o clássico local entre Galatasaray x Fenerbahce!! Se eu soubesse antes, teria marcado para o dia seguinte -- assistir ao clássico com a galera teria sido outra experiência e tanto.

 

A cerimônia é muito interessante, mas eu não recomendo a todos. Se você está curioso, verifique do que se trata antes de ir -- vi pessoas dormindo. Não é barato (50TL), sobretudo se for para dormir. Por ser uma cerimônia religiosa (mas, claro, um tanto turística, visto que é aberta aos turistas e cobra-se entrada e etc.), há regras a seguir (nada de fotos, nada de aplausos). Além disso, para boa parte das pessoas trata-se de uma cerimônia lenta, repetitiva e monótona. Eu, que gostei muito, concordo que seja lenta, repetitiva e monótona (porém bela, interessante e impressionante) – mas eu não esperava algo muito diferente do que vi. O mais impressionante para mim é como os caras ficam rodopiando por tanto tempo e retornam à posição normal com naturalidade.

 

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Hodjapasha, onde a cerimônia de sufismo é realizada -- não são permitidas fotografias durante a cerimônia

 

De lá, jantamos nas redondezas e voltamos para dormir. E o Fenerbahce venceu o jogo por 2-1.

 

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A Mesquita Azul de noite, com pássaros (iluminados! -- são os quase imperceptíveis pontinhos claros no alto) voando sobre ela

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Dia 9 – Istambul

Saímos bem cedo para conhecer o Palácio Topkapi. Era segunda-feira, várias atrações fechadas e o Topkapi não. Resultado: Topkapi lotado! Mas pegamos pouca fila quando chegamos. Assim que entramos, nos dirigimos logo para o Harém (paga-se separado, 15 pelo Harém, 25 pelo Palácio). Também quase sem ninguém. Mas, assim que saímos do harém, o Palácio começou a encher muito, e rapidamente. Passeamos por todas as salas do Palácio, que é bem diferente dos Palácios europeus a que estamos acostumados a ver. Ainda encaramos uma fila enorme – e cheia de furadores de fila – para ver os tesouros, uma coisa que nem ligamos tanto assim, e que portanto apenas demos uma rápida olhada.

 

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Interior do Harém, Palácio Topkapi

 

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Palácio Topkapi

 

De lá fomos passear no Parque Guillaume. No caminho vimos que, excepcionalmente (!!) o Museu Arqueológico estava aberto na segunda-feira. Viva! De qualquer forma, deixamos para depois – não é producente escalar dois museus (o Topkapi se visita em ritmo de museu) em sequência, precisávamos andar. Passeamos pelo Guillaume e depois seguimos um roteiro que passava por algumas mesquitas que eu queria conhecer: Beyazit, Sehzade Mehmat e Rustem Pasa. O bom dessas mesquitas, além da beleza e de notar cada peculiaridade e as diferenças entre elas, é que são pouco visitadas pelos turistas -- ou seja, não havia filas. No caminho, passamos pela imponente Universidade, novamente pelo complexo Suleymaniye e pelo Aqueduto de Valens.

 

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Flores no Parque Guillaume

 

O Museu Arqueológico era basicamente o único museu que eu fazia questão de ver na cidade e é interessantíssimo. Há diversas tumbas (isso mesmo) extraordinariamente trabalhadas. Inclusive a de Alexandre, o Grande, que é talvez a mais incrivelmente trabalhada – ainda que não seja a maior de todas. Há outras de tamanhos surreais. Só por isso já valeu a entrada, mas o museu tem muito mais, você pode passar o dia inteiro por lá que tem coisa pra ver. Como não aguentamos muito tempo em museu, otimizamos nossa visita focando no que mais gostamos de ver.

 

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Tumba de Alexandre, o Grande

 

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Detalhe da tumba

 

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Vejam só o tamanho da coisa

 

De lá fomos curtir um passeio de barco pelo Bósforo. Aproveitamos para pegar o barco num horário em que o sol se punha, ou seja, curtiríamos as cores do anoitecer e o início da iluminação da cidade. Muito relaxante e bem bonito de assistir. Durou 1:30, custou 10 euros.

 

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Passeio pelo Bósforo no anoitecer

 

Uma coisa que nos chamou a atenção em Istambul, e em todos os lugares que estivemos na Turquia, é que você encontra facilmente as belas bandeiras do país estiradas em prédios, casas e etc. Inicialmente eu achei que era coisa governamental, mas no fim me parecia que realmente o povo fazia isso com gosto. A bandeira é bem bonita e acho que fica bacana a cidade enfeitada com ela.

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Dia 10 – Istambul

Saímos bem cedo para o Palácio Dolmabahce. A fila era pequena, felizmente. Você paga, entra, e, para visitar o Palácio, precisa se encaixar em alguma visita guiada. Saem visitas em turco e inglês de tempos em tempos -- tomamos chá de espera de algumas dezenas de minutos, mesmo tendo chegado cedo. Achei o Palácio extraordinariamente bonito – ele tem mais o estilo europeu a que estamos acostumados --, mas achei a visita rápida, corrida demais (40 min). Não me importo de não poder tirar fotos (é proibido fotografar no interior do Palácio), mas eu realmente queria ter mais tempo para admirar diversos cantos do Palácio. Idem para o harém de lá (20 min). Os preços são iguais aos do Topkaki.

 

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Fachada lateral do Palácio Dolmabahce

 

Do Dolmabahce, voltamos para Kabatas, onde pegamos um barco para as Ilhas do Príncipe (Prince’s Islands), região que a galera local curte nos finais de semana e nas férias. O barco custa apenas 5 TL. Achei a ilha muito bacana, algo como uma Paquetá (a galera do Rio deve conhecer) *muito* melhorada. Chegamos e decidimos caminhar pelo que parecia ser uma rua principal. São diversas mansões antigas (e algumas modernas também) e muito bonitas que você admira ao longo do passeio. Você pode pegar uma charrete (!) também, se quiser. Ou alugar uma bicicleta. Fomos somente na ilha maior, Buyukada, e deu gosto de ficar mais tempo. É o tipo da coisa que, se tivéssemos mais dias, valeria uma esticada. Ficamos lá umas 3 horas, de lá pegamos uma barca para Kadikoy, do lado asiático. Era hora de conhecer o outro lado.

 

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Charrete numa das ilhas do Príncipe

 

Uma coisa interessante das barcas é que a galera fica jogando comida para pássaros, e esses vão voando emparelhados às barcas justamente esperando pelo alimento. Parece tradição loção, bem legal!

 

Em Kadikoy, nossa ideia era apenas andar pelo bairro. Descemos até a região de Moda e Caferaga para respirar o outro lado da cidade, o lado não turístico. E, de fato, se em Sultahnamet o turismo impera – praticamente tudo tem em inglês --, do lado asiático em que estivemos, não vimos praticamente nada em inglês ou focando o turista. Depois de um longo passeio por diversas áreas, pegamos uma barca de volta para Eminonu, do lado europeu.

 

De volta à velha Istambul, fomos curtir uma outra experiência turca: um haman. Banho turco, sauna, massagem, aquela coisa toda. Pacote completo. Escolhemos a Suleymaniye Hamam por permitir a entrada somente de casais e famílias. Geralmente os hamans separam homens e mulheres, mas lá não. Por outro lado também não podia entrar sozinho -- só vi realmente casais e famílias por lá. Primeiro você faz uma sauna, depois vem a massagem com banho (feito sempre por um homem, independentemente do seu sexo), depois você relaxa e, no fim, eles te enxugam. Você pode relaxar ainda mais com um drinque na saída. Muito bom! Saímos de lá muito relaxados.

 

E, já relaxados, fomos relaxar ainda mais. Paramos no primeiro café que encontramos, nas redondezas mesmo de Suleymaniye, e pedimos um narguilé para curtir. Nós temos um em casa que não fumamos há anos, mas era a Turquia, era uma experiência a se viver! Era um café frequentado pelos locais, com preço na média (15TL).

 

Na volta, tentamos ir na Mesquita Azul, mas ela fechou exatamente na hora em que estávamos entrando (22hs)!

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Dia 11 – Istambul

Dia de despedida da Turquia. Tiramos a manhã para conhecer finalmente a Mesquita Azul. Estivemos em quase todas as outras, menos na principal! Na verdade, estivemos nela algumas vezes antes, mas a fila sempre nos desmotivava. O interessante é que nas outras mesquitas você entra na maior tranquilidade, há muito pouca gente. Na Azul tem fila. E, claro, a Azul é monumental.

 

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A Mesquita Azul

 

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Interior da Mesquita Azul

 

De lá, fomos conhecer mais uma mesquita – a última da viagem --, a Kuçuk Ayasofya. Se não me engano, foi a única que fui na qual toda a área era aberta a todos -- inclusive um segundo andar (de um modo geral as mesquitas da cidade limitam a área reservada a turistas). Divertido é que lá dentro um senhor que parecia tomar conta do local me perguntou sobre o numero 5 na minha camisa (era uma retro do Flamengo de 1992) e batemos um rápido papo sobre futebol. Fala-se inglês em tudo quanto é canto em Sultanahmet.

 

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A região do antigo Hipódromo de Constantinopla

 

Fora isso, ficamos passeando por Sultanahmet, nos despedindo da Turquia. Almoçamos e pegamos o esquema tram + metrô para o Aeroporto (se você optar por esse esquema, separe +- uma hora para esse trajeto).

 

Adeus, Turquia. Grécia, aí vamos nós!

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Impressões gerais da Turquia:

 

- Futebol: Os turcos adoram futebol, e, como a galera fala inglês, eis uma excelente porta de entrada para bater papo com eles. Em tudo quanto foi lugar, falar de futebol era motivo para se iniciar boas conversas. Cheguei a passar um bom tempo conversando com uma galera no Grand Bazaar (enquanto a Katia desenrolava alguma compra). Alex (de Souza!), Deivid, Roberto Carlos, Felipe Mello e até um tal de Baroni, eles adoram falar dos jogadores brasileiros que estão ou estiveram por lá. O Alex é verdadeiro monumento local, até mesmo os torcedores adversários respeitam o cara. Perdemos o grande evento local, Galatasaray x Fenerbahce (fomos ver o lance de sufismo na mesma hora do jogo!), mas foi divertido vivenciar o pré e pós jogo.

 

- Calor humano: Esqueça aquela relativa distância que os europeus mantêm nas relações, os turcos são mais parecidos com os brasileiros nesse aspecto. Claro que uma parte da simpatia pode se tornar malandragem, sobretudo se o objetivo for comercial, mas é algo com que você tem de lidar.

 

- Chá: É chá a toda hora, em todo canto. No café da manha, nos cafés, restaurantes, na sauna, até na barca do Bósforo! Geralmente é barato (1TL).

 

- Chamadas das mesquitas: Não sei exatamente o motivo, mas adoro aquele som dos minaretes das mesquitas chamando para as orações muçulmanas. Uma das chamadas era às 5 da manhã – o que interrompia meu sono! --, mas nem por isso deixei de apreciar a beleza daquele som. Em Istambul chegava a haver conflito entre as chamadas, com duas, três mesquitas quase ao mesmo tempo entoando as chamadas.

 

- Islamismo: Ao menos nos lugares onde estivemos, é bem tranquila a questão religiosa por lá. Embora estatisticamente o país seja majoritariamente muçulmano, as mulheres se vestem como bem entendem (ou seja, não necessariamente com o véu). Vimos mais mulheres de véu em Istambul do que nas outras cidades em que estivemos.

 

- Efes: Não é a única cerveja da Turquia, mas não é fácil encontrar outras. Seguramente foi a cerveja que mais tomamos em toda a viagem (Rússia e Grécia inclusas)!

 

- Sucos: Encontramos muitos lugares com sucos de laranja natural, feito na hora, por 1TL até 5TL. O preço dependia de onde você estava. Tomei muito dos de 1TL, ehehehehe.

 

- Vendedores: Não apenas os de lojas, mas também os que ficam te chamando para os restaurantes em Istambul – todos eles adquirem um feeling especial de descobrir a nacionalidade das pessoas. Diversas vezes acertaram a nossa só de olhar – alguns ficam bicando sua nacionalidade enquanto você passa pela frente do estabelecimento deles. Na verdade, acho a linguagem corporal brasileira bem característica, e geralmente identifico ao longe os compatriotas durante viagens. Mas outras vezes os caras bicavam um espanhol (somos todos latinos!), italiano, francês e etc.

 

- Banheiros: Sempre encontrava pela cidade, geralmente ao custo de 1TL.

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  • 3 semanas depois...
  • Membros de Honra

... Fui no inverno acho que voltaria novamente no inverno!

... Quem foi no verão acho que voltaria no verão

em sintese, A Turquia é um lugar para se voltar, sem dúvida, principalmente oeste sudeste!

Ta otimo seu relato parabéns!

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