Meus amigos, este relato é pra contar como foi a viagem realizada neste último sábado, dia 15 de dezembro, à cidade de Joanópolis, mais precisamente ao camping do Zé Roque, onde está localizada a Cachoeira dos Pretos.
Essa viagem, na verdade, estava marcada para passarmos o final de semana completo no local, mas devido à lotação de todos os chalés há mais de 20 dias, optamos por fazer o velho esquema de bate-e-volta.
Para chegar lá, pegamos a Rodovia Fernão Dias até bem próximo à fronteira entre SP e Minas, onde pegamos a estrada das Águas. Por essa estrada, você chega na cidade de Joanópolis (deve dar uns 18 quilômetros entre Fernão Dias e a cidade) e mais alguns quilômetros até o local onde fica a cachoeira e o camping.
O local onde ficam o camping do Zé Roque a Cachoeira dos pretos é bem estrutura, com amplo estacionamento, restaurantes (um com comida caseira, feita em fogão de lenha a R$ 18,00 o quilo; uma ótima pastelaria, cujos pastéis são muito bem rechaeados e enormes, a R$ 4,00 cada um...), quiosques, lojinha de artesanatos, etc.
Esse é um dos quiosques, onde tomamos o nosso café da manhã.
Essa é a visão que se tem da cachoeira vista do estacionamento do camping.
Estávamos em cerca de 22 pessoas. O clima, embora nublado, não estava chuvoso, pegamos algumas poucas garoas, mas durante as passagens pelos vários pontos da cachoeira estava tranquilo, até o sol apareceu em alguns poucos momentos pra dar uma espiada.
Para chegar até o topo da cachoeira, há duas opções: ir de jipe (pagando R$ 10,00) ou a pé, através de uma estradinha que passa por trás do camping. Uma parte da turma subiu de jipe e a maioria acabou subindo a pé mesmo (aliás, uma subida íngreme, de uns 30 minutos, mais ou menos, numa estradinha bem ruim e esburacada).
A cachoeira é formada por 3 "divisões", digamos assim. As fotos acima da parte intermediária, logo antes de sua queda de mais de cem metros.
Essa é uma parte da galera que esteve lá...
Nessa foto, pode-se ver onde começa a queda d'água centenária...
De lá, subimos para a parte mais alta da cachoeira, onde também há algumas quedas com a formação de uma pequena "praia". Abimael e o Diego se esbaldaram nas quedas desse trecho. Como o volume das águas estava bastante forte (certamente aumentado por causa das fortes chuvas de véspera) e as pedras escorregadias, acabei entrando na água apenas pra tirar fotos, sem tomar banho por completo. Agradeci a Deus por estar ali naquele momento e por ter me "livrado" da péssima fase por que passei ao longo deste ano...
De lá, voltamos para o camping para almoçarmos, descansar e seguir para a parte onde há a arrebentação da cachoeira, formando pequenas praias e lagos ótimos para nadar.
Aqui podemos ver a cachoeira ao fundo. Esta foto já é bem próximo das praias...
Nessa região das prainhas, há muitas pedras, havendo limitação para entrada na água.
Eu e o Léo, que organizamos essa pequena viagem.
Ficamos por lá até umas 16 horas, quando viemos embora. O local já estava bastante cheio de turistas, inclusive estrangeiros.
O local é agradabilíssimo, vale muito a pena passar um final de semana por lá!!!!
Mais uma vez, agradeço a todos os que lá estiveram para mais uma viagem muito prazerosa, muito alegre e animada.
Meus amigos, este relato é pra contar como foi a viagem realizada neste último sábado, dia 15 de dezembro, à cidade de Joanópolis, mais precisamente ao camping do Zé Roque, onde está localizada a Cachoeira dos Pretos.
Essa viagem, na verdade, estava marcada para passarmos o final de semana completo no local, mas devido à lotação de todos os chalés há mais de 20 dias, optamos por fazer o velho esquema de bate-e-volta.
Para chegar lá, pegamos a Rodovia Fernão Dias até bem próximo à fronteira entre SP e Minas, onde pegamos a estrada das Águas. Por essa estrada, você chega na cidade de Joanópolis (deve dar uns 18 quilômetros entre Fernão Dias e a cidade) e mais alguns quilômetros até o local onde fica a cachoeira e o camping.
O local onde ficam o camping do Zé Roque a Cachoeira dos pretos é bem estrutura, com amplo estacionamento, restaurantes (um com comida caseira, feita em fogão de lenha a R$ 18,00 o quilo; uma ótima pastelaria, cujos pastéis são muito bem rechaeados e enormes, a R$ 4,00 cada um...), quiosques, lojinha de artesanatos, etc.
Esse é um dos quiosques, onde tomamos o nosso café da manhã.
Essa é a visão que se tem da cachoeira vista do estacionamento do camping.
Estávamos em cerca de 22 pessoas. O clima, embora nublado, não estava chuvoso, pegamos algumas poucas garoas, mas durante as passagens pelos vários pontos da cachoeira estava tranquilo, até o sol apareceu em alguns poucos momentos pra dar uma espiada.
Para chegar até o topo da cachoeira, há duas opções: ir de jipe (pagando R$ 10,00) ou a pé, através de uma estradinha que passa por trás do camping. Uma parte da turma subiu de jipe e a maioria acabou subindo a pé mesmo (aliás, uma subida íngreme, de uns 30 minutos, mais ou menos, numa estradinha bem ruim e esburacada).
A cachoeira é formada por 3 "divisões", digamos assim. As fotos acima da parte intermediária, logo antes de sua queda de mais de cem metros.
Essa é uma parte da galera que esteve lá...
Nessa foto, pode-se ver onde começa a queda d'água centenária...
De lá, subimos para a parte mais alta da cachoeira, onde também há algumas quedas com a formação de uma pequena "praia". Abimael e o Diego se esbaldaram nas quedas desse trecho. Como o volume das águas estava bastante forte (certamente aumentado por causa das fortes chuvas de véspera) e as pedras escorregadias, acabei entrando na água apenas pra tirar fotos, sem tomar banho por completo. Agradeci a Deus por estar ali naquele momento e por ter me "livrado" da péssima fase por que passei ao longo deste ano...
De lá, voltamos para o camping para almoçarmos, descansar e seguir para a parte onde há a arrebentação da cachoeira, formando pequenas praias e lagos ótimos para nadar.
Aqui podemos ver a cachoeira ao fundo. Esta foto já é bem próximo das praias...
Nessa região das prainhas, há muitas pedras, havendo limitação para entrada na água.
Eu e o Léo, que organizamos essa pequena viagem.
Ficamos por lá até umas 16 horas, quando viemos embora. O local já estava bastante cheio de turistas, inclusive estrangeiros.
O local é agradabilíssimo, vale muito a pena passar um final de semana por lá!!!!
Mais uma vez, agradeço a todos os que lá estiveram para mais uma viagem muito prazerosa, muito alegre e animada.
Valeu, galera, até o próximo relato!!!!