No feriado de 07/09/12 resolvi voltar a um lugar que conheci 16 anos atrás, Joanópolis, a Terra do Lobisomem. Fui com o marido e a filhota. Quando estive lá pela primeira vez foi um bate-volta, dessa vez fomos para acampar, então o primeiro passo foi entrar aqui no Mochileiros para pegar algumas dicas, afinal nem sabia como estava a cidade em questão de infraestrutura, e consegui aqui: joanopolis-sp-cachoeira-dos-pretos-fotografico- t66551.html, relato do nativus e aqui: cachoeira-dos-pretos-joanopolis-e-extrema-mg-t46126.html o relato do msf.RICO, além do blog http://campingefamilia.blogspot.com.br/, que tem sido muito útil.
Informações anotadas seguimos pra Joanópolis, via Rod. Dom Pedro I, porque por São Francisco Xavier o carro tem que estar muuuuito bom, já perdi um escapamento lá e achamos melhor não arriscar de novo!
De São José dos Campos até lá são 113 km, com alguns pedágios pelo caminho. Passamos por Piracaia, que é uma belezinha de cidade também e então chegamos em Joanópolis, de lá é só seguir a estrada para a Cachoeira dos Pretos, não tem erro.
O Camping do Zé Roque fica na área da cachoeira mesmo. É lindo, espaçoso, limpo e muito bem organizado. Pagamos R$ 15,00 por pessoa e lá também vendem gelo por R$ 8,00 e carvão por R$ 6,00. Quem administra o camping é a Cristina, filha do seu Zé Roque, muito simpática, anota todos os seus gastos num caderninho pra vc acertar no final. Levanta de madrugada para garantir um banho quentinho pra todos os campistas, acendendo o fogão a lenha que esquenta a água do banho através de serpentinas. Aliás, os fogões ficam à disposição o dia todo para quem preferir cozinhar no local.
Quando chegamos ao camping recebemos uma pulseira de identificação, toda vez que sair do camping a pé tem que estar usando essa pulseirinha, quando saímos com o carro recebemos um cartão de retorno para ser entregue na portaria.
Se o tempo estiver firme, vc pode montar a barraca na parte baixa, próximo ao riacho, já em caso de tempo nublado é melhor ficar em cima mesmo, para não correr o risco de ter sua barraca alagada caso chova, tivemos sorte porque fez sol o tempo todo, mas a noite é bom estar agasalhado porque esfria bastante.
Existem algumas regras a serem seguidas, o que só faz melhorar a estadia no camping: som apenas até 22h00, não acender fogueiras, não escrever nas árvores, não espalhar lixo.
Os banheiros são limpos o tempo todo, um dos chuveiros é elétrico, mas a água dos banheiros à serpentina é mais quentinha e jorra com mais força, então...
A cachoeira, com 154m de altura e muito linda fica numa APA ao lado do camping, ali existem alguns restaurantes, lanchonetes, chalés e lojinhas de doce e artesanato, o camping também organiza passeios à cavalo (R$ 15,00 p/pessoa) que a Lívia adorou e de jipe até o topo da cachoeira (R$ 10,00 p/pessoa para um grupo de pelo menos 5), além do pedalinho (que varia de R$ 5,00 a R$ 10,00 dependendo do fluxo de visitantes).
A cidade fica perto dali, então vale a pena passear por lá também, é pequena, aconchegante, no trajeto todo existem muitas casas de campo para aluguel e alguns bares e quiosques com produtos típicos da região, na entrada da cidade tem um pesqueiro bem simples, que cobra R$ 8,00 por carro mais o que vc pescar, no meu caso, só paguei o estacionamento mesmo, afff!
Como eu já falei, é a cidade do Lobisomem, mas esse é bonzinho, e quase em toda esquina vc encontra um simpático lobisomem esperando por um dedo de prosa e fazendo pose para uma foto. Esse nós encontramos no Café Catedral, uma lojinha de artesanato e lanchonete muito charmosa, dá vontade de comprar tudo! E um restaurante muito bom é o Caipirão, tá, não é o mais em conta, R$ 22,00 por pessoa, mas vc come à vontade e se diverte alimentando os peixes.
No último dia passamos para ver a exposição de carros antigos embalada aos sucessos dos anos 50 e 60, meu marido conheceu um veterano de guerra com muita história pra contar.
Voltamos pra casa cheios de vontade de voltar e fazendo muita propaganda do lugar.
No feriado de 07/09/12 resolvi voltar a um lugar que conheci 16 anos atrás, Joanópolis, a Terra do Lobisomem. Fui com o marido e a filhota. Quando estive lá pela primeira vez foi um bate-volta, dessa vez fomos para acampar, então o primeiro passo foi entrar aqui no Mochileiros para pegar algumas dicas, afinal nem sabia como estava a cidade em questão de infraestrutura, e consegui aqui: joanopolis-sp-cachoeira-dos-pretos-fotografico- t66551.html, relato do nativus e aqui: cachoeira-dos-pretos-joanopolis-e-extrema-mg-t46126.html o relato do msf.RICO, além do blog http://campingefamilia.blogspot.com.br/, que tem sido muito útil.
Informações anotadas seguimos pra Joanópolis, via Rod. Dom Pedro I, porque por São Francisco Xavier o carro tem que estar muuuuito bom, já perdi um escapamento lá e achamos melhor não arriscar de novo!
De São José dos Campos até lá são 113 km, com alguns pedágios pelo caminho. Passamos por Piracaia, que é uma belezinha de cidade também e então chegamos em Joanópolis, de lá é só seguir a estrada para a Cachoeira dos Pretos, não tem erro.
O Camping do Zé Roque fica na área da cachoeira mesmo. É lindo, espaçoso, limpo e muito bem organizado. Pagamos R$ 15,00 por pessoa e lá também vendem gelo por R$ 8,00 e carvão por R$ 6,00. Quem administra o camping é a Cristina, filha do seu Zé Roque, muito simpática, anota todos os seus gastos num caderninho pra vc acertar no final. Levanta de madrugada para garantir um banho quentinho pra todos os campistas, acendendo o fogão a lenha que esquenta a água do banho através de serpentinas. Aliás, os fogões ficam à disposição o dia todo para quem preferir cozinhar no local.
Quando chegamos ao camping recebemos uma pulseira de identificação, toda vez que sair do camping a pé tem que estar usando essa pulseirinha, quando saímos com o carro recebemos um cartão de retorno para ser entregue na portaria.
Se o tempo estiver firme, vc pode montar a barraca na parte baixa, próximo ao riacho, já em caso de tempo nublado é melhor ficar em cima mesmo, para não correr o risco de ter sua barraca alagada caso chova, tivemos sorte porque fez sol o tempo todo, mas a noite é bom estar agasalhado porque esfria bastante.
Existem algumas regras a serem seguidas, o que só faz melhorar a estadia no camping: som apenas até 22h00, não acender fogueiras, não escrever nas árvores, não espalhar lixo.
Os banheiros são limpos o tempo todo, um dos chuveiros é elétrico, mas a água dos banheiros à serpentina é mais quentinha e jorra com mais força, então...
A cachoeira, com 154m de altura e muito linda fica numa APA ao lado do camping, ali existem alguns restaurantes, lanchonetes, chalés e lojinhas de doce e artesanato, o camping também organiza passeios à cavalo (R$ 15,00 p/pessoa) que a Lívia adorou e de jipe até o topo da cachoeira (R$ 10,00 p/pessoa para um grupo de pelo menos 5), além do pedalinho (que varia de R$ 5,00 a R$ 10,00 dependendo do fluxo de visitantes).
A cidade fica perto dali, então vale a pena passear por lá também, é pequena, aconchegante, no trajeto todo existem muitas casas de campo para aluguel e alguns bares e quiosques com produtos típicos da região, na entrada da cidade tem um pesqueiro bem simples, que cobra R$ 8,00 por carro mais o que vc pescar, no meu caso, só paguei o estacionamento mesmo, afff!
Como eu já falei, é a cidade do Lobisomem, mas esse é bonzinho, e quase em toda esquina vc encontra um simpático lobisomem esperando por um dedo de prosa e fazendo pose para uma foto. Esse nós encontramos no Café Catedral, uma lojinha de artesanato e lanchonete muito charmosa, dá vontade de comprar tudo! E um restaurante muito bom é o Caipirão, tá, não é o mais em conta, R$ 22,00 por pessoa, mas vc come à vontade e se diverte alimentando os peixes.
No último dia passamos para ver a exposição de carros antigos embalada aos sucessos dos anos 50 e 60, meu marido conheceu um veterano de guerra com muita história pra contar.
Voltamos pra casa cheios de vontade de voltar e fazendo muita propaganda do lugar.