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Olá viajante!

Bora viajar?

Uruguai e Buenos Aires de busão - 18 dias (fev/mar)

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Faaaaaaala, galera!! Então, to voltando aqui para fazer o relato da minha primeira viagem de mochilão e, com isso, agradecer a todos que escreveram os relatos que eu li e que me ajudaram muito antes de ir. Foi a primeira vez que viajei sozinha e, aproveitando que o meu Rio Grande do Sul fica bem pertinho, fiz toda a viagem de busão mesmo. A viagem durou 18 dias. Saí de Poa às 20h30 do dia 13/02 e cheguei em Punta del Este no dia seguinte, um pouco depois das 6h. Voltei de Buenos Aires dia 03/03, às 13h, e cheguei em casa no dia seguinte, um pouco depois das 8h.

 

PREPARATIVOS

Eu preparei toda a viagem, mas ainda não tinha mochila. Como estava bem em cima da hora e eu não tinha mais nada de grana, comprei uma bem baratinha (R$ 80) no camelódromo da minha cidade. Sim, alguns mochileiros compram sua mochila lá. Já digo que ela aguentou o peso de tudo que eu coloquei nela e mais um pouco e voltou inteiraça, sem um arranhão.

 

Sobre documentos, eu levei o passaporte mesmo, que já tinha.

 

Para transportar o dinheiro, não comprei nada, nem Money Belt. Levei cartão de débito Visa. Sei que foi arriscado, na próxima talvez eu leve um VTM também, só pra ter mais uma opção. O plano era esse:

 

- levar 300 pila em dinheiro, que era para eu guardar e esquecer, usar apenas para uma emergência. (Troquei quase tudo depois que desci do buquebus em Buenos Aires porque não tinha um puto no bolso.)

- Cartão do banco para fazer saques no caixa automático. Não usei o cartão em nenhum estabelecimento, pagava sempre em dinheiro.

- 1º saque é na rodoviária ou lugar mais próximo que tenha caixa eletrônico: saque de R$ 200 = $ 1936. Caso todos os caixas automáticos da rodoviária estejam indisponíveis, então pego 100 reais da minha reserva e troco na casa de câmbio, mesmo com cotação ruim, e deixo para tirar o resto em um caixa automático da cidade. (Não tinha caixa automático na rodoviária de Punta del Este, então saquei no caixa eletrônico Banred que tinha perto do hostel)

- Para os dois dias que ficar em Punta, devo gastar apenas R$ 180 = $ 1742, 40, então sobram $ 193,60 = R$ 20. No albergue ou na rodoviária, quando for pegar o ônibus para Punta del Diablo, saco R$ 430. 430 + 20 é o valor que devo gastar durante os 3 dias em Punta del Diablo, 1 dia em Cabo Polônio e o primeiro dia em Montevideo. (Saquei mais que isso, $ 2000. Gastei menos do que previ em Punta, então me sobrou mais dinheiro. Antes de ir embora, saquei $ 3600, esquecendo do meu planejamento. Acabei calculando errado esse saque, então, quando tava indo embora de Cabo Polônio, estava quase ficando pobre.)

- Na rodoviária de Montevideo, saco mais R$ 360 para o três dias que sobram lá e 1 dia em Colônia. Vou ficar com + ou - R$ 186 na conta + 228 dos 300 = 414 (Ao chegar em Montevideo, saquei $ 4500 para os dias que passaria lá e para o único dia que passaria em Colônia.)

- Dos 300 em dinheiro que guardei, uso R$ 72 pra pagar o buquebus. (Não precisou, eu ainda tinha muuuitos pesos uruguaios e deu para pagar o buquebus e gastar em presentes pros meus pais. Quando cheguei em Buenos, ainda tinha os 300 e cerca de R$ 500 na conta)

 

Como vocês podem ver, eu fui meio metódica (ou muito), mas é porque eu tava muito preocupada com o dinheiro, depois relaxei no seguimento desses passos, tanto que não fiz nada do que eu esperava. Levei mais dinheiro do que precisava na verdade, então sempre estava sobrando e nunca faltando, o que é obviamente bom. Mas esse planejamento de gastos aí é bem bom, me baseei em algum post de algum mochileiro desse site, mas não me lembro onde está. ::putz::

 

 

O ROTEIRO

O roteiro durante a viagem ficou assim:

 

Dia 1 – Punta del Este

Dia 2 – Punta del Este

Dia 3 – Punta/Punta del Diablo

Dia 4 – Punta del Diablo/Fortaleza de Santa Teresa/La Pedrera/ Punta del Diablo

Dia 5 – Punta del Diablo

Dia 6 – Punta del Diablo/Cabo Polonio

Dia 7 – Cabo Polônio/Montevideo

Dia 8 – Montevideo

Dia 9 – Montevideo

Dia 10 – Montevideo

Dia 11 – Montevideo/Colônia

Dia 12 – Colônia/Buenos Aires

Dia 13 – Buenos Aires

Dia 14 – Buenos

Dia 15 – Buenos

Dia 16 – Buenos

Dia 17 – Buenos

Dia 18 – Buenos/Poa

 

 

ORÇAMENTO

 

Antes de sair de Porto Alegre, só gastei com as passagens de ida para Punta e volta de Bueno Aires para Poa (lembrando que foi de busão também), o que deu R$ 391,75. Fiz reservas (aqueles 10%) em hostel, mas, como meu aniversário havia sido há pouco tempo, ganhei de presente de uma das minhas dindas o valor das reservas.

 

Eu sou adepta de gastar pouco, mas, pensando que sempre pode ocorrer imprevistos, estipulei gastar R$ 90/dia. Acho que é o suficiente para passar bem em qualquer cidade do Uruguai e em Buenos Aires. Digo que só passei um pouco, mas beeem pouco, disso em Punta del Este. Como iria ficar 18 dias, isso daria R$ 1620, certo? Eu levei um pouco mais para imprevistos. Algo como uns R$ 1800 e me sobrou dinheiro no final. Tudo bem que eu não saí à noite tanto quanto gostaria, mas é tranquilo. Acho que um valor entre R$ 1600 e R$ 1800 (sempre bom levar em conta que pode rolar imprevistos) tá ótimo. As cidades em que tu vai gastar mais são Punta del Este, talvez em Montevideo e, com certeza, em Buenos Aires. Partindo de tudo isso, deixo claro que esse valor incluiu transporte dentro das e entre as cidades, alimentação, hospedagem, bebidas em festas (não fui em nenhuma festa que pagava) e entradas em alguns pontos turísticos. Como, no final, me sobrou muito dinheiro, acabei até comprando umas coisas pra mim (já pedi pra todo mundo me lembrar na próxima vez que eu sou louca por livrarias, talvez isso me impeça de comprar quinhentos livros) e presentes pra família e amigos. Ah, esqueci. Em Montevideo e em Buenos Aires, fiquei hospedada pelo Couchsurfing, então não gastei com diária de hostel.

 

Acho que é isso. Vamos pro relato, então? :wink:

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11º DIA > Montevideo/Colonia del Sacramento

 

Acordei lá por umas 10h30 e terminei de arrumar minhas coisas. Juan me levou até a rodoviária. Assim que chegamos, quase 13h, eu fui comprar a passagem para Colônia e ele foi revelar umas fotos. O ônibus saía às 13h30 e me custou 236 pesos. Enquanto esperávamos as fotos dele ficarem prontas, sentamos no chão no lado de fora da rodoviária, perto dos táxis, tomando mate. Uns 15 minutos depois, elas ficaram prontas, Juan pegou, nós nos despedimos e eu fui comprar um Mc Donalds pro almoço. Não me lembro quanto demorou a viagem, mas não foi tanto assim.

Ao chegar na rodoviária de Colonia, fui no centro de informações pegar um mapa e perguntar onde ficava a Seacat, já queria comprar a passagem pra Buenos Aires pro dia seguinte. O porto de Colonia fica bem pertinho da rodoviária, é só sair dali que tu já enxerga. Fui andando com meu mochilão nas costas e minha mochila de ataque na frente, achei o guichê da Seacat e comprei a passagem por 828 pesos. Peguei a viagem de 1h. Saindo do porto, procurei a rua do meu hostel no mapa, vi que eu podia ir a pé dali. E lá fui eu, numa caminhada lenta, admirando as ruas queridas de Colonia.

O hostel que escolhi foi o El Viajero - Hostel & Suites. Fiquei no quarto de quatro camas feminino com banheiro. Me dei isso de presente. Um pouquinho de conforto é bom de vez em quando né? E minha estadia em Colonia foi bem isso, um dia para relaxar. A diária foi de 400 pesos. O hostel é lindo, uma vibe muito boa, as camas são bem confortáveis, o café da manhã também é ótimo, tu pode comer à vontade, tem computadores à disposição, o staff é muito legal também. Engraçado que o cara da recepção me chamava sempre pelo nome. ::otemo:: Lá em cima tem um terraço lindo demais e uma parede amarela contando a história da cidade. Queria tanto ter conseguido tirar uma foto da parede inteira, mas não foi possível. Infelizmente, era um domingo, então não tinha muito movimento no hostel. Não interagi muito. Quando cheguei, conheci uma argentina, mas logo saí pra explorar a cidade. Ouvi um dos hóspedes (brasileiro, por sinal) perguntar na recepção sobre uma feira de artesanato, então, quando eu tava saindo, aproveitei e perguntei também. Mas, antes, fui andar.

 

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Andei até o, digamos, centro histórico de Colonia. Tem uma praça bem bonita e ao lado dela uma igreja. Mas, depois de tirar umas fotos por ali, fui procurar o farol para ter uma vista panorâmica da cidade. A entrada no farol custou 20 pesos. Ele tem duas partes onde se pode ver Colonia. Gostei bastante.

 

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Praça

 

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Farol

 

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Primeira vista

 

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Segunda vista

 

Em seguida, voltei para a praça para poder entrar na Igreja. Entrei e, como em toda igreja que entrei durante a viagem, aproveitei para agradecer por estar lá e pedi proteção. Não sou adepta de nenhuma religião, mas gosto muito da arquitetura de algumas igrejas. Essa de Colonia era bem simples. Depois que saí dela, fui andando sem rumo pelas ruas. A cada esquina que dobrava, mais eu adorava a cidade. É tudo tão queridinho, perfeitinho, parecia até que eu tinha parado no tempo e estava gostando disso. ::love::

 

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Depois de passar pela rua principal e por outra praça, cheguei na feira de artesanato. Olhei, olhei e olhei as banquinhas, mas só comprei duas caixas de alfajor. Pensei em comprar uma cuia, mas tava muito cara. Antes de ir embora, o sol já começava a querer baixar, parei para admirar a praia que ficava em frente, que eu lembre se chama Playa El Álamo. Então comecei a fazer o caminho de volta para o hostel, só que parei pra comer um sorvete maroto de 3 sabores. ::hãã::

 

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Outra praça

 

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Vista da Playa El Álamo

 

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Infelizmente, não anotei o nome da sorveteria, mas fica em frente a essa segunda praça, bem na rua principal

 

Voltando, caminhei mais um pouco e devagar olhando as pessoas, aproveitando o clima e tal, passei num supermercado, comprei algo pra comer e voltei para o hostel. Comi e, depois de um tempo, decidi sair de novo para ver a cidade à noite. Continuava sendo querida, mas fiquei com preguiça de tirar fotos. As pessoas todas saíram para jantar. Deviam ser umas 19h e pouco, não sei. Andei mais e mais, primeiro para um lado da rua principal, depois para o outro. Quando voltei para o hostel, conheci duas brasileiras, mas conversei mais com uma. Elas foram dormir cedo. Logo depois de tomar um ótimo e relaxante banho, eu decidi ir também. Nos próximos seis dias, eu moraria em Buenos Aires. ::hahaha::

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Olá Ellen, tudo bem ? Relato SHOOOOOOOW DE BOA !!!!!!

 

Vi no seu relato que em Montevideo e em Buenos Aires você ficou hospedada utilizando o CoachSurfing.

 

Pergunta: Demorou muito pra você conseguir encontrar seus Hosts-Surfer ? Você tentou encontrar hosts-surfers em todas as cidades por qual passou ? ou somente nessas duas ?

 

Digo isso pq conheço o CoachSurfing a um bom tempo, porém, nunca utilizei. Mas sempre estou disposto a hospedar viajantes em minha residência.

 

Na minha viagem passarei por praticamente todos os lugares no qual você passou (incluindo algumas outras, inclusive Porto Alegre e Curitiba), e penso justamente em proporcionar o incrível intercâmbio cultural e gastronômico ::otemo::

Caso não consiga CoachSurfing estou pensando em tentar trabalhar nos albergues por onde passarei, em troca de comida e hospegem.

 

Agradeço desde já pelas informações ! :D

 

PS.: Depois de ler o seu relato vou incluir Fortaleza de Santa Teresa, La Pedrera e Cabo Polonio na minha trip =Pp

 

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Olá Ellen, tudo bem ? Relato SHOOOOOOOW DE BOA !!!!!! Muito obrigadaaa!! A gente faz o possível. ::tchann::

 

Vi no seu relato que em Montevideo e em Buenos Aires você ficou hospedada utilizando o CoachSurfing.

 

Pergunta: Demorou muito pra você conseguir encontrar seus Hosts-Surfer ? Então, demorou um pouco porque a época que eu fui é alta temporada e também férias de muita gente nesses países, então as pessoas demoram mais para responder porque estão resolvendo se vão viajar ou estão hospedando outras pessoas, tipo, elas não tem muita previsão de disponibilidade. Eu te aconselho a fazer uma lista de pessoas por quem tu gostaria de ser hospedado e pedir couch pra pessoa (dessa lista) que mais acessa o site. Quer dizer que a pessoa tá mais disponível e vai responder teu pedido com mais rapidez, daí tu não vai perder tanto tempo esperando uma resposta que não vem, como aconteceu comigo. Pra Montevideo, acho que fiz uns quatro pedidos. As duas primeiras pessoas não me responderam. A terceira disse que hospedaria outra pessoa na época que eu tava indo. E, finalmente, a quarta pessoa me aceitou tri rápido. Eu mandei o pedido um dia antes de viajar, no dia seguinte, quase na hora de eu sair de casa pra rodoviária, a pessoa (Juan) me mandou msg dizendo que aceitava me hospedar. Em Buenos Aires, que eu me lembre, só mandei pra uma pessoa. Ela demorou uns três dias pra responder, mas me aceitou.

 

Você tentou encontrar hosts-surfers em todas as cidades por qual passou ? ou somente nessas duas ?

Tentei em Punta del Este também, mas é muuuito difícil. Não tem tanta gente que hospeda como as outras cidades e também tem a questão de tu se identificar com as pessoas disponíveis ou não né. Demoraram pra me responder, daí preferi ficar em hostel mesmo. Acho até que foi melhor.

 

 

Digo isso pq conheço o CoachSurfing a um bom tempo, porém, nunca utilizei. Mas sempre estou disposto a hospedar viajantes em minha residência.

 

Na minha viagem passarei por praticamente todos os lugares no qual você passou (incluindo algumas outras, inclusive Porto Alegre e Curitiba), e penso justamente em proporcionar o incrível intercâmbio cultural e gastronômico ::otemo::

Caso não consiga CoachSurfing estou pensando em tentar trabalhar nos albergues por onde passarei, em troca de comida e hospegem.

 

Eu sou suspeita pra falar do Couchsurfing. Tô sempre fazendo propaganda.. hahaha.. Mas acho legal também arranjar um trabalho nos albergues. Enfim, tudo é experiência e economia né.

Então, quando passar por POA, avisa aí. Não posso hospedar, mas posso mostrar a cidade, sair pra tomar um chimarrão ou uma cerveja, como preferir. :lol:

 

Agradeço desde já pelas informações ! :D

 

PS.: Depois de ler o seu relato vou incluir Fortaleza de Santa Teresa, La Pedrera e Cabo Polonio na minha trip =Pp

 

Ai, que liiindo! Fico feliz. Tu vai adorar. Mesmo lindas, pena que eu peguei La Pedrera e Cabo Polônio em dias de chuva. Espero que tu tenha mais sorte e pegue dias muito muito ensolarados. Não sei se tu colocou Punta del Diablo no teu roteiro... Se não colocou, coloque, e lembre da van ::lol4::. Foi o meu lugar preferido por tudo (clima do hostel, praias, pessoas). E ó, não desiste de ir pra Cabo Polônio só porque é meio complicadinho chegar lá, vai que é ótimo. Se tiver tempo, acho que vale ir por Valizas. Não se hospeda no Viejo Lobo e, pelo amor, vá ao El Joselo (é só perguntar pra qualquer pessoa onde fica, que todo mundo sabe dizer onde é). Aaah, quando tu vai?

Abraço!

 

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Obrigado pelas dicas, Ellen ! Anotei todas :D

 

Provavelmente irei fim no ano, mas pelo motivo que terminarei a faculdade e pedirei pra ser mandado embora do meu atual serviço e vou cair nesse mundão de meu Deus.

Terei bastante tempo e algum dinheiro (útil ao agradável), então tentarei viajar o máximo de tempo que puder pelos países da América do Sul com o dinheiro que tiver.

Como tempo não será o fator preocupante, mas sim o dinheiro, então tentarei coachsurfing pra aprender bastante da cultura local por onde passarei e assim conseguirei economizar também ::otemo::

 

Curso jornalismo e sou fotógrafo, deste modo tô com um projeto de reportagem visando o CoachSurfing.

Seria mais ou menos assim: Fazer um relato fotográfico dos lugares que serei hospedado por nativos, dos próprios nativos ou das pessoas que querem apresentar o local. Relatar um pouco da cultura local, política e etc aos olhos DELES.

Acho até que é um bom argumento pra conseguir hospedagem pelo Coachsurfing mais fácil =Ppppppppp

 

Pergunta: Nos lugares onde você passou você ouvir dizer se é comum essa pratica de trabalhar nos hoteis/hosteis em troca de comida e hospedagem ?

 

Obrigado novamente (:

 

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Haha. Que demaaaais!! Eu termino a faculdade sóoo no final do ano que vem e vou fazer a mesma coisa. Me jogar no mundo. No próximo verão, já adiantando meus planos aqui no mochileiros, pretendo fazer Bolívia, Chile e Peru, 32 dias. O roteiro já tá até pronto. ::otemo:: Não sei se tu já leu, mas meu roteiro foi baseado nos relatos do Sorrent e do Mauro Brandão.

 

Ótima ideia o teu projeto. Eu faço Letras, mas adoooro fotografia e quero, em breve, fazer um curso. Voltando ao teu projeto, ele me lembrou essa reportagem que li essa semana: http://www.hypeness.com.br/2013/05/fotografo-viaja-pelo-mundo-registrando-estranhos-que-lhe-ofereceram-um-sofa-em-suas-casas/ . Dá uma olhada e aproveita pra entrar no site do cara, tem textos sobre cada pessoa que hospedou ele. Sen-sa-cio-nal.

 

Olha, que eu me lembre, no hostel de Punta del Diablo tinha isso. Uruguaios de Montevideo trabalhando lá porque estavam de férias, uma coisa assim. Mas acho que é sempre válido mandar um email para os hostels e negociar. Às vezes, no próprio site de cada um tem alguma coisa a respeito disso. Vale pesquisar. :wink:

 

Abraço!

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Olá, Ellen ! (:

 

Então, é justamente esse tipo de experiência que quero ter. Além de tudo, também quero fazer bastante serviço voluntário por onde passarei. Acho que é um modo de deixar um pouco de você para aquele povo que te recebeu tão bem !

 

Realmente o mais trabalhoso será " listar " as coisas. Procurar e anotar TODOS os hotéis, hosteis/albergues, voluntariado e usuários do CoachSurfing ... e próximo da viagem começar a despachar os e-mail's pra tudo quanto é canto kkkk ::lol4::

 

Hoje eu filtrei os anfitriões do CoachSurfing por EXPERIÊNCIA, e obtive bons resultados quanto a Sofás Disponíveis e Notas Positivas. Além do mais, esses USUÁRIOS COM MAIS EXPERIÊNCIAS/ANTIGOS percebi que são os que mais hospedam e foram hospedados, assim terei bastante histórias pra ouvir sobre as viagens deles também :D

 

PS.: Na minha assinatura tem um roteiro que comecei a montar, ta bem distribuído para a região da Bolívia, Perú e Chile. Assim que conseguir mais informações sobre outros países vou atualiza-lo !

 

Valeu novamente pelas dicas, e pelo link do site SENSACIONAL que me mandou. ::otemo::

 

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12º DIA > Colonia del Sacramento/Buenos Aires

 

Acordei cedo para dar mais uma volta por Colonia e dar um jeito de gastar meus pesos uruguaios. Eu estava ryca ainda. ::tchann:: Durante minha passagem pelo Uruguai, gastei muito menos do que eu imaginei. As únicas coisas que comprei na minha caminhada foram um vestido (que tinha visto no dia anterior) e um pote de doce de leite para a minha mãe. Voltei para o hostel, fiz check out e fui para onde sairia o buquebus. Chegando lá, entrei numa lojinha e comprei uma garrafa de licor e uma de vinho para o meu pai. Em seguida, fui ao guichê da Seacat porque fiquei confusa sobre onde eu deveria fazer check in, visto que não havia nenhuma fila da empresa. Eles me disseram para entrar na fila da empresa Buquebus porque todos pegam o mesmo barco. Eu ri na cara da galera que pagou mais caro pela Buquebus. ::lol4:: Mentira, eu não fiz isso. Enfim, depois que tu passa dessa fila, tu vai para a fila onde vão registrar que tu tá saindo do Uruguai. É bem rápido. Em seguida, tu vai para a fila ondem registram a tua entrada na Argentina. Quando chegou a minha vez, o cara me perguntou quanto tempo eu ficaria e onde eu me hospedaria. Eu mostrei o endereço da minha host e ele anotou isso. MEDO :shock: Nessa fila, conheci duas brasileiras, que não estavam entendendo o porquê de entrar em outra fila. Viria encontrar elas por acaso novamente na livraria El Ateneo, onde trocamos facebook. Coincidências da vida.

O buquebus é bem tranquilo, demorou 1h. Peguei o das 11h45. Tem um grande bar onde tu pode gastar comprando comida, as poltronas até que são confortáveis.

 

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Ao chegar, em uma segunda-feira, me vi em uma cidade enorme e confusa e movimentada com edifícios imponentes, milhões de carros e pessoas. Não sabia para onde ir ou como ir. Entendam que qualquer pessoa que nunca esteve na Argentina e passou 12 dias no calmo e organizado e seguro Uruguai ao chegar em Buenos Aires vai achar que está em outro mundo. Meio sem conseguir pensar e com medo de pegar um táxi, troquei a maior parte dos reais que tinha (300, aqueles que eu salvei pra emergências - mas sobraram 60 reais deles porque no guichê que fui não trocavam notas abaixo de 50, que eu me lembre) e saí caminhando com minhas duas mochilas mega perdida.

 

PAUSA

 

Não troque tanto dinheiro assim no "terminal do buquebus". Eu não estava pensando direito. Troque o suficiente para pegar um táxi até onde tu tem que ir. Tu também pode trocar o restante dos teus pesos uruguaios por pesos argentinos em Colonia ainda, antes de embarcar no buquebus.

 

PLAY

 

Daí, vi uma banca e decidi perguntar onde ficava a rua onde minha host (Adri) mora. Esses caras de banca sempre sabem onde ficam as coisas. Ele me disse que eram várias quadras dali. Perguntei sobre ônibus, ele me explicou, mas achei tri ruim, então preferi pegar um táxi mesmo. Lembre-se de sempre pegar o rádio-táxi.

Cheguei à casa de Adri, provavelmente, mais de uma hora depois de ter chegado em Buenos Aires. Coisas de Ellen, né? ::tchann:: Adri me recebeu com um grande sorriso. Me mostrou o apartamento, que tem uma arquitetura superinteressante e é praticamente uma escola, considerando que Adri é acrobata e dançarina em barras (não, não é exatamente pole dance, é algo mais artístico mesmo) e dá aulas lá. Ela me mostrou "meu quarto", que era pequeno, mas para mim estava mais que ótimo, disse para eu me sentir em casa e, aos poucos, minha confusão foi passando, e eu fui me acostumando. Observei um pouco das meninas fazendo acrobacias, depois almoçamos. Adri estava hospedando há dois meses uma finlandesa chamada Elina, que foi para Buenos Aires estudar tango. Conversei um pouco com todas as gurias e, quando elas foram voltar às aulas, decidi sair pra dar uma volta. Perguntei à Adri que ônibus deveria pegar e ela me ajudou me dando moedas porque eu não tinha nenhuma. Os ônibus em Buenos Aires só aceitam moedas, o que é uma desgraça porque, no início, tu quase nunca tem moedas o suficiente e ninguém quer te dar, mas, no final, tu tem tantas que não consegue gastar todas e acaba trazendo alguma de "lembrança" pro Brasil. :lol:

Andando pelas ruas de San Telmo, fui sentindo cada vez mais o clima da cidade e tudo foi ficando mais claro e menos confuso dentro e fora da minha mente. Impressionante como às vezes nos acostumamos facilmente ao jeito de uma cidade. Bem, eu peguei o ônibus e desci na Plaza de Mayo. Desci no ponto errado, bem antes de San Telmo, mas foi consciente porque, sabendo como eu sou, preferi descer ali do que perder a parada de San Telmo mais à frente e parar não sei aonde. Tirei uma foto da Casa Rosada e fui para a Avenida Paseo Colon.

 

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Andei, andei e andei e andei mais um pouco até a Avenida Brasil, onde fica o Parque Lezama e a Igreja Ortodoxa Russa.

 

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Estátua por qual passei durante a caminhada

 

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Iglesia Ortodoxa Rusa de la Santíssima Trinidad

 

Segui a Av. Brasil até a Defensa e dobrei à esquerda para ir ao Museo Histórico Nacional, mas esqueci que todos os museus fecham na segunda. Então, fica a dica. Depois, fui fazendo o caminho de volta para a Plaza de Mayo andando pela Calle Defensa, fazendo pequenos desvios, como ir ao Mercado (na Bolívar com a Carlos Calvo, se eu não me engano), no Museo Penitenciario (que não abri porque era segunda) e, na mesma rua desse museu, Calle Humberto, entrei na Iglesia Nuestra Señora de Belen.

 

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Iglesia de Nuestra Señora de Belen

 

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Um dos restaurantes famosinhos por aqui no Mochileiros

 

Fui seguindo e, no cruzamento da Defensa com a Calle Chile, parei pra tirar uma foto com a Mafalda, personagem do Quino.

 

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Mafaldinha

 

Passei, ainda, pela Plaza Dorrego e a Basílica Nuestra Señora del Rosario.

 

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Plaza Dorrego

 

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Continuei andando até me ver novamente, e finalmente, na Plaza de Mayo. Naquele dia, havia manifestação lá, cantoria e tal. A plaza é linda, e são muito interessantes as faixas de protesto e como estão distribuídas. A Casa Rosada é muito mais bonita "pessoalmente" do que em fotos. Fiquei um tempo por lá, tirei fotos das pessoas, das edificações famosinhas no entorno e segui para pegar o ônibus de volta para casa.

 

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Pirâmide de Mayo

 

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Plaza de Mayo

 

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Cabildo

 

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Catedral Metropolitana de Buenos Aires

 

À noite, fomos comprar verduras numa vendinha perto da casa da Adri e depois jantamos. Eu, Adri, Elina, Alex (um suíço, amigo de couchsurfing da Adri) e um canadense (também do couchsurfing, que estava há muito pouco tempo, nem duas semanas, que eu me lembre, em Buenos). Depois de terminarmos a janta e jogar um pouco de conversa fora, saímos e fomos beber em um bar rockeiro muito bom. Não lembro o nome, mas é só seguir sempre a Avenida Pueyrredón no sentido da Paraguay para a Avenida Santa Fé e sempre em frente. Fica no lado direito.

 

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Da esquerda pra direita: canadense, Adri, Elina e Alex

 

Já devidamente calibrados, caminhamos bebadamente pelas ruas de Recoleta, deitando na grama das praças, subindo em árvores, admirando a grande Floralís, agindo como crianças nos brinquedos dos parques e passando esquina por esquina da Pueyrredon até finalmente deitarmos a cabeça no travesseiro às cinco da manhã de uma segunda-terça-feira.

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Com certeza, serviço voluntário é um ótimo jeito de contribuir e fazer pequenas mudanças no mundo. Pretendo fazer trabalho voluntário na Tailândia assim que terminar a faculdade. Depois, mundo. ::hãã2:: Já ouviu falar da AIESEC? Eles podem ajudar com isso. Manda um email pra eles perguntando sobre o programa de voluntariado deles, se chama Cidadão Global.

 

Vai ser tudo trabalhoso, mas é tão bom quando a gente vê tudo se realizando, né. Uma coisa que acho mais chato do que mandar emails é esperar eles serem respondidos. :lol:

 

 

Sobre o Couchsurfing, acho que essa ideia de procurar por usuários mais antigos no site é bem interessante. Eles com certeza vão ter muita coisa pra ensinar e histórias pra contar. Eu escolhi por características e gostos em comum e de acordo com a viagem que eu queria ter, a vibe que eu queria e tal. Cada viagem é uma viagem né. As escolhas de hosts vão mudando de acordo com o nosso propósito.

 

Sim, eu vi o teu tópico de roteiro pelos três países. Não li tudo ainda, mas lerei. To com quase tudo pronto, só falta preço de alguns passeios e achar indicações de hostels em alguns poucos lugares. No resto, já meio que escolhi o hostel. Quando chegar mais perto, só vou dar uma pesquisada caso eu não faça reserva e chegue lá e descubra que não tem mais vaga, né.

 

 

Ah, que bom que curtiu o link que mandei. Eu achei muito bom. Vou parar pra ler o site do cara direitinho. Assim que eu tiver mais tempo nessa vida. hahaha..

 

Inté!

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13º DIA > Buenos Aires

 

No dia seguinte, caminhei por Recoleta novamente, agora vendo tudo com um olhar mais sóbrio. Caminhei na Avenida Pueyrredón até a Santa Fé, rua cheia de lojas de todos os tipo e restaurantes. O primeiro lugar que passei foi na Livraria El Ateneo (Avenida Santa Fé, 1860), que é linda linda linda. Eu faço Letras, então não posso ver livrarias que quero logo entrar. Pra mim, essa livraria, em especial, era um sonho. Fiquei um tempo lá dentro feliz que nem pinto no lixo, mas decidi não comprar nada, senão já viu.

 

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Minha segunda parada foi na Galería Bond Street (Avenida Santa Fé, 1670, com a Rodrigues Peña), um lugar bem peculiar devido à quantidade de grafites nas paredes, às lojas de tatuagens, às pessoas cheias de estilo. Adorei também, mas precisava seguir; tinha muitas coisas pra ver ainda.

 

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Dobrei na Avenida Callao, caminhando até a Pacheco de Melo para pegar a Junin, onde fica o Cementerio de la Recoleta (Junin, 1760). Não entrei no cemitério, mas, pra quem quiser ver o túmulo da Evita, o caminho é o seguinte: entrar pelo pórtico, pegar a esquerda na segunda alameda e andar até o final; então, virar à direita na alameda mais larga, pegando, em seguida, a 11ª alameda à esquerda. O túmulo da Evita é o 6º do lado esquerdo, no mausoléu da família Duarte. Entendeu? :shock: Nem eu entendi. ::tchann::

Enfim, tirei umas fotos da Plaza de Francia e segui para a Basílica Nuestra Señora del Pilar. Essa foi, definitivamente, a igreja mais linda que entrei na viagem e, na qual, preferi não tirar fotos do interior em respeito às pessoas que sofriam lá dentro. Logo ao lado está o Centro Cultural Recoleta. Não se paga nada para entrar. É bem interessante por lá, mas fiquei pouco tempo. Para saber sobre visitas guiadas, entre em http://www.centroculturalrecoleta.org/nuevositio/category/visitas-guiadas/ .

 

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Plaza Francia

 

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Basílica Nuestra Señora del Pilar

 

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Ainda na mesma área, entrei no Buenos Aires Design Center‎ (Avenida Pueyrredón, 2501), um shopping temático de 3 andares dedicados ao desenho, à construção e à decoração. É muito legal, muito mesmo. Também não paga nada pra entrar. Dentro dele tem uma Starbucks e tem o famoso Hard Rock Café, no qual também não entrei. Mais informações: http://www.designrecoleta.com.ar/

 

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Hard Rock Café argentino

 

Já tinha desistido de procurar, mas achei por acaso o Palais de Glace (Rua Posadas, 1725), um centro de exposições bem legal também. A entrada, olha só, também é gratuita. Eles funcionam de terça a sexta, das 12h às 20h. Nos sábados e domingos, funcionam das 10h às 20h. Tem visitas para grupos. Para mais informações, entrem no site deles http://www.palaisdeglace.gob.ar/ e se divirtam.

 

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Dali, já correndo porque estava começando a anoitecer, segui reto a Avenida del Libertador até a Av. Pte. Figueroa Alcorta, onde fica a Faculdade de Direito da Universidade de Buenos Aires. Gosto de ver que, no Uruguai e na Argentina, eles não podem ter faculdades modestas. É tudo lindo, imponente. Bem ao lado, fica a Plaza de las Naciones Unidas, onde está a marota Floralís Genérica, a gigante flor de metal. Tirei umas fotos e comecei a fazer o caminho de volta. Antes de entrar na Avenida Pueyrredón, tirei uma foto do Museo Nacional de Bellas Artes (Avenida del Libertador, 1423 - visita guiada de terça a quinta, das 15h às 19h30; sábado, das 9h30 às 19h30; e domingo, das 15h às 19h30 - mas é bom confirmar esses horários. É gratuito.), que, com muito pesar, deixei para ver na próxima vez que eu for para lá. Estava anoitecendo e eu não queria andar sozinha, à noite, pelas ruas de Buenos Aires. Andei quinze mil quadras até chegar na casa da minha host. ::hein:

 

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Faculdade de Direito

 

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Floralis Genérica

 

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Museo Nacional de Bellas Artes - Não é lindo?

 

Nessa noite, eu e Adri tivemos mais tempo juntas, já que Elina (a finlandesa) tinha um encontro com um argentino-professor-de-yoga-músico-dançarino-de-tango-motoqueiro-heartbreaker-insensible. Conversamos sobre música e homens (coisa de mulher né.) e vimos vídeos de dança e jantamos massa e (Adri trabalhando o dia inteiro e eu andando a tarde inteira) dormimos cedo.

  • 2 semanas depois...
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14º DIA > Buenos Aires

 

Em meu terceiro dia em Buenos Aires, eu, Elina e Adri passamos em uma sorveteria muito boa (infelizmente não lembro o nome) e, depois, seguimos andando para o Jardim Botânico (Avenida Santa Fé, 3900 - entrada grátis). Ficamos um bom tempo lá conversando e esperando o Piotr, amigo polonês que Adri também conheceu através do Couchsurfing meses antes.

 

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Saturnalia

 

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Venus

 

Caminhamos muito, paramos no Rosedal, mas estava fechado, caminhamos mais de volta à Plaza Italia, sentamos na grama e, mesmo depois de Adri ir embora, ficamos conversando ainda mais. Nesse momento, falamos o tempo todo em inglês. Eles falando mais que eu. Já disse que preciso de tempo, certo? Não sou do tipo que sai falando com todo mundo, principalmente quando não estão falando a minha língua, o que me deixa ainda mais insegura. Eu até que me saí bem, preciso de mais prática só.

 

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Rosedal fechado

 

Ficamos por lá até umas 16h, então decidimos pegar o subte até a Pueyrredón e voltar para a casa da Adri. Almoçamos esse horário. É uma coisa que acontece bastante: nenhum critério de horário pra comer.

 

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el bello subte

 

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Momento para escrever

 

Depois, saí novamente e fui andar pela Avenida Santa Fé. Adorei essa avenida. É muito movimentada, tem diversas lojas (das quais, só olhei as vitrines), tem muitas livrarias (nas quais entrei mais de uma vez tentando me decidir se gastava dinheiro comprando os livros que queria). Não fiz nada de tão excepcional nesse dia, simplesmente andei, conversei e andei mais, aproveitando os bons momentos com as pessoas que estavam à minha volta. Por esse motivo, não há muitas fotos.

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