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Olá viajante!

Bora viajar?

PERU-Abr 2013-Lima,Arequipa,Chivay,Puno,Cuzco-SUPER dicas

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AGRADECIMENTOS:

“Pelo muito que li e do pouco que sei”, dedico este relato aos nossos amigos mochileiros que muito nos ajudaram na idealização e concretização desta viagem.

 

INTRODUÇÃO:

Meu objetivo, a princípio, é trazer informações recentes (Abril de 2013) de gastos, dicas e “manhas” para possibilitar uma excelente viagem aos que estão com data marcada para visitar este país lindo. Também pretendo com este relato despertar a curiosidade e estimular o conhecimento desta verdadeira maravilha da natureza. Viva ao Peru.

 

I Parte - DICAS GERAIS do Peru:

1- A carteirinha ISIC Internacional dá desconto de 50% na entrada para algumas atrações, como Machu Picchu (S 157 inteira) e o boleto turístico em Cuzco (S 130 inteira). Ou seja: vale muito a pena, mas no caso do boleto turístico não é aceita se o estudante tiver mais de 25 anos. Custo da carteirinha no Brasil: R$ 40,00 (não vale pedir para pagar meia, hehhehehe). Ver mais informações em: http://www.isic.org/campaigns/ef-vouchers.html.

 

2- é necessário vacinação contra febre amarela e comprovante internacional para entrar no Peru. A vacina deve ser tomada, pelo menos, 10 dias antes da viagem. Procedimento normal: tomar vacina em qualquer posto e levar o comprovante do posto de saúde na ANVISA (normalmente tem sede no aeroporto) para emitir o comprovante internacional. Em verdade o comprovante não é pedido, mas é bom ir preparado. Já pensou se decidem checar o seu?

 

3- Ainda no Avião em direção ao peru eles entregam a Carta Andina para passageiros não peruanos. Este documento deve ser preenchido com suas informações pessoais e serve para comprovar o seu período de permanência no país e sua condição de estrangeiro. Desta forma, será exigido na saída (não perca ou pagará multa). Curiosidade: As hospedagens possuem um benefício tributário ao prestarem serviços aos estrangeiros. É por isso que algumas pedem para tirar cópia da Carta Andina. Este benefício fiscal normalmente é convertido em hospedagem mais barata.

 

4- Nas compras, pechinche. Você consegue, pelo menos, 25% de desconto. Aliás... no Peru tudo é negociável, até comida (com exceção dos fast foods e restaurantes chiques, claro). Ou seja... não adianta olhar para a foto do hambúrguer que custa S 5 e falar... só pago S 3, vai?

 

Como o “caro” e o “barato” representam uma análise comparativa, para quem não quer perder tempo pesquisando preços durante a viagem, é interessante saber o valor normal para alguns serviços que você vai precisar adquirir (daí a importância de ler relatos). Ex: Um city tour em Arequipa com ônibus panorâmico tem preço inicial de 45 soles (escrito no folder explicativo e tudo). Pechinchando sai de 30 a 35 soles. Com esta informação você não irá precisar percorrer várias agências, podendo fechar o passeio até com o seu hostal, ganhando mais tempo para passear.

 

Ainda sobre pechincha... tenha bom senso. É preferível pagar um pouco mais caro para uma viagem segura (ex: taxis e ônibus) do que arriscar seu passeio, ainda mais a noite.

 

5- Toda cidade Peruana possui uma Plaza de Armas onde se concentra a vida noturna, agências e informações turísticas, etc. Desata forma, é interessante escolher hospedagem nas Plazas de Armas. A exceção: Lima (o point é o bairro de Miraflores).

 

6- Aeroportos e rodoviárias cobram “taxa de uso de terminal” (espécie de selo exigido na hora do embarque que é vendido em guichê específico). O valor depende do destino, assim, o guichê pede a passagem para calcular. OBS: quando a passagem de avião é adquirida no Brasil, já está inclusa esta cobrança.

 

7- Leve a grana em dólares. Sem dúvida é a melhor forma de levar dinheiro para o Peru (mais fácil de cambiar e com melhores cotações). Cartão de crédito??? Esqueça. É comum cobrarem adicional em hospedagem quando o pagamento é feito em cartão, além de nós brasileiros termos de pagar IOF de 6,8% para compras realizadas fora do Brasil quando usamos o cartão.

 

8 – Notas falsificadas: este problema é recorrente no Peru. A princípio você pode pensar... há basta cambiar em um banco confiável, como o Interbank. Beleza... e quando o Interbank te dá uma cotação de 2,42 Soles e na rua todos te dão 2,58? Diferença grande, não? A solução é saber reconhecer notas verdadeiras. Para isso:

- Dólar – notas antigas: Textura, fita do lado esquerdo a esfinge, marca d’água tridimensional da esfinge do lado direito, valor por extenso em relevo do lado direito e selo de segurança que muda de cor do lado direito. Fonte: http://ghiorzi.org/dolar.htm

- Dólar – notas novas: A melhor forma de distinguir é e selo de segurança que muda de cor do lado direito, a depender da inclinação.

- Novo Sol – notas antigas: Tocar (textura do papel), mirar (marca d’água tridimensional da esfinge no lado esquerdo) e girar (são três selos de segurança: uma na esquerda, um no meio e outro na direita da nota). Na pressa, a forma mais segura é observar o selo de segurança do lado esquerdo, que ao inclinar deve aparecer o valor da nota. Fonte:

- Novo Sol – notas novas: A melhor forma de distinguir é e selo de segurança que muda de cor do lado direito, a depender da inclinação.

 

9- Segurança: O Peru é um país tranqüilo e não possui problemas graves com segurança pública. O pior que pode ocorrer é um furto, principalmente em cidades grandes como Lima. Assim, é melhor não circular com objetos chamativos como relógios, colares, etc. Assaltos... uma raridade. Quer provas? Repara só... Em Lima (uma cidade com 9 milhões de habitantes) você entra em qualquer banco sem passar por um detector de metais (aquela porta giratória que prende a gente), existem centenas de pessoas que realizam câmbio no meio da rua com um bolo de dinheiro nas mãos para todos verem, e você acha policiais por todo lado no estilo europeu (bem vestido, sem colete e com uma arma dentro do coldre) . Comparando com minha cidade aqui no Brasil... você entra em um banco sob a maior tensão, os policiais andam com fuzil, colete e capacetes prontos para a guerra e se alguém inventar de ficar com dinheiro na mão para trocar na rua... levam até o braço.

 

10 – Para uma melhor vista dos Andes: na ida do Brasil ao Peru, sente do lado direito da aeronave. Na ida Lima  Arequipa ou Cuzco, sente do lado esquerdo do avião. Na volta: Arequipa/ Cuzco  Lima, sente do lado direito.

 

11 – Boa educação: Não entre de chapéu em igrejas ou locais públicos, é sinal de desrespeito. Caso desrespeite é possível que um guarda lhe chame a atenção.

 

12 – Taxi: Não existe taxímetro e o preço deve ser negociado antes de entrar no veículo. Os peruanos são tranqüilos e negociar preço aqui não é ofensa. Assim como no Brasil, não existe o costume de dar gorjeta para o taxista. Ou seja: negociou 10 soles, o total é de 10 soles.

 

13- 10% nos restaurantes: os restaurantes não costumam incluir nas contas, mas é costume arredondar a conta na média de 10% (quando o serviço é bom). Como a galera já sabe que brasileiro é canguinha... alguns garçons alertam na hora de entregar a conta.

 

14- Propina (gorjeta): No Peru, é costume pagar para usar banheiros públicos, para tirar fotos das pessoas que estão fantasiadas para fazer a alegria dos turistas, etc. Ou seja: é bom sempre ter umas moedinhas.

 

15- Repartição diplomática do Brasil em Lima (não que você precise): Av. Jose Pardo 850 • Miraflores • 51 (1) 512-0830 // 421-5660 • embajada@embajadabrasil.org.pewww.embajadabrasil.org.pe

 

16- Seguro saúde viagem: não é exigido qualquer tipo de seguro saúde para ingresso no Peru, assim, fica a critério de cada viajante. Uma dica... se você tem problemas de saúde ou já está na “melhor idade”, talvez seja interessante realizar um (não é caro e pode ser pago de acordo ao nº de dias de viagem). As pessoas reagem de forma diferente à altitude, desta forma, é bom estar precavido. Agora... antes de adquirir algum, cheque primeiro se seu plano de saúde oferece este tipo de cobertura.

 

17- Logo na chegada no aeroporto internacional de lima têm um balcão de informações turísticas. Lá é possível retirar mapas de todas as cidades turísticas e pegar dicas.

 

18- O Peru é um país acessível. Para se ter uma idéia: com 10 soles (oito reais) é possível almoçar bem (local limpo e com boa comida) em qualquer cidade turística (referência para Abril de 2013). Aqui na minha cidade no Brasil... com oito reais você nem senta em uma barraca de praia (custa R$ 10,00 o “kit praia”). Ou seja... se você tem o sonho de visitar este país e acha que não está no seu orçamento, vou provar no meu relato que “seus problemas acabaram”.

Agora chega de conversa e vamos ao trabalho...

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Excelentes dicas, conseguir tirar minha duvida sobre a retirada da mala em Lima, imaginava que pegaria no meu destino final Cusco.

 

Alem da conexão em Lima, terei que fazer um novo check-in, procede?

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Otimas explicações, obrigado pessoal. E minha duvida é a mesma do Renato, além de outra bem particular: será que se faz estas viagens pelo Peru apenas com mochilão ou teria como fazer com mala? O problema da mala seria um lugar para deixar, o que teria o risco de roubarem...

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Excelentes dicas!!!

Essa da taxa no aeroporto eu não sabia

 

Valeu Fred,

 

vai espalhando para a galera não entrar em furada, hehhehehe

 

Abraço,

 

DAM

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Excelentes dicas, conseguir tirar minha duvida sobre a retirada da mala em Lima, imaginava que pegaria no meu destino final Cusco.

 

Alem da conexão em Lima, terei que fazer um novo check-in, procede?

 

Olá Renato,

 

A viagem está chegando e a ansiedade aumenta. O procedimento é este mesmo... tira as malas em Lima e faz um novo check in de Lima para Cuzco. Se liga que em São Paulo eles vão te dá um papel do vôo de Lima para Cuzco chamado pré-check in, que só serve de orientação. Quando você realizar check in em Lima eles vão trocar este papel pelo que vale mesmo. Ha, e relaxa porque eles demoram uns 30 minutos para colocar a bagagem na esteira rolante quando você chega em Lima.

 

Abraço,

 

DAM

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Oi DAM a minha trip ainda é em Setembro :cry::cry: anciedade total.....

 

Obrigado pela dica mesmo, foi muito util.

Agora aguardar o seu relato...acompanhando, nao quero perder nenhuma dica. Valew

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Renato, a minha é em outubro e também não tô aguentando a ansiedade!!!

 

Fred voce vai fazer alguna trilha em MP?

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Renato,

Meu tempo é curto, então farei o básico: City Tour, Vale Sagrado, trem Ollanta - Águas, Machu Picchu e trem Águas - Ollanta.

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Renato,

Meu tempo é curto, então farei o básico: City Tour, Vale Sagrado, trem Ollanta - Águas, Machu Picchu e trem Águas - Ollanta.

 

Eu terei 25 dias, ferias do trabalho... Creio que quando retornar estarei quebrado kkkkkk

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12-04-2013 – Lima

 

Cara, nem consegui dormir direito de tanta ansiedade para pegarmos o vôo. Acordei diversas vezes, não conseguia pegar no sono... quando deu o horário de levantarmos, dei um pulo da cama e corri para tomar banho bem rápido e rumo a aventura. O café da manhã foi no saguão do aeroporto (pão de batata a R$ 6,00un foi a melhor opção custo X benefício). Daí, partimos para a fila da TAM para despachar uma mochila de carga e rumo à aeronave. Falando na TAM... vou contar o “pulo da puma” que fizemos para poder conhecer Lima: quando se adquire passagem por milhas aéreas pela TAM, você escolhe o destino final e eles se viram para te levar até lá, ou seja: Iríamos a Arequipa. Como não existe vôo direto, fizemos: Salvador a São Paulo por TAM + São Paulo a Lima por TAM + Lima a Arequipa por LAN. A dica: o intervalo de cada vôo pode ser até 24 horas. Assim, colocamos o vôo de Lima a Arequipa para a manhã do dia 13 de abril para aproveitarmos o dia 12 para conhecer a capital do Peru.

 

Desembarcando em Lima... fiquei com um friozinho na barriga. Este receio no início da viagem é natural em função do ambiente novo, desconhecido. O segredo é relaxar. O aeroporto demorou 35 minutos para liberar a bagagem na esteira (pelo que vi, lá é normal demorar um pouco porque ninguém reclamava) e neste tempo ficamos no balcão de informações turísticas pegando dicas e mapas das cidades que iríamos visitar. De posse da mochila de carga, saímos do saguão internacional e já fomos abordados por vários taxistas cobrando valores de 50 a 60 Soles ou Reais para Miraflores (para eles soles e Reais é a mesma coisa). Parece que eles só querem levar a galera para Miraflores, hehehehehehhehe. Na verdade é o seguinte... como a maioria dos turistas vai direto para Miraflores se hospedar, é como se fosse padrão. Também é mais lucrativo para eles, vez que dificilmente uma corrida para outro local em Lima saia mais caro do que ir a Miraflores.

 

Escapando dos taxistas da saída internacional, fomos atrás de informações sobre um local para deixarmos a mochila de carga... como eu não sabia como explicar direito em “Portunhol”, me bati pra caramba. Para todo mundo que perguntava, achavam que era para despachar a mala... ai pensei... me ferrei, só tinha metade de um dia para conhecer Lima e estou aqui procurando onde deixar esta mochila... até que chega uma mulher e diz: hummm vocês estão procurando o locker? Cara... que burrice, claro... “locker”.

 

O locker no aeroporto de Lima era crucial porque traçamos um roteiro que permitisse conhecer o maior número de locais desta cidade no pouco tempo que teríamos aqui. E ficar carregando 20kg andando pela cidade até chegar no Hostal a noite não era uma boa idéia.

Para que você não perca tempo... o Locker do aeroporto de Lima fica exatamente na saída do desembarque NACIONAL, do lado direito (um buraco escondido) e custa 24 soles por um dia (tentei pechinchar, mas o rapaz não foi com minha cara). Na saída do desembarque nacional também fica a casa de câmbio com a melhor cotação do aeroporto de Lima (lado esquerdo). Uma dica legal que li aqui no Mochileiros foi a seguinte: separe apenas uns 20 dólares para cambiar no aeroporto porque a cotação não é boa comparado ao que se acha na rua, mas é necessário para pegar um taxi. Enquanto na rua estavam pagando 1 dólar a 2,57 soles, no aeroporto o melhor foi 2,47.

 

Depois de deixarmos a mochila de carga no locker e realizado o nosso primeiro câmbio, fomos pegar um taxi. Na saída do embarque nacional havia muito mais taxistas, mas todos só queriam cobrar S 40 para Plaza de Armas, daí eu disse que só pagava S 30 (já tinha este valor por pesquisas no mochileiros.com). Ninguém quis e quando eu já ia procurar por outro grupo de taxistas um pouco mais distante (para não dizer que perdi a negociação, hehehhehe), eles gritaram... tem um aqui que te leva por 30. O carro era uma Corola preto, novo, com um senhor com idade de ser meu avô no volante, então eu achei confiável e entramos (somente no dia seguinte descobri que não era um taxi oficial). O taxista era gente fina, se chamava Carlos e contou a vida dele toda para a gente... que tinha morado no Japão por 4 anos, era contador, casado, morava em Miraflores.... Decidirmos então combinar com ele a corrida do dia seguinte do Hostal em Miraflores para o Aeroporto. Acertamos por S 40.

 

Plaza de armas... chegando na Plaza de armas, já bateu aquela emoção... agora sim estamos no Peru. Aqueles prédios amarelinhos com o palácio do governo ao fundo... muito bonita esta Plaza. Neste monto eu já estava morto de fome e, com apenas 20 soles na carteira, achava que não ia conseguir comer nada quando avistamos um restaurante com uma promoção: Fatia de Pizza + Inca Kola por 3 soles (na Plaza de armas mesmo), ai eu descobri que estava rico, hehehehhehe.

 

Em metade de um dia é claro que não tinha como conhecer todos os lugares que pesquisamos, então preferirmos ter uma visão mais abrangente da cidade (no city tour eles costumam tapear esta falta de tempo com o nome “cosmo-visão andina”). Após a volta na Plaza de armas, deixei a visita às Catacumbas do Convento San Francisco para trás e descemos por um calçadão em direção a Plaza San Martin. No caminho realizamos câmbio no Interbank (foi o único câmbio que fizemos em banco porque só aqui encontramos uma cotação razoável: 1 dólar a 2,55 soles – diferença de apenas 0,02 do que pagam na rua) e almoçamos (10 soles por pessoa - refeição completa: entrada + prato principal + suco de brinde). Durante o almoço o garçom nos antecipa a constatação das horas seguintes ao nos perguntar por que tantos brasileiros em Lima. Depois descobrimos que se tratava de um congresso. Cara... era brasileiro para tudo que é lado.

 

Chagando a Plaza San Martin, pegamos um taxi (15 soles) para conhecer o Huaca Pucllana (Pirâmide de adobe da cultura Limenha, localizada no bairro de Miraflores). O passeio é guiado (Inglês ou Espanhol) e custa 12 soles a inteira (estudante paga 5). A visita a este ambiente vale muito a pena pela sua arquitetura e pelo aprendizado sobre o povo Limenho. Curiosidade: Este local era um espaço de prática de MotoCross que, por acaso, descobriram se tratar de uma preciosidade arquitetônica dos povos pré-colombianos.

 

Com o fim da visita guiada, saímos andando por Miraflores... passamos pelo florido Parque Central y Kennedy e continuamos pela Av. Larco em direção ao Shopping Larcomar para admirarmos o por do Sol. O engraçado foi que ao avistar o mirante de longe, olhamos para os lados e nada de ver o shopping. Quando olhamos para baixo do barranco é que nos demos conta que estávamos em cima do tal Shopping Larcomar. Acabamos jantando por lá (15 Soles cada) e depois retornamos pela Av. Larco para o Hostal (Suit Larco 656). A localização deste hostal é ótima, os quartos são grandes, com chuveiro quente e tudo limpinho. O preço... 130,50 o casal.

 

E assim chega ao fim o primeiro dia no Peru. A impressão de Lima é que se trata de uma cidade maravilhosa, cheia de vida, alegre e divertida. A Av. Larco, por exemplo, tem movimento a noite inteira, com restaurantes, bares, cassinos, baladas, etc. Gostaria de ter tido mais tempo para conhecer estes e outros diversos lugares que deixamos para trás, como o parque das águas, o convento de San Francisco, o Mercado dos índios e o Huaca Huallamarca.

 

 

DICA1: A taxa de inflação do peru, segundo o Sr. Carlos, é estável: 4 a 5% ao ano. Ai você deve estar se perguntando... eu vou sair de férias, para que eu quero saber isso? Calma... se a inflação é estável, os preços do meu relato não vão mudar muito até a sua viagem, então dá para ter uma base dos seus gastos.

 

DICA2: Sobre roupas: o clima das cidades onde passamos é muito agradável. Em 10 dias se eu tivesse levado apenas 1 casaco, 2 calças e 3 camisas tava de bom tamanho porque quase não se transpira lá (cabia tudo em uma mochila de ataque, hehehhehe). A única exceção é Aguas Calientes (Machu Picchu), que possui um clima tropical úmido por estar na entrada da floresta amazônica. Conclusão: vale o provérbio budista “felicidade é poder carregar tudo que se tem.”

 

DICA3: Preços justos para taxi em Lima (Abril 2013):

- Taxi do Aeroporto a Miraflores: na ida é S50, na volta S40.

- Taxi da Plaza de Armas a Miraflores S15 a S20.

- Taxi do aeroporto  Plaza de armas: S30 a S35

OBS: Pegando taxi fora do aeroporto a corrida é mais barata, mas o risco também aumenta.

 

DICA 4: Fique tranqüilo em relação a locais para cambiar no Peru. Próximo as plazas de armas existem bancos, lojas e até gente na rua para cambiar.

 

DICA5: Aproveite o bom preço dos restaurantes do centro de Lima (Plaza de armas) para comer Ceviche (peixe e/ou frutos do mar cozidos em caldo de limão). Talvez o melhor local para comer este prato no Peru seja em Lima, já que esta cidade é forte na indústria da pesca. Outra dica: é melhor pedir SEM pimenta.

 

DICA6: Use protetor solar ou no final da viagem você vai ficar igual a um polonês que conhecemos em Arequipa... o cara tava em carne viva por causa do sol. Coitado.

 

 

Gastos:

- Café da manhã: Pão de batata R$ 6,00

- Locker no aeroporto: 24 soles

- Pizza + Inca Kola: 3 soles

- Almoço: 10 soles por pessoa

- Taxi da praça San Martin a Miraflores (Huaca Pucllana): 15 soles

- Entrada no Huaca Pucllana para estudante: 5 soles

- Jantar no Larcomar: 15 soles por pessoa

- Hostal Larco 656: 130,50 soles o quarto para casal (suíte muito grande).

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