Participantes: Vgn Vagner, Guilherme, Gleison e Tarley.
Após alguns meses de espera por companhia, para tão deseja trilha à Cachu. Conseguimos realizar tal caminhada.
De inicio, procurei infos através do MOCHILEIROS.COM, que me serve com ótimas direções de conhecimento. Através de relatos, um em especial de Kassio Massa me orientou da melhor maneira que eu pudesse entender.
Depois de inúmeras buscas de Cia para tal feito, surge o interesse de Tarley (o Professor), quando leu um tópico meu. Fizemos contato e marcamos para 16/12/12, e justo nessa semana choveu o esperado para um ano... rsrsrsrs. Daí, role cancelado né???!!!!
Marcamos para Janeiro de 2013 (sem data), foi quando surgiu o interesse de Gleison através de um post meu no NAÇÃO TRILHEIRA. Combinamos data, horário, local de encontro e meio de transporte. Detalhe: nenhum dos 3 se conhecia.
O pico está situado mais próximo do Extremo Leste da Cidade do que Extremo Sul, então ficou difícil pro Professor sair do Campo Limpo Paulista e chegar as 07:20h na estação de Ferraz de Vasconcelos onde eu e Guilherme o esperaríamos. Ele pegou o trem errado (chegou 08:45h),... kkkkkk.
Depois de contra tempos, fui pra estação de Suzano encontrar Gleison, pra não ficar tanto tempo a deriva. Tudo certo, então descemos rumo a região serrana de Mogi das cruzes.
Chegamos as 09:30h na Balança do km77 na Rodovia Mogi-Bertioga, arrumamos o que devia ser arrumado, fizemos um lanche antes de partir as 09:45h.
Rumamos pelo acostamento com Maximo cuidado possível, sempre em fila Indiana. Pois os carros passam bem perto em alta velocidade.
Ao passarmos pela placa (Parque Estadual da Serra do Mar e seus 3 Totens), avistamos uma leve subida na Rodovia, onde há 3 placas de sinalização. Na placa branca que indica: Fiscalização Eletrônica reduza a velocidade, se encontra a entrada da trilha no lado esquerdo na pista. Pouco antes de adentramos a mata, olhei pro Gleison e soltei: num leve a mal não, mais o tempo vai fechar pra nós(do litoral vinha uma tempestade anunciada através de nuvens escuras e muito carregadas).
Como se não bastasse ter chovido a semana inteira, o que deixou a trilha encharcada parecendo um pântano. Quando andamos os primeiros 5 min. Mata adentro, dito e feito: tome água.
A chuva dava uma trégua de 10 minutos no Maximo, e quando vinha forte parecia que puxava as nuvens pra baixo acinzentando nosso caminho, enquanto desviávamos das poças, das lamas, das arvores e afins.
Inevitável capote cinematográfico foi quando Gleison, com a maquina fotográfica numa das mãos e um facão na outra, pulou uma poça e, quando ainda no ar parecia que o cipó saia do meio da lama e puxava ele de volta ao chão. PLOFT, corpo ao chão, mais sem se machucar. Lógico que gerou risos antes de prosseguir.
Continuamos nossa lenta caminhada apreciando as belezas da trilha, atentos com as bifurcações que iriam aparecer na seqüência de: direita, direita e esquerda. E assim achamos que fizemos.
Antes da terceira bifurcação (esquerda), atravessamos um rio mais largo que os pequenos riachos que encontramos no caminho. Pouco depois um grupo de 10 pessoas que vinha num ritmo mais acelerado nos alcançou.
Breve dialogo:
Eles: e aí pessoal blz? Pra vcs vão?
Nos: Pedra furada.
Eles: ta errado.
Nos: putz mano serio?
Eles: serio. Aqui vcs vão pra Cachoeira da Light.
*como nosso objetivo era a Pedra furada, segui a prosa:
Nos: onde erramos?
Eles: no rio largo que vcs atravessaram. Vão ter que voltar até lá e atravessar de volta, voltar uns 15mts e pegar a continuidade da trilha, pra depois virar a esquerda.
Depois de cumprimentos e agradecimentos, seguimos.
Chegamos à Cachu 20 minutos depois. Tinha um grupo de 8 pessoas recolhendo equipos de Rapel pra partir dali rumo a Rodovia.
Desescalamos com cuidado o canto esquerdo da cachu (pois estava escorregadio), em um cenário maravilhosos em meio à grandes raízes. Flagramos a Maravilhosa Cachu em sua força, maior devido a chuva a água jorrava não só pela rachadura da rocha, e sim por cima. Daí a pouco eu tive minha perda.
Maravilhados com a chegada, nos cumprimentamos, já colocamos as mochilas do lado e nos preparamos pras fotos e uma ousada investida na água.
Logo no inicio és que surge a perda. Quando eu entreguei a maquina fotográfica pro Guilherme, levei logo um capote por causa as pedras lisas. Foi daí que levei uma bronca: Cuidado meu, você pode se machucar, poxa fiquei preocupado...
Quando entreguei a maquina e virei de costa para fotos, só ouvi: Plaft (Guilherme ao chão) gritei A MAQUINA. Já era, a correnteza levava a digital por água abaixo.
Perdi minha maquina, a do Gleison havia travado no capote que ele levou, então só restou a maquina do Tarley (ainda bem).
Registramos alguns ângulos, fizemos um lanche e partimos, pois a chuva acabara de cair muito forte junto com uma nuvem que beijava o topo das arvores. Eu tremia muito, ao tentar vestir as meias parecia que eu tocava pandeiro. Nos agasalhamos e rumamos forte pro sangue esquentar.
A chuva foi implacável em todo caminho de volta, até chegarmos a balança. Ficamos um tempo nos aquecendo no ar-condicionado do carro e partimos.
*Obs.: após sairmos, em menos de 5 minutos de estrada o sol se abriu forte como que se dissese: Brinquei de esconde-esconde o dia inteiro... kkkkk.
Mais foi tudo muito maravilhoso.
Agradeço a atenção pessoal.
*obs.: adicionei umas fotos de uma outra vez que voltei lá, só pra quem não conhece, ter idéia de como é a cachu.
Uma perda na Cachoeira da Pedra Furada
20/01/2013
Participantes: Vgn Vagner, Guilherme, Gleison e Tarley.
Após alguns meses de espera por companhia, para tão deseja trilha à Cachu. Conseguimos realizar tal caminhada.
De inicio, procurei infos através do MOCHILEIROS.COM, que me serve com ótimas direções de conhecimento. Através de relatos, um em especial de Kassio Massa me orientou da melhor maneira que eu pudesse entender.
Depois de inúmeras buscas de Cia para tal feito, surge o interesse de Tarley (o Professor), quando leu um tópico meu. Fizemos contato e marcamos para 16/12/12, e justo nessa semana choveu o esperado para um ano... rsrsrsrs. Daí, role cancelado né???!!!!
Marcamos para Janeiro de 2013 (sem data), foi quando surgiu o interesse de Gleison através de um post meu no NAÇÃO TRILHEIRA. Combinamos data, horário, local de encontro e meio de transporte. Detalhe: nenhum dos 3 se conhecia.
O pico está situado mais próximo do Extremo Leste da Cidade do que Extremo Sul, então ficou difícil pro Professor sair do Campo Limpo Paulista e chegar as 07:20h na estação de Ferraz de Vasconcelos onde eu e Guilherme o esperaríamos. Ele pegou o trem errado (chegou 08:45h),... kkkkkk.
Depois de contra tempos, fui pra estação de Suzano encontrar Gleison, pra não ficar tanto tempo a deriva. Tudo certo, então descemos rumo a região serrana de Mogi das cruzes.
Chegamos as 09:30h na Balança do km77 na Rodovia Mogi-Bertioga, arrumamos o que devia ser arrumado, fizemos um lanche antes de partir as 09:45h.
Rumamos pelo acostamento com Maximo cuidado possível, sempre em fila Indiana. Pois os carros passam bem perto em alta velocidade.
Ao passarmos pela placa (Parque Estadual da Serra do Mar e seus 3 Totens), avistamos uma leve subida na Rodovia, onde há 3 placas de sinalização. Na placa branca que indica: Fiscalização Eletrônica reduza a velocidade, se encontra a entrada da trilha no lado esquerdo na pista. Pouco antes de adentramos a mata, olhei pro Gleison e soltei: num leve a mal não, mais o tempo vai fechar pra nós(do litoral vinha uma tempestade anunciada através de nuvens escuras e muito carregadas).
Como se não bastasse ter chovido a semana inteira, o que deixou a trilha encharcada parecendo um pântano. Quando andamos os primeiros 5 min. Mata adentro, dito e feito: tome água.
A chuva dava uma trégua de 10 minutos no Maximo, e quando vinha forte parecia que puxava as nuvens pra baixo acinzentando nosso caminho, enquanto desviávamos das poças, das lamas, das arvores e afins.
Inevitável capote cinematográfico foi quando Gleison, com a maquina fotográfica numa das mãos e um facão na outra, pulou uma poça e, quando ainda no ar parecia que o cipó saia do meio da lama e puxava ele de volta ao chão. PLOFT, corpo ao chão, mais sem se machucar. Lógico que gerou risos antes de prosseguir.
Continuamos nossa lenta caminhada apreciando as belezas da trilha, atentos com as bifurcações que iriam aparecer na seqüência de: direita, direita e esquerda. E assim achamos que fizemos.
Antes da terceira bifurcação (esquerda), atravessamos um rio mais largo que os pequenos riachos que encontramos no caminho. Pouco depois um grupo de 10 pessoas que vinha num ritmo mais acelerado nos alcançou.
Breve dialogo:
Eles: e aí pessoal blz? Pra vcs vão?
Nos: Pedra furada.
Eles: ta errado.
Nos: putz mano serio?
Eles: serio. Aqui vcs vão pra Cachoeira da Light.
*como nosso objetivo era a Pedra furada, segui a prosa:
Nos: onde erramos?
Eles: no rio largo que vcs atravessaram. Vão ter que voltar até lá e atravessar de volta, voltar uns 15mts e pegar a continuidade da trilha, pra depois virar a esquerda.
Depois de cumprimentos e agradecimentos, seguimos.
Chegamos à Cachu 20 minutos depois. Tinha um grupo de 8 pessoas recolhendo equipos de Rapel pra partir dali rumo a Rodovia.
Desescalamos com cuidado o canto esquerdo da cachu (pois estava escorregadio), em um cenário maravilhosos em meio à grandes raízes. Flagramos a Maravilhosa Cachu em sua força, maior devido a chuva a água jorrava não só pela rachadura da rocha, e sim por cima. Daí a pouco eu tive minha perda.
Maravilhados com a chegada, nos cumprimentamos, já colocamos as mochilas do lado e nos preparamos pras fotos e uma ousada investida na água.
Logo no inicio és que surge a perda. Quando eu entreguei a maquina fotográfica pro Guilherme, levei logo um capote por causa as pedras lisas. Foi daí que levei uma bronca: Cuidado meu, você pode se machucar, poxa fiquei preocupado...
Quando entreguei a maquina e virei de costa para fotos, só ouvi: Plaft (Guilherme ao chão) gritei A MAQUINA. Já era, a correnteza levava a digital por água abaixo.
Perdi minha maquina, a do Gleison havia travado no capote que ele levou, então só restou a maquina do Tarley (ainda bem).
Registramos alguns ângulos, fizemos um lanche e partimos, pois a chuva acabara de cair muito forte junto com uma nuvem que beijava o topo das arvores. Eu tremia muito, ao tentar vestir as meias parecia que eu tocava pandeiro. Nos agasalhamos e rumamos forte pro sangue esquentar.
A chuva foi implacável em todo caminho de volta, até chegarmos a balança. Ficamos um tempo nos aquecendo no ar-condicionado do carro e partimos.
*Obs.: após sairmos, em menos de 5 minutos de estrada o sol se abriu forte como que se dissese: Brinquei de esconde-esconde o dia inteiro... kkkkk.
Mais foi tudo muito maravilhoso.
Agradeço a atenção pessoal.
*obs.: adicionei umas fotos de uma outra vez que voltei lá, só pra quem não conhece, ter idéia de como é a cachu.
Abraço e até uma próxima.
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