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Olá viajante!

Bora viajar?

Carnaval na Fazenda Pico Paraná

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Carnaval é aquela coisa ou vc entra no clima da folia ou foge dela. Esse ano optei pela segunda opção.

 

Combinei com o Danilo Dassi, aqui do mochileiros, para fazermos o circuito, testando nossas novas barracas manaslu e para verificar como está o lance dos grampos.

 

Sai de são paulo na madrugada de domingo (23.02.2009) acompanhado de meu irmão e meu primo e encontraríamos o Danilo e seu irmão na fazenda pela manhã. Após 4 horas de viagem chegamos a fazenda por volta das 9 horas e o Danilo ja esta preparado para a subida. Optamos por subir o Caratuva, acampando em seu cume, sendo que no dia seguinte desceríamos pela face oposta até o A1, de onde iriamos até o PP.

 

Eu estava muito carregado, na minha mochila eu tinha minha barraca, dois sacos de dormir, um isolante e grande parte do equipamento dos meu familiares que não possuiam cargueira apenas mochilas leves. Estava mais pesado que o normal e logo no começo da subida entre as duas primeiras pedras quase pedi arrego, estava só com um pão de queijo e um suco de laranja no estomago, caiu a pressão e a taxa de acuçar. Um chocolate depois e um pouco de água recuperei o folego e fomos embora até a bifurcação da trilha onde paramos para um "delicioso" miojo!!

 

Após o almoço continuamos até o cume do Caratuva sem problemas, apenas as reclamações normais e um sol de rachar o coco, pouco antes do cume notamos que uma chuva forte já tomava curitiba e vinha em nossa direção . Apertamos o passo!

 

Atingimos o cume antes das chuva e por volta das 17 h 30 min, tivemos o tempo exato de montar as barracas e nos abrigar para a chuva cair forte. Que estreia para a manaslu discovery mountain minha e a do danilo, nem uma gota de água, já na barraca ManÉslu :mrgreen: do meu irmão pequenas poças d'água se formaram nos cantos.

 

A chuva cessou depois de uma horas e aproveitamos para tirar umas fotos da região. A noite caiu e a temperatura também, mas nada insuportável, pude ficar de bermuda e anoraque leve numa boa. Preparamos o jantar, mais algumas fotos e durmimos exaustos, tinhamos mais um longo dia pela frente.

 

Após uma noite chuvosa acordamos as 5h 40min para fotografar a alvorada. Fantástico! as fotos falam por si só!

 

Porém uma má noticia, meu irmão ardia em febre e com a garganta fechada, prelúdio de uma gripe forte que me pegou dois dias depois. Tivemos então que mudar de planos. Descemos o Caratuva pela fechada trilha que acompanha o riacho até o A1, onde tomamos nosso café da manhã e deixamos meu moribundo irmão cuidando das coisas e descansando e fomos atacar as escadarias do PP.

 

Já na trilha o Danilo noticiou a falta de 2 grampos antes das escadarias. Nada que dificultasse a passagem. Chegamos as escadarias onde nitidamente percebemos a falta dos grampos, denunciados pelos furos nas rochas. Porém a subida foi tranquila, há grampos suficientes para juntos com as agarras naturais se efetuar a passagem. Porém estavamos sem qualquer mochlila ou peso, penso que para se acampar no A2 seja necessário içar as cargueiras, ou subir com mto cuidado. Não chegamos ao A2, pois como meu irmão e o do Danilo tinham ficado para trás resolvemos voltar. A descida sem alguns dos degraus demanda atenção e cuidado, mas é facilmente realizada.

 

Voltamos até o A1 pegamos as cargueiras e por volta do meio-dia iniciamos o retorno ate a fazenda. Nesse trecho sofri, pois querendo ser solidário ao meu irmão arranquei a barraca dele que ia pendurada em sua mochila e soquei dentro da minha cargueira. Agora era 2 barracas, 2 sacos de dormir, 1 isolante mais equipamentos, me senti uma mula!

 

Na trilha de volta o Danilo viu a falta de mais grampos, principalmente no pequeno paredão de pedra após a bica d'água concretada. Nesse trecho meu irmão desceu escorregando pela pedra e enroscou a calça e cueca num resquício do grampo mal retirado, assim se tornava a primeira e única bunda que vi em todo o carnaval! Tentei descer no trecho, escorreguei na pedra molhada e com todo o peso da mochila cai direto na pedra batendo as costelas e braço esquerdo direto na pedra. Nesse ponto também notamos que já havia sinais de que as pessoas estavam contornando a pedra, fugindo da trilha e desgastando a vegetação lateral.

 

Continuamos nossa caminhada, que nos foi agraciada pela chuva no seu trecho final, chegamos encharcados na fazenda por volta das 16:30. E de lá parti para São Paulo e o Danilo e seu irmão para Maringá.

 

Foi uma ótima viagem, com um pessoal legal e um custo baixíssimo.

 

Acredito que a falta dos grampos não irá afetar a viagem de ninguém, achei relativamente fácil passar pelos trechos onde eles foram retirado, e no trecho crítico após a bica o CPM ja se pronunciou dizendo que irá ser instalado ao menos um grampo.

 

Gastos:

2 tanques de alcool ~ R$ 120,00

Pedágio: R$ 24,50 (na ida fui pela baixada santista se fosse pela BR economizaria R$ 15,50 de pedágio)

Entrada na Fazenda: R$ 10,00

e mais gastos com miojo..rs.

 

Teste de equipamento na Viagem.

 

Barraca Manaslu Discovery Mountain - Excelente espaço para duas pessoas e suas mochilas, bolsos bem localizados e montagem sem complicações. Não pegamos ventos fortes, mas pegamos bastante chuva e a barraca aguentou bem. Estou 100% satisfeito com essa estreia.

 

Mochila Doite Gelten 80 - Havia comprado a mochila ano passado, mas não tinha usado ainda em trilha, ela estava bem pesada em algum trechos cheguei a carregar 2 barracas, 2 sacos de dormir, isolante termico, duas panelinhas, espiriteira, combustivel, material fotográfico, comida e roupa. Ela deu uma boa transferencia de peso e se mostrou ótima na acomodação da bagagem volumosa.

 

Espiriteira Azteq - dado minha falta de habilidade com qualquer trabalho artesanal desisti de construir uma espiriteira de latinha e comprei uma. Muito boa, acende rápido e ferve a agua com rapidez (não cheguei a cronometrar) utilizei tanto alcool de uso doméstico quanto de posto. Para cozinhar 5 miojos em duas refeições (para 3 pessoas) utilizei em torno de 400 ml de alcool.

 

Fotos:

PP1.jpg.72d3f83b5527df30585e243968ca0586.jpg

 

Caratuva.JPG.1ac1cb01362c19ddcb2ca8f56248c09d.JPG

 

Mais fotos no meu flickr:

http://www.flickr.com/photos/marcosplf/

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Fala galera!

Vou aproveitar o tópico para postar o meu relato de Carnaval 2012 na Fazenda Pico Paraná que foi um grande presente pra mim. Já tenho o hábito de fazer trilha, subir montanhas e tudo o mais, mas o PP marcou por ter sido meu primeiro grande desafio após iniciar um tratamento de saúde.

 

A viagem pro Pico Paraná surgiu pra mim um final de semana antes do Carnaval/2012 através de grandes amigos que estavam se programando para essa aventura. Achei a oportunidade bacana e abracei a idéia juntamente com Pâmela, Samuel e Jonatan.

Saímos de São Paulo no dia 18/02 (sábado) as 6:00 pela Régis Bittencourt – BR 116 sentido Sul. A viagem que normalmente duraria 6 horas foi feita em 12 horas porque tinha muitas obras na estrada, além de muitos carros devido ao feriado prolongado. Chegamos no Posto Tio Doca (Shell) que fica no KM 50 da BR116 Sul, no município de Campina Grande do Sul – PR, aonde encontraríamos alguns amigos de Curitiba, entretanto os amigos desistiram e nós pegamos informações de como chegar à fazenda com o pessoal do posto (muito fácil, só pegar o retorno e depois uma estrada de terra a esquerda e seguir reto e pra cima toda vida, algumas placas no caminho indicarão a Fazenda PP).

Chegamos na porteira da Fazenda as 18:00 e encontramos um amigo, o Dalla acompanhado de sua amiga Fran. Antes de sair de SP combinei de avisar o Dalla quando estivesse chegando, porém devido ao congestionamento na estrada e eu ter ficado sem sinal de celular (a OI não tem sinal no Paraná, nem mesmo em Curitiba) perdemos a comunicação, mas felizmente pudemos nos ver quando chegávamos na fazenda e eles iam embora. O encontro foi ótimo para batermos um papo rápido e também obtermos informações importantes para chegar ao Pico Paraná e um mapa que foi importantíssimo.

 

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20120222225219.JPG

 

Nos despedimos de Dalla e Fran e chegamos à base do PP onde fomos recebidos por Dilson, proprietário da fazenda que recebe o pessoal que chega. Preenchemos um controle de acesso e pagamos a quantia de R$10 por pessoa. A fazenda recebe muitas pessoas que vão simplesmente só para acampar com a família em sua base e também aqueles que utilizam o acesso para as montanhas. A fazenda tem uma área bacana pra camping, um rio aonde o pessoal se diverte, tem um banheiro com banho quente e o Dilson vende bebidas, refris e salgados. Polêmicas a parte quanto à cobrança da taxa (não vou entrar nesse mérito), o valor de R$10 é único independente de quantos dias pretende passar acampado na base da fazenda ou na montanha, contempla o estacionamento do carro por quantos dias permanecer por lá e o uso do banheiro é liberado, portanto acho o valor irrisório diante de tantos serviços que ele contempla.

A idéia inicial era de subir até o Acampamento 2 (A2) com cargueira, pousar por lá e acordar de madrugada para ver o sol nascer, mas por termos chegado tarde e cansados da viagem longa decidimos acampar na base da fazenda e subirmos leves as 24:00 para o PP, com previsão de chegarmos ao cume as 6:00 a tempo de ver o sol nascer. Iniciamos a trilha atrás da fazenda com um trecho de subida repleto de degrais, caminhávamos sobre um lindo céu estrelado e passamos por alguns mirantes até chegar ao Getúlio. A partir dali a trilha começa a adentrar a mata fechada, porém é bastante demarcada e não tem erro. Chegamos à bifurcação que leva ao Caratuva e seguimos a direita à caminho do PP onde prosseguimos por uma trilha bastante batida e também demarcada por fitas brancas e vermelhas do CPM (Clube Paranaense de Montanhismo).

 

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Um pouco mais a frente encontramos a biquinha em que um cano que desce entre pedras com água própria pra consumo. A turma reabasteceu as garrafas com essa água e eu, por restrições médicas prossegui somente com a água que levava em minha bolsa de hidratação dando pequenos goles somente pra molhar a boca. Sugiro que utilizem somente este ponto de água, pois avistei durante a trilha alguns córregos com água coberta por espuma ou natas de gordura.

Refrescados continuamos a trilha até a placa de bifurcação entre o PP e Itapiroca, prosseguimos a esquerda conforme indicação da placa e nesse momento a trilha começa a ficar um pouco mais tensa. Embora sem opções de outro caminho senão o que tomamos, passamos por diversos obstáculos no caminho como pedras e troncos de árovore. Ficamos surpresos por encontrar limo nestes obstáculos, uma vez que é uma trilha bastante utilizada. A essa altura o relógio já marcava aproximadamente 6:00, para chegar até ali tínhamos levado um tempo maior que planejávamos. Em determinado momento da trilha, ao chegarmos num córrego ainda com o dia escuro não encontramos caminho para prosseguir até o Abrigo 1 – A1 e o grupo decidiu voltar até a placa da bifurcação com Itapiroca. Ao chegarmos à placa tomamos a decisão mais difícil até o momento, o grupo retornaria à fazenda e eu subiria ao Itapiroca rapidamente a tempo de ver o sol nascer no cume do PP e na volta com o dia já claro pegaria a trilha novamente rumo ao PP e com sorte conseguiria achar o caminho até o A1. Deixaram comigo alguns lanchinhos pra passar o dia, a câmera para garantir o registro da aventura, desejos de boa sorte, combinamos que se eu não voltasse até as 18horas acionariam minha busca e nos despedimos.

O relógio marcava 7:00 quando peguei o caminho sentido Itapiroca, a trilha bastante demarcada apresentava uma subida forte repleta de raízes de árvores no meio do caminho e alguns trechos com atoleiros de barro. Não demorou muito até que eu atingisse uma base plana aonde encontrei 2 rapazes do exército acampando, conversei rapidamente com eles e aproveitei para tirar algumas fotos da Bahia de Paranaguá essa base é bastante grande e pode ser um ótimo lugar para acampar, pois é amplo e tem alguns abrigos contra o vento. O dia já estava claro e o sol já começava a subir, rapidamente caminhei em direção ao cume do Itapiroca e parei na pedra que contém o livro do cume a tempo de ver o astro rei surgir entre os cumes do PP sobre um tapetão de nuvens.

 

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Nesse momento agradeci a Deus por estar ali, tomei meu café da manhã, assinei o livro do cume e desci a montanha rapidamente com o objetivo de subir pro PP.

 

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Quando estava chegando à famosa placa escutei vozes e encontrei 3 rapazes: Ricardo, José e Marcos que moram em Curitiba e fazem parte de uma equipe de montanhistas. Expliquei pra eles tudo o que acontecera e perguntei se poderia segui-los até o A1, ponto de em que não conseguimos chegar na madrugada. Eles permitiram que eu os acompanhasse e 9:00 em frente à placa seguimos à esquerda retornando ao trecho que eu passara na madrugada anterior e ao chegar rio pude visualizar a continuidade da trilha que não vimos no escuro. A partir dali a trilha foi ficando mais cheias de obstáculos, escalaminhadas, alguns grampos em determinados pontos até atingirmos o A1, onde eu permaneci com o grupo e avançamos num ritmo bastante acelerado rumo ao PP.

Do A1 em diante começamos a caminhar por campos abertos aonde fomos presenteados com uma bela visão da serra e das demais montanhas como Caratuva e Ciririca. Seguimos até o Abrigo 2 num ritmo constante, acelerado, com pequenas pausas e alguns obstáculos pelo caminho como escalaminhadas, grampos, trepa-pedras e as picadas das terríveis mutucas. Não sei se exatamente antes ou depois do A1 atingimos um mirante que rende fotos incríveis com o cume do PP ao fundo.

 

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Daqui em diante o grau de dificuldade aumenta... escalaminhadas, trepa pedras, subidas íngremes, grampos, trechos bastante expostos e chegamos ao falso do cume do PP. Continuamos por caminhos bastante demarcados mas que exigiam muita atenção e precisão por conter trechos muito expostos, com alguma dificuldade e com pouca visibilidade devido ao tempo por muitas vezes incoberto.

As 12:00 do domingo atingimos o cume do PP com o tempo parcialmente aberto, mas em questão de minutos o tempo fechou novamente e ficou abrindo e fechando, por sorte conseguimos tirar fotos bacanas da bacia de Paranaguá e das montanhas próximas.

 

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Ao chegar no cume lá chorei, agradeci por essa conquista e cumprimentei meus parceiros de caminhada. A vista é incrivelmente linda e a satisfação por chegar até lá foi muito grande. Estava exausta depois de caminhar por quase 12 horas, fiz um lanchinho, escrevi no livro de cume e descansei um pouco.

 

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As 13:00 começamos o caminho de volta também num ritmo acelerado, a descida dos trechos mais complicados exigiu bastante atenção e cuidado. Ao chegarmos no ponto aonde me perdera com meu grupo na madrugada me despedi dos rapazes e segui sozinha praticamente correndo pois já eram 16:00 e teria que estar de volta até as 18:00 na fazenda. Na volta corri nos trechos planos e caminhei rapidamente nos trechos de descida. No meio do caminho enfrentei uma tempestade de verão que foi boa pra refrescar e afastar as mutucas, por sorte eu estava com saco estanque na mochila e protegi as coisas que não podiam molhar. Ao passar pela biquinha novamente enchi minha bolsa de hidratação que já estava seca, me refresquei pois estava morrendo de sede e prossegui. As 17:55 cheguei à base da fazenda e fui recebida com muita alegria pelos amigos.

Após 18 horas de caminhada e um doce sabor de conquista nos lábios pude tomar um banho gostoso, comer uma coisinha e descansar! Ao sair de SP, achava que estava viajando pra conhecer o PP, porém ao chegar lá descobri que é muito mais que isso, a Serra do Ibitiraquire em eu ele está localizado é linda, muito bem conservada e abriga uma cadeia montanhosa muito bonita que merece ser conhecida. Embora o PP seja o sonho dos montanhistas por ser referencia em altitude na região Sul, as demais montanhas possuem seu charme e valem a visita! Essa trip foi muito mais do que imaginei que seria, me senti desafiada e ao mesmo tempo vitoriosa, vivi momentos de exaustão, mas fui agraciada com uma bela vista, recebi muito apoio dos amigos e encontrei parceiros no caminho que foram solidários e me ajudaram todo o tempo. Só tenho a agradecer por tantos presentes e fazer por merecê-los!!

Embora meu grupo e eu tenhamos tido dificuldades num determinado ponto a navegação não tem complicação, mas exige atenção, preparo e roupas/equipos adequadas para maior conforto. O ideal é ir na temporada de montanhas quando as chances de chuva são menores, as temperaturas estão mais baixas e não tem as malditas mutucas!

Há pouco mais de um mês recebi o diagnostico de que tenho câncer no timo, num primeiro momento a minha reação foi de, mas com apoio de pessoas próximas e queridas eu consegui superar esse sentimento e passei a aceitar o que estava acontecendo. Aceitar sim, resignar-se jamais!! Em momento algum eu temi pela minha vida, a cura pra mim é algo líquido e certo, entretanto meu grande medo sempre foi de ter que levar uma vida restrita, cheia de cuidados que me privassem de fazer o que mais gosto que é colocar o pé na estrada, descobrir novos limites do meu corpo, ouvir o coração bater e sentir o sangue correndo entre as veias. Com o passar do tempo, com o inicio das sessões de quimioterapia e com a minha ótima reação ao tratamento, descobri que a vida poderia ser muito próxima da que eu normalmente levava e porque não continuar fazendo o que eu sempre fiz? Recebi carta branca da médica que me acompanha, cuidados pra evitar qualquer infecção são as palavras de ordem (células defesa estão baixas por causa da quimio) e a vontade de viver me levaram à embarcar com os amigos para o Paraná, rumo à Fazenda Pico Paraná e me levará para muitas outras aventuras!!

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Parabéns pela superação Dani, Itapiroca E PP no mesmo dia não é pra qualquer um. ::cool:::'>

Depois dessa o resto você tira de letra.

Deus te abençoe!!!

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hahaha quase nos encontramos, fui pra fazenda esse carnaval, o dilson me contou de vcs, cheguei no domingo e comecei a subir as 16 horas em direçao ao Itapiroca, onde cheguei as 19, acampei lá em cima e sai no dia seguinte as 9 e 11.30 estava na fazenda de novo, depois fui para curitiba na casa do meu irmao.

 

O complexo do PP é fantastico, tem uma boa dificuldade mas é mto facil de se guiar, uma dos melhores destinos de trekking do brasil, eu o uso como meu campo de testes e treinamento kkkk

 

PArabéns pela empreitada.

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Parabéns pela superação Dani, Itapiroca E PP no mesmo dia não é pra qualquer um. ::cool:::'>

Depois dessa o resto você tira de letra.

Deus te abençoe!!!

 

Valew Otávio!

Que Deus nos abençoe ;)!!!!

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hahaha quase nos encontramos, fui pra fazenda esse carnaval, o dilson me contou de vcs, cheguei no domingo e comecei a subir as 16 horas em direçao ao Itapiroca, onde cheguei as 19, acampei lá em cima e sai no dia seguinte as 9 e 11.30 estava na fazenda de novo, depois fui para curitiba na casa do meu irmao.

 

O complexo do PP é fantastico, tem uma boa dificuldade mas é mto facil de se guiar, uma dos melhores destinos de trekking do brasil, eu o uso como meu campo de testes e treinamento kkkk

 

PArabéns pela empreitada.

 

Oi Marcos,

Poxa, se duvidar nos encontramos no caminho enqto eu voltava e vc subia!!

Valew!!! Sim a serra é linda, aadorei e quero voltar!! Achei o Itapiroca mto bom pra acampar!!

 

Abs

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Olá Dani!

 

Parabéns pelas conquistas! Realmente aquela serra é uma região abençoada e muito bonita. Que venham outras! ::otemo::::otemo::

Abraço!

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DSC08324.jpg

 

 

UAU!

 

Já vi que quem resolveu arriscar uma serrinha nesse carnaval se deu bem heim...

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Olá Dani!

 

Parabéns pelas conquistas! Realmente aquela serra é uma região abençoada e muito bonita. Que venham outras! ::otemo::::otemo::

Abraço!

 

 

Buenas Getúlio,

Obrigada! PP e as montanhas ao redor são lindas demais!! Quero voltar ainda esse ano e se Deus e os médicos permitirem ainda na temporada ou no final dela :P

Fiquei apaixonada por aquela Serra e que venham mtas outras montanhas aí pelo Sul!!!

 

Abraço e luz!!!

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