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22 dias no Peru (Cusco, MP e Lima) e na Colômbia (Bogotá, Cartagena e San Andrés) sozinha e com apenas uma bagagem de mão - Out/ 2013

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Com tantas idas e vindas, permiti-me viajar apenas com bagagem de mão. E não me arrependo. É um prazer impagável sair do avião, passar pela imigração e ser a primeira a ir direto para a rua, sem precisar esperar a mala na esteira. Faria tudo novamente. Tudo bem que já não agüentava mais usar a mesma roupa, mas a mulher sempre tem seus truques. Usava lenços, cachecol, brincos mega gigantes, algum ‘barangãnda' no cabelo, enfim... Mesmo com aquela camiseta surrada hiper básica, eu estava pronta para andar na rua de dia ou ir a uma baladinha ou pub a noite.  

 

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Fiz o check-in no hostel (Kokopelli).A atendente me mostrou a estrutura, indicou-me onde tomar café, falou sobre o pub e as festas que ocorriam a noite e me deixou no quarto compartilhado feminino que eu havia reservado. Tinha 8 camas e apenas uma estava ocupada. Comigo, duas! Até gostei do espaço, banheiro limpo, um espelho enorme e com visualização do corpo inteiro... O único senão era que não tinha janelas. Enfim, só ia ficar por ali a noite mesmo, acho que não iria ter problemas.

 

Como o ar é bem rarefeito e todos aconselham a não fazer nada no primeiro dia, fiquei bem de boa no hostel. Arrumei minhas roupas no gavetão e saí para dar uma volta bem de leve pelas imediações. Troquei grana, aproximadamente 150 dólares (1 dólar a 2,76 soles) na Av El Sol e depois fui comprar doces e água para deixar no quarto. Acabei indo dormir bem cedo, visto que queria aproveitar ao máximo o dia seguinte.

 

23/10 – Quarta-Feira

 

O dia raiou hiper cedo. Acordei 4:35 hs. No Brasil, seria 7:35hs. Não consegui mais dormir. Ainda perdurei um pouquinho cama e aproveitei o momento para olhar meus emails, facebook, avisar minha mãe que estava bem, etc... Acabei saindo da cama duas horas depois.

 

Decidi ir ao mercado municipal. Olha, logo que adentrei, na parte que há carnes e coisas do tipo, percebi que a pessoa tem que ter estômago forte. O odor é intenso. Fora isso, é um mercado onde poderá conhecer os inúmeros alimentos oriundos do país. Acho que dei umas três voltas nele. Tirei algumas fotos e decidi voltar ao centro, já que precisava comprar o boleto turístico (130 soles) e trocar o voucher da Peru Rail (havia reservado pela net).

 

Andei muito e até um calo apareceu no meu pé. Terminado os trâmites de troca, decidi subir da Estação da Peru Rail até a Plaza de Armas de táxi (3 soles). Neste dia, já percebi o quanto o povo é receptivo e ficam extremamente extasiados quando vêem um brasileiro.

 

Neste mesmo começo de tarde, decidi comprar os city tours na Agência Inka Travel, com a Marissol. Como eu já tinha pesquisado antes, ela conseguiu baixar uns 2 ou 3 soles de cada city. Acho que já tinha ouvido falar mal dela em alguns sites brasileiros, mas a mesma me tratou muito bem e ainda tirou todas as minhas dúvidas com simpatia.

 

Valores dos City Tours:

 

City Tour ½ perído – Arredores de Cusco: 18 soles;

City Tour Vale Sagrado : 55 soles (almoço incluso);

City Tour Mara e Morais: 30 soles.

 

23/10, Quarta-Feira À Tarde:

 

Combinado previamente que eu iria esperar o guia em frente à agência Inka Travel às 13:45 hs, uns dez minutos depois, o guia hiper bonzinho chegou e nos levou até a Plaza de Armas para encontrarmos os outros turistas. O mesmo ainda explicava em inglês e espanhol.

 

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Algo legal que o guia nos explicou, é que os sentimentos dos andinos são demonstrados pelas roupas e não por sorrisos, postura ou algo equivalente, já que eles são extremamente recatados, tímidos e sérios. E percebemos mesmo pelas vestimentas, os diversos tons de cores apresentado. Achei muito interessante.

 

Obs.: legal que tinha gente no tour de diversos lugares da América do Sul. Tive afinidades com um casal (mexicano e uma espanhola) que iriam ‘mochilar’ pelo continente americano por 8 meses e, uma peruana, que desde pequena mora na Suíça, mas ainda tinha parentes por lá! Troca de experiências única!

 

Depois de uma hora no local, rumamos em direção ao templo da engenharia inca e totalmente misterioso, Moray.

 

Moray

Custo: entrada com o boleto turístico

Olhar aquela engenhosidade do período inca, fez eu me sentir burra ::lol4:: . Naquela época, sem nada de moderno para ajudá-los na construção daqueles orifícios naturais gigantes, não há como não interrogar-se várias vezes. Fiquei abismada. E visualizando àquelas “rodas” que se não houvesse explicação eu não saberia para que serviriam, podíamos observar que quanto mais descêssemos, mais a temperatura aumentava. O guia explicou que há uma diferença de 15°C entre o platô e a parte inferior da depressão e ainda com uma profundidade de 45 metros. Ainda estudos afirmam que os diferentes níveis de terraças, tinham seu próprio microclima, reproduzindo todos os pisos ecológicos que abarcava o Império Tahuantinsuyo, servindo de laboratório agrícola inca para serem experimentadas como colheita.

 

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De Moray, percorremos algumas estradinhas e vilarejos lúdicos e, em aproximadamente 1 hora, chegamos ao local. A primeira vista, achei uma paisagem bastante incomum. Pensei: “Caracas, o que é aquilo? Sensacional aquelas piscininhas.”

Na verdade, aqueles poços são totalmente voltados a extração de sal. É um complexo de alguns milhares de piscinas que pode render até 350 kg de sal por mês... Legal que, logo que descemos para chegar às salineiras, há um filete de água cruzando a terra. Quis provar a água. E não é que a mesma é razoavelmente morna e bem salgada? Tirei ‘trocentas’ fotos e depois sentei e fiquei a contemplar um rapaz trabalhando em uma delas. Após algum tempo, o guia nos chamou para ir embora. Saí do meu transe. ::otemo:: Indico a visita.

 

Ainda a tarde, depois do city tour e de um lanche no Bembos (indico também – fica na Plaza de Armas), visitei o Centro de Exposições Contemporâneo – estrutura legal, porém nada tão esplendoroso. Fiquei alguns minutos por ali e depois rumei para o hostel, onde paguei todas as diárias (160 soles – incluso também os dias após o meu retorno de MP), e ainda tentei ir ao Centro de Exposição de Qosko (Av El Sol). Porém, depois de quase uma hora na fila, desisti. Como no domingo meu dia seria totalmente off, decidi deixar para aquele dia.

 

Subi a rua e rumei para a Plaza de Armas. Sentei em um dos bancos e comecei a escrever minhas impressões no meu diário de bordo. Estava um frio da bexiga, meu pé nunca esquentava (e o tênis totalmente molhado!), quase endurecendo viva com a friaca (notem que: eu não levei roupa apropriada para o frio, apenas uma blusa grossa e só. Admito que fui com a cara e coragem, já que viajei apenas com uma mochila pequena que contou como bolsa de mão), mas não estava nem aí... Confesso que passei um frio dolorido... ::ahhhh::

 

Voltando ao texto, acho que devia estar uns 8° graus, e mesmo assim, a praça estava cheia de turistas e moradores caminhando para lá e para cá e ninguém nem aí para a temperatura... ::Cold::

 

25/10 – Sexta-Feira

 

Acordei hiper entusiasmada para visitar o Vale Sagrado, e saber que no outro dia estaria em MP, meu coração acordou aos pulos.

 

Saímos um pouco atrasados, visto que um pagante demorou para chegar ao busão. Todos que se encontravam por lá estavam hiper impacientes. Enfim, depois de uns quarenta minutos, ele chegou, pediu uma misera e imbecil desculpa (percebi que não veio do coração!) e o guia começou a explicar o nosso tour. Muito gente boa e engraçado – o nome dele é Jesus! :lol:

 

Bom, primeiro visitamos uma aldeia onde os moradores fabricam vestimentas de alpacarras. Não quis comprar nada, dessa forma, ficamos uns 40 minutos por lá tirando fotos de uma lhama e depois rumamos para Pisac (impagável!).

 

Pisac

Custo: entrada com o boleto túristico

Ponto de partida para visitar o Valle Sagrado. Nesta região, podemos visualizar: o povoado colonial que fica junto ao rio e o complexo arqueológico, este que está suspenso no alto da montanha, entre os quais se destacam: plataformas, aquedutos, cemitérios, pontes, etc...

 

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Neste local, um momento depois, conheci um solitário mochileiro italiano (a trip dele era pelo Peru e Bolívia). Conversamos bastante, não me perguntem em que língua, era uma mistura de espanhol, italiano, português e inglês e, como íamos pegar o trem para Águas Calientes no mesmo horário, decidimos ir juntos até porque ele tinha hospedagem garantida por lá e eu nem sabia onde eu ia dormir... O mesmo, então propôs de irmos até o hostel e tentar achar algo por lá. Aceitei...

 

Como ainda era 4 da tarde, decidimos rodar a cidadezinha e comprar algumas coisas (biscoitos, sucos, etc...) para comer no outro dia, visto que em Águas Calientes, disseram que tudo era muito caro. Resolvemos então parar em um barzinho local, e ficamos lá tomando caipirinha. Após um tempo, rumamos para a estação de trem.

 

Adendo: Claro que nossas poltronas eram uma longe da outra. O legal é que o italiano era tão bom de lábia que conseguiu trocar a minha passagem (eu estava um vagão a frente dele), para sentarmos juntos. E isso aconteceu tanto na ida como na volta, na viagem no dia seguinte. E assim, nos tornamos companheiros chicletes por dois dias...

 

Trem pontualmente saiu da plataforma. Sobre o transporte e a empresa não tenho nada de negativo a falar. As poltronas são confortáveis, havia uma música ‘ambiente’ tocando (flautas se contorcendo a exaustão – tornou-se insuportável depois de um tempo e o italiano pediu para a atendente do vagão diminuir um pouco o volume – foi prontamente atendido ::lol4:: ), recebemos como lanche um bolinho com gosto de nada e o refri Inka Cola – acho que tem outras opções, mas não consigo me recordar) e depois resolvemos descansar um pouco, ao som que tocava no tablet dele (flashback das boas!).

 

Duas horas depois, chegamos em Águas Calientes. Descemos do trem e fomos bombardeados por várias pessoas do hostel com uma plaquinha onde estava escrito o nome do hóspede em questão. Como eu não tinha nada reservado, fui de intrusa junto com o italiano (não sem antes ele ter conversado com a moça e ela ter dito que havia um quarto single disponível + wc privado + chuveiro de água quente), e isso pela bagatela de 40 pesos. Claro que eu decidi ficar!!!

 

Obs: O hostel chama-se Intiquilla. Tem wi fi, o ambiente é limpo, recepcionistas cordiais, café da manhã caprichado (incluso na diária), as camas são decentes, tem tomada por todos os lados (importante para deixar nossas quinquilharias carregando), enfim, para passar uma noite, recomendo!

 

Bom, depois de todos os trâmites de check-in e as informações cabíveis do hostel, decidi ir arrumar minha mochilinha, visto que eu só levaria o necessário para a montanha (água, biscoitos, gatorade...). A mochila maior ficaria no luggage do hostel. Tomei um banho bem demorado, comi algumas tranqueiras e coloquei todas as pilhas para carregar, visto que de forma alguma eu poderia ficar sem carga lá em cima. Já pensou?

 

Nãoooooooooooooooooo mesmo. Nesse meio tempo, começou a chover. Caiu um temporal medonho... Pensei: “meu sonho está perto de se afogar”....

 

Confesso que nem consegui dormir direito, com medo de perder a hora, fora a minha ansiedade que estava me matando. ::hein:

 

Sei que algum tempo depois, eu e o italiano apreensivos, nos engalfinhamos na esperança de nos acalmarmos ::love:: , "expulsei" ele do quarto porque precisava dormir, e às 2 am, caí em um sono agitado. Isso porque duas horas depois, teria que estar de pé novamente! ::ahhhh::

 

Adendo: Sim, nos apaixonamos e desapaixonamos repetidamente nas viagens! ::hahaha:: Aproveitem, mochileiros/as!

 

26/10 – Sábado

 

No horário combinado, as 04:30 a.m, levantei. A chuva tinha parado. Já fiquei mais feliz. Fui tomar café e às 05:00 a.m e depois fomos em direção ao ponto do bus. Tinha lido no site que muitos subiam a pé, mas como sou hiper sedentária, resolvi não arriscar. O ticket custa 18,50 dólares, ida e volta. Achei meio caro, mas fazer o quê. Ou paga ou vai a pé e chega bufando lá em cima. ::toma::

 

O trajeto leva 30 minutos. De inicio não dá para ver nada, visto que as montanhas estão totalmente encobertas pelo nevoeiro. Mas, com o passar dos minutos, começamos a ver pequenos contornos da cordilheira e, posso dizer, emociona. Comecei a ficar nervosa e dei minha mão para o italiano. Minhas mãos suavam intensamente. Parecia uma bica salgada! Lágrimas furiosas começaram a rolar pela minha face. Visto a minha emoção, ele também cochichou que estava mega nervoso. Ele beijou a minha testa e permanecemos de mãos dadas até chegar a entrada do parque.

 

Adendo: Muita emoção. Muitos sentimentos que se entrelaçam e fica difícil definir o que realmente estamos sentindo. Eu ainda não conseguia acreditar que tinha chego até ali. Isso porque nem havia entrado nas ruínas. Era um sonho idealizado aos 10 anos de idade que se concretizaria 21 anos depois. ::mmm:

 

Já na entrada do parque, visualizamos pessoas de todas as partes do mundo. Percebe-se que muitos estão nervosos, outros calados, alguns falando mais que uma matraca para espantar a ansiedade, e eu, estava... estava...bem, não sei determinar o que estava sentindo!!!

 

Entrei na fila e decidi me inserir em um grupo de 4 pessoas para acompanhar o passeio de duas horas com uma guia que ia contar sobre MP. Lá você tenta combinar o valor do tour e quanto mais pessoas, melhor, justamente para não ficar muito caro. Tem guia em espanhol e inglês. Escolhemos uma guia que falava inglês, visto que meu grupo eram todos da Alemanha. Super hospitaleiros e educados. Indico um guia, já que há detalhes que realmente são importantes e encantadores e, uma simples pedra visualizada, pode significar uma nova visão ao olhar para a mesma, depois da explicação.

 

Cheguei em MP às 6 am. Só sai as 16 pm.. Dá para caminhar bastante e com muita calma. As melhores fotos são tiradas na parte da manhã, até porque há pouquíssimas pessoas no local e depois das 14 hs, já que boa parte também resolve ir embora. Eu preferi aproveitar o máximo que eu pudesse até porque eu comprei as passagens de trem para depois das 18 hs.

 

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Na volta a Ollanta, começou a chover hiper forte. Só sei que ao entrar no trem, desabei e ronquei horrores. Na estação, tentei até colocar minha capa de chuva, mas foi em vão... Aquele monte de gente procurando abrigo, taxi, tentando ainda proteger a mochila da chuva, estava um caos. Conseguimos um táxi por 15 soles até Cusco. Porém, como estávamos em dois, o taxista deixou-nos no carro e foi buscar mais dois na plataforma. Olha, demorou um bocado viu... E nós já preocupados achando que o taxista tinha nos esquecido ali. Enfim, ele conseguiu mais um casal. Por fim, zarpamos dali.

 

É neste momento que começa a emoção. A viagem em si durou 1 h 30 min com ultrapassagens arriscadas, freadas bruscas e muita adrenalina na veia. Pensem em um motorista arretado? Multiplique por dez. Pois é... No fim, tudo deu certo. Chegamos um pouco tarde, mas vivos. Ali seria a ultima vez que veria o italiano, já que ele ia partir para Arequipa no dia seguinte. Agradeci todo carinho e companhia, nos abraçamos e despedimos ali, na calçada da Plaza de Armas. ::kiss::

 

Cheguei cansadérrima no hostel. Só deu tempo de tomar um banho, rever algumas imagens da câmera, agradecer por aquele dia e capotar. Totalmente um sono sem sonhos!!!

 

27/10 – Domingo

 

Dia off. Decidi não fazer nada neste dia.

 

Acordei muito tarde e para ajudar a preguiça (e eu não ficar arrependida por não ter aproveitado o dia) o tempo amanheceu horrível. Uma chuva, um frio. Só para ter uma ideia, permaneci até as 13 hs na cama. Decidi tomar um banho novamente para estancar a lassidão e decidi comer algo no hostel mesmo. Para variar, estava cheio naquele horário (acredito que todos tiveram a mesma decisão que eu) e acabei conhecendo uma paulistana (Tatiana) que decidiu largar tudo (pois enjoou do mundo moderno) e ir viajar/ trabalhar/estudar espanhol por alguns meses na América do Sul (às vezes, me pego pensando nisso). Ela já estava ali há 20 dias... Trocamos figurinhas, contei do meu mochilão, ela contou dos planos dela e ficamos até imensamente felizes de termos nos encontrado, visto que ali no hostel, é bem difícil ter brasileiros. É meio que uma coisa pingada (conheci apenas uma carioca no dia que cheguei, mas no seguinte, ela já foi embora), já que todos preferem ficar no Pariwana ou no Wild Hostel.

 

Tikka.jpg.59e717f5840c52b03e16d6edd8279d2c.jpgtrip[/i] em Cusco.

 

28/10 – Segunda-Feira

 

Acordei hiper cedo para arrumar o restante da mochila, que a cada dia ficava mais estufada. E olha que não sou de comprar lembranças e muito menos badulaques. Enfim, apertei-a de modo que não me desse problemas e nem atingisse o peso limite, fui tomar café e desci até a Av El Sol para pegar um táxi até o aeroporto (10 soles). Aperto notável no coração ao deixar Cusco. Estava até um pouco triste, mas não podia me deixar levar pela cafonice de momento, visto que ainda tinha 23 dias de mochilão pela frente.

 

Bom, de qualquer forma, estava pronta para conhecer Lima. Teria apenas um dia por lá, mas desde o primeiro momento, a capital peruana seria apenas um ponto de conexão entre os locais. Cheguei às 13 hs no aeroporto, peguei um táxi oficial mesmo com um motorista mega bonzinho (ele foi descrevendo os lugares por onde passávamos e lembrou-me que eu precisava experimentar o ceviche! – acabei não provando, que raiva!), que me deixou no hostel 40 minutos depois. Decidi ficar na mesma rede (Kokopelli) e não me arrependi. Fiquei em um quarto compartilhado (6 mulheres), mas só tinha eu e uma americana no mesmo e com um banheiro mega apertado - sempre que adentrava o recinto, eu batia o cotovelo em algum lugar, mas posso dizer que a limpeza estava impecável, não tenho do que reclamar.

 

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Andei pelo centro mesmo, não pretendendo sair do miolo, até porque teria o dia seguinte inteiro pela frente. Aproveitei que estava com fome e comi um hambúrguer enorme ::dãã2::ãã2::'> com suculentas e crocantes batatas fritas e refrigerante ao custo de 13.700 pesos - onde comemos tudo isso por 14 reais no Brasil??? Ai, dá até saudade!!!.

 

Só sei que Bogotá ferve a noite. Muita gente na rua. Muita mulher bonita ::hãã2:: . Muito homem bem vestido :P . Muitos pubs. Muita gente com celular alugando-os por míseros centavos (tanto chamadas nacionais como internacionais – primeira vez que vi e percebi que o pessoal de lá não é tão abitolado por celular quanto os brasileiros aqui) muitos prédios com conjunto arquitetônico belíssimos... Ai, ai... Já tinha até me arrependido de não ter deixado mais dias disponíveis na cidade...

 

Caminhei pelas imediações até às 22 hs da noite. Após, decidi ir para o hostel. Tomei banho (gelado! porque não consegui ligar a bosta do chuveiro, quase morri de frio), me troquei e corri para debaixo das cobertas porque a temperatura tinha diminuído drasticamente... E, para variar, qualquer movimento que eu fazia na cama, a mesma rangia. Que horror. E sabe como é, né!? Eu me virooooo muito quando durmo. Rangido. Rangido... Acho que alguém do quarto ao lado pensou que eu fiz sexo a noite toda. Coitados... Nem tinham noção....

 

Enfim, demorei um pouco a pegar no sono, sendo assim, fiquei conversando por whats com algumas pessoas do Brasil. Uma hora depois, comecei a ficar mole, apaguei a luz e dormi!

 

30/10 – Quarta-Feira

 

Despertei as 7:30 hs da manhã. Até ia levantar mais cedo, porém estava um frio aterrorizador. Desci para tomar café (notem que o hostel é muito silencioso, trombei com pouquíssimos mochileiros por lá – portanto, não é um lugar indicado para quem quer fazer amizades) e quando dei de cara com a mesa, fiquei horrorizada: fraquíssimo. Para não dizer que não tinha nada, sim havia, uns pãezinhos estilo seven boys e um café anêmico e morno que definitivamente era intragável... Sinceramente, saí para caminhar com fome... Resolvi então procurar algo na rua.

 

Adendo: Se vocês querem pagar barato, hospedar-se em um local acessível (La Candelaria) e não ligam para tomar café na rua, recomendo... Agora, se preferirem outro hostel, um colega colombiano que conheci no Peru, recomendou o Alegria (o mesmo diz que é sensacional). Quem sabe na próxima?

 

O tempo estava um pouco instável, então resolvi subir o Monte Serrat na parte da manhã. Perguntei a um soldado que estava com um cachorro gigante no seu encalço e o mesmo indicou que eu poderia pegar um táxi ou ir a pé mesmo, pois não era tão longe! Decidi ficar com a segunda opção...

 

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Bom, confesso que me perdi no centro de Bogotá. As ruas são extremamente iguais, sabe? E como ainda não estava acostumada com a numeração e o nome da via, me confundi bastante... Mesmo com um mapa off disponível no celular, quando eu achava que estava no caminho certo, de repente, via que estava bem longe do que estava procurando. Afsss... Os militares sofreram muito tentando me ajudar... E olha que eles sempre davam as informações corretas... Só depois que utilizei o Cerro Montserrat como ponto de visão, foi que consegui chegar aos lugares...

 

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Passei quase duas horas apreciando os quadros, esculturas, etc... Há tempos que eu ansiava para ver uma exposição deste artista. Olha, tive um ORGASMO ocular!!! Legal que dá para tirar foto. Tudo bem que o lance é contemplar aquele momento. Mas, as obras que eu curti bastante, trouxe comigo para o Brasil...Ficaram as lembranças...

 

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Umas duas horas depois, decidi pagar a conta e rumar para o hostel... Estava trançando as pernas já... Acabei errando o caminho... :o Afsssssssssss... Estava tão perto de casa e tive a ainda a audácia de me perder... Subi, desci, atravessei a mesma rua duas vezes e nada do hostel... Minha vista turva, meus cambitos trancando exageradamente, decidi parar num bar e perguntar... O rapaz prontamente me informou por onde tinha que ir...

 

::toma::::toma::::toma::

 

Enfim, consegui chegar depois de meia hora rodando o mesmo quarteirão. É... Acontece... Chegando lá, o sono estava gritando, mas eu tinha que arrumar minha mochila pois no outro dia, ia pegar o voo às 8 da matina.

 

Próxima parada: Cartagena.

 

31/10 – Quinta-feira

 

Acordei às 04:20 hs d a manhã. As cinco em ponto, o táxi estava no hostel.

 

Paguei 50 mil pesos da Candelária até o aeroporto, isso porque na ida, tinha custado a metade desse valor. Ainda tentei barganhar, porém o carinha era pilantra mesmo... Joguei o dinheiro no banco, desci do táxi fula da vida e fui fazer meu check-in.

 

No aeroporto de Bogotá, não vi balcão de auto service. Até perguntei para uma mocinha da Copa Airlines que estava sonhando em pé ::dãã2::ãã2::'> , mas acredito que ela não tenha entendido e me indicou a fila do atendimento normal. Esperei uns 10 minutos, quase ninguém na fila e tinha três atendentes. Deprimente a lerdeza. O aeroporto até que é arrumadinho, tem muitos policiais, fora que é enorme. Ainda está em obras, claro, porém o melhor disso tudo é o wi-fi potente.

 

Em 1h e 30 min, chegamos em Cartagena. Eu com duas blusas de frio, calça jeans, tênis com meia e um calor de quase 40°. ::Cold::::ahhhh:: Acharam que eu estava na Patagônia, só pode!

 

Cheguei já fervendo na cidade.

 

Ao sair do aeroporto, virei a esquerda e logo em frente deparei-me com um ponto de táxi onde havia um balcão pequeno e até sem indicação de nada. Disse para a mocinha do atendimento para onde eu queria ir e eles me deram um ticket com o valor da corrida. Do aeroporto até o hostel, paguei 10 mil pesos. Cheguei super rápido, algo como 10 minutinhos. E ao visualizar a cidade, já fiquei encantada com o que eu vi.

 

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Táxi do Forte até o Cerro custou para nós 35 mil pesos (dividimos em duas pessoas – ida e volta, ok!? O taxista ficou esperando por uma hora).

 

Após o magnífico pôr do sol, o taxista deixou-nos no hostel. Estávamos extasiadas com a vista.

 

Tomamos banho e decidimos ir a Praça São Domingo, onde a maioria dos turistas se concentram. Meuuuuu, muito caro... :vapapu:: ::vapapu::::vapapu:: Tomamos apenas uma cerveja (que custa o dobro de outros bares) e rachamos uma pizza!

 

Depois de uma horinha, voltamos ao hostel. Logo que adentramos estava rolando uma aula de salsa. Fiquei somente olhando. Duas horas depois, fui dormir.

 

02/11 – Sábado

 

Acordei como de praxe bem cedo. Nesse dia, resolvi percorrer os lugares que havia gostado e porventura adentrar.

Primeiramente, fui a igreja e a casa do Padre Claver (protetor dos escravos africanos).

Custo: 9 mil pesos.

 

É realmente fascinante. A casa é gigante, com um jardim modesto no meio e toda a sua história é praticamente contada através de vários quadros dispostos na parede. Aproveitem e visitem a igreja que fica ao lado.

 

Após a viagem, fui ao Museu da Inquisição.

Custo: 15 mil pesos.

Achei a exposição regular para o valor pago. Resumindo, o local é bem cuidado e tem uma exposição permanente no 2° andar sobre a história de Cartagena. Enfim, é mediano, não espere muito!

 

Após sair de lá, encaminhei-me para o Hard Rock Café. Lá, iria me encontrar com a paranaense! Entramos, tiramos fotos, sentamos, olhamos o cardápio e tivemos aquele susto. Eu tinha noção que as coisas eram um pouco caras, porém não tinha ideia que era um absurdo. Eu, mochileira, decidi ir almoçar em outro lugar. Sem culpa nenhuma, saímos do local e fomos atrás de um restaurante local: menu executivo (sopa de entrada, peixe ou carne, salada, arroz e suco do dia, por apenas 8 mil pesos – algo como 8 reais)... Valeu incrivelmente a pena!

 

À tarde, resolvi voltar ao hostel e arrumar a bagunça da minha mochila. Tomei outro banho (no mínimo, era umas 3 duchas por dia), e rumamos para um bar de salsa (somente nativos) próximo a Torre do Relógio. Chama-se Dom Fidel. Lugar hiper simples, onde há um telão onde passam clipes desse ritmo, comandado por um tiozinho. Ficamos um tempo por lá e tomando cerveja. Após uma horinha, resolvemos ir numa tabacaria tomar o melhor mojito de Cartagena - o gerente do local sempre que me via, vinha correndo na minha direção convidar-me para entrar. ::love:: Essa tabacaria fica bem pertinho do hostel. E, por conta da casa, tomamos dois mojitos pelo preço de um! Obaaaaaa!!!! Olha, recomendo!

 

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Cartagena superou e muito as minhas expectativas!

 

04/11 - Segunda

 

Acordei cedo, tomei café e fui trocar grana. Depois, peguei um táxi em direção ao aeroporto.

 

Só avisando galera, antes de fazer check-in, há a necessidade de pagar uma taxa para a entrada na ilha. Na época, paguei 47.800 pesos. De posse da tarjeta turística, vá até o balcão da cia. Lá, eles pedirão esse papel para verificar se está tudo em ordem. Após o check-in, encaminhei-me até a sala de embarque e lá fiquei na net – para passar o tempo, já que não tinha o que fazer – dei notícias para meus pais, olhei meus emails, abasteci meu diário... Enfim... espera no aeroporto é sempre isso...

 

O voo foi mega rápido. A visão antes de pousar na ilha é fenomenal. E ainda visualizamos uma ilhota chamada Caio Bolívar, pequenina e com uma água de diversos tons de azul. Emociona viu...

 

Logo que o avião pousou, meio que saí correndo do avião, para entregar a tarjeta rapidamente. Qual não foi a minha decepção... O aero é bem pequeno, haviam poucos funcionários atendendo e uma fila gigantesca que dava umas dez voltas. Fiquei uns 45 minutos por lá. Fora que não há ventilador, ar condicionado, nada que diminua o desconforto. ::mmm:

 

Depois de entregue, “bora” caminhar até o hostel. Como sou mão de vaca, decidi ir a pé mesmo. E vale a pena, pois o hostel ficava a apenas dez minutos do aeroporto, e eu estava com uma mochila leve. Sem dramas!

Fiz o check-in e imediatamente tive acesso a estrutura do local. Tinha wi-fi nas áreas sociais, quartos limpos, café da manhã modesto (pão de forma, suco de laranja, sucrilhos e outras coisas da região – não me lembro agora)... Como cheguei na parte da tarde, decidi alugar uma bike e fazer reconhecimento local.

 

Andei por vários minutos, ate que cheguei num bar para comprar algumas coisas. Um morador que estava no local, perguntou-me para onde eu iria e naturalmente comentei que gostaria de dar a volta na ilha de bicicleta. Ele então comentou que era melhor voltar para o hostel e deixar para um outro dia, de preferência iniciar o tour pela manhã, já que iria anoitecer. Como era 16:30 da tarde e ainda tinha 20 km pela frente, fora meu sedentarismo, não pensei duas vezes. Voltei.

 

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Depois dessa volta ao mundo, chegamos bufando no hostel. ::essa::::essa:: Decidimos jantar em um restaurante voltado aos nativos mesmo (nada turístico) e como estávamos bem cansadas, fomos nanar. Minhas pernas gritavam clamando uma massagem! Hahahahahah!!!! :lol:

 

07/11 – Quinta-feira

 

Resolvemos curtir fotossíntese na praia de São Luís. Fomos de buseta mesmo. Aproximadamente, 20 minutos do hostel até a praia. Custo: 1.600 pesos. Pensem em um busão velho caindo aos pedaços. Pequeno. Multiplique por dez. É muito, muito velho! ::ahhhh::

 

Nesse dia, não queríamos fazer nada. Apenas, ficar jogada na areia, curtindo a praia cristalina e o sol maravilhoso.

:wink:

 

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No horário combinado, os carinhas do barco começaram a chamar para embarcar novamente. Próxima parada: Johnny Key.

 

O local conta com uma boa estrutura aos turistas. Água extremamente limpa e de um azul impressionante. Ai, ai. Só de imaginar novamente, tenho uma imensa vontade de voltar para lá!

 

Depois do tour, na volta, decidimos sentar na praia principal da ilha e olhar o movimento. Porém, minutos depois, começou uma ventania, ficamos com frio e rumamos de volta ao hostel. Já que tínhamos chegado cedo, tomamos banho e ficamos de boa por lá. Minha parceira dormiu e eu fiquei na área de convivência com um mochileiro que tinha chegado naquele dia. Capotei bonita no sofá. Deixei o rapaz falando – claro que não foi porque eu quis. ::dãã2::ãã2::'>

 

Decidi ir para a cama, terminar meu cochilo por lá! Algumas horas depois, fomos novamente a discoteca! Não paga nada para entrar, só o que consumir mesmo.

 

Como era uma sexta feira, neste dia estava até mais cheio que a noite anterior... Fiquei um bom tempo sentada e bebericando mojitos. Preferi ver os nativos se requebrarem. E que molejo eles têm, hein!

 

Após alguns drinques, entrei no ritmo deles e me joguei na pista. Reencontrei-me com um londrino que conheci na noite anterior (...) e resolvemos sumir da balada.

 

::kiss::

 

09/11 – Sábado

 

Cheguei no outro dia, às 10:30hs da manhã no hostel. Descabelada e com cara de paisagem! :D:lol::P

 

(...)

 

Eu, a gaúcha e o mineiro que havia chegado no dia anterior, decidimos ir a praia de Rock Key, onde há um navio naufragado e que tem fácil acesso pelo mar. Lugar muito tranqüilo, pouquíssimas pessoas na praia. Do nada, começa a chover. Vinte minutos depois, parou. O sol retornou com força total. Porém, eu não poderia ficar por muito tempo, já que aquele dia eu iria para Bogotá! Decidi ficar somente até às 14 hs.

 

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Me despedi do pessoal com uma dorrrrrrr lastimável e fui embora! Nem olhei para trás. Passou um filme hiper rápido desde o inicio da trip, que começou no Peru até ali... Já começava a sentir uma saudade profunda de tudo que havia vivido. ::otemo::

 

Peguei a buseta e fui para o hostel arrumar minha mochila. Fora que ainda tinha que comprar os perfumes, cremes, maquiagens, entre outras coisas no duty free a céu aberto. Gastei uns 300 dólares por lá! E foram muito bem gastos, diga-se de passagem.

 

Lembrando que: ao sair da ilha, devemos entregar a segunda via da tarjeta turística. Portanto, não esqueçam!

 

Saindo de San Andrés, iria até Bogotá. De lá, pegaria um vôo direto para São Paulo. Só sei que passei um baita frio no aero! Dormi nas banquetas mesmo, quase agarrando a moça que estava do meu lado, tamanho o frio.

 

Enfim, o avião saiu no horário. Assisti trezentos filmes até chegar ao Brasil – quase 8 horas de vôo. Revi todas as mais de cinco mil fotos que tirei nesta trip de 22 dias! Estava saudosa. Rolou algumas lágrimas. :wink:

 

Olha, agradeço imensamente por tudo que vivi.

 

E vamos programar a próxima! Como diz o Cazuza: "o tempo não pára..."

 

PRÓXIMA TRIP: MÉXICO /OUT 2014

(PASSAGENS JÁ NA MÃO!)

 

::otemo::::otemo::::otemo::::otemo::::otemo::

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Editado por Visitante

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Só com bagagem de mão!!! que legal, também viajei pela America do sul por 20 dias, e confesso que levei muita bagagem, na próxima irei tentar fazer igual a você, só com uma mochila!! e continua o relato que ta muito bom!!!

 

Abçs

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cgtlima    0

Belo relato!

Também estive em Machu Picchu em Outubro/13, bateu saudade.

Aguardando a continuação...

Parabéns.

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Esperando o fim do relato! :)

Foi um prazer te conhecer, mesmo que o encontro tenha sido rápido!

Mas a gente ainda se encontra pelo mundo!

 

Beijos!

 

 

Letícia, gostaria de ter trocado mais ideia contigo.

Prazer foi meu! Adorei conhecê-los também. Casal lindo viu!

 

Grande beijo.

 

Quando for a Minas, te aviso! Amo este estado!

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patybds    0

Sabe qual a minha vontade depois de ler um relato como o seu? Ir ali no quarto, abrir o guarda roupa, pegar a mochila, umas míseras peças de roupa, DOIS tênis e partir para um mochilão desses. Mas como não tenho grana no momento, tampouco disponibilidade, voltemos ao seu relato.

BOQUIABERTA com a sua bagagem, PARABÉNS³!!! Eu consigo ser compacta quando necessário, mas você, nunca vi coisa igual hahah.

E o italino? Ahhhhhhh que fofo! Segurando na mão e beijinho na testa? ouuuun!

 

Sobre Bogotá, ao ler "Muita gente com celular alugando-os por míseros centavos..." a minha reação foi :shock: Oi? alugando? hahaha. Que demais conhecer outras culturas. Confesso que jamais pensaria na Colômbia como destino, agora já não penso mais isso.

Agora volta aqui pra nos contar o fim do mochilão!!!

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Sabe qual a minha vontade depois de ler um relato como o seu? Ir ali no quarto, abrir o guarda roupa, pegar a mochila, umas míseras peças de roupa, DOIS tênis e partir para um mochilão desses. Mas como não tenho grana no momento, tampouco disponibilidade, voltemos ao seu relato.

BOQUIABERTA com a sua bagagem, PARABÉNS³!!! Eu consigo ser compacta quando necessário, mas você, nunca vi coisa igual hahah.

E o italino? Ahhhhhhh que fofo! Segurando na mão e beijinho na testa? ouuuun!

 

Sobre Bogotá, ao ler "Muita gente com celular alugando-os por míseros centavos..." a minha reação foi :shock: Oi? alugando? hahaha. Que demais conhecer outras culturas. Confesso que jamais pensaria na Colômbia como destino, agora já não penso mais isso.

Agora volta aqui pra nos contar o fim do mochilão!!!

 

 

Oie!

 

Adorez ler seu recado! Lendo aqui, passou um filme na mente e, claro, relatar algo e notar que a pulguinha de viagens ameaça quem o lê, não tem preço! Muito feliz!!!!

 

Olha, olho todas as 5000 fotos que eu tirei durante a trip, uma vez por semana. E a cada dia, vejo algo que não tinha visto no momento anterior. Eu tenho tanto fogo na bunda em viajar, que nem mesmo aqui no Brasil e sem férias, fico parada! Neste momento, acabei de voltar um uma trip de final de semana: já conheci dois lugares, Londrina e Curitiba. E nos dois, diga-se de passagem, fui visitar duas pessoas que tornaram-se meus amigos nesse último mochilão que eu fiz. Final dessa semana, tô indo para POA, visitar mais uma mochileira que conheci na Colômbia! E assim, vivo feliz e sempre com tesão de aventureira!

 

Quanto a mochila mega compacta,posso te dizer que li muitos sites para conseguir chegar nesse tamanho! E fiquei metade do dia tentando arrumá-la e que também não ultrapassasse os 8 kg permitidos. E consegui! Olha, só para ter noção, deixei muita coisa pelo caminho. O que eu sabia que não ia mais utilizar, ia deixando nos hostels. E foi isso que me salvou, porque no Peru, como estava um frio lascado, tive que comprar mais uma blusa. E claro, uma peça a mais, já faz um volume considerável!

 

Irei para o México esse ano! E levarei também só uma mochila! VocÊ não sabe a sensação gostosa que dá ao descermos do avião e ir praticamente direto para a rua (dps que saimos da imigração). Você economiza vários minutos! ::hahaha::

 

Colômbia foi um desbunde para mim. Eu amei aquele país! Falar nisso, final de outubro irei para lá! Passarei cinco dias em Bogotá! Meuuuuuuuuuuuuuuuuu, e Cartagena? Aquela cidade é um espetáculo. O povo é excepcional, fora que são tão gentis e receptivos, que dá vontade de agarrá-los! ::Ksimno:: Rs! Não irá se arrepender se for para lá!

 

Quanto ao final da trip, estou quase finalizando o texto. Como mudei de área no trampo, tive (e tenho) algumas viagens programadas, não consegui dar atenção ao final do relato! Em poucos dias, posto! Aguarde!

 

Muito obrigada pelo seu depoimento! E espero que sobre tempo e din din para ti!

 

Se quiser me add no face, esteja a vontade!

 

Grande beijo,

 

Su

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patybds    0

Que delícia Suzy!! Super me identifiquei. Como trabalho por conta, minhas férias se resumem a 15 dias/ano no máximo, então sempre fujo nos fds também. E se for viagem a destinos onde moram pessoas que conhecemos em viagens, melhor ainda né?

Minha primeira viagem só com uma mochila como a sua foi pra Salvador, com baita dor nas costas, confesso... mas realmente é muito bom sair do voo direto pra rua! E poder circular na cidade só com uma mochila pequena tbm.

Enfim, quando me sobrar o tal do tempo e dindin, virei aqui reler o seu relato e me inspirar hehe. Ah, e esperar o relato do México!!

 

Vou te add no facebook sim :*

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Que delícia Suzy!! Super me identifiquei. Como trabalho por conta, minhas férias se resumem a 15 dias/ano no máximo, então sempre fujo nos fds também. E se for viagem a destinos onde moram pessoas que conhecemos em viagens, melhor ainda né?

Minha primeira viagem só com uma mochila como a sua foi pra Salvador, com baita dor nas costas, confesso... mas realmente é muito bom sair do voo direto pra rua! E poder circular na cidade só com uma mochila pequena tbm.

Enfim, quando me sobrar o tal do tempo e dindin, virei aqui reler o seu relato e me inspirar hehe. Ah, e esperar o relato do México!!

 

Vou te add no facebook sim :*

 

 

Esteja a vontade!

 

Já terminando o relato! Vou para o RS este find e como passarei a noite no aeroporto, terminarei por lá!

 

Salvador ainda não fui! Quem sabe ano que vem???

 

Grande beijo linda!

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Muito chique seu relato...

 

Também quero uma foto com a "bichinha" sorrindo hahahaha o segredo é andar com uma banana na bolsa né?! ::lol4::

Ai, que ansiedade boa...tá chegando a minha viagem!

 

Bjo linda

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Também quero uma foto com a "bichinha" sorrindo hahahaha o segredo é andar com uma banana na bolsa né?! ::lol4::

Ai, que ansiedade boa...tá chegando a minha viagem!

 

Bjo linda

 

 

Oieee Bruna, tudo bem?

 

Demorei bastante para relatar.. Enfim, acabei conseguindo! Nem me fale sobre a foto da lhama sorrindo! Estava no lugar e na hora certa!

Uma das fotos que me marcou bastante!

 

Sua trip está chegando, olha que delícia! ::cool:::'>

 

Tõ ansiosa por ti!

 

Beijossssssssssssss ::love::

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Ai, que ansiedade boa...tá chegando a minha viagem!

 

Bjo linda

 

 

Oieee Bruna, tudo bem?

 

Demorei bastante para relatar.. Enfim, acabei conseguindo! Nem me fale sobre a foto da lhama sorrindo! Estava no lugar e na hora certa!

Uma das fotos que me marcou bastante!

 

Sua trip está chegando, olha que delícia! ::cool:::'>

 

Tõ ansiosa por ti!

 

Beijossssssssssssss ::love::

 

 

Tudo bom e contigo?!

Imagino que deve ter demorado mesmo, são muitos detalhes, muitas informações, enfim...

Está chegando mesmo! Borboletas em bandos no meu estômago! :lol:

 

Fato. Você estava mesmo no lugar e na hora certa, ficou super legal!!!

 

Beijooooooo ::love::

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Também quero uma foto com a "bichinha" sorrindo hahahaha o segredo é andar com uma banana na bolsa né?! ::lol4::

Ai, que ansiedade boa...tá chegando a minha viagem!

 

Bjo linda

 

 

Oieee Bruna, tudo bem?

 

Demorei bastante para relatar.. Enfim, acabei conseguindo! Nem me fale sobre a foto da lhama sorrindo! Estava no lugar e na hora certa!

Uma das fotos que me marcou bastante!

 

Sua trip está chegando, olha que delícia! ::cool:::'>

 

Tõ ansiosa por ti!

 

Beijossssssssssssss ::love::

 

 

Tudo bom e contigo?!

Imagino que deve ter demorado mesmo, são muitos detalhes, muitas informações, enfim...

Está chegando mesmo! Borboletas em bandos no meu estômago! :lol:

 

Fato. Você estava mesmo no lugar e na hora certa, ficou super legal!!!

 

Beijooooooo ::love::[/quot

 

Ótima viagem Bruna!

Peru te espera!

 

Beijosssssssssssssss

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