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Vgn Vagner

Pico da Onça- São Francisco Xavier -SP

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Vgn Vagner    1

Pico da Onça, Cachoeira Pedro David e Cachoeira do Roncador - São Francisco Xavier -SP (Acampando)

 

 

Introdução

 

Era início de Dezembro quando encarei desbravar a Grota funda numa investida de um dia com o meu brother mais presente nas trilhas que realizo. Porém, não tivemos tanto proveito assim, então abortamos a missão e seguimos para casa.

E Eu já convicto que aquela seria a última aventura do ano, devido a festividades e compromissos de final de ano. Mas não, por volta de 5/12 +ou-, o Léo me faz o convite de subirmos o Pico da Onça e acamparmos lá no topo. Dei uma olhadinha na agenda (como se eu fosse alguém importante rs), e vi que para os dias 21 e 22/12/2013 eu não teria nenhuma atividade. Então aceitei.

A principio, o Léo havia me dito que iria de bus, eu sugeri irmos de carro pra baixar e rachar os gastos com transporte, já que seria apenas um quarteto, que na hora H se reduziu a um trio > Eduardo, Léo e Vagner (eu ).

 

Relato

 

Combinados datas e horários, só o que faltava dar certo mesmo era a previsão do tempo, que insistia em anunciar chuva para os dois dias uma média de 24°C com chuva, isso daria uma sensação de muuuuitos graus a menos na hora de dormir em solo de serra. Por isso não estávamos nos animando tanto, estávamos pesquisando e compartilhando diariamente as previsões de vários sites disponíveis. E mesmo que na incerteza do clima, na véspera decidimos encarar essa exclamação. E às 12:30h do dia 21, no Metrô Armênia nos encontramos, e pé na estrada.

 

Foram vários km's pela Dutra (BR-116), até a saída 251 que dá acesso a São José dos Campos, que mantém a cidade muito bem sinalizada. Então foi fácil seguir as inúmeras placas que indicam a Rodovia Estadual SP-050, que leva a Monteiro Lobato e São Francisco Xavier (população de quase 4.000 habitantes).

 

Chegando na cidade fomos procurar um lugar para comer algo que desse sustância, tipo um almoço no capricho, mas já eram quase 16h, e se em sampa não se acho refeição, imaginem no interior. No centro da cidade existe apenas uma pracinha, uma igreja, uma padaria, um mercadinho, 3 restaurantes bem pequenos e uma barbearia" Ficamos sem opções, recorremos aos lanches.

O engraçado foi fazer os pedidos e assistir a balconista fazer uma mistura meio estranha, jogando um potinho de Yakult no copo de um cliente (gerou curiosidade nos três). E antes de pagarmos a conta, não aguentei e perguntei:

 

- moça, nós ficamos um pouco curiosos com a bebida que o rapaz pediu. O quê que é aquilo?

- água de coco com Yakult.

- e é gostoso ? uuuurrrgghh

- não sei, só esse idiota que me pede isso aqui na cidade - respondeu a moça. rs

 

*nos deu vontade de experimentar, mais imagina se isso dá uma diarreia no meio da trilha!!! kkk

 

Compramos uns comes e bebes no mercadinho e seguimos rumo a estrada que vai para cachoeira Pedro David, mas quando acabou o asfalto e chegamos enfrente a segunda pontezinha de madeira, já era hora de virarmos à direita e subir, subir, subir e subir até a entrada da Fazenda Monte Verde. Estacionei o carro, ajeitamos as mochilas e às 16:35h partimos.

Não deu nem duzentos metros e já chegamos no início da trilha, onde tem uma residência de onde saiu uma matilha (uns 7 cachorros), latindo, não pra morder, mas sim pra avisar que estavam chegando estranhos. Um deles, todo carinhoso ficou nos rodeando, balançando o rabo. Foi quando a dona deles perguntou:

 

- vocês vão pra Monte Verde ou pro Mirante ?

- vamos pro Mirante minha senhora

- tá ok, então ele vai acompanhar vocês. Se fossem pra Monte Verde eu não deixaria, tenho medo dele se perder.

- qual o nome dele ?

- Tico

- ok, obrigado

- tchau, bom passeio

 

Foi engraçado, Tico ia na dianteira, e com uns duzentos metros de trilha ele já parou. Olhamos pra frente, e tinham 7 vacas/bois no meio da passagem, quando paramos foi automático todos o

s bovinos virarem e sem mexer um órgão ficaram encarando a gente como quem diz: aqui vocês não passam ! kkk Cachorro não tem medo de vacas, mas até o Tico travou, não deu um latido se quer enquanto pensávamos o que fazer. E foi um cercado de arame farpados que nos salvou, pulamos o cercado (Tico veio junto), demos a volta (e as vacas encarando), e com um pedaço de bambu velho comecei a tocar o rebanho até saírem do caminho. Mutch, mutch, mutch > mandando beijinhos kkkkkkkkk.SAM_2030.JPG.330439a8fae178578a968bae9c8749cc.JPG

 

Seguimos pela trilha, tranquilos e despreocupados, pois não há bifurcações a confundir e nem grandes obstáculos, a maior dificuldade do trajeto em si é o desnível e a extensão da trilha, que com uma cargueira nas costas parece dobrar o desnível e comprimento... ufa, cansei só de lembrar. rs.

O único do grupo que estava com pique de maratona era o Tico, sempre tomando a frente, sumindo na mata e assustando os pássaros. Mas teve um momento que o bote dele foi certeiro, abocanhou um voador e não largava mais, então seguimos enquanto ele fazia seu lanchinho da tarde, pois com certeza, logo ele apareceria correndo feito um doido só pra me assustar (e assim foi rs).

Da metade do caminho pra frente o ritmo ia diminuindo, Eduardo com sinusite atacada sofria pra vencer a subida, a ponto de nos deixar preocupados, os lábios dele até ficaram sem cor. Reduzimos muito as passadas, indo numa velocidade acredito eu que uns 2km por hora (sem mentira). Mas logo após a entrada que leva ao vale dos duendes, com chuva repentina, já encaramos a fase final do sofrimento. E quando chegamos ao topo do Pico da Onça, depois de 3h de subida pesada, uma nuvem carregada nos abraçou com chuva forte e frio. O que nos ajudou muito, foi um plástico preto de uns 5m² que abandonaram por lá. Nos serviu como abrigo.SAM_2062.JPG.48914925c761f7312a51273283266797.JPG

A grande dificuldade era conseguir dar os nós na cordinha que esticamos entre duas árvores. Os dedos doíam, estavam duros e travando de tanto frio. Mas só o fato de termos montado abrigo atrás de uma rocha já ficamos protegidos do vento.

Escureceu assim que terminamos de armar as barracas (hora de trocar as roupas molhadas), então fomos fazer aquele lanche antes de dormir. O Tico ao invés de se abrigar conosco, subiu no topo da rocha, se encolheu do lado de uma moita e por ali ficou (acredito que a noite toda), deu dó dele por que caiu muita chuva e a friaca era grande. ::Cold::

 

"Sem energia elétrica no pico, não deu pra curtir nenhuma baladinha local kkkkk. Fomos dormir."

 

Breu geral, mas por volta das 4:30 a.m. acordamos com uma claridade muito forte (voltou a luz na quebrada kkkkk), parecia que já tinha amanhecido, mas não. Talvez tenha sido algum efeito da neblina ou algo do tipo, OVNI, sei lá. Cabecinha fora da barraca e tudo escuro, nada de claridade. Ficamos conversando até umas 5:30 a.m. e voltamos a dormir.

Quando realmente clareou o dia decidimos levantar e ver o quê de bom teríamos para avistar do mirante. Mas antes de qualquer coisa, cadê o Tico ? que não o vimos por perto. E depois de uns gritos, ele apareceu balançando o rabinho. Deveria estar com muita fome, e estava rsrs devorou 5 pães que dei pra ele.1530580_555034077922003_1333790745_n.jpg.6285d22819e6f53acc7ef0c1eef2cef2.jpg

O sol já dava algum ânimo aparecendo forte entre o nevoeiro. E quando ele abriu pra valer mesmo, foi a hora de assistirmos as melhores cenas.

Do topo da rocha a surpresa era grande, pois o imenso e parecendo ser infinito tapete de nuvens se estendia rumo ao horizonte > lindo, lindo, lindo. Fora a sensação de estarmos acima das nuvens sem a necessidade de decolarmos em aviões e superar os 1.950 metros de altura em que estávamos.SAM_2087.JPG.d714efe1ea10b923ad7478a3ea1afc6f.JPG

Todos com o bucho forrado, as melhores fotos tiradas, partimos pro mirante da pedra rachada sem as mochilas e aparatos, só pra amenizar a caminhada,rs. Trilhazinha tranquila que nos rendeu 30min de ida e 30 min de volta, mas sem muito sucesso na visualização. Aquele lado estava mais fechado por nuvens.

Na volta nem rodeamos muito, o negócio foi descansar uns 10min, pegar as mochilas e encarar a descida. Menos mal que água e lanches já não faziam tanto peso quanto antes, e sem grandes novidades vencemos o trajeto em 01:40h.

Bati palmas na casa onde Tico estava no dia anterior, e para nossa surpresa a tensão foi grande...

 

...viemos devolver o Tico.

- obrigado por cuidar dele - respondeu Dna. Silvânia.

Do nada a matilha ressurgiu latindo e rosnando alto, mas alto mesmo. Cercaram "nosso fiel" enquanto a dona deles gritava segurando um deles pelo rabo, calma Flop, chega Frederico (o mais bravo), e o clima esquentando. Alguns deles nos cheiravam, ficamos imóveis, "não passava nem agulha". Vimos que era puro ciúmes, e Dna. Silvânia disse que vira e mexe acontece isso, que eles dão bronca quando o Tico sobe sozinho.

O clima amenizou e o nosso fiel não deu muita bola pra cena de ciúmes, deu as costas e ainda nos acompanhou até o carro, de onde depois ficamos remontando com falas a cena como seria:

 

- poh Tico, você tá tirando a matilha hein. Como vc sai, passa a noite fora e não avisa ninguém ?

- vai começar ? vocês nem sabem onde eu fui.

- mó cachorrada isso aí.

- pior, com uns caras que vc nem conhece - disse outro deles.

- os caras são firmeza, enfrentamos as vacas, pegamos chuva, passamos mó veneno. Eles até me deram peito de peru.

- e se vc se perde ? a gente fica preocupado vc sabe disso.

- relaxa, a mãe autorizou eu subir com eles. Vcs tão é me chapando. Fui.

 

imaginem só. rsrs.

 

As cachus

 

De onde deixamos o carro à Cach Pedro David foi fácil, descemos até a estrada principal, percorremos 6 km's e já chegamos numa ponte de madeira com uma placa indicando a cachoeira. Nem trilha tem, é uma área não tão grande, gramada e o acesso é por um caminho protegido por corrimão para evitar quedas no rio. Passeio no bosque rs.

Nós ficamos por ali o tempo suficiente para tirar umas fotos e ensaiar uns mergulhos sem sucesso. A água estava gelaaaaaada demais, porém não afastou muitos banhistas que brincavam por lá.SAM_2136.JPG.f65d2a7a501e3932e8ffc9bfa9480048.JPG

A partida seria em breve, então resolvemos ir procurar algum lugar pra comer no centro da cidade, mas dos dois restaurantes que achamos por lá, um deles estava lotado e o outro só servia truta ($40 p/pessoa), "DEIXA QETO". Voltamos padaria do sol nascente, e na hora de fazer os pedidos...

 

- moça, vê um suco de limão.

- desculpa, não temos limão.

- vê uma vitamina de maça, maracujá e mamão.

- moço, acabou o maracujá. Pode ser com a polpa ?

- vê um x-frango.

- acabou o frango, rsrs

Que BADAROSCA de padaria é essa, que em pleno domingo, numa cidade turística não tem nada pra servir ? Ficamos então com "x-qualquer coisa e suco do que tivesse". rsrs. Sem stress.

Assim que saímos da PADAROSCA avistamos um restaurantezinho bem limpo e organizado oferecendo comida caseiro (Q má sorte rs).

Seguimos até a estrada que leva a Cach do Roncador, estradinha de terra, bem cuidada e deserta. Então sentei o pé hehehe. Poucos minutos, virando uma curva freei o carro bruscamente pra não atropelar alguns pintinhos que eram tocados pelo dono.

 

- senhor, a cachoeira do roncador é perto daqui ?

- vixi nóssinhora, pertin daqui, só sigui reto. Mais num compensa ir lá puressas zora não mininu! eles cobra $40 pra visitá, é caro pur demais. Compensa ucêis ir na do Pedro David aqui pa trás.

- viemos de lá agora meu senhor.

- então vão lá, de repente eles faz um preço bão prucêis cunhece. De lá memo seis pode seguir pela estrada de terra, estrada boa, e sair já em São José. Vão economizar uns 8 km.

- muito obrigado meu senhor.

- nada, boa viage pruceis, vão com Deus.

 

"é sempre bom encontrar pelo caminho, pessoas simples e de bom coração".

 

E assim foi. Seguimos até a entrada do local, que na verdade parece um sítio com uma placa bem grande explicando datas e horários de funcionamento, e também os preços de visitação.

Chegamos meio tímidos, todo mundo olhando pra gente, tomei coragem e fui me informar sobre as condições. A moça me solta uma pérola:

- por onde vocês entraram ?

- pelo portão (Dãããhhh ::putz:: ), estava aberto.

Conversas a parte , ela acabou por deixar a gente conhecer o lugar "na faixa" mas ficamos só o tempo suficiente para umas fotos.SAM_2157.JPG.a9440e68fb3dab066436e3d603020038.JPG

 

A mulher que nos recepcionou também indicou a estrada de terra pra voltarmos. Então fomos por lá.

A estrada de terra tem boas condições e bilhões de pedrinhas que são jogadas contra o assoalho do carro quando se vai além da 2ª marcha (parece tiro de metralhadora debaixo do carro rs). Com a via deserta eu esticava uns 80km/h enquanto a maioria por ali vai a 20 ou 30 p/h. E as pedradas comendo solta. Eu me divertia, parecia estar jogando Burn Out no Play 2, rolou até um Drift na curva, uooooww. O Edu disse que era a primeira vez que via alguém se divertindo tanto vendo o próprio carro sendo judiado numa estrada de terra >TIPO RALLY NO SERTÃO< kkk DAHORA.

Depois de uns 25 minutos chegamos na rodovia principal, depois Dutra, deixei os meninos no Metrô e tchau. #bora #casa #descansar.

 

até uma próxima.

Abraços.

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_Umpdy    0

Tirando o perrengue da chuva e vento forte.. foi show! Tico, sensacional .. sem palavras. ::otemo::

 

Que venhas os próximos perrengues de 2014. ::bruuu::

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Vgn Vagner    1

Fechamos 2013 com chave mestra. Tudo valeu a pena.

E dois mil e quatorze está só começando meu bom. ::otemo::

 

> as idéias estão em ebulição < ::hahaha::

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xxcharles    0

Bom dia brother ..

 

Muito boa a trip, a visão de um pico nao tem igual ...

Brother estou pensando em fazer essa trip (travessia MV >>> SFX), agora em fevereiro, gostaria de umas informações já que esteve por la esses dias...

Tem como montar umas 2 barracas no Pico da Onça ? Tem algum ponto de agua no caminho ?

 

Fique com Deus .. e parabens pelo relato ...

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Vgn Vagner    1

Oh irmão, bom dia!

 

Mano, no topo do Pico tem espaço pra umas vinte barracas tranquilo... e pontos de água tbm tem alguns. Quase todo tempo o rio vai estar correndo próximo. O último ponto dágua fica uns 10 minutos antes do topo (eh uma cachuzinha a direita). Bom rolê quando for.

 

Em fevereiro estarei de férias do trampo, e pretendo fazer algumas trips (Senges-PR e Ilhabela). Se vc tiver afim podemos ir nos falando... sei que vc curti a Ilha rsrsrs

 

Abraço Man, qq coisa to por aí.

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Vgn Vagner    1

Oooohhhh Chryca, mto obrigado pelo prestígio e atenção aos meus relatos (rsrs). Bom saber que são inspiradores, pois foi num desses que tem por aqui no fórum que viajei pela leitura, e enchi o peito de coragem pra enfrente esse emaranhado de de verde que tem serras e serras a fora. hehe

 

Vlw garota!! bj

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JungleBoy    0

Muito maneira a Trip,depois do carnaval será a primeira da lista, preciso ter a sensação de acampar no cume e deslumbrar e apreciar o nascer do sol...

 

E pra Ilha bela qual trip pretende?

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Vgn Vagner    1

JungleBoy...

 

Em questão à Ilhabela, eu já fui, e explorei bastante por lá. Fiquei 6 dias por lá, sozinho. Vlw mto a pena.

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Vgn Vagner    1

Li Rodrigues...

 

Vá sim. Uma trilha relativamente fácil, com um espaço bem amplo pra acampar no cume. Visual lindo, revigorante.

 

Boa sorte.

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Cara, que bom que encontrei o seu relato! Já havia lido alguns, mas a dica das cachoeiras foi ótima. Se não fosse pelo seu relato eu não pensaria em incluí-las no roteiro.

 

Também tive um problema parecido com os bovinos esses dias, mas no final da Serra Fina, depois do sítio do Pierre (que não é do Pierre mais). Estava atrasado pro resgate e tive que fazer uns desvios pelo mato por causa de dois bois chifrudos que me fitavam parados como se estivessem planejando o ataque haha. Depois até perguntei pro povo dali se boi atacava, mas me falaram que não, então da próxima vez só vou passar de mansinho pra não assustar os bichos.

 

Abraço!

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Vgn Vagner    1

Opaa, que bom ter ajudado, Vinicius.

 

Por mais simples que seja o relato, eu sempre gosto de fazê-lo por conta disso.: colaborar.

Espero que corra tudo como.o planejado, e consiga visitar as cachoeiras. São boas prum banho gelado rs.

 

Esses problemas com os "chifrudos" sempre nos colocá em situação estranha, né!? rs. A gente meio sem saber o que fazer, e esperando por um ataque a qualquer momento kkk

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