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Olá viajante!

Bora viajar?

Bolívia, Chile e Perú - 15 dias - Dez/Jan - 2013/2014

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Boa noite, mochileiros.

 

Nosso roteiro foi o seguinte:

 

20/12/2013 – São Paulo – Assunción (escala)

21/12/2013 – Assunción – Santa Cruz de la Sierra – Samaipata

22/12/2013 – Ruta Del Che Guevara

23/12/2013 – Ruta Del Che e retorno a Santa Cruz de la Sierra

24/12/2013 – Santa Cruz de la Sierra – Sucre – Potosí

25/12/2013 – Potosí – Uyuni

26/12/2013 – Salar de Uyuni

27/12/2013 – Salar de Uyuni

28/12/2013 – Salar de Uyuni – San Pedro de Atacama

29/12/2013 – San Pedro de Atacama – Arica

30/12/2013 – Arica – Tacna – Arequipa – Nazca

31/12/2013 – Sobrevôo pelas linhas de Nazca

01/01/2014 – Nazca – Arequipa – Puno – La Paz

02/01/2014 – La Paz

03/01/2014 – La Paz

04/01/2014 – La Paz – Santa Cruz de la Sierra – São Paulo

 

Antes te iniciar o relato, darei importantes dicas.

 

1º COMPRA DE PASSAGENS AÉREAS COM ANTECEDÊNCIA = ECONOMIA – Eu e meu namorado planejamos a viagem para dezembro/2013 mas, compramos as passagens de Guarulhos até Santa Cruz de la Sierra no mês de janeiro pelo site Submarino Viagens pela TAM e no valor de R$ 883,13, incluindo taxas + seguro viagem.

Para o trecho Santa Cruz/Sucre, compramos no mês de maio passagens pela BOA (Boliviana de Aviação), por meio do site http://www.boa.bo ou e-mail emissoes@boa.bo, pelo valor de R$ 98,00 por pessoa, com taxas inclusas.

Para evitar de passarmos 14 horas no ônibus no trajeto La Paz/Santa Cruz de la Sierra, preferimos comprar passagens aéreas também pela BOA e o fizemos no mês de junho pelo valor de R$ 190,55, incluindo taxas.

Oriento os mochileiros a comprar as passagens aéreas com bastante antecedência, principalmente se for para viajar nos meses de julho e dezembro, pois são os meses de férias e quanto maior a procura, mais alto é o preço. Se você for viajar em outro mês pode até ser que consiga passagens aéreas em promoção. Para ter uma ideia, no mês de agosto de 2013, nossa passagem pela TAM de Guarulhos até Santa Cruz já tinha dobrado de valor e daí em diante, só aumentou até o mês de dezembro.

Além disso, existia o risco de quando chegássemos na Bolívia, por se tratar de uma viagem entre os meses de dezembro e janeiro, de não encontrarmos passagens para aquelas datas, o que nos prejudicaria e muito, já que perderíamos dias dentro de ônibus!

SE VOCÊ TIVER MAIS TEMPO E PREFERIR VIAJAR DE ÔNIBUS, CERTAMENTE SUA ECONOMIA SERÁ MAIOR, MAS COMO TÍNHAMOS POUCOS DIAS, PREFERIMOS NÃO PERDER TEMPO FICANDO 10, 12, 14 HORAS OU MAIS EM ÔNIBUS. SE PUDER, PREFIRA FAZER OS LONGOS TRAJETOS DE ÔNIBUS DURANTE A NOITE, ASSIM VOCÊ APROVEITA O DIA CONHECENDO MAIS LUGARES.

 

2º CONTRATE UM SEGURO VIAGEM – Nos custou em torno de R$ 110,00 por pessoa, mas além de cobrir o extravio de bagagem, ainda cobre algumas despesas com hospital/consultas médicas e nunca se sabe quando irá precisar e nem as condições de saúde dos países que você visitará. O que mais pesou em termos optado pelo seguro foram relatos lidos aqui no site sobre pessoas que precisaram utilizar-se de serviços de saúde, e acabaram gastando bastante por não ter o seguro. Não foi nosso caso, não precisamos do seguro mas mesmo assim não me arrependo de tê-lo comprado por que nunca se sabe quando algo irá acontecer.

 

3º LISTA DE REMÉDIOS E PRODUTOS DE USO PESSOAL QUE ENTENDEMOS COMO INDISPENSÁVEIS – Optamos por levar alguns remédios para o caso de mal estar. Levamos os seguintes: dramin (para enjoo), aspirinas para dor de cabeça, sal de frutas, benegrip, floratil e diclofenaco sódico. Levamos colírio para o salar, por conta da irritação nos olhos e óculos de sol. É recomendável levar protetor solar e repelente (escolhemos o Exposis, pois é eficaz contra o mosquito transmissor da febre amarela). Também levamos lenços de papel, papel higiênico e lenços umedecidos shampoo, condicionador e sabonete, creme para a pele e rosto também. Com relação aos produtos de higiene, não posso deixar de mencionar que são caros na Bolívia. Pagamos 10 bolivianos em um sabonete e 20 bolivianos em um desodorante, portanto, levem seus produtos de higiene pessoal, principalmente lenços umedecidos para usar no deserto.

 

4º ROUPAS, SAPATOS E MOCHILA – Com relação as roupas, meu namorado teve uma excelente ideia: a de deixarmos no armário ao longo do ano aquelas roupas mais batidas e que não iríamos mais usar, para levar na mochila. Levei 6 blusinhas de manga curta, 2 blusas de frio (tipo fleece) 2 calças, um shorts, 6 meias, 1 chinelo, 1 biquíni, uma toalha de secagem rápida da náutica, uma capa de chuva e um saco de lixo para cobrir nossas malas no deserto. Bota eu levei uma bull terrier que comprei aqui no Brasil mesmo e já fui usando para amaciar. Além de ser um calçado impermeável, é adequado para as caminhadas/trilhas que faríamos, mas lembre-se, é sempre bom usar a bota com meia pelo menos umas 4 vezes antes da viagem para lacear e evitar incômodos. Meu namorado levou uma mochila Wilson de 70 litros e eu levei uma mochila simples de 55 litros, ambas impermeáveis.

 

Analise se o que você realmente irá fazer uso do que está levando. Eu usei quase tudo o que levei, exceto uma sapatilha que foi desnecessária e só fez volume na mochila, daria para passar os 16 dias somente com a bota.

 

5º SEGURANÇA – Levem cadeados para as mochilas e uma doleira para carregar seu dinheiro com segurança. Colocamos todo o dinheiro dentro da doleira e ficamos tranquilos. É importante colocar cadeados nas mochilas, por que deixar seus pertences em hostel sem cadeado é bem complicado. Evitem de deixar suas coisas espalhadas pelo quarto, principalmente dinheiro. Eu nunca fui furtada, mas li diversos relatos de pessoas que não tiveram a mesma sorte, portanto, preferi continuar me precavendo da mesma forma que fiz em viagens anteriores. Além do que, caso você pretenda usar os lockers dos hostels, vai ter que trancá-los com seus próprios cadeados. Não se esqueça de deixar o RG e o papel de ingresso nos países longe do lugar onde você guarda o dinheiro, por que perder seus documentos vai lhe causar uma grande dor de cabeça.

 

MUITO IMPORTANTE: Não jogue fora nem perca o papel que te dão no Aeroporto/fronteira quando você ingressa nos países, pois você deverá apresentá-los na saída de cada país.

 

5º PLANEJAMENTO DE ROTEIRO – Para planejar seu roteiro, é importante que você saiba mais ou menos os horários dos ônibus, quais os passeios você fará nos locais pelos quais passará e quais os horários desses passeios, lembrando que podem ocorrer atrasos, portanto, se você fizer longas viagens de ônibus, não crie um roteiro com horários muito apertados.

 

Nem tudo é exato, portanto, se ocorrerem atrasos ou mudanças nos horários de ônibus, compre seu bilhete para o horário seguinte, procure se distrair conhecendo a cidade na qual você está e mantenha a calma.

 

6º COMO SABER SE O HOSTEL OU AGÊNCIA DE TURISMO É CONFIÁVEL – Primeiro eu procurava pelos contatos de agências e hostels na internet e jogava no tripadvisor, então, via a avaliação das pessoas que estiveram nos locais, para saber se era recomendável ou não.

Não temos como prever tudo em um mochilão, nem como deixar as coisas 100% prontas daqui do Brasil, mas procurar referências sobre os locais onde você irá se hospedar ou sobre as agências de turismo pode evitar decepções.

Desta forma, reservei alguns hostels no Brasil pela internet, meses antes da viagem.

Já sobre os passeios, importante ter uma noção do quanto é cobrado por cada tour que você for fazer para não fechar por qualquer valor e sair perdendo.

Fechei por aqui somente a Ruta del Che, com a Ben Verhoef Tours.

 

6º TÁXIS – Sempre que você quiser ir de táxi a algum lugar, procure solicitar ao hostel que chame um táxi confiável ou se dirija a terminais de táxis oficiais. Zele por sua segurança.

 

7º DINHEIRO RESERVA - Faça um cálculo estimado dos gastos com o mochilão, mas leve sempre um dinheiro reserva, afinal de contas, na maioria das vezes cartões de crédito não são aceitos. Você deve se atentar ainda para as taxas cobradas nos aeroportos da Bolívia e Perú. Quando embarcamos da Bolívia para o Brasil tivemos que pagar 25 dólares por pessoa de taxa de embarque internacional e a sorte é que eu tinha levado esse valor reserva. Sempre ocorrerão gastos inesperados que podem ter menor ou maior proporção e é importante pensar em tudo isso antes de iniciar sua viagem.

 

Somando os valores gastos com passagens aéreas, totalizou a importância de R$ 1.171,68 por pessoa.

 

No próximo tópico, iniciarei o relato.

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Dia 6 (25/12/2013) – Potosí - Uyuni

 

Acordamos cedo, fomos até a farmácia e meu namorado comprou um soroche pills por 3,80 bolivianos.

 

Acertamos o valor do hostel que saiu por 180 bolivianos o quarto com café da manhã incluso e pedimos um táxi que nos levou para o terminal de ônibus por 10 bolivianos.

 

Compramos a passagem para Uyuni no próprio hostel por 39 bolivianos por pessoa. O direito de uso do terminal saiu por 2 bolivianos por pessoa.

 

A essa altura da viagem, minha mochila já estava nas últimas. Tinha visto outras mochilas para comprar, mas queriam cobrar os olhos da cara, então não comprei. Improvisamos e utilizamos uma blusa de frio. Amarramos ela em uma ponta e do outro lado colocamos várias roupas e andávamos com aquilo nas costas kkk.

 

Chegamos na cidade de Uyuni com uma mochila pesada, a outra rasgada e a blusa cheia de coisas nas costas, fora as sacolas com garrafas de água, o panetone, bolachas, a garrafa de vinho e logo vieram nos oferecer o tour pelo salar. Queriam cobrar 750 bolivianos por pessoa. Eu disse que pagaríamos 700 por pessoa.

 

Fechamos com a Agência San Juan por 700 bolivianos cada um, com transfer a San Pedro de Atacama incluso.

 

A dona da agência deve ter ficado comovida quando nos viu naquela situação kkk e nos levou até o escritório dela, nos explicou os locais que visitaríamos e nos indicou o Hotel Avenida que fica na Av. Ferroviaria 11.

 

Fomos então conhecer pela cidade. Desta vez eu estava determinada a comprar uma mochila.

 

Nesse dia comemos comida mexicana, tacos com guacamole e queijo e taco com mostarda, cebola e shoyu, mais duas sprites de 300 ml. Tudo saiu por 60 bolivianos.

 

Finalmente encontrei uma bolsa em uma loja de artesanatos, por 120 bolivianos.

 

Trocamos bolivianos por pesos chilenos, demos uma volta por uma feirinha que tinha ali por perto e compramos dois suportes para as garrafas de água por 10 bolivianos cada.

 

Nesse ponto da viagem percebi que estava emagrecendo. Todas as minhas roupas estavam ficando cada vez mais e mais largas, acho que de tanto carregar aquelas mochilas nós não tínhamos nem forças para pensar em sair para comprar coisas engordativas.

 

Cidade de Uyuni:

 

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Gasto casal= bolivianos = 1.861 bolivianos = R$ 620,60

Gasto por pessoa em reais = R$ 310,30

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Dia 7 (26/12/2013) – Cidade de Uyuni - Salar de Uyuni

 

Comemos metade do panetone que compramos no dia anterior no café da manhã. A maioria dos hostels/hotéis na cidade de Uyuni não oferecem café da manhã, mas o preço médio é de 10 bolivianos por pessoa nos restaurantes locais.

 

Fomos até a agência, que é do outro lado da rua do hotel em que nos hospedamos e ficamos esperando o jipe que nos levaria ao Salar, torcendo para que as pessoas que nos acompanhariam durante os 3 dias fossem tranquilas.

 

O guia chegou, colocou nossas coisas em cima do jipe e depois mais dois casais entraram no veículo.

 

Comecei a ouvir AC/DC e fiquei toda animada achando que o guia curtia aquilo, só que eu estava empolgada demaaaaaais e as outras pessoas não. Parando no cemitério de trens, me dei conta de que não sei como meu celular estava tocando minhas mp3 do AC/DC. Fiquei super sem graça, desliguei o celular e preferi não tocar no assunto.

 

Paramos no cemitério de trens e logo que descemos o casal de japoneses que estava no jipe veio conversar conosco. Nos apresentamos e eles nos disseram que se casariam daqui a 5 meses. ::love::

 

Depois fomos falar com o outro casal que estava no jipe. Mais uma vez eu fui toda empolgada e dei outro fora: perguntei se eles também eram japoneses. ::ahhhh:: Eu juro, eles se pareciam com japoneses !! Ainda bem que eles eram extremamente educados e me responderam que são colombianos. Depois desses dois foras, resolvi falar menos e fomos tirar fotos. ::putz::

 

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Antes de descermos do jipe, o guia nos falava quanto tempo teríamos para ficar em cada local. Nosso grupo foi excelente em todos os sentidos inclusive com relação ao horário, todos colaboraram e ninguém se atrasou em nenhum momento.

 

O guia fala somente em espanhol e tínhamos que traduzir o que ele dizia para o inglês para que os nossos amigos japoneses pudessem compreender.

 

Nossa próxima parada foi um museu de sal no meio do deserto. Lá tinha também diversos artesanatos a venda.

 

Compramos alguns chaveiros com o sal de Uyuni por 6 bolivianos cada um.

 

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Depois, fomos até o deserto de sal. Era época de chuva e no início tinha muita água, tudo muito lindo, daí passei a entender por que de quando chove chamarem o salar de espelho do céu.

 

Tentamos tirar as fotos criando ilusões de ótica, mas não deu certo, até que vimos nossos amigos colombianos tirando fotos legais e eles resolveram nos ajudar.

 

Vou explicar: o objeto deve bem ficar próximo a câmera e as pessoas beeeeeeeem longe para dar certo.

 

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Almoçamos ali mesmo, naquele ponto do salar. Nosso almoço foi quinua com legumes e queijo, para beber tinha coca cola e água e de sobremesa bananas. Tinha frango também para as pessoas que comem carne.

 

Acredito que aí comecei a emagrecer ainda mais, por que quinua, legumes e queijo branco=estômago vazio e mesmo comendo um segundo prato em todas as refeições, parecia que cabiam mais uns dez pratos daqueles no meu estômago, daí eu tomava muita coca cola e colocava muita, mas muita maionese nos legumes. Isso ajudava a criar uma falsa sensação de saciedade. Mesmo assim, não me senti incomodada, foi apenas uma fase de adaptação, afinal de contas eu não estava ali para comer pratos sofisticados e sim para conhecer o salar. E, diga-se de passagem, todas as refeições que fizemos no salar eram saborosas.

 

Almoço em Uyuni

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Após, fomos para a Ilha do Pescado ou Incahuasi (em quéchua, casa do inca). Paga-se 30 bolivianos para entrar no lugar. Cada um dos cactus que vimos por lá, crescem um centímetro por ano. Tem também um casal de llamas no local.

 

Tentamos dar a volta na ilha, mas desistimos no meio do caminho. O sol estava muito forte e estávamos cansados. Mesmo com protetor solar meus braços estavam fritando com o sol.

 

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No caminho para o hotel de sal, avistamos várias vicunhas.

 

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Enfim, chegamos ao hotel de sal. Nosso grupo foi o primeiro a chegar e o guia nos disse que só tinham 2 quartos com cama de casal e que precisávamos escolher qual casal ficaria no quarto com camas de solteiro. Disse que eu e meu namorado ficaríamos no quarto de solteiro. Em seguida chegaram outros dois grupos com mais casais, que também tiveram que ficar em quartos com duas camas de solteiro.

 

Nesse hotel não há suítes e existem apenas dois sanitários e uma ducha.

 

Você tem que pagar 10 bolivianos pelo banho. Eu vi aquela fila toda se formando para tomar banho e optei por tomar banho no dia seguinte.

 

Tomamos chá com bolachas.

 

Mais tarde e nem aí para os meus quilos perdidos, dei a outra metade do panetone para o cachorro do hotel, e depois disso, percebi que estávamos sem comida reserva. :cry:

 

De janta, nos serviram sopa de legumes e quando tomaram conhecimento de que eu não como carne, começaram a me servir omelete em todas as refeições. Comi omelete e salada e as outras pessoas salsicha e salada.

 

Nesse dia fez muito frio e usamos nossos sacos de dormir.

 

Depois das 21 horas o hotel fica sem energia elétrica, desligam o gerador e você tem que se virar para encontrar suas coisas no quarto, ir até o banheiro, etc. Usei o celular e deu tudo certo.

 

Ah, e para carregar os eletrônicos é meio concorrido. Uma das primeiras coisas que fiz foi colocar a bateria da minha câmera e meu celular na tomada, por que já estavam descarregados.

 

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Nosso quarto no hotel de sal

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Dia 8 (27/12/2013) – Uyuni

 

Acordamos as 5:30 e fomos tomar banho. Minha estratégia funcionou, pois a esse horário não tinha mais ninguém na fila, mas o senhor que vendia a ducha a 10 bolivianos também não estava por lá. Meu namorado foi até a cozinha e chamei uma moça que ascendeu o aquecedor para ele (com fósforos) e eu que antes disso sequer sabia como funcionavam esses aquecedores ...

 

Saímos, apreciamos a vista ao redor do hostel e voltamos para o café da manhã. Nos serviram panquecas americanas, geléia e manteiga e para beber leite com café ou achocolatado.

 

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Nesse dia visitamos rochas que se formaram a partir de lava vulcânica.

 

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No percurso, avistamos vários animais silvestres, dentre eles chinchilas, bem diferentes da chinchila que eu tenho em casa. Elas se camuflam nas pedras, então o guia descia do jipe e jogava uma pedra menor perto delas, com o barulho elas se moviam e podíamos vê-las.

 

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Chinchila na pedra

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Passamos Laguna Verde, depois pela Laguna Colorada e por fim pela arbol de piedra.

 

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Chegamos no hotel de sal do segundo dia.

 

Nesse hotel, a situação é bem precária. Tivemos que ficar no mesmo quarto que os dois casais que foram conosco no jipe e não há como tomar banho.

 

No começo ficamos um pouco mau humorados, mas quando saímos e vimos o céu estrelado de Uyni, todo o mau humor foi embora.

 

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Nesse dia, para nos sentirmos um pouco menos incomodados, usamos lenços umedecidos. Não é como tomar um banho, mas melhora a situação em uns 60%, por isso eu recomendo a quem for fazer o passeio de três dias ao salar que leve lenços umedecidos.

 

No jantar serviram sopa de legumes e macarrão com molho de tomate. Para beber, serviram vinho e coca cola.

 

No final do tour pelas lagoas, pagamos 150 bolivianos por pessoa, referente a reserva Eduardo Avaroa, que compreende todos esses lugares.

 

Gastos casal = 320 bolivianos.

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Dia 9 (28/12/2013) – Uyuni - San Pedro de Atacama

 

Acordamos as 5 horas da manhã pois o guia havia dito que sairíamos bem cedo.

 

Tomamos o café que consistia basicamente no mesmo de sempre: panquecas americanas, geléia de morango e manteiga e para beber leite com café ou achocolatado.

 

Percebemos que estava chovendo, logo de manhã e então já preparamos as capas de chuva.

 

Vimos os outros dois grupos saindo do hotel e nada de o nosso guia aparecer.

 

Nosso grupo começou a ficar meio tenso. As mulheres que trabalham no hotel foram procurá-lo pelas redondezas e não o encontraram. Uma delas viu que ele estava em um quarto dentro do próprio hotel e pediu para que o meu namorado o acordasse, ele o fez.

 

Depois de 10 minutos vem o guia correndo, todo descabelado e todos nós com os piores semblantes que vocês possam imaginar. ::lol4::

 

Dava para ver na cara dele que isso aconteceu por causa da bebedeira que teve com os outros guias na noite anterior.

 

Rapidamente ele colocou nossas coisas no jipe e partimos para o último dia no salar.

 

Tinha gente filmando o horário para depois reclamar do atraso na agência.

 

Eu também estava revoltada com a situação e já imaginando que aquele atraso estragaria nossos passeios, entrei no jipe e comecei a dormir. Depois de uns 15 minutos meu namorado me acordou, dizendo que estava nevando. Mal pude acreditar quando abri os olhos e vi essa paisagem:

 

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Nossa primeira parada foram os gêiseres. Infelizmente acabamos não subindo para ver todos por conta da neve.

 

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O guia nos advertiu sobre o risco de dirigir na neve e disse que só continuaria o passeio caso achássemos viável e ficava toda hora falando que tinha que chegar cedo a fronteira do Chile por que caso nevasse muito eles a fechariam.

 

Ele já estava em débito conosco devido ao atraso, então não caímos nessa de ter que chegar cedo a fronteira, além do que, nossos amigos japoneses e colombianos não iriam para San Pedro de Atacama e achamos egoísmo da nossa parte estragar o passeio deles e é claro, nosso passeio também. Optamos por conhecer tudo conforme o que foi combinado com a agência.

 

No meio do percurso, tinham vários jipes presos por conta da neve, mas isso não nos intimidou.

 

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Nosso guia desceu do carro para ajudar os caras com o outro jipe. Eu e meu namorado descemos também e começamos a fazer bolas de neve e a jogar um no outro. Nossos companheiros de salar continuaram dentro do jipe. Quando o guia voltou, falou para entrarmos no jipe por que sequer era para termos saído. Nesse momento pensei em dar uma cutucada falando que também não era para ele ter se atrasado ::toma:: , mas fiquei quieta e cheguei a conclusão que a melhor coisa a se fazer era não dar gorjeta ao final do tour e foi o que eu fiz.

 

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Em seguida, fomos para os banhos termais mas, devido ao frio, não tivemos coragem de entrar. ::Cold::

 

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No final do passeio, a paisagem estava ainda mais bonita com a neve se desfazendo.

 

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Ao final, vimos o vulcão Licancabur.

 

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Uma hora depois, estávamos na fronteira com o Chile, onde uma van nos esperava.

 

Passamos pela imigração e nos cobraram ilegalmente ::vapapu:: 15 bolivianos por pessoa.

 

Vi um brasileiro saindo de lá revoltado, gritando: "Esse dinheiro vai ficar para eles!".

 

Mais uma vez fiquei bem quietinha ::xiu:: . Tudo bem, eu concordo que está errado cobrar algo que não é devido, mas estragar minha viagem por conta de R$ 5,00 não valeria a pena. Olhei para o meu namorado e falei: Como vou reclamar para a polícia que a própria polícia está me cobrando algo que é ilegal? ::prestessao::

 

A van só sai com uma quantidade mínima de 9 pessoas, então tivemos que esperar ali por mais duas horas até que completasse esse número.

 

Passando a fronteira, a estrada era de asfalto e não mais de terra e em uma hora chegamos a San Pedro, mortos de cansaço, sede, calor. Seguindo na Calle Toconao, avistamos o Hostal Licancabur. Rosa, a dona do local nos disse que só teria um quarto com duas camas de solteiro e banheiro compartilhado. Aceitamos na hora. Saiu por 20.000 pesos chilenos o quarto e não tinha café da manhã incluído.

 

Depois, seguimos para a agência Terra Extreme para fechar o tour pela Laguna Cejar, Ojos del Salar e Laguna Tebinquinche, com pisco sour incluso e snacks. Saiu por 13.000 pesos chilenos por pessoa.

 

Agência

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Tomamos sorvetes por 1.950 pesos chilenos cada na sorveteria Bavaria.

 

Corremos para a rodoviária comprar as passagens para Arica, mas não teriam para aquele dia.

 

Compramos então passagens para Calama, por 2.500 pesos chilenos por pessoa pela empresa Frontera del norte.

 

Voltamos para o hostel, descansamos e as 15:00 horas nosso tour saiu.

 

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Laguna Cejar

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A laguna cejar foi o passeio que mais gostei em San Pedro. Trata-se de uma lagoa 8 vezes mais salgada do que a água do mar e por isso flutuamos quando entramos nela. Deve se ter cuidado com os olhos por conta do sal. Assim que saí, meu cabelo estava muito, mas muito duro e minha pele imediatamente ficou coberta por uma fina camada de sal.

 

O guia nos disse que tinha água apenas para lavarmos as mãos e o rosto e assim fazíamos ao final de cada passeio.

 

Ojos del salar

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Ojos del salar são outras duas lagoas menos salgadas do que a Cejar. Entramos nela mais para tirar o sal do corpo, por que tem umas gramas estranhas no fundo.

 

Pagamos 2.000 pesos chilenos por pessoa para entrar em cada uma dessas duas primeiras lagunas. Se você tiver carteira internacional de estudante paga meia entrada.

 

Laguna Tebinquinche

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Pôr do sol na Laguna Tebinquinche

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Na Laguna Tebinquinche nos serviram snacks (azeitonas pretas, bolachinhas salgadas, pringles e queijo) e pisco sour.

 

Lá também vimos o pôr do sol e a lagoa muda de cor conforme o sol vai se pondo.

 

Voltando para a agência, saímos e compramos uma garrafa de água, 4 salgadinhos, um pacote de bolachas e chocolates por 3.500 pesos chilenos para o café da manhã no dia seguinte.

 

Jantamos no restaurante El Sol que também fica na Calle Toconao por 16.500 por pessoa com sobremesa e refrigerante KEM (que lembra um pouco o gosto da Inca Kola).

 

Gastos por casal -> 30 bolivianos + 87.500 pesos chilenos

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Dia 10 (29/12/2013) – San Pedro de Atacama - Calama - Arica

 

Saímos cedo do hostal Licancabur e pegamos o ônibus para Calama as 7:30.

 

Chegamos em Calama as 10:00 da manhã.

 

Tentei comprar passagens para Arica, mas o ônibus só sairia as 21:00 horas.

 

Comprei as passagens pela Pullman por 15.000 pesos chilenos por pessoa. O jeito seria esperar.

 

Demos uma volta pela cidade, chegamos a uma praça, entramos na igreja, demos voltas e mais voltas para passar o tempo.

 

Voltamos ao mercado central de calama, onde comemos empanadas fritas de queijo mais dois refrigerantes por 3.400 pesos chilenos tudo.

 

Andamos mais ainda pela cidade e não encontrávamos nada para fazer, enfim, ficamos olhando um para o outro o dia inteiro.

 

Calama

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Mais tarde jantamos uma pizza e 2 sucos de abacaxi. A pizza saiu por 5.000 pesos chilenos e os sucos por 1.900 pesos chilenos cada.

 

Comprei uma água de 1,5 litros por 1.800 pesos chilenos.

 

A propósito, nunca comprem uma água chamada Potosina que tem na Bolívia, é meio salgada e ruim demais!

 

Serviram refeição no ônibus: frango com arroz e um suco. Não comi nada. O cheiro da fritura era tão forte que me enjoou.

 

Andamos tanto a toa o dia inteiro que dormimos/apagamos no ônibus.

 

Gastos casal = 44.000 pesos chilenos

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Dia 11 (30/12/2013) – Arica - Tacna - Arequipa

 

Chegamos em Arica de Madrugada.

 

Andamos até o terminal de táxis que fica ao lado do terminal de ônibus e pagamos 4.000 pesos chilenos por pessoa para ir até Tacna. No táxi foram mais 3 argentinos, o pai e seu casal de filhos.

 

Em uma hora estávamos em Tacna. Fizemos os trâmites migratórios e fomos até a rodoviária com esse mesmo táxi.

 

Lá chegando trocamos dinheiro em uma casa de câmbio dentro do terminal de ônibus.

 

Fomos então comprar passagens para Arequipa com a empresa Moquegua. Nos custou 20 soles por pessoa + 1 sol por pessoa pelo direito de uso do terminal.

 

A moça do guichê nos avisou que tinham nos dado uma nota falsa, disse para voltarmos lá e pedirmos para trocarem e dizermos que iríamos chamar a polícia.

 

Voltei na casa de câmbio e pedi para que trocassem a nota educadamente. O atendente ficou muito sem graça e trocou a nota sem reclamar.

 

Para o café da manhã compramos 4 chocolates, pão com queijo e dois sucos por 13 soles no terminal de ônibus mesmo.

 

Depois comprei 3 salgadinhos por 5 soles.

 

Terminal Rodoviário Tacna

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Túnel no trajeto Tacna - Arequipa

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Chegando em Arequipa, estávamos tensos, muito tensos. ::ahhhh::

 

Não sabíamos se daria tempo de irmos até Nazca e eu queria muito fazer o sobrevoo. Pela terceira vez estava no Perú e tinha ido somente por conta desse sobrevoo.

 

Não tinha como comprar passagens do trajeto Nazca-Arequipa-Puno por lá, somente quando chegássemos nos locais.

 

Foi quando avistei uma agência de turismo no terminal de Arequipa e comecei a conversar com o Edinson, proprietário da agência.

 

Ele conseguiria comprar essas passagens de ônibus antecipadamente para nós!!

 

Compramos as passagens de ônibus para Nazca pela empresa Oltursa por 105 soles cada uma.

 

Fechamos com ele por 390 dólares os dois sobrevoos mais traslados, duas passagens de ônibus de Nazca-Arequipa, 2 passagens de ônibus Arequipa - Puno e + 2 passagens de Copacabana a La Paz e ficamos tranquilos.

 

Além disso, já que dormiríamos no ônibus para conseguir fazer esse trajeto, ele nos arrumou um hostel para deixarmos nossas bagagens (Hostel Santa Catalina, na Calle Santa Catalina) e lá tomamos banho por 5 soles cada um. O táxi até o hostel nos custou 10 soles.

 

Estávamos no centro da cidade, na mesma rua do Museu e Convento de Santa Catalina.

 

Fizemos uma visita a esse museu por 70 soles cada (entrada).

 

Depois fomos até o museu da múmia Juanita (Museu Santuários Andinos) e nos custou 20 soles por pessoa (entrada).

 

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Compramos uma água e 3 salgadinhos por 13 soles tudo.

 

Voltamos para o terminal de ônibus de táxi por mais 10 soles e embarcamos para Nazca.

 

Pagamos 0,50 soles por pessoa para usar o banheiro, sem saber que o direito de uso do terminal inclui também o uso do banheiro, ou seja, não precisávamos pagar nada por isso.

 

Custo casal = 474 Soles + 4.000 pesos chilenos + 390 dólares.

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Dia 12 (31/12/2013) – Arequipa - Nazca - Arequipa

 

Embarcamos de Arequipa para Nazca no dia 30 de madrugada.

 

Chegamos em Nazca as 6:20.

 

Esperamos a agência abrir e enquanto meu namorado aguardava, dei uma volta pelos arredores.

 

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Quando a agência abriu nos ofereceram vários passeios, mas optamos por fazer somente o sobrevoo. Já estávamos bastante cansados e até pensei em ver as múmias de chauchilla, porém, não teríamos tempo.

 

Entrando em Nazca

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Antes do embarque tivemos que pagar uma taxa de 25 soles por pessoa.

 

Também nos pesaram antes do sobrevoo.

 

Junto conosco foi um casal de japoneses. Me colocaram na parte de trás com a senhora e meu namorado foi na parte do meio com o esposo dela. Certamente fazem isso para equilibrar o peso do monomotor.

 

Recomendo para quem for fazer o sobrevoo que não se alimente antes pois o monomotor faz umas manobras doidas. Primeiro o piloto mostra as linhas para quem está do lado direito e depois para quem está do lado esquerdo e ele inclina muuuito para os lados. Além disso, de vez em quando o monomotor dá umas baixadas um pouco bruscas, nada que dê muito frio na barriga, é suportável, mas o estômago fica um pouco ruim.

 

Site das Alas Peruanas -> http://www.alasperuanas.com/

 

Antes do sobrevoo

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O astronauta

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Mãos

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Após o sobrevoo recebemos certificados com nossos nomes e neles está escrito que sobrevoamos as linhas de Nazca.

 

O senhor que nos levou ao local do sobrevoo nos esperava assim que saímos do monomotor e nos levou até uma loja de artesanatos onde compramos várias pedrinhas com as figuras de Nazca. Cada uma custou 5 soles.

 

Voltamos para a rua da agência e almoçamos. Eu pedi um arroz com legumes e meu namorado um prato com arroz (10 soles), frango e batata frita (10 soles). Experimentamos também chicha morada, adoramos (6 soles uma jarra de 1 litro)!

 

Depois do almoço voltamos para a nossa rotina sofrida de ônibus com destino a Arequipa. :roll:

 

Chegamos em Arequipa as 11:40, com receio de não conseguirmos táxi devido ao fato de ser véspera de ano novo. Nem pensamos em pechinchar e gastamos 18 soles para ir do terminal de ônibus até a Calle Santa Catalina.

 

Lá chegando, descemos para a praça para ver a queima de fogos.

 

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Voltamos para o hostel Santa Catalina e lá passamos a noite por 25 soles o quarto. As camas eram de solteiro e o banheiro era compartilhado.

 

Gasto Casal= 101 soles

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Dia 13 (01/01/2014) – Arequipa - Puno - Copacabana - La Paz

 

Fomos cedo para o terminal de ônibus. Gastamos 11 soles com o táxi.

 

Não existem ônibus direto de Puno para La Paz, portanto, tivemos que fazer esse longo trajeto e, acreditem, a melhor coisa a se fazer é levar aquelas almofadinhas para pescoço e dormir ou rezar para dar sorte de colocarem um bom filme no ônibus. Gastamos 2 soles por pessoa pelo direito de uso do terminal.

 

Levamos vários salgadinhos e esse foi nosso café da manhã.

 

De Puno pegamos o ônibus para Copacabana no mesmo terminal. Direito de uso do terminal: 2 soles por pessoa.

 

Já era uma hora da tarde, estávamos com fome e não havia nenhum restaurante do terminal aberto. Compramos 4 empanadas por 1 novo sol cada, 2 refrigerantes por 3,50 soles cada e 2 chocolates por 1,50 soles.

 

Embarcamos para Copacabana e lá chegando estávamos com fome. Compramos 4 empanadas de uma moça que as vendia na rua por 1 novo sol.

 

Pegamos outro ônibus para La Paz. Depois de um tempo dentro desse ônibus, o motorista parou e mandou as pessoas descerem. Fui perguntar o que estava acontecendo e ele respondeu que teríamos que atravessar um trecho de barco. Pensei que tinha entendido algo errado pois ninguém havia me alertado sobre isso. Descemos do ônibus e andamos um trecho a pé até que vimos uma balsa e vários barcos. :shock:

 

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Entramos na fila e nos disseram que teríamos que pagar 2 bolivianos por pessoa para fazer a travessia de barco. Nesse momento meu namorado me falava que iríamos morrer. ::ahhhh:: Falei para ele continuar na fila, respirei fundo e pensei: se não morri naquele monomotor nem na estrada Arequipa - Nazca, não seria agora que iríamos morrer. Comprei os tickets para o barco que comporta umas 20 pessoas.

 

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Chegamos do outro lado e só então nos demos conta de que tínhamos atravessado o Lago Titicaca. :lol:

 

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Entramos no ônibus e fomos chegar em La Paz a noite.

 

Para variar, cada viagem de ônibus na Bolívia é um surpresa diferente. O motorista nos falou para descer no meio da rua por que não poderia entrar com o ônibus no terminal. ::hein:

 

Descemos e pegamos o primeiro táxi que encontramos. Pedimos para o taxista nos deixar no Hostal Copacabana que fica na calle Illampu. O táxi nos custou 20 bolivianos.

 

Recomendo esse hostel. O café da manhã é excelente e, além disso o quarto é confortável, tem banheiro privativo e tv a cabo.

 

Site do Hostal Copacabana -> http://www.hostalcopacabana.com/

 

Gastos casal= 22 soles + 34 bolivianos.

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Dia 14 (02/01/2014) – La Paz

 

Tiramos o primeiro dia em La Paz para fazer compras. ::otemo::

 

As melhores ruas para fazer compras são a Granero (camisas, meias), Potosí e Sagarnaga.

 

Os perfumes em geral são mais em conta que no Dutyfree. A loja fica em um shopping na rua Potosí.

 

Na calle Illampu é possível comprar blusas The North Face e outros artigos.

 

Comprar prata na Bolívia sai em média 1/3 do valor do Brasil. Comprei na rua das bruxas, mas não nas barraquinhas que tinham fetos de llamas ::vapapu:: .

 

Depois de muito andar, voltamos a Calle illampu, fomos até a pizzaria Matinni e comemos uma pizza vegetariana por 36 bolivianos mais dois refrigerantes por 6 bolivianos cada um. A pizza desse lugar é excelente.

 

Compramos o passeio para Tiwanacu por 70 bolivianos por pessoa em uma agência na Calle Illampu, praticamente na frente do Hostal Copacabana.

 

A noite fomos em um restaurante do outro lado da Calle Illampu, na frente do hostel e comemos macarrão por 30 bolivianos cada um e pedimos refrigerantes por 6 bolivianos cada.

 

Gastos casal = 230 bolivianos

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