Acabo de retornar de mais uma viagem! Dessa vez fui conhecer o Chile. Nosso vizinho sul americano tem recebido muitos brasileiros e atualmente o Brasil é o segundo país de onde mais chegam turistas no Chile. A proximidade com Brasil e a diminuição dos valores das passagens aéreas após a fusão entre a TAM e LAN, além do retorno dos voos da GOL a Santiago, a possibilidade de ver neve, vulcões, desertos, o oceano pacífico e conhecer as vinícolas e apreciar um bom vinho são alguns dos motivos que levam tantos brasileiros a visitar o Chile.
O planejamento
Dos principais destinos turísticos da América do Sul eu não conhecia apenas o Chile. Minha intenção inicial era conhecer o extremo sul do país, na região da Patagônia. Entretanto, por motivos diversos tive que adiar esse desejo e me concentrar na região central e sul do país.
Aproveitei uma promoção de passagens aéreas da TAM e comprei o bilhete de ida e volta por R$ 835,09, já com as taxas. Na ida fui de Campo Grande até Santiago, com conexão em Guarulhos e na volta de Puerto Montt (sul do Chile) até Campo Grande, com conexões em Santiago e Guarulhos.
Durante os dias que estive em Santiago tive a companhia de um primo e sua esposa e para os demais destinos viajei sozinho.
A minha rota foi: Campo Grande – Santiago – Valparaíso/Viña del Mar – Pucón – Valdivia – Puerto Varas – Frutillar – Puerto Montt – Campo Grande.
Reservei apenas o hotel para Santiago. As passagens para as viagens internas e os hotéis das outras cidades fui reservando no decorrer da viagem, pois preferir viajar sem um roteiro fixo, podendo adaptá-lo em decorrência de alguns fatores como as condições climáticas das cidades a serem visitadas.
Em Santiago o real tem bom valor de troca nas casas de câmbio. Só vale a pena levar dólares caso já os tenha ou caso vá ao interior do país, onde o real perde bastante o valor. Em Santiago em restaurantes turísticos e nas agências o real é aceito, porém aconselho que façam a troca por pesos chilenos nas casas de câmbio do centro, próximo a La Moneda, já que mesmo sendo aceito, sempre será com uma cotação inferior a das casas de câmbio. Eu levei reais e dólares e também realizei saque diretamente da minha conta corrente e a cotação considerada pelo banco foi bem próxima da que me pagaram nas casas de câmbio. Também usei o cartão de crédito, que é aceito em quase todos os estabelecimentos.
Em Santiago um real estava sendo trocado por 232 pesos e um dólar por 595 pesos. No interior do chile um real valia um pouco mais de 200 pesos e um dólar valia os mesmo que em Santiago. Dessa forma, reforço que vale a pena trocar todos os seus Reais em Santiago.
Então vamos ao relato!
08/10/2014 – Campo Grande/MS x Santiago/CH
Embarquei em Campo Grande às 09:15h com destino a Guarulhos, onde cheguei às 11:55h. Após almoçar e encontrar com meu primo e sua esposas, nos dirigimos ao embarque internacional e nosso voo com destino a Santiago saiu às 17:15h. Chegamos em Santiago às 21:35h após um decepcionante voo em uma aeronave velha da LAN totalmente desconfortável. A imigração foi tranquila, lembrando que brasileiros não necessitam de passaporte para entrar no Chile, bastante cédula de identidade com no máximo 10 anos de expedição.
Existem ao menos três opções para se deslocar do aeroporto até o seu hotel. A primeira é o táxi ou transfer exclusivo que custa em média 17 mil pesos, dependendo do bairro em que fica seu hotel. O valor é tabelado e pago antecipadamente no guichê da empresa. A segunda opção é o serviço de transfer compartilhado, que é realizado em vans e custa 5 mil pesos por pessoa. A última e mais barata opção é o ônibus. São duas empresas, a Tur-bus (ônibus verde) e a Centropuerto (ônibus azul). Ambos saem do primeiro andar do aeroporto, em frente à saída 5, e fazem suas paradas nas entradas de algumas estações do metrô de Santiago.
Escolhemos ir de transfer exclusivo, que nada mais é que uma van exclusiva para você. Sairia por 18 mil pesos, mas como estávamos em hotéis diferentes foi cobrada uma taxa extra de 5 mil pesos, totalizando 23 mil pesos.
Cheguei no hotel por volta das 23h. Tomei um banho e fui descansar para o nosso primeiro dia em Santiago, o tour ao Vale Nevado e região.
09/10/2014 – Vale Nevado, Farellones e El Colorado
Resolver contratar o passeio com uma empresa de turismo de dois brasileiros que moram no Chile a muito tempo. O nome da empresa é Indo pro o Chile. O preço que nos foi cobrado foi de U$55,00.
O Passeio é de dia inteiro. Me pegaram no hotel às 08h e o retorno foi às 18h. No caminho paramos em uma loja de aluguel de equipamentos. Se for brincar na neve, é interessante o aluguel de pelo menos uma bota e uma calça impermeáveis. Após cerca de 60 curvas chegamos no Vale Nevado.
A temporada de esqui já estava fechada, mas ainda havia neve suficiente para brincar. Quando a temporada está aberta, aqueles que não vão esquiar não tem acesso as pistas, podendo apenas chegar próximo a elas. Como estava fechada, podemos caminhar e brincar nas pistas e sem pagar nada por isso.
Depois de umas duas horas brincando na neve, o guia nos levou até uma outra estação de esqui próxima, a Estação Farellones, onde almoçamos em um agradável restaurante, com vista para a montanha. Depois do almoço ainda tivemos tempo para parar em um local onde havia muita neve onde pudemos brincar um pouco mais.
Depois de voltar a ser criança por algumas horas, era hora de regressar a Santiago. Após descer todas as 60 curvas, chegamos a loja para devolução do material alugado. O guia me deixou no hotel por volta das 18h.
Depois de descansar um pouco saímos para jantar e experimentamos um dos pratos típicos da cozinha chilena, a Chorrillana. Nada mais é que batata frita, carne, linguiça, salsicha, bacon, ovos fritos, pimenta, sal e algumas coisinhas mais. Ou seja, totalmente saudável!
Olá viajantes!
Acabo de retornar de mais uma viagem! Dessa vez fui conhecer o Chile. Nosso vizinho sul americano tem recebido muitos brasileiros e atualmente o Brasil é o segundo país de onde mais chegam turistas no Chile. A proximidade com Brasil e a diminuição dos valores das passagens aéreas após a fusão entre a TAM e LAN, além do retorno dos voos da GOL a Santiago, a possibilidade de ver neve, vulcões, desertos, o oceano pacífico e conhecer as vinícolas e apreciar um bom vinho são alguns dos motivos que levam tantos brasileiros a visitar o Chile.
O planejamento
Dos principais destinos turísticos da América do Sul eu não conhecia apenas o Chile. Minha intenção inicial era conhecer o extremo sul do país, na região da Patagônia. Entretanto, por motivos diversos tive que adiar esse desejo e me concentrar na região central e sul do país.
Aproveitei uma promoção de passagens aéreas da TAM e comprei o bilhete de ida e volta por R$ 835,09, já com as taxas. Na ida fui de Campo Grande até Santiago, com conexão em Guarulhos e na volta de Puerto Montt (sul do Chile) até Campo Grande, com conexões em Santiago e Guarulhos.
Durante os dias que estive em Santiago tive a companhia de um primo e sua esposa e para os demais destinos viajei sozinho.
A minha rota foi: Campo Grande – Santiago – Valparaíso/Viña del Mar – Pucón – Valdivia – Puerto Varas – Frutillar – Puerto Montt – Campo Grande.
Reservei apenas o hotel para Santiago. As passagens para as viagens internas e os hotéis das outras cidades fui reservando no decorrer da viagem, pois preferir viajar sem um roteiro fixo, podendo adaptá-lo em decorrência de alguns fatores como as condições climáticas das cidades a serem visitadas.
Em Santiago o real tem bom valor de troca nas casas de câmbio. Só vale a pena levar dólares caso já os tenha ou caso vá ao interior do país, onde o real perde bastante o valor. Em Santiago em restaurantes turísticos e nas agências o real é aceito, porém aconselho que façam a troca por pesos chilenos nas casas de câmbio do centro, próximo a La Moneda, já que mesmo sendo aceito, sempre será com uma cotação inferior a das casas de câmbio. Eu levei reais e dólares e também realizei saque diretamente da minha conta corrente e a cotação considerada pelo banco foi bem próxima da que me pagaram nas casas de câmbio. Também usei o cartão de crédito, que é aceito em quase todos os estabelecimentos.
Em Santiago um real estava sendo trocado por 232 pesos e um dólar por 595 pesos. No interior do chile um real valia um pouco mais de 200 pesos e um dólar valia os mesmo que em Santiago. Dessa forma, reforço que vale a pena trocar todos os seus Reais em Santiago.
Então vamos ao relato!
08/10/2014 – Campo Grande/MS x Santiago/CH
Embarquei em Campo Grande às 09:15h com destino a Guarulhos, onde cheguei às 11:55h. Após almoçar e encontrar com meu primo e sua esposas, nos dirigimos ao embarque internacional e nosso voo com destino a Santiago saiu às 17:15h. Chegamos em Santiago às 21:35h após um decepcionante voo em uma aeronave velha da LAN totalmente desconfortável. A imigração foi tranquila, lembrando que brasileiros não necessitam de passaporte para entrar no Chile, bastante cédula de identidade com no máximo 10 anos de expedição.
Existem ao menos três opções para se deslocar do aeroporto até o seu hotel. A primeira é o táxi ou transfer exclusivo que custa em média 17 mil pesos, dependendo do bairro em que fica seu hotel. O valor é tabelado e pago antecipadamente no guichê da empresa. A segunda opção é o serviço de transfer compartilhado, que é realizado em vans e custa 5 mil pesos por pessoa. A última e mais barata opção é o ônibus. São duas empresas, a Tur-bus (ônibus verde) e a Centropuerto (ônibus azul). Ambos saem do primeiro andar do aeroporto, em frente à saída 5, e fazem suas paradas nas entradas de algumas estações do metrô de Santiago.
Escolhemos ir de transfer exclusivo, que nada mais é que uma van exclusiva para você. Sairia por 18 mil pesos, mas como estávamos em hotéis diferentes foi cobrada uma taxa extra de 5 mil pesos, totalizando 23 mil pesos.
Cheguei no hotel por volta das 23h. Tomei um banho e fui descansar para o nosso primeiro dia em Santiago, o tour ao Vale Nevado e região.
09/10/2014 – Vale Nevado, Farellones e El Colorado
Resolver contratar o passeio com uma empresa de turismo de dois brasileiros que moram no Chile a muito tempo. O nome da empresa é Indo pro o Chile. O preço que nos foi cobrado foi de U$55,00.
O Passeio é de dia inteiro. Me pegaram no hotel às 08h e o retorno foi às 18h. No caminho paramos em uma loja de aluguel de equipamentos. Se for brincar na neve, é interessante o aluguel de pelo menos uma bota e uma calça impermeáveis. Após cerca de 60 curvas chegamos no Vale Nevado.
A temporada de esqui já estava fechada, mas ainda havia neve suficiente para brincar. Quando a temporada está aberta, aqueles que não vão esquiar não tem acesso as pistas, podendo apenas chegar próximo a elas. Como estava fechada, podemos caminhar e brincar nas pistas e sem pagar nada por isso.
Depois de umas duas horas brincando na neve, o guia nos levou até uma outra estação de esqui próxima, a Estação Farellones, onde almoçamos em um agradável restaurante, com vista para a montanha. Depois do almoço ainda tivemos tempo para parar em um local onde havia muita neve onde pudemos brincar um pouco mais.
Depois de voltar a ser criança por algumas horas, era hora de regressar a Santiago. Após descer todas as 60 curvas, chegamos a loja para devolução do material alugado. O guia me deixou no hotel por volta das 18h.
Depois de descansar um pouco saímos para jantar e experimentamos um dos pratos típicos da cozinha chilena, a Chorrillana. Nada mais é que batata frita, carne, linguiça, salsicha, bacon, ovos fritos, pimenta, sal e algumas coisinhas mais. Ou seja, totalmente saudável!
Espero que estejam gostando!
Continua no próximo post!