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Olá viajante!

Bora viajar?

TAILÂNDIA, MYANMAR, LAOS, VIETNAM E CAMBOJA EM 2 MESES (DICAS, FOTOS, VIDEOS, DAY BY DAY)

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Olá Mochileiros,

 

me chamo Pedro Léo, tenho 25 anos, sou advogado, fotógrafo amador e moro em Araripina-PE (sertão de Pernambuco). Essa foi minha quarta viagem como mochileiro, não ia escrever esse relato por dois motivos: a) não fiz as anotações devidas para detalhar a viagem com esmero aos meus colegas do Fórum; b) sou meio que hiperativo para fazer qualquer coisa que demande mais de meia hora do meu tempo.

Porém essa viagem foi uma libertação mental para mim, então eu percebi o quanto um relato (mesmo que não tão super detalhado que seja, ou por mais simples) poderá ajudar qualquer pessoa que tenha esse sonho ou plano de fazer uma big e bela trip como essa, então estarei aqui para fazer meu relato e ajudar a quem queira viajar com dicas, fotos e histórias bacanas para o pessoal. Quem quiser me adicionar nas redes sociais pode ficar a vontade para tirar dúvidas (facebook/pedroleoacosta; instagram: pedro.leo).

 

Primeiro como resolvi viajar? Como disse acima sou advogado e autônomo, então não possuo salário fixo, ganho de acordo com a clientela que vem a mim. Ganhei alguns casos e com os honorários resolvi viajar. Meu primeiro destino seria visitar uma amiga russa (que conheci em NYC) em Paris, porém por algum feeling do destino, uns 4 meses antes da viagem decidi que iria para algum lugar que desafiasse meu estilo de vida e que eu saísse da minha zona de conforto (ou seja, um lugar exótico). Primeiro pensei na Índia, porem a Índia foi descartada, porque, para mim, é um destino que demanda bastante tempo, preparação mental e que você só deve ir depois de estar familiarizado com a Ásia.

Japão, minha segunda opção, porém também descartada por ser muito caro. Então me veio a mente Indochina + Myanmar (depois eu conto a história de como Burma entrou em minha vida desde a adolescência). Comecei a ler os relatos e roteiros aqui no Fórum, escolhi a data (queria passar o ano novo) e vi que um rapaz tinha postado um roteiro interessante aqui de 30 dias para o Sudeste Asiático. Entrei em contato, criei um tópico e depois de um mês estava com vários contatos de diversas pessoas que iriam na mesma época e com quase os mesmos destinos similares. Tive a ideia junto com um amigo aqui do Mochileiros em criar um grupo no WhatsApp (que hoje conta com 20 participantes de diversos estados, inclusive alguns morando fora do país: quem quiser participar só mandar o telefone no privado que adiciono). Esse foi o estopim para ter a certeza de que essa era a viagem que queria: diversas pessoas mandando dicas, roteiros, trocando informações, isso foi abrindo e alimentando cada vez mais a minha cabeça sobre a viagem e conclui: vou ao sudeste asiático. Decidi o tempo: 2 meses com 40 doláres por dia fora as passagens.

 

Como queria fazer uma trip barata decidi pesquisar a companhia aérea mais em conta para me levar até Bangkok: a Ethiopian Airlines. Mesmo com alguns relatos desfavoráveis de alguns viajantes no site melhores destinos, comprei o bilhete por a pechincha de 2.300,00 reais ida e volta de SP/BKK/SP. Notei que esse preço é quase que fixo se você comprar por algum tempo de antecedência, então quem quiser arriscar e economizar vale a pena. A empresa é boa, o avião é moderno, a comida é boa, porém tem dois problemas: o cheiro dos passageiros que sobem na aeronave na África (questões culturais, é claro) e o pit stop de quase 10 horas em Lome-Togo e Adis Abeba - Etiópia (mas que para qualquer mochileiro é besteira). Então embarquei no dia 27 de novembro para Bangkok.

 

Passei dois para chegar a meu destino, pois como moro no interior de Pernambuco tive que fazer o seguinte deslocamento: Araripina --> Recife --> São Paulo --> Lome --> Etiopia --> Bangkok, ou seja, eu sofri pra car**** mas cheguei lá feliz da vida, mas na hora nem tanto: começaram os problemas. Cheguei no aeroporto e uma infeliz notícia: a empresa tinha extraviado as malas/mochilas de quase todos os brasileiros no voo, ou seja, quase dois dias sem banho, sem descansar em uma cama e ainda com essa bronca para resolver. Acionei meu seguro (fiz o da Mondial que nunca me deixou na mão) e lá fomos os brasileiros resolver o problema com a Star Aliance (já que não tem balcão da Ethiopian no aeroporto de Bangkok), depois de fazer a ocorrência, a empresa diz que em 24 horas as bagagens TALVEZ seriam entregues nos hotéis (então lá estávamos nós sem roupas, sem produtos de higiene, só com a coragem).

 

Depois do perrengue resolvemos ir aos nossos hotéis descansar. O que posso dizer que depois da tempestade vem a bonança, como diz a minha avó. Com essa perca de bagagem eu conheci três pessoas incríveis que me acompanharam uma parte da viagem e que depois eu conto a história delas. Sai do aeroporto e entrei no portal encantado chamado Bangkok, uma cidade cheia de estímulos sensoriais, barulho, pessoas, cheiros e sensações que nunca eu tinha sentido antes. Peguei um táxi (como não sabia as manhas da Tailândia, paguei o primeiro valor que o taxista me disse sem negociar: NUNCA FAÇAM ISSO, podem negociar eles sempre irão baixar o preço pra vocês em no mínimo 30% ou SEMPRE usem o taxímetro, é muito barato) e fui para o meu hotel. O primeiro dia resolvi ficar em um hostel melhorzinho para descansar, fiquei em um perto da Kao San Road chamado "Au Bon Hostel" que me custou 600BAHT uma noite em quarto privado para duas pessoas (cama boa, banheiro bom, limpeza excelente). Descansei e de manhã minha mochila estava na porta do Hostel (milagre, pulei de alegria) e no outro comecei a desbravar Bangkok, então aqui começo meu relato pra vocês dia a dia.

 

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PS.: como não fiz anotações farei o relato em sentido cronológico do que visitei.

PS.: alguns dos relatos não contará com detalhes tais como preços, já que não anotei, mas o que eu lembrar eu posto pra vocês.

PS.: podem confiar que terão bastantes histórias interessantes e farei o máximo para fazer isso o mais agradável possível.

 

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***DIA 1 - BANGKOK - WAT PHRA KAEW, WAT PHO, GRAND PALACE E WAT ARUN***

 

Acordei cedo e como disse antes vi minha mochila no saguão do Hostel, fiquei feliz, tomei um banho me arrumei, já fiz check out do hostel chik, já que ia me mudar para um mais barato a noite quando chegasse do passeio e fui esperar uma brasileira chamada Mariza que conheci no aeroporto que também tinha perdido a bagagem pela Ethiopian para conhecermos os pontos turísticos mais famosos de Bangkok. O choque cultural já foi imediato, de manhã o staff do hostel estava colocando bananas e chá para Buda na frente do hotel, como uma espécie de oferenda, aquilo me lembrou bastante as religiões afros da Bahia, que possuem a mesma simbologia de oferecer algo ao sagrado, aquilo já foi me instigando e me empolgando para o passeio. Mariza chegou e fomos atrás dos famosos Grand Palace, Buda Deitado, Wat Phra Kaew e Wat Arun (Templo do Amanhecer). Descobrimos depois de perguntar a alguns locais que estávamos bem perto dos pontos de interesse, após uma caminhada chegamos lá, aquilo já foi me fascinando, tudo muito decorado e ornado, diferente da arquitetura de qualquer prédio secular Ocidental. Compramos um ticket que da direito para entrar no grand Palace e no Wat Phra kaew, já que ambos encontram-se em prédios vizinhos. Outro choque: a quantidade de turistas que também estão visitando o local, e olhe que era cedo ainda, os locais ainda estavam abrindo. Muita gente, mas não era muita, era muita, muita, muita gente, uma multidão de turistas caminhando de lá pra cá, o que tornava a gente apenas mais uns no meio da multidão. Começamos por Wat Phra kaew que está situada ao lado do Grande Palácio. Wat Phra Kaew é onde se encontra o Templo do Buda de Esmeralda, o templo mais sagrado da Tailândia. Este templo hoje é usado como capela particular do rei, sendo a única capela tailandesa na qual não residem monges.

 

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Depois fomos ao Templo do Buda Reclinado onde está um buda deitado de 43 metros de comprimento e 15 metros de altura. Você paga por fora para entrar nele (mesmo sendo quase vizinho ao Grand Palace e você comprando esse ticket anterior). O Buda deitado representa a passagem final para o nirvana, que é o estado vazio mental desejado pelos Budistas. Fica a dica que na saída de Templo do Buda deitado existe a escola mais tradicional de massagem (e antiga) da Tailândia. Eu fiz meia meia hora de massagem, mas me arrependo amargamente, já que era pra eu ter feito no mínimo duas horas. Não deixem de fazer é incrível. Quando a massagem terminou parece que minha alma tinha saído do meu corpo, inenarrável.

 

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Após uma manhã e quase uma tarde inteira conhecendo os pontos acima, decidimos atravessar o rio e pegar o por do sol no famoso Wat Arun. Almoçamos antes de pegar o ferry para atravessar o outro lado. Wat Arun Ratchawararam Ratchawaramahawihan é um templo budista da escola teravada, esta localizado na margem oeste do rio Chao Phraya. Wat Arun pode ser traduzido como "Templo do Amanhecer" ou "Templo da Alvorada". Esse templo é perfeito para ver o por do sol e ao subir (paga-se mais um ticket) a vista da cidade é encantadora, afora que a beleza do templo é mais que perfeita.

 

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  • ** DIAS 10/11/12 - BAGAN **   Bagan, com toda a certeza, está no meu TOP ONE de toda a trip. Para chegar em Bagan, como sempre, basta pegar um ônibus noturno e de madrugada você já chegou na cidade.

  • Olá, dá sim viu. Refeições são baratas, hospedagens e tranporte também!. Essa grana dá pra ir duas vezes a Asia. ehhehe Abraço

  • **DIAS 17/18 SLOW BOAT ATÉ LUANG PRABANG**   Estava em Chiang Mai e precisava chegar no Laos. Eu tinha duas opções: pegaria mais um voo ou iria em um barco lento atravessando o Delta do Laos, com b

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Olá Pedro!

Não deixe de postar mais. Estou gostando muito do relato e das fotos!

Queria te fazer algumas perguntas:

- Como é a comunicação nesses locais? Dá pra se comunicar em Inglês?

- Como você fez com o dinheiro? Levou dólares? Fez câmbio?

- É tranquilo para mulheres por esses países que você passou? Devo ter algum cuidado especial com roupas?

  • 3 semanas depois...
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Olá, gostaria de agradecer por ter postado este relato tão rico em detalhes.

Estou planejando viajar para Tai, Vietnã e Camboja em novembro, serão 30 dias líquidos.

Sei que você ficou 60 dias, e tenho uma dúvida quanto ao orçamento.

Você acha que com 12 mil dilmas (fora passagem) dá pra ser feliz no sudeste asiático??

Obrigada,

Talli

 

Olá, dá sim viu. Refeições são baratas, hospedagens e tranporte também!. Essa grana dá pra ir duas vezes a Asia. ehhehe

Abraço

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Olá Pedro!

Não deixe de postar mais. Estou gostando muito do relato e das fotos!

Queria te fazer algumas perguntas:

- Como é a comunicação nesses locais? Dá pra se comunicar em Inglês?

- Como você fez com o dinheiro? Levou dólares? Fez câmbio?

- É tranquilo para mulheres por esses países que você passou? Devo ter algum cuidado especial com roupas?

 

Sim Helga, dá pra se virar com o Inglês, eles já estão acostumados com estrangeiros, mas não espere um ingles perfeito, algo "entendivel".

Levei tudo em cash e sempre andava com a doleira, cartão de crédito só pra uma emergencia mesmo.

Apenas pra entrar em alguns templos que não são permitidos ombros de fora ou shorts, inclusive para homens. Mas encontrei mulheres viajando sozinhas sim, inclusive essa Japonesa das fotos. O problema que eu ouvi de relatos é apenas no Egito ou India, mas no Sudeste Asiatico pode ir sem medo mesmo (mas sempre de olho nas coisas nos hostels e não dar bobeira)

 

Abraço

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** DIAS 13/14/15/16 - CHIANG MAI/CHIANG RAI **

 

Saindo Myanmar, volto a Tailândia. De Bagan peguei um onibus noturno e cheguei em Yangon pela manhã para ir ao aeroporto da capital pegar um voo de volta a Bangkok e depois pegar outro voo para Chiang Mai. Existe um voo direto de Yangon para Chiang Mai, mas não consegui comprar na internet, por causa do wifi ruim do Myanmar eai tive que fazer esse plano B meio cansativo pois perdi um dia so viajando. As passagens eu comprei poucos dias antes, então nem se preocupem que voces acham passagens baratas.

 

Chiang Mai é a cidade que eu moraria na Tailandia. Super cool, calma, cheia de hippies, estrangeiros, liberal, barata e com uma culinária incrivel. Nessa cidade foi onde eu vivi as mais fascinantes experiências da viagem, então vou aos relatos:

 

I) Tatuagem com um monge budista!

 

"Fiz minha tatuagem. A sakyant não é uma tatuagem estética, ela serve para proteção do corpo físico e da alma, nunca esperem as cores, formas e beleza de uma tatuagem de estúdio. Essas horas foram uma jornada pra mim, acordei cedo para fazer a tatuagem, já sabia que era longe da cidade. Fui atrás de um táxi e não tinha, não passa táxi na rua. Depois de muito rodar, parei em um hotel e a moça ligou e fechou o táxi pra mim. O taxista não sabia onde era, depois de sair de Chiang Mai, passamos por belas paisagens, lindas plantações de arroz e um pequeno vilarejo, onde depois de uma hora de estrada lá no fundo eu vi o templo. Ao chegar observei o monge, todo tatuado se preparando pra um ritual. Um dos ajudantes dele já foi perguntando se era sobre a sakyant e iria saber se ele poderia me tatuar. Eu nervoso, por ter que voltar lá depois, ele volta e diz que se eu quisesse esperar ele faria minha tatuagem, fiquei lá conversando com uma família que iria receber bênçãos no templo. O monge desse lugar, é um ser distinto, tatuado dos pés a cabeça, fala pouco e tem um pouco a cara fechada, mas sua energia é evidentemente de um homem sagrado. Ele é uma espécie de celebridade do local, bem famoso em Chiang Mai, por suas tatuagens sagradas. O templo é envolto em uma áurea mística, cheio de oferendas pra ele, milhares de fotos do rei e várias outras dele tatuando locais e turistas. Estava sentindo calafrios pela energia do lugar, algo realmente místico tem ali que eu não sei explicar. Lá no fundo ele preparava um ritual em um rapaz, que parecia um batismo. Sentou lá dentro, defronte a uma piscina cheia de ornamentos, pétalas e raízes e começou a entoar um mantra, aquilo me hipnotizou. Depois, o rapaz foi pra outro lado e outro monge começou a jogar a água da caixa nele, achei aquilo absurdamente interessante. No fim do ritual um homem que estava lá com sua mulher e filhos que iria receber o batismo também me chamou pra ir com ele. O monge olhou pra mim e disse em um Unglês bem básico : "isso é para boa sorte. Você é um homem de sorte." Senti um baque, estava eu ali do outro lado do mundo, participando de um ritual budista, do nada. Mandaram eu tirar a roupa e me colocaram num manto branco, sentei com o homem e o monge começou a entoar os mesmos mantras e começaram a jogar a água perfumada em mim. Cada balde de água fria era uma nova vida que eu recebia, indescritível. Já queria começar a chorar. Quando terminou ele disse pra gente ir fazer a tatuagem, perguntou o que eu preferia, eu disse: o senhor escolhe. Entrei no templo, ele acendeu uns incensos e mandou eu pensar em coisas boas. Começaram as agulhadas, cada pontada era um flash em minha cabeça: amigos, dinheiro, profissão, amor, carreira, família. Foi mais ou menos meia hora assim, eu não conseguia nem pensar o que era a tatuagem, só vinham fotografias na minha cabeça. A dor era amor. A dor naquele momento era algo profundo, batia na alma. Quando ele terminou, colocou a mão em minhas costas e começou a entoar mais mantras, depois de uns quinze minutos, de novo repetiu: "homem de sorte". Mandou que eu ficasse de frente pra ele e me deu uma medalha. Segurou minha mão e começou a orar. Ai sim cai no choro e na real: do outro lado do mundo, fazendo uma tatuagem sagrada com um homem santo. SURREAL. Peguei um envelope pra doação, coloquei um dinheiro e sai agradecido, mais uma vez por tudo. Minha cabeça tinha tantos pensamentos que esqueci minha carteira e agora estou aqui esperando outro taxista vir devolver num shopping. Quando eu vi a tatuagem já sabia o que vinha, algo como minha personalidade forte: um tigre com uns dizeres embaixo, adorei.

 

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Para esses passeios, eu contratei junto com um amigo que encontrei lá um táxi para rodas o dia com a gente e o preço foi bem em conta. É só negociar!

 

II) Ver as mulheres pescoçudas!

 

Todo mundo já ouviu falar das pescoçudas. Quanto mais anel no pescoço (o anel é tão pesado que eu não levantei com uma mão só) mais velha e geralmente as crianças começam a usá-lo. Na verdade, não é o pescoço que alonga e sim o ombro que baixa. Me deu uma pena, altera a postura e a voz. Essa tribo na verdade fica bem próximo da cidade e é bem um zoológico humano. Onde você paga pra entrar e as mulheres fazem bordados e vendem quinquilharias aos turistas. É uma experiência linda e ao mesmo tempo chocante, já que a alteração corporal por questões culturais é algo tão incomum no ocidente. Imagina essas mulheres vivendo a um tempo sem turistas e sem qualquer interesse financeiro, devia ser incrível.

 

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III) ZOO de Chiang Mai e andar de elefante!

 

Outra experiência inenarrável de tão incrível. O Luiz é o primeiro brasileiro que eu encontro do grupo Mochileiros do whats. Pessoa do bem, que me acompanhou aqui em Chiang Mai nesses dias e que eu já me despeço, porque estou indo amanhã. Grandes aventuras em dois dias, tudo foi foda. O passeio com elefantes aqui em Chiang Mai e por diversos países é super comum aqui nessa parte da Asia. Primeiro, a gente comprou um passeio de dia inteiro, mas como não deu certo, trocamos por esse de meio dia e foi simplesmente sensacional. Já é um choque você ver um animal desses gigantesco de perto, agora imagina dar banho nele, alimentá-lo e andar no seu lombo por horas em uma planície íngrime de terra e mata. Sem palavras. Eu e o Luiz dividimos o elefante e escolheram o Manah pra gente, ele parecia ser o pai e líder dos outros elefantes do grupo. Super dócil, era um pouco teimoso e as vezes obedecia a nossos comandos de voz, sempre parando pra comer, leia-se a cada 5 passos. Ao subir nele você simplesmente consegue ver tudo ao redor de tão alto. Mas o bixo é tão puro e dócil que nos primeiros minutos já estávamos relaxados e se sentindo super seguros no seu lombo. Depois de andar com ele e tirarmos mais de mil fotos na Gopro, demos banho e nos despedimos do retiro dos animais, com a certeza que escolhemos uma empresa que não maltrata os animais e trata os bixos com respeito. Esse foi o contato mais puro e direto que eu já tive com a mãe natureza e eu pude refletir o quanto ela é perfeita em seus atos e criações. Obrigado, obrigado

 

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Para chegar em Chiang Rai, você deve fazer uma day trip. Na estação de ônibus de Chiang Mai pegue o primeiro onibus para em Chiang Rai e volte a noite. Vale a pena o passeio.

 

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**DIAS 17/18 SLOW BOAT ATÉ LUANG PRABANG**

 

Estava em Chiang Mai e precisava chegar no Laos. Eu tinha duas opções: pegaria mais um voo ou iria em um barco lento atravessando o Delta do Laos, com belas paisagens e muitos viajantes, escolhi essa segunda opção obviamente. A viagem consiste basicamente no seguinte: feche com uma agência em Chiang Mai. Eles te pegam pela manhã no seu hostel e vão até Chiang Rai, fazem uma para para almoço e uma visita rápida no templo branco. Pega a estrada novamente e te deixam em um resort já na fronteira da Tailândia com o Laos (hospedagem inclusa, assim como a refeição). Na manhã seguinte vá até a fronteira terrestre, passe pela imigração e chegue no Laos. Lá eles vão te levar até o rio e de lá você embarca no slow boat, que parece aqueles barcos que atravessam o Rio Amazonas. Cheio de viajantes, você vai conhecer muita gente, trocar uma ideia e beber uma cerveja (várias, hehehe). Depois de viajar até pelo fim da tarde, eles vão parar em uma vilazinha bem legal e você vai dormir nela, ai por sua conta. No outro dia pela manhã embarque mais uma vez e depois de atravessar o Rio Mekong, chega em Luang Prabang e isso tudo por 40 doláres e o visto, vale muito a pena. As fotos falam por si.

 

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"Todo mochileiro é econômico. Eu estava na Tailândia e precisava chegar no Laos da maneira mais barata possível. Avião descartado. O plano B era o slow boat. 2 dias em uma viagem longa que eu já fiquei meio assim, desconfiado. Mas foi só entrar no barco e minha concepção já mudou. Uns 100 mochileiros de todas as idades interagindo, bebendo, jogando mochila, falando alto: essa era minha interação, o que queria. O barco atravessa o Rio Mekong e a cada 8 horas para em uma vila para dormimos. Foi nesse meio de transporte que cheguei aqui e conheci as pessoas mais incríveis da viagem até agora: Suécia, Espanha, Nova Zelândia, Portugal, etc etc. Ou seja, o que era meu temor, me tornou feliz. Então quem precisar chegar ao Laos da Tailandia vale a dica: cortar o rio Mekong em três dias na companhia das pessoas mais descoladas do mundo."

— em Slow Boat to Luang Prabang.

 

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**DIAS 19/20/21 LUANG PRABANG **

 

Chegando em Luang Prabang, você vai se surpreender. Uma cidade super aconchegante, com uma gama incrível gama de hostels e restaurantes, é aquela cidade que você quer guardar no bolso e levar pra casa. De colonização francesa, isso salta aos olhos, muitas padarias, baguetes e arquitetura de influencia europeia, mas sem deixar de ter sua raiz Asiática.

 

A cidade tem muitos turistas, de todas as ideades que efervescem a cidade a noite. São muitas opções de bares. Mas o mais famoso é o Utopia, que fica cheio de gente bonita e música boa. Como os bares fecham cedo, o pessoal sai do Utopia e vai ao Boliche ficar até as altas madrugadas, bebendo e paquerando. Vale a pena.

 

Para conhecer as principais atrações da cidade, como a famosa cachoeira, a LaoLao Village e as cavernas, a gente contratou um tuk tuk por todoo dia e depois de negociarmos bastante o preço valeu a pena. Façam isso.

 

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**DIAS 22/23/24 VAN VIENG**

 

Para chegar a Van Vieng pegue um ônibus noturno de Luang Prabang e chegue na cidade de madrugada, como sempre os tuks tuks te dirão os hostels mais baratos. A cidade apesar de ser menor, tem várias opções de hostels e bares. A cidade tem gente mais jovem que foge pra lá pra beber e farrar. Primeiro tem o tubing, que é a travessia do rio em boias e parando nos bares, tenha cuidado ao beber demais e correnteza te levar, já ouvi vários relatos de mortes. A noite é variada ,e tem muitas festinhas eletrônicas, as jungles parties. Nessas festas conheci bastante gente e ficava sempre até de manhã. Uma cidade legal, que vale a pena conhece aproveitar com calma de dia (se não tiver de ressaca) e comer bastante coisa gostosa, caminhando por suas vielas e observando as pessoas irem e virem.

 

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**DIA 25 24 HORAS EM UM ONIBUS PARA O VIETNAM**

 

Do Laos partiria agora ao Vietnam, escolhi a opção mais barata: ônibus. E tome tempo: 24 horas + espera na fronteira + lentidão da imigração. Não sei se vale a pena, atravessei, tomei remédio e dormi, pra quem tá viajando acho que um sacrifício desse vale a pena. Você vai conhecer mais viajantes, fazer amizades, parar no meio das estradas do Vietnam e dormir em um ônibus bizarro.

 

Tirei meu visto no Brasil, achei melhor pra não perder tempo. Ao chegar na fronteira tenha paciência e leve um lanche, você vai esperar bastante. E os guardas vão te cobrar a mais pra carimabr seu visto. Apesar de ser um dólar, achei um absurdo, pois já tinha pago quase 300 reais aqui no Brasil pelo visto. Mas já tinha ouvido falar de histórias da corrupção da polícia por lá, fazer o que, estamos submetidos a isso. Uma coisaa eu digo a vocês: valeu a pena. O Vietnã é lindo e vocês verão o porque.

 

Até mais.

 

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  • 2 semanas depois...
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Noooossa amei seus relatos, um dos melhores que ja li!

 

Tenho uma pergunta que nao sei se você pode me ajudar... Voce acha que tbm tem slow boat no caminho contrario? Preciso fazer Laos -> Chiang Mai e busao esta me parecendo bem cansativo, já vou chegar do Vietna de Bus, too much! hahaha

 

Thanks!!

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Noooossa amei seus relatos, um dos melhores que ja li!

 

Tenho uma pergunta que nao sei se você pode me ajudar... Voce acha que tbm tem slow boat no caminho contrario? Preciso fazer Laos -> Chiang Mai e busao esta me parecendo bem cansativo, já vou chegar do Vietna de Bus, too much! hahaha

 

Thanks!!

 

Obrigado!

 

Não tenho certeza, mas provavelmente existe sim pelo sentido contrário, vi vários barcos indo e vindo. E os Asiáticos gostam bastante de dinheiro, então uma viagem pra ganhar mais eles com certeza não iriam deixar de fazer.

 

Abraço

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DIAS 25/26/27 - **HANOI**

 

Depois da grande experiência do Laos tinha duas opções para chegar no Vietnã, a distância era longa, então ou eu pegava um voo ou então o ônibus de 24 horas do outro post. Resolvi pegar o tal ônibus o problema não foi nem ele, já que tem wifi e dá pra dormir bastante o problema é ao chegar na fronteira: burocracia, policiais, revista, etc e etc. Então tenha bastante paciência, que depois da tempestade vem sempre o arco-íris e assim foi. Cheguei em Hanoi e já foi aquela coisa incrivel, ruas apertadas, gente, moto, gente, motos e motos, grandes histórias e mais motos e barulhos.

 

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A cidade tem uma gama incrivel de turistas para você fazer amigos, hostels e agências de viagens. O táxi nos deixou em um beco onde escolhemos um dos hostels indicados e lembro que paguei uns 8 doláres a diária, com café da manhã, simples, mas que tinha. O local ficava perto do centro agitado da cidade e logo na entrada tinha uma agência de viagem com todas as viagens e passeios inimagináveis, então valeu a pena.

 

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Hanoi é aquela cidade para se ficar bastante dias, como estava com o roteiro apertado fiquei poucos, mas queria mais.

 

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Fiz um grupo de amigos europeus, como sempre, e exploramos tudo o que a cidade podia nos oferecer: comida, balada, andar de madrugada a procura de comida, bebidas, farrinhas e enfim muita diversão, gastronomia local e uma cultura incrível.

 

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"Hanoi é a capital do Vietnã, com suas vielas emblemáticas onde gente é moto e moto é gente, já me despeço para ir a Halong Bay. Mais uma vez aqui fiz diversos amigos, mas um casal de ingleses em especial que diante dos mesmos gostos e mesma sintonia tivemos um dia incrível que vai acabando agora em uma ronda noturna pela capital, as 4 da manhã. Aqui eu me sinto totalmente seguro e acolhido, onde comi a melhor comida da trip e como disse em outro post, prometo voltar para ficar bastante tempo para conhecer mais essa cidade. Uma cidade multicultural, cheia de museus e rica em história que deixa qualquer pessoa minimamente curiosa instigada em querer buscar mais e mais. — em Army Museum Hanoi."

 

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Pedro,

Relato sensacional! Tô indo em dezembro/janeiro para Tailândia, Laos, Vietname e Camboja e seu relato, definitivamente, é uma das minhas inspirações!

Ansioso por mais! Meus parabéns! Abraço

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Pedro,

Relato sensacional! Tô indo em dezembro/janeiro para Tailândia, Laos, Vietname e Camboja e seu relato, definitivamente, é uma das minhas inspirações!

Ansioso por mais! Meus parabéns! Abraço

 

Poxa cara muito obrigado pelo feedback, que bom que essa trip inspira muita gente a viajar sempre mais! Sempre agradecido por vocês acompanharem.

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