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Olá viajante!

Bora viajar?

Mochilão Bolívia, Chile e Peru (com gastos) – maio de 2015 (22 dias)

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Meu povo,

 

depois de mt planejamento, enfim fiz o mochilao mais famoso do site e retorno aqui para agradecer e auxiliar a galera que tanto me ajudou a montar essa viagem. :D

 

ROTEIRO

O roteiro real foi esse, mas claro que não foi o inicial. Devido a cancelamento de vôo, bloqueio na estrada e etc.. o roteiro foi se refazendo durante a viagem. Por isso fica a dica: se possível, faça um roteiro menos apertado para que, caso aconteça algo (e provavelmente irá acontecer), vc não deixe de visitar um local que planejou por meses.

 

06 de maio – Rio de Janeiro – Santa Cruz

07 de maio – Santa Cruz – Sucre – Potossi – Uyuni

08 de maio – Salar

09 de maio – Salar

10 de maio – Salar – San Pedro

11 de maio – San Pedro – Calama – Arica

12 de maio – Arica – Tacna – Arequipa

13 de maio – Cânion Del Colca

14 de maio – Cânion Del Colca

15 de maio – Arequipa – Cusco

16 de maio – Cusco

17 de maio – Vale Sagrado

18 de maio – Cusco – Águas Calientes (via hidroelétrica)

19 de maio – Machu Picchu – Águas Calientes – Cusco (via hidroelétrica)

20 de maio – Cusco – Puno

21 de maio – Ilha de Uros

22 de maio – Puno – Copacabana – Ilha Del Sol

23 de maio – Ilha Del sol – Copacabana – La Paz

24 de maio – Downhill na estrada da morte

25 de maio – Chacaltaya

26 de maio – Passeio pela cidade e compras

27 de maio – La Paz – Santa Cruz – Rio de Janeiro

 

 

ROUPAS, ACESSÓRIOS, COSMÉTICOS..

 

Se vc nunca mochilou por locais com temperaturas tão próximas de zero (e até mesmo negativas), vai gastar uma grana nesse item (foi o que aconteceu cmg :mrgreen: ). Nos meses que antecederam a viagem deixei boa parte do salário na Decatlhon (loja de artigos esportivos).

Vou colocar aqui alguns itens que acho que são importantes levar, mas que fique claro que há pessoas que vão com o que tem no armário e não ouvi nada sobre turista brasileiro que morreu congelado por lá não ::lol4::

 

- Mochila Cargueiro. Não há a possibilidade de se fazer uma viagem como essa de mala de rodinha. Enfim.. possibilidade há, mas será um incomodo. Eu fui com a minha velha de guerra Carmpon 68L da Trilhas & Rumos.

 

- Mochila de Ataque – comprei uma da Quéchua de 20L que aguentou mt bem a viagem.

 

- Segunda pele – comprei calças e blusas e achei ótimo. São itens que não ocupam mt espaço na mochila e que vc vai usar quase que diariamente.

 

- corta vento – no salar venta demais, um vento congelante, valeu mt a pena levar. Eu comprei um mais bonitinho que até usava como casaco nos lugares que não ventava.

 

- bota de trekking – eu comprei e achei bom ter um calçado mais quente e robusto para tantos dias. Fui com a bota nova e fui fazer um trekking de 18km e acabei tendo bolhas nos pés, então tentem amaciar o calçado antes da viagem, ou evitem terkking mt longo rs

E aconselho a levarem um outro calçado fechado, pode ate ser um tênis simples. Eu levei apenas a bota e chinelo, quando tive o problema com bolhas tive duas opção: ou congelava os pés de chinelo ou apertava os pés na bota. :shock:

 

- Fleece – comprei e usei bastante, pois eles esquentam bem, mas acho que um moletom pode ficar no lugar desse item.

 

- Calça legging – meninas levem mais de uma! Dá pra usa sozinha, dá pra usar embaixo da calça jeans.. levem!

 

- Saco de dormir – eu levei e usei no salar e nas viagens como travesseiro, não acho essencial, mas se vc já tem um, leve. O saco não pesa e vc pode amarrar na mochila.

 

- Óculos de sol – essencial! Apesar do frio, faz um sol do caramba. 8)

 

- Protetor solar e labial – essencial tb e use em quantidade absurdas. Cheguei no Rio e a primeira frase que ouvi foi: Nossa! Como vc ta preta!

 

- Hidratante – nunca tive a pele tão seca. O negócio ficou tão ruim que até bepantol nas pernas eu usei.

 

- Meia, touca, luva.. – itens mega importantes. comprei td por lá. Uma parte em Sucre e outra em Uyuni. Fora os itens bonitos que fui comprando nas demais cidades.. rs

 

 

GASTOS

 

Eu levei td em espécie:

1160 dólares (sobraram $50 que gastei no Duty Free)

600 reais (que não gastei, cambiei apenas R$20 em Puno, pois tava com Soles contados e tive que cambiar para ficar mais na cidade devido a um bloqueio na estrada).

 

Dá para gastar menos? Óbvio que sim! Eu gastei isso, mas fiz diversos trajetos de taxi, fiquei hospedada em rede famosinha de hostel, nao cozinhei em nenhum momento, bebi cerveja diariamente..

 

Saí do Rio de Janeiro com as passagens de ida e volta pra Santa Cruz compradas – R$688 (promoção da gol)

E com a passagem de Sucre – $54 (Amaszonas)

 

Fui cambiando e pagando passeios, hospedagem e deslocamento no caminho (além dos presentes).

 

ALIMENTAÇÃO

 

Eu sou meio avestruz, como de td. Comi desde em mercados municipais, daqueles onde as comidas ficam expostas, até restaurante de chef renomado. E tiveram os dias em que eu não aguentava mais e comi em rede de fast food. O negócio é tentar achar os locais mais “confiáveis” e ter disposição estomacal para conhecer a cultura local.

 

VIAJAR SOZINHA

 

Eu inicialmente ia fazer o roteiro sozinha, comprei as passagens e me preparei. Só que foram aparecendo pessoas, tanto aqui no mochileiros, quanto durante a viagem. A verdade é que vc só fará a viagem sozinha se quiser, em tds os locais havia mts mochileiros, mts brasileiros e mt gente fazendo o mesmo que vc.

Não deixe de ir por receio de ir sozinha ou algo do tipo. Vá!!!!

 

 

 

Enfim.. a viagem é incrível, vc vai passar por paisagens únicas, conhecer pessoas do mundo inteiro, culturas totalmente diferentes, se divertir, se estressar e no final td vai ter valido mt a pena e vc vai ter uma experiência incrível. ::love::::love::

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Cheguei em Puno super cedo e fazia um frio absurdo ::Cold::

 

O objetivo era fazer o passeio da Ilha de Uros pela manha e ir direto para Copacabana, mas os imprevistos acontecem..

Obs: nem tinha mt vontade de conhecer a ilha, mas tava naquela onda de que já estava ali, então pq não conhecer mais um lugar?

 

Chegamos na rodoviária e já fomos procurar agência que fizesse o passeio e passagem de ônibus para Copacabana, mas para nossa surpresa havia um bloqueio na estrada e não podíamos sair da cidade. Sendo que não havia previsão para o bloqueio acabar :o

Poderia acabar naquele dia, no dia seguinte, um mês depois..

Bateu um certo desanimo, a essa altura da viagem vc já ta bem cansado e ficar preso numa cidade que vc mal pretendia passar é bem chato. Só que não rolava deixar se abater o negócio era aproveitar o que tinha de bom por lá.

 

Na própria rodoviária, na agencia Inka Travel, fechamos passeios, hospedagem e passagem pro dia seguinte (que só seria confirmada a noite, pois o bloqueio poderia permanecer).

 

Hospedagem – 80 soles por 01 quarto duplo e 01 quarto triplo. (nessa parte da viagem estávamos em 05, ficou 16 soles por pessoa)

Não era um hostel, era um hotel. O local era simples, água quente e wi fi no quarto. Ah tinha TV tb.

Na verdade o valor que estava fixado na recepção do hotel era bem maior do que o que pagamos. Talvez tenha rolado uma promoção pelo pacote “passeio + hospedagem + passagem para Puno para 05 pessoas”

 

Passeio para Ilha de Uros – 25 soles (com a entrada incluída)

Já tinha lido que esse passeio não seria nada demais e realmente não foi.

A van me buscou no hotel e levou até o cais de onde saem os barcos (ou seriam lanchas? Não sei o nome certo). E após uma meia hora de viagem chegamos as ilhas.

 

Inicialmente os nativos demonstram como as ilhas são feitas, deram totora (planta que comem e tb constroem as ilhas flutuantes) para gente provar, montam uma pequena ilha numa espécie de maquete. Td bem turístico e teatral. ::cool:::'>

 

Até aí é até interessante, o que me incomodou foi a pressão que fazem para que a gente compre. É claro que as pessoas vivem do turismo e das visitas, só achei que é feito de uma forma um pouco agressiva.

Depois dessa apresentação eles convidam os turístas para um passeio de barco por 10 soles e depois convidam para conhecer as casas dos nativos e comprar o artesanato feito no local.

 

Não achei um passeio essencial, mas se estiver preso em Puno devido a um bloqueio na estrada, faça! :lol:

 

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Na parte da tarde eu fui dar uma volta por Puno. A cidade é super pequena e não tem grandes atrativos não. Aproveitei para cambiar, visto que não previa pernoitar na cidade, então o que eu tinha separado em soles não daria.

As casas de cambio, para variar, estao nas proximidades da praça das armas :P

 

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No fim do dia o cara da agência foi até o hotel e confirmou que o bloqueio havia acabado e que na manhã seguinte, às 07:30, embarcaríamos para Copacabana. Que alívio! ::mmm:

Passagem para Copacabna – 20 soles

 

Agora vou dar uma dica pra galera que estiver um pouco cansada de sopa de quinoa, milanesa, papas fritas.. Encontrei uma padaria bem legal em Puno: Ricos Pan.

Tinha uma diversidade bem grande de pães, empanadas, doces.. Acabei almoçando e jantando por lá.

 

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Muito legal seu relato!!!

 

Me dá uma ajuda? Vou em agosto para fazer basicamente o mesmo roteiro, minha dúvida é: Chego em Santa Cruz às 13:10, tem voo para Sucre pela Boliviana às 14:10, será que dá tempo? Contando que é o mesmo aeroporto, eu acredito que sim, assim eu economizaria uma estadia, como você queria fazer (kkkk)... Meu medo são os trâmites de entrada, revista, etc.

 

O que você acha? Não temos nenhum interesse em ficar em Santa Cruz...

 

Vinicius,

 

eu tb tinha pensado nesse voo, só que nao tem como dar certo.

O primeiro motivo é que vc terá que despachar a bagagem, cargueiro nao passa como bagagem de mao, e vc nao chegaria a tempo de despachar.

O outro motivo é que é bem provével que o avião saia e vc ainda esteja na fila esperando sua vez de apertar o botaozinho pra entrada na Bolivia :lol:

 

Eu achei um voo às 16:30 pela Amaszonas, que acabou sendo cancelado em cima da hora, mas, quando eles nao cancelam, acho que essa é a melhor opçao.

 

 

AHhhhh... que pena!!! Mas esse das 16h00 vc fechou lá mesmo? Não acho na net pra comprar!!!

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Vinicius, comprei direto no site da amaszonas.

Voo direto, meia hora de duração, por 54 dólares.

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O ônibus saia da rodoviária às 07:30, acordamos super cedo com medo de perder o ônibus. Tínhamos combinado de ir com uns argentinos que estavam hospedados no mesmo hotel. Fomos lá chama-los e eles falaram que o ônibus deles foi adiado, só sairia às 09h. Corremos pra rodoviária e ao chegarmos lá, descobrimos que o bloqueio foi encerrado, mas ainda precisavam limpar a estrada e o nosso ônibus havia sido transferido para às 09h, só que não nos avisaram ::vapapu::

 

Ficamos aguardando na rodoviária e enfim embarcamos, não sem antes pagar a tx pelo uso do terminal, que não falei tds as vezes pra nao ficar repetitiva :D , mas tenha sempre umas moedas no bolso quando for pegar ônibus na rodoviária.

 

O ônibus parou para darmos saída no Peru e depois fomos caminhando até o local onde demos entrada na Bolívia. A galera que estava com carteira de identidade teve que tirar Xerox do documento e entregar na saída do Peru.

 

Enfim estávamos de volta à Bolívia! Mal entramos no país e sobe um sujeito no ônibus, informando que era necessário pagar uma taxa para entrar em Copacabana (1 boliviano).

 

Chegamos em Copacabana e lá não tem rodoviária, o ônibus te deixa na avenida principal, onde há diversas agências e restaurantes. Ali mesmo já começamos a pesquisa de valores pra Isla del Sol. O último barco pra Ilha sai às 13:30, compramos as passagens pro lado norte por 20 bols e fomos almoçar, ali na rua principal mesmo, menu executivo por 20 bols tb.

 

Obs: internet não funciona em Copacabana. Vc chega no restaurante, no bar.. e te dão a senha, vc conecta, o sinal parece ótimo so que vc não recebe nem envia nada. :(

Então não contem com wi fi em Copacabana!! Muito menos na ilha (ao menos no lado norte)!

 

O lago Titicaca em Copacabana é muito diferente de Puno, a água é límpida.

 

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Embarcamos rumo a Isla. Há a opção de ir na parte de cima congelando ou ir embaixo sentindo o perfume do diesel, eu optei pelo diesel, estava com mt frio. Mas independente do frio ou do perfume, vc nem vai se ligar mt nisso, a paisagem é incrível.

 

Chegamos e no próprio píer onde o barco atraca é cobrada uma tx de 10 bolivianos para entrar na Ilha.

fiquei pensando: se eu me recuso a pagar me levam de volta pra Copacabana? :shock:

 

Ao pisar na ilha várias pessoas, maioria crianças, vieram oferecer hospedagem.

Eu me hospedei num hostel que fica bem nessa “praia” onde o barco atraca, bem próximo do píer.

Confesso que o que influenciou a hospedagem neste local foi a preguiça de caminhar. Estava mt cansada, cargueiro mt pesada.. Fora que o valor era o mesmo das demais oferecidas.

 

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A diária foi 20 bolivianos em quarto triplo. Quarto e cama simples, como td que vi na ilha. O banheiro é na parte externa e há água quente, mas é chuveiro elétrico, o que não dá mt conta no frio que faz por lá. Então tome banho cedo! :lol:

 

Após deixar as coisas no hostel fomos dar uma volta na ilha. Há um mirante, onde se pode ver o por do sol.

A ilha é incrivelmente linda. Não conheci o lado sul, que é mais “urbanizado e turístico”, mas recomendo muito o lado norte. Além da beleza do local, os moradores são muito receptivos e simples.

 

 

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Uma duvida

As vans pra voltar tem que marcar com agência

Ou elas sempre ficam lá até certo horario?

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Uma duvida

As vans pra voltar tem que marcar com agência

Ou elas sempre ficam lá até certo horario?

 

Leiroz,

 

eu fiz o trajeto por uma agência onde estava incluso ida e volta Cusco x Aguas Calientes (via hidroeletrica), hospedagem, entrada em MP, guia e alimentação.

 

Então era td marcadinho. Tínhamos que estar em Santa Maria às 14h pra retornar a Cusco.

 

Mas existem vans que fazem o trajeto sem ser de agência, pra quem resolve fazer o percurso por conta própria.

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Acordei bem cedo pra ver o lindo nascer do sol.

 

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Quando planejei a viagem tinha vontade de ir caminhando ate o lado sul, mas confesso que estava bastante cansada e sentido o efeito da altitude. Acabei não atravessando a ilha :?

 

Depois do nascer do sol fui tomar café da manhã. Lá o comércio local não tem nome, assim como as ruas, então fica difícil explicar onde era, mas foi um dos melhores sucos de laranja que bebi na minha vida. Era um café simples, com pão, café, suco, ovos, queijo, manteiga.. Mas foi o melhor da viagem. Não lembro ao certo o preço, mas era algo em torno de 15 bolivianos.

 

Depois do café fiquei curtindo a paisagem da ilha.

 

Peguei o barco de volta pra Copacabana às 10:30, paguei 25 bolivianos.

 

Chegando em Copacabana, tínhamos só 1 horinha pra comprar passagem e almoçar. Fomos pesquisar passagem e acabamos optando por um “ônibus turístico”, por 30 bolivianos. Os outros eram um pouco mais barato, só que, segundo a convincente vendedora :lol: o nosso seria mais rápido e nos deixaria no Centro de La Paz, ao contrário dos outros que nos deixaria no cemitério. Compramos este mesmo e comemos um sanduíche, pois a pesquisa de ônibus foi longa..

 

O ônibus realmente me deixou no Centro de La Paz, mais precisamente na Sagárnaga. De lá fui caminhando pro WR. Achei o hotel meio distante, mas fora isso a qualidade é a mesma.

A caminhada foi bem difícil, pois alem da mochila nas costas, rolaram umas ladeiras e ladeira na altitude parece que nunca acaba ::mmm:

 

Depois de deixar a cargueiro no hostel voltei pra Sagárnaga e fechei 02 dias de passeio, na agência Coca Travels, por 420 bolivianos, entradas nao incluídas nesse valor.

Dia 01: Downhill

Dia 02: Chacaltaya + Vale da Lua

 

La Paz, como grande parte das capitais, é uma cidade bem movimentada, então tentei ficar bem atenta nas lotadas ruas.

 

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A principal coisa que tenho pra falar sobre esse passeio é: FAÇAM! ::hahaha::

 

Agora deixa eu falar um pouco sobre a Coca Travels, empresa onde fechei os passeio por um preço super baixo, 420 bolivianos os 02 dias. A Coca, aparentemente, não é uma empresa que tem sua própria equipe, pelo que entendi eles vão alocando os clientes nas demais agências.

Eu dei sorte, paguei um preço super camarada e quando chegaram para me buscar, fiz o passeio pela Xtreme Downhill, uma empresa super famosinha e que tem o valor bem superior ao que eu paguei. Mas da mesma forma, poderia ter caído em uma empresa bem fuleira.

Obs: o valor ta incluído cd com fotos e vídeos e a camisa de sobrevivente.

Uma parte da galera do Brasil que tava cmg fechou na mesma agencia, só que num outro dia, e a empresa foi outra.

 

Agora falando do que interessa: O passeio é realmente incrível, vale a pena demais!

 

Eu não sou nenhuma especialista em bicicleta, dou umas voltas esporádicas (esporádico = trimestral) no fim-de-semana e sobrevivi para contar a vcs. :D

 

Pode realmente morrer na estrada da morte? Sim! Pode!

Se vc não for prudente pode cair no precipício e aí já era ::ahhhh::

Só que se vc for no seu ritmo, conhecer suas limitações e ouvir as instruções do guia, dificilmente vai morrer. Pode ate levar um tombo, o que não é incomum, mas sem grandes consequências..

 

Dá medo? Sim! Dá!

Eu senti um medo desgraçado, eu tinha a sensação constante de morte ::hãã::

Provavelmente foi a coisa mais radical que já fiz na vida. Só que o negócio é mt bom. São dezenas de km de descida, numa estrada ultra sinuosa, a beira de um precipício, e apesar do medo, a sensação é maravilhosa.

 

A bicicleta é importante? Sim!

A minha era uma intermediária e deu pra fazer bem. O freio era a disco e tinha uma boa suspensão dianteira, mas mesmo assim fiquei uns 03 dias com dor nas maos por causa da trepidação e tb de nervoso, que me fazia segurar o freio na maior tensão.

A minha não tinha suspensão traseira e não fiquei com dor nas nadegas não, mas talvez trepidasse menos.

 

A van passou no hostel às 07h. A primeira parada já é na estrada, na parte asfaltada.

enquanto o café é servido os guias e o motorista preparam as bicicletas. A roupa de proteção e o capacete são entregues, as primeiras instruções são passadas e a gente faz um teste drive nas bicicletas.

Todos prontos? Hora de encarar a estrada da morte!

 

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Começamos o passeio na estrada asfaltada. Aí já dá pra sentir uma sensação boa. É só descida, a bicicleta pega uma velocidade impressionante, de vc não ter que pedalar em momento algum. Passamos por um pequeno trecho de estrada de chão, onde se tem uma noção que o negocio é realmente sinistro SMILE

como o piso é mt irregular, o pneu não tem contato o tempo inteiro com o solo, o que dá uma certa instabilidade.

 

Depois desse trecho inicial pagamos uma taxa, acho que de 25 bolivianos, provavelmente pelo uso da estrada (to chutando pra que serve essa tx :lol: ) e voltamos para van que nos leva até a verdadeira estrada da morte.

 

Vc para num local onde é possível visualizar uma parte da estrada, na verdade uma linha branca beirando o precipício na montanha, confesso que fiquei com um medo imenso e pensei umas 30x em desistir, mas segui em frente :shock:

 

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Há diversas paradas para fotos, descanso e mais para lanche.

Acho desnecessário levar maquina, no cd tem diversas fotos. No Maximo um celular, se vc fizer mt questão de fazer o seu registro. Mas tenha prudência e nada de fotografar pedalando :lol:

Não sei se foi sorte ou se tds são assim. No meu grupo dava pra pedir pra tirar foto com quem, onde e na hora que vc quisesse, eram mt solícitos. Alem do guia sempre explicar onde estávemos, como seria a estrada pela frente.. sempre que passávamos em placas onde tinha o mapa da estrada ele dava essa explicação.

 

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Durante td o trajeto cada um pode fazer o seu ritmo. Sempre tem uma galera mais experiente, ou louca mesmo rs, que vai voando, no mesmo ritmo do guia, mas tem sempre um que vai no final. Então se vc se sentir seguro numa velocidade de 5km/h, não ficará pra trás, o guia vai te acompanhar :lol:

 

No final paramos em um local onde os guias lavam as bicicletas enquanto bebemos uma cerveja por 20 bolivianos.

 

Depois voltamos para van e vamos para o local do almoço (incluído no pacote), onde tem piscina e banheiro com ducha bem quentinha.

O almoço é Buffet livre, com comida simples. A bebida não está inclusa.

 

Depois do banho e almoço voltamos pra van e retornamos pra La Paz. O caminho é bem longo, mas vc estará tão morto que vai dormir parte dele.

 

Obs: o início do passeio é frio, só que durante o percurso vai esquentando e no final, no local onde rola o almoço, é bastante quente. Então o bom é vc ir com uma camiseta sob a roupa. Na volta o processo é inverso, começa quente e vc vai recolocando as roupas ate chegar no frio de La Paz a noite.

 

Sobre o downhill na estrada da morte: FAÇA!!!!! ::otemo::

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