Depois de vermos algumas fotos e relatos resolvemos conhecer a região de Sengés (PR) e Itararé (SP). Quase todas as atrações ficam em Sengés, razão pela qual fixamos base na cidade. Pousamos no Hotel Sengés, que fica na beira da estrada. O dono do Hotel, Seu Nildo, foi fundamental para nossa viagem, pois forneceu todas as explicações e mapinhas, feitos à mão, para conseguirmos visitar os picos. Não contratamos guias e não levamos GPS, conseguimos fazer todas as trilhas sozinhos, apesar de termos pego uma estrada errada no final da "Trilha das Sete Cachoeiras". Nosso roteiro de viagem foi o seguinte:
Dia 00 - São Paulo (SP) - Sengés (PR);
Dia 01 - Cachoeira Véu da Noiva (por cima e por baixo), Canion Jaguaricatu, Cachoeira Erva Doce, Cachoeira do Postinho e Cachoeira do Navio;
Dia 02 - Poço do Encanto, Mirante do Corisco e Parque Ecológico da Barreira;
Dia 03 - Trilha das 7 Cachoeiras;
Dia 04 - Sengés - São Paulo. (iríamos explorar a região de Bom Sucesso de Itararé com o Canion Pirituba, Cachoeira da Invernada e arredores, mas desabou uma baita chuva e a previsão era de continuar o tempo feio no dia seguinte, optamos por abortar a missão e deixar para uma próxima oportunidade).
No geral o lugar é muito bonito, não deve nada às Chapadas, apesar de ter uma dimensão reduzida. O carro é essencial para os deslocamentos. A trilha das 7 Cachoeiras é circular, mas dependendo do sentido fica difícil encontrar a continuação da trilha. O ideal é contratar um guia ou ir com alguém que já conheça. A trilha é batida, com GPS e informações confiáveis também dá para fazer.
Ticado agradavelmente, voltarei com certeza levando parentes e amigos.
DIA 01
Acordamos cedo, café da manhã, coletamos informações com Seu Nildo e partimos. Estava um baita sol e um pouco frio. Seguindo o mapinha paramos em alguns pontos para fotos e logo estacionamos para nossa primeira parada oficial: Cachoeira do Véu da Noiva por cima.
A Cachoeira Véu da Noiva em Sengés é uma belíssima atração. Utilizando as informações e o mapa do Seu Nildo conseguimos localizar a entrada da cachoeira sem dificuldade. Começamos por cima, estacionamos o carro e fomos explorando uma trilha (bifurcada) e seguindo o barulho da água até encontrarmos o rio. Baita sol, dia lindo, muitas fotos. Fomos seguindo a água e logo encontramos a queda principal. Aqui muito cuidado!!! fomos pela margem direita e quase nos demos muito mal, pois não tem acesso à parte de baixo e é uma queda em negativo, muito perigoso. O caminho certo é atravessar o rio e vislumbrar o visual do outro lado.
Após visitarmos a parte de cima da cahu partimos em direção ao Canion Jaguaricatu. aqui nos perdemos um pouco em função das plantações de soja esconderem o caminho até o atrativo.
Após o Canion voltamos para conhecer a parte de baixo da Cachoeira do Véu da Noiva e darmos um "thibun" nas águas geladas. Estacionamos na entrada da trilha. Tudo sinalizado, sem erro, aqui a trilha é uma estrada que logo alcança a cachu. Rolê exclusivo, estávamos sozinhos, tudo muito bonito, bastante volume d'água. Bateria da filmadora acabou bem na hora que ia mergulhar. Ficamos um tempinho curtindo a natureza por ali, ticado agradavelmente, voltarei com certeza.
Na saída partimos em direção à Cachoeira da Erva Doce. A Cachu até que é bonita, assim como a estrada que nos leva até o início de sua trilha. São vários lagos/represas, numa paisagem bem agradável. Depois de estacionarmos o carro seguimos por uma trilha bem fácil, num terreno um pouco pantanoso. Flagramos uma galera cortando lenha/derrubando pequenas árvores. Casal simpático, a esposa do lenhador até nos ofereceu o sítio deles como hotel. Ticado agradavelmente, mas as outras cachoeiras são bem mais legais, sem pretensões de retorno.
Depois de vermos algumas fotos e relatos resolvemos conhecer a região de Sengés (PR) e Itararé (SP). Quase todas as atrações ficam em Sengés, razão pela qual fixamos base na cidade. Pousamos no Hotel Sengés, que fica na beira da estrada. O dono do Hotel, Seu Nildo, foi fundamental para nossa viagem, pois forneceu todas as explicações e mapinhas, feitos à mão, para conseguirmos visitar os picos. Não contratamos guias e não levamos GPS, conseguimos fazer todas as trilhas sozinhos, apesar de termos pego uma estrada errada no final da "Trilha das Sete Cachoeiras". Nosso roteiro de viagem foi o seguinte:
Dia 00 - São Paulo (SP) - Sengés (PR);
Dia 01 - Cachoeira Véu da Noiva (por cima e por baixo), Canion Jaguaricatu, Cachoeira Erva Doce, Cachoeira do Postinho e Cachoeira do Navio;
Dia 02 - Poço do Encanto, Mirante do Corisco e Parque Ecológico da Barreira;
Dia 03 - Trilha das 7 Cachoeiras;
Dia 04 - Sengés - São Paulo. (iríamos explorar a região de Bom Sucesso de Itararé com o Canion Pirituba, Cachoeira da Invernada e arredores, mas desabou uma baita chuva e a previsão era de continuar o tempo feio no dia seguinte, optamos por abortar a missão e deixar para uma próxima oportunidade).
No geral o lugar é muito bonito, não deve nada às Chapadas, apesar de ter uma dimensão reduzida. O carro é essencial para os deslocamentos. A trilha das 7 Cachoeiras é circular, mas dependendo do sentido fica difícil encontrar a continuação da trilha. O ideal é contratar um guia ou ir com alguém que já conheça. A trilha é batida, com GPS e informações confiáveis também dá para fazer.
Ticado agradavelmente, voltarei com certeza levando parentes e amigos.
DIA 01
Acordamos cedo, café da manhã, coletamos informações com Seu Nildo e partimos. Estava um baita sol e um pouco frio. Seguindo o mapinha paramos em alguns pontos para fotos e logo estacionamos para nossa primeira parada oficial: Cachoeira do Véu da Noiva por cima.
A Cachoeira Véu da Noiva em Sengés é uma belíssima atração. Utilizando as informações e o mapa do Seu Nildo conseguimos localizar a entrada da cachoeira sem dificuldade. Começamos por cima, estacionamos o carro e fomos explorando uma trilha (bifurcada) e seguindo o barulho da água até encontrarmos o rio. Baita sol, dia lindo, muitas fotos. Fomos seguindo a água e logo encontramos a queda principal. Aqui muito cuidado!!! fomos pela margem direita e quase nos demos muito mal, pois não tem acesso à parte de baixo e é uma queda em negativo, muito perigoso. O caminho certo é atravessar o rio e vislumbrar o visual do outro lado.
se liga no vídeo:
Fotos Véu da Noiva:
https://plus.google.com/u/0/photos/110654385513335187187/albums/6171851365816315665?sort=1
Relato blog:
http://danteap.blogspot.com.br/2015/07/senges-cachoeira-veu-da-noiva.html
Após visitarmos a parte de cima da cahu partimos em direção ao Canion Jaguaricatu. aqui nos perdemos um pouco em função das plantações de soja esconderem o caminho até o atrativo.
Após o Canion voltamos para conhecer a parte de baixo da Cachoeira do Véu da Noiva e darmos um "thibun" nas águas geladas. Estacionamos na entrada da trilha. Tudo sinalizado, sem erro, aqui a trilha é uma estrada que logo alcança a cachu. Rolê exclusivo, estávamos sozinhos, tudo muito bonito, bastante volume d'água. Bateria da filmadora acabou bem na hora que ia mergulhar. Ficamos um tempinho curtindo a natureza por ali, ticado agradavelmente, voltarei com certeza.
Na saída partimos em direção à Cachoeira da Erva Doce. A Cachu até que é bonita, assim como a estrada que nos leva até o início de sua trilha. São vários lagos/represas, numa paisagem bem agradável. Depois de estacionarmos o carro seguimos por uma trilha bem fácil, num terreno um pouco pantanoso. Flagramos uma galera cortando lenha/derrubando pequenas árvores. Casal simpático, a esposa do lenhador até nos ofereceu o sítio deles como hotel. Ticado agradavelmente, mas as outras cachoeiras são bem mais legais, sem pretensões de retorno.
Fotos Cachoeira Erva Doce:
https://plus.google.com/u/0/photos/110654385513335187187/albums/6040067604112830433?sort=1
Relato blog:
http://danteap.blogspot.com.br/search/label/Seng%C3%A9s%20-%20Cachoeira%20Erva%20Doce