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Felipe Marques Santana

Washington D.C e Nova York (14 dias)

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Olá! Vim compartilhar com o pessoal do Mochileiros o relato da minha primeira viagem aos EUA em janeiro de 2015.

A viagem começou com 3 dias na capital norte-americana e com mais 11 dias na "Big Apple". Agora com fotos!

 

Vamos começar com o voo de ida: parti de São Paulo para Washington em um voo com conexão em Nova York pela American Airlines. Nada de especial, só uma mãe com um menino de 1 ano ao meu lado que me chutou a viagem inteira... rsrsrs

Bom, não irei me extender no voo.

Chegando em Washington utilizei um shuttle service do aeroporto e paguei US$ 16,00. O mesmo me deixou na porta do HI da cidade, onde decidi ficar. O hostel é razoável, achei os quartos muito pequenos e sem muito clima, parece que as pessoas não estavam afim de fazer amizades.

 

Assim que fiz o check-in decidi dar um rolê pela cidade. O meu primeiro destino foi o Arlington Cemetery, onde são homenageados todos os homens e mulheres mortos em guerras lutando pela pátria americana (Eles realmente levam essas coisas a sério). Peguei o metrô mais próximo e cheguei em 20 minutos. Para utilizar o metrô é necessário comprar um cartão de US$ 10,00 , o qual se passa na entrada e na saída da sua estação-destino.

A entrada no cemitério é gratuita. Lá, dá pra ver todo o gramado forrado de lápides brancas, é realmente incrível o número de pessoas mortas em guerras. Também é possível visitar um memorial feito para toda a família Kennedy. É um lugar muito bonito, mas um tanto triste. O dia estava muito bom, acho que uns 7 graus e sol.

Do alto do cemitério é possível avistar a cidade (lembrando que o cemitério fica na cidade Arlington, óbvio, no Estado da Virginia). Achando que a distância era próxima, decidi ir a pé do cemitério até o Lincoln Memorial (aquele mesmo, em que um Lincoln gigante está sentado). Andei, andei, atravessei o rio Potomac, andei, andei até chegar! Ufa! A cidade nos engana, por ter visão dos lugares, você acha que tudo é perto, mas nem tanto. Prepare-se para andar bastante!

 

Lá, além de tirar uma foto com um dos mais importantes presidentes (aboliu a escravatura e foi assassinado por isso) temos uma bela visão da Reflecting Pool (um lago enorme) e do Washington Monument (o obelisco). Mais uma vez, andei, andei, andei até chegar! Era quase umas 17h, o sol estava se pondo e o visual não podia ser melhor! É possível subir no Washington Monument, porém é necessário fazer uma reserva ou pegar ingressos no dia anterior. Não deu para subir e ver a cidade do alto. :?

 

Continuei a minha caminhada para conhecer a cidade e chegar até o hostel para descansar. Estava bem longe! rsrsrs

Uma vez no hostel decidi tomar um banho e descansar um pouco, depois de um voo complicado e toda essa caminhada, mas o hostel oferecia um walking tour noturno pelo bairro de Georgetown. Não queria perder nenhum momento da viagem, então decidi ir, valeu a pena! O guia voluntário nos levou até a Main Street de ônibus e lá exploramos o bairro, vendo casas e estabelecimentos onde os figurões da política americana moram e frequentam. Depois fomos até a Georgetown University, uma das mais importantes do país. Nas nossas andanças pelo bairro também conhecemos uma escadaria famosa, aparece no filme "O Exorcista". Não assisti ao filme, mas quem viu reconheceu. Depois o grupo foi a um barzinho para recarregar as energias. Cheguei ao hostel por volta da 0h. Tinha que dormir, que na manhã seguinte tinha visita marcada no Capitólio.

 

O café manhã do hostel era a melhor coisa oferecida, opções de frutas (maçã ou banana), bolos, pães, leite, chá, café, cereais.

Café tomado tomei um ônibus para o Capitólio. Em 20 minutos estava lá. A cúpula estava em reforma, então não deu pra ver o melhor. A visita guiada é gratuita é muito interessante. A guia nos leva por quase todo o prédio e conta as histórias relacionadas a cada local.

Em frente ao Capitólio, encontra-se a Biblioteca do Congresso, construída depois que não havia mais espaço no Capitólio. Eles possuem muitos livros antigos e importantes, como uma das primeiras bíblias e escritas da idade média. A visita também é guiada e gratuita, sem necessidade de agendar.

 

Depois disso, decidi andar pelo National Mall, onde estão localizados quase todos os museus da cidade. Comecei o dia pelo Air and Space Museum. Lá podemos ver várias réplicas de aviões de guerra, civis e também muita coisa relacionada com a corrida espacial, como foguetes, vestes espaciais... Recomendo a visita, não temos nada parecido no Brasil. Como qualquer atração na cidade, é gratuito.

 

São muitos museus na cidade, há coisas muito interessantes, mas torna-se muito cansativo, ir de museu em museu.

Eu escolhi 2 ou 3 para visitar. A minha seguinte parada era no Museu do Holocausto. Um lugar muito triste, porém achei bem válida a visita. Além de aprender mais sobre o assunto, pude descansar as minhas pernas assistindo aos vídeos.

 

Depois do Museu do Holocausto, decidi pagar uma visita o Obama, a Casa Branca! Ela não é como vemos na televisão, é bem menor! E além de tudo, a grade é muito distante do prédio! =(

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Retornando ao hostel, decidi descansar.

 

Os relatos do último dia de Washington e de Nov York, ficam para outra postagem.

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Voltando depois de alguns dias de ausência e esquecimento...

 

No meu terceiro dia de Washington, decidi dar uma volta pela Chinatown, a mais bonita e organizada das que conheço (as de NY e Toronto estão mais para 25 de março do que para bairro que mostra a cultura de um povo). A seguir fui até ao Ford Theater, local importante na história norte-americana. Mais uma vez a visita foi gratuita, o tíquete é distribuído a cada hora e vale também para a visita à Pettersen House, local onde Abraham Lincoln foi assassinado. Lá pude assistir na íntegra o "I have a dream..." do Martin Luther King. Realmente, é de arrepiar, a oratória, a escolha lexical e o significado daquele discurso. A seguir segui rumo até o American History Museum, lá conta-se parte da história norte-americana, como a corrida pelo ouro e as inovações tecnológicas que ocorreram com o tempo. Almocei na cafeteria do próprio museu.

Não citei ainda, mas os melhores lugares para suvenires são na Chinatown e nas barraquinhas ou trailers espalhados pelo National Mall.

À noite, um pessoal do hostel se juntou e fomos a uma pizzaria e a um bar. A média do valor da cerveja é 4 dólares mais 1 dólar de tip.

Retornei ao hostel e dormi, pois no dia seguinte ia partir para a NY.

Ao acordar, percebi que chovia muito, mas muito então optei por pegar um táxi até a Union Station, acredito que foi US$ 8,00. Decidi fazer o trecho entre as cidades de trem, pois pouparia trajetos longos de aeroportos e também curtiria a paisagem (se desse pra ver alguma coisa). Comprei a passagem pela internet, no site da Amtrack, e paguei US$ 52,00. Foram cerca de 3h20 de viagem, passei pelas cidades de Baltimore, Philadelphia e outras no estado de New Jersey. Cheguei a meu destino por volta das 14h. A chuva me seguiu o caminho inteiro e continuou até o início da noite. Em NY, para utilizar o metrô já na primeira oportunidade comprei o week pass por US$ 30,00 que lhe dá o direito de usar todo o sistema de transporte da cidade por 1 semana de forma ilimitada. Como me hospedaria no HI-New York, precisei pegar a linha vermelha trem 1 até a 103th street, no Upper West Side. Cheguei, fiz o check-in, deixei a minha mala no quarto e decidi sair mesmo com toda aquela chuva. Passei na delli em frente e comprei um guarda-chuva.

 

No metrô de NY: glamour - 0, eficiência - 9. As estações são simples, feias e até mal cuidadas, mas é possível chegar em qualquer qualquer lugar de Manhattan sem ter que andar muito. Decidi que o primeiro local que queria conhecer era o Central Park. Desci na estação Columbus Circle e bordeei-o até parte da 5th avenue.

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E a chuva torrencial, parecia verão #sqn... Passei em frente ao Hotel Plaza (eternizado no filme Esqueceram de Mim 2) e à loja da Maçã. Como não ia comprar nada lá, decidi subir a 5th até a altura do Rockefeller Center (local da árvore de natal mais famosa da cidade e também sede da TV NBC). Aliás, foi filmado e serviu de set da incrível série 30 Rock. Ainda passei para Igreja de São Patrício, com direito a uma missa rezada em espanhol! Conforme andei, as minhas botas não resistiram à água e alagaram os meus pés. Não podia ficar assim, pois se pegasse uma gripe acabaria com a minha viagem. Portanto, fui à busca de um par de botas ou tênis novos! Na ilusão de achar algo por um preço bom, bem no centro da cidade, fui de loja em loja na chuva e só foi decepção. Também achando que pagaria uma ninharia, fui até a Bloomingdales! Aquela da sacola marrom! hahaha Ao ver a loja toda cheia de luzes de Natal tive esperanças que foram frustradas ao entrar na loja! Tudo muito longe do que o meu bolso poderia pagar... Foi hora de voltar para a 5th, lá tinha visto uma loja da Nike. Tinha andado muuito e decidi usar o metrô. Só que não contava com uma interdição de estações (era domingo) então fiz 3 baldeações até chegar ao meu destino! Ufa! Lá comprei os tênis que precisava e pude continuar o meu passeio. Próximo destino: Times Square! Finalmente, a "Praça do Tempo"! Muitas luzes! Fiquei imaginando quanto $$$$ era necessário para iluminar um pequeno pedaço de terra daquele! Lá apreciei cada minuto e depois da cansativa caminhada voltei ao hostel. O meu quarto comportava 6 pessoas, mas só a metade dos leitos estavam ocupados. Eram 2 alemães e eu. Conversamos bastante e eles me informaram que o hostel organiza várias atividades, e a daquela noite era um pub crawl. Bora ir! Essas atividades são as melhores para se conhecer a galera e não passar a viagem sozinho. Depois de conhecer bastante gente, voltei para o hostel, pois ainda tinha muito o que fazer nos dias seguintes.

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Comecei a segunda-feira com uma missão ingrata: fazer compras! rsrsrs Não gosto muito, mas aproveitei a oportunidade para visitar um shopping outlet fora de Manhattan, no caso o Jersey Gardens. Para chegar ao local foi preciso ir até o Bus Authority Terminal e comprar os tíquetes para a linha 111. Acredito que a passagem ida e volta ficou US$ 13,00. Uma vez no shopping é possível pegar o livro de descontos (apresente o passaporte e não pague) e alugar um carrinho para colocar as compras. Nesse shopping há lojas da seguintes marcas: Tommy, Gap, Aeropostale, Hollister, Vans, Nike, Adidas, Calvin Klein, Levi's, dentre muitas outras. Depois de comprar o que queria, foi necessário pegar uma "pequena" fila para retornar... O maior problema: esperar no frio... rsrsrsrs Uma vez de volta, decidi descansar um pouco, pois tinha a intenção de fazer a visita noturna ao Top of the Rock. Meus colegas alemães apareceram e me chamaram para jantar, no que segundo eles, era o melhor fast-food da cidade. E era mesmo! Shake Shack. Tudo começou em uma tenda no Madison Square Park e depois de 11 anos se tornou no lanche mais famoso da cidade. A propaganda foi fiel ao produto: muito bom hambúrguer! Paguei em um dos combos cerca de US$ 15,00. Nós fomos até a filial do Natural History Museum, que é um "pouco" mais vazia. Eles retornaram ao hostel e eu fui até o Rockefeleler Center para finalmente ver a cidade de cima. Comprei o NY City Pass pela internet (US$ 109,00, que pode ser usado em até 6 atrações, aos poucos vou apresentando as atrações que entrei) e fiz a retirada no próprio local. Estava bem vazio no horário. E a experiência que o Top of the Rock proporciona é bem mais completa que a do Empire State Building (depois explico o motivo). A temperatura estava em 0 naquele momento ::Cold:: , mas ver a cidade de cima e suas luzes fazem valer o sacrifício e o valor pago.

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Depois de tudo isso, ainda tinha um encontro em um bar organizado pelo hostel. Não podia deixar de ir novamente! rsrsrs

 

Acho que fico por aqui! Ainda tenho cerca de 10 dias da viagem para descrever. Espero que não esteja sendo chato, mas acho importante dar alguns detalhes.

 

Até a próxima! :D

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E vamos começar a parte 3!

 

No dia seguinte, tinha uma programação em mente a qual deu para cumprir!

Tomei o café da manhã, que por sinal para pessoas que estavam em quartos de 6 ou menos camas era incluso! Opções de chá, café ou leite, cereais ou bagel com geleia ou cream cheese e uma fruta (maçã ou banana). Antes de sair, encontrei um colega brasileiro que estava interessado em fazer o mesmo passeio que eu. A nossa primeira parada foi na Grand Central Station, aquela que aparece em uma porção de filmes.

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Depois de algumas fotos, decidimos ir até a ONU. Esse colega me disse que é possível fazer visita guiada e gratuita lá, só é preciso agendar pela internet, como não sabia, me contentei com a fachada... rsrsrs

 

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O dia estava ótimo, depois da chuva que caiu no domingo, sol e uma temperatura de 3 graus! Nessa caminhada entramos no Chrysler Building, pensando que era tão bonito por dentro quanto por fora, ledo engano... Depois entramos no Hotel Astoria, um dos mais tradicionais da cidade, esse sim, valeu a visita! =) O próximo local era a Biblioteca Pública (aquela do filme "O dia depois de amanhã"). Mais um belo local, o ponto baixo é que não há visitas guiadas! =( E a sala de estudos principal estava fechada para reforma.

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A biblioteca fica no Bryant Park, à 2 quadras da Times Square. Lá, havia uma pista de patinação no gelo para os mais corajosos ou habilidosos. O próximo local a ser visitado foi o Empire State Building! E faz parte do tíquete do NY City Pass. Como disse anteriormente, a experiência no Top of the Rock é muito melhor: menos burocracia, menos gente, funcionários simpáticos e uma vista "limpa" da cidade. O Empire State não tem nada disso, mas mesmo assim vale muito a pena! Para chegar até o topo do prédio foi necessário passar por 550.000 seguranças que acham que estão fazendo um favor para você ao trabalhar lá e milhares de filas ( e olha que era inverno e estava um tanto vazio). A vista do prédio é fantástica, porém é atrapalhada pelas grades (motivo que deixa a vista "suja"). Como estava próximo do pôr do sol pude observar a cidade se acendendo e o sol se despedindo.

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Logo tive que partir, pois ainda tinha outro compromisso: assistir a um espetáculo da Broadway! O escolhido foi "O Fantasma da Ópera", pois era o mais barato... esse mais barato me arrependo até hoje! Comprei o tíquete pela internet, acredito que custou US$ 30,00. Embaixo da "escadinha" da Times Square dá para comprar tíquetes em promoção que ainda não foram vendidos, é o TKTS. Cheguei com 15 minutos de antecedência no teatro e localizei a minha cadeira. Sinceramente, foi uma das coisas mais chatas que já assisti. Sou uma pessoa que frequenta teatros em SP, mas acho que musical não é a minha praia, sei lá... não curti a experiência. É claro, o cenário, as músicas e os atores estavam impecáveis, mas não consegui entrar na história... acontece!

 

Ainda tenho muita coisa para escrever! Até a próxima! =)

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Parte 4 do relato! Ainda tem muita coisa para escrever...

 

Bom, no dia seguinte, após tomar o café da manhã, encontrei 1 inglês e 2 alemães que iriam fazer o mesmo roteiro que eu. Então, partimos com destino ao MOMA (Museu de Arte Moderna). Sua entrada estava inclusa no NY City Pass. Lá, estavam em exibição alguns trabalhos do pintor francês Henri Matisse. Não gostei muito dessa exposição, pois imaginei encontrar suas obras mais famosas, mas na realidade eram recortes que fez ao final de sua carreira, pois sofria da "doença dos ossos de vidro" e não podia fazer movimentos bruscos, como pintar seus quadros. Os momentos altos do museu foram ver quadros famosos de Van Gogh (A noite estrelada), Picasso (Les Demoseilles d'Avignon), Andy Wahrol (Tomato Soup Campbel) e Salvador Dalí (Os relógios).

Ninguém curtiu muito o museu, mas me satisfiz com essas obras tão importantes que via somente nos livros de arte. Depois de um almoço rápido no Subway, tomamos o metrô com destino ao Battery Park: local da onde partem as ferries para ilha da Estátua da Liberdade.

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Muitas pessoas pegam a ferry para Staten Island, que é gratuita, e propicia uma boa visão da dama verde. Eu optei por conhecer a ilha e também aproveitar a oportunidade para conhecer a Ellis Island, um museu que foi hospedaria e porta de entrada para milhares de imigrantes até meados dos anos 1920 (Ingresso incluso no NY City Pass). Depois de passar pelas barreiras de segurança - iguais as dos aeroportos -, entramos na ferry. O trajeto até a ilha da estátua levou cerca de 15 minutos, período o qual foi possível admirar os prédios do Distrito Financeiro e da própria estátua. Desembarcando na ilha foi possível andá-la toda com calma até a próxima ferry vir. Há outras visitas à estátua, como subir na base ou na coroa, porém são mais caras... rsrsrs Já estava feliz onde estava!

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Da Ellis Island, aproveitamos o momento para tirar boas fotos da cidade. O museu é bem interessante, bem parecido com o que temos em São Paulo. Muitas das pessoas que chegavam aos EUA estavam fugindo de guerras e da fome que encontravam em seus países natais. E depois de mais uma ferry estávamos de volta a Manhattan!

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Hora de voltar ao hostel! Aproveitei o tempo que tinha para descansar um pouco, pois mais tarde tinha pub crawl novamente!

O dia seguinte decidi não esperar e chamar ninguém. E acho que foi a coisa mais acertada que fiz. Pude fazer muitas coisas bacanas, acho que foi o dia mais proveitoso de toda a viagem.

A minha parada no dia foi High Line Park, um parque suspenso construído sob antigos trilhos de trem. Como era inverno, não havia muitas pessoas por lá. Até melhor, pois pude andar com calma, admirando o skyline da cidade.

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Próximo do fim do High Line, encontra-se o Chealsea Market, outro lugar interessante para visitar. Lá são encontrados produtos frescos, pequenas cafeterias, restaurantes... Depois de uma breve parada para saborear um "pain au chocolat", continuei a caminhada rumo ao Greenwich Village, um dos bairros mais "cools" da cidade. Realmente é um lugar legal! Andando pelas ruas do bairro encontrei um prédio famoso para os fãs da série "Friends" como eu: a fachada do prédio onde viviam 4 dos 6 amigos. Logo após, já avistei ao Washington Square Park, um simpático lugar que tem um arco parecido com o de Paris. Parei um pouco para apreciar o local e descansar as pernas, para assim chegar no próximo destino: Distrito Financeiro!

Ah, não vão do parque até lá à pé, utilizem o metrô! Desci na estação mais próxima do antigo World Trade Center, que mesmo depois de 13 anos, ainda está com muita coisa a ser feita. Queria fazer a visita ao novo edifício One World Trade Center, porém o observatório só abriu no mês de maio. Depois de passar pelo memorial feito em homenagem às vítimas do atentado, encontrei o caminho até Wall Street, a Trinity Church, que se encontra bem em frente à rua e o Charging Bull.

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Após visitar todos os locais de meu interesse, embarquei no metrô com destino ao Brooklyn! Desembarquei na primeira estação do bairro. Em 5 minutos cheguei no DUMBO, o parque que fica na margem do East River e ao pé da Ponte do Brooklyn. O dia estava maravilhoso, acho que uns 4 graus, com sol forte e sem nuvens. Do DUMBO, é possível ver todo o Distrito Financeiro e bem ao longe a Estátua da Liberdade.

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Aproveitei o tempo para descansar, pois ainda tinha uma missão: atravessar a ponte. O horizonte visto da ponte não podia ser melhor: sol bem baixo querendo se despedir. Fora de Manhattan é que temos noção quão grande e quão altos são os prédios de lá. Ao final da ponte, como brinde, pode-se observar a prefeitura da cidade. Fim de dia, hora de retornar ao hostel, pois mais à noite tinha bar novamente.

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Os próximos dias continuo em outras postagens!

Até!

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Hora de retomar o relato. Ainda tenho bastante coisa para contar.

 

O dia seguinte, uma sexta-feira, inicio-se como o anterior: muito sol! O que é uma boa notícia para poder desbravar a cidade a pé. No café, encontrei novamente o colega inglês e mais um colega brasileiro e partimos com direção ao Central Park. Para chegar no parque a partir do hostel foi bem fácil, em 7 minutos estávamos em uma das entradas. Mas vale ressaltar que o parque é gigantesco, maior até que um país: o principado de Mônaco. O local foi todo planejado pelos arquitetos Frederick Law Olmsted e Calvert Vaux, cujo trabalho terminou em 1873. Mesmo depois de algumas mudanças, o parque permanece como um dos lugares mais visitados da cidade, além de ser considerado um pulmão verde, já que para onde se vê há prédios. Fizemos uma longa caminhada, saindo quase da extremidade sul, até terminar em frente ao Hotel Plaza.

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São muitos lugares icônicos no parque, a melhor coisas que qualquer pessoa faz é andar a esmo e descobrir pequenos e belos lugares por si só. O mais legal foi que consegui ver o parque com a grama verde, mesmo no inverno. Terminado o passeio no parque, o colega brasileiro foi até o Yankees Stadim. Já eu e o colega inglês pegamos o metrô com destino a dois bairros étnicos da cidade: Chinatown e Little Italy. Para falar a verdade, não vi nada de muito interessante nos 2 lugares, pois Chinatown é um amontoado de lojinhas como a 25 de março, com gente te oferecendo produtos piratas o tempo todo e Little Italy é uma rua para turista ver com vários restaurantes. Como a fome apertou, paramos em um desses restaurantes. A comida não foi nada de especial e pagamos cerca de 20 dólares pela refeição. Logo após, o metrô nos levou até a altura da 34th street. Na qual iríamos pegar uma ferry até Williamsburg, bairro que recentemente foi revitalizado e tem uma cena mais alternativa. A melhor coisa dos lugares que passamos pelo bairro, acredito que foi a vista do centro de Manhattan.

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Não sei se escolhemos a rua errada para andar, mas não havia nada de interessante, só alguns grafites. Depois de andar muito sem achar uma estacão de metrô e algum lugar com Wifi, finalmente a primeira apareceu e retornamos ao hostel. As caminhadas feitas no dia me deixaram indisposto e preferi ficar no hostel para descansar.

 

Sábado amanheceu com neve no chão! Pela primeira vez em mais de uma semana que nevou na minha estada nos EUA. E depois da neve, o que veio? Chuva! É, de novo! A diferença é que esta era bem mais fraca, quase uma garoa. Hoje foi dia de desbravar o Upper East Side. E tinha Central Park cheio de neve! O parque é bonito, não importa a época do ano ou fenômeno climático.

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Fui até ao Metropolitan (atração inclusa no NY City Pass), o melhor museu da cidade, na minha opinião. Lá encontra-se material artístico de quase todas as grandes civilizações da antiguidade (Grécia, Roma antiga, Egito...) e também de vários períodos da História, como muitas armaduras da Europa Medieval. O museu é gigante e, infelizmente, não é possível visitá-lo em apenas uma ocasião. Diria que seriam necessárias várias visitas para poder ver e absorver todas as peças com qualidade. Tive apenas 2 horas e meia, o que foi muito, mas muito pouco. Nesse tempo, decidi focar nos lugares de maior interesse, Grécia, Roma e Egito antigos. Acredito que não me arrependi. A coleção é absurdamente grande, fiquei pensando: como conseguiram tantas peças? Não vou omitir a minha opinião sobre, mas é bem suspeito... rsrsrs

O ponto alto do museu é Tumba de Perneb, que data de 2300 antes de Cristo!

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Outra partes do museu que pude dar uma olhada breve foram Europa medieval e Ásia (Japão e China).

Depois do museu, ainda sobrou tempo para ir ao Flat Iron District, onde localiza-se o Flat Iron Bulding, o primeiro arranha-céu de Manhattan, que fica em frente ao Madson Square Park.

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Retornei ao Hostel para descansar, pois hoje era dia de balada! rs Um guia nos levou até a Pacha New York. Dizem que é uma das melhores baladas de Ibiza... só se for de lá. Ambiente apertado, som muito alto e, sinceramente, não curto muito música eletrônica, que era o carro-chefe de lá. Havia outro piso tocando hip-hop, pelo menos estava mais interessante. Boa parte da galera que foi com o guia não curtiu como eu e decidimos, depois de 1 hora, ir embora. Para finalizar, passamos no McDonalds mais próximo do Hostel para "aquela" larica noturna.

 

Bom, fica para a próxima a continuação do relato. Até mais! =)

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Olá Bibi! Há alguns segredos para se vestir no frio e ficar bem: Uma jaqueta corta-vento e impermeável, uma blusa fina de lã e uma manga longa já bastam para parte de cima. Além de calças jeans, eu utilizo uma 2a pela para as pernas. E não se esqueça de luvas, cachecol e um gorro se sente muito frio nas orelhas... rsrsrs

Olá Pauliha, em ambas cidades fiquei no HI, mas recomendo apenas o HI de Nova York, cheio de atividades e organização louváveis! =)

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