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Humberto Antonio Siqueira

SETE DIAS NA CIDADE DO PANAMÁ, 22 a 29 de AGOSTO DE 2015, SAINDO DE MANAUS – AM

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– Essa viagem foi sem planejamento nenhum, assim de supetão, só porque “pintou” um feridão no meio da semana, já que sou militar. Eu e minha esposa saímos do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, Manaus, AM, às 03.40h do dia 22 de agosto de 2015 (sábado), pela Copa Air Lines, em voo direto, chegando à cidade do Panamá às 06.30h, Aeroporto Internacional Tocumen, e retornando a Manaus pela mesma empresa no dia 29 de agosto de 2015 (sábado), saindo às 15.40h e chegando em Manaus às 18.40h, voo direto. Tivemos sorte do comprar o dólar ainda ao preço de US$3,50 e essa é a moeda corrente do Panamá. Levamos US$1400,00 e ainda retornamos com US$800,00.

– As passagens comprei diretamente no site da Empresa, ao custo de R$ 580,00 por pessoa, cada trecho. Só nesse horário! A reserva do hotel procurei nos sites Mochileiros, Booking e Google. Ao analisar o padrão do hotel, da recepção, custo-benefício, quartos, localização (próximo a orla do mar e do centro), optei por ele, ainda mais que tem o translado grátis desde o aeroporto ao hotel. O quarto matrimonial, com banheiro privativo, ducha quente e fria, com toalhas trocadas todos os dias, além da limpeza, custou a diária de US$40,00. E você tem de pagar todos os dias da hospedagem diretamente na recepção ao fazer o seu chekin, o que fiz com meu cartão de crédito Ourocard, bandeira Visa; aceitam MasterCard, etc. A chave é magnética e tivemos a sorte de conseguir um quarto com janela para a rua, no 3º andar (o que facilita para você olhar “a cara” do tempo de manhã e optar pela sua roupa para sair). O clima do Panamá é bastante instável, embora faça calor o dia e a noite, semelhante ao clima de Manaus ou do Rio de Janeiro em dezembro. Chove, faz sol, fica nublado, fica sem nuvens, chove, faz sol, e assim por diante. O hotel, bem silencioso, possui quatro andares, com um total de 79 quartos e todos eles com wi-fi, embora nem sempre o sinal do quarto fique tão bom como na recepção, aonde fui várias vezes (tem elevador) para conseguir mandar mensagens para meus parentes. No elevador, nos quartos e nos corredores tem cartazes escrito: Proibido fumar! Multa de US$100,00, o que achei ótimo, pois não somos fumantes.

Vou deixar o endereço do hotel caso alguém precise: Hotel Cibeles, Ave Ecuador, entre Ave Justo Arosemena, Ave México, bajando a una calle de la Cinta Costera. A gerente, que me reservou o hotel chama-se Doly Carballeda, tel: (507) 62058979 – WhatsApp. E-mail: www.hcibels.com

Fica próximo à estação do Metrô Loteria e Hotel Roma (pontos de referência). Procure no Google.

1º Dia: 22 de agosto de 2015 (sábado) – voo Manaus-Cidade do Panamá

– Para um voo internacional o normal é o chekin abrir com três horas de antecedência. Chegamos por volta de 1h e já tinha gente formando fila. Após despachar as malas, passando antes pela famosa esteira de RX, inclusive as bagagens de mão (tive de deixar um desodorante spray, que ganhei da Natura, por conter 120ml. O normal em líquido é só de 100ml). Antes de deixar no lixo, me banhei da cabeça aos pés, só de raiva, afinal custou um pouquinho caro. Depois disso, tem de passar pela Polícia Federal e carimbar seu visto de saída do país nos passaportes.

O avião saiu com 15 min de antecedência, já que todos se encontravam a bordo e assim que decolou os comissários distribuíram um papel para preencher o nº do passaporte, endereço, filiação, bens que estavam levando, etc, para adiantar na entrega à Aduana do Panamá. Depois de uma noite maldormida, embora o avião fosse bem confortável, com poucos passageiros, (eu não consigo dormir em avião), as luzes se acenderam exatamente às 05h e os comissários começaram a servir um laudo café, bem diferente das companhias brasileiras. Café, leite, refrigerante, suco, sanduíche bem quentinho de carne ou frango e mais um pudim. Viagem tranquila e sem turbulências. Toda a tripulação é panamenha, de modo que vá se acostumando com o idioma, que na minha opinião foi o mais difícil de entender e me fazer entender entre todos os países de língua espanhola em que passei.

Chegamos ao Aeroporto Internacional Tocumen, cidade do Panamá, exatamente às 06.15h, com 15min de antecedência. Excelente voo, sem turbulência. O ruim é que você quando sai, não sabe o que fazer, se pega antes suas malas ou vai para a Aduana (Alfândega). O aeroporto é muito grande e dentro dele funciona um mini shopping (duty free) e tem gente como formiga! Optamos por ir à Aduana primeiro: um sobe e desce de escadas, ainda bem que tem setas indicativas (em espanhol), aliás o espanhol do Panamá é muito diferente do espanhol que estávamos acostumados. Eles usam muito regionalismo e você fica com cara de besta, sem entender. Não tivemos esse problema no Peru, Equador e Colômbia, mas no Panamá, sim. Tanto eles para nos entender e vice-versa. Mas no final de contas até que nos saímos bem, pois falamos razoavelmente o portunhol. Depois de carimbarmos nossos passaportes fomos pegar nossas malas, que já se arrastavam na esteira de bagagens. Ainda bem que ninguém pegou, pois na saída não tem nenhum agente fiscalizando os tikets presos nelas. Também não tem carrinhos de mão. Se quiser, tem de pagar. Fomos para a saída (nossas duas malas tinham rodinhas) e não demorou muito, apareceu um senhor com uma placa onde estava escrito meu nome: era o Sr Sebastian, empregado do hotel Cibeles, que fora nos buscar com uma van. Ainda bem. Economizamos alguns dólares, pois o percurso, embora fosse sábado de manhã, sem engarrafamentos, levou quase uma hora de viagem e isso o motorista dirigindo a 100Km por hora. Chegamos com um tempo muito nublado, ameaçando chuva, embora o calor fosse terrível.

Quando chegamos ao hotel fizemos o chekin com a Sra Maria Rosa, ótima funcionária, simpática, que nos deu todas as informações de onde era melhor pegar alguma condução para visitarmos os principais pontos turísticos, assim como o outro rapaz, que reveza com ela na recepção, o Francisco, sempre com um sorriso, atencioso e gentil, que também muito nos ajudou com ótimas dicas de restaurantes próximos, mercados, lugares para compras, onde era melhor pegar ônibus ou táxis e inclusive nos dizendo os preços estimados para que não fôssemos lesados. Quando fui embora dei a ele uma camisa nova da Seleção Brasileira, que já tinha levado para esse fim.

Depois de desfazermos as malas, tomamos um banho (ducha quente e fria) e descansamos um pouco na cama King (dá para quatro pessoas tranquilamente). Ao lado da cama tem um criado-mudo de cada lado, um armário grande com cabides e uma escrivaninha. Ar-condicionado e TV de tela plana (a cabo, tudo em espanhol). Optamos por levar todos os dólares conosco, embora na recepção tivesse cofre. Nunca nos sentimos ameaçados de nenhuma maneira, nem quando íamos aos cassinos próximos (que abrem às 19h) arriscar a sorte.

Nesse primeiro dia, como estávamos cansado da viagem, optamos por dar uma volta na Cinta Costeira (como se fosse o calçadão do Aterro do Flamengo), um lugar muito bonito, cerca de cinco minutos do hotel. Tem uma autopista, que margeia toda a orla do mar (Oceano Pacífico), onde o tráfego é bastante pesado. Só se pode atravessar nos semáforos e passarelas. Todas as avenidas, ruas, travessas, são muito limpas, ao contrário do Brasil, não se vê papel no chão. Esta Cinta Costeira é um aterro, semelhante ao do Flamengo (no Rio), onde as pedras usadas são resíduos dos escombros da abertura do Canal de Panamá. Em toda orla há diversos jardins, pistas para ciclistas, pistas para corredores, pessoas cuidando dos jardins, varrendo, tudo para fazer um cartão de visitas. Voltando a vista para o centro, se vê ao longe os imponentes apartamentos, que impressionam por sua altitude, alguns com 70 andares, outros com sua arquitetura moderna, inclusive uma réplica do famoso hotel de Dubai, semelhante a uma vela de embarcação e outro de nome “Tornillo” (parafuso em português, de cor azul-turquesa e igualzinho a um parafuso mesmo, muito bonito!). No centro funcionam os principais hotéis (para ricos), como o Hard Rock Café, Sheraton, etc, como também os melhores shoppings, como o Multiplaza e o Multicentro. Aí fica o coração financeiro do Panamá. Em frente ao Multiplaza saem os ônibus que fazem o tour turístico do Panamá, aqueles vermelhos, de dois andares, que a maioria das cidades turísticas têm. Depois de andarmos e tirarmos muita foto, optamos por almoçar num restaurante chamado Balboa, na orla da praia e quase em frente a rua do hotel. Comida excelente e não muito cara (aliás a comida no Panamá é mais barata que no Brasil, mesmo sendo em dólar). Caminhando de volta ao hotel, passamos num pequeno supermercado onde compramos duas garrafas de água mineral, pão de forma, queijo, margarina, refrigerante e presunto, pois as águas e refrigerantes no hotel são muito mais caros. Essa foi a opção para não termos que sair para lancharmos à noite fora do hotel. Compramos facas e colheres de plásticos também.

2º Dia: 23 de agosto de 2015 (domingo) – Conhecendo os principais pontos turísticos

- Acordamos cedo, tomamos café no próprio hotel, isto é, desci e peguei dois copos de café da garrafa térmica (não tem pão), subi e levei para o quarto. Fizemos nosso lanche com o pão de forma que tínhamos comprado no dia anterior. De bermudas, munidos de filmadora, celulares e máquina fotográfica pegamos um táxi para o centro (US$ 4,00), 15 min, de onde saem os ônibus que fazem o tour turístico. Como ainda demoraria uma meia hora para chegar, nos deixamos levar pela lábia de um taxista que estava ali com vários outros, para dissuadir o turista e acabamos fechando um pacote de US$ 70,00 para nos levar aos principais lugares turísticos, sem opção de hora para voltar. Nos esperaria nos lugares para tirar fotos, fazer a visitação sem pressa e nos levar de volta ao hotel. Depois de confabular com minha esposa, nós aceitamos. Talvez tenha sido melhor, pois foi mais rápido, mais confortável e tínhamos nosso próprio guia.

a) Canal do Panamá (imperdível, é como ir a Roma e não ver o Papa). Chegamos exatamente às 09h, hora da abertura. Ingresso de US$ 15 por adulto. São várias bilheterias, turistas de todas as partes do mundo, a maioria com o chapéu Panamá na cabeça. Chegamos justamente na hora em que um navio entrava no canal, vindo do Oceano Atlântico, adentrando o canal e passando para o Oceano Pacífico. Tudo durou uma meia hora, mas é uma coisa impressionante. Você vê o navio chegar no começo do canal, as comportas se abrirem, o nível da água subindo para igualar os oceanos (um é mais baixo que o outro) e depois o navio lentamente sendo rebocado para passar no canal, isto para que não esbarre dos lados, pois a passagem é bem estreita, acho que fica meio metro sobrando de cada lado do navio; depois ele para para descarregar os contêineres e acabou; tem uma espécie de mirante, com arquibancadas e com cobertura por causa do sol forte, onde os turistas podem avistar os navios da parte superior. Embaixo tem banheiros e um pequeno museu, onde passam filmes e tem várias réplicas das escavadeiras, trens, picaretas, pás, enfim, tudo que foi utilizado na construção do canal. Eu não quis assistir ao filme. Só visitei o museu e comprei souvenir para os amigos, nas lojinhas anexas. Ficamos mais ou menos uma hora. Retornamos ao táxi e seguimos para o próximo ponto turístico.

b) Cerro Ancon – fica próximo ao Canal. É um pequeno morro, porém é o lugar mais elevado da cidade do Panamá, que é toda plana, sem nenhuma montanha próxima, bem arborizado, onde os ônibus de turismo não podem subir, devido à largura da estrada: só tem uma para subir e descer. Em cima tem um estacionamento e quando um carro sobe ou desce um guarda no meio do caminho faz a comunicação com outro por rádio, e se por acaso algum estiver já em tráfego, o outro tem de esperar, pois não há espaço para dois ao mesmo tempo. Vimos muitas pessoas subindo ou descendo a pé, mas tem de ter disposição, pois além das curvas, é bem cansativo e bem alto. Acho que uma pessoa a pé deve levar 1h mais ou menos. Nosso carro levou quinze minutos. De lá de cima (tem um mirante) se tem uma vista maravilhosa (se não estiver nublado) da cidade, inclusive o aeroporto regional de Albrook. Tudo silencioso, tudo limpo, muitos pássaros e uma bandeira gigante do Panamá.

c) Mi Pueblito – pequeno povoado, onde se preserva as antigas tradições dos primitivos habitantes. Suas casas, normalmente de madeira e dois pisos, estão abertas a visitação. Vê-se muitos utensílios usados no começo do século, como telefones com fio, banheiras de louça, ferro de passar roupas, de ferro, além da venda de artesanatos em vários quiosques. Chovia torrencialmente.

d) Biomuseu – linda arquitetura em azul, vermelho e amarelo. Não entramos, só paramos para tirar fotos. A chuva parou e saiu um sol escaldante. Passeamos ao longo do outro lado da Cinta Costeira, de onde avistamos a entrada do Canal e a Ponte das Américas, símbolo da integração do Panamá, pois une suas metades, sobre o Canal.

e) Mirante sobre a Ponte das Américas – tem um magnífico monumento chinês em homenagem ao Panamá por aquele povo. Lugar magnífico e muito bem posicionado, de onde se avista toda a extensão do Canal. Aqui também se vende muito artesanato. Comprei dois bonés com o símbolo de algum ponto turístico de lá, ao preço de US$5,00, cada.

f) Calzadão Almador – uma calçada bem larga, sendo uma extensão da Cinta Costeira, onde, no final tem um shopping com duty free, voltado para os turistas, cuja principal venda são os perfumes importados, bem mais baratos que nos shoppings. Não compramos nada, o dólar não compensa. Fica próximo a uma marina, de onde partem os barcos luxuosos de seus proprietários e também algumas lanchas. Daí saem todos os dias a lancha para a Isla Taboga, que visitei outro dia.

g) Casco Antiguo – aqui fica a antiga capital do Panamá, que outrora fora bombardeada por piratas. Ainda é possível se ver as antigas ruínas, que são tombadas pelo Patrimônio Histórico. Achei bonitas algumas ruazinhas sem carros, só pedestres ou turistas, como as ruas do bairro Candelária, em Bogotá, Colômbia. Só isso. Não tem mais nada de bonito. Muito artesanato em uma rua de antigos índios vendendo de tudo, mas nada de novidade, nada que não tenha em outros lugares e o preço ainda é maior. Aqui tudo é voltado em prol do turista, Ninguém mais visita a “cidade”. Não valeu a pena, pelo menos pra mim. Já eram 15h, com fome, desde as 9h. Os restaurantes só abrem às 12.30h. Não tem um bar ou restaurante onde seja possível tomar uma água, cerveja ou refrigerante. Banheiros: nem pensar, você vai fazer nas calças. Aqui foi o final do tour com o táxi, (acho que valeu a pena). Se estivéssemos no ônibus, provavelmente teríamos que repetir outro dia e sairia mais cansativo e mais dispendioso. Embaixo de uma chuva torrencial, pegamos o táxi de volta para o hotel, onde trocamos a roupa molhada e saímos para almoçar e descansar no hotel até o anoitecer. Optamos por almoçar num restaurante bem próximo ao hotel, na mesma calçada, na esquina, lado oposto da Cinta Costeira. Acho que o nome é “Pollo a la Lenha”. Pedimos o prato do dia. Mais barato do que os do menu e muito bem preparado. Uma corvina inteira, com arroz, feijão, batatas e salada, por US$ 5,00, ainda acompanhado de um suco cada prato e mais uma sopa (de marisco ou de frango, como entrada. Aliás, como de costume, em todos os países sul-americanos que passei e mais o Panamá (América Central) é comum servirem antes a entrada, normalmente uma sopa, acompanhada de pequenos pedaços de pão torrado. Ruim para os amazonenses (como minha esposa): não tem farinha. Aliás não vi farinha em nenhum restaurante nesses sete dias que passamos no Panamá. Pedi uma cerveja local para beber antes do prato, mas eles ficam relutantes em te servir antes de vir a comida. Detalhe: é proibido vender cerveja fora de bares e restaurantes. Não se pode beber cerveja na rua. Com todo o calor que faz lá, média de 35º, parece impossível! Entretanto, não se vê ambulantes, flanelinhas ou mendigos nas ruas. Não há uma área de lazer para você tomar uma cerveja ou refrigerante, nem banheiro público, a não ser em shopping, restaurante ou aeroporto. Fica a dica: quem for pego tomando uma cerveja na rua paga uma multa de US$ 100,00 e vai preso. Acho que por isso, não se vê ou se ouve falar de acidente de trânsito ou atropelamentos, nem bandidagem, nem assalto, aliás, vi poucos policiais nas ruas.

No hotel também não vendia cerveja e era proibido entrar com uma. Paga-se multa por fumar, tem cartaz espalhados por todos os quartos, elevadores, escadas, etc: que for pego fumando paga uma multa de US$ 100,00. Desse mal, felizmente, não passo.

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2º Dia: 23 de agosto de 2015 (domingo) – continuação

– À noite, encerramos com chave de ouro no Shopping Multiplaza, no centro da cidade do Panamá; táxi do hotel até lá: US$4,00. Melhor shopping, na opinião de todos, cheia de loja de grife, menores preços que no Brasil. Talvez agora não compense com essa subida estúpida do dólar, que é a moeda oficial do Panamá. Imenso e muito bonito, não dá para visitá-lo num dia só. Só matamos o tempo, não tínhamos ido para comprar nada, mesmo assim comprei duas bermudas e minha mulher um vestido longo, que nem teve oportunidade de usar. Acabamos jantando numa das inúmeras praças de alimentação. Voltamos de táxi ao hotel; aliás essa foi sempre nossa condução, pois são baratos (tem de combinar o preço com o taxista, pois não usam taxímetro), também não tínhamos ideia de qual ônibus pegar, o que aliás são raros. O Panamá é a cidade em que mais vi táxis em toda minha vida. Não existem motocicletas, muito menos motoboy, e todos os carros são importados. Não existem Volks, Fiat, Renaut, Peugeot. Ford, Chevrolet, etc, de uso comum no Brasil. Os carros usados lá são os coreanos, japoneses e chineses: Toyota, Hiunday, Nissan, Honda, Suzuki, etc. Quase todos os funcionários de classe média possuem carro, segundo informações dos motoristas, e o salário-mínimo dos panamenhos é de R$ 1500,00.

2º Dia: 24 de agosto de 2015 (2ª feira) – conhecendo a redondeza

– Depois do café no hotel, saímos para caminhar pelas redondezas. Bem próximo ao hotel, cruzando algumas avenidas existem os pequenos comércios: lojas de móveis, alguns supermercados, inúmeras lojas de roupa, a preço muito mais acessível (como se fosse a Riachuelo, C&A ou Marisa, para quem conhece). Gastamos uns duzentos dólares em maiôs, bikinis, saias e blusas. Assim que chegamos em Manaus vendemos pelo triplo, são bem bonitos, diferentes e tudo estava em promoção. Nessa mesma rua tem um Cassino enorme; aqui, como também nos países da América do Sul que já visitamos (Peru, Equador e Colômbia), não é proibido o jogo. Abre a partir das 19h, com exceção dos situados dentro dos shoppings (estranho, né?), que abrem o dia inteiro. Voltamos à noite. Eu não gosto de jogo, mas minha mulher sim (às vezes ganha alguma coisa) e eu fico só olhando. Como falei, não existem lugares públicos para você tomar uma cervejinha ou simplesmente bebericar um refrigerante. Havia um Mc Donald's perto, fui fazer um lanche, enquanto minha mulher se divertia. Muito mais tarde retornamos para o hotel a pé (10min) e não saímos mais. Não vimos nenhum policial, mas também não nos sentimos ameaçados de nenhum modo. As ruas são bastante largas e muito bem iluminadas, com muitas pessoas ainda. Já somos de meia-idade, então não curtimos mais as baladas e shows noturnos.

3º Dia: 25 de agosto de 2015 (3ª feira) – Albrook Mall

– Nessa manhã saímos para fazer compras num “Supermercado” próximo do hotel, chamado “Multitazo”, ao lado de um Mcdonald’s e ao Casino que já mencionamos. Caminhamos para o lado oposto da Cinta Costeira. Note-se que nosso hotel está situado bem próximo da Cinta, caminhando no sentido contrário. Aqui no Panamá existem quatro avenidas bem largas no sentido centro e mais quatro no sentido contrário, de modo que não há contramão. O fluxo de veículos, apesar de intenso (a maioria táxis) flui bastante bem. Os semáforos e faixa de pedestre facilitam a travessia e os panamenhos são bem-educados no trânsito e não buzinam tanto quanto no Peru e Colômbia. Além disso tem o metrô, que não é como o do Rio ou São Paulo: não fica aquele entupimento e as estações são relativamente próximas umas das outras e ele tanto é subterrâneo, quanto de superfície. No mercado compramos pão, queijo, margarina e frutas para abastecer nossa “dispensa” do quarto. Almoçamos de novo o “prato do dia” a US$ 5,00 com 1/4 de frango grelhado para cada um e mais os acompanhamentos.

À tarde fomos visitar o shopping mais famoso da cidade: o “Albrook”. É necessário pegar um táxi até lá. Não esqueça de combinar o preço com o taxista antes. Nos custou US$ 4,00, cerca de 15 min.

Trata-se de um shopping imenso, maior do que o Plaza Shopping. Aqui é o shopping do “povão”, pessoas mais pobres, pois neste lugar ficam os terminais de todos os ônibus e muitos táxis. Se você quiser pegar um ônibus intermunicipal ou internacional (Costa Rica, Guatemala, Colón, etc.) tem de vir até aqui. O shopping é divido em duas partes, uma à direita e outra à esquerda. O táxi para bem no meio: você tem de optar por onde começar primeiro, por isso aconselho chegar cedo, pois é muito grande, com três andares e em cada um tem várias praças de alimentação. É como se fosse o Shopping Manaus ou o Shopping Nova América (para quem conhece o Rio), bem suburbano mesmo. Apesar disso, você não encontrará em nenhum lugar, até nos pontos turísticos, nenhum panamenho trajando bermudas, shorts, sandálias de dedo, etc. Por isso que os turistas são tão assediados pelos taxistas. Eles logo sabem que você “é de fora”, por causa dos trajes. Faça o calor que fizer (e faz sempre) o panamenho é muito recatado em matéria de roupa. E são feios! De mil, você encontra uma garota bonita. Ao contrário de Bogotá, Colômbia: de mil, você encontra uma feia. Todas são lindas.

Rodamos todo o primeiro andar: mais de uma hora, olhando várias lojas (muitas de grife e marcas famosas). Almoçamos e fomos para o segundo andar: mais uma hora e bem depressa. Acabamos no terceiro, onde compramos um perfume francês Chanel nº 5, por US$ 185. Muito caro (mais de R$ 600,00), mas minha mulher queria muito, fazer o quê? Saímos de lá às 21h, pegamos um táxi de volta e paramos no McDonald perto de casa. Fomos caminhando para o hotel e entramos no Cassino, onde minha esposa ganhou US$ 250,00. Alegria, alegria!

4º Dia: 26 de agosto de 2015 (4ª feira) – Cinta Costeira e Casco Antigo

– Esse dia tiramos para caminhar na Cinta Costeira. Uns 5 min do hotel. Trata-se de um aterro, realizado por uma empresa brasileira, que venceu a concorrência, a mesma que aterrou o Aterro do Flamengo. Utilizaram as pedras provenientes das sobras da retirada da construção do canal. Ficou bem parecida com o Flamengo mesmo, muita árvore, muitas flores e jardins, muitas passarelas, pois ali flui um tráfego intenso até o centro sem quase nenhum semáforo, inclusive tem uma faixa azul especial para os ônibus. Ao longo da Cinta, que é um imenso calçadão, existem pistas para ciclistas, para pedestres, lugar ideal para se tirar fotos, pois é banhada em toda sua extensão pelas águas calmas do Oceano Pacífico, com suas águas azul-turquesa. Nossa intenção era caminhar até o centro e tirar fotos de seus famosos edifícios em arquitetura moderna, tem um, de setenta andares, que é uma réplica daquele famoso em forma de vela de embarcação, existente em Dubai. Após caminharmos durante uma hora, seriam mais ou menos 9h, optamos em parar um táxi, pois o sol nesse dia estava muito quente. Uma coisa importante: embora os táxis estejam levando passageiros, eles param se tiver espaço e você estiver seguindo no mesmo itinerário do passageiro que já está dentro, então não estranhem. O que nós paramos levava uma senhora que seguia justamente para o famoso edifício, onde trabalhava como empregada. Ela nos disse que ali só moravam ricos e todos são proprietários de algum apartamento. O taxista a deixou e nos esperou para que tirássemos as fotos. Parou na frente do saguão, onde funciona um Casino e nós fotografamos também. Pedimos que nos levasse ao Casco Antigo, onde fizemos o tour com o outro taxista, mas foi muito rápido. Queríamos comprar algumas lembranças (souvenir) para os amigos e parentes. Levou uns 40 min e nos cobrou US$ 7,00. Chegamos na hora do almoço. Doido para tomar um refrigerante ou uma cerveja, mas não existe um lugar no Panamá assim tão fácil, nem para urinar. Andamos a esmo durante umas duas horas, de novo o céu fechou, vinha uma tempestade. Tiramos mais algumas fotos: dali se avista os prédios da cidade ao longe, Pegamos outro táxi e pedimos para parar na Cinta Costeira, próximo ao nosso hotel, para ele não ficar dando voltas, o que seria mais dispendioso. Pagamos US$ 5,00 e fomos para o Restaurante Balboa, onde, graças a Deus fomos ao banheiro. Todos estranharam a gente estar de bermudas, pois esse restaurante é meio chic e o almoço já tinha começado, estava cheio. Optamos por ficar na sacada externa, onde pedi a cerveja local: a Balboa, uma long net, que custou (pasmem) US$ 4,00. No interior tem ar-condicionado. Ainda bem que o menu foi muito bom: um enorme bife (filé) para cada um, acompanhado de arroz e batatas fritas, além da entrada, sopa de feijão com carne ou de frango, com pedaços de pão fresco e torrado. Tudo por US$ 20,00. Fora a cerveja, que fui obrigado a pedir mais uma: a Panamenha, pelo mesmo preço. Quando começamos a almoçar, caiu aquele “toró”, igualzinho em Manaus, tanto que os funcionários tiveram de fechar as “viseiras” ou persianas externas, de lona.. Acabamos e ainda estava chovendo, um pouco depois melhorou e fomos a pé de volta para o hotel. As ruas estavam alagadas. Molhamos todo o pé. Essa noite não saímos mais. Aproveitamos para descansar.

5º Dia: 27 de agosto de 2015 (5ª feira) – Isla Taboga

– Era nossa intenção, quando chegamos à cidade do Panamá, além de conhecer o centro e os principais pontos turísticos, conhecer também o arquipélago de San Blás, que fica na parte norte do País, que é banhado pelo Oceano Atlântico (Caribe). Ouvi falar e também vi fotos no Google e Mochileiros e também vídeos do YouTube, que é composto por mais de 360 ilhas, cada uma mais bonita do que a outra. Mas, chegamos numa época em que chovia quase todos os dias, mesmo assim tentamos mas não conseguimos contatar nenhuma agência de turismo. Falamos com o “Staff” do hotel, Sr Francisco, sempre prestativo, que verificou para mim. Por casal, buscando a gente no hotel, uma noite sairia, no mínimo por US$560,00. Multiplique isso pelo dólar atual e com esse tempo instável! Desistimos. Então optamos em ir a uma ilha não tão famosa assim, mas que os locais sempre vão nos finais de semana: Isla Taboga. Pegamos um táxi às 07.30h, por US$5.00 até o píer localizado naquele Duty Free, no final da Calzada Amador. Tivemos que mostrar nossos passaportes, já tinha uma meia dúzia de pessoas. Pagamos US$ 14,00 por pessoa, ida e volta (importante: não perca o bilhete de volta, pois não vendem na ilha). A lancha pequena, pintada de vermelho, azul e branco (as cores do Panamá), aportou 5 min antes da partida. Saímos às 09.30h. Levamos exatamente 1h para chegar na ilha, embaixo de um sol escaldante. Passamos por um píer enorme, e logo estávamos na praia. Fomos abordados por inúmeras pessoas oferecendo barracas e cadeiras de praia ao preço exorbitante de US$ 10,00 cada. Não quisemos. Como nós fomos no meio da semana, havia poucas pessoas na praia, só mesmo os que viajaram conosco. Alguns alugaram as cadeiras e guarda-sol. Nós estendemos nossas toalhas na areia e em seguida fomos nos banhar nas águas calmas, cor azul-turquesa, bem transparente e limpa. A faixa de areia é bem pequena, deve ficar bem lotada nos finais de semana. Pela hora do almoço, aproveitamos para caminhar nas ruas estreitas, asfaltadas, cercadas de casas coloridas, tudo muito bem cuidado e muito limpo. Aqui sim, você pode entrar em qualquer restaurante (tem vários) e pedir sua cerveja sem preocupação. Não pode levar para a praia. Almoçamos num restaurante chamado “Mirador”, quase em frente ao píer. Comida boa e barata. Optamos por camarão e peixe. Os proprietários e empregados são chineses. Devem ser da mesma família. Assim que terminamos caiu “aquele toró”! Chuva torrencial, assim sem mais nem menos. Estava um céu azul e de repente desabou água. Os poucos que estavam na praia continuaram assim mesmo, fazer o quê? Já estavam molhados mesmo. O perigo seria cair um raio, o que não aconteceu, aliás pensando bem, todas as vezes que choveu no Panamá não escutamos nenhum trovão, nem vimos nenhum relâmpago. Meia hora depois o sol saiu novamente e nós voltamos para a praia, afinal de contas a lancha só retornaria mesmo às 16.30h. Fomos para o píer meia hora antes, pagamos 1 dólar cada um para tomar uma ducha de água doce ao lado do restaurante onde almoçamos e aí trocamos de roupa também. Depois que todos embarcaram a lancha saiu justo no horário, chegando ao atracadouro do Panamá, no mesmo lugar em que tinha saído às 17.30h. Fomos abordados por vários taxistas, não tem ônibus saindo daí. Ainda bem que os táxis são baratos. Pegamos um de volta por US$5,00 e 20 minutos depois estávamos no nosso hotel. Por volta das 20h fomos a pé ao McDonald e terminamos a noite no Casino próximo.

6º Dia: 28 de agosto de 2015 (6ª feira) – Zona Libre de Colón

– Pegamos um táxi até o terminal de ônibus situado no Shopping Albrook. Daí saem os ônibus interestaduais e internacionais (Costa Rica e Guatemala). Para Colón tem ônibus toda hora, assim que a lotação fica completa, ele sai. A passagem custou US$ 3,50 por pessoa e levou 1h30min para atravessar todo o país na sua largura, quase acompanhando o canal. Um calor de rachar. Ainda bem que tem ar-condicionado e cortinas escuras para tampar o sol, mas não tem banheiro. Saímos às 09.30h e chegamos às 11h. É preciso ficar atento para não descer no ponto final, senão tem de andar muito para chegar à zona de livre comércio. Perguntamos a uma passageira e ela nos explicou onde descer, já que iria para o mesmo lugar. Só, que mesmo assim, tem de andar um bocado. Um taxista nos abordou e optamos em seguir com ele até dentro da zona franca, que nada mais é do que um grande shopping a céu aberto. Inúmeras lojas vendendo de tudo que você imaginar e um pouco mais barato que os artigos vendidos nos shoppings da cidade. O famoso Chanel nº 5 aqui custa US$ 115,00 e eu comprei por US$ 185,00 no shopping Albrook. Pra mim não valeu a pena! Um calor danado, não tem uma árvore nem sombra, a não ser as dos prédios; você fica perdido porque são várias ruas dentro de um quadrilátero. Bota várias ruas nisso, com uma loja colada na outra, sem nenhum restaurante ou bar ou banheiro. Não adianta procurar! Para você fazer xixi tem de entrar numa loja, comprar um produto e pedir para utilizar o banheiro. Absurdo! Quando eu não estava mais aguentando, entramos numa loja que nem lembro o nome, só sei que era de judeus, por causa dos trajes e o famoso chapeuzinho e compramos um relógio Casio por US$ 70,00 para eu e minha esposa podermos utilizar o banheiro. Nas calçadas existem vários quiosques, que vendem todo tipo de sanduíches, refrigerantes e outras coisas, não servem almoço. A aparência dos quiosques, dos funcionários e do que tem para comer, deixam bastante a desejar. Então depois de algumas informações fomos caminhando embaixo do sol escaldante do meio-dia até uma praça chamada Millenium. Levamos uma meia hora caminhando, mas valeu a pena. Na Plaza Millenium, além de algumas lojas de roupas e produtos importados, tem também uma praça de alimentação, com menu variado para todos os gostos. Optamos por um self-service, porque escolhíamos o que nos apetecia. Foi bom e barato. Dali, como estávamos próximo do terminal de onde saiam os ônibus para o Panamá, embarcamos e voltamos para o nosso hotel. Este foi o primeiro dia que não choveu desde que chegamos. À noite fomos ao shopping Multicentro e ao Hard Rock Café, que são interligados, bem menor que o Multiplaza e o Albrook, mas muito mais elegantes e com mais lojas de grife, só pra quem tem dinheiro para esbanjar. Jantamos na Praça de Alimentação e retornamos ao hotel às 22h.

7º Dia: 29 de agosto de 2015 (sábado) – Retorno a Manaus

– Como nosso voo sairia somente às 15.40h, acordamos cedo, preparamos as malas e saímos para comprar algumas lembranças no comércio perto. Almoçamos e retornamos ao hotel para esperar o táxi que nos levaria ao aeroporto. Fiz amizade com alguns deles, que terão prazer em te levar para fazer um tour, levar às praias próximas, como Playa Blanca, shoppings, etc. Vou deixar o nome e telefone de alguns deles, que inclusive poderão levá-lo ou buscá-lo no aeroporto, que é longe do centro. Chegamos ao Aeroporto Internacional Tocumen com duas horas de antecedência, fizemos o chekin no balcão da Copa Air Lines, despachamos as bagagens e fomos para a área de embarque, sem necessitar passar pela Aduana para carimbar de novo os passaportes, o que fizemos na chegada ao Brasil, quando passamos pela Polícia Federal. Depois de um voo tranquilo, com um lanche excepcional, chegamos em Manaus às 19.40h, fuso de uma hora a mais, onde meu genro nos aguardava. Se valeu a pena? Claro! Se iria novamente ao Panamá? Sim, desde que o dólar não estivesse valendo o absurdo que está no momento: US$3,80.

TAXISTAS AMIGOS: com WhatsApp

- Eduardo, tel (507)67326303

- Edwin, tel (507) 62807502

- Francisco, tel (507) 69603543

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    • Por Breno Maia
      Olá, amigos e amigas. Pretendo ir ao México final do ano (e torcendo para esse dólar dar uma baixada!!!). Tava vendo q pela Copa Airlines tem uma conexão no Panamá e me interessei em dar uma leve passada no Canal. Porém, nos horários mais flexíveis que vi, chegaria ao Panamá umas 18h e o vôo para o México sairia 11:40 do dia seguinte. Tem alguma possibilidade de horário para visitar o Canal??? Achei bem apertado e creio q lá não funcione para visitação à noite...
      Quem puder ajudar ficarei super feliz! Grato desde já.
    • Por Guiherme Zaia
      [RELATO - TRILHAS NO PANAMA]
      Fiz essa viagem durante os dias 6/02 ao 14/02.
      No instagram @onetrekking tem mais coisas sobre minha viagem no Panama. Segue o relato...
      Dia 1
      Foram 3 voos para chegar no Panama 🇵🇦, com isso consegui economizar mais de 800, assim deu pra estender a viagem e conhecer mais lugares.
      Dia 2
      Indo para o Kalu Yala
      Para chegar lá saindo do Aeroporto Tocumen você precisa pegar um táxi para o Terminal La Doña, de lá pegar um “Diablo Rojo” para San Miguel e de San Miguel fazer a trilha “Suicide Hill” até o Kalu Yala
      .
      Diablo rojo são esses ônibus da foto e pra quem quiser fazer a trilha, ela está na minha conta do WikiLoc, é só fazer a trilha ao contrario, acabei gravando só a volta
      Dia 3 - Trilha 1
      Honey Creeper foi a primeira trilha que fiz no Kalu Yala. Ela é muito bonita, pois você tem uma maior proximidade da fauna local pelo trajeto ser em mata fechada. Com apenas 1,6 kms, duração de 1 hora e ganho de 200m, ela tem dificuldade moderada por causa da falta de sinalização e ter horas que a trilha se desfaz no meio da mata
      Dia 3 - trilha 2
      Ramon’s Pool, uma trilha bem bonita que vai para uma piscina natural, apesar de que o pessoal do kalu yala fale que ela precisa de guia não vejo a necessidade para isso. Sua distância é de 2,79 kms, dificuldade fácil e não apresenta mudança de altitude considerável (60m).
      Dia 3 - trilha 3
      Mermaid’s Hole, trilha bem fácil que acaba numa linda piscina natural. São apenas 1k e nenhuma variação de atitude, apenas uma parte aonde você tem que atravessar o rio.
      Dia 4 
      Nesse dia me despedi do Kalu Yala, e iria chegar em El Valle Anton no fim do dia.
      Pra quem não conhece: Kalu Yala é uma comunidade sustentável no meio da floresta do Panama, o forte deles é o intercâmbio que dura 10 semanas e tem varias temas que são bem únicos e voltados a uma vida sustentável. O instagram deles é @kaluyala
      Dia 5
      Acordei as 3:30 da manhã para fazer a trilha sentido Loma Grande, saimos do @bodhihostel e o @jerryfit foi o guia, nessa trilha eu vi a real necessidade de ter equipamentos para fazer trilha. Nunca tinha andando mais que 10k numa trilha, e essa foram 24k.
      Saimos do hostel as 4:45, e o tempo clareou aproximadamente as 7:30 porem como estava em El Valle que fica no meio da montanhas, o sol só foi aparecer e ficar forte umas 10:30, com isso ele só atrapalhou a nossa volta e não ajudou a esquentar a água que parecia gelo.
      Foram 24k de trilhas feitas em 9 horas, sendo que o trajeto é cheio de subidas e descidas muito íngremes, então não é recomendável ir sozinho e para quem não tem um certo preparo, pois você vai usar muito joelho.
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      “Cerro Cara Iguana”, essa foi a minha sexta trilha da viagem. Esta montanha é uma reserva hídrica, a maior parte da trilha é formada por uma estrada de terra, somente no fim que você entra na mata para chegar no topo das montanhas. Estava fazendo muito vento no topo e como estava sozinho, acabei não indo no topo da última montanha. Foram 9 km de trilha, sendo que a elevação ganha foi de 368 metros e o topo chega a 923 metros.
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      Dia 9
      Meu voo era as 14 horas, com isso tinha que chegar no aeroporto as 11 horas. Deu tempo para ir conhecer as ruinas da antiga cidade do Panamá, elas formam um Patrimônio Mundial da Unesco. A cidade recebeu título de Cidade em 1521 por Carlos V da Espanha, e começou a ser o ponto de partida para a exploração do Peru e ponto de trânsito para carregamentos de ouro que iam para a Espanha. E assim encerro a minha viajem pelo Panamá.












    • Por rafacvs
      Bom dia. Estou juntando um pequeno grupo de amigos para fazer uma viagem até os EUA. Só que de ônibus.
      Iremos comprar um ônibus e ir dirigindo até os EUA, porém, encontramos apenas um problema: a travessia para o Panamá.
      Alguém saberia nos ajudar? Vimos na internet que quem faz essa viagem deixa o carro em uma balsa e segue de avião até pegar o carro de novo, mas como vamos de ônibus, não sabemos se a balsa suporta tal veículo. E se suportar, gostaríamos também de saber qual empresas fazem esse tipo de serviço, para entrarmos em contato via email.
      Obrigado desde já.
    • Por gstabelin
      Pessoal, segue meu primeiro relato escrito aqui, sempre estou de olho mas nunca havia postado um relato ou mesmo participado ativamente, mas agora acredito que possa contribuir mais vezes, segue o meu último mochilão, fiz sozinho em julho-2014 Cuba, Costa e Panamá.
       
      CUBA: HAVANA- SANTA CLARA – REMEDIOS- TRINIDAD(8 dias)
      COSTA RICA: ALAJUELA – LA FORTUNA – PUERTO VIEJO(6 dias)
      PANAMÁ: CIDADE DO PANAMÁ – SAN BLAS ( 5 dias)
       
      O objetivo dessa viagem era originalmente conhecer Cuba e o Panamá em duas semanas, era o tempo que eu tinha disponível, deixei o Panamá por último, pois pretendia trazer um PS4 e mais algumas muambas.
       
      A viagem para Cuba não teve motivo ideológico, estava muito a fim de ver os carros antigos, construções e praias. Cuba é um grande museu automobilístico a céu aberto e em movimento, havia tb a curiosidade de ver como funciona um país socialista, apesar de que aos poucos o país está se abrindo e evoluindo muito rápido.
       
      Durante as pesquisas para a compra das passagens não consegui achar um bom preço mesmo com antecedência, numa dessas pesquisas incansáveis, vi que o trecho Havana – Alajuela( San Jose, CR) estava cerca de R$500,00 mais barato do que para a cidade do Panamá, sempre tive a curiosidade de conhecer a CR, daí pensei, pq não agora.... A partir disso consegui mais uns dias e fechei a viagem toda com 19 dias. Consegui casar a passagem de Ida e volta com a Avianca, ida para Havana e volta pela Cidade do Panamá, sempre com conexão em Bogotá, comprei o trecho de Havana para Alajuela a parte ,pois não consegui comprar junto, esse voo com escala em San Salvador.
      Passagem ida e volta com taxas R$2100,00
      Passagem Havana- Costa rica com taxas R$600,00
       

       
      Visto e exigências:
      Somente Cuba exige o visto, vi alguns relatos que a COPA e a AVIANCA forneceriam o visto, a informação sobre a COPA estava mais clara, mas sobre a Avianca não confiei muito nos relatos que já eram um pouco antigos, entrei em contato com eles e me informaram de modo curto e grosso que não passam informações consulares. Enfim acabei indo no consulado de Cuba em São Paulo, paguei a taxa(R$45,00) e o visto foi impresso com os meus dados.
      Em Bogotá, a Avianca estava vendendo o visto no balcão de embarque .... então não posso confirmar se eles sempre fornecem o visto durante o embarque , não sei se vale o risco.
      Na Costa Rica é exigido o comprovante internacional da vacina de febre amarela, me pediram no check in em Havana e na Imigração em Alajuela.
      No Panamá e Costa Rica eles podem solicitar o comprovante de saída do país, imprimi todos os meus trechos mas só me pediram isso no Check in em Havana.
       
       
      CUBA-
       
      Em Cuba circulam duas moedas, o peso convertível chamado CUC destinado aos turistas e o peso normal para os Cubanos, o CUP, o CUC vale mais ou menos U$$1 dólar, mas para realizar o cambio a melhor opção é levar EUROS e foi o que eu fiz, pois o dólar tem uma taxa extra.
      Vale muito a pena conseguir uns CUPs, não havia trocado de início mas no meio da viagem troquei e poupei algumas moedas na hora de comer.
       

       
      1° Dia Havana
       
      Comecei mal, o voo de GRU para BOG foi num A319 e meu assento era na última fila, o assento não reclinava, talvez foi o pior trecho que já voei haha, principalmente por ser noturno e não ter uma posição boa para dormir... , ao menos havia sistema multimídia para distrair, foram 5 horas longas.... O Segundo voo saiu atrasado de Bogotá em cerca de 2 horas, quando chegamos em Havaná já era 16 h , um calor infernal como há muito não havia sentido no Brasil, como meu voo estava atrasado ele encavalou com mais uns 4 voo internacionais , a imigração ficou lotada , fiquei uma hora na fila. Já estava ficando preocupado, pois tinha feito a reserva numa casa e combinado de um táxi me pegar no aeroporto, como já havia acumulado umas 3 horas de atraso pensei que não estariam me aguardando, mas assim que saí do aeroporto lá estava o Carlos, o motorista gente boa com uma placa com meu nome. A imigração foi tranquila , nada diferente de outros países. Fiz um pouco câmbio no próprio aeroporto. Táxi já acertado anteriormente 25 CUC.
      Do Aeroporto até o centro de Havana é uma distância razoável, havia pesquisado e dificilmente conseguiria chegar lá sem ser táxi.
      Em Cuba os hotéis são muito caros e não vi muita info sobre hostels, então temos a opção de se hospedar nas casas de algumas famílias, antes da viagem havia imaginado que seria um ambiente familiar, mas tive a impressão de que são pousadas, talvez com a experiência o pessoal meio que caminhou para profissionalizar o esquema, algumas casas contam até com funcionário.
      Fiquei na Casa Pablo(http://www.casaparticular.org/viewproperty.asp?code=HAV107&Lang=0), 30 CUC , tentei negociar o preço sem sucesso , mas consegui um café simples incluído, o café seria mais 5 CUC.
      Casa muito boa, bem localizada, fica próximo do museu da revolução e do malecon, o quarto tinha AC Split e TV, a cama e chuveiro eram bons.
      Assim que cheguei na casa perguntei como poderia ligar para o Brasil , precisava avisar que havia chegado e estava vivo, o Pablo disse que seria quase impossível fazer uma ligação internacional, até é possível mas seria complicado, ele me indicou ir no Hotel Parque central e comprar um cartão de internet, 8 CUC para 1 hora.
      Coloquei uma bermuda e um chinelo e saí para usar a internet, a essa altura já estava morrendo de fome. Saí e fui andando no Passeo del prado que era próximo da casa, ali é pior lugar para caminhar , te abordam por todos os lados te oferecendo de tudo, charutos, chicas, almoço, café e tudo mais. Conheci os famosos Jineteiros, como já havia lido muito sobre isso, já estava esperto, mesmo assim é difícil não dar atenção, são muito insistentes e bons de papo chegam a ser chatos, perguntam da onde a gente é, depois já vai emendando conversa até pedir algo, querer te vender aquele charuto COHIBA mais barato que nas lojas, e aqui vai um ALERTA, NÃO COMPREM CHARUTO NAS RUAS, no primeiro dia já encontrei uma família brasileira que caiu nesse golpe ,deixe para comprar nas lojas oficiais, geralmente nos hotéis mais top tem.
      Cheguei no hotel parque central, comprei o cartão e avisei pra minha família que estava vivo, usei esse cartão até o final da viagem, usei poucos minutos por dia, nem tentem usar Skype pois é bloqueado, wathsapp e facebook são tranquilos. Saí em direção ao Capitólio em busca de algo para comer e já tirar umas fotos dos belos carros antigos que ainda circulam em Cuba.
      Assim que saí na praça um rapaz me abordou e me ofereceu para dar uma volta nos carros antigos pela cidade, já estava meio cabreiro com tanta gente me abordando e tb aquele clima de cidade nova, tudo estranho, papo vai papo vem, confiei , o carro passaria nos principais pontos, seria bom para ter uma referência da Cidade. Negociei com ele uns 20 minutos, tinha me pedido 30 CUC, depois abaixou para 25 CUC e chegamos no 18 , escolhi um chevy belair conversível azul e branco , o tour leva cerca de 1 hora, o motorista explica bem os locais e tudo mais, achei que valeu a pena, faria de novo.

      Já estava escurecendo e voltei para a casa tomei um banho e fui deitar um pouco, depois saí para jantar, achei um restaurante simples perto, comi e fui dormir.
       
      2° Dia Havana
       
      Nesse dia havia combinado com o Carlos para me levar no terminal da VIAZUL , é a única empresa rodoviária para turista, existe uma outra para cubanos, mas não arrisquei , parece que os ônibus são bons tb mas fiquei com medo de ser barrado ou algo do tipo, acredito que as passagens são bem mais baratas . Passagens compradas para o dia seguinte 18 CUC, depois pedi para ele me deixar no Hotel Nacional. Tudo por 6 CUC.
       
      Cheguei no hotel nacional, ambiente fino, estava tendo uma conferência com uns chinenes, dei uma volta tirei umas fotos e fui ate o barranco em direção ao malecon, ali tem uma trincheira , é tipo um museu que explica sobre o período da guerra fria, um senhorzinho simpático toma conta do local e me explicou tudo detalhadamente, demos a volta em toda a trincheira, show de bola, no final dei 1 CUC de gorjeta.
       

       
      O sol já estava ficando alto e o calor insuportável, para economizar umas moedas resolvi voltar caminhando pelo malecon , passei na casa antes de ir para o museu da revolução, o próximo destino.
      Quase uma hora andando, cheguei na casa, tomei 2 litros d agua e fui para o museu, muito grande, tem muito informação, fotos e vários monitores a disposição, ao lado tem uma praça com uns aviões, tanque e carros muito legal.
       

       
      Próximo ao Museu tem o edifício Bacardi, é possível subir no topo dele, tem uma bela vista 360 de Havana, paga-se 1 cuc.
       

       
      Parti em direção a Calle obispo, a principal rua de comércio, ali tem as Cadecas(casa de câmbio oficial) , comi num restaurante um franguinho muito bom, gastei 6 cuc com a cerveja.
      Fui até o Castillo da Fuerza Real que fica na Bahía de Havana e depois fui andando pelo centro em busca do museu do automóvel que estava no guia Lonely planet mas não achei.
       


       
      Tem uns museus interessantes da região, como uma antiga armaria e um museu de bombeiros.
       

       
      Caminhei pela Bahia de Havana em direção a Estação Central , somente para conhecer pois me passaram a informação de que os trens não são muitos pontuais, mas parece que tem ligação por toda a ilha com serviço regular, quem sabe numa próxima viagem com mais tempo. Já estava morto de tanto andar, combinei com um taxista para levar para a casa por 2 CUC.
       

       
      Cheguei tomei outro banho e descansei um pouco peguei um táxi até o Castillo de los três Reyes Malgos del Morro, , conhecido popularmente como Castillo del Morro no outro lado da Bahia, 5 CUC sem choro, tinha intenção de subir no farol mas ele fecha as 6pm e o Castillo as 7 pm, então quem quiser subir tem que chegar antes.
      Do Lado do Castillo tem a Fortaleza de San Carlos de La Cabanã, local que acontece o famoso canhonzaço as 9 pm, lá dentro tem um restaurante bacana, comi algo e fui ver o pôr do sol e depois ver o espetáculo do canhonzaço.
       

       
      Na volta para a casa fui ver um táxi e tinha centenas na saída da fortaleza, um rapaz me abordou e pediu 8 CUC , negociei e iria pagar 6 CUC, iria pois assim que o taxi chegou na casa dei 6 contado e o táxi falou que era 8, discuti com ele, e o bixo ficou exaltado para arrumar treta, acabei pagando 8...
      Depois dessa eu aprendi que toda vez que fosse negociar um táxi já pagaria no começo para não ter dor de cabeça depois.
       
       
      3° Dia Havana – Santa Clara- Remédios
       
      Acordei cedo e fui para o terminal da Viazul.
      O ônibus saiu pontualmente as 8:40 e a viagem foi tranquila, ônibus novo com AC, cerca de 4 horas até Santa Clara com uma parada para comer, um fato curioso foi que no meio da viagem os motoristas trocaram de posição com o busão em movimento, tinha uns gringos que ficaram assustados , ouvi “oh my god” repetidas vezes hahaha .
      Chegando em Santa Clara o terminal estava uma zona, assim que o pessoal descia do ônibus já tinham 3 , 4 pessoas oferecendo de tudo, fiquei até meio perdido com um senhor me oferecendo um tour com seu taxi de forma agressiva, como que se eu fosse obrigado a fechar com ele, estava buscando info de como deixar a mala ali e depois de como ir para Remédios, já estava ficando puto, nesse dia saí com a camisa do Corinthians e em meio a muvuca, alguém me cutuca e pergunta se eu era Brasileiro, eu disse opa, daí conheci o Victor, que estava fazendo quase o mesmo roteiro que eu. Ele já tinha deixado a bagagem guardada e já sabia dos esquemas do tour em Santa Clara, deixei minha bagagem e o senhor continuava atrás da gente, enfim negociamos com ele para guiar pelos principais pontos de Santa Clara e depois voltaríamos ao para tentar chegar em Remedios no mesmo dia.
      Fomos no Memorial do Che, no Monumento do trem Blindado e no local que tem a estátua do Che com o ninho.
       

       
      Ele tinha um Chevy , estava novinho, fechamos o tour por 6 cuc, sem pressa, no nosso tempo, só de andar no carro dele já valeu a pena.
       

       
      Depois ele levou num lugar para almoçar, um lugar muito bacana mas não peguei o nome. Acredito que foi a melhor refeição que fiz em Cuba. Cerca de 10 CUC
      O senhor disse que o filho dele também trabalha com táxi e poderia nos levar a Remedios, fechamos com ele por 20 CUC, e tinha ar condicionado \o/\o/\o/.
      Após uma hora de viagem, chegamos em Remédios, cidadezinha que parou no tempo, muito tranquila, o Victor tinha indicação de uma casa e foi a melhor hospedagem que tive em cuba , o quarto para nos dois saiu por 15 CUC , tinha AC, cama e chuveiro bom. Casa da Yunai(http://cubacasas.net/cities/remedios/lalucia/) , super gente boa e atenciosa, preparou uma lagosta por 10 CUC que foi a melhor da viagem.
       

       
      4° Dia REMEDIOS - CAYOS
       
      No dia anterior combinamos com a YUNAI de um táxi nos levar até o Cayo Santa Maria e Las Brujas por 30 cuc o dia todo no nosso tempo. O caminho é fantástico, chamado de El pedraplén
       

       
      Fomos Primeiro no Cayo Santa Maria numa praia que parecia ser a única aberta sem estar cercada por um resort , se tornou uma reserva a pouco tempo, o motorista deixou a gente lá, tem que atravessar a mata por uns 500 metros e depois chega na praia, tem um monitor que toma conta e tem que pagar 3 cuc para ele, praia fantástica, uma piscina, nunca tinha visto algo como aquilo.
       

       
      Ficamos umas horas por lá e partimos para o Cayo Las Brujas, entre esses Cayos tem uma vila que atende os resorts, com restaurantes, boliche, etc. Paramos ali e comemos um lanche .
       

       
      Depois partimos para uma praia que é mais acessível para Cubanos e estava lotada, fomos andando pela praia até uma parte mais tranquila onde tinha um resort, “ tomamos conta’’ das cadeiras até a hora de ir embora.
       

       
       
      5° Dia REMEDIOS-TRINIDAD
       
      Não existe uma ligação direta da Viazul entre Remedios e Trinidad, teríamos que voltar até Santa Clara, provavelmente de táxi e pegar o ônibus que sairia a tarde para Trinidad, ou seja perderíamos o dia,
      A Yunai então deu a dica para fazer o trajeto de táxi coletivo, mas um direto ia ficar muito caro, então ela traçou um roteiro para nós , o único receio foi por conta de ser um domingo e talvez não teriam muitos táxis disponíveis.
      Então o primeiro táxi pegou a gente na casa as 7 am.
      Remedios - Placetas 10 CUC
      Placetas – Camayguan 6 CUC
      Camayguan – Sanct Spirits 4 CUC
      Sanc Spiritis – Trinidad 6 CUC (esse por pessoa)
       

       
      O esquema desses táxis é que eles são coletivos , normalmente eles esperam o carro encher e partem, como era um domingo e não queríamos perde tanto tempo, já íamos fechando logo com o motorista, a exceção foi o ultimo que a viagem é mais longa e ficaria mais caro, e aconteceu algo irado.
      Assim que chegamos em Sanct Spiritis no terminal de ônibus o nosso motorista perguntou para um outro taxista do outro lado da rua se ele estava saindo para Trinidad e ele confirmou. Então pegamos nossas coisas e caminhamos até o táxi, mas assim que chegamos ele viu que éramos gringos e meio que desconversou e disse que não estava saindo, então pensamos fudeu... Entramos no terminal para ver se tinha algum ônibus e ele já tinha saído.... Voltamos para a rua e fomos insistir mesmo sem entendo o que passava, nesse meio tempo tinha chegada uma van trazendo uns turistas e esse motorista ofereceu para nos levar por 20 cuc, achamos caro e fomos insistir com o taxista. Ele disse para aguardar um pouco que ia sair, ele ia cobrar 6 por cabeça, então fechamos com ele, ainda estávamos no lucro e pela distancia o valor era razoável, entramos no carro e começou a entrar mais gente, fomos em 8 num carro americano tipo perua, no final da viagem o pessoal pagou cerca de 2 a 3 cuc e os gringos trouxas aqui pagaram 6, daí questionamos ele pq de cobrar o dobro da gente e tal e começamos a bater boca com ele, no final deixamos quieto e pagamos os 6 combinados, mas ficamos puto.
       

       
      Chegamos em Trindad antes do meio dia.
      Buscamos a casa que o Victor tinha pego referência, Casa da Nairobi ,no nosso quarto o AC estava muito fraco e a cama não era das melhores, mas indico como uma segunda opção. 15 CUC por quarto, ela preparou uma lagosta excelente por 10 CUC.
      Pegamos informação e fomos atrás do ônibus que levam para a Praia na Península Ancon, mas ele só sairia as 2 pm por 2 CUC ida e volta , para não perder tempo perguntamos para alguns taxistas e ficaria de 5 a 6 cuc, no fim achamos 3 argentinas e rachamos um táxi maior que ficou 8 no total. Praia é legal, mas nada diferente que temos no litoral norte de sp, por ex, talvez por eu ter ido nos cayos no dia anterior não achei a Peninsula Ancon tão bela.
       

       
      Na volta fomos pegar o ônibus pensando que íamos pagar 1 cuc por pessoa, mas não, o bilhete é único. 2 cuc para ida e volta, então pagamos, as argentinas ficaram bravas e foram atrás de táxi... Pegamos o último ônibus as 6 pm, ficou lotadaço, como pegamos ele no ponto inicial fomos sentados, mas o trajeto é curto, então suave.
      Toda noite rola numa escadaria próximo a Igreja um tipo de show, conhecido como Casa de lá musica, começa cerca de 9 pm, muito bacana.
       

       
      6- Dia TRINIDAD
       
      Acordamos cedo e fomos numa cachoeira no vale dos engenhos de cavalo, custou 15 cuc por cabeça e um guia nos acompanhou, valeu muito a pena, a região é belíssima, fizemos no nosso tempo sem correria, e o cavalo dava umas galopadas legais, fantástico, a cachoeira estava com pouca água, reflexo da falta de chuva dos dias anteriores, mas só pelo passeio com cavalo valeu a pena.
       

       
      Na volta Tinha a opção de almoçar num rancho , mas achamos caro e partimos para Trinidad, deixamos o cavalo, pagamos uma caixinha para o guia , no caminho para casa achamos um restaurante que tinha os preços em CUP expostos na janela, achamos muito barato, entramos com desconfiança mas acabamos comendo lá, tinha uns 3, 4 sucos naturais muito gostoso, foi o lugar mais barato que comi, valores irrisórios, ficou 1-2 CUC contando com uns 6 copos de suco , ganhei o dia hahaha.
       
      No meio da tarde demos uma volta com calma na cidade e subimos o morro da antena para tirar uma foto do pôr do sol e da península ancon. Na antena tem um vigilante, chamado carlos, uma pessoa muito legal, ele nós chamou para subir numa lage para ter uma vista melhor, me liguei que ele ia pedir uma propina como normalmente aconteceria..., mas fomos, ele gosta de conversar, foi o melhor papo que tive sobre o sistema,foi uma troca de experiência legal, nos explicou de forma clara como tudo funcionava em Cuba, tiramos muitas dúvidas com ele, ficamos umas 3 horas batendo papo, no final demos uma propina como forma de agradecimento.
       


       
      Na volta já estava de noite e fomos novamente para casa de La musica e nesse dia estavam cobrando 4 ou 5 cuc para entrar, até isolaram a escadaria com uma corda, não entendemos mas pagamos, ficamos um pouco lá e o Victor encontrou um casal de Brasileiros que veio no voo junto com ele, tomamos uma gelada e fomos para uma balada dentro de uma caverna que por coincidência ficava no caminho do morro da antena, o ambiente é muito louco,uma caverna mesmo haha nunca vi nada como aquilo, mas a balada em si é bem fraca, tocando músicas de 10 , 15 anos atrás , tipo Britney spears, me lembrou as festas de debutantes kkkk. Ficamos pouco e vazamos
       

       
      7- Dia TRINIDAD - HAVANA
       
      No dia anterior combinamos com a Nairobi de pegar um táxi coletivo para Havana no mesmo preço da Viazul, com a comodidade de sair mais cedo e ser mais rápido. Blz, combinamos as 7 am e o táxi chegou as 7.30, era um Peugeot 207 novo , alugado, o motorista ainda foi abastecer, engraçado que ele parou o carro numa casa ao lado do posto e completou o tanque com uns galões, ai me veio em mente a conversa do dia anterior , o jeitinho cubano de sobreviver, em cuba existem dois sistemas, o que o governo cubano acho que existe e o que realmente existe.... ele abasteceu e ficou enrolando um tempo , perguntamos se ia demorar muito e blefamos dizendo que a gente ia perder o voo em Havana, daí partimos quase 8 am.
      Viagem de quase 4 horas, chegamos em havana e fomos na casa onde o Victor havia se hospedado assim que chegou em Havana, lugar muito bacana, mas não tinha mais quarto, então ela nos levou numa vizinha, 25 cuc, local bom tb, mas não anotei a referência . Dei umas dicas de Havana para o Victor e ele me passou algumas, então nós separamos e combinamos de se encontrar no parque central no fim da tarde para racharmos um tour de carro antigo novamente , foi tão massa que iria repetir, hahaha, só que choveu e não deu certo, a chuva parou logo depois e como o Victor não tinha ido no Castillo de los três Reyes, fechamos um táxi até lá, eu estava doido para entrar no farol, massss chegando lá estava fechado por causa da chuva, até argumentei que já tinha parado de chover há 1 hora, mas não teve jeito, vai ficar para uma terceira visita...
      Dia estava acabando e o Victor tinha visto um restaurante que tinha uma lagosta por um preço bom , 12 cuc, para havana estava barato, comemos lá, rolou uma briga numa mesa ao lado de uns mexicanos haviam cobrado a mais deles, blz, na nossa vez ficamos espertos e aconteceu a mesma coisa, cobraram além de 10% uma taxa de serviço absurda, no total ia ficar quase 40 cuc para nos dois, batemos o pé é só pagamos os 10%, detalhe que em nenhum lugar tinham me cobrado isso em cuba e o garçom avisou antes que cobraria os 10%, mas somente essa taxa... e não a outra, blz, problema resolvido, fomos na Bodeguita del Médio tomar o famoso mojito, mas nem tomamos, muito caro, hahaha.
       

       
       
      8 –Dia HAVANA
       
      O voo do Victor era bem cedo, então nos despedimos ele foi rumo ao aeroporto. Eu ainda tinha a manhã livre antes do meu voo que era no meio da tarde. Nesse dia aproveitei para tirar fotos dos carros e dos principais pontos de havana com calma, peguei o ônibus turístico que circula praticamente na cidade toda com o esquema hop on hop off , 5 cuc , ele sai do parque central.
       


       
      Voltei para a casa antes do meio dia, arrumei minhas coisas e peguei um táxi para o Aeroporto. Negociei por 20 cuc.
      No Aeroporto tem que pagar uma taxa de 25 cuc antes de embarcar após o check in, detalhe , como cheguei muito cedo no aeroporto, antes de fazer o check in dei uma volta para comprar umas lembranças e vi que tinha uma fila gigante num guichê para pegar tal taxa, mas no outro lado do tinha outro guichê e não tinha ninguém, não tive dúvida depois que fiz o check in fui no outro e nem peguei fila, ganhei uns 30 minutos haha. Fica a dica, principalmente pra quem chegar em cima da hora.
      Tudo ocorreu normal e peguei meu voo para Costa Rica com conexão em San Salvador , numa das filas conheci um Costarriquenho e ficamos batendo papo, por coincidência quando cheguei em Alajuela as nossas malas foram as últimas a sair, então para não ser enganado pelos taxistas perguntei para ele quanto sairia um táxi até o meu hostel, o maluco fez questão de ir comigo negociar o preço com o taxista, acertou tudo pra mim. Hahaha, peguei o táxi até o Hostel Alajuela backpackers, pertinho do aeroporto, paguei 4 dólares.
       
       
      Enfim, Cuba é um país fantástico, voltaria lá tranquilamente, o que mais me surpreendeu foi a segurança, em nenhum momento me senti ameaçado, seja em Havana ou em outras cidades menores.
       
      Continua....


























    • Por FlavioToc
      Antes de mais nada, sobre mim e minha esposa, tenho 59 e minha esposa 55 anos, frequentamos academia e caminhamos diariamente. Buscamos destinos que tenham contato com a natureza envolvido, colecionar experiências e conhecer pessoas com sua cultura. Um ponto fundamental que buscamos é segurança, logo, destinos que sejam bastante seguros. No Panamá, com exceção de San Blas que não é necessário, em todas as ilhas tinham policiais bem alertas. Em Cartagena também pode ficar bem tranquilo e andar à noite.

                  Fiz esta viagem com minha esposa entre os dias 22/02 a 16/03/2018, ou seja, 23 dias. O caribe é um destino muito atraente com uma variedade de ilhas e de culturas, porém a dificuldade é de caber no bolso. Já tinha conhecido San Andrés e Providência, então procurava outro destino que não fosse à falência. Então encontrei no Panamá, Bocas del Toro e San Blás. Também desejava conhecer Cartagena. Então, fiz uma pesquisa de voos multidestinos que valeu muito a pena. Acrescentar Cartagena custou, pelo que lembro, apenas uns 100 a 150 reais a mais.

      O Panamá não é um destino de massa e também tem muito mais do que o Canal. É também o que chamam “hub de las Américas”, ou seja, é um lugar que permite a ligação ou conexão fácil com todas as três Américas e Caribe, e inclusive é saída de vários cruzeiros pelo Caribe. Mas além do óbvio Canal, também tem muito turismo de contato com a natureza. Nós passeamos bastante na capital Panamá City e também fomos à Bocas del Toro e San Blás. O Panamá é um destino um pouco caro para nós brasileiros mas economizando dá para encarar. O dólar oficial na época estava em torno de R$ 3,30.

                  Bocas del Toro também é pouco conhecida pelos brasileiros, é um arquipélago com várias praias e também muito procurada para mergulho e surf. A natureza é preservadíssima.  Sugiro pesquise em imagens no Google para San Blás e Bocas del Toro e tenho certeza que ficará de boca aberta e vão entrar na sua lista de desejos. Tanto San Blás como Bocas del Toro são muito frequentadas por europeus e americanos.

      Para quem nunca ouviu falar em San Blás, também um arquipélago com mais de 360 ilhas paradisíacas que parecem aquelas de desenhos animados com náufragos, tudo aquilo que imaginamos só haver na Polinésia Francesa. É uma região autônoma (como um país) administrada pelos índios Kuna Ayala. Muitas listas de viagem colocam como um dos destinos mais fantásticos do mundo, e eu também. Tinha visto um ótimo relato no Mochileiros anos atrás, mas tinha um pouco de receio de ser um pouco programa de índio, no caso, literalmente. Porém, não se preocupe com isso. Apesar de ter certa dificuldade de acesso, porque tem que ir de veículos 4x4 a viagem é dura e demorada, além de pegar uma lancha até a ilha desejada. Os índios só permitem 4x4. É um pouco cansativo, depois só alegria e paisagens que são tão lindas que até parecem falsas. Nós desfrutamos até do caminho até lá, foi a mais pura aventura.

      San Blás, como chegar:

                  Para mais informações veja o que diz no blog da Lala Rebelo, que é uma especialista em Panamá, escreve para a revista Viagem & Turismo e residia na época no Panamá. https://lalarebelo.com/country-cat/caribe/panama-caribe/. O site Melhores Destinos também tem ótimos guias para San Blás e Bocas del Toro. Também neste blog encontrará ótimas informações http://www.daninoce.com.br/viagem/san-blas-kuna-yala/o-que-voce-precisa-saber-antes-de-ir-a-san-blas/. Alguns hostéis também organizam os pacotes para San Blás. Você vai ter que usar uma agência. Pode se hospedar com sua barraca ou em cabanas muito básicas mesmo. É para quem não tem frescura.

      Tínhamos visto no blog da Lala Rebelo a opção de se hospedar em um veleiro e conhecer várias ilhas. Então, foi o que fizemos. Acreditamos que viajar é também colecionar experiências e que essa nós tínhamos que ter. Foi caro e valeu cada dólar. Fizemos a reserva pelo site http://www.sailinglifeexperience.com/home/ que é tipo um “Booking” de veleiros e é bem seguro. Reservamos pagando 5% do valor fazendo uma remessa pelo Pay Pal. A proprietária do site, Marina, nos colocou em contato com o proprietário do veleiro pelo WhatsApp  e combinamos tudo. O transporte terrestre de SUV 4x4 e de lancha até o veleiro foi organizado pelo capitão. Chegando ao porto, não se preocupe com a confusão, é bem caótico mesmo. Mas dá tudo certo. O motorista te coloca em contato com o índio responsável para te levar até o veleiro. Ou se for o caso, para as cabanas da ilha escolhida por você. Todos se comunicam via WhatsApp o tempo todo. Ah, escolhemos o veleiro Lycka, recomendado pela Lala, que agora foi vendido para outro casal. Ah, com a Marina pode escrever em português que ela gosta de praticar. No veleiro a comida e bebida estão incluídos no preço.

      Para chegar até a sua ilha ou barco você pagará:

      -Transporte em SUV 4x4 - US$50 por pessoa

      -Taxa de entrada no território Kuna Ayala US$20 por pessoa

      -Taxa do porto US$2 por pessoa

      -Lancha até a ilha desejada ou veleiro US$35, por pessoa por trecho (depende da distância do porto até a ilha)

                  Combine com seu hotel de deixar parte da bagagem e leve apenas o mínimo como o que couber em uma mochila de ataque ou bagagem de mão e se não for impermeável (a prova de respingos) ponha na hora da lancha em um saco de lixo.

                  Você vai sair do hotel em torno das 5 da manhã. Então, leve um lanche e evite tomar leite, pois pode dar enjoo. A estrada é muito sinuosa e li sobre tomar Dramin antes e pensei que era bobagem, mas não. Nós não precisamos, mas tínhamos. Alguém em seu transporte provavelmente vai vomitar. As curvas e o sobe/desce são terríveis. O trecho de lancha, dependendo das condições do mar também pode ser com bastante emoção. No nosso caso foi. Sabe aqueles saltos que os caras fazem com jet-skis, é coisa fraquinha perto do nosso traslado de lancha. Mas foi bem legal, nem minha esposa sentiu medo.

      Nosso itinerário foi o seguinte:

      -São Paulo –22/02 Viajar as 12:00 (meio-dia) para Panamá City

      -Panamá City – dia 23 a 24/02 (Viajar à noite para Bocas)

      -Bocas del Toro – dia 25/02 a 04/03 (Viajar às 6 da manhão para Panamá City)

      -Panamá City – dia 05/03 a 06/03 Viajar pela madrugada para San Blás

      -San Blas – dia 06/03 a 09/03

      -Panamá City – dia 09/03 a 11/03 (Viajar as 7:25 para Cartagena)

      -Cartagena – dia 11/03 a 16/03

      -São Paulo – dia 16/03 a 17/03


       
      Panama City, o que fazer:
      -Albrook Mall – Shopping gigantesco. Você vai ter que passar por lá mesmo. Então aproveite.

      -Calçada Amador – andar de bicicleta. A vista parece com Miami ou Dubai.

      -Calle Uruguay – Bares, restaurantes e vida noturna

      -Canal do Panamá – É uma obra fantástica que mudou os rumos do mundo. Há uma segunda passagem mais moderna para navios maiores ao lado da turística que todos veem. Não deixe de ver o filme explicativo que é bem legal.

      -Casco Viejo –Catedral, o Palácio Presidencial (só é possível ver de fora e um pouco distante), Plaza de la Independencia, Teatro Nacional, Paseo de las Bovedas, Plaza Francia, Iglesia de San José, Plaza Bolívar, Ruínas da Companhia de Jesus, Teatro Nacional e o Convento Santo Domingo.

      -Cerro Ancon – morro com 200m de altura com vista da cidade e do canal

      -Cinta Costera – Calçadão a beira- mar

      -Ponte Las Americas – Mirante

      -Bio Museu – Não deixe de ir

      Dicas do Panamá

      -Se você tem alguma frescura San Blás e Bocas del Toro, então não vai ser a sua praia.

      -Procurei descrever como fomos e a logística. Mais informações sobre o Panamá veja no blog da Lala Rebelo.

      -Uso o site: https://www.numbeo.com/cost-of-living/ para ter uma estimativa de gastos. E é bem preciso.

      -Não se esqueça do Certificado Internacional de Vacinação para a febre amarela.

      -A moeda oficial do Panamá é o Balboa, mas o que é usado mesmo é o dólar. Então, não se preocupe em trocar.

      -Táxi Aeroporto Panamá. O valor é de US$30 até o hotel ou outros da zona costeira

      -Uber Aeroporto Panamá: Uber X: US$ 10-18; Uber XL US$ 14-22 (fiz um orçamento on-line) e dizem funcionar muito bem.

      -Os táxis não tem taxímetro, então pergunte no hotel para ter uma referência, quanto custa do ponto A ao B. Mas são bem baratos e vale pechinchar.

      -Compre um cartão (tarjeta) para o ônibus e outra para o metrô. As do metrô você compra em uma máquina. É bem simples, mas tem que pedir ajuda. E coloque uma pequena recarga. As do ônibus vendem na estação rodoviária que é junto ao shopping Albrook Mall. Você vai ter que ir lá mesmo, para comprar a passagem para viajar à noite para Bocas del Toro. Os ônibus saem entre 19:30 e 20:00h. Mas tem que comprar a passagem antecipada. Vá depois das 14:00 horas, dizem que antes não vendem. Não se preocupe, não é longe da zona hoteleira. Aproveite para dar uma volta no Albrook Mall que é enorme. Na rodoviária você vai comprar além da passagem, o táxi até o cais e o barco para Bocas Town, é tudo junto mesmo. Isso dá em torno de US$ 30.

      -O Albrook Mall é um shopping para todas as classes sociais e tem de tudo. Desde dentista até armas, de lojas populares até as de grifes caríssimas como Prada, etc. Tem duas enormes praças de alimentação e com preços que dão para pagar. São quase da metade de um campo de futebol cada. Localize-se pelos bichos em cada corredor, como o do pinguim, da girafa, do urso, etc. São estátuas enormes dos bichos, é bem prático para se guiar.

      -Você vai precisar da tarjeta do ônibus para acessar a plataforma dos ônibus na rodoviária para Bocas del Toro. E só vai saber disso na hora do embarque, então compre para evitar stress e aproveite para andar de ônibus que são muito envidraçados (vidros enormes).

      -Supermercado Riba Smith, bem próximo do hotel Ojos del Río (550m). Para comprar frutas e lanches.

      -Canal do Panamá- ingresso US$15. Táxi US$$10. Ônibus US$0,50. Os ônibus custam $0,25, mas tem que passar o cartão na entrada e na saída. O mesmo no metrô.

      -Compras no Panamá. Verificar se o preço inclui o imposto de 6%

      -Táxi do Hotel Ojos del Río Casco Viejo US$ 2 (ida) $5 na volta sim todos os taxistas pedem mais na volta, pechinche.

      -Escolhemos o Hotel Ojos del Río no Booking por estar localizado perto de uma estação do metrô e valeu a pena.

      -Jantar no Hotel Ojos del Río US$ $ 8. Massa caseira à bolonhesa, uma delícia.

      -Para ir ao canal do Panamá, compre um cartão para usar nos ônibus e metrô. Entre na estação de metrô mais próxima e compre o cartão nas máquinas automáticas,   carregue-o com alguns dólares. Apanhe o metro para a estação Albrook (US$ 0,35). Tanto nos ônibus quanto o metrô tem-se que passar o cartão na entrada e na saída. É estranho.

      Do outro lado da avenida fica o terminal de autocarros de Albrook. Atravesse a passagem superior e chegará facilmente ao terminal. Atravesse o hall do terminal e, do outro lado, caminhe para a direita. É provável que veja uma fila com muita gente à espera dos ônibus que param lá ao fundo. O ônibus que precisa pegar diz Miraflores. O destino final é o em frente ao Centro de Visitas do Canal do Panamá (US$ 0,25) é bem fácil. Gostamos dos ônibus porque eles têm uma ótima vista panorâmica.

      -Para voltar de Bocas del Toro compre a passagem no mesmo lugar onde desembarcou. Outros lugares também vendem, porém na hora de embarcar está sujeito à confusão, nós vimos acontecer. Umas meninas tiveram que comprar outra passagem entre choro e falta de lugar.

      -Em Bocas del Toro procure se hospedar em Bocas Town, pois é onde tudo acontece e cada travessia para outras ilhas custa US$ 2. Então, faça as contas.


       
      O que fazer em Bocas Del Toro:
      -Bahia de los Delfines

      -Cayo Coral

      -Cayo Zapatilla. Estes costumam ser um pacote.

      -Bocas Del Drago

      -Playa Estrella (evitar sábado e domingo porque fica muito cheia) Na Isla Colón. Ir de ônibus (16 km) descer em Bocas del Drago e caminhar no sentido de volta pela praia. Comida cara.

      -Isla Carenero. Tem aluguel de caiaques.

      -Isla de los Pájaros. Linda, mas de difícil acesso, depende das condições do mar.

      -Paki Point (ou Playa Paunch) praia de surf.

      -Playa Bluff. Na Isla Colón. Ir de ônibus, a playa Paunch é na metade do caminho. Lindas playas para surf.

      -Isla Bastimentos. Red Frog Beach (surf) Ir de barco. E Praias: Playa Larga, Playa Polo, Playa Wizzard, Turtle Beach, e Cayman Beach.

      Cartagena

       
      -Castillo de San Felipe

      -Plaza San Domingo (Point à noite)

      -Palacio de la Inquisición

      -Museu del Oro Zenú

      -Museu das Esmeraldas

      -Museu Naval

      -Torre del Reloj

      -Los Zapatos Viejos

      -Convento de Santa Cruz de La Popa

      -Iglezia de San Pedro Claver

      -Iglezia de San Domingo

      -Plaza de San Pedro Claver (Point à noite)

      -Avenida San Martin o Carretera 2 (Bocagrande)

      -Café Havana (bar, música e agito)

      -La Vitrola (Restaurante, bar e agito)

      -Café del Mar

      -La Cocina de Pepina (comida típica e barata) fica no Getsemani

      -Playa Blanca (nós não fomos decidimos curtir mais da cidade)

      -Islas del Rosário – Também não fomos


       
      Dicas de Cartagena
      -Táxi Aeroporto Cartagena – COP 10.000–15.000

      -Trocar alguns dólares por COP ao chegar ao Aeroporto de Cartagena e depois dentro da Cidade Amuralhada pode pesquisar em várias casas de câmbio. Passando pela Torre do Relógio é a segunda rua à direita.

      -Aproveite para comprar livros usados em espanhol e inglês nos inúmeros “sebos” junto da praça antes da Torre do Relógio.

      -Ficamos no bairro Getsemani no Hotel Boutique Casa Isabel. Recomendo, pois fomos super mimados. Tudo é bem perto, tem vários lugares mais econômicos e é cheio de mochileiros. Dentro da Cidade Amuralhada os hotéis em geral são mais caros.


       
               ORÇAMENTO (dólares) US$
      PANAMÁ

      -San Blás:                            1.142 (total)

                  Taxa dique:              4

                  Taxa Kuna:               40

                  Lycka:                                    918 (+170 já pagos como sinal) Total 1088

                  Jipe:                           100

                  Lancha:                     80

      -Hotéis Panamá:                 600

      -Compras Panamá:            250

      -Ônibus p/ Bocas                120

      -Ingressos e Passeios

      Panamá:                               100

      -Táxi Panamá:                     120

      -Alimentação Panamá:      780

                  Panamá total:           3.112


       
      CARTAGENA

      -Hotel Cartagena:               325 (pago)

      -Alimentação Cartagena:  170

      -Táxi Cartagena:                 20

      -Passeios Cartagena:        50

                  Cartagena total:       565


       
      Total geral:                          3.677


       
      Os preços em Cartagena foram convertidos para dólares, mas tem que trocar por pesos colombianos (COP) e como era pouco (o hotel já estava pago), eu troquei tudo no aeroporto mesmo.


       
      Abaixo as fotos em sequência:
      -Canal do Panamá

      -Bio Museu

      -Calzada Amador

      -Bocas del Toro – Playa Estrella

      -San Blás – vista do veleiro

      -Vista do veleiro, também

      -Cartagena. Torre del Reloj à noite

      -Cartagena. Ruas












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