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Olá viajante!

Bora viajar?

Portugal (Lisboa, Sintra e Fátima) 20 a 25 de janeiro de 2016 com preços e fotos

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Em primeiro lugar gostaria de registrar aqui os agradecimentos aos colegas que me ajudaram direta ou indiretamente na montagem do meu roteiro para Portugal, seja respondendo minhas dúvidas ou simplesmente por terem feito relatos de sua viagem. Adoro escrever, mas mesmo que não gostasse, sentiria-me com o dever moral de dar um retorno que pode ajudar a algumas pessoas.

 

Considero importante também registrar que a narrativa que vou fazer é reflexo de todas as experiências até então vividas, das expectativas em relação a viagem, e das escolhas do que considero importante para destacar, não tendo, portanto, a pretensão de dizer a verdade sobre Portugal ou qualquer outra coisa. Trata-se apenas de mais um olhar, nada mais do que isso.

 

O relato não será curto, pois considero indispensável situar o contexto que explicita alguns atravessamentos que moldaram o olhar, as expectativas e as emoções vividas, assim, começo falando do planejamento.

 

1) O planejamento

 

Estava previsto para janeiro de 2016 um evento acadêmico na Universidade de Lisboa sobre o meu tema de pesquisa no doutorado: avaliação e aprendizagem. Mais ou menos em junho do ano passado, pesquisei o preço de passagens com vistas a participar do Congresso e me deparei com o valor de mais de 5 mil reais. Imediatamente desisti de participar. Em agosto, em Florianópolis participando de outro evento, estava conversando com um amigo sobre viagens e ele disse que a TAP estava com uma excelente promoção de dia dos pais para vôos a partir de janeiro. Fiquei animado com a possibilidade de participar do evento, e claro, cruzar o Atlântico pela primeira vez (minhas únicas experiências internacionais haviam sido uma ida ao Paraguai para ver um jogo do Fluminense pela Libertadores em 2011) e uma ida à Río Cuarto/Córdoba na Argentina também para participar de um Congresso).

 

Chegando em casa, fui procurar a tal promoção da TAP, mas infelizmente o período da promoção não abrangia o período do evento. No entanto, animei-me quando vi que em um período pouco posterior ao evento as passagens custariam menos de R$3800,00, ida e volta, para mim e minha esposa, e ainda parcelava em 5x sem juros no cartão. Sou um cara muito controlado com as minhas finanças, mas confesso que a animação foi tão grande que ignorei as contas e comprei as passagens.

 

A partir desse momento, era pesquisar, pesquisar e pesquisar, porque não tinha a mínima ideia de como seria a viagem e nem o quanto gastaria com ela (àquela altura, o Euro custava 3,76 reais e eu tinha esperança de cair, mas no dia da viagem ele estava sendo vendido a R$4,58).

 

Pesquisando hospedagens, decidi pele rede Ibis porque possui preços acessíveis, boa localização, bom relacionamento com os clientes e o mínimo indispensável de estrutura. Optei pelo Ibis José Malhoa pelo preço e por muito próximo a uma estação de metrô (em Portugal, chamam de métro). Conheci depois o AIRBNB e gostei da alternativa, mas fechei o hotel mesmo, pois minha esposa tinha (ou tem)receio em relação a esse tipo de hospedagem. O valor da hospedagem com o café-da-manhã ficava em €259, que pela cotação de agosto dava menos do que paguei para ficar seis dias sozinho em uma pousada em Florianópolis. Nem acreditei. Mas quando paguei, já em janeiro via cartão de crédito, o valor ficou em R$1160,32.

 

Não sabia o quanto levar de dinheiro, mas ouvindo o meu amigo que indicou a promoção e já visitou quase toda a Europa, ele disse que com €100 por dia eu conseguiria passar bem com a minha esposa. Li um relato aqui que falava em €125/dia incluindo criança. Comecei a ler relatos e pesquisar preços das coisas que queria visitar e decidi que queria levar €1000,00 para não passar sufoco. Li também que o ideal é ir comprando aos poucos para não ficar tão vulnerável às instabilidades do câmbio, ainda mais em período de crise econômica como a que estamos vivendo. Assim, comprei euros em três oportunidades e o valor médio pago por euro foi de R$4,26. Para ficar mais seguro, optei por levar €1100,0.

 

Assim, os custos ficaram da seguinte forma:

Passagens + taxas: R$4065,92

Hospedagem com café-da-manhã: R$1160,32

Euros: R$4684,9

Taxi do aeroporto para casa na volta: R$70,00

Total: 9981,14 (mas trouxe dinheiro de volta).

 

Obs.: Para não ter custos adicionais com celular/internet (plano para 7 dias com 50 min em ligações e internet ilimitada saia por 199,9 na vivo) decidimos que só usaríamos o wi-fi do hotel e de eventuais restaurantes.

 

2) Escolhendo locais a serem visitados

 

Na inocência de mochileiro de primeira viagem, achei que teria tempo suficiente para visitar o que quisesse em Lisboa, ir ao Porto , à Fátima e visitar uma vinícola. Ledo engano.

 

Depois de muito ler, pesquisar e avaliar alguns conselhos recebidos aqui, optei por um roteiro que incluía as principais atrações de Lisboa, Sintra e Fátima, e se sobrasse tempo e dinheiro, iria a Óbidos. Sobrou dinheiro, mas não sobrou tempo. Inclusive ainda restou algumas coisas a fazer em Lisboa e Sintra.

 

Essa questão tem muito a ver com o estilo de cada pessoa. Eu e minha esposa não gostamos de apenas olhar superficialmente a paisagem, os monumentos, etc., portanto, curtimos bastante cada coisa que escolhemos visitar. Decidimos também que não dá para ficar tão pouco tempo em um lugar tão rico em monumentos como em Portugal e certamente em toda a Europa. Assim, viagem à Europa agora só com pelo menos 15 dias.

 

3) Arrumando as malas

 

Em relação à mala propriamente dita, seguimos uma dica aqui mesmo do mochileiros.com de mesclar roupas de ambos nas duas malas, pois em caso de extravio de apenas uma, ninguém ficaria absolutamente prejudicado.

 

Na bagagem de mão, além de uma roupa íntima para cada, um casaco para mim (minha esposa já foi vestida com um), máquina fotográfica, bastão de selfie, protetores auriculares para eventual passageiro roncador (rsrsrs) e um livro (biografia do Tim Maia... o bicho era muiiito louco, rsrs) e uma revista (da wine), levamos também a pasta com a documentação, que a partir de pesquisas foi composta pelos seguintes itens:

- passaportes (originais e cópias);

- cópias de cartões de créditos devidamente liberados (mesmo sem pretender usar, liberei dois cartões para caso de emergência):

- recibo da hospedagem;

- recibo das passagens;

- cópia do Certificado de Schengen, adquirido gratuitamente junto à Mastercard por ter adquirido as passagens pelo cartão de crédito (não fosse isso, teria feito o seguro na touristcard).

 

Detalhe: na imigração, passamos juntos minha esposa e eu e não nos pediram absolutamente nada. Apenas perguntaram se estávamos chegando do Rio de janeiro.

 

4) Partindo para Lisboa

 

Nas duas semanas anteriores à viagem, vinha acompanhando sistematicamente a meteorologia em Lisboa. Estava feliz por não haver previsão de chuva para dia algum da viagem e a temperatura estar variando entre 8 e 18 graus. Chuva sempre atrapalha e o frio é um problema para minha esposa que é extremamente friorenta. Contudo, dois dias antes da viagem as previsões mudaram a passaram a prever chuva para o dia da nossa chegada, o dia seguinte e o dia do nosso retorno. Lamentei, mas não há o que se fazer a não ser se adaptar às circunstâncias.

 

A questão que mais gerava angústia era o voo. Minha esposa tem muito medo de altura e pavor de turbulências, por mais brandas que sejam, e seu coração disparava quando lembrava que ficaríamos horas sobre o Atlântico. falar em uma viagem de nove horas de duração lhe dava calafrios. Por todo esse contexto, a minha angústia era como ela se portaria, mas tudo saiu melhor do que eu esperava, graças a Deus. Ambos os vôos foram muito tranquilos, com pouquíssima turbulência e bem suave.

 

Em relação a voar com a TAP, havia lido relatos sobre o mau humos dos comissários e sobre a oferta de duas possibilidades de escolha de comida. Sobre a primeira questão, a experiência que tivemos não corroborou algumas informações obtidas, pois todos os comissários estavam sempre sorrindo e bastante solícitos. Quanto às refeições, não havia possibilidade de escolha, mas o que foi oferecido, tanto na ida como na volta, estava tudo muito bom.

 

Em ambos os vôos foram oferecidas duas refeições: um jantar e um café-da-manhã.

 

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Continuando e finalizando...

 

25/01...último dia em Portugal. Havíamos consultado a previsão do tempo e o bom tempo do final de semana não se repetiria na segunda-feira. Como o nome diz, porém, poderia ser que errassem, assim, combinamos que em caso de tempo sem chuvas iríamos a Óbidos, pois o orçamento estava ligeiramente folgado. Infelizmente o tempo não colaborou e deixamos Óbidos para uma outra oportunidade.

 

Descemos para o café já nostálgicos com nossa primeira experiência europeia e depois subimos para arrumar as malas e fazer o check-out, mesmo o nosso vôo direto para o Rio sendo apenas a noite.

 

Detalhe: Quando fiz a reserva pela internet no hotel em que ficamos, havia a oferta de estender o horário da saída para 17h. Achei que era uma boa para poder ficar mais tranquilo e aproveitar o último dia, no entanto, conversando com uma amiga bastante experiente em viagens, ela me aconselhou a não pagar por isso e apenas pedir na recepção para deixar as malas em um bagageiro depois que fizesse o check-out. Assim fiz e deu tudo certo.

 

Ao arrumar as malas senti falta das minhas luvas e do meu gorro. Depois de muito procurar e recorrer às fotos cheguei a conclusão que esqueci no restaurante de Fátima. Minha esposa apenas exclamou: "Depois você não gosta quando eu digo que você é distraído." rsrsrs. Olhando pelo lado "positivo", ainda bem que apesar da chuva, não fazia frio e não senti falta deles. rsrsrsrs.

 

Finalizamos, provisoriamente, a arrumação das malas, fizemos check-out, deixamos as malas no bagageiro do hotel e partimos para o Centro para visitar o Elevador Santa Justa, tirar foto das praças dos Restauradores e da Figueira, e comprar lembrancinhas. Pegamos o metrô para a estação Restauradores e, na saída da estação, vi que precisava mesmo comprar outro guarda-chuva, pois o caidinho da Regilane não daria conta. Comprei com a ponta de plástico para não haver problemas no aeroporto.

 

Como no dia que visitamos o Lisboa Story Centre compramos um combinado com o Elevador Santa Justa, achei que não precisávamos pagar mais nada lá. No entanto, entendi errado, e o combinado dava direito apenas a pagar o valor de uma passagem normal do transporte com o próprio cartão. Isso fez com que tivéssemos que comprar outro cartão na hora de voltar para o hotel, pois havia feito os cálculos para o cartão zapping não considerando este gasto.

 

Quem não tinha esse combinado pagava €5. Na nossa opinião, NÃO VALE A PENA! Apesar da vista legal, não é a melhor de Lisboa e se pode chegar até lá pela Praça do Carmo. Além disso, a parte mais alta estava em obras, não sendo possível, portanto, acessá-la. Para não "perder a viagem", tiramos algumas fotos.

 

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Dali fomos caminhando pelo Chiado e resolvemos almoçar novamente no Café Lisboa, pois além da comida ser excelente, fomos muito bem atendidos e acolhidos e, como era de se esperar, a experiência positiva se repetiu. Dispensamos o couvert e pedimos de entrada duas portuguesinhas (uma espécie de bolinho de feijoada só que com massa semelhante a de pastel de forno, bem levinha). Uma delícia! De prato principal escolhemos o hiper recomendado Bacalhau a Brás com azeitonas explosivas. EXCELENTE!

 

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As azeitonas são "de mentirinha". Trata-se de uma película bem sensível elaborada pelo chefe que quando é mordida rompe e libera o sumo de azeitona que tem dentro. Não gosto de azeitona, mas achei bem legal e criativa a ideia. Para harmonizar, bebemos uma garrafa do vinho verde Alvarinho. Muito bom! A fatura ficou em €37,5. Despedimos-nos dos receptivos garçons, que dentre algumas conversas disseram que o custo de vida no interior de Portugal é bem mais baixo do que em Lisboa (que para os padrões cariocas já estávamos achando bom), e fomos "nos perder" pela última vez pelas ruas de Lisboa, agora em busca de lembrancinhas e vinhos para trazer para o Brasil. No caminho paramos para a sobremesa: um excelente sorvete em uma sorveteria internacional.

 

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Após o delicioso sorvete (€9 no total) fomos na direção da Rua Augusta e entramos numa lojinha de lembrancinhas. Quando perguntávamos o preço de alguma coisa, o atendente dizia que para brasileiros era X, e esse X, em alguns produtos, chegava a ser 75% mais barato do que para outros turistas, principalmente ingleses e americanos. Aproveitamos!!! Enquanto Regilane se perdia nas coisas para comprar, fiquei conversando com o caixa e ele disse que eles eram de Bangladesh e que estavam tentando ganhar a vida ali. Disse que o país dele é governado por uma mulher corrupta que leva todo o dinheiro para a Suíça e que o povo vive mal. Deve ser terrível viver em um país onde os políticos fazem isso. Heheheheheheheh. Rindo para não chorar!

 

Saímos dali e fomos na Garrafeira Nacional escolher os vinhos que traria. Depois de longo tempo escolhendo decidi por seis. Queria muito o Porrais, que experimentamos na primeira vez que fomos no Café Lisboa, mas não tinha. Dos que provei lá, consegui trazer o Quinta do Bomfim, que inclusive foi o mais caro dos seis trazidos. Os atendentes, super gentis, se comprometeram a embalar de forma adequada para ser despachada no avião e a entregar no hotel, pois nós ainda iríamos bater perna mais um pouco pelo Centro. E assim foi feito!

 

Fomos até a Praça do Comércio e na beira do Tejo pela última vez nessa viagem.

 

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Seguimos mais uma vez pela Augusta em direção às praças dos Restauradores e da Figueira. Paramos em uma confeitaria em frente a Casa Portuguesa do Pastel do Bacalhau chamada São Nicolau e ali fomos "sorteados" ao "comer mal em Portugal". Comer mal em Portugal é praticamente impossível, mas não comemos mal, e sim bebemos mal. Assim como no nosso primeiro dia em Lisboa, ela pediu um capuccino e eu um chocolate. Ambos vieram aguados e nenhum de nós dois conseguiu beber tudo. Pagamos €6 no total. Pelo menos havia wi-fi. rsrsrsrs.

 

Seguimos até a Praça dos Restauradores e da Figueira e tiramos algumas fotos.

 

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Dali partimos para o hotel. Como não havia mais saldo suficiente nos nossos cartões zapping, fizemos uma compra específica para aquela viagem (€2,9 no total). Chegamos no hotel e o vinho ainda não havia sido entregue. Enquanto Regilane arrumava as lembranças nas malas, liguei (€0,1)para a loja de vinhos e a atendente falou para eu não me preocupar, pois ainda estava dentro do prazo que eu havia dado para fazerem a entrega. Esqueci que lá não é como cá, onde horário geralmente não é respeitado. Fiquei envergonhado. Obviamente, o vinho chegou dentro do prazo.

 

Decidimos jantar no hotel mesmo e pedimos o também muito recomendado arroz de pato. Pedimos dois pratos, mas deveríamos ter pedido apenas um, pois além de vir bastante, Regilane já estava tensa por causa do voo e, por isso, com pouco apetite. Muito gostoso. Dividimos um chá gelado e a conta ficou em €22.

 

Após o jantar pedimos para a recepção chamar um táxi, e assim terminava nossa hospedagem no Ibis José Malhoa. Excelente experiência. Recomendo! Além do bom café da manhã, da boa cozinha (24h), da gentileza dos funcionários, da limpeza e da localização, fizeram algo a mais por nós: deixou-nos guardar as malas após o check-out, liberou internet também após o check-out e liberavam o acesso pela garagem para nós, mesmo sem carro, porque ficava mais perto do metrô do que a portaria.

 

O táxi até o aeroporto custou €9,1 e nos veio uma dúvida: o taxista que nos levou quando chegamos foi desonesto (deu €18,8) ou era contra-mão a ida? Pela diferença no valor, acho que ele era desonesto.

 

Fomos despachar a bagagem e avisei a funcionária da TAP que eu tinha dinheiro para receber do taxifree por conta da compra dos vinhos (tinha direito a €7 de restituição). Ela disse que após passar por ela, era só levar o vinho e a nota para que a atendente específica do taxifree conferisse e liberasse para o pagamento. Aproveitei e perguntei se o guarda-chuva poderia ir comigo na mão. Ela olhou e disse que por ter a ponta de plástico, poderia sim.

 

Passei telo taxifree e a moça nem abriu a caixa de vinho, perguntando apenas se ali estava tudo o que era objeto da nota. Respondi positivamente e ela carimbou a nota autorizando o pagamento que eu teria direito a ser restituído já no embarque. Despachei a caixa de vinho no setor de bagagens fora do padrão e fomos para o embarque. Entrei na fila para pegar meus €7 e o rapaz perguntou se eu queria em espécie ou no cartão de crédito. Pedi em espécie e ele me deu €4. Só depois disso me lembrei (já havia lido aqui no site) que o pagamento em espécie tem uma taxa de €3. Antes tivesse pedido no cartão de crédito...

 

Ao embarcar, a segurança não deixou eu entrar com o guarda-chuva. Argumentei que a ponta era de plástico e que a funcionária da TAP havia me garantido que passava. Não adiantou. Eles disseram que era de plástico, mas pontiagudo. Ou seja, comprei dois guarda-chuvas em Lisboa e voltei sem nenhum. rsrsrsrsrs. Resumindo, deixei de lembrança em Portugal: dois guarda-chuvas, um par de luvas e um gorro.

 

Demos uma olhada rápida no freeshopp e fomos para o portão de embarque, que com mais de uma hora e dez minutos antes do voo já estava com fila, a ponto do funcionário pedir que se sentassem. Era hora de dizer, até breve, Portugal, e até já, Rio.

 

A viagem de volta foi tranquila, como menos turbulência ainda do que na ida. Dormi praticamente a viagem inteira, sendo interrompido apenas pelo serviço de bordo (mais uma vez a comida estava muito boa. Até melhor do que na ida) e para ir ao banheiro, quando aproveitava para esticar as pernas (na volta os joelhos reclamaram um pouco, rsrsrs).

 

Viajar é maravilhoso, mas ter para onde voltar, também.

 

Total de gastos:

 

Almoço: 37,5

Sorvete: 9

Lanche: 6

Passagem: 2,9

Ligação: 0,1

Jantar: 22

Táxi: 9,1

 

Total: €86,6

 

Total gasto com alimentação, transporte e passeios para todos os dias: €741,21.

 

É possível diminuir esse custo comendo em locais mais em conta e mesmo assim de muito boa qualidade, e com transporte ficando hospedado no Bairro Alto ou Alfama, não precisando assim, pegar metrô para ir ao Centro, pois ali já está. Considerando que foram seis dias, saiu €123,53 a diária para o casal, excluindo a hospedagem. Valeu a experiência!

 

Obs.: Optei por não mencionar custos com lembrancinhas, vinhos trazidos, etc, porque são gastos opcionais e só foram feitos por conta da folga no orçamento.

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Impressões gerais de Portugal e dos portugueses...

 

Adoramos o país! Sensação de estranho familiar. Acredito que seja pela diferença cultural apesar do mesmo idioma. Considero exitosa a viagem quando damos resposta positiva a pergunta "Você voltaria aqui?", e esse é o nosso caso.

 

Voltaremos para visitar outras regiões de Portugal, principalmente o Porto, mas não sem deixar de passar em Lisboa para visitar o Museu dos Coches e a Coleção Berardo em Belém e voltar ao Wine Bar do Castelo, além de ir a Sintra com tempo bom e Óbidos.

 

Achamos os portugueses bem educados e solícitos, sempre respondendo com educação e cortesia a tudo que eram perguntados.

 

As ruas muito limpas, mesmo não tendo visto serviço de limpeza dia algum, ou seja, é limpo porque as pessoas se preocupam em não sujar. Simples assim! A única exceção a limpeza das ruas eram algumas guimbas de cigarro. Aliás, achamos que os portugueses fumam muito. Regilane atribuiu ao clima mais frio, mas parece que lá não há a pertinente perseguição ao fumante que há aqui. (Que me desculpem os fumantes!).

 

O trânsito não é barulhento e nem vimos engarrafamentos, e todos param quando o pedestre coloca o pé na faixa, independente do sinal estar aberto ou fechado.

 

Enfim, nossa primeira experiência na Europa foi maravilhosa e estamos muito felizes e nos programando para que tenha sido apenas a primeira de muitas.

 

Espero que o relato sirva para ajudar um pouquinho àqueles que estejam planejando visitar Lisboa e arredores, como muitos me ajudaram.

 

Obrigado à todos!

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Ahhhh que delicia ver suas fotos e histórias... Portugal tudo de bom. E esse frio, que saudade.

 

Muito bom seu relato. E que bom que o dinheiro seu e sobrou... Acho que vc leu o meu relato, o de125 euros por dia com criança... Uma conhecida viajou final do ano passado e relatou preços altos, fiquei pensando se teria mudado tão rápido mas pelo visto ela não escolheu bem onde comer hahauauaha

 

Abs

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Olá!!!!!

 

Que belo relato, parabéns!

 

Com relação ao transporte de Lisboa para Sintra, você comprou com antecedência?

É um trem comum?

 

Obrigada,

 

ótimas viagens,

 

Karis

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Bom dia Bonfim,

Muito bom o seu relato. Gostaria de sua colaboração em relação à caixa de vinho que você trouxe de Portugal: a embalagem feita pela empresa vendedora é suficiente para preservar o vinho (fragilidade)?; é em caixa de papelão como as utilizadas no Brasil? Como são embalados os vinhos? Pode-se despachar normalmente, ou é necessário fazer despacho especial no aeroporto? Paga-se mais por isso? Finalmente, trazer o vinho nessas condições é aceitável, pois a embalagem preserva a sua fragilidade?

Agradeço seus esclarecimentos. Luiz

Postado
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Karis,

 

O trem para Sintra sai da estação do Rossio e é um trem normal sim. É possível comprar com antecedência, mas julguei não ser necessário e a passagem pode ser descontada do bilhete zapping carregável, mas não no bilhete diário, que só contempla ônibus e metrô.

 

Vc pode conferir algumas informações sobre preços e horários em https://www.cp.pt/passageiros/pt

 

Abs!

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Luiz,

 

todos os vinhos chegaram intactos, e gelados (rsrs). Os vinhos são embalados em plásticos bolhas e acondicionados em caixas de papelão com divisórias em papelão mais resistente.

 

A caixa é pesada junto às demais malas, mas isso não foi problema para mim, pois o limite de peso deu e sobrou, assim, não precisei pagar nada mais por isso. A única diferença é que ela é despachada no setor de bagagens não convencionais e vc retira também nesse setor no seu aeroporto de destino.

 

Eles estão acostumados a embalar vinhos para embarcar. Não se preocupe com nada além de escolher bons vinhos. hehehehe.

 

A loja que comprei possui site: www.garrafeiranacional.com

 

Abs!

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Oieeeee,

 

valeu demais o esclarecimento!!!!!

 

Voltando de lá te conto como foi hein!

 

Abração,

 

obrigada Karis

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