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Discussões & Notícias sobre o Aquecimento Global

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[info]Discussões & Notícias sobre a "novela" do Aquecimento Global[/info]

 

[t1]"Não existe aquecimento global", diz representante da OMM na América do Sul[/t1]

 

:arrow: Fonte: UOL Ciência e Saúde http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/2009/12/11/nao-existe-aquecimento-global-diz-representante-da-omm-na-america-do-sul.jhtm

 

Por Carlos Madeiro

Especial para o UOL Ciência e Saúde

 

Com 40 anos de experiência em estudos do clima no planeta, o meteorologista da Universidade Federal de Alagoas Luiz Carlos Molion apresenta ao mundo o discurso inverso ao apresentado pela maioria dos climatologistas. Representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Molion assegura que o homem e suas emissões na atmosfera são incapazes de causar um aquecimento global. Ele também diz que há manipulação dos dados da temperatura terrestre e garante: a Terra vai esfriar nos próximos 22 anos.

 

Em entrevista ao UOL, Molion foi irônico ao ser questionado sobre uma possível ida a Copenhague: “perder meu tempo?” Segundo ele, somente o Brasil, dentre os países emergentes, dá importância à conferência da ONU. O metereologista defende que a discussão deixou de ser científica para se tornar política e econômica, e que as potências mundiais estariam preocupadas em frear a evolução dos países em desenvolvimento.

 

UOL: Enquanto todos os países discutem formas de reduzir a emissão de gases na atmosfera para conter o aquecimento global, o senhor afirma que a Terra está esfriando. Por quê?

 

Luiz Carlos Molion: Essas variações não são cíclicas, mas são repetitivas. O certo é que quem comanda o clima global não é o CO2. Pelo contrário! Ele é uma resposta. Isso já foi mostrado por vários experimentos. Se não é o CO2, o que controla o clima? O sol, que é a fonte principal de energia para todo sistema climático. E há um período de 90 anos, aproximadamente, em que ele passa de atividade máxima para mínima. Registros de atividade solar, da época de Galileu, mostram que, por exemplo, o sol esteve em baixa atividade em 1820, no final do século 19 e no inicio do século 20. Agora o sol deve repetir esse pico, passando os próximos 22, 24 anos, com baixa atividade.

 

UOL: Isso vai diminuir a temperatura da Terra?

 

Molion: Vai diminuir a radiação que chega e isso vai contribuir para diminuir a temperatura global. Mas tem outro fator interno que vai reduzir o clima global: os oceanos e a grande quantidade de calor armazenada neles. Hoje em dia, existem boias que têm a capacidade de mergulhar até 2.000 metros de profundidade e se deslocar com as correntes. Elas vão registrando temperatura, salinidade, e fazem uma amostragem. Essas boias indicam que os oceanos estão perdendo calor. Como eles constituem 71% da superfície terrestre, claro que têm um papel importante no clima da Terra. O [oceano] Pacífico representa 35% da superfície, e ele tem dado mostras de que está se resfriando desde 1999, 2000. Da última vez que ele ficou frio na região tropical foi entre 1947 e 1976. Portanto, permaneceu 30 anos resfriado.

 

 

UOL: Esse resfriamento vai se repetir, então, nos próximos anos?

Molion: Naquela época houve redução de temperatura, e houve a coincidência da segunda Guerra Mundial, quando a globalização começou pra valer. Para produzir, os países tinham que consumir mais petróleo e carvão, e as emissões de carbono se intensificaram. Mas durante 30 anos houve resfriamento e se falava até em uma nova era glacial. Depois, por coincidência, na metade de 1976 o oceano ficou quente e houve um aquecimento da temperatura global. Surgiram então umas pessoas - algumas das que falavam da nova era glacial - que disseram que estava ocorrendo um aquecimento e que o homem era responsável por isso.

 

UOL: O senhor diz que o Pacífico esfriou, mas as temperaturas médias Terra estão maiores, segundo a maioria dos estudos apresentados.

Molion: Depende de como se mede.

 

UOL: Mede-se errado hoje?

Molion: Não é um problema de medir, em si, mas as estações estão sendo utilizadas, infelizmente, com um viés de que há aquecimento.

 

UOL: O senhor está afirmando que há direcionamento?

Molion: Há. Há umas seis semanas, hackers entraram nos computadores da East Anglia, na Inglaterra, que é um braço direto do IPCC [Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática], e eles baixaram mais de mil e-mails. Alguns deles são comprometedores. Manipularam uma série para que, ao invés de mostrar um resfriamento, mostrassem um aquecimento.

 

UOL: Então o senhor garante existir uma manipulação?

Molion: Se você não quiser usar um termo tão forte, digamos que eles são ajustados para mostrar um aquecimento, que não é verdadeiro.

 

UOL: Se há tantos dados técnicos, por que essa discussão de aquecimento global? Os governos têm conhecimento disso ou eles também são enganados?

Molion: Essa é a grande dúvida. Na verdade, o aquecimento não é mais um assunto científico, embora alguns cientistas se engajem nisso. Ele passou a ser uma plataforma política e econômica. Da maneira como vejo, reduzir as emissões é reduzir a geração da energia elétrica, que é a base do desenvolvimento em qualquer lugar do mundo. Como existem países que têm a sua matriz calcada nos combustíveis fósseis, não há como diminuir a geração de energia elétrica sem reduzir a produção.

 

UOL: Isso traria um reflexo maior aos países ricos ou pobres?

Molion: O efeito maior seria aos países em desenvolvimento, certamente. Os desenvolvidos já têm uma estabilidade e podem reduzir marginalmente, por exemplo, melhorando o consumo dos aparelhos elétricos. Mas o aumento populacional vai exigir maior consumo. Se minha visão estiver correta, os paises fora dos trópicos vão sofrer um resfriamento global. E vão ter que consumir mais energia para não morrer de frio. E isso atinge todos os países desenvolvidos.

 

UOL: O senhor, então, contesta qualquer influência do homem na mudança de temperatura da Terra?

Molion: Os fluxos naturais dos oceanos, polos, vulcões e vegetação somam 200 bilhões de emissões por ano. A incerteza que temos desse número é de 40 bilhões para cima ou para baixo. O homem coloca apenas 6 bilhões, portanto a emissões humanas representam 3%. Se nessa conferência conseguirem reduzir a emissão pela metade, o que são 3 bilhões de toneladas em meio a 200 bilhões?Não vai mudar absolutamente nada no clima.

 

UOL: O senhor defende, então, que o Brasil não deveria assinar esse novo protocolo?

Molion: Dos quatro do bloco do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), o Brasil é o único que aceita as coisas, que “abana o rabo” para essas questões. A Rússia não está nem aí, a China vai assinar por aparência. No Brasil, a maior parte das nossas emissões vem da queimadas, que significa a destruição das florestas. Tomara que nessa conferência saia alguma coisa boa para reduzir a destruição das florestas.

 

UOL: Mas a redução de emissões não traria nenhum benefício à humanidade?

Molion: A mídia coloca o CO2 como vilão, como um poluente, e não é. Ele é o gás da vida. Está provado que quando você dobra o CO2, a produção das plantas aumenta. Eu concordo que combustíveis fósseis sejam poluentes. Mas não por conta do CO2, e sim por causa dos outros constituintes, como o enxofre, por exemplo. Quando liberado, ele se combina com a umidade do ar e se transforma em gotícula de ácido sulfúrico e as pessoas inalam isso. Aí vêm os problemas pulmonares.

 

UOL: Se não há mecanismos capazes de medir a temperatura média da Terra, como o senhor prova que a temperatura está baixando?

Molion: A gente vê o resfriamento com invernos mais frios, geadas mais fortes, tardias e antecipadas. Veja o que aconteceu este ano no Canadá. Eles plantaram em abril, como sempre, e em 10 de junho houve uma geada severa que matou tudo e eles tiveram que replantar. Mas era fim da primavera, inicio de verão, e deveria ser quente. O Brasil sofre a mesma coisa. Em 1947, última vez que passamos por uma situação dessas, a frequência de geadas foi tão grande que acabou com a plantação de café no Paraná.

 

UOL: E quanto ao derretimento das geleiras?

Molion: Essa afirmação é fantasiosa. Na realidade, o que derrete é o gelo flutuante. E ele não aumenta o nível do mar.

 

UOL: Mas o mar não está avançando?

Molion: Não está. Há uma foto feita por desbravadores da Austrália em 1841 de uma marca onde estava o nível do mar, e hoje ela está no mesmo nível. Existem os lugares onde o mar avança e outros onde ele retrocede, mas não tem relação com a temperatura global.

 

UOL: O senhor viu algum avanço com o Protoclo de Kyoto?

Molion: Nenhum. Entre 2002 e 2008, se propunham a reduzir em 5,2% as emissões e até agora as emissões continuam aumentando. Na Europa não houve redução nenhuma. Virou discursos de políticos que querem ser amigos do ambiente e ao mesmo tempo fazer crer que países subdesenvolvidos ou emergentes vão contribuir com um aquecimento. Considero como uma atitude neocolonialista.

 

UOL: O que a convenção de Copenhague poderia discutir de útil para o meio ambiente?

Molion: Certamente não seriam as emissões. Carbono não controla o clima. O que poderia ser discutido seria: melhorar as condições de prever os eventos, como grandes tempestades, furacões, secas; e buscar produzir adaptações do ser humano a isso, como produções de plantas que se adaptassem ao sertão nordestino, como menor necessidade de água. E com isso, reduzir as desigualdades sociais do mundo.

 

UOL: O senhor se sente uma voz solitária nesse discurso contra o aquecimento global?

Molion: Aqui no Brasil há algumas, e é crescente o número de pessoas contra o aquecimento global. O que posso dizer é que sou pioneiro. Um problema é que quem não é a favor do aquecimento global sofre retaliações, têm seus projetos reprovados e seus artigos não são aceitos para publicação. E eles [governos] estão prejudicando a Nação, a sociedade, e não a minha pessoa.

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Aqui uma figura que poderá explicar melhor o modelo das estações, é só clicar na figura ou ir no site do link :

 

equi02.gif

 

Link: http://www.observatorio.ufmg.br/pas44.htm

 

P.s.: Espero que ajude aos que ficaram na dúvida com o modelo, desculpem se a informação era desnecessária e todos já sabem como e pq acontecem as diferentes estações no ano.

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De novo, vamos por partes:

 

Dizer que o aquecimento não é antrópico não significa inferir que sou favorável à predação humana sobre os recursos naturais e nem compactuar com a poluição! Por favor, não coloquem na mesma cesta coisas que são radicalmente diferentes!

 

Segundo, não “comprem” a infeliz e desatinada idéia de que CO2 é um poluente; CO2 é o gás responsável pela vida no planeta Terra, pois é a partir dele que os seres autotróficos ( plantas e bactérias - ciano - ) produzem seus alimentos que são a base de todas as cadeias alimentares, além de colateralmente produzirem o “tóxico” O2 que casualmente respiramos ( quem acha que o O2 nascente não é tóxico, me explique porque é usado como anti-séptico no peróxido de hidrogênio – água oxigenada -

 

Os dados são precisos mesmos, não há erro! São dados de pesquisa paleoclimática obtidos por indicadores “proxies” ( indiretos ) como anéis de crescimentos de árvores, núcleos de gelo profundo ( Vostok é o mais famoso dos sites de “deep ice core” ), camadas sedimentares , etc.

 

Com relação à modelagem do clima: um modelo é tão bom quanto os dados que se coloca nele ( tanto em quantidade quanto em qualidade ). Se tivessem tido a oportunidade de ler os documentos que vazaram no final do ano passado de East Anglia –CRU, na Inglaterra, veriam como o “modelo climático” foi “ajustado, reformado e corrigido” pelo programador para se adequar aos requerimentos do aquecimento global antrópico; e tudo isso escrito pelo próprio programador à margem dos algoritmos do programa!

 

E alguém por um acaso alguma vez já parou para pensar que temperaturas mais elevadas levam à maiores evaporações ( e evapotranspirações se quiserem incluir as plantas ), e com isso há maior formação de nuvens que são reconhecidamente “resfriadores” da Terra, mas que os modelos climáticos praticamente NÃO levam em consideração devido às complexidades de sua formação, deslocamento e prescipitação? Lembrem-se, para entrar em um modelo há que se ter algorítimos que descrevam o fenômeno, e para as nuvens ainda não há nenhum confiável...

 

Alguém já parou para pensar que nos últimos milhares e milhões de anos, 90% do tempo a Terra ficou envolta em um manto de gelo glacial e que os períodos interglaciais como o que vivemos hoje tem duração média de apenas 10.000 anos e que este nosso já dura cerca de 13.000 anos ( se não contarmos com o evento conhecido como “younger dryas” que prolongou por mais 2.000 anos a era glacial no norte dos EUA e Europa, entre 13.000 e 11.000 anos atrás; evento este desencadeado por aqueles 9 graus célcius em apenas 10 anos que levantou tanta "suspeita" no tópico acima, que levou à formação e ao rompimento do grande lago glacial entre o Canadá e os EUA e que despejou tanta água doce no atlântico norte que interrompeu a corrente termo-halina )?

 

E finalmente, com relação às estações do ano, elas só existem graças à inclinação de cerca de 23 graus e 26 minutos de angulo do eixo da Terra e de seu movimento de precessão ( o mesmo movimento que o pino superior de um pião descreve quando o pião gira – quem já brincou de pião sabe do que estou falando - ). ::Cold::

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Segundo, não “comprem” a infeliz e desatinada idéia de que CO2 é um poluente; CO2 é o gás responsável pela vida no planeta Terra, pois é a partir dele que os seres autotróficos ( plantas e bactérias - ciano - ) produzem seus alimentos que são a base de todas as cadeias alimentares,

 

Tudo em excesso desloca o equilibrio. Se vc der agua demais para um cacto ele morre!

 

 

Os dados são precisos mesmos, não há erro! São dados de pesquisa paleoclimática obtidos por indicadores “proxies” ( indiretos ) como anéis de crescimentos de árvores, núcleos de gelo profundo ( Vostok é o mais famoso dos sites de “deep ice core” ), camadas sedimentares , etc.

 

Vc pode citar a fonte destas infos?

 

 

E alguém por um acaso alguma vez já parou para pensar que temperaturas mais elevadas levam à maiores evaporações ( e evapotranspirações se quiserem incluir as plantas ), e com isso há maior formação de nuvens que são reconhecidamente “resfriadores” da Terra, mas que os modelos climáticos praticamente NÃO levam em consideração devido às complexidades de sua formação, deslocamento e prescipitação? Lembrem-se, para entrar em um modelo há que se ter algorítimos que descrevam o fenômeno, e para as nuvens ainda não há nenhum confiável...

 

Nuvens nao sao resfriadores da terra. Qto mais agua no sistema, ele retem mais calor devido ao calor especifico da agua, como vc mesmo citou no seu exemplo acima sobre os desertos e a amazonia. Inclusive o vapor dagua tb eh citado como um gas de efeito estufa.

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xaliba escreveu:

 

 

 

“Tudo em excesso desloca o equilibrio. Se vc der agua demais para um cacto ele morre!”

 

Ok, temos que decidir se vamos fazer posts informativos e minimamente técnicos ou se vamos ficar no “eu acho”... porque se a opção for pelo segundo, vai ficar divertido, pois eu e qualquer um pode achar mil e uma coisas. Então aqui cabe a primeira pergunta e preferivelmente a resposta deveria ser minimamente técnica: em que base arbitral se coloca que 380ppm é excesso??? Baseado em valores pré-industriais??? Então porque não pegarmos valores médios ao longo de alguns milhões de anos e ai sim termos uma média das concentrações do CO2 na atmosfera do planeta e suas implicações na ecobiologia? Sem contar que o exemplo citado é no mínimo infeliz e simplório, para ser cordial ... E se quiser ficar no ramo da fitofisiologia ( já que citou as cactáceas ) deveria saber que o aumento das concentrações de CO2 aumentaram também a eficiência das plantas na fotossíntese e na produção de Materia Seca ( MS ) – que excluído a água é tudo mais que resta, no caso, dos tecidos vegetais, ou seja, é uma medida de “produtividade” -

 

 

“Vc pode citar a fonte destas infos?”

 

As fontes já foram citadas, mas recomendo especialmente o banco de dados do Vostok; espero que tenha paciência – como eu tive – já o site disponibiliza os chamados “raw data”, ou seja os dados brutos, sem tabulação. Agora se deseja algo “mastigado”, as publicações de periódicos técnicos nas áreas paleoclimatologia ( principalmente de reconstrução climática ) e geologia serão o caminho ( se preferir por questão de facilidade a USP tem bons trabalhos nesta linha e em português ). Infelizmente ao que me parece você parece utilizar como fonte coisas do nível do IT do Al Gore, que para dizer o mínimo é sensacionalista, enganoso, dúbio, mentiroso e descaradamente apresenta uma retórica da qual a técnica passou longe! ::ahhhh::

 

 

 

“Nuvens nao sao resfriadores da terra. Qto mais agua no sistema, ele retem mais calor devido ao calor especifico da agua, como vc mesmo citou no seu exemplo acima sobre os desertos e a amazonia. Inclusive o vapor dagua tb eh citado como um gas de efeito estufa.”

 

Aqui vou pedir desculpas, mas é a mais clara demonstração de alguém repetindo algo que ouviu ou leu, fazendo uma inferência em um contexto totalmente diferente e por conseqüência chegando a uma conclusão absurdamente errada! Vapor d’água na baixa atmosfera é uma coisa, mas quando me referi à maior evaporação e FORMAÇÃO de nuvens, achei que tinha ficado claro para qualquer criança que me referia à “nuvens de chuva” ( aka cúmulus-nimbus ), que chegam à alta troposfera e BLOQUEIAM a radiação solar. Acho que durante uma caminhada qualquer sob o sol você já deve ter ficado à sombra de uma nuvem... Mais voltando ao foco, como já afirmei antes, o chamado efeito estufa ( que aliás é um termo incorreto tecnicamente quando aplicado ao fenômeno de aquecimento da atmosfera pela captura de parte da radiação infravermelha, já que na atmosfera o aquecimento – quase totalidade - se dá por convecção e em uma estufa verdadeira se dá por condução e irradiação ) prevê que o calor seja carregado por convecção para camadas mais altas, e estas nuvens já estando no alto da troposfera, além de bloquearem a incidência de radiação solar, ainda transportam o calor latente do vapor d’água para o limite da troposfera. Portanto, ao contrário do que o seu “senso comum” lhe diz, nuvens são sim resfriadores da Terra; a não ser que as leis da termodinâmica e da física tenham sofrido alguma alteração recentemente e eu não fiquei sabendo... ::putz::

 

Não gosto absolutamente nada do Wikipedia como fonte de informações tecnicamente confiáveis, mas por uma questão de facilidade lhe sugiro dar uma lida no seguinte link :

http://pt.wikipedia.org/wiki/Paleoclimatologia

 

Considere isto só um “aquecimento” , antes de você acessar os dados do Vostok... ::mmm:

 

Só para “provar meu ponto” eis um link do Wikipedia que tem um erro crasso que detectei a mais de 2 anos e não corrigi para ver se alguém minimamente informado o faria em meu lugar, e até agora nada... “Um quilômetro cúbico (ou quilómetro cúbico) é uma unidade de volume, que corresponde ao volume de um cubo com um quilômetro de aresta. Equivale a um Teralitro (un bilhão de litros) e é o terceiro múltiplo do metro cúbico. Sua abreviatura é km3..."

 

O link : http://pt.wikipedia.org/wiki/Quil%C3%B4metro_c%C3%BAbico

 

Agora reparem no “...que corresponde ao volume de um cubo com um quilômetro de aresta. Equivale a um Teralitro (un bilhão de litros)...”

 

Na verdade a correspondência é de 1 TRILHÃO de litros... vamos ver até quando este erro se perpetua ( agora alguns dos srs. podem corrigi-lo... ) ::otemo::

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Cabral,

Não sei o quanto vc já pesquisou sobre como funciona o projeto Wikipedia. Ele não é perfeito mesmo pois é construido com o conhecimento dos usuários, mas mesmo nesta imperfeição há algo revolucionário, pois pessoas como você que possuem o conhecimento para questionar os textos lá publicados podem editar os artigos quando encontram algum erro. É só clicar em "Editar" na página do artigo ou abrir uma discussão sobre o assunto clicando no link "discussão". Tente fazer isso lá. Qualquer dúvida me envie por MP.

 

Abraço,

 

Silnei

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Bom cabral,

 

pelo seu exemplo entao poderiamos aumentar a concentracao de co2 e aumentar infinitamente a eficiencia da fotossintese? E como o o2 eh um gas excencial a vida poderiamos tb aumentar sua concentracao infinitamente q so gerariamos beneficios? Pelo seu exemplo, pelo co2 ser excencial a vida, ele nunca poderia chegar a concentracoes nocivas para o equilibrio dos sistemas vivos?

 

Se eu estou repetindo algo q vi ou li, vc entao esta tirando tudo isso da sua cabeca, meu amigo???

 

e q tal se vc tomasse um tom mais cordial, tendando somar na discussao de forma construtiva ao inves de vomitar termos e dados tecnicos e colocar de forma q a media dos usuarios aqui do mochileiros possam ler tb, isso nao eh um forum de discussao de especialistas. Eu sou biologo e leio com certa frequencia a respeito do assunto, mas como nao sou especialista - como parece q vc eh - nao me ajuda muito vc ficar ai falando de diversos dados e numeros como se todos fossem entender, imagine os outros usuarios. Se eu nao estou tao bem informado como vc, que tal indicar a forma de isso acontecer sem dar a intender q eu sou um idiota? Eh justamente por isso q estou pedindo para vc citar fontes, pq se nao tenho alguma info q vc tem, gostaria de checa-la.

 

Q tal ajudar de forma mais humilde ao inves de ficar se gabando e sendo grosseiro?

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O que é isso???? Acho que to no forum errado...

Pensei que esse tópico seria informativo ao nivel de concientização de Viajantes em relação ao peso que uma atitude nossa pode ter, mesmo que a longo prazo, ao futuro do planeta.

Mas desisti... pois se até um biologo experiente foi considerado amador, eu sou uma ameba pra tanto PHD.

Muitas palavras, mas pouco produtivas no mundo real!

Vostok pra mim é um circo, http://www.vostok.com.br/ e se eles usam material reciclado pra fazer seus figurinos, pra mim, essa humilde ameba mochileira, ja ta de bom tamanho!

 

Abs, e não percam o foco por mim, não vale a pena descer do Olimpo só por isso..

 

Paz! ::cool:::'> ::cool:::'>

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Caro Xaliba,

 

Não fui grosseiro e nem de longe esta foi minha intenção! Apenas acredito que determinados assuntos de relevância devem ter opiniões emitidas baseadas em fatos e dados técnicos, pois de outra forma corre-se o risco de levar à interpretações errôneas e/ou distorcidas, o que eventualmente pode levar a decisões erradas!

 

Minha intenção não é me gabar de absolutamente nada, mesmo porque nada teria a ganhar com isso. A questão de procurar colocar tecnicamente o assunto é justamente para não dar margens a interpretações outras que não aquela que intentei passar.

 

Com relação à formação, então eu deveria me considerar em sérias desvantagens em entabular uma discussão técnica sobre este tema com você que é biólogo, já que eu sou dentista; entretanto não acredito que formação acadêmica seja impecilho para se expandir conhecimentos, ainda mais apartir de 1996 ( pelo menos para mim, quando acessei a WEB pela primeira vez... ). Dou consultoria aos amigos em manejo intensivo de pastagens tropicais ( dai o fato de entender um pouquinho de fisiologia vegetal - basicamente de gramíneas C4 -, física e química de solos, ciclos de água, etc ) e sou o representante do Sind. de Produtores Rurais de minha cidade junto ao CODEMA e para assuntos de meio ambiente e bacias hidrográficas.

 

Não entendo nada de montanhismo por exemplo, mas se de repente eu dissesse que estando acima de 2.000m acima do nível do mar e à noite e fosse pego por uma chuva e me molhasse todo, eu não deveria tirar minha roupa e apenas tentar fazer uma fogueira para me aquecer, você provavelmente me repreenderia e me diria que esta talvez fosse a forma mais rápida de eu conseguir uma hipotermia!

 

É por isso caro Xaliba, que até quando vou questionar algum ponto, procuro fazê-lo de forma técnica pois assim tanto eu quanto meu interlocutor ficamos livres do "eu acho", que simplesmente propicia cansativas e intemináveis discussões.

 

Tome como exemplo o experimento que propus no fórum de canivetes, para se ferver água em um recipiente de papel ( vale também aqueles copos "ecológicos" de papel ) para demonstrar que ferver um canivete minimamente decente em nada influi na têmpera do aço, mesmo ao nível do fio.

 

Quando nos atemos à técnica, prestamos um grande serviço aos demais participantes e elevamos o nível da discussão.

 

Novamente, se lhe pareci grosseiro, me desculpo por tal. Provavelmente deve ter sido minha incisividade, que prometo irei controlar daqui para diante.

 

Peço desculpas também aos demais participantes destes fóruns e à seus gestores/responsáveis, pois como novato aqui minha intenção não é causar desconfortos. :oops:::Ksimno::

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A PROVA!

 

Sei que depois dos meus posts muitos estão certos que ou eu sou doido ou estou na folha de pagamento de alguma empresa de petróleo ( o que felizmente não é verdade em nenhum dos casos ), ou que faço parte de algum grupo ou seita “malévolo” o que também não é verdade.

 

Como a coisa ficou parecendo aquela velha piada em que um motorista ouve no rádio de seu carro que há um louco na contramão da auto-estrada, ao que ele exclama: “Um não, vários!”, e parece que eu sou este motorista! Sendo que todos nós somos bombardeados dioturnamente com a idéia de que o aquecimento global é antrópico e que JAMAIS o planeta viu “um ritmo de mudanças climáticas tão acelerado”, consegui uma prova que a não ser para os mais xiitas, irá demonstrar que nenhuma de minhas colocações são falsas ou inventadas ou mesmo exageradas; e de quebra ainda tem tudo a ver com o espírito mochileiro destes fóruns!

 

E esta prova é um segmento de documentário da National Geographic sobre o suposto fim do mundo em 2012 segundo os Maias. Aqui cabe um parêntesis só para afirmar que este documentário assim como toda esta baboseira sobre 2012 é só isso mesmo, uma baboseira irritantemente ridícula, pois só quem não conhece os calendários Maias ( no caso seria usado o de longa duração e digo seria porque ele simplesmente é usado mais ou menos pela metade, como se resolvêssemos usar só 6 meses do nosso calendário gregoriano para “cabalisticamente” determinar uma data “fatídica” ).

 

Só explicando melhor: o calendário de longa duração dos Maias é baseado em ciclos ou múltiplos de 20 ( nós normalmente usamos de forma mais significativa o sistema decimal ), ou seja, 1 katun equivale a 19,7 anos, 1 baktun equivale a 394,3 anos e um pictun a 7.886 anos. O calendário em si prossegue, mas os Maias acreditavam que ao final de cada pictun o universo era destruído e recriado em seguida e o fim do último pictun foi no ano 3.114 ac ( antes de cristo ) e portanto o próximo “fim” seria em 12/10/4.772! Dezembro de 2012 é apenas o fim do décimo terceiro baktun ( aqui entram os supersticiosos com o número 13, mas para os Maias ele não tinha o menor significado! )!

 

O trecho de 10 minutos do documentário no YouTube que vou postar como prova mostra o glaciologista e paleoclimatologista respeitado no mundo inteiro, e aqueles que viram aquela porcaria do IT do Al Gore se lembrarão dele dizendo “ o meu amigo Lonnie Thompson...”; ao falar sobre a geleira Quelcaya, que estou certo alguns aqui tiveram o privilégio de conhecer pessoalmente, Lonnie Thompson se “desdiz” de forma gritante perante todas suas afirmações no IPCC ( sim ele é um dos “grandes cientistas” que não só participa dos relatórios como é revisor dos mesmos e é um dos que advoga em causa do aquecimento global antrópico, sempre afirmando que nós somos os culpados, etc, e que também endossou a palhaçada do IT do Al Gore! )

 

Como este documentário é sobre o suposto fim do mundo em 2012, acho que Lonnie relaxou e como deve ter acreditado que o mundo realmente iria acabar ( aqui só uma piadinha para descontrair ::lol4:: ) resolveu falar a verdade sobre seus dados de paleoclimatologia compilados ao longo de sua carreira nos glaciares e não “fabricar” dados ou forçá-los para se adequarem ao alarmismo do AGA ( aquecimento global antrópico ).

 

http://www.youtube.com/watch?v=o8Pxqr7buOE&feature=related

 

A parte interessante começa aos 3:30min quando se menciona um grande evento climático. Aos 3:38 Lonnie aparece em um platô de altitude a 5.100mnm onde está a geleira Quelcaya e aos 4:16 ela aparece. Aos 6:00 Lonnie afirma que ela já perdeu 25% de sua extensão e que nos últimos anos a retração tem se intensificado em uma magnitude de 10x ( a pergunta a se fazer é se isso é ou não parte dos ciclos naturais do clima... ). Então aos 7:10 a frase reveladora e bombástica: “ a planície à frente há poucos anos estava toda coberta pela geleira mas que agora só em sua porção final ( pois ela retrocedeu nos últimos anos ), antes dos últimos 5.200 anos era toda ela um pântano com vegetação tropical de altitude e SEM GELO!” E ainda se afirma que o evento se deu “da noite para o dia” ( vamos ser condescendentes e entender isso como um período de dias ou mesmo semanas, mas a afirmação é enfática! ).

 

E aqui só um parêntesis, pois no outro post o amigo Xaliba suspeitou fortemente dos “meus” 9 graus em 10 anos...

 

Aos 8:50 Lonnie de própria voz afirma que o clima era mais quente a 5.200 anos atrás do que é hoje ( uai – olha o bom mineiro ai – mas o Al Gore e o IPCC nos afirmam que nos últimos 650.000 anos a temperatura nunca esteve tão alta... ), porque hoje ainda há gelo em Quelcaya mas a 5.200 anos NÃO havia nenhum! E lembrem-se da verdade inconveniente que os ursos polares ainda continuam conosco desde há mais ou menos 150.000 anos quando se ramificaram dos ursos pardos...

 

Aos 9:15 é afirmado que o evento climático foi global e aos 10:00 o próprio Lonnie afirma que o evento climático foi abrupto e global e cita dados de civilizações ao redor do globo que comprovariam!

 

Pois bem, podem discordar de meus posts, mas agora quem fala é um dos maiores paleoclimatologistas do mundo ( e que para minha imensa satisfação se contradiz enormemente, pelo menos em relação às suas afirmações “oficiais” no IPCC!!! ). ::essa::::Cold::

  • 4 semanas depois...
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e a casa continua caindo...pelo jeito, daqui a pouco vão começar a dizer que o clima vai esfriar e vamos entrar numa era do gelo...kkkkkkkkkkkkkk

 

http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-1316469/Royal-Society-issues-new-climate-change-guide-admits-uncertainties.html

 

http://real-agenda.com/2010/10/11/a-royal-society-diz-que-aqucimento-planetario-e-incerto/

 

abrass

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