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35 dias pela Escandinávia, Bálticos e Rússia


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Gente colocarei aqui meu relato sobre os 35 dias de uma viagem pela Dinamarca, Suécia, Noruega, Estônia, Letônia, Lituânia, Rússia e uma breve passagem por Berlim. Não farei o relato por dia, mas por cidades, ok? Qualquer dúvida estou inteiramente à disposição para ajudar.

 

Eu e o meu namorado pegamos um vôo da Air France que saiu do Rio no dia 23 de setembro. Chovia muito e o motorista do taxi que me levou do trabalho até em casa não parava de falar que todas as passagens até o aeroporto estavam fechadas. Acho que o cara queria que eu perguntasse se ele tinha uma outra opção, mas falei que chegaria lá nem se fosse nadando. Peguei as malas, meu namorado chegou em seguida (ele mora em outra cidade), e fomos para o aeroporto. Nunca tinha viajado pela Air France. Achei o serviço muito bom, mas me senti uma sardinha naquela poltrona apertada. Acho que melhor do que aquilo só 1ª classe. Fazer o que, né? Quem sabe um dia?

 

Chegamos em paris, esperamos umas 3 horas, e logo pegamos o vôo para Copenhagem. Chegamos no final do dia, mas deu para pegar a cidade ainda clara. Andamos pela prefeitura, muito bonita, e por outros pontos turísticos. Achei a cidade bonitinha, mas nada demais. Em dois dias e meio visitamos a pequena sereia, que me falavam que era tão pequena que cheguei a acreditar que tinha cerca de 30 centímetros, a área do porto, igrejas, praças, castelos e o famoso bairro de Christiania. O local, que começou nos anos 70 com um acampamento de hippie, virou uma espécie de comunidade auto-sustentável, com regras próprias. Até pouco tempo a polícia não se metia com eles, mas pelo que li o consumo de droga começou a passar dos limites e, agora, a polícia fica fazendo ronda direto por lá. O que achei desagradável é que nas ruelas menos movimentadas via-se pessoas vendendo droga escondida para, principalmente, a garotada. Acho isto um pouco deprimente. Ah! Muito importante, é proibido tirar fotos do local. O cara do albergue me contou que se te pegam, ou tiram o seu filme ou pegam o seu chip (não sei se é lorota). Sei que só tirei da entrada e assim mesmo perguntei para um morador se podia. Fomos também ao Museu da Carlsberg, a cervejaria. Bom, não tomo cerveja, mas achei legalzinho.

 

Em um dia fomos a Roskilde, onde acontece um dos maiores festivais de rock do mundo. Eu queria muito conhecer o museu viking. Nossa, eu achei sensacional!! Ele conta a história dos vikings e mostram até alguns que foram descobertos. Do lado de fora tinham oficinas ensinando grupos escolares a construírem embarcações. Tudo manual, sem nenhuma ferramenta "muderna". Como cheguei lá muito antes do Museu abrir, às 10h, sobrou tempo para eu dar um pulo em Helsingor. Eu queria muito ver o tal "Castelo de Hamlet". Outra atração bem interessante, mas é aquele tipo de lugar que vale mais ver por fora do que dentro.

 

Gente, por incrível que pareça, ainda estou no horário da Rússia. Estou desde às 19h morrendo de sono. Não sei se conseguirei escrever até domingo, mas prometo que na segunda escrevo mais.

 

 

[;)]

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Bom, aqui estou eu acordando às 5h da manhã. Fora do Br não tenho nenhum problema em me adaptar ao horário, mas chegando aqui parece que meu inconsciente não aceita a volta. Na verdade eu acho que é o meu consciente mesmo que não quer voltar!!!

 

Pegamos o trem rumo a Gotemburgo e passamos pela famosa ponte que liga Copenhagen a Malmo e passa por dentro da água. Me falaram que a sensação de sair de dentro da água era incrível, mas sabe que de trem não dá nem para sentir. Sei lá, estava dentro do túnel e do nada já estava fora. Em Malmo dei uma voltinha na região próxima à estação. Achei a cidade bem bonitinha, mas não entrei em nada. De lá cheguei em Gotemburgo. Chovia muito na cidade, muito mesmo. Visitei igrejas, parques, casas antigas e logo fui para o albergue. Aliás, gostei muito do lugar. Ótimo, com duas cozinhas totalmente equipadas. Bem próximo ao local tem um mega supermercado. Depois eu vejo o nome certinho e coloco aqui.

 

Acabei ficando só uma tarde lá. No dia seguinte, muito cedo, peguei o trem para Oslo. Pensei que eu teria que reservar, mas a pessoa me explicou que só os trens rápidos é necessária a reserva. Cheguei na estação e fui direto para o albergue. Fiquei no Anker Hostel. Bem localizado, também gostei muito. É um pequeno apartamento, com banheiro e cozinha dentro do quarto. Tive sorte que as pessoas que dividiram o quarto não cozinhavam, então não tive problema de cheiro e sujeira. Imagina dormir enquanto um sujeito está fritando alguma coisa. Gostei muito de Oslo. Logo que cheguei fui para a Karl Johans Gate, a principal rua da cidade que passa por diversas atrações turísticas. Cada prédio lindo! A universidade, o teatro, a igreja. Na hora em que eu estava chegando no palácio estava chegando a bandinha para a troca de guarda. De lá fui caminhando até o lugar que eu mais queria conhecer: Vigelandsparken. Aquele parque das esculturas de Gustavo Vigeland, sabem? Pois é, o lugar é realmente lindo. Fiquei horas por lá.

 

Esqueci de dizer uma coisa, desde o dia que cheguei na Escandinávia, todos os meus jantares tinham salmão. Por questões óbvias, era o prato mais barato. Hehehe e olha que me falaram que os melhores peixes eram exportados, mas se tiver melhor do que aqueles...hum...

 

No outro dia fui para de Bygdoy, a região dos museus. Não dá para ir a pé então o peguei o ônibus 30 e pedi para o motorista me deixa em frente ao Kon-Tiki. No meio do caminho ele me avisou que tinha chegado. Desci (só estou usando a 1ª pessoa por facilidade, ok?) e fui em direção ao museu. Qd vi não era o Kon-Tiki. Fiquei p da vida pq qd olhei no mapa eu estava muito longe. Não entrei no local pq não me parecia interessante. Não lembro nem mais o nome. Bom, depois de uns 20 minutos passou outro ônibus. Sorte que pude usar o mesmo bilhete. Peguei a dica deste museu aqui. Realmente vale muito a pena. Conta a história das navegações de um aventureiro que viajava com barcos de papiro. Saí de Bygdoy pegando um barco, que me deixou perto da região do forte e do castelo. Passei algumas horas no local até que começou a chover. Sem abrigo, resolvi procurar uma internet. Vi pelo meu lonely planet que o acesso era gratuito na biblioteca (Deichmanske Bibliotek). Como tudo na Escandinávia é caríssimo, em especial a Noruega, fui correndo para lá. Eles têm 6 computadores que vc pode ficar até 15 minutos e mais uns 20 que vc pode ficar até 1h, mas tem que marcar hora. Nesses de 15 minutos não tem nada organizado. Vc tem que ficar próximo a um computador até que alguém se toque e te deixe usar. Não tem controle de tempo, logo, tem gente que abusa. Eles até tiram a cadeira para o cara usar rápido, mas tem muita gente que não respeita o tempo. Saindo de lá fui me perder pelas ruas. Adoro fazer isto!! Ir para lugares longe dos pontos turísticos para descobrir um pouquinho como vivem as pessoas. Depois passei na estação para reservar a minha passagem para o trecho Oslo-Bergen. Tem uma opção de trem noturno, mas dizem que o caminho é tão lindo que eu queria ir durante o dia. No dia da viagem entrei no trem e fui procurar meu lugar. Não esta entendendo pq a poltrona estava certa, mas o vagão não estava. Achei que eles deviam ter mudado, mais tudo bem. Depois de uma hora de viagem o bilheteiro veio conferir as passagens. Ele deu o ok, mas em seguida voltou e pediu para ver novamente a reserva. Ele virou e falou que estávamos no trem errado. Eu não acreditei e por um segundo fiquei apavorada. Mostrei para ele o número do assento, mas ele me explicou que eram dois trens colados, mas um ficaria em Myrdal. Menos de um minuto depois o trem parou e ele falou para sairmos rápido para o trem da frente. Pegamos as nossas coisas correndo. Estávamos no último vagão do segundo trem e saímos correndo, segurando casaco, comida, com mochila aberta, até o primeiro trem. Nossa, meu coração parecia que ia explodir de tão rápido que corri. Qd sentei vi que tínhamos esqueci a garrafa térmica com o chá. Avisamos o nosso bilheteiro se tinha como pegarmos. Ele falou que na próxima parada pegaria com o outro bilheteiro. Bom, mas foram oito horas de viagem com a máquina preparada e os olhos atentos. Depois dre umas três horas começam as paisagens deslumbrantes. Vc vê as montanhas todas branquinhas. É realmente um caminho maravilhoso!

 

Tenho que trabalhar. Depois eu conto sobre a cidade que chove 300 dias por ano.

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Depois do encanto inicial da viagem, chegamos em Bergen com muita chuva, é claro! Após deixarmos as coisas no albergue, fomos direto para a informação turística. Eu sabia que a cidade era a porta de entrada para os fiordes e o que eu mais queria era me aventurar por eles. Falei com a pessoa que me atendeu que eu queria chegar em Geiranger, passando pelos outros fiodes que o cercam. A pessoa foi muito atenciosa, ficando conosco por mais de uma hora. Fechamos um roteiro de ônibus e ferry a partir de Flam. Fiz algumas perguntas do tipo: O caminho é bonito? Vale à pena? É uma época boa? Eu sou louca? Ela me disse que tudo era perfeito, só levava mais tempo. Bom, saímos de lá contentes da vida.

 

Bergen é uma cidade bem interessante, mas sinceramente acho que chuva estraga tudo. Na cidade visitamos as famosas casas medievais de madeira, construídas pelos primeiros povoados de Bergen; o monte Floyen, que com 320m de altura tivemos que pegar um funicular. Engraçado que ventava tanto, mais tanto lá em cima que parecia que eu ia voar. O lugar tem uma vista fantástica da cidade. Eu queria muito conhecer o Mount Ulriken, a mais alta das montanhas que rodeiam Bergen, porém, durante toda a nossa estada na cidade, ventava tanto que o local ficou fechado. Outra dica legal é o mercado de peixe, onde se consegue comprar sandubas de salmon bons e baratos (baratos para a Escandinávia, é claro!). Andei muito pela cidade e visitei muitas casinhas e igrejinhas. Eu estava tão louca para or aos fiordes que acabei ficando só um dia em Bergen.

 

À noite, no albergue foi bem legal. Ah! Antes que eu me esqueça, eu fiquei no albergue chamado Dorm. Na verdade ele fica na mesma casa que o Jacobs Apartments. Saindo da estação, tem uma placa enorme indicando o local. Gostei muito! Tem internet de graça, cozinha equipada e roupa de cama. Voltando.... fizemos amizade com dois rapazes, um da Coréia e outro de Israel. Aconteceram coisas engraçadíssimas. O coreano não se conformou qd eu contei que no Brasil comemos arroz com feijão, carne, legumes, etc. Ele falava: - Que nojo! Isso não combina! Como vcs agüentam? Eheheheh Eu falava: - Putz, comer arroz puro entope! Já o outro era um verdadeiro figura. Me perguntou se era verdade que no Brasil as criancinhas te cercavam na rua e roubavam até o seu sapato. Bom, expliquei que era mais ou menos assim. Tb me perguntou sobre estar na praia e chegar uma multidão pegando tudo de todo mundo. Imagina como fiquei morrendo de vergonha, né? Depois que o cara descobriu que iríamos para a Rússia ele ficou desesperado. Falava que tb gostaria de conhecer, mas tinha medo de ser morto pela máfia russa. Explicamos que não era bem assim. Depois fiquei pensando... este cara vive em uma guerra diária. Praticamente todos os dias uma bomba explode em Israel. Para ele deve ser tão comum isto que só o que o assusta são as atrocidades de outros países. Já era de madrugada e precisávamos dormir. Trocamos e-mail e prometemos visitas aos países de nossas origens. É slaro que o israelense disse que no Brasil não vinha. Fazer o que, né? Ah! Eles me perguntaram se no Brasil existia celular.

 

No dia seguinte pegamos um trem bem cedo para Myrdal. Como não estávamos a fim de gastar dinheiro com reservas, chegamos duas horas mais cedo na estação que nos levaria até Flam. Nossa, foi a melhor decisão! Qd chegamos lá, só tínhamos nós na estação, que era, eu juro, do tamanho do meu quarto. O lugar é no meio do nada, mais cercado por montanhas com muito gelo. O tempo passou e nem percebemos. Faltando quase 1/2 hora para partir o nosso trem chegou o outro de Bergen em que tínhamos que pagar a reserva. Vi as pessoas desesperadas tirando fotos. Fiquei imaginando que por mais de 1 hora aquele lugar foi só meu, sem ninguém saindo de figurante. Eheheh

 

Começamos a viagem para Flam. Nossa, o trem começou a descer montanha abaixo. Que lugar lindo!! Ele ia muito de vagar e chegou a parar em uma mega cachoeira para tirarmos foto. É bem turístico! Eles vão falando de cada lugar. Flam é uma cidade de 400 habitantes. Dá para ver que não tem nada, né? Mais imagina uma cidade cercada por montanhas. Chegando lá vimos que só tinha um ônibus no dia que nos levava a Songdal, lugar onde tínhamos que dormir para seguir viagem no dia seguinte. O problema é que ele passava só quatro horas depois. Fazer o que né? Tivemos que esperar. Mais uma vez fiquei chocada com a beleza das paisagens. Teve uma hora que nosso ônibus parou do nada, entrou em um ferry e foi entrando pelos fiordes, até chegar em uma montanha que tinha uma estrada.

 

A chegada em Songdal foi um pouco tumultuada. Depois conto mais.

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Chegamos em Songdal, cidade com 6000 habitantes, por volta das 17h. Lá ligamos para o albergue, mas ninguém atendia. Ligamos para um outro que o albergue de Bergen tinha me indicado, fechado. Fomos até uma pensão que tínhamos o endereço. Lugar sinistro. Era bem em cima de um restaurante chinês. Subinmos as escadas, mas qd chegamos lá tinham dois rapazes na porta que falavam ingles muito mal. Só entendemos que tínhamos que ligar para um telefone se quiséssemos fica lá. Ok, ligamos. O cara queria nos cobrar 600 NOK pelo quarto sem banheiro e sem café da manhã. Isso dá quase 80 euros. Uma fortuna!!! Tudo bem que lá tudo é caro, mas pagar isto para ficar em uma espelunca nem morta. Além do mais, falamos um com o outro, aqueles caras na porta eram tão estranhos, né? Do nada olhamos para trás e um dos caras estav atrás da gente. Paramos em outro telefone para deixar o cara estranho passar e ligar para outra pensão. O cara parou! A outra queria fazer por 650 NOK, mas choramos muito e ele aceito fazer por 600 NOK. Não queríamos pagar. E o cara atrás da gente... Paramos e ficamos, os dois, o encarando. Não é que o cara deu as costas e foi embora??!!! Meu namorado acha que ele ia nos asslatar, eu acho que ele era só um maluco. Voltamos para a rodoviária, mas estava fechada. E o tempo passava.... Depois de ligar para muitos lugares, resoovemos tentar um camping. Não tínhamos barraca, mas éstava topando dormir até em uma varanda sob um chão duro. Não é que a mulher tinha cabines por 350 NOK! Andamos um pouquinho e fomos para lá. Já era noite. Choramos o preço com a senhora que nos atendeu e ela topou cobrar 300 NOK, desde que limpássemos a cabine na saída. beleza!! A cabine era como um chalezinho. Muito bonitinha. Tinha uma cozinha dentro, mas o banheiro era do lado de fora. Adoramos o local. Fomos tomar banho e na hora de ligar o chuveiro, vimos que tínhamos que pagar quase 50 NOK por 5 minutos de agua quente. Na boa? Confesso que tomei banho de caneca. Peguei o balde que a senhora tinha me emprestado para lavar a cabine e enchi com a agua quente que saia na pia. pegeui uma canequinha e tomei meu banho. Eu nunca que conseguiria tomar banho em 5 minutos e não pagaria 100 NOK por um banho. saí feliz da vida pq tinha economizado uma grana. heheheh

 

Dormimos muito bem. No dia seguinte, fomos para rodoviária pegar o buzum até Skei, de lá tínhamos que pegar outro para Strand, em Stranda um ferry para lili... (não lembro o nome), de Lili... buzum para um outro lugar, um outro ferry e, finalmente, de lá outro buzum até Geiranger. No meio do caminho vimos diversas árvores repletas de maças. As mais bonitas que já vi na minha vida. Meu Deus! Que vontade eu tive de pegar uma. As casas não têm muro. Só que minha consciência falou mais alto e não tive coragem. Saí de lá louca para comer maça.

 

O dia inteiro viajando e passando por aquelas paisagens "horrorozas". Eram quase 21h qd chegamos para pegar o buzum que nos levaria até Geiranger. Lá já tinha um micro ônibus esperando os passageiros. Detalhe: os passageiros éramos só nos dois. Mais uma hora de viajem... No meio do caminho perguntamos ao motorista se ele sabia que o albergue da cidade estava aberto . ele disse que não, mas disse que o irmão alugava quartos. Perguntamos qt custava e ele disse que tinha que ligar. pensei: - este cara tá falando isso pq quer tirar um. BOm, mas qd começamos a entrar na cidade começamos a ver que todas as cas estavam com as luzes apagadas. Perguntei para ele sobre um banco pq nosso dinheiro acabaria após pagar a hospedagem. ele disse que só tinha um caixa eletrônico. Ai meu Deus, e se tivesse sem dinheiro??!!! Negociamos, choramos o preço, e o irmão dele fez por 350 NOK o quarto. Era uma casa linda, com cinco quartos para serem alugados embaixo. Claro que éramos os únicos hóspedes, né?

 

Bateu um sono, amanhã escrevo mais.

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