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Buenas tardes muchachos y muchachas! rss

 

Sou novo em postagens aqui no grupo, porem antigo de acompanhar seus posts.

Antes de todas viajens minhas eu sempre faço um Guia de bolso.

EStou montando um de Bariloche e preciso da ajuda de vocês nos seguintes aspectos:

1- das atrações abaixo, quais seria possivel fazer no mesmo dia? Pq pode acontecer que a visita é curta, porem, uma pode ficar longe da outra. Qual seria as atrações que poderiam ser visitadas juntas?

2- A duração da visita estimada esta suficiente?

3- qual seriam as atrações principais, e quais devo visitar se sobrar tempo e dinheiro?

 

 

Bariloche:

 

City Tour a pé

percorrerer as graciosas ruas da cidade de Bariloche visitando seus principais atrativos como o Centro Cívico, Catedral e o Museu. Duração: 3 horas

 

Cerro López y Colonia Suiza

Duração: Meio Dia

Operação: De Outubro à Maio

Partindo de Bariloche através da Av. Bustillo, seguir a oeste para desviarmos pela rota do Circuito Chico até a base de Cerro López, e continuar caminho até Colonia Suiza, colônia de imigrantes suiço-franceses, importante a anos pela qualidade de colheitas de trigo. Atualmente, seus decendentes, são reconhecidos pela produção de conservas, doces, licores caseiros de frutas, e pela preparação do Tradicional curanto, comida araucana elaborada com diferentes carnes e verduras cosidas entre pedras quentes, colocadas em uma fosana terra. À partir deste povoado se sobe até Cerro López com sua neve permanente e sua vista panorâmica inigualável. neste refúgio se pode fazer várias e interessantes caminhadas, como por exemplo ao Pico Turista, o pico principal de López e la Hoya.

 

Circuito Chico e Cerro Campanário:

Localiação: Localizado ao sul do lago Nahuel Huapi, especialmente a partir dos mirantes naturais da Bahía López ou Punto Panorâmico.

Duração: Meio dia

Trata-se de um passeio pela região com paradas em pontos turísticos para apreciar a paisagem, geralmente com vista panorâmica. Algumas dessas paradas são: Praia Bonita (de onde pode-se alcançar a Ilha Huemul), Cerro Campanário, a lagoa O Trevo, as penínsulas San Pedro e Llao Llao, a Ilha Vitória, os Cerros Otto, López, Goye, Catedral, Bariloche entre outros.

 

Complexo Turístico Teleférico Cerro Otto:

 

Localização: Km 5 da AV. dos Pioneiros

Duração: Meio Dia

A 5km do centro de Bariloche, encontra - se o complexo Teleférico Cerro Otto. Situado no meio de um parque de 25km², tem gôndolas fechadas que levam os turistas para apreciar a bonita paisagem do local. No topo, está localizada a única confeitaria giratória da América do Sul, que faz um giro de 360º a cada 20 minutos para que os turistas possam apreciar toda a paisagem enquanto saboreiam uma sobremesa. Entre outras atrações, podemos também citar uma discoteca, um pequeno museu, pista de trenós, escalada e Mountain Bike.

Para mais informações, visite http://www.telefericobariloche.com.ar

 

 

Cerro Catedral:

Localização: O Cerro Catedral é uma montanha situada a 19 quilômetros San Carlos de Bariloche dentro do Parque Nacional Nahuel Huapi, na Argentina.

Duração: Meio dia

No Cerro Catedral, encontra - se a estação de esqui mais importante do Hemisfério Sul. Na sua base, há uma infra-estrutura dedicada à prestação de vários serviços, é também ideal para prática de esportes de inverno. As diferentes pistas de esqui e de snowboard chegam a satisfazer até profissionais, não deixando de lado, é claro, os iniciantes e praticantes casuais do esporte.

O Cerro Catedral está atualmente com um plano de modernização para melhorar ainda mais a qualidade de seus serviços e atingir a meta de 15 mil visitantes por dia.

 

 

Cerro Tronador:

Localização: Fronteira entre Argentina e Chile

Duração: 9 horas

O Cerro Tronador é o ponto mais alto da região com 3554 metros. A excurssão até lá começa em Bariloche, de lá, toma-se a rota 258 em direção ao Sul. No caminho, pode ser visto o Cerro Catedral de uma nova perspectiva. 25Km a frente inicia-se o camino ao Tronador, durante o qual podemos ver belas paisagens e bosques. Seguindo pela costa sul do lago Mascardi até o Rio Manso, chega à Pampa Linda através do Valle de Los Vuriloches. Logo após o almoço, é alcançado o Glacial Manso que está no Ventisquero Negro, um dos pontos mais atrativos da viagem.

 

 

 

Ilha Victoria e Bosque de Arraynes:

 

Duração: Existem duas opções para este passeio: meio período, saindo as 12:30 horas da cidade, e as 14:00 horas do porto, retornando ao porto às 18:30 horas. E também o mesmo passeio com duração de dia inteiro, saindo às 09:00 horas da cidade e às 10:30 horas do porto, retornando às 17:00 horas ao porto e às 18:00 horas ao centro da cidade.

Partindo do Porto San, navegando pelo Lago Nahuel Huapi chega-se a Porto Anchorena na Ilha Victoria. Há uma escursão a pé pelo exviveiro de coníferas e também a subida em cadeirinha do Morro Bella Vista. Depois se embarca novamente para ir até a Península de Quetrihue, para visitar o Bosque de Arrayanes numa viagem de aproximadamente 50 minutos.

Piedras Blancas:

Localização: Complexo turístico a 10 minutos do centro da cidade.

Duração: Passeio de meio dia, de manhã ou à tarde

Um passeio ideal para aventureiros ou pessoas que apenas querem se divertir. Recomendado para toda a família. Saindo da cidade pela Avenida de Los Pioneros, desviando no acesso do caminho a Cerro Otto, percorrendo um total de 9 Km para chegar ao Complexo de Inverno Piedras Blancas, situado a 1200 m acima do nível do mar. Situado na ladeira ao norte do Cerro Otto, Piedras Blancas é o primeiro centro de ski da região, fundado pelo conhecido andinista Otto Meiling. Suas pistas permitem a prática de esportes de inverno, com 6 hectares especiais para a prática de ski alpino e 15 Km de pistas destinadas aos que querem aprender a prática do ski nórdico. Aqui, após os treinos de ski, passeios pelo bosque em snow mobil, o jet ski, parece impossível resistir a degustação d

e uma deliciosa torta caseira, um chocolate ou um vinho quente.

 

Cerro Bayo e Villa Angostura: Duração : Dia inteiro

A Villa La Angostura é uma pequena cidade situada a 70 km de Bariloche, onde pode ser encontrados vários restaurantes e lojas de diversos tipos.

Já no Cerro Bayo, se encontra outra estação de esqui. Também podemos desfrutar da paisagem espetacular, sendo possível avistar o vilarejo, o lago Nahuel Huapi e a Cordilheira dos Andes.

 

Puerto Blest / Lago Frias / Cascada Los Cántaros

Duração: Dia Inteiro

Partindo de Puerto Pañuelo - seguindo para o Km 25 da Av. Exequiel Bustillo- e a 1h de navegação pelo Lago Nahuel Huapi , se pode observar as ilhas Centinela y Gemelas, onde em seu contorno vem a ser a parte mais profunda do lago; a Playa de las Aranãs e a Cascada Blanca. Logo se sobe até puerto Cantaros na Bahia Blest, e uma trilha que contorna a Cascada, leva à três mirantes que antecedem o Lago dos Cantaros.

Este passeio trata-se da travessia dos lagos do lado Argentino. A excursão começa em Puerto Pañuelo. O barco sai navegando pelas águas do Lago Nahuel Huapi, e ao entrar no Braço Blest observa-se a Ilha Centinela, onde estão sepultados os restos mortais do Perito Francisco Pascasio Moreno, um dos homens mais transcendentes de toda a História Argentina e, particularmente, da Patagônia já que o Parque Nacional Nahuel Huapi é fruto direto de uma doação realizada por ele ao Estado Nacional. De Puerto Blest percorre-se um trecho de aproximadamente 1 km de ônibus ou a pé e fazer a travessia do Lago Frias. Na volta, também é possível visitar a Cascata Los Cântaros de duas formas: 2 horas de caminhada por trilhas com árvores centenárias e beirando o lago ou aguardar no porto onde é possível almoçar e continuar por catamarã até o Puerto Cántaros, em um ambiente de plena Selva Valdiviana, realizando-se uma subida por uma escada íngreme até o Lago Los Cántaros, cujo deságue alimenta a Cascata Los Cántaros. Alguns mirantes na escada permitem contemplar a beleza da quedas d´àgua que deslizam sobre as pedras. Regresso. Duração: dia inteiro.

 

Siete Lagos até Villa La Angostura

Duração : Dia inteiro

 

O passeio começa no alojamento dos passageiros, contorna o Lago Laçar por uns 4 km e entra nas antigas florestas de Roble, Ciprés, Lenga e Raulí. Logo cruza os primeiros lugares pertencentes à Comunidade Mapuche, e faz-se uma parada para desfrutar do incrível mirante de Pil-Pil. Mais adiante aparece uma sucessão de colinas do imponente cordão de Chapelco, com seus 2.200 metros de altura. O próximo lago é o Machonico, onde o passeio se detém em desfrutar de um maravilhoso mirante. Logo depois da passagem que leva ao Lago Hermoso, saimos do Parque Nacional Lanín para entrar no Parque Nacional Nahuel Huapi. Imediatamente pode-se observar a Cascata Vulligñanco com sua queda de mais de 20 metros e logo depois de uma parada continuamos o percurso entre os Lagos Villarino e Falkner. Na continuação se chega a uma densa floresta de Coihues e “Cañas” Colihues, onde se descobre o Lago Escondido com sua incrível cor verde esmeralda. Logo continuamos contornando o Lago Correntoso onde se faz uma parada para conhecer os moradores da Comunidade Mapuche de Quintupurai.

O passeio continua através do acesso ao Lago Espejo Chico e Ruça Malen. Onde a pouco quilômetros se pode observar o acesso à fronteira do Chile (Paso Puyehue). Dez quilômetros depois chegamos à Villa Angostura onde visita-se o comércio, El mesidor (histórica e belíssima casa diplomática) e a Bahia Manzano.

 

Trem a Vapor

Localização: O posto de informação e vendas do Trem Histórico de Vapor, e também o ponto de partida da excursão está na Estação de Trem de São Carlos de Bariloche.

Duração: Dia inteiro

O trem histórico de vapor o convida a uma viagem a través do tempo, a bordo de um trem do ano 1912, que funciona novamente, mantendo suas caraterísticas originais. Partimos pela manhã, numa excursão de día enteiro, desde a Estação de São Carlos de Bariloche, e após de percorrer 40 kilómetros e quase 100 anos de história vamos chegar à estação Perito Moreno-Os Juncos.

 

Turista Primeira Reservado

$ 90.00 || $ 65.00 * $ 135.00 || $ 100.00 * $ 220.00 || $ 140.00 *

 

 

Refugio Neumeyer e Vale do Chalhuaco

Localização :18 km . de cidade de Bariloche em uma direção oriental sul o abrigo de Clube é Andino Dr. Juan Neumeyer, em Nahuel Huapi Nacional Reserva onde você pode fazer oito passeios interessantes pelo vale de Challhuaco acessível para a família inteira.

Duração: 1/2 dia ou dia inteiro

Fazer estas excursões você tem que ir por conta própria para o abrigo, ou então contrata o serviço de um guia na cidade em quaisquer das agências de turismo. No caso de você contrata um guia, ele chamará em você no momento designado em um 4x4 veículo. Durante a viagem você verá as montanhas ao redor da cidade: monta o Otto, Catedral, Ventana, Ñireco e Carbono, enquanto o guia lhe fala sobre as atividades diferentes que você pode fazer na área de abrigo. A palavra" Challhuaco" é um termo de Mapuche que significa" águas de pesca boas." O 4 x 4 veículo vira em uma estrada de pó e dirige 12 km . para onde começos de aventura. No abrigo eles estarão esperando por você com um café da manhã grande antes da primeira excursão. O abrigo tem uma capacidade por 45 pessoas. Está aquecido com madeira de fogo e tem uma cozinha equipado para servir visitas, homens e os banheiros de mulheres, água quente, mesa de jogos, instrumentos musicais e uma biblioteca atraente. Em verão, aparte de botânica passeios interpretativos, você pode fazer montanha andando de bicicleta, escalando e transportando com balsa, enquanto pelo inverno, você enlata practise, nordic ou esqui através dos campos e snowboard, no caminho errado. Você também pode ir em um passeio de raquete ou pode usar um trenó. Depois do café da manhã, você pode escolher um dos oito passeios no vale, cada um sinalizou em uma cor diferente. No abrigo você será dado alguns folhetos para uma interpretação melhor da área, ou você pode ir com o guia que pode dar informação mais específica. Rastros marcados com cores diferentes incluem:

 

Valle del Challhuaco - visão panorâmica (ego-guiou rastro amarelo) .20 atas.

Valle los de de Perdidos - (interpretação de botânica rastro azul). 1 hora.

Laguna Verde - Mirador Pedregoso (visão panorâmica - vermelho). 1 hora.

Del de Mirador Ñirihuau - Ventana (rastro de flora andino - marcado em laranja). 1h 30 atas.

Cerro Challhuaco - (vermelho e amarelo). 2 hs 30 atas.

Da laguna Juntar Bridges"(pink). 4 horas.

Arroyo Tristeza Park a Estação de Guarda-florestal (laranja e marfim branco) ideal para bicicletas.

Arroyo Botella (marfim branco).

 

Monte Challhuaco está acima do nível do mar 1.900 metros . Tem um ecossistema de Andes Alto típico, enquanto em Valle los de de Perdidos você pode ver todas as espécies típico do Andes, estepe e ecossistemas de floresta.

 

 

 

 

Ainda preciso de melhores informações sobre:

- Excursão pelo Lago Mascardi -

- El Bolson e Lago Puelo (300 Km, passeio dia inteiro) Hielo azul?

-Canopy bariloche - Vale a pena?

E estas dicas estão boas?

DICAS:

• Não deixe de visitar a Rua Bartolomé Mitre, pois lá se encontra o comércio principal da cidade.

• Não se esqueça que grande parte do comércio fecha as 14h00min e só reabre as 15:00 devido a hora da Siesta.

• Se prepare para andar bastante. As paisagens de Bariloche são quase infinitas e garantem horas de passeios. Aproveite e leve bateria extra e bom cartão de memória para sua câmera (ou filme se for o caso).

• Se não estiver afim de parar apenas nos pontos que os guias te levam nos passeios prontos, alugue um carro e faça o seu próprio passeio para poder parar onde você quiser.

• Se você é fã de esportes, não se esqueça de levar equipamentos para esqui ou snowboarding. Ou os dois! Você decide.

• Se você nunca praticou esqui, mas tem vontade de tentar, não se esqueça de pagar algumas aulas antes de se aventurar. Você pode se machucar caso tente aprender sozinho.

• Enquanto estiver em Bariloche, experimente as delícias que a cidade oferece. Tem os tostados que são sanduíches tostados, geralmente de presunto e queijo e são uma delícia. Temos também os Cubanitos, rolinhos de waffer recheados de doce de leite, com as pontas de chocolate, como um charuto. Se você gosta de lanches, existem as "hamburguesas", uma versão mais torrada dos hambúrgueres que conhecemos. Existem vários tipos com o Vacuno (de vaca) ou o de Ciervo (cervo).

• Se estiver chovendo e você não puder aproveitar a natureza, visite os museus. Também são muito interessantes.

• Sempre faça reservas nos restaurantes, pois estão quase sempre lotados.

• Leve os remédios que estiver acostumado. Lembre-se de que na Argentina, os remédios são diferentes. Se for visitar durante o inverno, não se esqueça de levar remédios para gripe, resfriado, febre, dores de garganta e etc.

• Quando for ao Cerro Catedral, visite a Gruta de Nossa Senhora das Neves no caminho. Você não vai se arrepender.

 

 

 

 

E esses preços estariam corretos? (peguei em uma postagem aqui no forum)

 

Foto com São Bernardo-$ 20,00

Circ. Chico e ponto panorâmico (Excursão)– Das 9hs ás 12 hs-$ 41,00

Cerro Campanario – subida teleférico-$ 25,00

Piedras Blancas (Excursão)– 6 subidas de teleferico, aluguel do skibunda e translados c/ ingresso e aluguel de trenós - 9hs ás 13hs-$ 140,00

Refúgio Neumeyer (Excursão)- transp. Land Rover, caminhada, eskibunda café da manhã e almoço- 9hs ás 19:30hs-$ 270,00

Refúgio Neumeyer (Excursão)- transp. Land Rover, caminhada, eskibunda e lanche- 15hs ás 19:30hs-$ 150,00

Refúgio Neumeyer (Excursão)- transp. Land Rover, esqui nórdico e lanche- 13hs ás 18hs-$ 200,00

Cerro Otto - 3 descidas no skibunda e subida "Funicular de la cumbre"-$ 25,00

Cerro Tronador (Excursão)- Percurso total 215km - cerro com alt. 3554m com ingresso parque-$ 114,00

Ilha Vitória e Bosque de Arrayanes (Excursão)- com ingresso parque-$ 144,00

Ilha Vitória e Bosque de Arrayanes (Por conta própria)- com ingresso parque -$ 50,00

Villa la Angostura, Cerro Bayo e Bosque de Arrayanes (Excursão)- com ingresso parque-$ 192,00

**Villa la Angostura, Cerro Bayo (Por conta própria)- Aluguel 4X4 pra 6 pessoas + combustível - valor total para dividir-$ 375,00

El Bolson-$ 94,00

Museo del chocolate-$ 15,00

Museo Paleontológico Lunes a Sábados 16:00 a 19:00 hs-Resto fósiles de dinosaurios, huesos, garras y réplicas-$ 2,00

Museo Geológico y Paleontológico "Rosendo Pascual" – Villa Los Coihues - Lago Gutiérrez-$ 5,00

9:00 a 12:30 y de 15:00 a 19:30 hsColección de invertebrados más importante de la Patagonia, aves patagónicas, huesos de dinosaurios y colección de cristales

Alimentação em restaurantes com vinho - (valor médio por pessoa)-$ 50,00

Neviska - patinação no gelo e uma empanada de carne, maravilhosa....-$ 25,00

Chocolates "Del Turista" - valor por kg-$ 70,00

Chocolates "Fenoglio" - valor por kg-$ 90,00

Chocolates "Mamuschka" - valor por kg-$ 90,00

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Excelente guia! Estou pensando em ir a Bariloche e Puerto Varas(Chile) em julho, e tenho uma dúvida: esses passeios descritos aí no guia, quais são visitáveis no inverno?Me interessei muito pelo Cerro Campanário, Cerro Tronador, Ilha Vitória com Bosque dos Arrayanes, Puerto Blest e Cerro Bayo com Villa Angostura, ou seja, seria um passeio mais focado para as belezas naturais que para ski/balada, o que sinceramente eu dispenso.Mas tenho medo de chegar e não poder visitar nada devido à nevascas e/ou congelamento nos lagos.Alguém que já tenha ido lá no inverno pode me ajudar?

Obrigado.

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ÓTIMO seu guia!!!!

Vai me ajudar muito!

Vou para Bariloche, Buenos Aires agora dia 19 de abril. Vc sabe o que vale a pena fazer nesta época do ano? Pelo que vi, não estará nevando, então, quais passeios vale a pena fazer?

Obrigada

Walleska

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Vlw pelo guia cara, vou pra bariloche em agosto e tenho um bom material tbm, quando eu chegar no trampo eu posto aqui... abraços

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ola dasquebradas, estive em bariloche em 2008, e estou indo de carro com as crianças agora em julho tbm, junto com outros amigos, em um dia só vc pode fazer o circuito chico ( circuito pequeno) manha e o cerro otto a tarde aproveitando para almoçar na confeitaria giratoria que é bem bacana ( mas é lotada) , cerro catedral é um dia inteiro e se vc gostar outro dia p aproveitar de novo, se vc não tem nenhuma esperiencia em esqui va primeiro p vila dangostura e cerro bayo que tem pista principiante, menos badalação e é linda a vila é um charme só, agora imperdivel mesmo é o Tronador ( soberbo ), impressionante, passeio de um dia por paisagem cinematograficas, pedras blancas não fui mas dizem ser um bom passeio, agora se for dispensar um dispense a ilha victoria ( sem graça nenhuma ), e aproveite para fazer o circuito dos lagos, tem um bom passeio oferecido pelas agencias de turismo locais e hoteis, onde vc vai de landrover ate certo ponto de um cerro , a noite e faz uma leve caminhada chegando a um refugio com direito a jantar ( por volta das 22 hs ) qdo fui estava nevando a noite , ainda tem direito a pista de esqui bunda com iluminação artificial, louco mesmo, inesquecivel, se quiser te mando as fotos, é so pedir sai por volta de 200-250pesos, mas vale a pena...

abçs

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ai das quebradas to te passando outras fotos dos locais por email blz

 

O passeio q t falei chama-se caminhada noturna ao Refugio Neumeyer , faz uma parte do percurso em um 4x4, depois uma caminhada por um bosque a noite com lanternas e chega-se ao refugio no cume do monte, deta-lhe o jantar é servido a beira da lareira, a luz de lamparinas e velas na mesa, muito bom vale cada centavo...

abçs

 

tem 2 fotos ai um passeio noturno e outra do cerro bayo

 

20100514141041.jpg

20100514141407.jpg

 

abçs

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Cara. Muito bom. Vou dar uma lida com mais calma a noite e pesquisar os que voce precisa de informação. Vou pra lá em Julho tambem.

 

Quai datas voce vai!? de repente a gente se esbarra por lá, hehehe. Eu vou dia 12 e ficar até dia 21.

 

msevangel - curti o passeio que voce mostrou. Uma dúvida, chega lá de noite e tal e volta no mesmo dia ou de madrugada? E quanto a roupa, compensa comprar/alugar lá!? Meu maior receio é quanto a roupa de neve...

 

Qualquer coisa, segue e-mail de contato - [email protected] (pra qualquer um que for nessa época e quiser trocar ideia de roteiro ou combinar algo lá)

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É assim NOSlife, tem duas opções, o mesmo passeio de dia onde vc sai por volta das 10 da manha e faz o mesmo roteiro, com direito a almoço e volta por volta das 1500hs, e tem este noturno que vc sai por volta das 2000hs, e volta la pela meia noite, com certeza esse é mais diferenciado...

 

Dica :

Não compre roupa de neve, porque vc não vai usar aqui. La tem diversas lojas de aluguel de roupas, e são bem baratos mesmo...No proprio local onde vc vai se hospedar vc vai encontrar um monte de cartões com indicação destes locais.

A proposito as luvas vc vai ter que comprar mesmo, mais é barato tbm, não va para nenhum centro de esqui sem elas...são indispensaveis ou seus dedos vão congelar...

abçs

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dasquebradas - Vou ficar do dia 13/07 ao dia 21/07 no Pudu Hostel

 

msevangel - Valeu pelas dicas, vou tentar fazer esse passeio noturno, com certeza. E valeu pela dica das roupas, eu fui em uma loja para ver e vou comprar só a segunda pele, porque da pra usar no Brasil, muit bom ficar muito bem protegido do frio brasileiro com praticamente uma camiseta, rsrsrsrs.

 

Mais uma dúvida, se não for atrapalhar, quanto a calçado. Vi um pessoal desaconselhando a ir de tenis, porque tenis entra água, etc. Para usar uma dessas botas de trilha impermeáveis. Essas compensam eu comprar aqui, comprar lá, tem pra alugar!?

 

Abs e obrigado pelas ajudas.

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Qdo vc aluga a roupa de neve , faz parte uma bota especial de solado grosso e em parte impermeavel, vc tem que colocar meia grossa, um forro interno ( que vem com a bota ) de espuma para aquecimento e em cima disto vc poe uma bolsa plastica ( para evitar molhar) e ficar com tudo isso umido e gelado, e então, uffa, vc coloca a bota...kkkkkk

Mais é bem confortavel e quente , portanto....

Não compre nada aqui ño Brasil para isto, guarde seu dinheiro se quiser para comprar lá para uso pessoal que é mais barato com certeza... é só andar a cidade é pequena , conheci praticamento todo o centro comercial a pé, fuja da multidão da rua mitre para comprar roupas e acessorios, va nas ruas paralelas e mais distantes que vc acha coisa boa e mais em conta ainda...

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Amigo, assim que possível, favor atualizar este guia com valores e dicas importantes para aqueles, que assim como eu, ainda vão para Bariloche nos próximos dias.

Obrigado!

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Muito bom o guia, bem como as dias de msevangel, excelente para mim, que sou marinheiro de primeira viagem e estou chegando em BA 21/09 e devo ia a Bariloche em 24/09. Estou me programando para ficar lá até 28 ou 29/09. Depois vou fazer a travessia dos lagos até o chile. Volto de Santiago mesmo no dia 03/10.

 

Ainda estou fazendo o cronograma da viagem, vendo hotéis e passeios em bariloche. Será que dá pra marcar tudo por lá, ou é preciso ir a uma agência de turismo por aqui e reservar com antecedência? Alguém pode me ajudar?

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Estou programando uma viagem com marido e filhos para: Foz do Iguaçu - Buenos Aires - Bariloche - Perito Moreno.

Por favor, peço dicas de passeios e valores dos passeios, hotéis baratos(ou albergues..) e tudo mais que precisar...

Obrigada!

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Bacana o guia, gostaria de saber como poderei conciliar os seguintes passeios em 3 dias em Bariloche.

 

Circuito Chico e Cerro Campanário:

Cerro Catedral

Cerro Otto

Piedras Blancas

 

Dia 26, chegando em Bariloche 13:40hs e indo embora dia 29 pela manhã.

Valeu

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    • Por carlos.alberto1
      Olá a todos, vou relatndando aqui alguns detalhes dessa trip durante a viagem mas quando chegar vou colocar um relato mais detalhado.
       
      Se alguém tiver alguma dúvida sobre esses trechos que passei, dúvidas sobre essas estradas para montar algum roteiro ou quiser trocar uma ideia pode entrar em contato no e-mail [email protected]
       
      1° dia: saímos de Goiânia as 8 horas da manhã e chegamos em Rondonopolis no MT as 17 horas. Em geral as estradas muito boas, depois de Minérios apenas pista simples além de muitos caminhões pesados. Na cidade tivemos dificuldade para achar um hotel na rodovia mas no centro havia muitas opções. Apesar de um dia cansativo, no final da tarde tivemos uma boa surpresa com o mirante da chapada.

    • Por henriquefarage
      Entre julho e novembro de 2017 parti pra uma viagem sem muitos planos, com pouquíssimo dinheiro, sem experiência e com passagem apenas de ida pra Bolívia. Foram quatro meses de viagem com muito aprendizado e muitos perrengues pra contar. Não sou muito adepto ao estilo "mochileiros" de relatar viagens. Nunca pensei em fazer este relato, mas acho que de alguma forma posso contribuir com alguma informação útil para os futuros mochileiros que passarem por onde passei. Sendo assim, não esperem fotos, preços (até porque nunca anotei essas coisas), tantos detalhes minuciosos do que comi, que horas fui no banheiro, qual papel usei. Enfim. Vou tentar ser bem objetivo na medida do possível.
      Destino: eu só queria viajar por algum lugar legal aqui na América do Sul pela proximidade e custos também (era minha primeira viagem assim, e sozinho). Então "joguei a roleta" e vi qual seria a passagem mais barata. Resultado: Santa Cruz de la Sierra, Bolíva. Com o destino definido, pensei no que fazer quando chegasse lá. Me cadastrei no Workaway e procurei um hostel pra trabalhar em qualquer cidade por lá. A primeira que me respondesse eu iria. Deu Cochabamba.

      Preparativos: saí de Vitória/ES com uma Mochila de 50L e uma pequena que usava na faculdade com notebook (jamais levem um notebook em um mochilão) e algumas roupas. Como aqui não faz frio, e nunca usei botas na vida, acabei comprando uma jaqueta impermeável com fleece dentro, um par de botas, uma capa de chuva pra mochila e um cobertor de viagem (tudo na Decathlon). Levei alguns remédios (um monte, porque não sabia quanto tempo ficaria viajando), RG, carteira de vacinação e foi isso.
       
      Bolívia: ainda não tinha muita noção de se locomover de um lugar pro outro, de distâncias e tal, pouco antes da viagem consegui um Couchsurfing em Santa Cruz. Então cheguei, passei uma noite lá, e no dia seguinte peguei o ônibus pra Cochabamba. Em Cocha trabalhei duas semanas no Jaguar House Hostel. Adorei a cidade, o clima, a organização. Aproveitei esse tempo pra pensar no próximo destino. Conheci bastante gente e todos iam pra La Paz. Mantive contato com um pessoal e me falaram que lá tinham party hostels que sempre precisava de voluntários. Escrevi pro LOKI e Wild Rover. O Wild Rover pareceu mais organizado, então acabando meu voluntário em Cochabamba fui direto pra La Paz atrás desse hostel. Cheguei de madrugada, paguei uma diária, e no dia seguinte já fazia parte da equipe. Passei quase 3 semanas trabalhando no Wild Rover La Paz. Experiência incrível, e que ainda me deu direito a fazer a Death Road de graça pela agência que fica na entrada do hostel (Altitude Biking). Pensei em fazer a tour do Uyuni mas eu não estava preparado pra tanto frio então deixei pra quando (se) voltasse. Nesse tempo meu próximo destino já tava definido: Cusco. Fui no terminal comprar passagem e já não tinha mais. Tentei Arequipa, também não tinha. Comprei pra Copacabana onde passaria uma noite e pegaria o ônibus no dia seguinte pra Cusco. Só que em Copacabana conheci um chileno muito gente boa e aí acabei indo com ele pra Isla del Sol acampar lá em cima, onde tem o bosque de eucaliptos e tal. Depois dessa aventura voltei pra Copa e mais tarde peguei o ônibus pra Cusco.
       
      Peru: Em Cusco eu sabia que precisava ganhar dinheiro se quisesse seguir viajando porque já tava ficando sem nada. Como não tinha nada planejado (óbvio), fui direto pro WIld Rover Cusco, falei que tinha trabalhado no de La Paz e pedi uma diária grátis. Usei essa diária apenas pra conversar com os managers e pedir pra trabalhar lá também. Eles pegaram minha referência de La Paz e no dia seguinte já comecei a trabalhar lá também. Enquanto trabalhava no Wild Rover saí pra buscar emprego na cidade, com classificados na mão e tudo. Em uma semana consegui emprego na agência de turismo Wilka Travel, onde fiquei por 40 dias. Neste tempo consegui vivenciar mais a rotina do cidadão cusqueño e me integrar a cultura daquela cidade. Com o salário consegui sair de hostel e alugar um quartinho modesto em San Blas e ainda aproveitar pra fazer alguns tours (pela agência conseguia descontos e gratuidades).
      Ainda em Cusco comecei a pensar nos próximos destinos e decidi que iria subindo ao norte até chegar na Colômbia. Infelizmente isso nunca aconteceu porque descobri que teria de voltar pro Brasil em algum momento antes do ano acabar, então tive que comprar uma passagem de volta com certa urgência. Comprei com saída de Buenos Aires. Eu teria uns 2 meses pra me virar pra chegar em Buenos Aires. Foi uma decisão difícil porque Chile e Argentina a essa altura da viagem já estavam bem distantes dos meus planos por serem países bem caros pra mochileiros. Mas fazer o que?
      Antes de sair do Peru dei uma passada rápida em Arequipa porque havia combinado com uma amiga de assistir um jogo do Peru x Colômbia lá no Wild Rover Arequipa. Passei três dias na cidade e não fiz tour nenhum simplesmente porque machuquei meu dedão na primeira noite (bêbado). De lá decidi que voltaria a La Paz pra trabalhar mais uns dias no Wild Rover, economizar uma grana, e e depois seguir pra Uyuni. Peguei um ônibus de Arequipa até Desaguadero, cruzei a fronteira caminhando, e peguei um trufi até La Paz.
       
      Chile: Mais uns 10 dias em La Paz (já era final de outubro) e eu ainda tinha que cruzar mais algumas fronteiras até chegar em Buenos Aires. Segui pra Uyuni, fiz o tour até a fronteira com o Chile e fui pra San Pedro de Atacama. Foi uma mudança brutal de preços pra quem estava por Peru e Bolívia, e eu certamente não tava preparado pra isso. Passei (acho que) três noites em um hostel lá apenas tentando Couchsurfing. Consegui em Viña del Mar. Assim que confirmei pensei "como chegar em Viña del Mar?". Carona, claro! Já tinha escutado que caronas são relativamente tranquilas no Chile. Então fui de San Pedro de Atacama até La Serena pegando carona atrás de carona. Como não tinha barraca pra dormir na estrada, acabei tendo que pegar um ônibus por 4 horas de um ponto ao outro pra ter onde passar a noite (pagos no cartão de crédito porque já não tinha mais dinheiro em espécie). Passei uns dias em Viña, aproveitei pra conhecer Valparaíso, até que conseguium Couch em Santiago. Consegui fácil. Acabei pegando um ônibus pra lá porque a distância é curta e a passagem barata. Passei mais uns dias em Santiago pensando como faria pra cruzar a fronteira e consegui carona com um Couchsurfer que viajava de carro. Consegui ainda um Couch em Córdoba e precisava dar um jeito de chegar lá.
       
      Argentina: chegando em Mendoza, achamos um hostel barato (já que não consegui Couch) e na manhã seguinte minha carona seguia pro norte enquanto eu ia pra beira da estrada pegar carona. Acho que foi a carona mais difícil de conseguir de toda minha viagem. Era madrugada quando o caminhoneiro me alertou que, apesar de ir pra Córdoba, iria me deixar 100km antes porque era um horário perigoso demais pra chegar no ponto que ele iria parar. Como disse, não tinha barraca e praticamente sem dinheiro em espécie, passei a noite numa loja de conveniência do posto de gasolina que tinha nesse lugar que ele me deixou. Na manhã seguinte, consegui rápido uma carona pra Córdoba. Passei uns dias lá, consegui um Couch em Rosário, então saindo de Córdoba foi pé na estrada mais uma vez até conseguir carona pra Rosário. Em Rosário minha Couch me tratou como um rei, me deu várias dicas e tal. Ali já faltava perto de uma semana pro meu vôo e só precisava de uma última carona pra chegar até Buenos Aires. Conseguindo um Couch, me mandei pra estrada e, outra vez, foi uma carona bem chata de se conseguir. Desci muito longe da cidade, tive que pegar um trem gratuito, achar meu Couch à noite etc. Mas no final deu tudo certo. De lá foi só aproveitar os dias na cidade e voltar pro Brasil.
       
      Dicas aleatórias básicas: Sou totalmente contra o "dá pra se virar bem com português". Dá pra sobreviver, vivenciar experiências não. Então aprenda o máximo de espanhol que puder antes de fazer uma viagem assim. Meu inglês é bom (pra trabalhar em hostel é fundamental) e meu vocabulário de espanhol era muito bom também, entendia tudo mas faltava segurança pra tentar falar. Ao longo da viagem fui me soltando e aí tudo ficou ainda melhor. Conheci muitos brasileiros que não sabiam falar outro idioma e todos se diziam muito arrependidos porque acabaram perdendo muita coisa na viagem (proximidade com locais, negociações, interação com outros viajantes); Respeite a altitude (La Paz, Cusco, etc): você nunca saberá como vai reagir a isso até chegar lá e sentir. Tem gente que não dá nada, outros ficam morrendo dois dias no quarto do hostel com médico atendendo. Na dúvida, melhor não programar nada que requer esforço físico nos primeiros dias; Respeite a cultura local, tente aprender o mínimo de costumes e tradições de onde você estiver visitando; quando for pegar carona saia o mais cedo possível, por volta das 5h, pra estrada; tenha dinheiro trocado se tiver pegando carona pela Argentina porque pra pegar ônibus municipal é necessário ter um cartão (que obviamente você não vai ter), e sem ele o que dá pra fazer é pedir pra alguém passar o cartão pra você e você pagar em dinheiro; pedir desconto é normal no Peru e Bolívia, mas antes de começar a chorar, avalie se o valor do pedido não é justo, e principalmente, se aqueles trocados de desconto vão te fazer falta (quase sempre o vendedor precisa muito mais dessas moedas do que você, viajante); viajar tem seus riscos, mas não se esqueça de onde você vem - o Brasil é um país extremamente perigoso, então acho que há um exagero quando se fala em riscos, assaltos, etc entre viajantes brasileiros. Nunca usei doleira pra nada, minhas coisas ficavam guardadas no locker do hostel, sempre caminhei em todos os horários do dia e noite no Peru e Bolívia e nunca passei por nenhuma situação de perigo; Se puder faça seguro viagem, eu não fiz e não precisei, mas não é raro ver gente com braço quebrado em La Paz por conta da Death Road, ou que passou muito mal com altitude. Em Buenos Aires uma amiga caiu da cama do hostel, precisou ser hospitalizada e essa brincadeira custou em perto de 2 mil reais. Nunca se sabe o que pode acontecer, né? Enfim, se lembrar mais coisas importantes vou complementando.
       
      Bom, minha viagem foi basicamente isso aí. Quem tiver perguntas/dúvidas sobre os lugares/pontos de carona/qualquer coisa assim fique à vontade pra mandar mensagem inbox ou aqui no tópico mesmo que tentarei responder da melhor forma possível.
      Em 15 dias volto pra Cusco pra trabalhar na mesma agência de turismo, então quem tiver planejando ir pra lá nas próximas semanas pode entrar em contato também
    • Por Diego G Cardoso
      Olá Mochileiros
      Em Julho de 2017, fiz uma viagem de carro até Buenos Aires, ficamos uma semana na cidade. Não consegui ainda fazer o relato desta viagem para postar aqui, mas fiz uma rota alternativa para fugir da polícia corrupta argentina, ou pelo menos evitar algumas.
      No meu trajeto de ida, fiz a fronteira em Uruguaiana-RS e segui pela Ruta 14 até Bs.As., passei diversas barreiras policiais e não fui parado, somente na cidade de Mocoreta é que fui parado, ainda na província de Corrientes , notei que aquela policia é uma policia quase que municipal, na abordagem já pediram vários documentos e eu tinha todos, ai pediram para ver meu extintor de incêndio, e por azar ele estava descarregado, neste ponto foi falha minha em não olhar antes de viajar. Como já é sabido, assim que estes policiais encontram um motivo para multar começa a novela, me falaram em 1000 pesos de multa se pagasse na hora, fiz uma choradeira e mostrei que só tinha reais e que os poucos pesos que eu tinha era para o pedágio, ai o chefe do posto policial até me levou com a viatura até um banco na pequena cidade para sacar, o que achei muito estranho mas topei ir, no banco me fiz de louco e voltei para a viatura e disse que não havia conseguido sacar porque aquele banco era muito pequeno e provavelmente estrangeiros não podiam sacar ali, no caminho de retorno ao posto policial falei para o policial que só tinha R$100,00, ele acabou aceitando e me liberando. Depois desta cidade entrei na província de Entre Rios, e em todos os postos que passei não fui parado. 
      Como a melhor rota de retorno de Bs.As. era pelo mesmo caminho, e eu havia ficado muito indignado com todo o ocorrido, resolvido retornar por um caminho que havia estudado pelos mapas, e com este caminho só passei por um posto policial que acredito não ser de corruptos, pois é num trecho muito movimentado da rodovia.
      Enfim, a rota que fiz foi, retornando de Bs.As., fui até a cidade de Gualeguaychú-AR e cruzei a fronteira para o Uruguai, chegando na cidade de Fray Bentos, depois peguei a Ruta 24 até a cidade de Paysandú, depois a ruta 3 até a cidade de Bella Unión, cruzando a fronteira para o Brasil na cidade de Barra do Quaraí-RS, o trajeto é todo em asfalto de pista simples em ótimo estado, somente 2 pedágios sendo 1 na fronteira e outra dentro do Uruguai, e somente um trecho de uns 20km com buracos mas que está em reforma, e o mais importante é que não tem policiais corruptos. Com este trajeto evitei de passar pelo menos uns 5 ou 6 postos policiais. 
      Algumas observações sobre este trajeto:
      - Abasteça antes de entrar no Uruguai, pois a gasolina está mais de R$6,00 o litro;
      - Você fará uma aduana a mais, mas é bem tranquilo, não precisa nem descer do carro pois é num guichê semelhante aos postos de pedágio, rápido e sem enrolação.
      - Este trajeto tem pouco movimento, então a viagem rende bem.
      Vou anexar uma imagem da rota que fiz.

      Estou planejando em uma próxima viagem fazer outro trajeto semelhante, pelo Uruguai, mas quero fazer a rota Riviera até Fray Bentos, já vi que a estrada é um pouco pior, mas acredito que possa valer a pena, somente para não ter que viajar com medo da policia de Corrientes e Entre Rios.
      Qualquer dúvida estou a disposição dos colegas mochileiros.
      Abraço.
    • Por diogomarxx
      Sempre quis conhecer a região das cataratas, mas sempre adiava em detrimento de outras viagens. Porém com uma oportunidade de passagens a 70 reais CGH/IGU/CGH não teve como pular dessa vez! Pena que o tempo disponível era escasso, então só fiquei 2 dias e meio. Este relato é menos um guia de viagem sobre Foz e região, pois informações sobre transportes, deslocamentos etc abundam na internet. Nas minhas pesquisas antes de viajar era difícil encontrar informações sobre câmbio e preços em Puerto Iguazu (a Argentina está cara? Barata? Quanto vale o real?), pois o esfacelamento do Real e a liberação cambial do presidente Macri bagunçaram todo o coreto, então vou focar mais nesse aspecto de preços e valores. Update: o câmbio se alterou muito nesses últimos meses, e a nosso favor! Em fev/2016, 1 real estava valendo no câmbio oficial por volta de 3,85. Hoje, fev/2017 está batendo na casa dos 5,20 pesos para cada real.
       
      1° dia – Quinta-feira, 25/02
       
      Saí de CGH às 11:25, com pouso em Foz do Iguaçu às 12:45 e quinze minutos depois já estava pegando o ônibus 120 em direção ao TTU (o terminal de ônibus urbano da cidade). Como o voo foi em horário ingrato, só haveria um jeito de salvar a quinta-feira: ir direto para o Templo Budista, e em seguida na Mesquita Muçulmana antes mesmo de passar no hostel. Chegando ao TTU esperei um bocado pelo ônibus, o 103, que vai até o Templo, pois o intervalo dele é de 40 minutos. Depois de 35 minutos rodando, cheguei ao Templo Budista. Impressiona a quantidade de estátuas. Existe uma seqüência de estátuas todas iguais, mais de 120 segundo o site do Templo. Além dessas, várias outras, algumas delas gigantes e muito bonitas. Conheci o interior do templo e o significado das estátuas dentro dele. Deixei uma doação na caixinha e saí (não são permitidas fotografias na parte interna do templo). Rodei mais um tempo ali, passei na lojinha e no banheiro pra jogar uma água na cabeça, afinal o calor estava de matar!

       

       
      Voltando ao ponto de ônibus, deveria pegar o mesmo ônibus 103 para voltar em direção ao centro de Foz, outra vez um chá de cadeira até o busão chegar. Queria ir à Mesquita Muçulmana, então desci na Avenida Juscelino Kubitschek, esquina com a Avenida José Maria de Brito, esta última o caminho que se deve seguir para chegar na mesquita. Na esquina dessas duas avenidas tem um Posto Ipiranga, fui lá para comprar uma breja e usar o banheiro e acabei descobrindo que lá também tem uma agência de viagens Frontur. Como eu já sabia previamente que eles faziam câmbio fui trocar uns reais. Pagaram a cotação oficial do Banco Central, que no dia era de 3,82 pesos para cada real. Uma ótima cotação, troquei 150 reais e depois me arrependi de não ter trocado mais. Andei mais uns 10 minutos e cheguei à mesquita.
       

       
      Por fora uma bela e imponente estrutura, mas parece que é menor por dentro
      Um senhor que trabalhava (?) lá explicou várias coisas sobre o Islã aos turistas e distribuiu gratuitamente alguns livros sobre este tema. Na verdade é um passeio bem rápido. Em frente à Mesquita tem uma doceria especializada em quitutes árabes, e vou te dizer: o negócio é muito bom! Chama-se Almanara o local, comi um de cada (seis unidades) e tinha de pistache, nozes, amendoim, amêndoas... A conta deu 11 reais. Vale muito a pena frente à excelência da fabricação dos doces.
       

       
      Devidamente alimentado, era hora de ir para o hotel. Como gosto de andar para conhecer bem o local que estou visitando, fui a pé. Quarenta minutos entre a Mesquita e o hotel Normandie Iguassu Falls. Fiz o check in e a grata surpresa: achei que era um hostel (pois a reserva no Booking mencionava quarto coletivo), mas os quartos lá são individuais. Por mais que o local seja simples, o valor pago de 31 reais, valeu demais a pena. Tomei um banho e dei um cochilo, quando era umas 21:00 fui procurar um lugar para comer. Foz do Iguaçu tem muitos imigrantes do Oriente Médio, e os restaurantes árabes pipocam por toda a parte. Só na avenida perto do hotel tinha uns cinco ou seis. Fui num restaurante chamado Beirut, comi shawarna, kibe e esfiha fechada, e tomei uma coca-cola de 600 ml, por R$ 21. Uma pechincha. Com a fome saciada, hora de dormir.
       
       
      2° dia – Sexta-feira, 26/02
       
      Acordei cedo para ir ao Parque Nacional do Iguaçu. Tomei café no hotel, que estava incluso na diária. Café simples, com pão francês, apresuntado, queijo minas, um pão esquisito e gostoso feito com salsicha na massa, bolo doce, café, leite e suco de pozinho. Antes de ir para o parque fui trocar mais dinheiro na outra Frontur que fica na Avenida Brasil, mas me ferrei aqui: estavam cambiando a 3,57 pesos para cada real. Lembrando que no dia anterior cambiei a 3,82 em outra unidade deles. Fui para o ponto e peguei o bus 120 para o parque (ele também passa no aeroporto e Parque das Aves). Entrada no Parna do Iguaçu: 35 reais para brasileiros. Pensei em deixar a mochila no guarda-volumes, mas o valor de 30 reais por um locker me fez desistir da idéia. Logo depois da bilheteria já é o ponto de saída dos ônibus que percorrem o parque. Ônibus double-decker e com boa disponibilidade, sai um atrás do outro. Ao contrário do parque argentino, aqui não se perde muito tempo com deslocamentos.
      Descemos no ponto final e já iniciamos a trilha, que não é muito comprida. Alguns degraus aqui e acolá, e vários pontos onde se podem avistar algumas quedas. No começo fiquei meio decepcionado, com um sentimento de “é só isso aí?”
       

       
      Mas o gran finale chegaria logo: na última plataforma, chega-se bem perto das quedas e aí não tem jeito: deslumbramento total com a força da natureza e um belo banho devido o spray gerado pela água jorrando. Um espetáculo indescritível ver as cataratas praticamente em primeira pessoa.
       

       
      Ainda tem outras plataformas superiores, já no caminho para voltar, que dá a impressão de que você está quase dentro das cataratas. Um dos melhores passeios que já fiz no Brasil, com certeza. Trilha pra voltar, passei na lojinha e comprei só um imã de geladeira relativo ao parque, pois gosto de colecionar esses imãs. O passeio dificilmente passa de duas horas, caso não vá fazer nenhum opcional. O que me interessava era o Macuco Safari (R$ 200), mas no lado argentino o mesmo passeio custa menos da metade do preço, 350 pesos ou R$ 91,62 pela cotação da primeira Frontur que cambiei.
       

       
      Dica: No lado brasileiro, como a trilha não é muito extensa, se puder vá de chinelo. Fui de tênis e me ferrei, pois se molha muito, aí o tênis não secou e no dia seguinte molhou de novo. Devido ao cheiro insuportável, tive que jogá-lo fora no terminal de ônibus de Puerto Iguazu
       
      Saí do parque e peguei o já familiar bus 120, desci uns dois pontos antes do TTU pois queria comer de novo shawarna em um dos restaurantes árabes da Avenida Juscelino Kubitschek. Dessa vez escolhi o restaurante Istambul, onde pedi uma shawarna mista (R$ 12). Estava gostosa, e seria perfeito se tivesse uma cerveja bem gelada pra acompanhar... seria, mas os restaurantes árabes não vendem cerveja.
      Saciado, a missão era chegar em Puerto Iguazú. Peguei um busão da empresa Itaipu caindo aos pedaços, a tarifa é de 4 reais. Rapidamente chegamos à aduana argentina, onde fiz uma cagada: eu queria ir no Duty Free ver o preço de perfumes e acabei fazendo a imigração. Caso você queira ir ao free shop, não faça a imigração! Senão vai ter que fazer como eu, que tive de atravessar todo o posto de aduana e ir em outro guichê pra dar saída da Argentina, ir no free shop e depois dar entrada de novo na imigração . Pelo menos para mim não valeu a pena o esforço, os perfumes estavam caríssimos. Não sei se estava compensando para outros itens. Dica: peça ao motorista um ticket para reembarque no próximo ônibus caso vá no free shop, assim não precisará pagar outro. Poucos metros à frente da imigração fica o cassino, que acabei não indo, apesar de ter ganhado um vale de 10 reais no free shop para jogar lá.
      Peguei o próximo ônibus da empresa Itaipu (outras empresas também fazem o trajeto, mas o meu ticket de reembarque tinha que ser usado nos ônibus da mesma empresa).Desci no terminal de ônibus de Puerto Iguazú e me dirigi ao hostel, que fica super perto, uns dois ou três minutos de caminhada. Chama-se Iguazú Falls Hostel e pertence à rede HI. Reservei a diária no Booking a 10 dólares+21% de algum imposto argentino, o equivalente a 170 pesos argentinos. Fui pagar em real, o hostel fez a cotação de 3,46 pesos para cada real, então o preço final em nossa moeda ficou em 49 reais. Estava um calor infernal, mas o ar condicionado só é ligado depois das 19:00. Achei bizarro, nunca tinha visto isso. Não tinha condição de ficar no quarto com aquele calor.
      Nota: existem muitas opções de hostel em Puerto Iguazú, para os mais econômicos anotei duas pechinchas: Hostel Natura Iguazu por 100 pesos a diária (fica na Av Missiones) e Hostel Noelia por 60 pesos a diária. Este último eu não sei onde fica, vi um cartaz dele pregado na rodoviária de Puerto Iguazu com o preço.
      Tomei um banho e fui dar uma volta em Puerto Iguazu. Parei num posto de gasolina quase em frente ao terminal de ônibus pra tomar a primeira gelada em terras argentinas. Alguns preços: cerveja Brahma de 500 ml por 21 pesos (considerando os dois câmbios que havia feito em Foz a cerveja custou entre R$ 5,49 a R$ 5,88. Daí tem-se a importância de fazer um bom câmbio). Água mineral 500 ml estava 13 pesos. Saindo do posto, queria ir à famosa Feirinha. Fácil de chegar: basta seguir na Av Missiones e virar suavemente à direita quando cruzar com a Av Brasil.
      Antes de chegar na Feirinha passei por uma sorveteria Grido e me lembrei dela ter sido bem recomendada na internet. Creio que aqui é o local certo se você quer tomar um ótimo sorvete de dulce de leche sem ser extorquido no Freddo (no TripAdvisor vi relatos de uma bola de sorvete custar 22 reais lá!). No Grido, tomei um Cucurucho Gigante, que é o nome deles para sorvete de duas bolas na casquinha . Sendo o doce de leite a maior especialidade das sorveterias argentinas decidi não fugir do tradicional. Eram uns seis sabores somente dessa iguaria, então pedi uma bola de doce de leite tradicional e outra de doce de leite com brownie. O sabor é espetacular! Se fosse em São Paulo, um sorvete desse nível custaria uns 20 reais nessas sorveterias gourmet. Já o preço lá é uma pechincha: 18 pesos! Porém a cotação deles ao aceitarem reais é ridícula: 3 pesos para cada real. Compensa mais pagar com pesos previamente trocados.
      Logo em seguida, a Feirinha. Ela ocupa um dos lados da Av Brasil em seu derradeiro quarteirão, e é um amontoado de restaurantes e bares e também lojinhas vendendo aquilo que os turistas querem comprar: pêssego em calda, alfajores, doce de leite, azeite, azeitonas recheadas, vinhos, salame, queijos... Algumas churrasqueiras na calçada fazem as parrillas no horário do almoço e ao anoitecer. Andei até o final da Feirinha na Av Brasil e atravessei a rua Felix Azara. Uma lojinha escondida, um tiozinho simpático e o melhor preço de alfajor de Puerto Iguazu. Comprei uma caixa de Recoleta Premium, e achei melhor do que os de marca que se vendem a três reais por lá, como o Milka ou o Oreo. A caixa com doze unidades custou 18 reais, então cada um saiu por R$ 1,50. Ótimo custo-benefício. E por falar em bom negócio, foram dois na seqüência: saindo da lojinha e adentrando na Feirinha parei na Parrilla El Arbol onde um atendente muito gente fina me convenceu a petiscar por lá com uma cotação de 4 pesos para cada real . Tomei duas da ótima cerveja premium Patagônia (R$ 10 cada) e ele fez uma porção de salame, queijo e azeitonas recheadas por R$ 10. Uma porção dessa em São Paulo custaria pelo menos o dobro.
       

       
      Barriga estrumbada de comer e beber, resolvi voltar ao hostel. Passando pela Av Missiones vi uma lojinha de artesanato e resolvi comprar mais uma imã de geladeira pra coleção. Custou 10 reais (caro!). Perguntei à vendedora se ela conhecia um lugar para cambiar e ela me indicou um senhor de cabelos brancos que ficava na calçada ao lado da loja de souvenires, na entrada do hostel Irupé. O tiozinho fez uma ótima cotação para cambiar: 3,90 macris para cada dilma. Mas vi que eu estava sem dinheiro e comentei ao senhor que voltaria depois (nota: voltei somente no dia seguinte de manhã e o senhorzinho não estava. Estava um outro sujeito na entrada do hostel, mas ele não fazia câmbio. Então acho que o senhor do câmbio só fica à tarde e noite).
      Voltei ao hostel. Fiquei assistindo um jogo qualquer do campeonato argentino na recepção até dar a hora de ligar o ar condicionado.Chegando 19:00, finalmente consegui deitar um pouco. Considerando que Puerto Iguazú é uma cidade que sua principal atração turística basicamente consiste em comer e beber (fora o parque), voltei à Feirinha lá pras 21:00 e comi uma parrilla (de picanha) e tomei um Quilmes de 1 litro, num sujeito que estava com uma churrasqueira na calçada, ao lado do famoso bar do Sebastião. Ele fez uma cotação de 4 por 1, então a cerveja de um litro custou 40 pesos ou 10 reais (pechincha!) e a porção de picanha acompanhada de pão saiu por 22 reais. Fiquei ali comendo, bebendo e assistindo um show inusitado que rolava no já citado Bar do Sebastião: um cantor portenho entoava sucessos brasileiros em portunhol (Cidade Negra, Paralamas, sertanejo universitário...). Voltei ao hostel e dormi.
       
      3° dia – Sábado, 27/02
       
      Dia perdido. Essa era a impressão logo quando acordei às 07:30 com a intenção de ir no parque argentino. Caía uma chuva torrencial, daquelas dignas de São Paulo no fim de tarde no verão, só que muito pior. Como aquela chuva parecia que não ia parar tão cedo, nem me troquei pra ir ao parque naquela hora, resolvi ir tomar café. Me senti no exército ou na hora da merenda quando estudava no primeiro grau: todos se dirigiam a uma salinha onde uma funcionária do hostel entregava um pratinho com uma medialuna, um pão de leite (duro), uma daquelas embalagens individuais de manteiga e de geléia de pêssego. E só. “À vontade” somente café, leite e suco de pozinho. Definitivamente não gostei desse hostel. Além disso, ao final da tarde eles trancam o acesso ao quintal de trás onde fica o varal. Resultado: na noite anterior não consegui pegar minha toalha que ficou no varal, e com a chuva que caiu durante a noite, preferi nem levar ela embora toda encharcada. Ficou lá para alguém.
      A chuva só foi diminuir às 10 horas, coincidentemente a mesma hora de check-out do hostel. Fui ao terminal de bus e procurei o guarda-volume. Uma tiazinha simpática me informou que custava 25 pesos para deixar a mochila lá até a noite. Também fazia uma cotação de 3,60 pesos por real, o que deu 7 reais arredondados. Paguei em dilmas e fui ao guichê da empresa Rio Uruguay para comprar as passagens para as cataratas. Custa 100 pesos ida e volta, ou 30 reais, o que dá uma cotação de 3,34 pesos por real. Novamente compensa pagar com pesos trocados previamente. Os ônibus saem a cada vinte minutos, e dá mais ou menos meia hora de trajeto até o parque. O ingresso custa 200 pesos para cidadãos do Mercosul (deve-se mostrar o RG), e não se aceita reais para pagar a entrada. Ao contrário do parque brasileiro, que ao sair da bilheteria você praticamente já pega o ônibus, no lado argentino tem que se andar um bocadinho até chegar à estação central do parque. São três estações, a Central, que é na entrada, a estação intermediária é a Cataratas, onde pode-se fazer as trilhas dos Circuitos Superior e Inferior e a estação final é a Garganta do Diabo, que é a maior atração do parque. O deslocamento entre as áreas internas de Iguazú é feita por pequenos trens com freqüência no mínimo irritante. São 30 minutos de intervalo entre os trens. A maioria das pessoas prefere ir direto pra Garganta do Diabo, mas os trens não vão direto pra lá, na maioria das vezes. Peguei o trem, e tive que descer na estação Cataratas, para esperar mais uns 15 minutos e pegar outro trem que ia para a Garganta. Sem contar a velocidade máxima de 5 km/h, parece que tudo no parque argentino é cuidadosamente planejado para que você perca o maior tempo possível! Desci na estação da Garganta do Diabo e segui para a trilha. Outro problema: estava chovendo e a trilha do parque argentino é feita em plataformas de metal que são muito escorregadias em suas junções. Um perigo, quase escorreguei por algumas vezes. A trilha é estreita, então se segue o povo praticamente em fila indiana andando devagarinho por medo de escorregar (sabe aquele papo de tudo ser planejado para você perder tempo? Então...). Juntando a morosidade do trem com o passo de pingüim na trilha, demorou mais de uma hora desde a entrada do parque até a sua primeira atração. Mas o perrengue compensa, a Garganta do Diabo impressiona! A maioria das pessoas fica ali só para tirar umas fotos e ir embora. Fiquei um tempão admirando aquela força da natureza. Voltei à estação e peguei o trenzinho para a estação das Cataratas.
       

       

       
      Comprei duas empanadas (20 pesos cada. Aceitam reais, mas com cotação ruim: 3,20 para 1), mas só comi uma: os quatis roubaram a outra! Vacilo meu, tem placas em todo lugar avisando sobre as traquinagens dos quatis. Nem tentei “defender” a empanada para eles não pegarem: esses bichos possuem unhas poderosas e há relatos de cortes em visitantes causados por eles.
       

       
      Fiz a trilha do Circuito Inferior, com 2,5 km, que possui paisagens deslumbrantes, e uma visão diferenciada das quedas. Não é tão cheia, por ser extensa e possuir muitas subidas e descidas. Ideal para apreciar a vista sem a muvuca dos selfeiros. Devido ao horário e ao cansaço que sentia decidi não fazer o Aventura Náutica, o equivalente ao Macuco Safari dos hermanos, que custa 350 pesos (fica para a próxima!). Fim de passeio.
      Nota: ao contrário da maioria dos relatos que encontrei na internet, eu gostei mais do lado brasileiro. Além da estrutura do parque BR ser incomparável, no nosso lado podemos ficar praticamente embaixo das quedas no final do circuito. Tomar um banho de cachoeira é bom, mas de cataratas é foda! Sair molhado e lavar a alma não têm preço. No lado argentino têm-se melhores visões das cataratas, mas se não chover você volta para casa sequinho da silva.
       

       
      Voltei para Puerto Iguazu, peguei minha mochila no terminal e fui fazer uma última refeição na Argentina. Parei no Bar do Sebastião na Feirinha e pedi duas empanadas (15 pesos cada) e uma taça de vinho (40 pesos). Que vinho maravilhoso, por um momento pensei ter encontrado o Malbec perfeito! Como queria torrar meus últimos pesos nem perguntei quanto seria em reais o valor. Dei meus últimos resquícios de pesos para umas crianças paraguaias (bolivianas?) que vendiam artesanato e pediam trocados por ali. Passei novamente na Grido e mais um sorvete de duas variedades de doce de leite que não havia provado da outra vez.
      Peguei o busão para Foz, dessa da empresa Crucero Del Norte, daqueles de viagem com ar condicionado (o da ida foi um convencional da empresa Itaipu todo velho). Desci pertinho do hostel Tetris (R$ 45), na Avenida das Cataratas. Um hostel feito de contêineres e com visual descolado. Cool, só gringos no pedaço. Novamente ar-condicionado ligado só depois das 19:00, então fui pra beira da piscina tomar umas brejas. Dei uma enrolada e fui direto para a Itaipu, pois tinha comprado o passeio Iluminação da Barragem (R$ 16). O ônibus double-decker dá uma volta por dentro da usina, um guia vai dando explicações e tal até chegarmos na beira da barragem. Tudo escuro. A barragem vai se iluminando aos poucos. Bacana, mas esperava mais, achava que ia ter alguma pirotecnia envolvida. Terminado o passeio, voltei ao hostel. A viagem estava terminando. No dia seguinte acordei cedo, peguei o busão para o aeroporto (tem que se atentar aos horários, pois a freqüência diminui bastante aos domingos). Double-check no aeroporto, pois primeiro você passa no raio X da Receita Federal antes do check-in e depois no da Polícia Federal antes da sala de embarque. Atraso de 20 minutos na Gol, vôo direto pra CGH. Fim de viagem.
    • Por CAROLINA BONFIM
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      Uma dica imperdível para que estiver em buenos aires:
       
      ir a show da banda ORQUESTA TIPICA FERNANDEZ FIERRO
       
      http://www.fernandezfierro.com
       
       
       
       
      DEPENDENDO DA ÉPOCA DO ANO, TÊM SHOWS TODAS ÀS QUARTAS-FEIRAS EM UM GALPÃO ANTIGO.
       
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