Estou aqui escrevendo mais um relato da nossa turma nesse último fim de semana, dia 29/04/2017. Saímos da pequena cidade de Santa Rita do Sapucaí-MG às 02h30min da manhã, rumo a Marmelópolis-MG. Chegamos à base do Marins às 5h - o tempo não estava muito bom e a estrada nem se fala. No momento que chegamos pensei em abortar a missão devido ao mau tempo, mas o ânimo da turma contagiou a todos, então partimos às 05h30min.
Da esquerda para direita: Luiz, Éder, Samuel, Zé Renato, Nandão, Breno, João (Capita).
Quando passamos o Morro do Careca o tempo estava começando a abrir. Deu para tirarmos algumas fotos no decorrer da subida - as imagens falam por si:
Logo após essa subida, começou o perrengue. Eu havia esquecido de baixar a trilha no Wikiloc e a visibilidade era baixa, então nos perdemos. Demorou 1h30min até eu conseguir sinal para baixar a trilha e a acertarmos. #Perdidos
Depois desse incidente, retomamos a caminhada.
Passamos pelo Marinzinho e em seguida chegamos na parte da corda, onde a adrenalina “foi pro alto”! Seguem algumas fotos da descida:
Nesse momento nosso companheiro Breno lembrou do que nós sempre falávamos pra ele que pra fazer esse tipo de trekking precisava de treino, em vários trechos chegou até a comentar que pagaria um helicóptero para ir busca-lo e que ele estava moído e mesmo assim não desistiu da caminhada e continuou.
Depois da descida, andamos mais um pouco, paramos para o lanche e chegamos na Pedra Redonda:
Logo em seguida a pedra do Picolé.
Andamos muito depois da Pedra do Picolé até chegarmos em um trecho técnico e vermos o famoso portal, antes de chegarmos no Itaguaré.
Passando o portal, chegamos no Itaguaré, mas não atacamos o cume porque a neblina estava muito intensa, então decidimos seguir até o final da trilha, que fica no Campinho. Detalhe importante até a chegada do Campinho: você desce muito, parece que não tem fim.
Encontramos algumas pessoas que iriam acampar no Itaguaré e, por fim, exatamente às 14h31m, chegamos onde o resgata nos pegaria.
Gostaria de agradecer à turma que foi e o incentivo de cada um. Há momentos em que a vontade de desistir é imensa e o psicológico conta muito, não basta ter só preparo físico se a cabeça não estiver devidamente preparada não adianta. Nosso amigo Breno aquele citado logo acima fez a sua primeira travessia e foi muito bem, disse que está firme para as próximas; nosso amigo Capita, que fala pra caramba, nos proporcionou muitas risadas e nos levou até a base do Marins no seu carro que parecia um 4x4, até o pessoal que fica no alojamento ficou espantado de ver como seu carro chegou lá; Éder, que se juntou a turma, é muito bom de trilha; Luiz, nosso companheiro de guerra, está muito bem de preparo; nosso líder da equipe, Nandão, dispensaria comentários - o cara é fora da curva, eu treino pra chegar no seu nível e um dia eu vou conseguir; e, por fim, nosso fotógrafo Zé Renato, esse manda bem nas fotografias - os créditos das fotos são todos dele.
A ideia inicial desse e outros treinos é para o nosso projeto de atravessar a Serra Fina em 1 dia, nossa aventura mais ousada. Estamos ansiosos com a chegada da data e com certeza virá mais um relato sobre a trilha que muitos consideram como a mais difícil do Brasil. Gosto sempre de terminar meus relatos com uma frase, então aí vai:
“A vida de cada um de nós pode ser comparada à conquista de uma montanha. Assim como a vida, ela possui altos e baixos. Para ser conquistada, deve merecer detalhada observação, a fim de que a chegada ao topo se dê com sucesso.”
Como vão mochileiros?
Estou aqui escrevendo mais um relato da nossa turma nesse último fim de semana, dia 29/04/2017. Saímos da pequena cidade de Santa Rita do Sapucaí-MG às 02h30min da manhã, rumo a Marmelópolis-MG. Chegamos à base do Marins às 5h - o tempo não estava muito bom e a estrada nem se fala. No momento que chegamos pensei em abortar a missão devido ao mau tempo, mas o ânimo da turma contagiou a todos, então partimos às 05h30min.
Quando passamos o Morro do Careca o tempo estava começando a abrir. Deu para tirarmos algumas fotos no decorrer da subida - as imagens falam por si:
Logo após essa subida, começou o perrengue. Eu havia esquecido de baixar a trilha no Wikiloc e a visibilidade era baixa, então nos perdemos. Demorou 1h30min até eu conseguir sinal para baixar a trilha e a acertarmos. #Perdidos
Depois desse incidente, retomamos a caminhada.
Passamos pelo Marinzinho e em seguida chegamos na parte da corda, onde a adrenalina “foi pro alto”! Seguem algumas fotos da descida:
Nesse momento nosso companheiro Breno lembrou do que nós sempre falávamos pra ele que pra fazer esse tipo de trekking precisava de treino, em vários trechos chegou até a comentar que pagaria um helicóptero para ir busca-lo e que ele estava moído e mesmo assim não desistiu da caminhada e continuou.
Depois da descida, andamos mais um pouco, paramos para o lanche e chegamos na Pedra Redonda:
Logo em seguida a pedra do Picolé.
Andamos muito depois da Pedra do Picolé até chegarmos em um trecho técnico e vermos o famoso portal, antes de chegarmos no Itaguaré.
Passando o portal, chegamos no Itaguaré, mas não atacamos o cume porque a neblina estava muito intensa, então decidimos seguir até o final da trilha, que fica no Campinho. Detalhe importante até a chegada do Campinho: você desce muito, parece que não tem fim.
Encontramos algumas pessoas que iriam acampar no Itaguaré e, por fim, exatamente às 14h31m, chegamos onde o resgata nos pegaria.
Gostaria de agradecer à turma que foi e o incentivo de cada um. Há momentos em que a vontade de desistir é imensa e o psicológico conta muito, não basta ter só preparo físico se a cabeça não estiver devidamente preparada não adianta. Nosso amigo Breno aquele citado logo acima fez a sua primeira travessia e foi muito bem, disse que está firme para as próximas; nosso amigo Capita, que fala pra caramba, nos proporcionou muitas risadas e nos levou até a base do Marins no seu carro que parecia um 4x4, até o pessoal que fica no alojamento ficou espantado de ver como seu carro chegou lá; Éder, que se juntou a turma, é muito bom de trilha; Luiz, nosso companheiro de guerra, está muito bem de preparo; nosso líder da equipe, Nandão, dispensaria comentários - o cara é fora da curva, eu treino pra chegar no seu nível e um dia eu vou conseguir; e, por fim, nosso fotógrafo Zé Renato, esse manda bem nas fotografias - os créditos das fotos são todos dele.
A ideia inicial desse e outros treinos é para o nosso projeto de atravessar a Serra Fina em 1 dia, nossa aventura mais ousada. Estamos ansiosos com a chegada da data e com certeza virá mais um relato sobre a trilha que muitos consideram como a mais difícil do Brasil. Gosto sempre de terminar meus relatos com uma frase, então aí vai:
“A vida de cada um de nós pode ser comparada à conquista de uma montanha. Assim como a vida, ela possui altos e baixos. Para ser conquistada, deve merecer detalhada observação, a fim de que a chegada ao topo se dê com sucesso.”
Considerações finais:
Travessia: Marins - Itaguaré
Começo da trilha:[b/] 5h30min
Término da trilha: 14h31min
Tempo total: 9h
E que venha a Serra Fina.
