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LucasCosta

Deuter: Futura Vario 50 + 10 OU Aircontact 55 + 10

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Olá pessoal!

 

Darei uma volta ao mundo no ano que vem e estou em dúvida sobre qual mochila comprar!

Escolhi a marca deuter pela qualidade e tradição, mas empaquei no modelo!

Futura Vario 50 + 10 ou Aircontact 55 + 10? Qual das duas é melhor? Vocês sugerem alguma outra da Deuter?

Obrigaaado! 

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    • Por gvogetta
      Olá Pessoal!
       
      Como havia prometido, segue o review sobre a cargueira Deuter... Enjoy!
       
      REVIEW – MOCHILA DEUTER AIR CONTACT PRO 70+15 (Modelo 2010/2011)
       
      APRESENTAÇÃO
       
      Recentemente encarei uma decisão difícil: trocar de mochila cargueira. Creio que é uma decisão difícil por se tratar de um equipamento indispensável à vida de qualquer viajante ou trekker e um verdadeiro ícone da cultura mochileira. Diria que chega a ser quase um casamento. Além disso o mercado apresenta atualmente várias opções interessantes que podem tornar a escolha da companheira de viagem ainda mais difícil.
       
      No intuito de ajudar outros na escolha deste importante item apresento esta revisão técnica com as minhas impressões sobre o modelo cargueira que escolhi para me acompanhar nas minhas próximas aventuras: a Deuter Air Contact Pro 70+15.
       

       
      O fabricante dispensa maiores apresentações. A Deuter é uma marca alemã, tradicional, que desenvolve e fabrica equipamentos esportivos desde 1898, possuindo uma extensa linha de produtos que inclui mochilas, sacos de dormir, alforjes para bike e etc.
       
      O modelo de mochila ora apresentado é, segundo o seu fabricante, o "peso-pesado" da sua linha de mochilas de aventura. Reúne capacidade volumétrica, resistência e conforto de uma forma que não vi em outros modelos à venda no Brasil. Confesso que não sou fã “incondicional” da marca, especialmente em razão dos preços elevados. Também sempre preferi usar e apoiar produtos de fabricantes nacionais, no entanto minhas experiências recentes com alguns produtos e o atendimento das marcas brasileiras me levaram a abrir o leque de opções a considerar, o que felizmente me trouxe aqui.
       
       
      A MOCHILA - IMPRESSÕES GERAIS
       
      Primeiramente a mochila impressiona pela sua capacidade volumétrica: os seus 70+15 litros principal são “maiores” do que os 70, 80, 85 ou 90L de outras marcas. Na verdade são 70L nos 2 compartimentos principais que se expandem em mais 15L com a extensão superior na tampa e mais 10L nos 2 bolsos laterais externos, totalizando portanto 95L. Segundo informações a Deuter considera no projeto de suas mochilas normas de medição diferentes de outras marcas, o que faz com que suas mochilas resultem mais espaçosas. A qualidade e o acabamento dos materiais também impressionam já no primeiro contato: tecidos robustos, costuras bem feitas, fivelas de poliamida e ajustes bem pensados se sobressaem já no primeiro manuseio da mochila. O sistema e ajustes das alças (Variflex) e da barrigueira estruturada são muito práticos e precisos. Detalhes inteligentes, como a capa de chuva embutida, a capacidade de portar 3 sacos de hidratação de até 3 litros cada, em compartimentos independentes e o sistema de abertura em “U” na parte frontal (permitindo acesso à praticamente todo o corpo da mochila) são diferenciais interessantes e podem justificar os $$ a mais dispendidos na compra deste modelo.
       

       

       

       
       
       
      Os principais pontos positivos, a meu ver, são:
       
      1. A barrigueira estruturada, com ajuste feito puxando para frente (o que facilita muito o ajuste na cintura) e que permite movimentos laterais, acompanhando os movimentos do corpo, bem como o excelente acolchoamento, côncavo em sua parte interna para melhor ajuste ao corpo, que absorve bem o peso e não atrapalha os movimentos, mesmo com grandes cargas. Há ainda um pequeno bolso tipo ”pochete”, com zíper, num dos lados da barrigueira, o que permite carregar ali dinheiro, canivete, documentos ou outros itens que precisam estar à mão, para acesso rápido e fácil;
       

       
      2. Alças: O sistema Variflex de ajuste da altura das alças da mochila, muito simples e engenhoso, permitindo um ajuste rápido e fácil do comprimento das alças. Estas por sua vez são compostas em espuma de alta densidade, em tamanho adequado a todas as estaturas e revestidas em tecido telado “air mesh”, que facilita a secagem do suor gerado em contato com o corpo do usuário. As alças possuem ainda o auxílio de uma tira peitoral ajustável (inclusive na altura) e de tiras tensionadoras/estabilizadoras de carga com regulagem de posição e altura. Possuem também presilhas com velcro para fixação das mangueiras dos sistemas de hidratação e argolas plásticas frontais para prender equipamentos como bússola ou GPS;
       

       
      3. Costado: com sistema Air Contact, que melhora o fluxo de ar entre a mochila e as costas do usuário, reduzindo a temperatura e, consequentemente, a transpiração;
       

       
      4. Acesso frontal: Prática abertura frontal em “U” com zíper reforçado, que permite acesso fácil a praticamente todo o interior do compartimento principal. Existem ainda tiras com ajuste de tensão e presilhas de poliamida (nylon) de reforço e compressão, que além de ajustar a mochila ao seu conteúdo, evitam a sobrecarga do zíper, tornando virtualmente impossível arrebentá-lo com o esforço da carga em seu interior;
       

       
      5. Acesso inferior: Abertura com zíper em “U” invertido no fundo da mochila, dando acesso ao compartimento inferior que internamente é dividido do restante da mochila por outro zíper, permitindo o transporte de itens que devem ficar isolados do restante da carga, como calçados roupas molhadas, saco de dormir, etc. Este compartimento conta ainda com o reforço de duas alças com presilhas que, além de garantir o zíper contra o peso da carga interna, servem ainda para carregar itens presos por fora da mochila, como barracas, isolantes e outros (embora eu particularmente não recomende isso, mas apenas por não gostar de caminhar com a mochila cheia de penduricalhos);
       
      6. Capacidade de operar com 3 sacos de hidratação, sendo 2 simultaneamente, se o usuário assim desejar e precisar: um no compartimento principal (no centro da mochila) – a meu ver uma posição frágil por deixar a bolsa de hidratação sujeita a pressões do peso da carga interna da mochila, podendo romper-se ou causar vazamentos. Os dois outros localizados nos bolsos laterais externos. Essa capacidade dá a opção de carregar até 9L de água totais no interior da mochila (usando os streamers de 3L da Deuter), o que é interessante em trilhas e expedições por locais com escassez de água;
       

       

       

       
      7. Transferência e distribuição de peso: o sistema de sustentação, baseado no sistema clássico de 2 barras de alumínio, que neste modelo seguem um posicionamento quase em “V”, consegue transferir eficazmente o peso das costas para a barrigueira, tornando a mochila confortável mesmo com grande carga.
       
       
      Os únicos pontos negativos que consegui identificar neste modelo até agora são:
       
      1. Preço: é a cargueira mais cara do mercado nacional, chegando a custar atualmente mais de R$ 1.000,00 dependendo da loja;
       
      2. Peso: suas 3.300 g de peso não são o que os minimalistas poderiam considerar leve. Eu particularmente achei o peso compatível com a volumetria total atingível e robustez dos materiais empregados na mochila, pois ela te transmite a sensação de resistência e segurança que outros modelos da marca, mais leves, não te dão;
       
      3. Cores: Particularmente acho o catálogo de cores da Deuter para suas mochilas muito “cheguei”. Combinações de cores mais discretas, com padrões predominantes em preto, cinza e verde seriam bem vindos. Para o modelo 70+15 só existe a opção vermelho+preto. O modelo 60+15 tem atualmente 2 opções: cinza+verde e preto+cinza. Já o modelo 55+15 SL – feminino, apresenta 3 opções: cinza+cinza (2 tons), preto+cinza e laranja+cinza.
       
       
      OUTRAS CARACTERÍSTICAS E CONSIDERAÇÕES FINAIS:
       
      As mochilas deste modelo possuem ainda algumas outras características digna de nota, ainda que menos importantes, como as duas fitas “daisy chain” na parte posterior, permitindo pendurar/carregar equipamentos externamente, como corda, capacete, mosquetões e costuras expressas, ou ainda criar um pequeno “varal” para deixar roupas úmidas para secar ao caminhar com a mochila nas costas. Na tampa superior, que é destacável e transforma-se em uma pequena mochila de ataque (com pequena alça e presilhas inclusas no bolso interno), existem externamente 4 presilhas de nylon para amarras, permitindo fixar e carregar objetos sobre a tampa da mochila, como um isolante ou um anorak, por exemplo. Na tampa existem 2 bolsos internos e 1 externo, todos com zíper e, ainda, uma “etiqueta inpressa” com instruções SOS básicas. Um porta piolet ou bastão de caminhada na parte externa traseira, com alças inferiores de fixação, complementa o conjunto.
       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       
       
       
      Os materiais são de primeira linha, equivalentes ou superiores aos empregados por outros fabricantes de mochilas. O Deuter Duratex, usado na maior nas áreas mais exigidas como o fundo, por exemplo, é um tecido de 1000 DEN revestido internamente com PU, equivalente em resistência ao Cordura 1000 da Du Pont. Nas demais áreas externas vêm o Deuter Hex Lite 210 e o Deuter Duratex, tecidos que aliam resistência à abrasão e leveza ambos também revestidos internamente com PU para resistência à água. No revestimento do costado e das alças é usado o 3D Air Mesh, tecido telado que alia resistência, respirabilidade e é aplicado sobre camadas de espuma, garantindo conforto. Os zíperes utilizados são todos da marca YKK (tidos como os melhores do mundo). As presilhas e fechos são feitos em Poliamida 6.6, praticamente inquebráveis.
       
       
      FICHA TÉCNICA RESUMIDA:
       
      Capacidade: 70 + 15 litros (compartimento principal + extensão) + 10 litros em bolsos laterais
      Peso: 3300 g
      Materiais: Deuter-Ballistic 420 DEN / Deuter-HexLite 210 DEN / Deuter-Duratex 1000 DEN / Deuter 3D Air Mesh
      Dimensões: 88 x 40 x 30 cm  
       
      [linkbox]Site oficial da Deuter Brasil, linha de mochilas Air Contact Pro:
      http://www.deuter.com.br/show-linha-aircontact-pro
       
      Review completo (texto, vídeo e fotos) da mochila Deuter Air Contact Pro 60+15 por Mário Nery (Trekking Brasil):
      http://trekking.marionery.com/review-mochila-deuter-aircontact-pro-6015/[/linkbox]
       
       
      Espero ter ajudado os companheiros que procuram uma mochila cargueira de qualidade para suas aventuras.
       
      Abraços,
    • Por Amilton & Poly
      Nossas dicas para aproveitar melhor sua experiência por terras lusas!
      Acompanhe tbm nossas viagens pelo Instagram/ Facebook @polymsousa.
       
      1. Passeios
      1.1: Horários - No inverno as atrações abrem tarde, por volta das 10h, e fecham por volta das 18h. Então acaba que vc não consegue fazer mta coisa na parte da manhã. Os sites de quase tds as atrações disponibilizam os horários de inverno e verão.
      1.2: Clima - Leva guarda-chuva e/ou capa de chuva do Brasil pra não ter que gastar seus ricos eurinhos com isso.
      1.3: Free Walking Tour - tem vários e de várias empresas em cada cidade. Conhece o conceito? É um tour a pé sem custo fixo. Ao final vc contribui com o guia com o valor que achar que deve dar. Indico: Lisboa: Lisbon Chill-Out Tours/ Sintra: Take Lisboa/ Porto: City Lovers.
      1.4: Walking Tours - dificilmente vc encontrará um tour em português pois não há público suficiente (e olha que lá tinha brasileiro pra caramba heim, mas infelizmente essa modalidade de passeio ainda é pouco conhecido no nosso país). Os tours são então em inglês e espanhol. O espanhol é tranquilíssimo pq eles acabam falando um portunhol de boa pra entender.
      1.5: Ingressos Benfica - tem uma loja do Benfica na rua Augusta. Se vc comprar a partir de €40 vc ganha 2 ingressos para visita no museu + estádio. O valor normal do ingresso é €17,50, logo gastaríamos €35. Compramos uma camiseta de €40 e ganhamos o ingresso, assim uma camiseta do Benfica saiu por €5.
      1.6: Bilhetes combinados – vários monumentos tem bilhetes combinados com outros monumentos. Então, se este outro estiver no seu roteiro vale a pena. Por ex. compramos Museu do Azulejo + Panteão Nacional  =  7 euros. Se fosse comprar separado seria daria 9 euros os dois.
       
      2. Transporte
      2.1: Comboios - Uma das formas de transporte entre as cidades é através dos Comboios (trens). Se comprar o bilhete com pelo menos 5 dias de antecedência vc consegue o promocional (e vale mto a pena, por ex. um trecho custou 10 euros a menos por passagem totalizando 80 reais de economia em apenas 1 trecho).  Mas fica ligado que para destinos mais procurados como Porto os promocionais acabam mais rápido. Compramos tds os bilhetes já nos primeiros dias que chegamos. Isso dá uma amarrada no roteiro mas em termos econômicos vale a pena.
      2.2: Comboios/ metros - Em Porto o uso de metrôs é diferente de Lisboa pois não tem catracas nem ninguém te supervisionando. Então contam com a sua honestidade. Nos comboios é a msm coisa, porém durante o caminho tem um fiscal que vai passando conferindo se vc pagou e caso não o tenha feito o pagamento é na hora para ele.
      2.3: Comboios/ metro - As estações de metrô e comboio são diferentes (no início achávamos que td era no msm lugar).
      2.4: Aluguel de carro - Pensamos em alugar um carro pq lá é super barato, porém para 2 ainda compensou mto mais descolamentos por comboio, ainda mais pegando bilhetes promocionais. Se vai em mais de 2 pessoas compensa carro. Mas fique atento que além do aluguel e gasolina ainda tem os estacionamentos pois na rua tbm é pago e daí sim pode sair mais caro o molho do que o peixe.
      2.5: Aluguel de carro – não alugue carro para andar em Lisboa por ex, será um transtorno, é igual andar no centro de SP de carro, melhor não. Alugue para fazer trechos entre cidades.
      2.6: Uber/Cabify – tem as duas empresas lá, faça comparação mas os trechos não são caros. Lá não aceitam dinheiro, só cartão através do aplicativo msm e daí vai ter q conviver com a espera de fechar a fatura, converter a moeda e pagar IOF kkkk . Usamos qdo tivemos que fazer um trecho curto com malas e não tinha metrô para o lugar e na volta para o aeroporto. Para ter uma idéia o trecho para o aeroporto de 15 min deu 6 euros.
       
      3. Compras
      3.1: Tax Free - comprando acima de 61 euros e alguma coisa numa msm loja (vale pra roupa, sapato etc) vc recebe parte do imposto de volta e são quase 15% de devolução, vale a pena. A devolução é no aeroporto depois q fizer o check in.
      3.2: Lojas - Compensa comprar roupa e sapato em Portugal. Primark e Decathlon foram lojas que valeram a pena pra gente.
       
      4. Alimentação
      4.1: Economia - Peça pratos para 1 e divida, as porções costumam ser grandes. Assim é possível pedir entrada, prato principal e sobremesa e ter uma degustação total sem gastar tanto. Os valores são mto parecidos com o que vc gastaria no Brasil comendo arroz e feijão, porém lá vc come bacalhau kkkkk.
      4.2: Compensações - Geralmente fazemos compensações, então se um dia esbanjamos um pouco mais com alimentação no outro seguramos a onda e seguimos o baile.
      4.3: Cardápio+valores - Vc encontra os cardápios dos restaurantes com valores no site Zomato, é uma maravilha pra vc se planejar. Mas tbm é costume eles deixarem o cardápio do lado de fora do restaurante, assim vc já decide se vai entrar ou não rsrs.
      4.4: Couvert - Se não quiser o couvert (pães e patês) é só não mexer que não será cobrado.
      4.5: Queijo - Coma tudo o que tiver queijo da serra da Estrela, é bom demaissss!
      4.6: Roteiro - Com tantas opções gastronômicos dá pra fazer uma viagem focada na gastronomia e vinhos.
      4.7: Vinhos - Áh por falar em vinhos são baratíssimos no mercado. Peguei apenas o Vinho Verde Casal Garcia como base para comparar preços e no Brasil estava R$38,00 e em Lisboa (no mercado) estava R$12,00. E ainda existem vinhos mais baratos de 1 euro e pouco.
      4.8: Reserva - Como os restaurantes são muito pequenos se faz questão de algum é bom fazer reserva.
      4.9: Menu do dia - Praticamente td restaurante tem os pratos do dia que são preços bem acessíveis e mtas vezes são menu completo, por ex: sopa, prato principal, sobremesa e café por 7 euros.
       
      5. Curiosidades
      5.1: Politizados - Achamos o Português bem politizado e conhecedor da própria história. Qualquer conversa que tiver com eles vai ver que eles interligam fatos históricos e políticos.
      5.2. Sócio - É mto comum em Portugal a cultura do Associativismo. Como eles acreditam nas instituições eles se associam a elas (voluntariamente). Pagam uma mensalidade e em contrapartida a instituição oferece um retorno ou algum tipo de vantagem. Eles falam com mto orgulho dessa cultura e se associam a diversas fontes: bombeiros, clubes de futebol etc. É por isso que o Benfica é um dos clubes com maior número de sócios no mundo. Isso é algo que pra nós brasileiros é inviável pq não confiamos nas instituições.
    • Por Amilton & Poly
      Somos de Campinas/SP e compramos as passagens de avião com os pontos da Azul.
      Os hotéis foram reservados através do Decolar e do Booking:
       
      Curitiba: Hotel Garden Curitiba
      Pontos positivos: ótima localização por estar no centro, a 4 quadras da praça Tiradentes e centro histórico. Fácil acesso a todos os pontos turísticos e restaurantes. Simples, porém limpo. Pessoal da recepção educado. Café da manhã com pouca variedade, porém o necessário.
      Pontos negativos: muitos usuários de drogas em volta do hotel. Não tivemos problemas com eles, porém é recomendável sair de táxi à noite. O box do banheiro é de cortina e você tem que ficar se esquivando pra não encostar rsrs. Pessoal da recepção não sabia dar muita informação de deslocamentos.
       
      Ilha do Mel: Pousada Marimar (Brasília)
      Ponto positivo: ótima localização e fácil acesso a todas as partes da ilha. Fica bem perto do trapiche.
      Pontos negativos: sujo, tinha barata, toalhas manchadas (não sei se manchadas ou sujas, só sei que não deu coragem de usar rsrs). Compramos um pão caseiro na ilha e pedimos emprestado um pouco de manteiga na pousada, tudo bem que cavalo dado não se olha os dentes, mas foi inevitável dar uma checada na validade rs e estava vencida desde junho/2013, preferi não ficar pensando na limpeza da cozinha rsrs. No nosso quarto tinha uma cama de casal e uma beliche e em cima da beliche tinha salgadinho. Enfim, não recomendamos.
       
      Nossas impressões:
       
      Curitiba: cidade linda, muito arborizada, muito limpa (sempre ouvimos falar e agora constatamos), sistema de transporte público muito bom, prédios históricos e pontos turísticos muito bem preservados e cuidados, pessoal cordial, alguns mais sérios, mas muito educados. Tem tudo de uma cidade grande, porém com ares de interior. Moraríamos lá com certeza.
      Obs: os ônibus tem integração quando vc desce em um tubo. Isso é ótimo.
       
      Ilha do Mel: lugar lindo, muito bem preservado, lindas paisagens, pessoal educado, trilhas limpas (tem muitas lixeiras nos caminhos), muitos estrangeiros. Acho que falta mais opções de comida, pois todos os restaurantes servem as mesmas coisas e tudo é fritura, não tem opções saudáveis, não tem frutas, sucos (só tem laranja e limão ou polpa), enfim falta um pouquinho de variedade com cara de ilha. Recomendamos uma passagem por lá, nem que seja bate e volta pra quem estiver no litoral do PR.
       
       
      1° dia (4/01) - Sábado:
       
      Saímos 11h de Campinas e chegamos em Curitiba 12h. Do aeroporto pegamos o ônibus ligeirinho (R$ 2,70) que nos levou até o centro em aproximadamente 40 min.
      Fizemos o check in no hotel, um lanche numa padaria próxima e já saímos.
      De ônibus (R$ 2,70) fomos primeiro na Torre da Oi (R$ 5,00), visão 360° muito legal! Dá pra enxergar vários pontos turísticos de lá.
      Fomos para o ponto de ônibus e aguardamos quase 1h (sábado não tem muitos ônibus =/) para ir para o Memorial Ucraniano que fica no Parque Tingui. Super valeu a pena! É lindo, lindo! O memorial é fabuloso, o parque tingui cheira a eucalipto, uma delícia, o bairro do parque só tem mansões. Lá compramos uma Pessanka aqueles ovos coloridos com técnica ucraniana. Uma obra de arte. Pra quem quiser vale a pena comprar lá mesmo pq nas demais lojinhas da cidade são mais caros.
      O próximo destino era a Ópera de Arame, porém o tio da lojinha disse que não tinha como ir de ônibus de lá, ou então demoraria muito. Como realmente não vimos ônibus por ali resolvemos ir de táxi (+- 13,00). É muito bonito, porém não dava pra conhecer por dentro pois estava em reforma. Mesmo assim vale a pena, a construção e o ambiente que está localizado (uma pedreira desativada) é muito bonito. Voltamos para o Hotel de ônibus.
      De noite fomos num barzinho Espanhol ( basco/ catalão) na quadra de baixo do hotel, o Txapela. Lugar muito da hora, super decorado, garçons gente boa, comida óootima.
       

       

       

       
      2° dia (5/01) - Domingo:
       
      9h fomos para a Feira do Largo da Ordem, uma feira que acontece todos os domingos das 9-14h. Fica a uns 50m do hotel. A feira é enorme! Não demos conta de andar tudo e tem muita coisa legal, minha vontade era de passar a manhã lá rsrs. Tem muita coisa diferente, a mulherada pira, compramos coisinhas rsrsrs!! Na rua da feira tem a Mesquita, muito bonita, nos falaram que abre 10h mas não deu tempo de irmos.
      De lá fomos para a praça Tiradentes pegar o Ônibus Turismo. Este ônibus custa R$29,00 e passa pelos principais pontos turísticos de Curitiba, você tem direito de descer nos pontos que quiser desde que faça até 4 reembarques. Acho que vale a pena pela comodidade, além de que de domingo quase não tem ônibus. Neste site vc pode baixar o roteiro e horários http://www.urbs.curitiba.pr.gov.br/transporte/linha-turismo.
      Passamos pela Rua das Flores, Rua 24h, Museu Ferroviário, Teatro Paiol.
      Descemos no Jd Botânico. Acho que nunca vi uma construção e jardins tão belos! Renderam muitas fotos rsrs. De todos os pontos turísticos que fomos esse é o mais lindo, é de encher os olhos.
      Reembarcamos e passamos pela rodoferroviária, Mercado Municipal, Teatro Guaíra, UFPR (construção linda), Paço Liberdade, Passeio Público, Memorial Árabe, Centro Cívico, Museu Oscar Niemeyer (me arrependi de não ter descido, é muito diferente, é enorme), Memorial Polonês.
      Descemos no Bosque Alemão é bemm bonito, tem a trilha João e Maria com a história no meio da trilha e uma casinha encantada. Muito fofo. Tem o portal alemão que é muito legal. Vale a pena.
      Reembarcamos e passamos pela Unilivre (não deu pra descer, mas um lojista disse que é um ponto que não é muito visitado mas que é um dos lugares que ele acha mais bonito).
      Descemos no Parque Tanguá, parque bem bonito com uma queda dágua linda, muitos mirantes. Só tem um problema: as subidas são cruéis! Rsrss prepare-se.
      Reembarcamos e descemos no Parque Barigui. Parque lotadoooo, o curitibano gosta mesmo de parques. Parque bem cuidado, tem lago, tem uns barzinhos lá dentro, bem legal.
      Exaustos fomos para o hotel. Mais tarde fomos na Pizzaria Abaré, pizza deliciosa e atendimento muito bomm!
       

       

       

       

       

       
       
      3° dia (6/01) - Segunda:
       
      Neste dia andamos pela Praça Tiradentes, Catedral, Centro histórico, Rua das flores, Paço Liberdade, demos uma olhadinha nas lojas.
      Para almoçar fomos para Santa Felicidade, famosa pelos restaurantes Italianos. Almoçamos no Madalosso, maior restaurante da América Latina, cabem mais de 4000 pessoas lá. O valor estava 33,00/ pessoa o rodízio. Só a entrada já serve como refeição, mas ainda tem o rodízio de massas, lá se come muitooo rs. O garçom que nos servia era muito gente boa, o Pompeu, ele nos apresentou a dona Flora, a dona de tudo aquilo, muito simpática. Depois fomos conhecer os salões do restaurante, parece um shopping. Muito legal.
      Depois, fomos na vinícola Durigan que fica bem perto do restaurante. Lá é bem temático, legal para tirar umas fotos. Além de vinhos eles tem queijos, chocolates e doces.
       
      Obs: verifique os horários dos pontos turísticos pois a maioria dos locais não abrem de segunda. Inclusive em Santa felicidade só o Madalosso estava aberto.
       

       

       

       

       
       
      4° dia (7/01) - Terça:
       
      Fizemos o check out e 7:30h fomos para a Rodoferroviária pegar o trem da Serra do Mar (há mtos anos queria fazer esse passeio =D). As passagens compramos por email (pegamos no site) e retiramos na segunda-feira mas poderia ser retirada no dia mesmo. Pegamos o vagão turístico que tem guia e um lanchinho rs. O trem saiu 8:15h e vimos paisagens tão lindas que as fotos não conseguem retratar. A guia era muito simpática e ia dando dicas pra conseguirmos pegar os melhores flashs srrsrs.
      Dica: fizemos cadastro no site do Amantes da Ferrovia e por isso tivemos desconto na passagem.
      Chegamos em Morretes 13h pois deu uma atrasadinha pq em vários trechos o trem tinha que parar para os trens de carga passarem pois é uma via compartilhada.
      Em morretes comemos o tão famoso barreado. É uma carne desfiada com caldo, come-se com farinha, arroz, banana frita, uma delícia. Fomos no restaurante My house, mas tem várias opções. Neste estava 26,00/ pessoa. Só fui sentir fome de novo 9h da noite rsrs!
      Lá também são famosos os sorvetes de gengibre e banana. O de banana é mara! A cidade é bem bonitinha, se tiver tempo vale a pena dar uma passeadinha.
      Fomos para a rodoviária de Morretes pegar ônibus para Paranaguá, de onde saem balsas para Ilha do Mel. Queríamos ir pra Ilha de Pontal do Paraná mas de Morretes não tem ônibus pra lá. Então fomos pra Paranaguá, 1h de viagem em ônibus urbano comum (R$ 4,50), graças a Deus conseguimos ir sentados pq vai lotadooo.
      Da rodoviária de Paranaguá fomos para o lugar que sai a balsa, que lugarzinho esquisito, medooo! Pegamos a última balsa (18h) ufa! Deu medo de não conseguir. Fiquem atentos aos horários das balsas pois de Paranaguá saem poucos. De pontal sai a cada meia hora e tem até 20h, além disso a viagem é só de 30 min.
      São 2h de balsa até a Ilha (R$ 16,00), é meio cansativo. Chegando no trapiche de Brasília fomos direto pra pousada que fica bem perto. Fizemos check in e já fomos andar, só que estava escuro e não tem luz na trilha, só tem as luzes dos restaurantes. Descobri que as pessoas levam lanterna pra andar de noite lá, mas a luz do celular ajudou. =)
      Comemos no restaurante Pousadinha, comida boa e preço normal para ilha.
       

       

       
       
      5° dia (8/01) - Quarta:
       
      Cedo fomos para Fortaleza, deu uns 5km de caminhada. Fomos pela praia com sol rachando, chegamos lá mortos pq foi o caminho que o cara da informação turística ensinou =/. Depois descobrimos que tem uma trilha com árvores e tal que chega lá também com mais ‘conforto’ rsrs. A fortaleza é bem legal, além da parte dos canhões que fica em cima tem os ambientes em baixo, bem bonito.
       
      Dica 1: tem uma biblioteca em frente com banheiro limpo.
      Dica 2: acho que vale a pena alugar bike para a fortaleza pq o caminho é reto e a areia é bem firme (não sei o valor).
       
      Atrás da Fortaleza tem a trilha que vai para o Morro da Baleia, subidinha bem mais ou menos mas o visu lá de cima compensa!
      Almoçamos no hotel perto da Fortaleza, muita comida mas sem muito sabor =/.
      Voltamos pela trilha dessa vez rs, foi bem mais agradável. Mais 5km. Umas 14h fomos pra Encantadas. Como seriam mais de 5km arregamos rsrs e fomos de barco táxi (R$ 8,00), em +- 15 min chega lá. Achamos Encantadas mais organizado que Brasília, mas Brasília tem mais coisas. O legal é que encantadas tem mercado e a água de 1,5L era R$ 4,00 sendo que nos hotéis/ restaurantes é R$ 3,00 a água de 500mL. Vale a pena fazer um estoquezinho rs.
      Fomo conhecer a Gruta das Encantadas. Caminho bem tranquilinho. É uma gruta nas rochas, legal. Ao lado da gruta tem dois montes para subir pra ver a paisagem mas não tínhamos mais forças rsrs.
      Na volta compramos um pão caseiro quentinhoooo de uma moradora da ilha, fomos comendo puro mesmo, delícia!
      De lá ficamos na praia perto do trapiche e 19h pegamos o último barco táxi de volta para Brasília (R$ 8,00).
       

       

       
       
      6° dia (9/01) - Quinta:
       
      Cedo saímos para o Farol, 20 min de caminhada tranquila + subidinha de boa. O visual lá de cima é muito lindo, vários locais pra tirar foto. Descemos e ficamos na praia do Farol.
      Logo tivemos que voltar pra pousada pois o check out era 11h (tentamos mas não conseguimos late check out =/).
      Dica: ficar pelo menos 2 dias inteiros ou 3 pra poder fazer as coisas com calma.
      Pegamos a balsa para Pontal pois nosso ônibus para Curitiba sairia de lá. 30 min até Pontal (R$ 13,00). A passagem de ônibus (R$ 25,90) compramos da Graciosa no dia que fomos na Rodoferroviária. 14h saímos e chegamos em Curitiba 17h. Pegamos o ônibus ligeirinho e fomos para o Aeroporto.
       

       
      Fim da nossa viagem que foi muitooo boa!
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