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Dia 1 - 09 de Dezembro de 2017

Chegamos no Aeroporto de Calama as 11:00 e pegamos um transfer para San Pedro do Atacama (Transvip). Caso você pague apenas um trecho, o valor é de 12.000 pesos. Pagando a ida e a volta, o valor passa a ser 20.000. O transfer te deixa na porta do hotel. 

Ficamos eu, meu pai e minha tia no Hotel Corvatsch. Ele funciona também como Hostel e possui ainda uma agência de viagens. O hotel fica super bem localizado, a equipe é maravilhosa e os quartos super confortáveis. Como chegamos cedo, 12:20, e o check-in era as 14:00, almoçamos no Sol Cor (ou algo parecido), na Rua Calamar. A comida é muito boa mas o serviço é demorado. Vale a pena quando a fome não é muita e o tempo não é curto. Entrada, prato principal e sobremesa custam 7.000 pesos.

Às 16:00 fizemos o passeio da Laguna Cesar. Fizemos pela agência do hotel com o motorista e guia Florêncio, que realmente entende da região e é muito simpático. Esse passeio permite mergulho nas lagoas de sal. A primeira delas é super pequena e você deve aguardar em uma fila gigante pela chuveirada. Preferimos pular esse banho e conversar com o guia sobre a região. Passamos depois por outros dois laguinhos, onde um deles também pode-se tomar banho, para irmos ao último, Tebinquicheque é belíssimo e onde permite-se passear apenas pela sua borda. No fim do passeio é servido um lanche com pisco (bebida típica do Chile). Paga-se pelo acesso aos lagos 17.000 pesos e o passeio saiu por 36.000. É importante lembrar de levar sempre uma garrafa de água, protetor e no caso de tomar banho, uma toalha. O retorno foi as 20:00.

A noite comemos uma empada do mercadinho em frente ao hotel. Que aliás, tem de tudo.

 

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Dia 02 - 10 de Dezembro de 2017

Logo cedo meu pai mediu a pressão e descobriu que estava 25/18. Corremos para o hospital da cidade, que fica vizinho a agência bancária na praça principal (5 minutos do hotel a pé) e fomos atendidos pelo enfermeiro. Depois de receber oxigênio, descobriu-se que meu pai estava com o mal da altitude e foi recomendado que ele voltasse imediatamente para Santiago. O que foi feito assim que sua pressão regularizou, na tarde do mesmo dia. 

Almoçamos, eu e minha tia, no hotel em frente ao nosso, no esquema de entrada, prato principal e sobremesa por 6.000 pesos. As 16:00, fomos fazer o passeio do Vale da Lua e da Morte. Como não sairia passeio de nossa agência, usamos a de uma agência ao lado da Sorveteria Babalu. Fomos em um ônibus com mais 15 pessoas e com guias bem novas que conheciam muito pouco da região. O passeio do Vale da Lua é lindo e inclui a subida ao mirante e a visita a Caverna de Sal (que leva em torno de 20, 30 minutos com trechos feitos com o auxílio da laterna do celular). Saindo de lá, passamos pelo Vale da Morte e fomos ver o pôr-do-sol no mirante Coyote. O passeio custou 38.000 pesos e a entrada no parque, 3.000. O passeio acaba as 20:00.

Jantamos no Sol Cal (ou algo parecido) um sanduíche e uma salada. Acho que por 4.000 pesos.

Não esquecer da água, protetor e de tênis confortável.

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Dia 03 - 11 de Dezembro de 2017

Depois de dois dias de andança, resolvermos passar o dia pela cidade. Conhecemos a igreja na praça da cidade com seu teto feito a partir de madeira de cacto, conhecemos o mercado de artesanato e fomos andar pelas ruas de San Pedro. Aproveitamos para trocar dinheiro na casa de câmbio, na mesma rua do centro turístico (Rua Toconao) e bater perna pela lojinhas espalhadas pelas poucas ruas. Almoçamos no Casa de Piedra, na Rua Caracoles, com menu com entrada e prato principal por 6.000 pesos. Tomamos sorvete na Sorveteria Babalu e fomos curtir a rua e os cachorros gigantescos da cidade. 

Jantamos no Blanco, um restaurante mais chique com pratos em torno de 9.000 pesos.

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Dia 04 - 12 de Dezembro de 2017

Acordamos cedo para fazermos o passeio para Pedras Rojas. Não fomos pela agência do hotel, mas lá mesmo organizaram uma van para irmos. Saímos as 7:00 com a guia Andrea (se não me engano). Ela é ex funcionária do hotel, fala inglês, espanhol e português, além de arriscar outras línguas. Entende MUITO da região e é extremamente simpática. A primeira parada do passeio é em uma cidade próxima, Toconao, onde conhecemos a pracinha e sua torre, e passamos em uma lojinha de artesanatos onde provamos pêssegos oferecidos pela dona e visitamos seu quintal com lhamas e pedras da região. De lá fomos conhecer o lago dos flamingos, onde fazemos uma caminhada de 20 minutos para ver os animais e depois tomarmos o café da manhã. 

Saindo dessa lago, passamos pelos campos de flores e fomos para Pedras Rojas. Essa foi, definitivamente, a vista mais bonita que já vi na vida. Paramos para caminhar pelas pedras e à beira do lago, para seguir viagem para as lagunas altiplânicas, onde almoçamos. Voltamos par caminhar por mais 20 minutos na primeira laguna e retornamos à estrada. Antes de retornar para San Pedro, paramos em um vilarejo para conhecer sua igreja, depois de passar por grandes cânions e suas belíssimas pedras resultantes de erupções vulcânicas. O passeio terminou as 19:00. Jantamos algum RO que tínhamos no quarto. São pagos dois parques no valor de 5.000 pesos cada um, e o passeio saiu por 80.000 pesos

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Dia 05 - 13 de Dezembro de 2017

O passeio hoje saiu às 5:30 da manhã. Fomos para o Gêiseres del Tatio e Vale dos cactos. Como saímos muito cedo, tivemos que sair bem agasalhada. Pegamos um frio de 7 graus que é essencial para observarmos o gêiseres, resultando da água a 85 graus, por causa do vulcão, que encontra o frio da superfície a 5, 7 graus. O passeio foi feito por uma agência que também não foi do hotel com um guia não muito preocupado em nos explicar o que víamos. Depois de olharmos vários gêiseres voltamos pra van onde tomamos nosso café da manhã. De lá passamos em outra região com outros deles, e onde, em algumas épocas do ano é possível tomar banho (segundo o guia, desde junho está proibido). 

Saímos de lá e passamos por um lago também com muitos patos e flamingos e em uma cidade bem pequena com uma igrejinha e um local onde servem churrasquinho de lhama. Por fim, antes de voltar para a cidade, passamos pelo vale dos cactos, que estão em um cânion lindíssimo. Novamente, o parque custa 5.000 pesos e o passeio custou 80.000 (mais o passeio do dia seguinte).

O passeio terminou as 13:00 e na volta da cidade almoçamos da Carmen, pertinho do nosso hotel. 

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Dia 06 - 14 de Dezembro

Último dia de deserto! Fomos pro Vale do Arco Íris com a agência do hotel. Saímos às 8:00 depois de tomar café da manhã no hotel. A estrada para o Vale está sendo reformada, então levamos mais do que a 1:30 programada para chegar na primeira parada, os petroglifos. O lugar é lindo é se paga 3.000 pesos para o seu acesso. É cheio de desenhos rupestres e você leva 20 minutos caminhando por entre os rabiscos. 

De lá fomos pro Vale, onde caminhamos por 30 minutos para então lancharmos. Por fim, passamos pelo rio e voltamos para a cidade. Almoçamos na Carmen e jantamos empanadas do mercadinho da frente do hotel novamente.

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Dia 07 - 15 de Dezembro

Às 6:00 a Transvip passou no hotel para nos levar ao aeroporto em Calama para voltarmos para Santiago.

 

DICAS:

- Nessa época do ano a temperatura varia de 8 a 29 graus. Quando o sol nasce, rapidamente a temperatura chega a 18 graus e no começo da noite fica por volta disso também.

- Como o sol é forte, sempre esteja com protetor solar e com garrafas de água.

- As caminhadas não exigem botas. Com um tênis confortável, você se vira.

- Como o frio não é grande, um moletom funciona. Nos gêiseres faz mais frio é é interessante levar um casaco mais forte, cachecol, luvas e gorro.

- O passeio das lagunas altiplânicas e dos gêiseres são em alta altitude (mais de 4.000 metros). É interessante fazer depois de alguns dias no deserto e durante a subida beba pequenos goles de água e se for o caso, tome chá de coca.

- No dia do passeio dos gêiseres, à tarde, é possível fazer o passeio das termas de puritama. Como eu não sou muito de mergulhos em lagos e lagoas, pulei o passeio, mas ouvi falar que vale muito à penas e não é duradouro.

- Um passeio clássico dessa viagem é o Salar de Tara. Como é próximo e muito parecido com o passei que já tinha feito no deserto da Bolívia em anos anteriores, preferimos não fazer.

- As festas são proibidas na cidade (é proibido dançar e beber sem fazer pedido de comida), mas acontecem em locais mais afastados e descobre-se no boca a boca.

- O câmbio é melhor em Santiago, então já leve seu dinheiro em pesos chilenos ou em dólar.

- Existem vários locais para aluguel de bicicletas. Para os que têm fôlego, é um passeio bem clássico também.

- Não consegui reserva para o passeio astronômico (http://www.almaobservatory.org/en/outreach/alma-observatory-public-visits/). É realmente científico, mas exige antecedência de 4 meses.

 

* Compramos a passagem de Santiago para Calama pela LATAM do Chile (bem mais barata que pela LATAM do Brasil) e custou 312,00 reais. O hotel para 3 pessoas custou 1.071,00 reais (por pessoa).

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    • Por Dérik Martins
      O downhill na estrada da morte na Bolívia não pode faltar para aqueles mochileiros que amam uma aventura, como eu! Para quem ainda não conhece, é a descida de bike em uma das mais perigosas estradas do mundo, com precipícios que beiram os 900 metros de altura e trechos com apenas 3 metros de largura.
      Nós pagamos cerca de 150 bolivianos (R$70,00) mas o valor pode variar de acordo com o tipo de bike e tração. É bom reservar um tempinho para andar na rua Sagàrnaga e pechinchar entre as agências para conseguir o melhor preço.
      Este passeio dura o dia todo, mas em nosso caso, tivemos uma situação um tanto conturbada que dobrou o tempo de duração, portanto irei dividi-lo em três partes: Início, meio e experiência de quase morte. hahahhaaha. Calma que eu vou explicar.
      Início: O tour inicia-se às 7h00 e inclui transporte até o topo da estrada, na cidade de El Alto, vestimenta (jaqueta fina, calça e luvas), equipamentos de segurança, fotos, almoço e guias para conduzir o grupo.
      Quando desembarcamos lá em cima, fazia muito frio, portanto recomendo levar mais uma blusa apenas para o início da descida, pois da metade para o final faz muito calor. Dessa forma, é importante ter uma camiseta por baixo de tudo. Também é fundamental levar óculos de sol para evitar que a poeira entre nos olhos.
      A descida começa ainda em estrada asfaltada, a uma altura de mais ou menos 4.000 mil metros. A sensação de liberdade é indescritível e é ainda mais incrível olhar para os lados e perceber que está pedalando na altura dos picos das montanhas!
      Após em média 50 minutos pedalando na estrada asfaltada, começa o temido caminho na estrada de cascalhos, terra e muita poeira. O guia fez algumas recomendações importantes e demos início a largada!
      Não vou negar que no começo fiquei com bastante medo, mas depois de 10 minutinhos, peguei o jeito e me acostumei. Ahhh! Fique tranquilo, caso não tenha experiência com bikes,  é só descer com calma e não há motivos para algo dar errado. O trajeto completo dura em média 4 horas e vai dos 4.000 aos 1.110 metros em 65km de estrada.
      Meio: O percurso passa por pequenas cachoeiras e recomendo que OLHEM PARA OS LADOS, mesmo pedalando, pois a vista é inacreditável! Eu até vi um gavião voando na mesma altura que estava! É incrível! Há paradas para descanso, fotos, lanche e histórias macabras.
      Depois de completarmos a descida, há um almoço delicioso com comida bem típica e depois, começamos a volta à La Paz, já dentro da van.
      Experiência de quase morte:  Depois do almoço, retornamos à van e notei logo de cara que o guia estava bêbado e não conseguia formar uma frase, provavelmente, tinha bebido enquanto almoçava.
      Mesmo com essa situação, ninguém se manifestou de início e seguimos viagem pela estrada, que não é da morte, mas ainda sim, haviam precipícios e neblina. Um pouco antes da metade do caminho, nossa pista estava interditada em um pequeno trecho, sendo necessário desviar por um minuto na contramão, era uma manobra fácil e foi o que nosso motorista fez, o único problema era o caminhão vindo em nossa direção e o motorista da van continuou indo, mas parou bem em cima!
      Depois desse susto, todos ficaram preocupados e alguns até mais exaltados. Assim, exigimos que eles parassem a van, o que eles se recusaram de início, mas cederam quando viram um comércio na beira da estrada. Nós descemos da van e paramos uma outra van de transporte público que estava indo para La Paz e nos levou junto.
      Nós falamos com a agência e a responsável nos reembolsou o dinheiro extra gasto com a van pediu mil desculpas. Acredito que o guia e motorista eram novos e foram advertidos ou até dispensados depois das reclamações que receberam.
      Tenho certeza de que essa situação foi uma exceção e quero que entendam o relato como uma lição para prestarem mais atenção nos guias, pois não depende somente das agências. Por favor, não deixem de fazer esse tour incrível, lindo e sensacional!!!!! As fotos dizem por si só!
       



    • Por felipenedo
      Olá Viageiros!!!
       
      Vou contar um pouco da minha passagem por Riga, capital da Letônia, que foi o início da minha viagem pela Europa, que ainda teria Ucrânia, Polônia, Alemanha e Holanda.
       
      Para mais detalhes e fotos, visitem o meu blog:
      www.profissaoviageiro.com
       
      Agora uma novidade: Um novo canal no Youtube com todos os vídeos das viagens e muitas outras coisas que pretendo mostrar por lá!
      Youtube: Profissão Viageiro
      Agradeço muito quem puder se inscrever por lá!   
       
       
      Então, eu não sou um cara muito Europa para falar a verdade... Acho que lá o turismo é mais fácil e quase tudo que eu faria lá agora, posso fazer quando estiver mais velho.
      Já outros lugares do mundo, ou é agora, ou provavelmente não vai rolar, pois exigem mais do meu físico e capacidade de me adaptar aos lugares.
       
      De qualquer forma, não preciso dizer o quanto a Europa é linda e em cada esquina tem algo bonito para ver ou fazer.
       
      Riga é assim, uma cidade muito bonita, cheia de prédios antigos e cheios de história.
       
      Vamos lá...
       
      Cheguei em Riga no início da noite em um voo vindo de Amsterdã. O voo durou pouco mais de duas horas e foi bem tranquilo.
       
      Transporte
      Riga é bem tranquilo de se locomover. Eles têm muitos ônibus, metrô e bondes. Certamente você irá encontrar uma linha que te atenda
      Eu fui do aeroporto ao centro da cidade, perto de minha pousada, em um ônibus que sai do Aeroporto e chega em poucas paradas no centro da cidade. O ponto fica logo atrás do estacionamento do Aeroporto, bem tranquilo de encontrar.
       
      Hospedagem
      Bom, como em quase todos os lugares tem opções para todos os bolsos.
      Como meu orçamento é bem apertado, fiquei em uma pousada em um prédio no centro da cidade, na avenida Satekles Iela. Nesse prédio tem um McDonald’s e uma “padaria” no térreo! Bem cômodo, principalmente porque era um dos poucos lugares abertos no final da noite.
       
      O Rolê
      Quando eu fui era Outono, final de Novembro, e já estava muito frio! E para piorar o sol nascia altas horas.
      Foi bem estranho isso... 8 da manhã ainda era noite e não tinha ninguém na rua. Nenhum comércio aberto e sequer um lugar para tomar café da manhã. Se não me engano a maioria dos lugares abria depois das 8:30.
      Bom, saí para andar no centro antigo, no escuro, com frio e fome!
      Era muito curioso... Não tinha quase ninguém na rua! Era dia de semana, mais de 8 da manhã e ninguém fora de casa ainda! Tudo vazio!!!!











       
      Depois de andar um pouco achei um lugar bem bacana que já estava aberto para tomar meu café.



       
      Alimentado, segui o rolê pelo centro...







       
      Aí fui em direção ao Rio Duína Ocidental, que corta a cidade. Ali que eu vi uma movimentação maior de gente. A avenida estava bem carregada.






       
      Voltei então para o centro para curtir aquele lugar lindo!

       
      Aqui meu conceito das pombas mudou! Estava -1 grau e as pombas estavam tomando banho na poça praticamente congelada...

      Vou falar, chamar de sujo um bicho que toma banho nesse frio me parece algo bem errado!!!!
       


       
      Aqui é uma das artes mais charmosa que achei...










       
      E foi isso! Bora pegar o ônibus de volta para o aeroporto! A próxima parada é Kiev!

       
       
      Qualquer dúvida que eu puder ajudar, é só falar!!!
       
      Valeu!
       
      Abraço,
       
      Felipe
      Instagram: @profissaoviageiro
       
    • Por Amanda Sfair Gonçalves
      Vou começar dizendo que escrever relato do Clássico Bolívia Chile e Peru é muito difícil.
      A maioria de vocês aqui já leu relatos fantásticos e super detalhados e com fotos maravilhosas.  Muitas pessoas fazem esse mochilão então muita coisa acaba se repetindo. Mesmo assim, Olha eu na América do Sul dando a minha versão de como são 23 dias por essas bandas. ^.^
      A preparação:
      A preparação dessa viagem começa lendo os roteiros postados por aqui e todas as dicas possíveis que todos os mochileiros podem nos dar. Depois vem a compra das malas, roupas, passagens e afins haha
      O que eu levei e não precisava:
      Para quem pretende ir durante o verão (também conhecida como a época de chuva!) mesmo para os passeios mais frios não é necessário luva e muitas camadas de roupa (calças e blusa segunda-pele foram e voltaram dobradas na mala). Pijama ou “roupa apenas para dormir” Tênis para passeio (se você for com essa botinhas padrão de mochilar o tênis é dispensável). Blusinha mais arrumadinha para sair a noite (aqui é muito particular, eu preferi sempre que possível dormir e descansar.. mas sou casada e fui com meu esposo.. se você é solteiro talvez queira levar uma roupa menos esportiva) Almofadas para o pescoço (aqui também é particular mas achei que ia ser útil para dormir nos ônibus, a mim mais atrapalhou do que ajudou e tinha que ficar carregando fora da mochila porque não cabia) O que esqueci e fez falta/tive que comprar:
       Desde o primeiro dia tenha contigo protetor solar e um estoque de remédio para estômago/intestino haha Uma mochila de ataque de tamanho considerável para não precisar ficar apertando todas as coisas (tem que caber uma garrafa de 1,5l de água e mais todas as suas coisas, pelo menos) Compras antes de ir:
      É muito pessoal saber o que precisa comprar, como foi meu primeiro mochilão tive que começar do zero, incluindo a compra da mochila e  muitos passeios na Decatlon. O que comprei aqui e foi importante:
      Passagens ida e volta de avião Curitiba –SP – Santa Cruz Seguro viagem Pré-reserva (sem pagamento) de hospedagem em São Paulo na ida Pré-reserva (sem pagamento) do tour de 3 D – 2 N no Uyuni  Entrada do Machu-Picchu O que comprei aqui e não precisava:
      Passeios no Atacama (reserva com pagamento de parte dos passeios antecipada) Hospedagem em Arequipa Hospedagem em Águas Calientes O que não comprei mas deveria/recomendo:
      Passagem de ônibus de Sucre-Uyuni No mais a dica é simples: quanto mais confortável melhor. Essa é uma viagem cansativa em muitos aspectos. É corrida, dorme-se em ônibus e em camas de qualidade duvidosa e a altitude pode te pegar a qualquer momento assim como a intoxicação alimentar haha Quanto mais confortável você puder estar maiores as chances de curtir tudo com a devida intensidade.
      O roteiro:
      Depois de muito ler os roteiros pesquisar e olhar infinitos instagram de viagem, ver preço de passagem e combinação com os dias de férias o roteiro final ficou o abaixo.

      Mesmo com os problemas que aconteceram durante a viagem seguimos esse roteiro ficando os dias exatos previstos em cada uma das cidades muito porque em algumas já tínhamos a reserva dos hotéis e não quisemos nos estressar com trocas ou mudanças em cima da hora.
      Espero que esse relato ajude os próximos viajantes, inspire os que estão com a viagem marcada e, se puder sirva de guia para algum detalhe de um próximo mochileiro assim como todos os relatos que li me ajudaram e inspiram e a montar o meu. Darei o meu melhor!
       
    • Por TMRocha
      Estou aproveitando esse espaço para contar um pouco de como foi a minha experiência de intercâmbio nesse país que é tão próximo de nós, mas mesmo assim tão diferente.

      Entenda um pouco sobre a experiência que obtive após estudar espanhol por um mês no Uruguai.
      Caso queira acompanhar o post diretamente pelo blog clique no link abaixo:
      http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/08/consideracoes-minha-experiencia-de.html
      Lista de Posts - meu intercâmbio para o Uruguai:
      https://viagensdosrochas.blogspot.com/search/label/URU - Intercâmbio em Montevideo c%2F passeios em Punta del Este. Colonia del Sacramento e Salto del Penitente (Minas) [Fev a Mar%2F17]

      Para não perder tempo, estou dividindo os tópicos desse dessa forma:
      1) Alguns dados interessantes do Uruguai; 2) Por que estudo Espanhol?; 3) Minha Experiência de Intercâmbio no Uruguai; 4) Índice dos Relatos de Viagem; 5) Considerações Finais. 1) Alguns dados interessantes do Uruguai

      O Uruguai é um país pequeno e muito charmoso, com cidades arborizadas, campos extensos, praias limpas e um povo muito cordial e amistoso. O país faz fronteira com a Argentina e com o Brasil, no estado do Rio Grande do Sul.
       

      Os verões são quentes, com temperaturas que variam entre os 23 e 38ºC, já os invernos são frios e a temperatura gira ao redor dos 15ºC, com algumas madrugadas geladas abaixo de zero. Com um clima temperado, o Uruguai possui estações bem definidas, atendendo a todos os gostos.

      Os uruguaios gostam de futebol, mate e churrasco. É muito comum vê-los com uma garrafa térmica sob o braço e o mate na mão andando pelas ruas, nos shoppings, em todos os lugares. São pessoas alegres, receptivas e solícitas, que estão sempre prontas pra ajudar.

      Mate uruguaio.
      O país conta com pouco mais de 3,3 milhões de habitantes, sendo que destes, 1/3 vive na sua capital, Montevideo. A economia é estável e vale ainda citar que o Uruguai é um dos países mais seguros e possui uma das mais altas taxas de qualidade de vida de toda a América do Sul.

      Fonte Pesquisada:
      http://www.brasileirosnouruguai.com.br/conheca-o-uruguai
      2) Por que estudo Espanhol?
       

       
       
      Olá, me chamo Thiago e acho que deve fazer ao menos uns três anos que estudo espanhol  [04/10/2017] e pouco a pouco estou melhorando meu conhecimento nesse idioma tão interessante. Com o espanhol tive a oportunidade de conhecer outras culturas que antigamente estavam fechadas para mim.
       

      Vestimenta típica para festas musicais de alguma região do Equador.

      Touradas, na Espanha.

      Murga, uma apresentação típica do carnaval uruguaio.

      Festa dos Mortos, no México.
      Descobri novos povos, outras comidas típicas que antes não fazia ideia que existiam e ainda tive a oportunidade de me aventurar por um novo país: o Uruguai, onde fiquei morando por um mês em uma casa de família super simpática enquanto estudava espanhol de forma intensiva em uma academia de ensino uruguaia.
       
      3) Minha Experiência de Intercâmbio no Uruguai
       
      Minha ideia inicial era fazer um intercâmbio junto ao CACS para a Espanha, mas como a crise estourou pesado em 2014 esse plano acabou caindo por terra, então continuei juntando mais algum dinheiro e resolvi fazer isso por conta própria junto a CVC, e numa das opções apareceu o Uruguai, país que decidi passar um mês inteiro realizando o intercâmbio de espanhol.
       

      Montevideo, capital do Uruguai.
      Lá fiz muitos passeios pela capital Montevideo e ainda conheci outras cidades próximas como Punta del Este, Colonia del Sacramento e Salto del Penitente (em Minas). Nesta última cidade andei a cavalo, me aventurei em uma tirolesa e até me arrisquei num rapel [que na verdade foi uma falha total!].
       

      Academia Uruguay, onde estudei no meu intercâmbio.

      Praça Independência, Montevideo.

      Monumento Los Dedos, em Punta del Este.

      Colônia do Sacramento, vista do alto de um Farol.

       

       

      Nas últimas três fotos acima: Eu me arriscando nos esportes de aventura em Salto del Penitente, no Uruguai.
      Com o intercâmbio conheci mais do comportamento dos uruguaios e descobri que eles são um povo incrível, cultos, organizados, super trabalhadores, que gostam da natureza e realmente amam o seu pequeno país.
       
      E claro, como um bom viajante também passei por alguns perrengues mais complicados, em especial para me adaptar com o clima e a comida típica do país, que é muito diferente da brasileira.
       
       

      Milanesa Pollo Napolitana con fritas.

      "Pasta". Esse é o nome que os uruguaios dão para o macarrão.
       

      Carne de Javali, uma iguaria típica de Salto del Penitente.
      O mais importante é que tive boas experiências que serão lembradas por mim até o meu último dia de vida. Mesmo em todo esse texto não foi possível relatar sequer um décimo do que fiz e do que senti por lá. Resumindo...
       
      "Ter a oportunidade de aprender um novo idioma é o mesmo que se abrir para novas oportunidades no presente e no futuro."
       
      Acho que isso resume um pouco do aprendizado que tive por lá. E pensando nisso, resolvi organizar esse tópico para que incentive novos viajantes ou até mesmo outras pessoas que pretendam aprofundar mais o seu conhecimento nessa língua.

      Sem mais delongas, abaixo estou colocando o índice organizado de toda essa maratona que fiz por lá, sem claro, deixar de ensinar um pouco do espanhol também e contando praticamente tudo que aconteceu no país, desde a minha saída do Brasil até a chegada no outro mês.
       
      4) Índice dos Relatos de Viagem
      Intercâmbio no Uruguai [05/02 a 04/03/17] 
       
      Clique AQUI ou na imagem abaixo para acessar o índice dessa viagem:
       

      E para fechar com chave de ouro, só falta esse assunto
      5) Considerações Finais:
       

       
      Desejo um agradecimento especial à família que estava me hospedando: O Álvaro, a Stela, a Fernanda e também aos dois hóspedes gringos que ali estavam e me ajudaram muito, o Míchel da Suíça, e a Kelsy, dos Estados Unidos. E também para toda a equipe da Academia Uruguay que me ajudou bastante.
        Desejo que todos vocês aproveitem a vida, trabalhem bastante e que viagem sempre que puderem. A todos os leitores, espero que tenham sempre uma boa viagem!
       
      Caso queira acessar a lista de posts referentes a essa viagem diretamente pelo blog clique AQUI ou na imagem abaixo:

      Clicar: [Índice do Relato de Viagem: Intercâmbio]
       
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